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No RS, ex-deputado pode liderar nova sigla

26 de setembro de 2011 0

No Rio Grande do Sul, a inserção do PSD ainda é tímida. Os principais líderes assediados pela tropa de Gilberto Kassab recusaram os convites. Nem o número de assinaturas necessárias para ajudar a fundar a legenda foi obtido no Estado.
O nome mais citado para assumir o comando estadual da sigla é o ex-deputado federal Claudio Diaz, que até abril era presidente do PSDB gaúcho. Diaz dispõe de uma característica comum entre os fundadores do PSD: o desconforto dentro do próprio partido. Zero Hora tentou contato ontem com o ex-deputado, mas não conseguiu localizá-lo.
Cinco meses atrás, na eleição do diretório tucano, Diaz foi derrotado pelo grupo do deputado federal Nelson Marchezan Jr. Não conseguiu incluir um único representante na direção partidária e acabou isolado, com relações desgastadas em quase toda a bancada estadual.
Enquanto Diaz é o nome corrente nos bastidores da nova legenda, líderes como Jerônimo Goergen (deputado federal do PP), Germano Rigotto (ex-governador do PMDB) e Germano Bonow (ex-deputado federal do DEM) recusam as investidas do PSD.
Bonow chegou a participar, em São Paulo, de reuniões sobre a fundação do partido – mas, decidido a encerrar sua participação em eleições, entendeu que uma troca de sigla seria incoerente. Goergen, à época descontente com os rumos do PP em Brasília, foi chamado por Kassab na prefeitura de São Paulo.
– Ao invés de mudar de partido, preferi mudar meu partido – diz o deputado, que liderou um movimento para trocar os líderes da bancada federal.

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