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Posts de setembro 2014

Qual o melhor lugar para curtir a primavera?

30 de setembro de 2014 0

O florescer das plantas e o clima ameno da primavera são estimulantes para quem gosta de sair ao ar livre. E onde você costuma aproveitar a estação?  Nos envie dicas de lugares para curtir estes próximos três meses. Não esqueça de dizer o seu nome e em que cidade fica o local. :)

A @cjaquedm indicou o Vale dos Vinhetos, em Bento Gonçalves, pelo Instagram

Acesse o link do Participe

 

Leitor-repórter: morador de Feliz cria biblioteca pública no muro de casa

29 de setembro de 2014 13

Um gesto pode mudar a vida das pessoas. O clichê, neste caso, é válido para representar a atitude de Sãndro Belloríni, 46 anos. O morador de Feliz, cidade a 83 km de Porto Alegre, criou sua própria biblioteca pública, na calçada de casa.

Em abril do ano passado, ele pegou cerca de 20 obras que se amontoavam em seu quarto, improvisou uma prateleira a partir de uma cesta de frutas e as pendurou do lado de fora do muro de casa. Os livros ficaram na rua, para quem quisesse lê-los. A condição era simples: “leia e devolva”.

Sândro Belloríni 2

Segundo Belloríni, que é estudante de Artes Visuais da Feevale, a pretensão inicial era possibilitar a leitura àqueles que não tinham oportunidade. A iniciativa foi um sucesso.

Além de respeitar o aviso, quem retirava as obras fazia também doações. O idealizador confessa: a aceitação das pessoas foi maior do que o imaginado. Hoje, o número de livros mais que dobrou, são cerca de 50 - herança das doações de amigos que ligam querendo ajudar.

O muro ganhou uma nova cesta, logo abaixo da primeira, com histórias infantis, para “incentivar as crianças a ter o compromisso de devolver”, como enfatiza Sãndro. Assim como as obras, o número de admiradores também cresceu.

João Milton Arind, é um deles. Por meio da ideia ele pôde ler o primeiro livro da sua vida, aos 53 anos. O açougueiro, que trabalha em um mercado vizinho à residência, lembra ter sido atraído pelos enfeites da caixa muito “caprichada”.  Ficou curioso e chegou perto.

Entre as capas de livros de história germânica e outros contos, Arind recorda que uma capa lhe chamou a atenção. Na ilustração, o retrato de uma família com trajes típicos da colônia. O nome da obra não lhe vem a cabeça, mas a história permanece na memória: um filho que queria administrar a fazenda do pai, mas não tinha “visão” suficiente. Depois de brigar com a família e ir embora, retorna no leito de morte do pai para assumir os negócios.

A leitura se tornou um hábito para João. Se antes não tinha tempo por causa do trabalho que o consumia o dia todo, hoje usa o início da manhã para se dedicar a isso. Acorda cedo, por volta das 5h, e enquanto toma café da manhã fixa o olho nas letras miúdas das páginas. Desde o primeiro dia em que passou pela “caixa colorida”, já leu três obras:

- É uma alegria imensa ter lido histórias tão bonitas, uma satisfação. Que continue assim, é a melhor maneira de incentivar a ler. Tomara que continue dando certo – agradece.

Sãndro não pensa em abandonar o trabalho, e comemora a proporção da atitude:

- Quando ouvi o relato do João fiquei emocionado. E saber que o projeto pode de alguma maneira ter contribuído para o bem-estar dele ou de outra pessoa, me deixa muito feliz. É muito gratificante. Fazer o bem não importa a quem.

Sândro Belloríni

Foto do Leitor: vistas

26 de setembro de 2014 0

Maria Luiza Baillo Targa fotografou o nascer do sol na praia de Tramandaí.

Maria Luiza Baillo Targa

Solange Campello registrou flores no primeiro dia da primavera.

solange

Vera Lúcia Souza enviou foto do farol em Capão da Canoa.

vera lucia

Comentários da página do leitor de ZH desta sexta-feira (26/09/2014)

25 de setembro de 2014 0

AUXÍLIO-MORADIA

Nosso país realmente parece estar andando fora dos trilhos da moralidade. Impossível acreditar que existam pessoas tão insensíveis a ponto de autoelevarem seus salários, além de outras mordomias, quando em troca nos oferecem tão pouco. Senhores magistrados, olhem à sua volta: existem pessoas se alimentando de lixo, de restos.
Não seria muito mais justo empregar esses R$ 110 milhões anuais para a construção de hospitais, e centros de saúde?
Jaí Antônio Strapazzon
Técnico em segurança do trabalho – Sapucaia do Sul

Auxílio-moradia para os maiores salários de um país onde pessoas são expulsas de prédios abandonados, em que buscam sobreviver às intempéries? É, no mínimo, aviltante! Ganância seria a denominação mais adequada a essa instituição.
Até quando vamos sustentar, de boca calada, a corte?
Maria Albertina Liedke
Professora – Porto Alegre

