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Posts na categoria "Viva Serra Festival de Inverno 2012"

Galpão Crioulo destaca a Serra Catarinense

14 de setembro de 2012 0

Galpão Crioulo comemora os 30 anos com gravação em Bom Jardim da Serra. Fotos: Gino Basso e Fernando Alencastro, Divulgação

O Galpão Crioulo deste domingo, 16 de setembro, será especial para os catarinenses, especialmente os serranos.

O programa, transmitido pela RBS TV, foi gravado em Bom Jardim da Serra durante o encerramento do Viva Serra Festival de Inverno e contou com a participação do público local.

O projeto, que reuniu atrações de cultura, esporte e entretenimento nas cidades de Urubici, Lages e São Joaquim, teve encerramento em grande estilo com a gravação do programa que vai ao ar neste fim de semana.

O Galpão Crioulo, que foca principalmente os aspectos e tradições regionais brasileiras, mostrará as belezas catarinenses nas vozes de Teixeirinha Filho, Teixeirinha Neto, Ricardo Portto, do grupo Timbre Serrano e de Elton Saldanha, conhecido também como o piá Benício Itaquí.

Imagens dos principais pontos turísticos da região serrana, como a Serra do Rio do Rastro e a Pedra Furada, serão exibidas entre os blocos.

O programa irá ao ar às 6h10min neste domingo, 16, pela RBS TV.

O Viva Serra Festival de Inverno foi uma realização da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarinense (FCDL/SC), com apoio governo do Estado, Secretaria de Estado de Turismo Cultura e Esporte por meio do Funturismo e apoio institucional do Serra Catarinense Convention e Visitors Bureau.

* Com informações do Núcleo RBS de Divulgação

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DC publica guia completo da Serra Catarinense

06 de setembro de 2012 1

Guia da Serra será encartado no Diário Catarinense desta sexta-feira, 7 de setembro. Foto: Reprodução DC

Quer passear pela Serra Catarinense mas não sabe aonde ir, comer e dormir?

Na edição desta sexta-feira, dia , que comemora os 190 anos da independência do Brasil, o Diário Catarinense publica um guia completo para apresentar aos leitores todas as opções de gastronomia e hospedagem na região mais fria do Brasil.

Durante três dias consecutivos, a equipe da sucursal da Serra telefonou, um por um, para todos os restaurantes, hotéis urbanos, hotéis fazenda e pousadas dos municípios de Bom Jardim da Serra, Lages, São Joaquim, Urubici e Urupema.

Os contatos tiveram como base as listas fornecidas pelas prefeituras, Associação das Pousadas e Hotéis de Urubici (Pouserra), Serra Catarinense Convention e Visitors Bureau e a boa e velha lista telefônica.

A ideia foi não deixar ninguém de fora, mas obviamente que uma triagem se fez necessária para que fosse possível sugerir as melhores opções aos turistas, das mais simples às mais requintadas.

Foram consultados aproximadamente 160 estabelecimentos nas cinco cidades e levantadas informações como nome, endereço, contatos, atrativos, especialidades e preços.

Assim, com este rico material informativo, Bom Jardim da Serra, com seus cânions e a maravilhosa Serra do Rio do Rastro; Lages, referência em turismo rural, com uma noite badalada e gastronomia farta; São Joaquim, conhecida nacionalmente como a capital do inverno brasileiro; Urubici, com seus incontáveis pontos turísticos a céu aberto; e Urupema, a cidade mais fria do Brasil, ganham ainda mais visibilidade e credibilidade.

O Guia também traz a programação completa do último final de semana do projeto Viva Serra, criado para fortalecer o turismo na Serra Catarinense com vários eventos e atrações culturais, esportivas, gastronômicas e encontros empresariais.

A Serra Catarinense lhe espera. Bom passeio, bom apetite, bom descanso e volte sempre!

Pablo Gomes

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Eu indico: Lages, a capital da Serra Catarinense

28 de agosto de 2012 0

A Catedral é um dos pontos turísticos de Lages preferidos do músico Fabiano Schlemper (camisa branca e cabelo comprido), baterista da banda Immigrant, de Floripa, e casado com uma lageana. Fotos: Alan Pedro, Agência RBS, 2011

Quer ir a uma cidade que reúne história, tradição, boa comida, lugares bonitos e gente bacana ao mesmo tempo?

Então a dica é visitar Lages, a “capital” da Serra Catarinense e oitava cidade mais populosa do Estado, com 160 mil habitantes, e também uma das mais antigas, com 245 anos.

Lages é o maior celeiro político de Santa Catarina. Seis governadores, incluindo o atual, Raimundo Colombo, são lageanos.

