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Posts de agosto 2010

Aprovado empréstimo de US$ 60 milhões para o RS

31 de agosto de 2010 1

O recurso será destinado ao Profisco RS, programa de modernização da Secretaria da Fazenda e Procuradoria gaúcha. Serão desenvolvidos 27 projetos com o objetivo de aumentar a arrecadação e o controle de gastos públicos.
A verba deve ser liberada em 60 dias. O Estado terá que entrar com contrapartida de US$ 6,6 milhões. O prazo para pagamento do empréstimo será de 20 anos, com cinco de carência.
Os três senadores gaúchos negociaram a inclusão da matéria na pauta da Comissão de Assuntos Econômicos e depois no plenário. 
 

Cancelado comício de Dilma e Lula em Canoas

31 de agosto de 2010 3

Foi cancelado o comício que a candidata do PT Dilma Rousseff e o presidente Lula fariam na sexta-feira à noite, no bairro Guajuviras, em Canoas. Segundo apurou a repórter Helen Lopes, a princípio a explicação oficial é de que “problemas de agenda” teriam tornado impossível a realização do evento. Nos bastidores, porém, comenta-se que o real motivo para o cancelamento seria o nascimento de Gabriel, primeiro neto de Dilma, também previsto para sexta-feira em Porto Alegre. A agenda institucional de Lula no Estado, contudo, está mantida.
Atualização das 15h27min:
O comício foi cancelado a pedido da equipe do presidente Lula, por incompatibilidade de agendas. Lula embarca para São Paulo no final da tarde de sexta-feira. O roteiro oficial, por enquanto, ficou assim: o presidente parte de Foz do Iguaçu (PR), na sexta pela manhã, com destino a Santa Maria. Às
10h, participa da inauguração simultânea de sete campi federais da UFSM, Unipampa e UFRGS. O Planalto ainda estuda como será a passagem de Lula pela Expointer, inicialmente marcada para o final da tarde.

R$ 2,8 milhões para transição presidencial

31 de agosto de 2010 2

da Agência Estado

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, assinou portaria que cria o Grupo de Trabalho que ficará responsável por prestar informações necessárias ao processo de transição governamental, no âmbito do Ministério do Planejamento. Segundo a pasta, o governo federal disponibilizou R$ 2,8 milhões para a equipe de transição, sendo R$ 1,2 milhão para pessoal e R$ 1,6 milhão para despesas de custeio.

A lei 10.609, de 2002, instituiu o processo de transição com a previsão de recursos para a montagem de uma equipe do candidato eleito para o cargo de presidente da República, que receberá as informações do atual governo.
Em junho deste ano, decreto presidencial determinou que os órgãos da administração pública federal montem um sistema de informações com todos os dados necessários à implementação do novo governo.
De acordo com o ministério, a novidade desse processo de transição em relação a 2002 é a criação de um sistema informatizado e uma agenda com todas as obrigações legais e constitucionais que devem ser cumpridas pelas pastas nos primeiros três meses de governo.
Para atender à lei 10.609, serão colocados à disposição do novo governo 50 cargos em comissão, para o exercício privativo da equipe de transição do novo governo, chamados de Cargos Especiais de Transição Governamental, com remunerações que variam de R$ 2.115,72 a R$ 11.431,88. Esses cargos poderão ser preenchidos a partir do segundo dia útil após a data do turno que decidir as eleições presidenciais e deverão estar vagos “obrigatoriamente” no prazo de dez dias contados da posse do candidato eleito.

SC não liga para o cenário nacional

31 de agosto de 2010 1

Do Diário Catarinense

De um lado, Dilma Rousseff (PT) aparece pela primeira vez à frente de José Serra (PSDB) em SC. De outro, Raimundo Colombo (DEM) se aproxima de Angela Amin (PP), enquanto a petista Ideli Salvatti observa à distância a briga pelo governo.

