Se Armand de Sillègue d'Athos d'Autevielle inspirou Alexandre Dumas a escrever o livro “Os Três Mosqueteiros”, o meia Athos Dal Asta de Almeida inspirou a Chapecoense a jogar um futebol tão eficiante que aplicou 4 a 1 no Joinville, na quarta-feira. Athos cobrou a falta no primeiro gol de Fabiano, chutou a bola no poste que resultou no segundo gol de João Paulo, cobrou o escanteio para o terceiro gol de Diogo Roque e fez o cruzamento para o quarto gol de Leonardo.
Mas então ele foi perfeito? Não. Só na ficção os heróis são perfeitos. O Athos da Chapecoense acabou errando o pênalti que ele mesmo sofreu. Mas isso pouco importa. Ele mostrou ser um jogador que pode ser o diferencial da Chapecoense na reta final do campeonato. Os adversários que se cuidem pois, com Athos a Chapecoense pode a qualquer momento gritar: “touché”.










