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	<title>Diários de Brasília</title>
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	<description>Blog da sucursal multimídia de Brasília</description>
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		<title>STF divulgará nomes e salários</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 16:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Schaffner</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na esteira da decisão da presidente Dilma Rousseff de divulgar nomes e  salários de servidores na internet, o Supremo Tribunal Federal (STF)  decidiu ontem à noite fazer o mesmo. A princípio, a medida não obriga  outros tribunais a seguirem a determinação – mas o sopro de  transparência poderá se espalhar pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na esteira da decisão da presidente Dilma Rousseff de divulgar nomes e  salários de servidores na internet, o Supremo Tribunal Federal (STF)  decidiu ontem à noite fazer o mesmo. A princípio, a medida não obriga  outros tribunais a seguirem a determinação – mas o sopro de  transparência poderá se espalhar pelo país, chegando inclusive ao  Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ).</p>
<p>A decisão de  divulgar nomes e salários no Supremo foi aprovada por unanimidade na  Corte. Uma proposta conciliatória chegou a ser apresentada pelo ministro  Ricardo Lewandowski: expor as matrículas dos servidores ao lado de seus  vencimentos. Assim, qualquer pessoa que quisesse saber o salário de um  servidor do STF poderia, a partir da matrícula, solicitar o dado ao  Serviço de Informação ao Cidadão (SIC) – estrutura criada a partir da  entrada em vigor da Lei de Acesso à Informação, o que ocorreu há uma  semana.</p>
<p>A ideia foi descartada porque contradizia um julgamento  do próprio Supremo, de 2009, em que o tribunal analisou um recurso  contra a prefeitura de São Paulo, que divulgara as informações relativas  a seu quadro de servidores na internet. Como na época o STF julgou  legal a decisão da prefeitura paulistana, não haveria como atuar de  maneira diversa agora. O ministro Gilmar Mendes também chegou a dizer  que uma eventual decisão do Supremo de não divulgar os nomes “seria  simbólica e poderia ser seguida por outras instituições brasileiras”.</p>
<p><strong>Judiciário gaúcho deve definir divulgação nos próximos dias</strong></p>
<p>O  próprio Lewandowski, que fez a proposta, afirmou que defendia a  transparência total e que apenas dava curso a ideias aventadas por  servidores do órgão que o procuraram.</p>
<p>No Estado, a decisão  repercutiu ainda ontem à noite. Conforme o desembargador Túlio de  Oliveira Martins, que preside o Conselho de Comunicação Social do TJ, a  decisão sobre a divulgação dos dados ainda está por ser tomada. Ele  admitiu, porém, que a iniciativa do STF poderá induzir o Judiciário  gaúcho a replicá-la no Estado.</p>
<p>– Vem se discutindo o avanço da  lei. Há uma regra constitucional que é a transparência da administração  pública. Há outra, que trata da questão da intimidade. Aí, é preciso ter  mais cuidado.</p>
<p>Em seguida, completou:</p>
<p>– Mas,  aparentemente, o caminho é este mesmo, como o STF tratou. O TJ tem sido  cauteloso, mas como o Supremo é o órgão máximo do Judiciário, o  resultado parece previsível.</p>
<p>A decisão do TJ, no entendimento de  Martins, não deve tardar. O assunto é tratado como importante pelo  tribunal e o resultado deve sair até o fim da próxima semana.</p>
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		<title>Comissão levanta suspeita contra Delta</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 16:17:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Schaffner</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A CPI do Cachoeira identificou elo financeiro entre a direção nacional  da empreiteira Delta, no Rio, e o esquema do empresário Carlinhos  Cachoeira, acusado de contravenção e corrupção.