Eleitores que seguem tendências partidárias diferentes no plano nacional e estadual e aumento de indecisos. Afinal de contas, o que significam os números das mais recentes pesquisas eleitorais no Estado?
Na sexta-feira, a última pesquisa do Ibope colocou Dilma dois pontos percentuais à frente de Serra em SC, um empate técnico (40% a 38%). Na pesquisa anterior, do dia 6 de agosto, Serra aparecia com 11 pontos de vantagem. Na disputa no Estado, outro empate técnico, entre Angela e Colombo (31% a 27%). Segundo o instituto, a vantagem de 15 pontos percentuais de Angela teria sido reduzida a quatro entre 6 e 27 de agosto.
Para o professor Jacques Mick, do Departamento de Sociologia Política da UFSC, as pesquisas mostram que o eleitor descola a eleição estadual da federal. Ele acredita que isso mostra o perfil pragmático do catarinense, mas que também abre espaço para crescimento da candidatura de Ideli, que oscilou de 15% para 16%.
– O crescimento da Dilma não teve, aparentemente, nenhum impacto sobre a intenção de votos para o governo do Estado. Ninguém, nem a Ideli, nem os outros candidatos, encostou nesse crescimento. Parece haver um espaço entre esses eleitores que já decidiram pela Dilma para definir um candidato ao governo.
A diminuição da diferença entre Angela e Colombo, o professor credita a alterações no eleitorado do campo ideológico mais conservador.
– O eleitor tem um posicionamento ideológico que mais ou menos orienta por onde ele deve ir. Uma boa parte desse eleitorado mais conservador simplesmente fez um ajuste de posição depois das primeiras semanas de horário eleitoral – avalia.
Edson Caporal, coordenador de Angela, minimizou os resultados das pesquisas. Destaca que a mesma pesquisa Ibope apontou o programa eleitoral da candidata como o melhor no rádio e na televisão – 17% contra 13% de Colombo e 8% de Ideli.
– A situação é o que a gente vinha planejando: chegar ao segundo turno e ganhar – afirma o pepista.
O coordenador de Colombo, Antonio Ceron (DEM), diz que a possibilidade do crescimento de Dilma ajudar na candidatura adversária não preocupa.
– O eleitor está mostrando, este ano, que separa muito bem as questões estaduais e nacionais – afirma.
José Fritsch, coordenador de Ideli, aposta na vinculação da candidatura com a de Dilma para chegar ao segundo turno. Afirma que já era esperado o crescimento de Colombo e vislumbra confrontar o demista.
– Angela não tem uma grande coligação, tem poucos candidatos a deputado, pouco tempo de televisão. Não tem estrutura – afirma.

Garupa

31 de agosto de 2010 0

Gaúchos buscam espaço no Congresso

31 de agosto de 2010 1

Uma acirrada batalha por cargos de destaque no Congresso mobiliza PT e PMDB. Na Câmara, três gaúchos disputam o cargo de líder do governo e a presidência da Casa.
No PT, Henrique Fontana e Marco Maia tentam se cacifar para o comando do Legislativo. As chances de ambos, contudo, são consideradas escassas. Líder do governo por dois anos, Fontana esbarra na resistência da cúpula do partido e nas críticas à condução das votações dos projetos do pré-sal. Já Maia, embora atualmente seja o primeiro vice-presidente, enfrenta o favoritismo do líder do governo na Casa, Cândido Vacarezza (SP), apoiado pelo Planalto e homem de confiança do ex-ministro José Dirceu.
Além da concorrência interna, Fontana e Maia encaram o voraz apetite do PMDB. Líder do partido, Henrique Eduardo Alves (RN) já garantiu aval do presidente da sigla, Michel Temer, e deve fechar um acordo com o PT de revezamento no comando da Casa.
Um dos raros peemedebistas gaúchos a defender a candidatura de Dilma, o deputado Mendes Ribeiro Filho é apontado como aposta para substituir Vacarezza na liderança do governo na Câmara. O bom trânsito de Mendes com a ex-ministra é considerado seu maior trunfo para a indicação. Mendes também é citado para presidir a Comissão de Orçamento e Finanças ou a de Constituição e Justiça.

