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Relógio-ponto chama a atenção

13 de dezembro de 2009 0

Luiz Panceri mostra o relógio-ponto, que exigia do vigilante a confirmação da guarda a cada ronda/Francine Cadore

O local, com um ar rústico que lembra as cantinas, dispõe de 311 metros2 de área construída. Três peças retratam os 80 anos do cultivo do vinho no Estado. Na primeira, destaque para as técnicas de plantio, cultivo e colheita da uva, além do passo a passo da vinificação e armazenagem da bebida. Ferramentas rudimentares, como as máquinas costais, da década de 1930, chamam a atenção. O equipamento, incômodo e pesado, era colocado nas costas do agricultor para que ele pulverizasse as parreiras. O relógio-ponto, de 1970, é outro item curioso.

_ O relógio era utilizado pelos vigilantes das vinícolas. A cada ronda, eles deveriam dar uma volta no relógio para comprovar que estavam acordados e em vigília. Se não houvesse a certificação, não receberiam_ contou Luiz.

Na segunda peça, estão retratadas as outras atividades as quais os vinicultores se submeteram: cultivo de feijão, milho e soja. No andar superior, a tecelagem é o destaque.

Visitas ao Museu podem ser feitas das 9h às 12h e das 13h30min às 17h30min. Em feriados e finais de semana, recomenda-se agendar pelo telefone (49) 3592 6510.

Postado por Francine Athaide Cadore_ Tangará

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