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Posts de outubro 2014

Missão ZH: compartilhe fotos com seus livros preferidos

31 de outubro de 2014 0

LIVRE-SE

Começou nesta sexta-feira a 60ª Feira do Livro de Porto Alegre. Inspirados no evento, desafiamos nossos leitores:  mostre o seu amor pelos livros!

Poste uma foto sua com um ou mais livros no Instagram e use a hashtag #euS2ler.

Vale todo tipo de foto: em casa, na feira, na rua, com cachorro, com a vó, mas tem que te rum livro junto.

Nossa repórter Isadora Neumann já entrou na brincadeira (foto acima).

Também vale compartilhar a capa do seu livro favorito (daí pode até acrescentar a hashtag #ficaadica).

Veja o regulamento.

Comentários de leitores desta sexta-feira (31/10/2014)

31 de outubro de 2014 0

Comentários de leitores publicados na edição impressa desta sexta-feira (31/10/2014)

 

RADICALISMO

Após o Brasil decidir nas urnas seu novo presidente, eleitores ressentidos com o resultado da eleição usaram a internet para disseminar manifestações de ódio contra os nordestinos.
As mensagens via redes sociais foram desde o singelo “destruíram nosso país” até desejos mais agressivos, como “que o ebola chegue ao Brasil pelo Nordeste”. Vale lembrar, no entanto, que o desempenho de Dilma no Sul e no Sudeste foi fundamental para seu triunfo.
Apesar dos ânimos exaltados, cientistas políticos apostam que o ódio disseminado nas redes sociais deve passar logo. Não há entre a população – com exceção de setores minoritários e radicais que espalham ódio e preconceito contra pobres, nordestinos, negros e mulheres – um clima de animosidade.
Danilo Guedes Romeu
Professor – Porto Alegre

POLÍTICA
Sou do tempo em que as propostas dos candidatos ao governo do Estado eram para melhorar segurança, saúde e educação. Hoje, além de termos péssimos serviços (para não dizer que não temos esses serviços), o candidato eleito tem que priorizar como pagar as dívidas com o governo federal. Ou seja: mandato após mandato, é sempre a mesma coisa, os governantes fazem um péssimo governo, endividam cada vez mais o Estado e saem ilesos.
Paulo Aronna
Representante comercial – Capão da Canoa

MULTAS DE TRÂNSITO
As multas sobre infrações de trânsito só terão eficácia se fizerem parte de um plano maior, que obrigue à reeducação dos motoristas.
Os ricos não se preocupam com o valor das multas. Já os pobres podem ficar inviabilizados de exercer uma atividade honesta, pois perdem o acesso a dirigir para trabalhar.
É preciso obrigar os infratores a frequentar cursos, além de treinamento e prestação de serviço à comunidade.
Vladimir Duarte Dias
Professor aposentado – Porto Alegre

CARLOS ARAÚJO
Depois de ler na ZH a entrevista com Carlos Araújo em que ele afirma que “as elites sempre querem fazer impeachment”,
sinto-me obrigado a discordar com veemência, pois o único caso de impeachment que eu conheço foi o do Collor. Será que os caras-pintadas e militantes de esquerda que exigiram a renúncia dele eram das elites?
Não é com tais mistificações que vamos superar a divisão dos brasileiros resultante das eleições, como sugere o conselheiro de Dilma.
Wolfgang Collischonn
Bancário aposentado – Lajeado

 

SOBRE ZH

Comentário sobre o texto “Sulistas têm razão ao se queixar do voto dos nortistas“, publicado segunda-feira no “Blog do David Coimbra”. 

Apesar de concordar com parte da análise do colunista no que tange o sistema federativo brasileiro, sinto falta de não existir em Zero Hora a figura de um Ombudsman para que fosse possível encaminhar, formalmente, um comunicado de insatisfação por parte do conteúdo publicado no artigo “Sulistas têm razão ao se queixar do voto dos nortistas”.

Análise, esta, que parece se alimentar de uma ótica municipalista. O que faz sentido quando entendemos que é o espaço físico onde a vida humana acontece.