Expectativa de vitória leva PT a reservar ministérios

31 de agosto de 2010 1

Por Fabiano Costa

Com a possibilidade de Dilma Rousseff (PT) vencer a eleição ainda no primeiro turno, crescem entre os aliados especulações sobre a composição dos ministérios sob o comando da antiga chefe da Casa Civil. Apesar da pressão peemedebista, para o PT, pelo menos quatro pastas são consideradas inegociáveis: Fazenda, Justiça, Casa Civil e Planejamento.

Dilma pretende acomodar nelas homens de confiança. Ela negou ontem, porém, que o ex-ministro José Dirceu participe da gestão. Dois nomes são considerados certos em caso de vitória da petista: o ex-ministro Antonio Palocci – cotado para retornar para a própria Fazenda, para a Casa Civil, Saúde ou Relações Institucionais –, e o deputado José Eduardo Cardozo (SP), aposta para a Justiça. Tidas como estratégicas por conta da relação com os movimentos sociais e o eleitorado cativo do presidente Lula, as pastas do Desenvolvimento Agrário e do Desenvolvimento Social também devem ser destinadas ao PT.
O tema “ministérios” se tornou assunto proibido no staff de Dilma. Na avaliação dos estrategistas, um debate antecipado sobre a futura equipe coloca em risco a provável vitória da ex-ministra. Nos bastidores, porém, as articulações estão adiantadas. O apetite é maior dentro do PMDB, legenda do vice, Michel Temer (SP). O partido ambiciona espaço idêntico ao do PT. A pressa em lotear um futuro governo, no entanto, criou um mal-estar entre os aliados. Para evitar dissabores, Temer procurou o presidente do PT, José Eduardo Dutra, negando que o partido já estivesse discutindo cargos.
Incluído nas apostas de prováveis ministros, Dutra deve permanecer à frente do partido até 2012. Outros nomes credenciados para ocupar um ministério são os do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e dos atuais ministros Paulo Bernardo (Planejamento), Guido Mantega (Fazenda) e Orlando Silva (Esportes).
Além do compromisso com os partidos que sustentaram a atual gestão, Dilma terá de abrigar legendas que devem se aproximar com a vitória petista. O PTB, por exemplo, mesmo apoiando José Serra (PSDB), fala abertamente em se juntar à base de Dilma a partir de janeiro.
– Passada a eleição, vamos sentar à mesa com Dilma. Pretendemos exigir espaço proporcional ao tamanho do PTB – avisa o deputado gaúcho Luiz Carlos Busato.

Conversas do Planalto

30 de agosto de 2010 0

Disputa voto a voto pelo Senado no RS

28 de agosto de 2010 2

A pesquisa Datafolha para o Senado no Rio Grande do Sul mostra que a disputa está tecnicamente empatada. Ana Amélia Lemos (PP) tem 44% das intenções de voto, Germano Rigotto (PMDB) aparece com 42% e Paulo Paim (PT), com 38%. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, os três têm as mesmas chances de conquistar uma vaga.
Ana Amélia subiu 11 pontos percentuais em relação aos levantamentos anteriores. Tinha 33% em julho e, no início de agosto, permanecia com o mesmo percentual. Na pesquisa mais recente tem 44%. Já Rigotto aparecia à frente em julho, com 41% das intenções de voto. No começo de agosto, subiu dois pontos, indo a 43%, e agora oscilou um para baixo, chegando a 42%. Paim tinha 37% na sondagem de julho, perdeu dois pontos e foi a 35% e agora subiu três pontos, obtendo 38%.
Entre os demais candidatos, Abgail Pereira (PC do B) tem 4%, José Schneider (PMN), 3%, Vera Guasso (PSTU) e Luiz Carlos Lucas (PSOL) aparecem em seguida, com 2%. Já Marcos Monteiro (PV), Luis Carlos Drehmer (PCB), Roberto Gross (PTC) e Berna Menezes (PSOL) receberam 1% das citações.
Na pesquisa, encomendada por Folha de S.Paulo e Grupo RBS, 7% dos entrevistados afirmaram votar em branco ou nulo para uma das vagas e 4% para as duas vagas. Não sabem para quem votar em uma das vagas 34% dos entrevistados e 17% não sabem para quem votar nas duas vagas para o Senado.

