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Posts de novembro 2009

Arruda usa mesmo advogado de Yeda

30 de novembro de 2009 5

Alckmin: o preferido dos governadores/Antônio Paz/Palácio Piratini

O governador José Roberto Arruda (DEM) escolheu um dos mais renomados advogados de Brasília para sua defesa, José Eduardo Alckmin. O ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral é o mesmo advogado da governadora Yeda Crusius e dos 10 parlamentares gaúchos que foram acusados de compra de votos por manterem casas de passagem no Estado. Alckmin conseguiu livrar os mandatos de todos os albergueiros no TSE.  

Postado por Rodrigo Orengo

Combinação explosiva

30 de novembro de 2009 2

Protesto de estudantes resumiu o escândalo em Brasília/Valter Campanato/ABr

José Roberto Arruda (DEM) + dinheiro na meia + panetone = indignação! 

Postado por Rodrigo Orengo

Panetone do DEM

30 de novembro de 2009 5

  • Klécio Santos

  • É iminente o desligamento de José Roberto Arruda do DEM. Para não ter de expulsá-lo, a cúpula do partido espera que o próprio governador se antecipe à punição e deixe a legenda. Flagrado recebendo maços de dinheiro, Arruda saiu-se com uma justificativa que já entrou para o anedotário de Brasília: os R$ 50 mil embolsados serviriam para comprar panetones a famílias carentes.
    A versão soou tão risível que agora o governador voltou atrás e disse que o dinheiro era doação de campanha.Arruda é autor de uma das cenas mais patéticas da política. Em 2001, durante o escândalo da violação do painel do Senado, acabou renunciando ao mandato aos prantos, logo depois de negar incisivamente culpa no episódio. Um ano depois já estava de volta, eleito deputado. Em 2006, virou governador. Seu modelo era apresentado como uma espécie de vitrina e exemplo de gestão pelos democratas. Arruda era cotado, inclusive, para ser vice na eleição presidencial do candidato do PSDB.
    Quem acreditou na sua regeneração, quebrou a cara. Arruda é igual ao seu partido, o DEM, ex-PFL. Só trocou a embalagem. A reação inicial do partido foi solidária. José Agripino Maia chegou a dizer que estranhava uma operação policial desse porte “em ano pré-eleitoral”. Como no Brasil há eleições de dois em dois anos, na lógica do senador a Polícia Federal não poderia desencadear ofensiva contra políticos nunca.
    A imagem de Arruda recebendo bolos de notas de R$ 100 parece ter devolvido ao DEM um pouco de sensatez. O temor é de que escândalo contamine o partido. Afinal, o mensalão de Arruda derruba o discurso de demos e tucanos contra o PT. Agora, cada qual tem seu próprio esquema particular de compra de apoio parlamentar.

Postado por Sucursal Brasília

Capuccino meio amargo

28 de novembro de 2009 1

Klécio Santos

A 10 meses da eleição, a escolha do candidato à Presidência da República se tornou um dilema para o PSDB. Apesar de contar com dois nomes de peso para a disputa, os tucanos veem seu favoritismo se esvair em meio a indefinições e posturas titubeantes. Quem acreditaria que Dilma Rousseff, uma néofita em eleições, pudesse se tornar uma ameaça a José Serra ou Aécio Neves?
Dilma, porém, conta com um padrinho de peso, um presidente pop que estrategicamente lançou o nome da sua ministra com antecedência justamente para torná-la conhecida. Enquanto Serra e Aécio discutem o sexo dos anjos, Dilma corre o país de Norte a Sul inaugurando obras.
Forçado pela cúpula tucana a reagir, Serra encarou uma maratona de entrevistas na última semana. Nos próximos dias, irá visitar o Nordeste. A ideia é se aproximar do eleitor, mostrando que está na briga pela candidatura. Ao buscar uma exposição maior, o paulista emparelha a disputa com Aécio e faz um contraponto ao iminente bombardeio midiático que o PT prepara para Dilma nas propagandas partidárias do final de ano.
A ofensiva de Serra visa intimidar Aécio, obrigando o mineiro a aceitar a condição de vice numa chapa puro sangue. Aécio, contudo, detém a preferência majoritária do DEM e não está disposto a entregar de bandeja a candidatura presidencial ao colega de partido.
- Qual candidato amplia nosso espectro de alianças e provoca erosão na base do governo Lula? Só o Aécio. Precisamos nos respeitar – reclama um dos líderes da tropa de choque de Aécio no PSDB.