Sei que o colunista é um jornalista experiente. Conheço seu trabalho enquanto repórter desta e de outras casas. E não me oponho, aqui, a uma pessoa, mas a ideia expressa. Fiquei surpreso ao ler o dito texto com o que considero um ato leviano no tratamento dado para o preconceito e incitação ao ódio que reverberou pelas redes sociais de todo o país.

No momento em que o colunista inclui aspas em preconceito, e afirma que isto é justificável, e que considera justo um povo cometer todo o tipo de injúria a outro, ele compactua com este preconceito e vira seu porta-voz, mesmo que não queira. Cria esferas mentais de mitigação de um problema grave que não pode ser atenuado, mas debatido diariamente em sociedade. Algo que, incidindo diretamente sobre a cultura de massa, devido ao alcance do veículo, endossa um sentimento que o contrato social do jornalismo prega o combate.

Dizer que qualquer pessoa tem razão em se queixar do voto alheio é irresponsável, é um desconhecimento sobre o princípio democrático e pressupõe ultrapassar a barreira da liberdade de manifestação do pensamento. Se existisse o direito assegurado a uma pessoa criticar o voto de outra, ainda mais como os “sulistas”, fizeram com os “nortistas”, este não seria secreto e individual. E a generalização de afirmar que a população de um recorte geográfico se queixa de outra é leviana e não há base de dados que a sustente. É o empirismo da utopia dentro do preconceito indesejado e desapercebido.

Acredito que a intenção do colunista não foi incitar o ódio e o preconceito,   tampouco perambular pela corda bamba da constituição federal, muito pelo contrário. Utilizou um espaço para democrático para expor sua visão de mundo. Mas foram palavras duras em voz de veludo, nubladas por uma certa ausência de sensibilidade. Desta vez, penso que faltou tato.

 

Comentários de leitores desta quinta-feira (30/10/2014)

30 de outubro de 2014 0

Comentários de leitores publicados na edição impressa desta quinta-feira (30/10/2014)

 

VATICANO
Aos 77 anos, após ser professor universitário por 38 anos, agora aposentado, tenho a satisfação de ler a notícia de que o Vaticano dá mais um passo para reconhecer a incorreção dos ensinamentos bíblicos sobre a formação do Universo e a evolução da vida na Terra.
Muito sofri com discriminações e intolerâncias por defender, nas salas de aula, a ciência e seus progressos e apontar como incorretas e insustentáveis as palavras bíblicas.
Luiz Eurico Moreira
Professor doutor e paleontólogo – Nova Petrópolis

POLÍTICA
Reforma política é do que menos o país precisa. Não é mais do que um engodo para manter tudo na mesma ou mudar para pior.
O que o país precisa é do fim do foro privilegiado, das mordomias da magistratura e do Legislativo, moralização dos serviços públicos, penalização severa dos corruptos e corruptores, limitação drástica das medidas provisórias, término da indicação dos cargos da Justiça pelo Executivo etc.
Isacc Sprinz
Médico – Porto Alegre

Passado o pleito, podemos concluir que na política não existem anjos ou demônios! Faz 500 anos que a corrupção espreita o nosso país. Infelizmente isso não é nenhuma novidade e nem “privilégio” dessa ou daquela sigla partidária. A diferença é que hoje ficamos sabendo das falcatruas.
Devemos, entretanto, defender o fortalecimento das instituições responsáveis pela apuração e punição das práticas delituosas. Acredito que no dia em que avançarmos no debate da escolha de qual modelo de Estado e de sociedade queremos, então conseguiremos eleger nossos representantes com maturidade e não com passionalidade como acontece atualmente.
Luis Alberto Mendes de Souza
Policial civil – Eldorado do Sul

 

SOBRE ZH

Como assinante e leitora diária de ZH, quero manifestar minha indignação com o chargista Marco Aurélio. Ele vem pecando pela falta total de originalidade e de criatividade, repetindo exaustivamente temas que agridem a imagem da nossa presidente da República. Suas charges são tão fracas, que nos últimos meses foram acrescidas de legendas, para tentar explicá-las.
ZH, que tem em seus quadros cronistas excelentes, como Luis Fernando Verissimo, Rosane de Oliveira, David Coimbra e Moisés Mendes, entre outros, precisa estar atenta a isto! O leitor merece ser respeitado!
Ursula Kahl Engelmann

