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A volta do fantasma da CPMF

03 de novembro de 2010 2

Na primeira coletiva de imprensa depois de eleita, Dilma Rousseff fez voltar o fantasma da CPMF. Apesar de ser contra novos impostos, deixou a porta aberta. Dilma admitiu que alguns governadores eleitos já pressionam pela volta do imposto do cheque e afirmou que estabelecerá um diálogo com eles.
A postura é semelhante a adotada pelo presidente Lula. Dizia que não encaminharia a Contribuição Social da Saúde (nova CPMF) ao Congresso, mas a proposta foi apresentada e defendida pela base governista.

Comentários (2)

  • velci josé cruz diz: 4 de novembro de 2010

    será q o futuro governador Tarso achou que foi engraçado ele dizer que é a favor dessa cpmf desde pequenininho?será q pensou ter sido engraçadinho?ninguem achou graça nenhuma pq na campanha não disse isso?e outra sr. Tarso não pense que é o governador dos sonhos dos gauchos foi apenas o menos ruim e ganhou pela parceria que tinhas na concorrência,A sra. Yeda governo ruim e rachado,Sr. Fogaça que tudo que fez até hoje foi? musica.Então sr Tarso não fique se achando e fazendo graça e ainda mais dizendo que a cpmf é bom pra controlar as contas das pessoas?então é essa democracia que o sr. prega?parabens começa bem o seu governo,se tornou moda o cara entra no governo e a primeira coisa é pensar em um impostosinho para o povo pagar vide Rigoto,Yeda.

  • Pedro diz: 4 de novembro de 2010

    Qual a razão para a CPMF ser tratada como fantasma, ou para o DEM (principalmente) ser visceralmente contra? Consideremos que a CPMF tinha alíquota de 0,38% e que nas últimas tratativas, antes de ser derrotada – naquela vez – a proposta é de que sua alíquota fosse reduzida para 0,12%. Então, o problema da CPMF não é a alíquota. Qual seria, então, a razão? Caixa 2? Lavagem de dinheiro? Sonegação de impostos? Vemos que nenhuma das razões elencadas se insere na ética e na moralidade pública. Então, seria interessante que os “do contra” digam exatamente a quem (ou a que) prestam solidariedade. De mais a mais, por que não ficam indignados com o IR da Pessoa Física, por exemplo, que, entra ano e sai ano, não perde o penduricalho dos 2,5% de acréscimo?

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