Um deles, inclusive, é também o único catarinense a ter sido presidente da República até hoje. Nereu Ramos ocupou o cargo máximo do Brasil de 11 de novembro de 1955 a 31 de janeiro de 1956, e seu legado está espalhado nas ruas, escolas e museus da cidade.

Além da história, Lages é também rica em pontos turísticos. E quem indica a cidade é Fabiano Schlemper, produtor de eventos e baterista da Banda Immigrant, de Florianópolis, que há 21 anos faz tributos a gigantes do rock mundial, como Pink Floyd, Led Zeppelin e Deep Purple.

Casado com uma lageana, Fabiano, de 36 anos, gosta muito de Lages, considera o povo bastante hospitaleiro e é fã da Festa Nacional do Pinhão, onde a Immigrant faz muito sucesso.

Dois locais da cidade o agradam: a Catedral Diocesana, localizada bem no Centro e inaugurada há 90 anos depois de uma década de construção em pedra pelos padres franciscanos; e o Morro da Cruz, localizado no Bairro Morro Grande e onde foi inaugurada, há 12 anos, uma escadaria com 500 degraus em homenagem aos 500 anos de descobrimento do Brasil.

No alto do morro existe uma grande cruz e uma capela onde frequentemente ocorrem celebrações religiosas.

A principal delas é na Sexta-Feira Santa, quando é realizada uma encenação teatral da Paixão e Morte de Cristo que atrai mais de 30 mil pessoas.

Outra atividade bastante comum no Morro da Cruz é a prática de voo livre, além de ser um ótimo estúdio a céu aberto para fotografias.

_ Quem vai a Lages tem que conhecer a Catedral, que tem uma arquitetura maravilhosa, e o Morro da Cruz, de onde se tem um visual lindo da cidade _, sugere Fabiano.

Pablo Gomes, Lages

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Momentos inesquecíveis em cima do cavalo

27 de agosto de 2012 0

Cavalgada em meio às belezas naturais da Coxilha Rica foi uma das atrações do Viva Serra Festival de Inverno. Fotos: Pablo Gomes

A correria e o estresse do cotidiano ficam completamente de lado e o pensamento é um só: curtir o momento.

O veículo é o cavalo, a rodovia é a trilha no meio do mato e os arranha-céus são as araucárias.
Passar algumas horas longe de tudo, respirando ar puro e contemplando incríveis paisagens é algo que todo ser humano deveria experimentar.

E foi o que aconteceu neste fim de semana em um dos lugares mais lindos do Brasil: a região da Coxilha Rica, na Serra Catarinense.

Como parte da programação do Viva Serra Festival de Inverno, evento realizado simultaneamente, de 10 de agosto a 9 de setembro, em Lages, São Joaquim e Urubici, a cavalgada contou com a participação de 18 pessoas e ocorreu durante todo o sábado.

O passeio começou às 10h, na Fazenda da Chapada, no município de Painel. Antes da saída, um ritual quase que obrigatório entre os cavaleiros: uma oração para pedir proteção durante o percurso.

A maior parte do caminho foi percorrida por uma estrada de chão, mas em muitos momentos incluiu campos nativos, morros, pequenos córregos e mata fechada.

Durante o trajeto, chamou a atenção um pequeno cemitério cercado por taipas e medindo não mais que 20 metros quadrados.

Menor que um quarto de muitas casas, o local tem apenas umas cinco ou seis sepulturas datadas da primeira metade do século 19, ou seja, quase 200 anos atrás.

Outro momento marcante do passeio foi a passagem por uma antiga aldeia indígena, com um grande círculo no mato feito pelos índios durante suas danças, uma pequena elevação onde o pajé permanecia durante os rituais e algumas ocas cavadas sob a terra e onde viviam famílias inteiras. A vegetação cresceu ao longo dos tempos, mas as ocas ainda estão intactas e bem visíveis.

Às 13h40min, depois de 3h40min, a cavalgada chegou à Fazenda da Ferradura, já em território lageano, onde foi servido aos participantes um almoço acompanhado de um show nativista. Por volta das 16h, a tropa iniciou o retorno ao ponto de partida.

Continua…

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Um evento divertido, seguro e para toda a família

27 de agosto de 2012 0

O clima de descontração e amizade é a marca registrada das cavalgadas a lazer. Fotos: Pablo Gomes

A noite chegou cedo, a temperatura caiu, e durante uma hora, os cavaleiros percorreram as belezas da Coxilha Rica sem luz alguma.