Professora – Estância Velha

Leitor registra termômetro de rua marcando 42ºC na tarde desta quarta-feira

29 de outubro de 2014 0

O calorão antes mesmo do verão foi um dos assuntos mais comentados do dia. O leitor Rafael Kollet, 26 anos, registrou um termômetro de rua na Avenida Goethe, em Porto Alegre, registrando 42ºC às 17h45min desta quarta-feira.

 

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Saiba mais: Entenda por que a temperatura dos termômetros de rua não bate com a oficial.

Cachorrinha de Santa Maria se locomove com cadeira de rodas adaptada

29 de outubro de 2014 7

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O leitor Diornes Lavinski, 26 anos, morador de Santa Maria, mandou por WhatsApp a história de sua cachorrinha Kid, de 10 anos.

Há aproximadamente cinco anos, ela foi diagnosticada com uma hérnia de disco. Segundo Diornes, o veterinário que atendeu o animalzinho indicou que ela deveria ser sacrificada, mas a família optou pela vida da cachorrinha.

A rotina exige muitos cuidados, como a troca de fraldas de Kid e auxílio para que ela posso fazer suas necessidades. No entanto, ela tem uma vida feliz e passeia diariamente, à tardinha, com uma cadeira de rodas especial feita sob medida para ela.

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Também tem uma história legal? Envie para ZH!

Comentários de leitores desta quarta-feira (29/10)

29 de outubro de 2014 1

Comentários de leitores publicados na edição impressa desta quarta-feira (29/10).

 

ELEIÇÕES
Na recente eleição presidencial, votei no candidato Aécio Neves porque me identifiquei com suas propostas.
No entanto, a maioria dos eleitores brasileiros optou pela continuidade do governo de Dilma Rousseff e esta escolha democrática deve ser respeitada. Espero, sinceramente, que a presidente tenha um grande desempenho em seu novo mandato.
Por outro lado, discordo terminantemente das pessoas que nas redes sociais estão discriminando nossos irmãos das regiões Nordeste e Norte por terem garantido a vitória de Dilma. Lá, existem pessoas honradas, trabalhadoras, inteligentes e brasileiras como nós e elas não merecem tais ofensas.
Não esqueçamos que naquelas plagas nasceram Ruy Barbosa, Jorge Amado, Ayres Britto e outros tantos ilustres brasileiros que, com certeza, não merecem ser ultrajados.
Sérgio Souza de Araújo
Aposentado – Porto Alegre

Sou contra as discriminações, mas temos que analisar as razões dessas manifestações. Sempre soubemos que o Nordeste é uma região atrasada, não por sua culpa, mas porque se constitui no potreiro eleitoral da maioria dos nossos políticos corruptos. Para essa região, deficitária em arrecadação, vai um percentual elevado dos recursos do Sul, para amenizar o déficit.
Nesta eleição, ficou evidente o efeito Bolsa Família, que é uma esmola dada pelo governo sem nenhuma perspectiva de que os benefi-
ciários, em um futuro próximo, possam andar com as próprias pernas.
Se possuíssemos segurança, saúde, rodovias, portos, não tivéssemos esta frota de caminhões esmagando automóveis pelas estradas, sem a farta distribuição de recursos, as ditaduras socialistas, com certeza estas manifestações não existiriam.
Paulo Clóvis Stein Garcia
Aposentado – Porto Alegre

O Brasil acaba de passar por uma das mais acirradas campanhas presidenciais de toda a sua história. E em um Estado de livre direito democrático como o em que vivemos,
devemos respeitar a vontade da grande maioria dos eleitores, que neste caso foi de uma diferença de cerca de 3,5 milhões de votos, número que supera a população de muitos países.
Que Deus abençoe nossa presidente e
que nossa pátria brasileira siga um caminho de união da população, solidariedade e progresso.
O Brasil é um só, e todos formamos esta
República, que tem inúmeros exemplos de cidadania e humanismo para muitas outras pátrias que se dizem de Primeiro Mundo.
Célio Borba
Aposentado – Curitiba (PR)

