A facilidade com que a governadora Yeda Crusius defenestrou o secretário Enio Bacci, o mais popular integrante do governo do Estado, lançou no ar uma dúvida: o vice-governador Paulo Feijó já não teria sido demitido caso seu cargo não tivesse sido respaldado nas urnas? O que você acha leitor? Comente aí embaixo.
Postado por Fábio Schaffner


Com toda acerteza,Feijó deste o inicio não pactua com Yeda,pois suas palavras não condissem com o que realmente pensa e faz,Feijó está a parte deste governo e melhor para ele assim ,pior para nos gauchos que estamos a beira de um colapso com o novo jeito de governar de Yeda,e sinceramente acho que o seu governoou melhor DESGOVERNO,poderá não ir até o final do seu mandado,visto que sua base foi para o espaço,e quem incendeia pontes quer ficar só e ilhado.
Não tenho dúvida de que, a julgar pelo estilo de govenar de dona Yeda, o Paulo Feijó não teria nem assumido como vice-governador.Afinal, as discordâncias entre os dois iniciaram antes da posse.
Não vejo razão para colocar o vice neste debate até pq o motivo da briga foi desavenças entre a secretaria e delegado. Entendo que se o secretário não tem poder para fazer transferências e mandar na sua pasta, ele deve ir mesmo embora. O vice coitado, esta fora dos planos desde a posse. deixem o homem lá.