Postado por Sucursal Brasília

PSDB busca união para frear Dilma

28 de novembro de 2009 7

Foto: Milton Michida/Divulgação

Reunida à mesa de um tradicional restaurante de Brasília, a oposição reservou o almoço de terça-feira para uma sessão de análise eleitoral. Entre garfadas em risotos e saladas, líderes de PSDB, DEM e PPS esboçaram uma estratégia para reagir ao crescimento da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, nas pesquisas e estancar a disputa interna entre os governadores tucanos José Serra (SP) e Aécio Neves (MG).
A cisão entre as correntes que apoiam Serra e Aécio se acentuou nos últimos dias, após o levantamento CNT/Sensus apontar uma nova queda do paulista nas intenções de voto. O que mais atemoriza o PSDB, no entanto, é a velocidade com que Dilma vem tirando a diferença em relação a Serra. No final do ano passado, o tucano tinha 34 pontos de vantagem em relação à ministra. Hoje, essa distância é de apenas 10 pontos no cenário em que o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) também aparece como candidato.
A íntegra da reportagem você lê aqui

Postado por Fábio Schaffner

Concertos para a juventude - Edição extra!

27 de novembro de 2009 1

O AC/DC está hoje em Sampa, tocando para 70 mil pessoas. Viva eles!

Postado por Fábio Schaffner

Lula Noel

27 de novembro de 2009 3

Postado por Fábio Schaffner

Ministros no RS

27 de novembro de 2009 1

Os ministros Dilma Roussef (Casa Civil), Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) e Márcio Fortes (Cidades) desembarcam no Estado neste sábado. O ministro da Educação, Fernando Haddad, também pode integrar a comitiva, mas ainda não confirmou presença. O grupo terá encontro com a governadora Yeda Crusius sobre os danos causados pelos temporais. Está marcada uma coletiva de imprensa e deve ser feito um anúncio de investimentos emergenciais. A comitiva sobrevoa as regiões atingidas. A BR 116, Serra e Litoral Norte estão no roteiro. 
Também integram a missão, a Secretária Nacional de Defesa Civil, Ivone Valente, o diretor do Departamento Nacional de Infra-Estrutura e Transporte (DNIT), Hideraldo Caron, além de secretários do Ministério da Agricultura, Saúde e Transporte.

Postado por Rodrigo Orengo

Sala de aula

27 de novembro de 2009 0

Klécio Santos

O governo encontrou na redução de IPI uma fórmula de dinamizar a economia e colher dividendos eleitorais para 2010. Até o material escolar deve ser incluído no pacote de isenções tributárias. É um pedido especial do presidente Lula, um presentão para os pais que todo ano têm de fazer malabarismos para comprar lápis e cadernos.
A equipe econômica está avaliando como atender o presidente. Técnicos fazem cálculos para avaliar o impacto da medida na arrecadação e se o esforço vai se refletir de fato na redução do preço final. A prática mostra que as medidas que reduziram o imposto nos carros, na linha branca e agora isentou o setor moveleiro, resultam em mercadorias mais baratas para o consumidor-eleitor.
Provável adversário de Dilma Rousseff, José Serra desdenha das iniciativas, dizendo que o desempenho da economia não garante favoritismo eleitoral. Talvez tenha se esquecido que o sucesso do Plano Real assegurou dois mandatos a Fernando Henrique Cardoso. Mas também pode ser uma tentativa de minimizar a forma como o governo se portou durante a crise financeira, uma vez que a economia será, sim, uma das principais bandeiras de Dilma. Parte daí o empenho do Planalto em ajudar setores afetados pelo crash mundial. Não por acaso, banqueiros e empresários preferem Dilma a Serra.