 

SOBRE ZH

Comentário sobre a seção “Com a Palavra”, publicada no domingo, que ouviu Airton Ortiz.
Memórias de um Revolucionário, de Olympio Mourão Filho, é um livro que, literalmente, “desmancha” a elite militar da época (1977). Quando a L&PM publicou o livro, tal era o nível das críticas e até de ofensas aos chefes militares da ditadura, que nenhum editor em Rio e São Paulo ousou publicá-
lo. É um brado contra a ditadura e a repressão dado justamente pelo militar que chefiou as tropas em 31 de março. Por isso, o livro foi apreendido. Além da apreensão violenta e arbitrária, houve a tentativa de prender eu e meu sócio, Paulo Lima, quando a Polícia Federal invadiu e lacrou a gráfica que imprimia o livro. Na ocasião, fugimos da polícia no carro da sucursal do Jornal do Brasil em Porto Alegre e tivemos que “sumir” algumas semanas.
Fomos processados juntamente com o grande historiador brasileiro Hélio Silva, que era quem detinha os direitos autorais do livro, já que o general Mourão havia morrido. E, depois de uma batalha judicial comandada pelo meu pai, o advogado e ex- deputado comunista Antonio Pinheiro Machado Netto, que durou dois anos, o livro finalmente foi liberado para circular. A decisão do Judiciário foi histórica e decretou em 1979 (ano da Anistia) a liberação desse livro que foi o último a ser apreendido por motivos políticos no Brasil.
Ivan Pinheiro Machado
Diretor editorial da L&PM Editores

Comentário sobre a coluna “O gringo Mantega”, de Moisés Mendes, publicada ontem.
Esse escritor é tão PT, que sua coluna deveria ter uma estrela vermelha. Usa termos como
“reacionários do Sul”, repete o discurso de Lula sobre o preconceito contra os pobres, refere-se à estagnação da economia como “pretexto” de uma elite preconceituosa. Novamente lemos o chavão do aumento de renda, emprego e consumo, nunca mencionado perto de assistencialismo, mão de obra sem qualificação e endividamento da população. E isto só na coluna de hoje.
Seria mais democrático se ZH alternasse esse colunista com outro que tivesse uma visão diferente, ou colocasse seus comentários na seção de artigos, onde geralmente aparece um contraponto de outra autoria.
Silvia Freund
Aposentada – Guaíba

O Brasil é onde se tem ainda o grato prazer de ler uma crônica maravilhosa, comovente, lúcida e independente como esta. Estrangeiro radicado há quase 20 anos no RS (sou imigrante português), devorador e viciado no papel impresso, vejo-me pela primeira vez dirigindo-me a um jornalista para lhe expressar minha gratidão por crônica tão bela que recortei, copiei e coloquei em meu mural, além de distribuir cópias para meus filhos.
Alexandre Teotónio Miranda dos Santos
Porteiro – São Leopoldo

Comentários de leitores desta terça-feira (28/10/2014)

28 de outubro de 2014 0

Comentários de leitores publicados na edição impressa desta terça-feira (28/10/2014)

ELEIÇÕES

Democraticamente, as urnas falaram. Por um pequeno percentual, foi reeleita a atual presidente.
Agora, cabe cobrar as medidas anunciadas e fazer um governo novo, desta vez cumprindo promessas não efetivadas no anterior, combatendo a corrupção nos órgãos governamentais.
Lauro Prestes Neto
Oficial da Brigada Militar – Triunfo

Existem ônus e bônus de vivermos em um país continental, repleto de riquezas e mazelas.
Não podemos condenar o resultado das urnas, pois a maioria é que decide em um sistema democrático. Sou brasileiro, patriota e respeito o sistema.
Lembrem-se de que, independentemente dos vencedores, a corrupção sempre existiu e sempre existirá, pois o poder corrompe.
Existem muitos honestos que estão no poder e devemos nos aliar a eles, que são os que farão a diferença. Cabe, sim, aos eleitores e cidadãos brasileiros a eterna vigilância.
Tenho orgulho de ser brasileiro e luto por um país melhor e mais seguro para nossos filhos.
Ricardo de Souza Salamon
Comissário de Polícia – Viamão