Quem dará um basta a essa voragem da magistratura, que tem o poder de julgar e decidir quanto deve ganhar? Diante desse descalabro todo, me pergunto o que pensam sobre essa generosidade, por exemplo, os abnegados voluntários e colaboradores de instituições como o Educandário São João Batista, que atende crianças de 0 a 21 anos com deficiên-
cias físicas múltiplas, mantendo-se com sacrifícios e vivendo de doações. Ou o que dirão os dependentes do IPE/RS, declaradamente falido. Ou ainda os sobreviventes aposentados da previdência social.
R$ 110 milhões anuais para pagar aluguel, inclusive para os inativos! Onde estão os nossos deputados estaduais? Ficarão calados, numa postura de submissão, covardia e vergonhosa cumplicidade com esta asquerosa
benevolência?
Clóvis Aurélio Faraco
Representante comercial – Estrela

Comentários da página do leitor de ZH desta quarta-eira (24/09/2014)

23 de setembro de 2014 0

SEGURANÇA
Estive em Porto Alegre durante sete dias. Percorri o Centro e os bairros Bom Fim, Cidade Baixa, Azenha, Petrópolis e Assis Brasil e fiquei estarrecido com a total falta de segurança, pois não encontrei nenhuma viatura policial circulando pelas ruas.
Renato Mendes Prestes
Administrador – Brasília (DF)

RESPEITO
Não concordo com o comentário do leitor Pablo Thiel Della Cruz, publicado ontem, em que ele generaliza e diz que ninguém respeita idosos, deficientes e espaço para vagas de bicicleta.
Faço parte dos milhares de cidadãos e cidadãs que respeitam todas as regras, principalmente estas. Ele não fala por mim e não acho que o mundo esteja perdido.
UBIRATAN FREITAS
Representante comercial – Gravataí

SOBRE ZH

Comentários sobre o artigo “Democracia: ilusão ou mentira”, do estudante Guilherme Bacchin publicado na segunda.

Belíssima abordagem sobre a democracia. Compartilho do mesmo pensamento, até porque democracia entende-se por um país no qual o sujeito é livre para agir e pensar. Porém, o grito da verdadeira democracia está contido e o silêncio impera.
Há justiça, mas estamos cansados de assistir a injustiças com pessoas inocentes e ingênuas. Há igualdade, mas o desigual impera. Querem cotas para igualar o que pensávamos já ser um país democrático.
A democracia não é nossa, pois não somos donos de nós mesmos.
Nossas vidas e a de quem chora e morre em um corredor de hospital estão retidas em um direito esquecido, camuflado em leis que não são claras para quem vive na escuridão de um falso sistema.
Claudeti Macedo da silva
Professora – Cachoeirinha

Que satisfação ler, em tempos de mentes embotadas, o artigo contundente do estudante Guilherme Bacchin, questionando a atual democracia. Pois, na tal democracia, nos últimos 12 anos, o governo esteve envolvido em “maracutaias” para todos os gostos e de todos os tamanhos. No entanto, as “autoridades” nunca souberam de nada.
Jair Escobar de Moraes
Aposentado – Santiago

Leitor-repórter: Cadê os bibliotecários? Estado não realiza concurso público para a área há 20 anos

23 de setembro de 2014 14

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É crítica a situação da biblioteca do Instituto General Flores da Cunha, de Porto Alegre. A leitora Bruna Abatti Chaffe, que é bibliotecária, afirma que o local encontra-se em péssimo estado, com paredes descascando, infiltrações, goteiras, obras obsoletas e sem atrativo nenhum para os alunos.

Em uma visita ao local, Bruna ficou surpresa. Indignados, os alunos utilizaram fichas catalográficas para formar na parede da biblioteca a frase “Cadê bibliotecário?”.

– Não é só o instituto. Muitas outras bibliotecas escolares do Estado clamam urgentemente por ajuda. Há falta de tudo – relata.

Alessandra Lemes da Rosa, vice-diretora da escola, explica que. na ausência de um profissional habilitado, professores com horários disponíveis são remanejados para atender a biblioteca.

Há dois anos, estudantes do Ensino Médio Politécnico mantêm um projeto para catalogar as obras existentes e separá-las por área de conhecimento. A iniciativa, criada a partir da disciplina de Seminário Integrado, auxilia na organização dos livros que ficam nos laboratórios, evitando a degradação das obras, já que a biblioteca tem goteiras.

De acordo com o Conselho Regional de Biblioteconomia, o último concurso público estadual para bibliotecário ocorreu em 1994. Na época, foram oferecidas 100 vagas, sendo que 88 aprovados foram efetivados e, destes, só 16 permanecem em exercício. Existem atualmente 2,3 mil bibliotecas sob responsabilidade do Estado, a maioria sem profissionais habilitados.

