O texto abaixo está na coluna de Sérgio Zambiasi, na contracapa do DG desta terça-feira.
Crachás nas escolas
A violência nas escolas é um verdadeiro rastilho de pólvora. Infelizmente, mesmo admitindo o problema o governo é muito lento na busca de soluções. Andei pesquisando alternativas para minimizar a questão e uma delas, que me parece muito simples, relativamente barata e de bons resultados, é o uso de crachás. Atualmente, apenas algumas escolas têm sistemas de segurança como o uso de câmeras e identificação de visitantes e, em sua maioria são particulares.
Os colégios públicos normalmente não possuem infraestrutura de segurança e acabam reféns da violência, pois é frequente a presença de estranhos, ou pessoas de má-fé que efetuam tráfico de drogas em suas imediações. O crachá permitiria ao porteiro identificar tais indivíduos que tentam acessar e circular nos pátios das escolas, sendo, ao mesmo tempo, um dos meios mais eficazes de ordenar entradas e saídas de alunos, familiares e visitantes.
Seu uso é absolutamente comum em empresas públicas e privadas, sejam de grande porte ou não. Imagine numa escola com mil ou mais alunos. Além disso, o crachá facilitaria a identificação e a comunicação entre os colegiais, tornando o ambiente escolar além de mais seguro, mais acolhedor. E quem sabe no futuro as secretarias de educação avancem para o sistema de catracas, limitando ainda mais o acesso de estranhos nas escolas, oferecendo tranquilidade aos professores, pais e estudantes.
Até amanhã, se Deus quiser.