O relator da  comissão, Odair Cunha (PT-MG), disse que o Ministério Público do DF  levantou indícios de que o ex-diretor da Delta no Centro-Oeste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A CPI do Cachoeira identificou elo financeiro entre a direção nacional  da empreiteira Delta, no Rio, e o esquema do empresário Carlinhos  Cachoeira, acusado de contravenção e corrupção.</p>
<p>O relator da  comissão, Odair Cunha (PT-MG), disse que o Ministério Público do DF  levantou indícios de que o ex-diretor da Delta no Centro-Oeste Cláudio  Abreu, que tinha estreita ligação com Cachoeira, detinha procuração para  movimentar contas bancárias abertas pela direção nacional da  construtora.</p>
<p>Uma dessas contas, disse o relator, foi a mesma que  alimentou empresas-laranjas usadas pelo grupo de Cachoeira e de Abreu em  Goiás.</p>
<p>– A partir da quebra do sigilo de Cláudio Abreu e das  contas das quais ele é procurador, ficou evidenciado que uma dessas  contas era da Delta nacional – disse. – Isso alimenta a tese de que a  diretoria da Delta tinha ciência dos negócios que ele operava.</p>
<p><strong>CGU nega pedido de prorrogação de prazo</strong></p>
<p>A  informação reforçou as cobranças da oposição na CPI para que a comissão  quebre os sigilos bancário e fiscal da direção nacional da Delta. Na  semana passada, a comissão decidiu restringir a investigação sobre a  construtora à sua atuação na região Centro-Oeste.</p>
<p>A assessoria de  imprensa da Delta disse que seria “normal” que Abreu tivesse  procurações para movimentar contas vinculadas à sede, sem que isso  significasse que a direção-geral da empresa conhecesse todas operações  no Centro-Oeste.</p>
<p>Ontem, a Controladoria-Geral da União (CGU)  negou pedido de prorrogação de prazo de resposta da Delta Construções no  processo que pode classificar a empreiteira como inidônea e impedi-la  de firmar contratos com o governo federal por cinco anos.</p>
<p>A CGU  interpretou a solicitação como uma tentativa de atrasar o processo e  justificou que já havia concedido cinco dias além do tempo previsto. A  J&amp;F, controladora da Delta, lamentou a decisão e disse ter se  esforçado para cumprir o prazo.</p>
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		<title>Um mês para julgar o mensalão</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 16:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Schaffner</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ainda sem data para começar, o julgamento do mensalão será realizado  durante tardes de segundas, quartas e quintas e deve levar um mês para  ser analisado pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A  proposta foi apresentada ontem pelo relator da ação, ministro Joaquim  Barbosa.
Os ministros discutiram a formatação do julgamento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda sem data para começar, o julgamento do mensalão será realizado  durante tardes de segundas, quartas e quintas e deve levar um mês para  ser analisado pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A  proposta foi apresentada ontem pelo relator da ação, ministro Joaquim  Barbosa.</p>
<p>Os ministros discutiram a formatação do julgamento, que  envolve 38 réus. Após a reunião, o presidente do tribunal, Carlos Ayres  Britto, chegou a dizer que está “praticamente batido o martelo” em  relação à proposta de Joaquim Barbosa. Para entrar na pauta, ainda é  necessário que o ministro Ricardo Lewandowski libere sua revisão sobre o  caso.</p>
<p>Ayres Britto apresentou três propostas de realização do  julgamento. Na mais rápida delas, duraria três semanas e teria sessões  durante o dia todo em todos os dias da semana. Joaquim Barbosa afirmou  aos colegas que não teria condições, por causa de seu problema nas  costas, de realizar cinco sessões por semana.</p>
<p>– Esse julgamento será extremamente cansativo – afirmou o relator.</p>