Porém, com total segurança, já que os guias conhecem muito bem cada árvore da região. Uma fina garoa chegou a cair, mas não atrapalhou em nada.

E, finalmente, às 19h30min, depois de quase oito horas em cima do cavalo, histórias divertidas, gargalhadas e um clima de amizade, o passeio chegou ao fim.

Todos muito cansados, inclusive os animais. Mas satisfeitos, felizes e com vontade de fazer tudo de novo o mais breve possível.

_ A cavalgada é um ambiente de muito respeito, companheirismo e segurança. É uma fraternidade na qual ninguém fica para trás. Quem sabe mais, ajuda quem sabe menos. E cavalgar na Coxilha Rica é bom para nós, urbanos, voltarmos ao tempo em que se vivia sem luz. É um programa para toda a família e um aprendizado para a vida _, disse o bioquímico Márcio Pacheco, de 42 anos, morador de Lages e pai de Manuela, de 11 anos, única amazona do grupo e que se saiu muito bem quando questionada sobre as piadas contadas pelos homens durante o passeio.

_ Eu falo besteira junto com eles. Adorei e quero voltar.

Pablo Gomes, Painel e Lages

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Uma nova vida bem longe do estresse

23 de agosto de 2012 0

É cada vez maior o número de pessoas que sai de megalópoles, onde só se vê prédios, para viver na Serra Catarinense, onde a natureza e as montanhas compõem todas as cenas. Foto: Divulgação

Imagine dormir com barulho, acordar com buzina de ônibus, abrir a cortina e ver um avião, olhar à sua volta e só encontrar prédios, ser obrigado a acionar o alarme e trancar todas as portas e janelas só para ir à padaria e demorar duas horas para dirigir apenas dez quilômetros.

Muito estressante, não é mesmo? Pois essa é a rotina das megalópoles, e não dá para escapar dela. Ou melhor. Dá, sim.

A opção de fuga dessa correria está em algo simples, mas ousado: trocar as grandes pelas pequenas cidades.

Quem se arrisca a deixar família, emprego, a modernidade e o conforto de ter tudo às mãos, 24 horas por dia, para se “esconder” lá num canto pequeno e distante? Pois tem gente que faz, não se arrepende, adora e recomenda.

É o caso de dois casais que trocaram os 11 milhões de habitantes de São Paulo, maior cidade da América Latina, pelos 11 mil de Urubici, na Serra Catarinense. Eles não se conheciam, mas têm histórias de vida bem parecidas.

Continua…

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De 11 milhões para 11 mil

23 de agosto de 2012 1

Victor e Ana Paula, vítimas de violência e do estresse de São Paulo, optaram por viver em Urubici, onde praticam ioga e de onde nunca mais querem sair. Foto: Vani Boza

Victor Vicente Iague, de 47 anos, é casado com Ana Paula Queiroz Junqueira, 41. Na capital paulista, Victor sofreu dois sequestros relâmpago, vários assaltos e teve quatro carros roubados.

Como trabalhava com exportações, precisou se mudar há sete anos e meio para São Francisco do Sul, no Litoral Norte de Santa Catarina, por causa do porto. Ana Paula foi junto e começou a estudar ioga.

Mas os dois não aguentaram o calor, a correria pouco diminuiu por conta do trabalho, eles decidiram radicalizar e se mudaram para Urubici.

Victor pediu demissão e, há seis meses, o casal foi viver na pequena cidade da Serra Catarinense. Ana abriu uma escola de ioga e já tem mais de 50 alunos.

A mudança de São Paulo para Urubici foi gigantesca, mas os dois garantem que não sentem falta de nada e, mais que isso, fizeram a escolha certa e são felizes.

_ Em São Paulo eu dirigia até cinco mil quilômetros por semana, e aqui não chega a 20. Lá eu não caminhava ou andava de bicicleta, e aqui eu faço sempre. Lá eu dormia com um zunido que não sei de onde vinha, e aqui o silêncio é total. Essa cidade é maravilhosa _, diz Victor.

_ Urubici tem tudo a ver com o ioga, com a natureza e a energia das montanhas. Gostamos de lugares calmos e seguros _, completa Ana Paula que, neste sábado, às 10h, vai ministrar uma aula de ioga durante a programação do Viva Serra Festival de Inverno, na arena montada na praça da igreja matriz de Urubici.

Continua…

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Em busca de sossego e um mercado inexistente

23 de agosto de 2012 0

Gustavo e Thais também trocaram São Paulo por Urubici, onde atuam como veterinários há sete anos. Foto: Vani Boza

Quem seguiu o mesmo rumo de Victor e Ana Paula foi Gustavo Emmerich, de 33 anos, e a mulher, Thais Camargo Gonçalves, 32.

