A histórica disputa entre PT e PMDB no Estado foi deixada de lado nesta quinta-feira. Os gaúchos, que integram o Conselho Nacional do PMDB, permaneceram como se encontravam na hora que o pacto de coalizão do partido com o governo Lula foi levado à votação.
O importante acordo político teve o aval de Germano Rigotto e Pedro Simon. Ambos defenderam o entendimento e, noutras palavras, Simon tratou do assunto como um voto de confiança.
Peemedebistas gaúchos, como Eliseu Padilha, acompanharam tudo de perto e, mesmo desconfortáveis, entenderam que não era o momento de criar dissidências. Pelo menos, por enquanto.
Padilha avalia que o PMDB gaúcho morre se ficar aliado ao PT (e vice-versa). Mas disse que a maioria deve ser respeitada e a orientação cumprida. Discursos são bonitos, mas nem sempre críveis.
Peemedebistas não alinhados com os novos tempos, apostam no enfraquecimento da aliança. A crise, segundo este entendimento, iniciaria no momento em que os governistas começarem a perceber que os tão sonhados cargos no Executivo não são tão vastos como se esperava.
A partir daí, será fácil levá-los de volta para a oposição.
Postado por Roberto Maltchik












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