Empate técnico em SC

28 de agosto de 2010 0

A primeira pesquisa Ibope depois do início do horário eleitoral mostra crescimento do candidato Raimundo Colombo (DEM), que aparece em empate técnico com Angela Amin (PP). Na corrida presidencial, Dilma Rousseff (PT) aparece em primeiro lugar entre os eleitores catarinenses, seguida por José Serra (PSDB).
Para o governo, a pesquisa, encomendada pelo Grupo RBS e realizada entre os dias 24 e 26 de agosto, aponta que Angela continua liderando a preferência do eleitorado, com 31%. Mas Colombo, agora, aparece encostado na pepista, com 27%. Pelos critérios dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos, Angela e Colombo estariam no segundo turno. Ideli Salvatti (PT) permanece inalterada na terceira posição, com 16%, enquanto o número de indecisos cresceu de 12% para 18%.
Na projeção de segundo turno entre Angela e Colombo, a ex-prefeita mantém a liderança, mas o senador também diminuiu a diferença em relação à pesquisa publicada no dia 8 de agosto. No confronto com Ideli, Angela permanece à frente, com 48% contra 26%. Se o segundo turno fosse entre Colombo e Ideli, Colombo venceria com 43%, contra 29%.
A pesquisa apresenta o índice de rejeição dos candidatos. Angela tem a maior rejeição (17%), seguida por Ideli (13%) e Colombo (8%). Na disputa pela Presidência, Dilma agora aparece em primeiro lugar, com 40%. Se a eleição fosse hoje, Serra teria 38%, e Marina Silva (PV), 8%, conforme a pesquisa. Em um segundo turno entre Dilma e Serra, a petista teria 44%, contra 42% do tucano.

Combate ao tráfico na fronteira gaúcha

27 de agosto de 2010 1

A operação Sentinela combateu o tráfico de drogas na fronteira gaúcha durante quatro meses. Foram 12 mil pessoas abordadas, 36 presas, 24 em flagrante. Os agentes apreenderam 15 kg de crack. Porém, o que chama mais a atenção nos números gaúchos é a apreensão de 32 toneladas de agrotóxicos, quase a totalidade da operação. A polícia interceptou ainda mais 800 mil mídias eletrônicas e quase três mil produtos de contrabando. A operação foi realizada em todos os estados de fronteira e prendeu mais de mil pessoas.

Abert comemora decisão do STF

27 de agosto de 2010 1

O ministro do Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu ontem a lei que proíbe programas de humor de fazerem piadas com os candidatos que disputarão as eleições de outubro. Na decisão, Britto afirmou que o impedimento fere a liberdade de expressão, garantida na Constituição. A posição do ministro,  contudo, ainda precisa ser analisada pelo pleno do STF, o que deve ocorrer na próxima semana. Enquanto isso, os programas de humor podem fazer piadas com políticos, partidos e candidatos. O julgamento ocorreu a pedido da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão. Na ação, a entidade argumenta que a proibição é inconstitucional. Em nota oficial divulgada hoje, a Abert comemora a decisão de Britto, que “reafirma os princípios constitucionais que garantem o exercício da liberdade de expressão e de imprensa, de manifestação do pensamento, de atividade intelectual e artística”.

Governo sanciona Fundo de Catástrofe

27 de agosto de 2010 1

da Zero Hora

Depois de muitos anos de espera, o seguro rural deve ficar mais acessível aos agricultores gaúchos que sofrem com estiagens, geadas e excesso de chuva. Lei sancionada ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva criou o Fundo de Catástrofe, que vai dar mais garantia à atuação das seguradoras.

O alto risco da agricultura sempre dificultou as operações de seguro rural no Estado, principalmente por causa da instabilidade climática. Com recursos da União e da iniciativa privada, o Fundo de Catástrofe poderá ser acionado pelas companhias para cobrir grandes perdas no campo.

– A partir de agora, quando nos depararmos com uma situação dramática provocada pelo clima, poderemos socorrer os produtores – declarou o ministro da Agricultura, Wagner Rossi.