Postado por Sucursal Brasília

Fontana ainda acredita em acordo com aposentados

26 de novembro de 2009 3

Mesmo com a negativa do ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT/RS), vê com otimismo a nova proposta fechada entre centrais sindicais e entidades ligadas a aposentados. De acordo com o deputado, os aposentados estão sinalizando que querem negociar com o governo. As centrais pedem um reajuste de 7,9% para os aposentados que recebem mais do que o salário mínimo. O número é maior do que proposto pelo governo, de 6,3%

Postado por Rodrigo Orengo

Ministro descarta aumento maior para aposentados

25 de novembro de 2009 14

O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, jogou uma balde de água fria na esperança de aposentados que ainda sonhavam com um reajuste maior. Padilha descartou o novo valor proposto pelas centrais sindicais. Segundo o ministro, o índice de 7,9%, para aposentados que ganham mais do que o mínimo, extrapola o que o governo está disposto a pagar, ou seja, 6.3%.
- O governo chegou ao seu limite. O acordo já foi fechado com as centrais sindicais, além disso, não é acordo – afirmou taxativo.
A nova proposta foi fechada em um encontro entre centrais sindicais e entidades que representam aposentados. O índice vai ser apresentado ao secretário geral da Presidência da República, ministro Luiz Dulci.   

Postado por Rodrigo Orengo

Dilma vai ao RS sábado

25 de novembro de 2009 3
No próximo sábado, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, devem desembarcar no Rio Grande do Sul para avaliar os prejuízos das chuvas no Estado. Agora há pouco, a ministra Dilma garantiu que não vão faltar recursos para socorrer os municípios atingidos.

Postado por Letícia de Oliveira

Interesses difusos

25 de novembro de 2009 1

Klécio Santos

O eventual descarrilamento da candidatura de José Fogaça agrada ao Planalto. Germano Rigotto é visto como mais afável aos interesses da candidatura de Dilma Rousseff. Ao mesmo tempo, a alternativa Rigotto poderia colocar em prática no Estado a ideia pregada por Lula de ter dois palanques onde não houvesse aliança regional com o PMDB.
– O Rigotto é mais confiável. O Fogaça seria 50% Dilma e 50% PSDB – garante um articulador da campanha de Dilma.
No Planalto, os estrategistas avaliam que Tarso Genro também acabaria beneficiado, uma vez que Rigotto pode ser mais fácil de ser batido do que Fogaça. A preocupação dos petistas é não menosprezar o ex-governador, posto que há um interesse explícito para que ele venha a somar votos para Dilma.
Dentro do PT houve quem defendesse até mesmo a exclusão de Tarso da disputa, com Rigotto encabeçando uma improvável aliança com o PMDB no Estado. De qualquer forma, a movimentação peemedebista está sendo observada de lupa pelos apoiadores de Dilma. A orientação é para que as preferências sejam camufladas, numa esperança de apoio do diretório regional à ministra mesmo que o candidato seja Fogaça.
– Não há o menor problema da Dilma subir num palanque do Fogaça – atesta um líder do PMDB afinado com o PT.
O que as cúpulas nacionais de PT e PMDB não levam em conta é que a disputa no Estado será ferrenha entre os dois partidos. E que dificilmente haverá espaço para Dilma num palanque que não seja o de Tarso.

Postado por Sucursal Brasília

Gestão de resultados

25 de novembro de 2009 0

Luiz Henrique da Silveira tem um projeto pessoal: ser o próximo presidente do Congresso. Para isso, quer chegar ao Senado com, no mínimo, 2 milhões de votos na bagagem. O governador, inclusive, considera que pode superar essa meta, conforme o sucesso das costuras para consolidar a tríplice aliança. O seu nome preferido para encabeçar a chapa é o do senador Raimundo Colombo (DEM).

