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A vida às margens do Velho Chico

17 de outubro de 2009 1

Viviane Cardoso

Viviane Cardoso

As explosões que abrem novos caminhos às águas do Rio São Francisco estão mudando o cotidiano da população sertaneja.
Enquanto operários constroem os dois canais que irão irrigar a região mais seca do país, agricultores trocam a incerteza das lavouras pela prestação de serviços ao empreendimento de R$ 6 bilhões do governo federal.
Em Salgueiro, Pernambuco, Paulo Manoel da Silva, 40 anos, morava ao longo dos eixos de transposição. Com a mulher e os três filhos, ele teve de abandonar a propriedade de quatro hectares para ceder espaço as 4,5 mil máquinas das construtoras. Paulo deixou o plantio de feijão e milho para trabalhar de pedreiro na Vila Produtiva Rural do Junco, onde constrói casas para famílias desalojadas pelo canteiro de obras.
– Como o sertão é seco, quando a chuva não vinha, a gente perdia tudo. Hoje tenho muita fé de que essa obra vai melhorar a vida da gente – diz Paulo.

A íntegra da reportagem você lê aqui

Postado por Sucursal Brasília

Comentários (1)

  • João Batista da silva diz: 20 de outubro de 2009

    Vivemos Atráz De Soluções Ao Sonho Do Povo Nordédisno que é Muito Justo.Ou Será Um Pesadelo Para Quem Pensa Resolver a Situação?Ultimo Exemplo De Transposição Feita,Foi Muito Catastrófica Para o Ser Humano,teve a Vingança Implacável Da Natureza.Vejamos,o Mar de Aral-China Esta Resumido a Um Pequeno lago de Mar.Sabe Porque Queridos Amigos?o Homem com Sua ganánçia Resolveu Usar Toda a Águá Na Plantação De Agodão Em Toda Extenção Do Canal.Esperamos Que Fassam á Agúa Do Vélho Chico Chegar Ao Povo!.

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