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		<title>Semana de ouvir “os bagrinhos”</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 16:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Schaffner</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sem ouvir governadores, a construtora Delta e mesmo o personagem  principal – o bicheiro Carlinhos Cachoeira –, a CPI se prepara nesta  semana para ouvir seis depoentes, alguns deles conhecidos por figurar em  grampos articulando os interesses do contraventor e de políticos que  orbitam seus negócios. Em tese, Cachoeira poderia depor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem ouvir governadores, a construtora Delta e mesmo o personagem  principal – o bicheiro Carlinhos Cachoeira –, a CPI se prepara nesta  semana para ouvir seis depoentes, alguns deles conhecidos por figurar em  grampos articulando os interesses do contraventor e de políticos que  orbitam seus negócios. Em tese, Cachoeira poderia depor nos próximos  dias, mas os advogados dele negociam um novo adiamento.</p>
<p>Entre os  principais depoimentos, a CPI espera ouvir o sargento da Aeronáutica  Idalberto Matias de Araújo, conhecido como Dadá, que seria “araponga” do  grupo. O início dos depoimentos, na quinta-feira, está marcado para as  10h15min. O esvaziamento da comissão após a exclusão dos governadores da  investigação incomoda parlamentares “independentes”. A senadora Kátia  Abreu (DEM-TO), disse na semana passada que a CPI está se focando nos  “bagrinhos”, referindo-se à blindagem de personagens ilustres.</p>
<p>O  depoimento de Cachoeira, que seria ouvido na semana passada, foi  remarcado para amanhã. Mas, na quinta-feira passada, a defesa entrou com  um novo pedido junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para manutenção  da liminar garantindo ao contraventor goiano o direito de não depor. A  alegação é de que não haverá tempo para analisar todos os dados  sigilosos em posse da CPI.</p>
<p><strong>Advogados de bicheiro não consultaram documentos</strong></p>
<p>O  pedido, porém, pode ser interpretado como tentativa de procrastinação  no STF. Os advogados de Cachoeira não estão usando o tempo  disponibilizado para a consulta dos documentos. A CPI liberou o acesso  dos advogados à sala de consulta do material sigiloso, inclusive no fim  de semana, das 9h às 20h. No entanto, nenhum advogado apareceu até o  sábado.</p>
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		<title>“Temos de correr atrás do dinheiro”</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 16:42:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Schaffner</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Personagem na CPI que resultou no impeachment do ex-presidente Fernando  Collor, Miro Teixeira não acredita que a investigação sobre Carlinhos  Cachoeira possa ser controlada pelo governo.
Zero Hora – O que está acontecendo com a CPI? Há uma operação abafa?
Miro Teixeira – No começo, as pessoas imaginam que podem definir os rumos de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Personagem na CPI que resultou no impeachment do ex-presidente Fernando  Collor, Miro Teixeira não acredita que a investigação sobre Carlinhos  Cachoeira possa ser controlada pelo governo.</p>
<p><strong>Zero Hora – O que está acontecendo com a CPI? Há uma operação abafa?</p>
<p>Miro Teixeira –</strong> No começo, as pessoas imaginam que podem definir os rumos de uma CPI.  Mas quem define os rumos é sua excelência, o fato. A frase é do doutor  Ulysses Guimarães e merece ser evocada nesse momento, quando fica  visível a tentativa de blindagem dos governadores. Só que o discurso de  quem pretende participar da blindagem perdeu a credibilidade.</p>
<p><strong>ZH – Mas houve um acordo entre PT e PMDB. Como reverter essa proteção?</p>
<p>Miro –</strong> Está aumentando o grupo de pessoas comprometidas com a apuração da  verdade. No começo, éramos poucos. Na última semana, já éramos nove, um  quarto da CPI. Na próxima reunião, teremos mais gente.</p>
<p><strong>ZH – O PT trabalhou pela instalação da CPI, mas agora há um nítido recuo do partido. Isso atrapalha a investigação?</p>
<p>Miro –</strong> O desvio de rumos da CPI não dá certo. Tem muitas lentes acompanhando  os trabalhos. Essa liberdade do direito do povo à informação dificulta  muito as transgressões. Não percebo unidade no PT para proteger quem  quer que seja. Há bons parlamentares no PT que estão preocupados em  preservar até a própria sigla.</p>