Veterinários, os dois também trocaram São Paulo por Urubici há sete anos em busca de tranquilidade e de um mercado que não existia na cidade.

Assim, abriram uma clínica para animais domésticos. O negócio prosperou e foi ampliado para loja de produtos e pet shop.

Os pais de Gustavo também trocaram São Paulo por Urubici, onde abriram uma pousada. E todos garantem: nem passa pela cabeça deles sair da cidadezinha que tão bem os acolheu.

_ Lá você sai na rua e vê um monte de prédios, e aqui vê um monte de montanhas. Você ganha menos em dinheiro, mas muito mais em qualidade de vida _, afirma Gustavo.

_ O que mais me impactou foi a relação com as pessoas. Em São Paulo eu morava num apartamento há 10 anos e não sabia o nome da vizinha de porta. Falar com os amigos, só por telefone. Aqui já conhecemos todo mundo e temos tempo para nós. Nos acostumamos facilmente à mudança. Em vez de irmos ao cinema, vamos pedalar. Em vez de irmos ao shopping, vamos tomar banho de rio _, conclui Thais.

E assim como Victor, Ana Paula, Gustavo e Thais, não só Urubici, mas toda a Serra Catarinense está cheia de gente que saiu das maiores cidades do Brasil e até de outros países em busca de contato com a natureza, calor humano e algo tão raro nos lugares de onde saíram: paz e tranquilidade.

Continua…

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Das ondas do mar às ondas do rio

23 de agosto de 2012 0

Natural do Rio de Janeiro e um dos pioneiros do surfe no Brasil, Fernando Moniz vive há 10 anos em Urubici, onde abriu um restaurante. Foto: Vani Boza

O camarada pega ondas no mar todo santo dia há 35 anos e, de repente, decide trocar o Litoral pela Serra. Sem chance? Impossível? Um cara viciado em surfe jura que não.

Fernando Moniz, o Marreco, é um dos pioneiros no surfe no Brasil. Surfou muito no Rio de Janeiro, sua terra natal, e em Florianópolis, onde viveu por três décadas.

Só que um belo dia, resolveu que era hora de ir para o interior. E sim, ele está muito feliz.

Fernando viveu no Rio de Janeiro até os 20 anos. Cansado do estresse da cidade grande, se mudou para Floripa no início da década de 70, onde o surfe ainda era praticado por poucas pessoas.

Foi para a Barra da Lagoa, então uma aldeia de pescadores, e morou por lá durante 30 anos.

Fabricou pranchas e organizou, em parceria com Cacau Menezes e Ricardinho Machado, uma das primeiras competições de surfe da Ilha, o Rock Surfe Brotos, em 1976, na Praia da Joaquina. Curtiu demais a vida no Litoral.

Até que se encheu. Ou melhor, Floripa se encheu. E como já havia fugido do Rio de Janeiro por causa do estresse, Fernando não pensou duas vezes e partiu para Urubici, onde chegou há uma década.

Só que para não ficar longe do surfe, ele precisou inventar. E surpreendeu.

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A criatividade em nome do prazer

23 de agosto de 2012 0

Fernando inventou uma técnica de surfar e praticar stand-up no Rio Canoas, que passa atrás da sua casa. Foto: Vani Boza

O Rio Canoas passa a poucos metros da sua casa de Fernando e, sempre que está cheio, a correnteza fica forte.

Assim, Fernando literalmente surfa nas ondas do rio. Uma técnica talvez única no Brasil e no mundo e que já rendeu reportagens até em TV de rede nacional.

Quando o rio está calmo, Fernando pratica stand-up, que é o ato de ficar em pé sobre a prancha e navegar à base do remo.

Com 60 anos de idade, Fernando também pratica voo livre e é proprietário de um pequeno restaurante de apenas 70 metros quadrados e capacidade para atender até 26 pessoas com gastronomia típica da região.

Fernando trabalha no bistrô com a mulher, Elizabeth, de 55 anos, outra carioca que trocou o Rio de Janeiro por Floripa e, depois, por Urubici.

_ Não tenho mais pai e mãe, então não tenho motivos e nem quero voltar para o Rio de Janeiro. Quando sinto vontade de surfar no mar, desço rapidinho para o Litoral (Urubici fica a apenas 160 quilômetros de Florianópolis). Em Urubici eu consigo voar e surfar quatro vezes no mesmo dia. Isso é fantástico. Quero ficar aqui até a cidade ficar entupida, mas como isso vai demorar muitos anos, acho que ficarei para sempre.

Continua…

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