A cada eleição, o eleitor com consciência se sente mais repugnado com o uso cretino do voto. Primeiro, os debates não trazem nada de concreto e objetivo: resumem-se a ofensas e a quem bate mais nos erros cometidos a cada mandato.
Segundo, ficou provado que é difícil escolher um representante decente para assumir o comando da nação, e a abstenção é o último refúgio daqueles que não acreditam mais em nada para mostrar a incapacidade e ineficiência dos gestores.
Há muito, a política partidária se tornou um “emprego” de alta remuneração e privilégios, sustentada pela corrupção e por toda uma estrutura de falcatruas.
Marcelino Pogozelski
Técnico em segurança do trabalho – Porto Alegre

 

MURAL ZH

Qual o saldo do segundo turno das eleições para o país?

>> Confira mais respostas

Puro preconceito com o povo do Nordeste e Norte. Dilma ganhou a eleição no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Assim, Aécio perdeu em seu própio Estado, que poderia fazer com que a faixa presidencial estivesse no peito do seu conterrâneo.
Paulo Roberto Ulema Ribeiro
Porto Alegre

No discurso, Dilma afirma que não compactua-
rá com a corrupção, proporá mudanças na legislação para acabar com a impunidade. Para atingir esse desiderato, enfrentará uma tarefa tão hercúlea quanto a do herói grego ao limpar as cavalariças de Áugias. Terá que usar as águas límpidas da moralidade e da pertinácia, sem tergiversar ou aplicar panos quentes para não ferir suscetibilidades dos que não merecem o olvido pelos seus malfeitos.
Nunca é tarde para iniciar a varredura, mas quanto antes, menos penosa será a tarefa. Se não a fizermos estaremos nos encaminhando, inevitavelmente, para uma sociedade anômica, desesperançada e dessacralizada.
Jayme José Oliveira
Capão da Canoa

As eleições terminam mostrando um país dividido, com um nível de intolerância nas alturas. A presidente Dilma terá a difícil missão de unir um país que foi dividido na campanha eleitoral.
O desrespeito e a intolerância com as opiniões contrárias mostram sua cara nas manifestações antinordestinos, anti-isso, antiaquilo. Enfim, no pós-eleição vemos um clima de hostilidade e intolerância que mostra um país dividido e essa divisão foi, deliberadamente, cevada e plantada. Agora, vamos ver o que vai nascer dessa semeadura.
Paulo Rodrigues
Porto Alegre

Mesmo debilitado pelo câncer, idoso não abre mão de votar em Porto Alegre

26 de outubro de 2014 1

A leitora Carla Baldissera, de Porto Alegre, enviou um emocionante relato para ZH, sobre seu pai, que mesmo debilitado pelo câncer não abriu mão de votar. Confira. 

 

eleicao

“Desde o final de 2012 meu pai, Amaury Baldissera, trava uma luta contra o câncer. Hoje, com quase 78 anos, com 45 kg, tinha acabado de sair do hospital, onde acabara de realizar uma tomografia, quando pensei que iria me pedir para levá-lo para casa descansar, pois estava em jejum desde o dia anterior. No entanto, o que ele me pediu foi para ir votar. Claro que levei! Como recusar tal força de viver e de querer participar?

Não importa em quem votou. O que importa é que contribuiu com a sua participação. Um exemplo de cidadania.

Parabéns também à Justiça Eleitoral, por seus prepostos, e a todos os outros eleitores do Colégio Bom Conselho, de Porto Alegre, que se sensibilizaram com a situação de saúde do meu pai e o ajudaram a votar. Muito obrigada!”

Tem um relato legal sobre eleições? Envie para gente.