Leia aqui a íntegra da coluna de Klécio Santos no Diário Catarinense

Postado por Sucursal Brasília

Mauro Mariani saca o suplente

25 de novembro de 2009 2

A

Foto: Banco de Dados/DC

A fim de garantir R$ 12,5 milhões de emendas individuais, o secretário estadual de Transportes, Mauro Mariani (PMDB), deixou a bancada catarinense acéfala por cinco dias. Ao reassumir a cadeira de deputado federal na sexta-feira, Mariani afastou o suplente José Carlos Vieira (PR).
A mudança temporária acabou deixando o Fórum Parlamentar Catarinense sem coordenador, posto até então ocupado por Vieira. A troca só veio a público na tarde de ontem. Apesar de ter passado boa parte do dia finalizando as emendas que precisam ser encaminhadas ainda hoje para a Comissão de Orçamento da Casa, Vieira não tem mais poder de assinar em nome do grupo. Isso não impediu o deputado sem mandato, no entanto, de circular pela Câmara.

A íntegra da reportagem você lê aqui

Postado por Fábio Schaffner

R$ 12 milhões para reconstrução de escolas do RS

24 de novembro de 2009 1

Uma reunião na manhã de hoje em Brasília tratou da reconstrução de escolas gaúchas atingidas pelo temporal. O ministro da Educação, Fernando Haddad, pediu prazo de 15 dias para estudar os relatórios de danos, mas já disse que está disposto a liberar até R$ 12 milhões, ainda este ano, para a reconstrução de escolas gaúchas.

O governo do Estado já liberou R$ 2 milhões e a projeção do secretário de Educação, Ervino Deon, é de disponibilização de mais R$ 3 milhões para obras em escolas estaduais.

Só em Porto Alegre, são oito escolas e as obras estão orçadas em R$ 1 milhão. A situação mais grave é no Litoral. Em Tramandaí, o Instituto Estadual Barão do Tramandaí foi destruído e os mais de 1 mil alunos estão tendo aula em uma paroquia.

Postado por Rodrigo Orengo

Bateria sem madrinha

24 de novembro de 2009 4

Klécio Santos

Há um alerta para a oposição na nova pesquisa à corrida presidencial: José Serra está em queda. A performance acirra uma disputa interna no partido, animando os defensores de Aécio Neves.
A candidatura do governador mineiro não só apresenta potencial de crescimento, como acena com a possibilidade de ampliar o leque de alianças. Por isso o PT prefere enfrentar Serra, que desperta menos simpatia entre os partidos que hoje integram a base do governo. O estrago com Aécio seria maior, avaliam estrategistas palacianos.
Há poucos meses, Dilma também deu uma estagnada e sua candidatura chegou a ser questionada no PT, mas graças a Lula e a uma forte exposição na mídia, a ministra voltou a crescer. A tendência é subir ainda mais na virada do ano, em dezembro, quando terá uma forte participação no programa de TV do PT.
Com Dilma em viés de alta, a indecisão de Serra pode custar caro aos tucanos. A letargia torna cada vez maior, dentro do PSDB, a corrente que defende a antecipação da escolha do candidato. Aécio surfa nessa onda, criando fatos políticos para se projetar, se aproximando de banqueiros e empresários refratários a Serra.
Entrincheirado, o governador paulista perde tempo ao resistir em colocar o bloco na rua. Aécio já providenciou alegorias e adereços. Falta apenas conquistar adesões maiores ao seu samba-enredo na cúpula tucana.

