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Posts de novembro 2015

Missão Instagram: #descubraRS

30 de novembro de 2015 0

 #descubraRS

robersonseco

 

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Taim

fabbiomota

 

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Porto Alegre

eloana

 

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Garibaldi

danikrum

 

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Praia da Guarita

Comentários da página do leitor dessa terça-feira (30/11)

30 de novembro de 2015 0

UBER
Atendi passageiros como motorista do Uber nos primeiros dias de funcionamento e não estava com medo dos taxistas, mas agora estou. Se me chamassem no aplicativo, recusaria todas as viagens. Como pode motoristas de táxi que levam pessoas massacrarem alguém por estar trabalhando?
E os taxistas que ainda não foram identificados amanhã podem estar levando outros passageiros. Onde o tom de voz prepotente de um prefeito e um sistema político com ideias defasadas,autoritário e que age de modo arcaico, recusando a acreditar que o mundo evolui e onde o Sindicato de Taxistas informa aos seus associados que devem bloquear um veículo Uber, sabemos que é um estopim para um espancamento. Motoristas como os que massacraram o rapaz e os que pensam
como eles, nunca conseguirão evoluir para um atendimento melhor.
Diego Pohlmann
Motorista de Uber – Porto Alegre

ESTABILIDADE
Oportuna e verdadeira a fala do governador aos funcionários públicos presentes em uma reunião: “Funcionário público deve se sentir privilegiado por ter estabilidade no emprego”. É mais ou menos isso, enquanto funcionários privados, quando suas empresas passam por dificuldades financeiras, são demitidos.
Mario Weber
Administrador – São Leopoldo

O comentário do governador Sartori foi, no mínimo, de mau gosto. Os professores são todos concursados e merecem o respeito de toda a sociedade. Se todos os professores resolvessem pedir demissão, como ele reagiria?
Por que não acabar com o excesso de assessores, ajudas de combustíveis, ajuda de custo com viagens, selos e telefonia? Ao meu ver, com certeza teria dinheiro suficiente para o pagamento dos salários do Executivo e do 13º salário, sem precisar fazer terrorismo.
Maria Tereza Dedavid
Contadora – Novo Hamburgo

 

Sobre ZH
HOMENAGEM

Rosane de Oliveira, em sua sempre excelente e precisa coluna, informa que determinado deputado irá conceder a medalha Mérito Farroupilha ao presidente boliviano Evo Morales (ZH, 28/11, página 8). Ao que me consta, essa distinção foi criada para ser concedida a pessoas que muito tenham feito pelo Rio Grande do Sul.
Cabe, então, a seguinte pergunta: o que ele fez ou faz para ser merecedor de tamanha homenagem do povo gaúcho por meio de sua Assembleia? Acredito que nossos nobres deputados devam pensar melhor antes de concordarem com tal iniciativa.
João Fernando Krahe
Representante comercial – Porto Alegre

Foto do leitor: ponte de Uruguaiana

29 de novembro de 2015 0

Barbara Mahlke Borin

Barbara Mahlke Borin fotografou a ponte internacional de Uruguaiana, dourada pelos raios de sol

Comentários da página do leitor de sábado (28/11)

29 de novembro de 2015 0

TÁXIS X UBER
A agressão de que foi vítima um motorista do Uber é lamentável sob qualquer ponto de vista, independente de sermos a favor ou contra o aplicativo ou mesmo de estar operando irregularmente. Entretanto, gostaria de saber das autoridades municipais – como cidadão e usuário do serviço de táxis – quais as medidas efetivamente tomadas para fiscalizar os motoristas e garantir nossa segurança.
Julio Alfredo Rossi Boehl
Médico – Porto Alegre

A atitude prepotente do Uber ao fazer o que bem entende esbarra no conceito de que não há liberdade de ofender leis e regras oficiais, ao utilizar-se
um bem de todos (as vias públicas) para negócio particular. Podem elas ser inadequadas, corporativas e protecionistas por conceder direito só a alguns, mas é inconcebível que se desrespeitem esses procedimentos porque não se gosta deles.
Entenda-se que o transporte individual de passageiros possa ser ampliado, em que qualquer motorista proprietário de veículo oferece o serviço de táxi, não clandestino, desde que haja regulamentação.
Celito M. Brugnara
Engenheiro – Porto Alegre

Quem dera o Uber não fosse necessário. Quem dera os táxis, com todos os benefícios que recebem para troca frequente de automóveis, fossem confortáveis e seguros. Estamos cansados de táxis com cheiro de cigarro, cinto de segurança emperrado e direção imprudente.
Quem dera, digo mais, nem precisássemos deles e pudéssemos contar com lotações seguras, ônibus bem equipados e pontuais, e, quiçá, o tão prometido metrô de Porto Alegre. Quem dera, em uma população sedentária como a nossa, com tão altos índices de morte por causa cardíaca, pudéssemos voltar do trabalho caminhando sem medo.
Estas, senhores governantes, são nossas prioridades. Não terminem com o Uber: nos encham de motivos para não usá-lo.
Caroline Saltz Gensas
Estudante – Porto Alegre