<p><strong>ZH – A CPI ainda não engrenou e logo os parlamentares irão se dedicar às eleições. Não há risco de esvaziamento?</p>
<p>Miro –</strong> Não. Na CPI do Collor, em 1992, estávamos em um ano eleitoral. A  eleição era em 3 de outubro e, no dia 29 de setembro, o plenário da  Câmara lotou para aprovar o impeachment. O ano eleitoral aumenta a  fiscalização do eleitor e pode até melhorar o desempenho da CPI.</p>
<p><strong>ZH – O senhor acredita que as quebras de sigilo e as 51 convocações aprovadas esta semana podem fazer a CPI avançar?</p>
<p>Miro –</strong> É uma CPI diferente. Em geral, as conclusões de uma CPI são remetidas  ao MP para abertura de inquérito. Essa já começou com investigação da  Polícia Federal. Então, o que temos de fazer é correr atrás do dinheiro  para evitar que, ao final, muita gente saia desmoralizada da comissão,  mas muito rica.</p>
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		<title>Como nasceu a operação abafa</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 16:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Schaffner</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Fábio Schaffner
Criada sob a expectativa de ser a mais sangrenta da história do  Congresso, a CPI do Cachoeira completou um mês com resultados pífios.  Até agora, os parlamentares ouviram apenas dois delegados federais, em  sessão secreta. Como não houve novas revelações sobre a extensão do  esquema criminoso do bicheiro Carlinhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Fábio Schaffner</strong></p>
<p>Criada sob a expectativa de ser a mais sangrenta da história do  Congresso, a CPI do Cachoeira completou um mês com resultados pífios.  Até agora, os parlamentares ouviram apenas dois delegados federais, em  sessão secreta. Como não houve novas revelações sobre a extensão do  esquema criminoso do bicheiro Carlinhos Cachoeira, a sensação no  Congresso é de que a CPI está sendo conduzida de forma a causar o menor  prejuízo político possível.</p>
<p>Essa percepção ficou mais evidente na  quinta-feira, quando PT, PMDB e PSDB evitaram a convocação de  governadores e a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico dos  principais políticos envolvidos com o contraventor.</p>
<p>– A CPI  nasceu de cabeça para baixo. Começou com o Cachoeira preso, a Delta  quebrada e o Demóstenes Torres virtualmente cassado. Não tem muito mais o  que fazer – lamenta o deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO).</p>
<p>A  operação abafa começou uma semana antes, em um encontro de senadores do  PMDB na casa de José Sarney (AP). Disposto a romper com a tática petista  de investir contra a Procuradoria-Geral da República e a imprensa,  Sarney, Renan Calheiros (AL), Eunício Oliveira (CE) e Romero Jucá (RR)  decidiram esvaziar a CPI. Mesmo contrariado, o PT, que tem apoio do  senador Fernando Collor (PTB-AL), cedeu à pressão e concordou em blindar  os governadores e a Delta, a principal empreiteira do PAC. Em troca da  proteção ao governador Marconi Perillo (GO), o PSDB aderiu.</p>
<p><strong>Onyx quer foco em suspeitas de caixa 2</strong></p>
<p>Um  dia antes da fatídica sessão, o relator, Odair Cunha (PT-MG), avisou ao  colega Onyx Lorenzoni (DEM-RS) da disposição de não convocar os  governadores e de quebrar o sigilo somente das filiais da Delta no  Centro-Oeste.</p>
<p>– Discordei frontalmente, mas, como toda CPI, essa também vai acabar fugindo ao controle do governo – aposta o gaúcho.</p>
<p>Onyx  e um grupo de parlamentares independentes tenta fazer uma devassa nas  contas da Delta. A chave para descobertas mais significativas pode estar  na Operação Saint Michel, da Polícia Civil do DF. Em outra frente, eles  pretendem ajuizar ações solicitando o bloqueio dos bens de Cachoeira e  da Delta.</p>
<p>Entre os caciques do Congresso, predomina o sentimento  de que só ações por fora da CPI poderão resultar em avanços. Para  Eduardo Gomes, o comportamento do PT contribuiu para tumultuar e  engessar as apurações:</p>
<p>– O PT entrou na CPI porque Lula queria  encurralar a Procuradoria-Geral da República, a imprensa e atrasar o  julgamento do mensalão. Deu tudo errado porque Lula se esqueceu que não  está mais no poder.</p>
