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José Otávio pede análise de provas

21 de setembro de 2011 0

Um dia após o Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região ter negado a suspensão de uma ação civil contra o deputado federal José Otávio Germano (PP) relativa à Operação Rodin, o advogado do parlamentar, José Antônio Paganella Boschi, afirmou ontem aguardar o julgamento da parte mais importante do recurso: a que pode retirar seu cliente do processo por improbidade administrativa.
Segundo o advogado, a desembargadora Silvia Goraieb, do TRF, apenas rejeitou o pedido de interrupção da ação movida pelo Ministério Público Federal. Agora, três desembargadores têm a tarefa de analisar os argumentos centrais de Boschi: as provas reunidas contra José Otávio teriam sido obtidas de forma ilícita e, por conta do foro privilegiado, ele só poderia ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Se a tese for aceita, a ação será nula em relação ao deputado. Boschi afirma ter uma prova material de que seu cliente foi alvo da Polícia Federal sem autorização do STF. Ele diz que, no dia em que a operação foi deflagrada, 6 de novembro de 2007, um policial esqueceu em um escritório de contabilidade as instruções repassadas pelo comando da PF para as ações de busca e apreensão. No documento, consta José Otávio já como alvo da investigação, que, diz Boschi, seria ilegal.

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