Postado por Sucursal Brasília

Geddel deve visitar Santa Catarina

23 de novembro de 2009 0

O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, deve desembarcar na quinta-feira em Santa Catarina. Geddel vai a Chapecó, onde pretende participar de um evento da Secretaria de Desenvolvimento Regional. A assessoria do ministro negocia com a Força Aérea Brasileira (FAB) a liberação de um voo para que o peemedebista possa ir direto a Chapecó, sem passar por Florianópolis. Há ainda a possibilidade de que Geddel sobrevoe algumas das áreas atingidas pelas últimas chuvas no Estado.

Postado por Iara Lemos

Câmara lembra tragédia de SC

23 de novembro de 2009 1

Um ano após a tragédia que destruiu 39 cidades catarinenses, a Câmara realizou uma sessão solene para lembrar a catástrofe. O governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira, prefeitos, empresários, além de representantes da Defesa Civil e do governo federal encheram o plenário da casa para homenagear cerca de 60 pessoas e entidades que ajudaram os mais de 80 mil desabrigados. O Grupo RBS foi um dos agraciados. Segundo o prefeito de Blumenau, João Paulo Kleinubing, foi uma “avalanche de solidariedade” que não pode ser esquecida. Na tribuna, o pedido de todos foi pela criação do Fundo Nacional da Defesa Civil e pela redução da burocracia nos processos de liberação de recursos em episódios como o do Estado. Durante a solenidade, foi feito um minuto de silêncio em memória às 135 vítimas. O momento de maior emoção foi durante a fala do coordenador da Defesa Civil de Santa Catarina, Major Márcio Luiz Alves. Ele afirmou que fez tudo o que pôde para socorrer e ajudar moradores e, antes de encerrar, chorou e pediu desculpas por não ter feito mais.
A bancada catarinense criticou o governo federal por não ter liberado ainda 85 milhões de reais para obras de prevenção. Mas a Secretária Nacional da Defesa Civil, Ivone Valente, explicou que o Ministério da Integração Nacional antecipou esse valor em dezembro do ano passado para ser aplicado em obras de recuperação e reconstrução, consideradas mais prioritárias.

Postado por Luciane Kohlmann

Ponto duplo

23 de novembro de 2009 3

Paulino Menezes/Divulgação PT

Klécio Santos

Diante da impossibilidade de acordos regionais com o PMDB, Lula já encontrou a fórmula. Pretende pulverizar palanques pelos Estados como forma de gaseificar a campanha de Dilma Rousseff. A declaração do presidente após votar na eleição do PT, admitindo que não se ilude com as dificuldades para evitar disputas locais, tem como objetivo preservar o projeto nacional com o PMDB.
A frase tem endereços distintos, mas alveja principalmente o PT, que resiste em abrir espaços em eleições estratégicas, como a do Rio e a de Minas Gerais. Se não há ambiente para aliança, que pelo menos prevaleça um armistício, prega Lula. E há ainda casos como o do Rio Grande do Sul, onde esse direcionamento visa evitar conflitos entre Tarso Genro e José Fogaça, impedindo uma automática adesão do peemedebista à campanha de José Serra.
– O importante é que, se houver divergência na base aliada nos Estados, isso não seja impeditivo para a ministra Dilma ter dois ou mais candidatos – sinalizou Lula.
A manifestação faz parte de um acordo entre as cúpulas do PT e do PMDB, costurado na semana passada. Com os impasses, restou a possibilidade de se liberar os partidos nos Estados. Essa equação, contudo, pode esbarrar numa guerra de vaidades, com candidatos se engalfinhando pela primazia do apoio de Lula. Sem falar nos locais onde o governo sequer tem um palanque ainda, caso de São Paulo. A ordem, enfim, é manter firme a aliança nacional com o PMDB e asfixiar movimentos como o que lançou à Presidência o governador do Paraná, Roberto Requião.

Postado por Sucursal Brasília

Concertos para a juventude

21 de novembro de 2009 0

Saturday night, no clima de Jason Mraz...