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		<title>Santa Catarina é campeão no combate a dengue</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 15:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maira_gatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Maíra Gatto
Santa Catarina é o único estado do  país que há dois anos mantém os melhores números no combate a dengue. Nos quatro  primeiros meses do ano não foi registrado nenhum caso grave da doença, assim como no ano passado. Em  todo o país, foram  286.011 ocorrências, redução de 44% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Maíra Gatto</p>
<p>Santa Catarina é o único estado do  país que há dois anos mantém os melhores números no combate a dengue. Nos quatro  primeiros meses do ano não foi registrado nenhum caso grave da doença, assim como no ano passado. Em  todo o país, foram  286.011 ocorrências, redução de 44% na comparação com 2011. O número de mortes  também caiu: de 374 no ano passado, para 74 em 2012. Os dados são de um balanço feito pelo Ministério da Saúde, divulgado  nesta quinta-feira (17) em Brasília. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acredita  que o resultado é conseqüência dos investimentos em prevenção:</p>
<p>- A estratégia de reforçar a prevenção e  controle, além da garantia do tratamento oportuno, tem sido acertada. Estamos  aliados aos estados e municípios para que o diagnóstico seja rápido e que o  tratamento leve à recuperação total do paciente – explicou Padilha. Em 2012 foram repassados R$  92 milhões a 1.158 municípios  com objetivo de qualificar essas ações. Santa Catarina obteve apenas R$ 260 mil, já que apenas dois  municípios enviaram projetos ao ministério: Florianópolis e Joinville.</p>
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		<title>Rio Grande do Sul zera casos graves de dengue</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 15:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maira_gatto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Maíra  Gatto
O Rio Grande do Sul teve redução de  100% nos casos graves de dengue nos quatro primeiros meses de 2012. No ano passado, de  janeiro a abril, um caso foi diagnosticado. Santa Catarina e Roraima são outros  Estados que não registraram a doença no estágio mais avançado. Em todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Maíra  Gatto</p>
<p>O Rio Grande do Sul teve redução de  100% nos casos graves de dengue nos quatro primeiros meses de 2012. No ano passado, de  janeiro a abril, um caso foi diagnosticado. Santa Catarina e Roraima são outros  Estados que não registraram a doença no estágio mais avançado. Em todo o país foram 286.011 ocorrências,  redução de 44% na comparação com 2011. O número de mortes também caiu:  de 374 no ano passado, para 74 em 2012. Os dados são de um balanço feito pelo Ministério  da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (17) em Brasília. O ministro da Saúde,  Alexandre Padilha, acredita que o resultado é conseqüência dos investimentos em  prevenção:</p>
<p>- A estratégia de reforçar a prevenção e  controle, além da garantia do tratamento oportuno, tem sido acertada. Estamos  aliados aos estados e municípios para que o diagnóstico seja rápido e que o  tratamento leve à recuperação total do paciente – explicou Padilha.</p>
<p>Em 2012 foram repassados R$  92  milhões a 1.158 municípios com objetivo de qualificar  essas ações. O Rio Grande do Sul obteve apenas R$ 200 mil, já que apenas quatro  cidades apresentaram projetos ao ministério: Porto Alegre, Ijuí, Santa Rosa e  Santo Ângelo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Transportes anuncia cronograma de duplicação das BRs 470 e 280 em SC</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Schaffner</dc:creator>
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Por Angélica Sattler
Depois de uma hora e meia de reunião no Ministério dos Transportes, nesta terça-feira, uma comitiva de parlamentares e autoridades catarinenses ficou entusiasmada com o anúncio do cronograma de duplicação das BRs 470 e 280.