O Rio Grande do Sul é o segundo Estado com o maior volume de contratações do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Hoje, porém, a área segurada não chega a 800 mil hectares, abaixo de 10% das lavouras gaúchas. A expectativa é de que a cobertura aumente em, pelo menos, cinco vezes nos próximos 10 anos.

As cinco grandes companhias de seguro rural no país assumem 10% do risco da operação, e os 90% restantes ficam a cargo das resseguradoras. O fundo poderá ser acionado para cobrir maiores perdas, em caso de eventos climáticos, evitando que as empresas quebrem. As garantias devem reduzir os preços do serviço e estender a atuação das seguradoras

O fundo terá inicialmente R$ 2 bilhões do governo federal e participação de empresas privadas, como seguradoras, resseguradoras, agroindústrias e cooperativas. Mas para vigorar, ainda precisa de regulamentação, operação considerada complexa pelo diretor de Gestão de Risco Rural do Ministério da Agricultura, Welington Almeida:

– Trabalhamos com a hipótese de o fundo estar disponível na próxima safra, 2011/2012, mas não garantimos.

Mistério sobre o destino do estaleiro

27 de agosto de 2010 32

Há rumores de que a empresa de Eike Batista, a OSX, estaria desistindo de construir um estaleiro em Biguaçu (SC). Alguns dizem até que o grupo já teria decidido transferi-lo para o Rio de Janeiro. Mas por enquanto, são apenas boatos. Ninguém confirma. A repórter Luciane kohlmann teve um rápido diálogo via twitter com o próprio Eike, e a resposta do empresário deixa ainda mais dúvidas sobre o destino do empreendimento. Leia abaixo:

Luciane: Eike, vcs abandonaram o projeto do estaleiro em Biguaçu? Decidiram transferir pro RJ?

Eike: luciane, Me prova que somos bem vindos?!

Luciane: mas desistiram?

O empresário não respondeu mais. Mas certamente deixou uma dúvida no ar com o seu questionamento.

Lula quer monumento à perereca

26 de agosto de 2010 4

O presidente Lula fez troça do episódio que interrompeu por seis meses as obras do viaduto da BR 101 em Osório. Na época, a possibilidade de prejudicar uma perereca que corria risco de extinção paralisou os trabalhos. Durante a cerimônia de assinatura da concessão da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, Lula sugeriu um livro com situações hilariantes que obstruem o desenvolvimento do país.
- Se ela é tão importante, deve ter um monumento junto com a placa – brincou Lula.

Ibama autoriza operação de Usina de Foz do Chapecó

26 de agosto de 2010 0

O Ibama emitiu a licença autorizando o início da operação da Usina Hidrelétrica Foz do Chapecó, localizada no rio Uruguai, entre os municípios de Águas de Chapecó (SC) e Alpestre (RS).  A primeira etapa será encher o reservatório, que possui cerca de 80 Km² de área,  e depois acionar as turbinas. Com potência instalada de 855 MW em quatro unidades geradoras de 217, 14 MW, ela vai atender 12 municípios da região: Chapecó, Paial, Guatambu, Caxambu do Sul, Águas de Chapecó e Itá, em Santa catarina,  Itatiba do Sul, Alpestre, Faxinalzinho, Erval Grande, Nonoi e  Rio dos Índios, no Rio Grande do Sul.

ICMBIO analisa licença de estaleiro em Biguaçu

26 de agosto de 2010 0

O Instituto Chico Mendes, ligado ao Ministério do Meio Ambiente, já criou o Grupo de Trabalho responsável por reavaliar o processo de licenciamento ambiental do Estaleiro OSX, em Biguaçu (SC). A primeira reunião deve acontecer na próxima semana, em Brasília. A data ainda não foi definida. A partir deste encontro, o ICMBIO terá um prazo de 30 dias para concluir a análise da licença e emitir um parecer.

