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Corrida contra o tempo

19 de dezembro de 2006 2

Reclusos nos gabinetes, os presidentes da Câmara e do Senado buscam uma saída que permita a ambos o menor desgaste possível diante da verdadeira epopéia que virou o aumento dos parlamentares. A decisão do Supremo Tribunal federal, hoje pela manhã, que coloca um freio na gula dos congressistas, terá repercussão imediata sobre a programação de fim de ano. Preparados para votar o orçamento na quinta e dar o pé de Brasília, os parlamentares deverão se submeter a uma votação em plenário que tem tudo para corrigir o acintoso auto-reajuste anunciado no final da semana passada. Só pra lembrar: 91% significa R$ 24, 5 mil por mês. Se não votarem, o tema ficará em aberto e será motivo de mais depreciação da imagem do parlamento logo na abertura dos trabalhos, em fevereiro de 2007.

O que vai acontecer daqui para diante?

- Os líderes devem se reunir ainda hoje ou no mais tardar na manhã de quarta-feira. Decidirão a redação do decreto legislativo que será levado ao plenário. Ou seja, decidirão o índice de reajuste. Podem manter os atuais R$ 24, 5 mil ou poderão seguir o exemplo do resto da população, e terão a correção da inflação acumulada nos últimos 4 anos. Os salários passariam de R$ 12, 8 mil para R$ 16, 5 mil.

 - O segundo e último passo será a votação em plenário. Existe enorme chance da necessidade de votação nominal. Cada um terá que colocar a digital e dizer para toda população como votou.

Postado por Roberto Maltchik

Comentários (2)

  • eliane diz: 20 de dezembro de 2006

    respeitável publico voce esta convidado para o circo mas não para a festa é para ser o palhaço enquanto brigam por aumento miserável no minímo eles querem dobrar o salário caras de pau tem é que escurrassar essa gente de lá a maioria uns vádios são os mais bem pagos do mundo para trabalhar tres dias por semano e ter tres meses de ferias sabe as vezes da vontade não votar em ninguem e fazer campanha para as pessoas senssatas faze ro mesmo que nojo.

  • Joel R Battistella diz: 20 de dezembro de 2006

    A solução para os salários de parlamentares, judiciário é simples: vincular ao salário mínimo (nunca mais teremos discussão sobre o aumento deste)

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