Contraponto – O que diz a Seduc
Segundo a assessoria de comunicação da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), por tratar-se de um prédio tombado pelo patrimônio histórico, os processos burocráticos anteriores à abertura de licitação precisaram de três anos para serem concluídos. Em breve será lançado o edital de licitação para a contratação da empresa que será responsável pela execução da obra de restauro na escola.
Até a tarde de ontem, a Seduc não havia se pronunciado sobre a ausência de bibliotecário na instituição, nem sobre a contratação de novos profissionais para suprir a demanda no Estado.

Deu Match! Os casamentos do Tinder

23 de setembro de 2014 20

Divulgação
Todo mundo já conhece o Tinder (caso você não lembre, é  um aplicativo de paquera que faz sucesso entre todas as faixas etárias). Da sua capacidade formar casais então, nem se fala. Mas gostaríamos de contar as histórias daqueles que encontraram o amor (namoro ou casamento) por meio do app. Você é um deles? Mande para gente seu relato

Leitor-repórter: Estacionamento ocupa espaço irregular próximo ao Parcão

22 de setembro de 2014 0

estacionamento com tapumes na calçada

O leitor Éverton D’Arrigo, de Porto Alegre, registrou placas e tapumes de um estacionamento bloqueando parte da calçada na Rua Comendador Caminha, em Porto Alegre. Conforme o relato, os objetos dificultam a visão dos motoristas e a passagem de pedestres. D’Arrigo diz que já foram registrados protocolos no portal Fala Porto Alegre, mas até o momento, nada foi feito no local.

placa do estacionamento


Contraponto

 O que diz a SMOV:

Segundo a Assessoria de Comunicação da Secretaria de Obras e Viação, a empresa proprietária do estacionamento foi notificada no dia 11 de setembro para a retirada dos tapumes do passeio público. Caso a ordem não seja cumprida até o dia 25 de setembro, a empresa terá que pagar multa, cujos valores não foram divulgados pela SMOV.

Seu município ou bairro possuem um problema sem resolução? Envie seu registro e seja o próximo leitor-repórter!

Leitor-repórter: carros estacionados irregularmente obstruem estação do BikePOA no Centro

22 de setembro de 2014 22

No final da tarde de domingo, um leitor de ZH flagrou uma das irregularidades cometidas por motoristas que buscam vagas de estacionamento no Centro de Porto Alegre.

 

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IMG_5402 Fotos: Valmir da Silva Soares

Nas imagens enviadas por Valmir da Silva Soares, pelo Whatsapp, dois carros bloqueiam a retirada e a devolução de bicicletas na estação Câmara de Vereadores do BikePoa, na Rua Ibanor José Tartarotti, próximo a Avenida Loureiro da Silva.

 

Contraponto

A EPTC se manifestou por e-mail. Veja a declaração:
“A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) informa que estacionar diante das estações BikePoa, impedindo a circulação das bicicletas, é infração média, de quatro pontos na habilitação e multa de R$ 85,13, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, pois o condutor do veículo motorizado acaba por impedir a movimentação de outro veículo. Denúncias devem ser encaminhadas para o fone 156, indicando o local da ocorrência. ”

Veja outros posts do Leitor-repórter

Leia em ZH:
Mitos e verdades sobre as bicicletas no trânsito

Leitor-repórter: botos na costa gaúcha

22 de setembro de 2014 0

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Já pensou em observar botos aqui no Rio Grande do Sul? O leitor Lucas Ott Tavares, 24 anos, enviou a foto de um desses animais, feita na Lagoa dos Patos, a cerca de 1 quilômetro da costa. Lucas, que é biólogo e faz mestrado em Oceanografia Biológica, explica que é possível observá-los na costa gaúcha.

– O melhor local é no Canal da Barra, entre os dois molhes, no Cassino. É possível vê-los o ano todo, mas principalmente no verão.

Segundo Lucas, a espécie reside no estuário da Lagoa dos Patos e proximidades, como Praia do Cassino e Praia do Mar Grosso. A região possibilita abrigos naturais para a proteção contra predadores e para o cuidado com os filhotes.

O registro foi feito em uma das atividades do monitoramento da população de botos, que é realizado pelo Laboratório de Mamíferos Marinhos/Museu Oceanográfico Furg desde a década de 1970.

– O monitoramento é extremamente importante, pois, como o boto é considerado um predador de topo, a espécie também é um indicador ambiental.

Além disso, a região comporta várias atividades industriais e portuárias que podem afetar a sobrevivência dos botos.  Através do monitoramento, é possível avaliar potenciais alterações da população de botos e elaborar planos de ação para sua conservação.

O projeto é coordenado por Pedro F. Fruet e, além de Lucas, tem a participação de Rodrigo Genoves, Rihel Santos e Kim Catalani.