Lula lamenta não ficar na Presidência

26 de agosto de 2010 2

Em seu primeiro discurso na primeira cerimônia na volta ao Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lamentou não ter mandado ao Congresso uma emenda à Constituição que lhe permitisse ficar mais no cargo.
– Está certo que está no final do mandato, mas, junto com esta lei complementar, podia ter mandado uma emendinha para mais alguns anos de mandato – brincou Lula, ao assinar alterações na Lei Complementar 97, que amplia os poderes do ministro da Defesa e estende à Marinha e à Aeronáutica o poder de polícia nas fronteiras.
Lula falou ainda do seu “arrependimento” de não ter comprado um maior ou talvez dois aviões do tipo Airbus A-319, como o adquirido, por causa do tamanho das delegações de empresários que costuma levar em suas viagens pelo mundo para ampliar os negócios com o Brasil.
– Hoje, eu sei que precisava – prosseguiu Lula, de improviso.
O presidente teve que encarar um protesto do grupo Greenpeace. Três representantes da organização internacional subiram a rampa principal do Palácio para tentar entregar ao presidente um painel de captação de energia solar. Seguranças foram acionados para retirar os manifestantes.
O grupo reclama que o governo “esqueceu”, ao fazer a reforma do Palácio do Planalto, de incluir fontes de energia alternativas, como a solar. O prédio foi reaberto ontem, depois de um ano e cinco meses fechado. A obra custou R$ 111 milhões, valor 42% a mais do que o previsto.
“Incorporar painéis solares funcionaria como sinalização de que o Brasil trilhará o caminho do desenvolvimento com um olho novamente voltado para o futuro, crescendo, mas com responsabilidade social”, afirmou o grupo, em carta a Lula.

Dilma à frente de Serra no RS

26 de agosto de 2010 1

Na pesquisa Datafolha de intenções de voto para a Presidência da República no Rio Grande do Sul, Dilma Rousseff (PT) subiu oito pontos em relação ao levantamento anterior e agora aparece com 43%. José Serra (PSDB) vem em segundo lugar, com 39%, e Marina Silva (PV) aparece com 7%. Na sondagem realizada em julho, a petista tinha 33% das intenções de voto, no início de agosto subiu dois pontos e foi a 35% e agora tem 43%. Já o tucano tinha 46% em julho, perdeu três pontos (43%) no começo de agosto e, no momento, aparece com 39%.
Os demais candidatos foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto. A pesquisa, encomendada por Folha de S.Paulo e Grupo RBS, foi realizada entre os dias 23 e 24 de agosto. O candidato do PSDB registra seus maiores índices entre os eleitores do Interior (41%), ficando com 37% na Capital e 36% na Região Metropolitana. Neste segmento, a candidata do PT obtém resultados equilibrados, com 43% no Interior e na Região Metropolitana e 40% na Capital.
Quando o item é a faixa etária, Serra tem seu melhor desempenho entre os que têm 60 anos ou mais e entre os mais jovens (16 a 24 anos), com 41%. Já Dilma aparece com melhores índices na faixa de 35 a 44 anos, com 46%. Quanto à escolaridade, a petista tem a preferência do eleitorado de nível superior, com 47%, e o tucano entre os eleitores do Ensino Médio, com 41%.