É inconcebível a atitude truculenta dos taxistas contra o motorista do Uber. Em qualquer atividade, existem os bons e os abjetos. Esses taxistas, os da agressão, emporcalharam a profissão.
Nei Borne
Aposentado – Porto Alegre

Foto do leitor: colonização italiana

27 de novembro de 2015 0

Casa

 

Raquel de Oliveira, de Bento Gonçalves, fez seu registro da colonização italiana em Garibaldi

Comentários da página do leitor dessa sexta-feira (27/11)

27 de novembro de 2015 0

ACOMODADOS
A cada dia que passa, nos tornamos mais reféns das corporações públicas e privadas. O povo, por conta de sua preguiça e acomodação, fica dando de ombros para o que está acontecendo a sua volta. Só reclama quando a “água” está chegando ao seu quintal. Daí chia, pede justiça e procura os culpados. Mas por pouco tempo.
Assis Tomaz Monteiro Vieira
Jornalista – Montenegro

RESPOSTA
Em resposta ao comentário de César Pereira (ZH, 24/11, página 6), a EPTC informa que o combate ao transporte irregular de passageiros é uma obrigação legal do poder público. É a única razão.
Infelizmente, algumas pessoas e empresas insistem em não respeitar as leis neste país e até incentivam o descumprimento. A lei serve para o rico e para o pobre, dentro de um Uber em deslocamento pelos bairros mais nobres ou de um táxi clandestino em áreas menos favorecidas da cidade.
Assessoria de Imprensa da EPTC
Porto Alegre

Sobre ZH
PROJETO DO MEC
Como professor de história aposentado, cumprimento o brilhante jornalista David Coimbra por suas considerações a respeito do projeto BNCC do MEC (ZH, 23/11, página 35). Também não sou contra o estudo das culturas africanas e ameríndias, porém, sem “desconstruir” a cronologia e o conhecimento da história do mundo ocidental, que é fonte do cristianismo, de nossa língua e base do Direito que regula a nossa sociedade, além de muitos outros atributos.
O objetivo de nosso ensino sempre deve ser o de aumentar o conhecimento. Quer me parecer que os maiores interessados nesse projeto seriam as editoras e livreiros que serão beneficiados com a produção do novo material didático.
Wolfgang Collischonn
Professor aposentado – Lajeado

Venho por meio desta colocar todo o meu repúdio em relação ao texto do jornalista David Coimbra. A ideia de que o estudo da história ensinada nas escolas brasileiras esteja resumido apenas à Europa denota um conhecimento capenga e parcial da história humana. Como se além da Europa não existisse humanidade e muito menos construções sociais relevantes.
David parece gostar quando desenvolvemos o famoso “complexo de vira-latas”, pois acha que o brasileiro não deve saber a sua história, através do conhecimento da África e do mundo indígena, conhecimento este que pode elevar sua autoestima no sentido de aprender a ser brasileiro. A lei é a tentativa de, através da educação e do conhecimento da história, reduzir o preconceito racial em nossa sociedade.
Rudney A. Santos
Mestre em Economia – Porto Alegre

David Coimbra acertou em cheio. Esse novo plano nacional vai piorar o que já está ruim. A educação no Brasil tem sido tratada com descaso ano após ano. Em poucos anos, o país vai colher o que está plantando – e a colheita será amarga!
Rafael Fontes
Técnico em informática – Canoas

Missão Instagram: #primaveraZH

26 de novembro de 2015 0

magalirocha

 

@magalirocha

 

nadine_figueiredo

 

@nadine_figueiredo

Comentários da página do leitor dessa quinta-feira (26/11)

26 de novembro de 2015 0

FOSFOETANOLAMINA
Realmente, fica muito difícil justificar essa decisão completamente equivocada com relação à fosfoetanolamina. A impressão que fica é a de que o deputado Marlon Santos quis ocupar um espaço na mídia e pensou que teria um impacto favorável.
O tiro saiu pela culatra. Perderam pontos o deputado e o governo com essa iniciativa desastrosa e populista. É uma lástima que os oncologistas do Estado não tenham sido consultados.
AROLDO BRAGA FILHO
Radioterapeuta – Porto Alegre

Não entendo por que o massacre dos doutores contra essa cápsula. Seria porque ela pode ser distribuída sem custo? Só falam que não tem resultado positivo, mas não vejo qual deles se preocupa com a possibilidade de algum malefício.
Creio que a vontade própria do paciente cure mais do que certos tratamentos consagrados e caros impostos pelas grandes corporações.
Marino Ferrari
Aposentado – Porto Alegre