O ministro Paulo Sérgio Passos prometeu que os editais de licitação  serão lançados a partir de julho, com [...]]]></description>
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<p><em><strong>Por Angélica Sattler</strong></em></p>
<p>Depois de uma hora e meia de reunião no Ministério dos Transportes, nesta terça-feira, uma comitiva de parlamentares e autoridades catarinenses<strong> </strong>ficou entusiasmada com o anúncio do cronograma de duplicação das BRs 470 e 280.</p>
<p>O ministro Paulo Sérgio Passos prometeu que os editais de licitação  serão lançados a partir de julho, com investimentos da União de pelo  menos R$ 2,85 bilhões. A única pendência na reunião foi a definição da  construção de uma ponte na localidade de Cabeçudas, em Laguna, uma das  obras mais complexas no projeto de duplicação do trecho Sul da BR-101. O  ministro, no entanto, se comprometeu que irá discutir o assunto em  audiência prevista para nesta quarta-feira com a presidente Dilma  Rousseff.</p>
<p>Uma das principais reivindicações dos catarinenses, a duplicação da  BR-470 será dividida em quatro lotes. Os projetos executivos de três  deles entre Navegantes e a BR-101, entre a BR-101 e Ilhota e entre  Gaspar e Indaial serão concluídos respectivamente em julho, agosto e  setembro. Serão 74 quilômetros de duplicação, com um investimento de R$  1,7 bilhão.</p>
<p>O trecho entre Ilhota e Gaspar é o único sem definição, já que serão  necessários novos estudos por causa do solo na região. Não há previsão  para a extensão da obra entre Indaial a Alto Vale. O projeto-executivo  nem sequer teve início, já que a obra não está incluída no Programa de  Aceleração do Crescimento (PAC).</p>
<p>Para a duplicação da BR-280, o ministério também dividiu a obra.  Serão três lotes, de Jaraguá do Sul a Guaramirim. O projeto-executivo  deve ficar pronto em julho, com o lançamento do edital de licitação para  setembro. O custo da obra está orçado em R$ 1 bilhão. A inclusão da  travessia do Canal do Linguado no projeto exigirá a construção de uma  ponte, que irá custar R$ 150 milhões.</p>
<p>— Foi a melhor reunião que já tivemos no ministério — comemorou o  coordenador da Frente Parlamentar Catarinense, o deputado Décio Lima  (PT).</p>
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		<title>Patriota nega retaliação a produtos da Argentina</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Schaffner</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Letícia Luvison
Embora há uma semana o governo esteja exigindo licenças para a entrada  de pelo menos 10 tipos de alimentos importados da Argentina, o  Ministério das Relações Exteriores negou que esteja fazendo retaliações  ao país vizinho. A negativa foi dada ontem à tarde, após encontro do  chanceler Antonio Patriota com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Letícia Luvison</strong></em></p>
<p>Embora há uma semana o governo esteja exigindo licenças para a entrada  de pelo menos 10 tipos de alimentos importados da Argentina, o  Ministério das Relações Exteriores negou que esteja fazendo retaliações  ao país vizinho. A negativa foi dada ontem à tarde, após encontro do  chanceler Antonio Patriota com o ministro das Relações Exteriores  argentino, Héctor Timerman.</p>
<p>O objetivo foi desfazer os rumores de que os dois países estariam travando uma guerra comercial.</p>
<p>– A relação com a Argentina se beneficia de um contexto político muito favorável – desconversou Patriota.</p>
<p>Desde  terça-feira da semana passada, o Brasil está criando dificuldades para a  entrada no país de vinho, uva, farinha de trigo, maçã, batata, além de  outros produtos. A condição atrasa a entrada dos produtos no Brasil.  Apesar da negativa oficial, essa foi uma das maiores ofensivas feitas às  mercadorias argentinas. Relatos afirmam que a reunião dos dois  chanceleres foi tensa.</p>
<p>– Terminou a brincadeira – afirmou, durante a audiência, graduado técnico do Ministério do Desenvolvimento.</p>
<p>A  pressão surtiu efeito. Em uma semana, uma nova reunião em Buenos Aires,  com representantes dos dois países, vai iniciar as negociações para  tentar resolver os problemas bilaterais. Na ocasião, o governo planeja  discutir o fim das restrições para móveis, calçados e máquinas  agrícolas, setores que têm sofrido prejuízos no Estado com a política  comercial argentina.</p>
<p>A Casa Rosada já havia demonstrado a  intenção de reduzir a cota para a importação de carne suína brasileira.  Das 3,5 mil toneladas previstas, seriam liberadas apenas 2,5 mil  toneladas. O impasse, no entanto, foi resolvido.</p>
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