Novas cédulas chegam em novembro

26 de agosto de 2010 0

O Real vai ficar mais moderno. A Casa da Moeda, no Rio de Janeiro, começou a imprimir neste mês cédulas de R$ 50 e de R$ 100 com tecnologia de última geração, que começam a circular a partir de novembro. As novas cédulas dificultam falsificações. Em SC, até julho desde ano, foram apreendidas 11.389 notas falsas. O número deixa o Estado em 7º lugar no país neste tipo de crime. Em 2009, das 493.981 recolhidas no Brasil, 19.081 vieram de cidades catarinenses. SC ficou na 8ª posição, atrás de SP, RJ, PR, RS, MG, BA e GO.
O responsável pela divisão de repressão a crimes fazendários da Polícia Federal, João Vianey, conta que 95% das notas fraudadas passam por alguma movimentação financeira. Segundo o Banco Central, em 2009, o rombo foi de quase R$ 24,5 milhões.
– São cédulas que circularam e efetivamente geraram prejuízos para alguém, pessoas físicas ou até instituições bancárias – explica.
A grande preferência dos criminosos é a nota de R$ 50, que representou 56% das apreensões nacionais no ano passado. A de R$ 100 ficou em segundo lugar, com 18,5%. É por isso que as duas serão as primeiras a serem substituídas. O diretor de administração do Banco Central, Antero Meirelles, explica que a substituição vai começar em novembro com as notas de R$ 50 e R$ 100.
– Nós começamos com a de maior valor, porque evidentemente são aquelas mais visadas do ponto de vista de falsificação – diz Antero.
O Banco Central buscou elementos de segurança no padrão internacional, com uso de tinta invisível, efeitos ópticos, marcas táteis em relevo e selos de última geração. O tamanho também será diferente. Quanto maior o valor, maior será a cédula.  A aparência das novas notas é muito semelhante às antigas. Os desenhos básicos, como a efígie da República, as cores e as imagens da fauna brasileira terão pequenas modificações. Na parte da frente, haverá figuras do habitat de cada animal. E na parte de trás, as espécies ficarão na horizontal, e não mais na vertical. O cronograma prevê a emissão das cédulas novas de R$ 10 e R$ 20 em 2011, e as de R$ 2 e R$ 5, em 2012. A mudança vai custar cerca de R$ 300 milhões aos cofres do Banco Central.

Reforma concluída

25 de agosto de 2010 2

Planalto volta a receber Lula depois de 17 mesesOs fios desencapados, o mau cheiro e as infiltrações nas paredes sumiram. Após uma reforma que durou 17 meses e consumiu R$ 111 milhões, o Palácio do Planalto volta a abrigar hoje o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No retorno ao antigo gabinete, o mais ilustre inquilino do país irá encontrar salas mais amplas e móveis novos ou reformados. A sala de reuniões, onde o presidente discute as ações do governo com o ministério, recebeu uma mesa oval projetada pelo arquiteto Oscar Niemayer e poltronas concebidas pelo designer Sérgio Rodrigues.

As principais mudanças foram concentradas no quarto andar, onde antes ficavam os gabinetes da Casa Civil. As salas que impediam a vista da Praça dos Três Poderes foram retiradas e um amplo espaço em frente às janelas foi aberto. A reforma reduziu o número de salas de trabalho da equipe do Executivo, que será realocada nos anexos do palácio. No gabinete presidencial, as modificações foram visualmente pequenas. O carpete foi retirado e trocado por um piso de mármore. Mas o gabinete todo, integrado pelas salas de reunião e de audiência, ganhou vidros blindados. Antes da reforma, apenas a sala do presidente tinha blindagem.

Após quatro meses de atraso, a reforma do Palácio do Planalto foi concluída com um valor 42% maior do que o orçado inicialmente. O projeto original previa um investimento de R$ 78 milhões, mas os gastos alcançaram R$ 111 milhões. De acordo com o diretor de Documentação Histórica da Presidência da República, Cláudio Soares Rocha, a opção por privilegiar o mobiliário exclusivamente brasileiro gerou uma economia de R$ 3 milhões. Cerca de 600 mesas e cadeiras foram reformadas e doadas pelo Congresso, por ministérios e pelo Tribunal de Contas da União. Duas mesas usadas para despachos do ex-presidente Juscelino Kubitschek passam a decorar o terceiro piso.

– Nós não temos mais nenhum móvel de origem estrangeira no palácio – disse Rocha.

A mudança mais significativa no projeto original foi a construção de uma saída de emergência, um bloco anexado atrás do palácio que altera consideravelmente os traços de Niemayer. O presidente Lula havia solicitado a reforma por conta do que chamou de excesso de “puxadinhos e gambiarras”.

Ministério Público de olho na Copa de 2014

25 de agosto de 2010 1

O Ministério Público Federal acompanha de perto a preparação para a Copa do Mundo de 2014, principalmente na aplicação dos recursos. Um Grupo de Trabalho, criado há um ano, já detectou obras superfaturas e projetos básicos com deficiências, além de problemas como inércia dos gestores e uso de dinheiro público em bens privados. O MPF está preocupado com o estouro do orçamento previsto para o Mundial, assim como aconteceu com o Panamericano, no Rio de Janeiro, em 2007. O GT já recomendou ao BNDES e à Caixa Econômica Federal que exijam dos tomadores de empréstimos toda documentação necessária para comprovar a eficiência dos projetos e a responsabilidade de projetistas, administradores e empresas.