Postado por Fábio Schaffner

“O Brasil não pede licença”

21 de novembro de 2009 1

Samuel Pinheiro Guimarães, ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos

Ideólogo da política externa na Era Lula, o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, ex-número 2 do Itamaraty, recebeu há um mês a incumbência de pensar o Brasil de 2022. Sentado na cadeira que pertenceu ao ex-ministro Mangabeira Unger, de onde desfruta uma vista privilegiada da Esplanada dos Ministérios, o diplomata se diz à vontade na Secretaria de Assuntos Estratégicos. Planeja desenvolver programas interministeriais e políticas para o desenvolvimento da Amazônia, cujos mapas decoram seu ambiente.

Foram as controversas relações diplomáticas do Brasil, porém, que dominaram os 52 minutos da entrevista concedida sexta-feira a Zero Hora, a primeira a um jornal desde que assumiu o ministério. Acostumado a agir nos bastidores, influente e sobretudo polêmico, Pinheiro é amigo do presidente venezuelano, Hugo Chávez, e tachado como “representante do anti-imperialismo” no Itamaraty.

ZH – Por que a política externa do governo Lula gera tanta controvérsia? O governo irá enfrentar mais polêmica agora com a visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.

Pinheiro – Antes havia o hábito de se pedir licença para fazer as coisas, o hábito de ser pequeno. O Brasil agora é maior de idade, não pede licença para ter relações com qualquer país. Agora mesmo, veio ao Brasil o presidente de Israel, Shimon Peres. Também está aqui o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas. Eles não vêm aqui para visitar as belezas naturais. É porque eles consideram importante a posição e a atuação do Brasil. Quem critica é quem não faz ou quem não fez.

A íntegra da entrevista você lê aqui

Postado por Fábio Schaffner

Simon na contramão

20 de novembro de 2009 1

Simon quer Requião encabeçando a chapa do PMDB/Divulgação

O senador gaúcho mais uma vez tenta direcionar o partido para um caminho improvável, o da candidatura própria. Desta vez, Pedro Simon tenta impor o nome do governador do Paraná, Roberto Requião. Uma ala do partido se reúne neste sábado para lançar informalmente o paranaense. O movimento minoritário serve mais para fincar posição. Até porque, hoje, o partido pende para o apoio a candidatura de Dilma Roussef. 

Postado por Rodrigo Orengo

Campeões de bilheteria

20 de novembro de 2009 3

Postado por Fábio Schaffner

O avesso do realismo

20 de novembro de 2009 1

Klécio Santos

Convém a Cesare Battisti encerrar a greve de fome. Primeiro, porque a decisão do presidente Lula sobre uma eventual extradição vai demorar. Segundo, porque o presidente já deu pistas de que vai chancelar a posição do ministro Tarso Genro de conceder refúgio político para o italiano.
O confuso desfecho do Caso Battisti no Supremo Tribunal Federal concedeu ao presidente Lula o poder de encerrar a questão. Mas se era para tomar uma decisão neste sentido, por que então o STF perdeu tanto tempo analisando o caso?
Embora a Corte tenha se dividido quanto à obrigatoriedade de Lula seguir sua orientação, chamou atenção a posição de Ayres Britto. Sempre incisivo, o ministro agora tomou uma posição dúbia e acabou favorecendo Battisti. Ayres votou pela extradição, mas virou o jogo ao deixar para Lula decidir o que fazer com o ativista.
Quem acabou tentando tirar proveito da decisão foi Tarso, que se sentiu homenageado pelo Supremo e agora pode influenciar Lula na resposta sobre a concessão do refúgio. O certo é que o governo vai tentar uma saída honrosa para Lula nessa história, papel que ficará a cargo da Advocacia-Geral da União. Um relatório está sendo produzido pelo órgão para embasar a decisão do presidente. É bem possível que invoque questões humanitárias para não extraditar Battisti. Ninguém do PT é a favor de mandar o ex-militante cumprir pena pelo assassinato de quatro pessoas na Itália.

Postado por Sucursal Brasília