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Posts do dia 6 janeiro 2011

Dilma cria o "PAC da miséria"

06 de janeiro de 2011 0


Em sua primeira semana à frente do Planalto, a presidente Dilma Rousseff convocou 10 ministros para começar a colocar em prática sua principal promessa de campanha. No encontro com os subordinados na manhã desta quinta-feira (6), a petista ordenou a criação de uma espécie de “PAC da erradicação da miséria”.
Dilma orientou os ministros a elaborarem um modelo de gestão como o do programa que a catapultou à Presidência. Segundo a presidente, as pastas envolvidas na mobilização devem estipular metas claras e condições de monitoramento para extinguir a pobreza extrema até 2014.
De acordo com a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campelo, o governo trabalha com três diretrizes para a elaboração do programa: inclusão produtiva, ampliação da rede de serviços e aprofundamento dos programas de benefício e transferência de renda, como o Fome Zero e o Bolsa Família.


Iotti

06 de janeiro de 2011 0

Catarinense no Vaticano

06 de janeiro de 2011 0

Por Viviane Cardoso

Um catarinense foi convocado pelo papa Bento XVI para ocupar um alto cargo na Santa Sé. Nascido em Mafra, no Planalto Norte do Estado, dom João Braz de Aviz, atual arcebispo de Brasília, será o novo prefeito da congregação que cuida de mais de um milhão de religiosos fora das muralhas do Vaticano.

O catarinense substituirá o cardeal francês Franc Rodé, que deixou a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica compulsoriamente por ter atingido o limite máximo de idade para o cargo, que é de 75 anos.

O arcebispo de Brasília estudou Filosofia no Brasil, mas completou seus estudos teológicos em Roma, na Itália. Aos 11 anos, dom João foi para o Convento de Assis, no interior de São Paulo.

Ordenado padre da diocese de Apucarana, no Paraná, foi reitor do Seminário Maior de Apucarana e de Londrina e professor de teologia. Também atuou como bispo auxiliar da arquidiocese de Vitória, no Espírito Santo, e titular de Ponta Grossa, no Paraná, antes de ser nomeado arcebispo em Maringá. Em 2004, assumiu o comando da arquidiocese de Brasília.

Aos 63 anos, dom João Braz de Aviz diz ser um apreciador de caminhadas e de leitura, em especial dos documentos da Igreja. Quando não está viajando para visitar as paróquias do Distrito Federal, o arcebispo de Brasília gosta de percorrer o país de carro.

– Sou um fã do volante – revela.

O embarque do religioso catarinense para Roma está em tramitação e deverá ocorrer em fevereiro.

Suplentes gaúchos podem custar até R$ 321 mil

06 de janeiro de 2011 0

Por Rodrigo Orengo

Mesmo com os carpetes verdes da Câmara desertos até fevereiro por conta das férias legislativas, 45 suplentes de todo o país foram convocados para exercer um mandato-tampão ao custo de R$ 5 milhões. Deste total, três são do Rio Grande do Sul, uma vez que ocupam as vagas de titulares convocados para as equipes da presidente Dilma Rousseff e do governador Tarso Genro. Em verbas e salários, os suplentes podem custar até R$ 321 mil.

Suplente do PT, Daniel Fontana assumiu a vaga de Maria do Rosário, convocada por Dilma para comandar a Secretaria de Direitos Humanos. O petebista Edir de Oliveira, ocupou o gabinete de Luiz Carlos Busato (PTB), que pediu licença para assumir a Secretaria estadual de Obras. Já Vicente Selistre tomou o assento do correligionário Beto Albuquerque (PSB), secretário de Infraestrutura de Tarso.
Os novos parlamentares admitem que pretendem receber normalmente o salário de R$ 16,5 mil, apesar do recesso. O trio, contudo, prometeu evitar recorrer à verba de gabinete, que pode chegar a R$ 30,6 mil. Além deste benefício, cada parlamentar tem direito a contratar até 25 assessores, ao custo máximo de R$ 60 mil. No total, um deputado federal gaúcho pode custar até R$ 107 mil por mês.
Fontana admite que irá contratar entre seis e sete funcionários. Os demais colegas garantem que continuarão com a mesma estrutura dos antecessores.
– Vou receber um gabinete vazio e terei de nomear algumas pessoas para fazer um mínimo de trabalho – explicou o petista.
Com o Congresso às moscas, os novos integrantes da bancada gaúcha pretendem recorrer ao mesmo expediente para justificar a atuação relâmpago no parlamento: percorrer a Esplanada para tentar garantir recursos para seus redutos eleitorais. Selistre, no entanto, ainda tem esperança de protocolar projetos de lei ao longo das quatro semanas de mandato.
Segundo o secretário-geral da mesa diretora da Câmara, Mozart Vianna, a pretensão de emplacar uma proposta durante o recesso é “quase impossível”. Vianna explica que a comissão de parlamentares que atua ao longo das férias não tem obrigação de realizar reuniões.
– Não viemos aqui para brincar. Vamos pegar esse restinho de galinha e fazer um sopão – afirmou Selistre.
Mesmo com os carpetes verdes da Câmara desertos até fevereiro por conta das férias legislativas, 45 suplentes de todo o país foram convocados para exercer um mandato-tampão ao custo de R$ 5 milhões. Deste total, três são do Rio Grande do Sul, uma vez que ocupam as vagas de titulares convocados para as equipes da presidente Dilma Rousseff e do governador Tarso Genro. Em verbas e salários, os suplentes podem custar até R$ 321 mil.
Suplente do PT, Daniel Fontana assumiu a vaga de Maria do Rosário, convocada por Dilma para comandar a Secretaria de Direitos Humanos. O petebista Edir de Oliveira, ocupou o gabinete de Luiz Carlos Busato (PTB), que pediu licença para assumir a Secretaria estadual de Obras. Já Vicente Selistre tomou o assento do correligionário Beto Albuquerque (PSB), secretário de Infraestrutura de Tarso.
Os novos parlamentares admitem que pretendem receber normalmente o salário de R$ 16,5 mil, apesar do recesso. O trio, contudo, prometeu evitar recorrer à verba de gabinete, que pode chegar a R$ 30,6 mil. Além deste benefício, cada parlamentar tem direito a contratar até 25 assessores, ao custo máximo de R$ 60 mil. No total, um deputado federal gaúcho pode custar até R$ 107 mil por mês.
Fontana admite que irá contratar entre seis e sete funcionários. Os demais colegas garantem que continuarão com a mesma estrutura dos antecessores.
– Vou receber um gabinete vazio e terei de nomear algumas pessoas para fazer um mínimo de trabalho – explicou o petista.
Com o Congresso às moscas, os novos integrantes da bancada gaúcha pretendem recorrer ao mesmo expediente para justificar a atuação relâmpago no parlamento: percorrer a Esplanada para tentar garantir recursos para seus redutos eleitorais. Selistre, no entanto, ainda tem esperança de protocolar projetos de lei ao longo das quatro semanas de mandato.
Segundo o secretário-geral da mesa diretora da Câmara, Mozart Vianna, a pretensão de emplacar uma proposta durante o recesso é “quase impossível”. Vianna explica que a comissão de parlamentares que atua ao longo das férias não tem obrigação de realizar reuniões.
– Não viemos aqui para brincar. Vamos pegar esse restinho de galinha e fazer um sopão – afirmou Selistre.