Comentários de leitores publicados nesta sexta-feira (24/10/2015)

24 de outubro de 2014 0

Comentários de leitores publicados nesta sexta-feira na edição impressa de ZH (24/10/2015)

Mais uma obra prevista em Porto Alegre para a Copa emperrada por falta de sondagens prévias: a trincheira da Ceará, por instabilidade do solo.
Além disso, já houve atraso na da Anita, por existência de pedras. Que falta de previsão! Será que teremos que esperar as eleições municipais para que sejam concluídas essas obras?
Sidney Charles Day
Aposentado – Porto Alegre

 

SOBRE ZH

Confesso que estou estarrecido com a agressividade com que o jornalista Paulo Sant’Ana abordou a greve dos funcionários do Banrisul na sua coluna de ontem.
Paulo Sant’Ana faz afirmações inverídicas. A decisão de greve é tomada em uma assembleia e quem vota e define é a categoria. Particularmente, recebi a ligação de um diretor do sindicato solicitando o meu comparecimento nas assembleias para votar pelo fim da greve.
Um percentual significativo dos grevistas reúne-se diariamente no centro de Porto Alegre, comparece às assembleias, caminha até o palácio do governo e visitou nesta semana vários deputados.
O cerne dessa greve é o plano de carreira que entrou na pauta de negociações desde 2010, ou seja, foram realizadas várias rodadas de negociação e durante esse período os funcionários do Banrisul mantiveram-se nos seus postos de trabalho, assim como foram feitas inúmeras promessas até hoje não cumpridas. E toda a paciência tem limites.
E, para finalizar, diz Sant’Ana que “trata-se de respeitar os direitos dos clientes do Banrisul, grande parte dos quais não escolheu ser cliente, foi obrigada a tal por receber sua folha de pagamento pelo Banrisul”. Novamente o jornalista demonstra desconhecimento do assunto, pois a resolução 3.402 de 2006 do Banco Central (BC), que criou a conta-salário, garante ao trabalhador o direito de escolher onde quer receber. Não somos vagabundos. Somos trabalhadores.

Danilo Dias da Cunha
Bancário – Porto Alegre

Comentários desta quinta-feira (23/10/2014)

23 de outubro de 2014 0

Comentários publicados na edição impressa de ZH desta quinta-feira (23/10/2014)

 

DIREITOS HUMANOS

Não vi, li ou ouvi nenhuma manifestação de entidades e ONGs ligadas aos direitos humanos em apoio à família do policial militar morto a tiros em um ônibus em Porto Alegre.
Chama-me a atenção também que, caso o brigadiano tivesse conseguido reagir e atirado, estaria sob sindicância.
Jaime Pacheco Alves
Aposentado – Osório
ELEIÇÕES
Independentemente de quem vencer as eleições para presidente, há grandes chances
de a pessoa ter que governar sem o apoio da maioria dos brasileiros.
A soma dos votos em branco e nulos mais a votação que irá obter o candidato derrotado poderá chegar a mais da metade dos votos. Presumo que se o novo presidente fosse governar com o apoio da maioria, ele teria mais facilidade para conduzir a nação.
Virgílio Melhado Passoni
Aposentado – Jandaia do Sul (PR)

 

SOBRE ZH

Parabenizo a excelente colunista Rosane de Oliveira pelo seu excelente trabalho de informar de maneira imparcial, correta e realista todos os fatos importantes de nossa política atual, que vem sendo tão tumultuada nessa época de eleições.
Ela é um exemplo de jornalista que tem amor pela profissão e que demonstra a todo momento sua vocação com probidade e respeito aos leitores.
Themis Groisman Lopes
Psiquiatra – Porto Alegre

Comentário sobre a coluna “A volta da censura”, de Moisés Mendes, publicada na terça- feira.
Como pode um colunista confundir a decisão do TSE ao pôr “ordem na casa” como sendo uma censura? Como pode mencionar a ditadura ao estar criticando uma atitude correta do TSE?
Estava na hora de os candidatos terminarem com as ofensas e calúnias ao ocupar o espaço da propaganda política e darem lugar à exposição dos seus projetos de governo.
Manfred Reitz
Oficial do Exército – Caxias do Sul