CORRUPÇÃO
Não são as precárias ações de fiscalização e muito menos as corregedorias e os conselhos que expurgam os corruptos que infestam e maculam os órgãos e as instituições. Tem sido a vigilância constante da imprensa brasileira, através de jornalistas qualificados, dedicados e compromissados com a verdade, que, com suas investigações, mostram para a sociedade a face danosa e sempre acobertada pelo chamado espírito de corpo.
Nesse particular, destaca-se a pessoa respeitada do jornalista Giovani Grizotti, a quem os gaúchos decentes agradecem.
Carlos Alberto Stimamilio
Aposentado – Porto Alegre

Sobre ZH
ARTIGO
Parabéns ao jovem jornalista Pedro Moreira pelo artigo de segunda-feira (“Não lhe dei essa ousadia”, ZH, página 24), pois ele tem o dom de escrever sem arrogância, com simplicidade e clareza. O fato foi muito bem abordado. O assunto prendeu minha atenção e foi uma leitura muito prazerosa.
Cléo Moreira
Pedagoga – Porto Alegre

NERVOSINHOS
Como de hábito, Martha Medeiros nos oferece uma coluna despida do ranço ideológico e consentânea à realidade (ZH, 25/11, página 4). A grande maioria dos motoristas de táxi são nervosinhos. Por outro lado, o Uber, ao pretender mudar esse quadro, despertou a ira ideológica do presidente da EPTC.
Se a prefeitura estuda a possibilidade de oferecer “táxis pretos” como alternativa, por que não trabalhar junto, em vez de obstar o seu funcionamento? Ora, porque nossos administradores e grande parte de nossa ilustre Câmara Municipal preferem os antigos “carros de praça” ao conforto e modernidade.
Marcelo Cabral de Azambuja
Advogado – Porto Alegre

ZH e você: gato Marajá

25 de novembro de 2015 0

Marajá

 

O empresário Celso Lauri Bacelar de Souza, assinante de ZH há 15 anos, mantém o hábito diário da leitura do jornal após o almoço. O gato Marajá, de sua filha Monique Witt de Souza, acompanha esse momento de descanso e, às vezes, até parece querer compartilhar a leitura.

Comentários da página do leitor dessa quarta-feira (25/11)

25 de novembro de 2015 0

UBER
A EPTC não mostra mais do que milenar despreparo ao abandonar o cuidado com as faixas de segurança, não fazer campanha com os motoristas profissionais (táxis, ônibus, carga) para respeitá-las e, agora, perder tempo forjando flagrantes para punir motoristas do Uber.
Duilio de Avila Bêrni
Aposentado – Porto Alegre

A luta que começou a ser travada entre taxistas e motoristas do Uber é uma afronta a quem trabalha honestamente nesta cidade. A EPTC não faz nada para melhorar o transporte por táxis e, em contrapartida, tenta desestabilizar a concorrência.
Os senhores Fortunati, Capellari e Nozari querem sabotar o Uber porque não utilizam transporte coletivo. Deixem o povo decidir o que for melhor para cada um.
Carlos A. M. Cava
Advogado – Porto Alegre
Sobre ZH
PROJETO DO MEC
Gostaria de registrar o meu descontentamento com a coluna de David Coimbra intitulada
“O projeto das trevas” (ZH, 23/11, página 35). Nesse texto, o autor registra o seu desconhecimento sobre a proposta de Base Nacional Curricular. Sou professor da rede estadual de ensino e tenho deparado com o desinteresse dos professores em discutir esse tema, e esse tipo de comentário só piora a situação. O documento está em discussão e aberto a sugestões. Concordo com a crítica que o jornalista faz em relação à excessiva ênfase em África e cultura ameríndia nos conteúdos de História, porém, qual seria o problema em estudar isso?
Acusar o projeto de meramente “ideológico” é baixa política e demonstra o seu desconhecimento sobre como o projeto está em discussão.
Marcos Vinicius da Silva Goulart
Professor – São Leopoldo

Parabéns a David Coimbra pela coluna na qual tece devidas críticas ao governo federal, que busca suprimir o ensino da história europeia do currículo escolar, substituindo-a pela dos ameríndios e africanos que para cá vieram como escravos.
É falso dilema. Por que não os dois?
Bertrand Dias Kolecza
Microempresário – Porto Alegre

DIVERSIDADE
É elogiável a diversidade de opiniões em ZH. Enquanto David Coimbra, com lucidez, mostra o obscurantismo do MEC, Pedro Moreira (ZH, 23/11, página 24), sem uma argumentação consistente, defende as cotas.
Nilton F. R. Hack
Professor aposentado – Porto Alegre

MACHISMO
Perfeita a opinião de Diana Corso em “Filhinhos da mamãe” (ZH, 22/11, página 21). Infelizmente, temos que admitir que o machismo vem, em grande parte, das próprias mulheres, tanto em relação aos filhos quanto às outras mulheres.
Tereza B. Soares
Arquivista – São Leopoldo