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Surpresa

30 de junho de 2010 3

A palavra surpresa foi a mais repetida na convenção do DEM após a confirmação do deputado federal Índio da Costa (RJ) como vice na chapa de José Serra à presidência. No início do encontro, pela manhã, o deputado circulava pelo salão de eventos do Hotel Grand Bittar sem o assédio de correligionários e imprensa. O parlamentar não aparecia na lista de candidatos a vice do DEM que era encabeçada por José Carlos Aleluia, Valéria Pires Franco e Carlos Melles. 

Comentários (3)

  • Luiz Augusto diz: 30 de junho de 2010

    Antes que se diga que é dossiê:

    1)O deputado Indio da Costa (DEMos/RJ), escolhido para vice de Serra, está preocupado em esconder o ex-banqueiro Salvatore Cacciola de sua vida. Diz que é divorciado.Deputado do DEM, Antonio Pedro de Siqueira Indio da Costa é casado com Rafaella Cacciola, filha do ex banqueiro Salvatore Cacciola atualmente cumprindo pena na cadeia do Rio de Janeiro.Perguntado pela Folha de São Paulo, começou mal, afirmando que apenas namorou a filha de Cacciola por um ano. Mas o arquivo da revista Veja Rio desmente essa versão, mostrando uma reportagem da época em que era vereador, onde mostra que eles viviam como casal, e estavam até mudando para outro apartamento, com direito à foto.

    2)Vereadora carioca Andrea Gouvêa Vieira (PSDB/RJ), relatora da CPI Municipal da Merenda Escolar.
    No relatório ela responsabilizou o então Secretário Municipal de Administração de Cesar Maia, Índio da Costa, pela licitação que trouxe prejuízo aos cofres públicos. O relatório de Andrea concluiu que a licitação para a compra de gêneros alimentícios para a merenda, entre julho de 2005 e junho de 2006, realizada pela Secretaria Municipal de Administração e pela Secretaria Municipal de Educação, no valor de R$ 75.204.984,02, causaram prejuízo aos cofres públicos. 99% do fornecimento ficaram concentrados numa única empresa, a Comercial Milano, que apresentou uma engenhosa combinação de preços em suas propostas. Na primeira parte do relatório, a CPI concluiu que o então Secretário de Administração, Índio da Costa, deveria ter cancelado a licitação porque as regras do edital levaram a um resultado que contrariou o objetivo inicial de atrair dezenas de pequenos comerciantes locais a vender para as escolas dos bairros, descentralizando o fornecimento, e pelo melhor preço. Ao contrário, a licitação acabou por provocar a maior concentração de entrega de gêneros alimentícios na história da merenda escolar. Como evidência incontestável do prejuízo aos cofres públicos, o relatório revelou que o pregão presencial adotado depois da instalação da CPI pelo sucessor do Secretário Índio, um ano depois, possibilitou uma economia de cerca de R$ 11 milhões na compra da mesma merenda escolar.Durante o processo licitatório, segundo o relatório da CPI, foram identificadas diversas irregularidades no registro das atas das reuniões de entrega, abertura e verificação de documentos. Uma das empresas eliminadas – a única que conseguiu na Justiça liminar para que a Secretaria de Administração não destruísse sua proposta de preços – mostrou, quase um ano depois, quando a Justiça obrigou a abertura do envelope, que se não tivesse sido desabilitada, teria vencido a Milano em vários quesitos, com condições mais vantajosas para o Município.
    A única explicação dada pelo então Secretário de Administração, Índio da Costa, e pelos diretores da Milano, de que o acerto se deu em virtude do estudo das concorrências anteriores.
    Constatou-se dois erros: O primeiro, Índio da Costa, ao homologar uma licitação cujo resultado era evidentemente contrário ao interesse da administração; e o segundo, Sonia Mograbi(secretária), ao negligenciar por completo a fiscalização da execução do contrato.

  • Rô diz: 1 de julho de 2010

    É um sopro de juventude no meio da velha(ca)ria de sempre.
    A petralhada vai tremer ante o carisma do jovem vice de Serra. Como se não bastasse sua atuação dinâmica, é o relator do FICHA LIMPA, projeto que contou com mais de 2 milhões de assinaturas.
    Claro que já começaram as críticas e acusações por parte dos governistas. Sinal de que acusaram o golpe! As esperanças de um Brasil sem o PNH3, própria do governo que Dilma quer para o país (plano cerceador da nossa liberdade), começam a ressurgir. Por um Brasil livre, que venha Serra e Índio!

  • Pedro diz: 1 de julho de 2010

    Então, cara Rô, terão que “serrar” o “índio” pra caber na moldura de sempre.

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