Por Rodrigo Orengo
Mesmo com os carpetes verdes da Câmara desertos até fevereiro por conta das férias legislativas, 45 suplentes de todo o país foram convocados para exercer um mandato-tampão ao custo de R$ 5 milhões. Deste total, três são do Rio Grande do Sul, uma vez que ocupam as vagas de titulares convocados para as equipes da presidente Dilma Rousseff e do governador Tarso Genro. Em verbas e salários, os suplentes podem custar até R$ 321 mil.
Suplente do PT, Daniel Fontana assumiu a vaga de Maria do Rosário, convocada por Dilma para comandar a Secretaria de Direitos Humanos. O petebista Edir de Oliveira, ocupou o gabinete de Luiz Carlos Busato (PTB), que pediu licença para assumir a Secretaria estadual de Obras. Já Vicente Selistre tomou o assento do correligionário Beto Albuquerque (PSB), secretário de Infraestrutura de Tarso.
Os novos parlamentares admitem que pretendem receber normalmente o salário de R$ 16,5 mil, apesar do recesso. O trio, contudo, prometeu evitar recorrer à verba de gabinete, que pode chegar a R$ 30,6 mil. Além deste benefício, cada parlamentar tem direito a contratar até 25 assessores, ao custo máximo de R$ 60 mil. No total, um deputado federal gaúcho pode custar até R$ 107 mil por mês.
Fontana admite que irá contratar entre seis e sete funcionários. Os demais colegas garantem que continuarão com a mesma estrutura dos antecessores.
– Vou receber um gabinete vazio e terei de nomear algumas pessoas para fazer um mínimo de trabalho – explicou o petista.
Com o Congresso às moscas, os novos integrantes da bancada gaúcha pretendem recorrer ao mesmo expediente para justificar a atuação relâmpago no parlamento: percorrer a Esplanada para tentar garantir recursos para seus redutos eleitorais. Selistre, no entanto, ainda tem esperança de protocolar projetos de lei ao longo das quatro semanas de mandato.
Segundo o secretário-geral da mesa diretora da Câmara, Mozart Vianna, a pretensão de emplacar uma proposta durante o recesso é “quase impossível”. Vianna explica que a comissão de parlamentares que atua ao longo das férias não tem obrigação de realizar reuniões.
– Não viemos aqui para brincar. Vamos pegar esse restinho de galinha e fazer um sopão – afirmou Selistre.
Mesmo com os carpetes verdes da Câmara desertos até fevereiro por conta das férias legislativas, 45 suplentes de todo o país foram convocados para exercer um mandato-tampão ao custo de R$ 5 milhões. Deste total, três são do Rio Grande do Sul, uma vez que ocupam as vagas de titulares convocados para as equipes da presidente Dilma Rousseff e do governador Tarso Genro. Em verbas e salários, os suplentes podem custar até R$ 321 mil.
Suplente do PT, Daniel Fontana assumiu a vaga de Maria do Rosário, convocada por Dilma para comandar a Secretaria de Direitos Humanos. O petebista Edir de Oliveira, ocupou o gabinete de Luiz Carlos Busato (PTB), que pediu licença para assumir a Secretaria estadual de Obras. Já Vicente Selistre tomou o assento do correligionário Beto Albuquerque (PSB), secretário de Infraestrutura de Tarso.
Os novos parlamentares admitem que pretendem receber normalmente o salário de R$ 16,5 mil, apesar do recesso. O trio, contudo, prometeu evitar recorrer à verba de gabinete, que pode chegar a R$ 30,6 mil. Além deste benefício, cada parlamentar tem direito a contratar até 25 assessores, ao custo máximo de R$ 60 mil. No total, um deputado federal gaúcho pode custar até R$ 107 mil por mês.
Fontana admite que irá contratar entre seis e sete funcionários. Os demais colegas garantem que continuarão com a mesma estrutura dos antecessores.
– Vou receber um gabinete vazio e terei de nomear algumas pessoas para fazer um mínimo de trabalho – explicou o petista.
Com o Congresso às moscas, os novos integrantes da bancada gaúcha pretendem recorrer ao mesmo expediente para justificar a atuação relâmpago no parlamento: percorrer a Esplanada para tentar garantir recursos para seus redutos eleitorais. Selistre, no entanto, ainda tem esperança de protocolar projetos de lei ao longo das quatro semanas de mandato.
Segundo o secretário-geral da mesa diretora da Câmara, Mozart Vianna, a pretensão de emplacar uma proposta durante o recesso é “quase impossível”. Vianna explica que a comissão de parlamentares que atua ao longo das férias não tem obrigação de realizar reuniões.
– Não viemos aqui para brincar. Vamos pegar esse restinho de galinha e fazer um sopão – afirmou Selistre.
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