PSDB gaúcho cobra vigor de Serra

25 de agosto de 2010 2

da Zero Hora

No segundo dia de sua visita ao Rio Grande do Sul, o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), passou a maior parte de sua agenda ouvindo cobranças e queixas. Tucanos gaúchos avaliam que, até agora, a campanha presidencial de José Serra não decolou no Estado. O dirigente desembarcou em Porto Alegre na noite de segunda-feira com a missão de reparar o mal-estar causado por um ato falho de José Serra em sua última passagem pelo Estado, dia 16 de agosto. Na ocasião, o candidato a presidente chamou Yeda Crusius de “Yeda Cruzes” e, ao encerrar o discurso, só pediu votos à governadora ao ser cobrado pela plateia. Guerra, porém, deparou com um cenário de desmobilização em torno da campanha nacional.

– Não se fala do Serra aqui – resumiu o deputado federal Ruy Pauletti, um dos participantes de uma reunião que ocorreu pela manhã com integrantes do diretório estadual do PSDB.
O Rio Grande do Sul acompanha a tendência nacional de queda na preferência dos eleitores por Serra – com o agravante de que, no Estado, Geraldo Alckmin teve melhor desempenho do que o presidente Lula em 2006. Os tucanos gaúchos reclamam da qualidade e do tom dos programas presidenciais na TV e no rádio, além de uma “desorganização” operacional.
No encontro com o senador, o diretório cobrou a falta de um “posicionamento respeitoso” de Serra em relação a Yeda e pediu que ambos apareçam juntos em pelo menos uma peça publicitária. No evento do dia 16, Serra, além de esquecer de Yeda, elogiou José Fogaça (PMDB). Guerra atribuiu o deslize ao fato de “o candidato andar com a cabeça cansada”.
Dirigente teve encontro a portas fechadas com Yeda
Apesar dos apelos, o senador não deixou esperanças de que Serra irá mergulhar na campanha de Yeda.
– Serra não faz campanha para governador aqui porque é apoiado por muitas forças, mas a preferência é, evidente, pelo partido dele – limitou-se a dizer o presidente tucano.
Questionado pela imprensa se Serra aparecerá na TV ao lado de Yeda, Guerra respondeu sem se comprometer com datas:
– É provável.
Guerra também conversou a sós com a governadora no Centro Administrativo.
– Nos momentos em que sofremos aqueles ataques violentos, ele esteve aqui várias vezes para entender a política do Rio Grande do Sul – comentou Yeda, que disse ter recebido a oferta de mais empenho do PSDB nacional na campanha estadual.

Lula no RS em 3 de setembro

24 de agosto de 2010 0

A equipe da assessoria da presidência já prepara a agenda de Lula no Rio Grande do Sul. No dia 3 de setembro, o presidente deve visitar a Expointer, em Esteio, e lançar campus universitário em Santa Maria.
A agenda só é confirmada oficialmente três dias antes da viagem.

Municípios ficarão sem livros didáticos em 2011

24 de agosto de 2010 1

Sete municípios gaúchos (Pontão, Caseiros, Palmares do Sul, Pinto Bandeira, São Martinho da Serra, Selbach e União da Serra) e cinco catarinenses (Celso Ramos, Irineópolis, Lacerdópolis, Paraíso e Piratuba) não aderiram ao Programa Nacional do Livro Didático, do Ministério da Educação. Isto significa que eles não vão receber material novo no próximo ano letivo. Em todo país, foram 219 cidades. Em 2010, foi a primeira vez que o programa exigiu a assinatura de um termo de adesão para receber os livros, cujo prazo encerrou em 30 de junho. O FNDE acredita que as prefeituras que não enviaram o documento podem ter interesse em adotar outros materiais de ensino.