O Diário Gaúcho de quarta-feira chega cedinho nas bandas destacando o aumento do preço do pão e os 4 mil cursos gratuitos na área de petróleo no Estado.
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Divulgação - Lucas & Felipe, de Novo Hamburgo, vão abrir o show do sertanejo Luan Santana
Quer assistir ao show do Luan Santana de graça e ainda conferir as apresentações de abertura da dupla Lucas & Felipe (foto)? Então CLIQUE AQUI, preencha o formulário e responda a pergunta: "Por que você acha que o sertanejo universitário é o som do momento?". A resposta mais criativa leva um par de ingressos!
*** Para concorrer, é preciso mandar a frase através da página da promoção. Você pode acessá-la clicando aqui! As respostas postadas nos comentários do blog não serão computadas.
O Diário Gaúcho prepara uma cobertura especial para o show de Luan Santana, sucesso da nova geração de sertanejos no Brasil.
Desde o dia 29 de julho, os internautas enviaram frases para concorrer a um par de ingressos para o show marcado para este domingo, dia 22.
O concurso cultural terminou nesta segunda com mais de 700 frases participantes. A vencedora é Giane Santos da Rosa.
A frase foi a seguinte:
Para ver o Luan Santana de perto, eu colocaria uma peruca da Lady Gaga, uma melancia na cabeça e um farol pisca-pisca pra ele me enxergar dentro do Gigantinho e ficar curioso para me conhecer.
Além da cobertura no jornal impresso, o site do Diário Gaúcho prepara uma entrevista especial em vídeo para mostrar a preparação do cantor para o show em Porto Alegre.
Luan Santana começou a cantar aos três anos em sua cidade natal, Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Naquela época, já chamava atenção de toda a família, soltando a voz em clássicos como Muda de Vida, Chico Mineiro e Cabocla Tereza.
Percebendo o seu talento, o pai deu a Luan um violão, que virou o seu amigo inseparável!
No show que fará na Capital gaúcha, o guri apresentará o álbum Luan Santana ao Vivo, gravado em Campo Grande, que traz o grande hit do momento: Meteoro!
A dupla sertaneja Lucas & Felipe e os DJs Finna e Cabeção, da FatDuo, são as atrações que vão fazer a abertura do show de Luan Santana no Gigantinho.
As apresentações vão acontecer das 17h às 20h, antes da entrada de Luan no palco.
O evento é uma promoção do Diário Gaúcho e da Rádio Cidade FM.
Loira traz toque feminino ao Tchê – Foto: Cynthia Vanzella
A repórter Cristiane Bazilio conta, na próxima edição da revista Diário Gaúcho TV+Novelas, como uma mulher passou a fazer parte do grupo Tchê Barbaridade e se transformou em um marco na história da banda gaúcha.
A cantora Carmen entrou no Tchê Barbaridade quando eles foram gravar a música Você Não Vale Nada, bem antes de ela estourar nas paradas na voz do Calcinha Preta e na tela da Globo graças as aventuras da fogosa Norminha, interpretada por Dira Paes, em Caminho das Índias.
- O sucesso foi imenso. Éramos chamados para participar de vários programas, mas todos queriam aquela moça que cantava - conta o vocalista Marcelo Noms.
A revista chega aos principais pontos de venda na próxima sexta-feira.
Jornalista palestrou no Congresso Brasileiro de Jornalismo Investigativo, em São Paulo
– Foto: Andréa Graiz
Todos os meses um convidado especial participa do Papo do Mês, na Redação do Diário Gaúcho.
O último participante foi o repórter Cid Martins, da Rádio Gaúcha, e o relato abaixo foi produzido pela editora de Produção Rozanne Adamy.
O Papo do Mês com Cid Martins
O jornalista Cid Martins vem se destacando pelo trabalho que realiza na Rádio Gaúcha. Além da cobertura do dia a dia, tem se dedicado a matérias especiais. Recentemente, foi painelista na quinta edição do Congresso Brasileiro de Jornalismo Investigativo, em São Paulo.
Cid começou contando a causa de sua escolha profissional. O gosto por História e por escrever determinaram o curso, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalhar em rádio tem uma razão muito particular. O pai do repórter é cego. Pai e filho estão sempre em contato. O pai é crítico atento do trabalho do filho. Este, por sua vez, procura fazer matérias de forma que o ouvinte "enxergue" o que está sendo descrito.
Quando dava os primeiros passos no rádio, o repórter ficava além do horário. A motivação era buscar outros assuntos, que não os da pauta do dia. A dedicação resultou no trabalho diferenciado e no direito de propor pautas.
Premiado em concursos regionais e nacionais, ele esclarece que não faz matéria para ganhar prêmios. Quando eles acontecem é resultado do trabalho, é reconhecimento.
Cid reproduziu parte de sua conferência em São Paulo. O assunto: banco de dados, como recurso essencial para o jornalismo investigativo. O repórter explicou que o cuidado em fazer suas próprias estatísticas resulta em pautas diferenciadas. O cruzamento de dados permite novos enfoques, possibilita falar no mesmo assunto de maneira inusitada. Permite complicar o factual.
Um desafio lembrado e, segundo o repórter, bem resolvido pelo Diário Gaúcho: fazer jornalismo popular investigativo.
Para Cid, uma pauta deve ser pensada e organizada considerando o encadeamento de várias etapas. O repórter sempre deve se perguntar o que pretende com determinada informação, para não correr o risco de perder tempo e dispersar. É necessário estabelecer uma linha de pensamento e segui-la.
Recado final
Antes de encerrar a conversa, Cid lançou algumas ideias: o bom repórter deve sempre buscar um diferencial, deve conhecer o meio no qual trabalha, ter memória e ter extremo cuidado com o texto e a edição do material. Disse, ainda, que o bom repórter tem ética e cuida de sua segurança e da equipe, além de ter o dom de interpretar (situações onde precisa fingir, "fazer teatro", para conseguir informações).