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Posts de fevereiro 2016

Foto do leitor: um brinde da natureza

29 de fevereiro de 2016 0

Adriane Barlem Círia

A imagem desta segunda-feira foi registrada pela leitora Adriane Barlem Círia. Ela fotografou o contorno da figueira no final de tarde em Herval do Sul.

Foto do leitor

27 de fevereiro de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Carin Maria Schmitt fotografou a lua em Imbé

Sobre ZH

27 de fevereiro de 2016 0

O leitor João Möller acha pouco e cita presentes que Lula recebeu (ZH, 23/2). Ao final, deixa a pergunta “Será que eles (a oposição) acham que o povo é burro?”. Eu respondo: Não, o povo não é burro. Está vendo tudo. De presentinhos a presentões que a Polícia Federal e o Ministério Público investigam. Eu pergunto: Será que o triplex e o sítio de Atibaia são pouca coisa? Eu lembro: Os argumentos da oposição são os mesmos e vêm de longe, como diria o velho Brizola. O que evoluiu foi o volume, o tamanho, os zeros na casa dos milhões e a frequência com que Lula é citado e investigado. Eu reafirmo: O povo não é burro!
Jorge Luiz Bledow
Engenheiro civil – Porto Alegre

Maravilhosas, impecáveis e verdadeiras as afirmações de David Coimbra sobre o governador que não se importa (ZH, 25/2). Que bom termos alguém que escreve o que representa a insatisfação da população. Votei nessa pessoa que se diz governador, mas é uma decepção em cima da outra. Falta garra e vontade de fazer acontecer. É tudo muito lento e o desemprego aumenta, abrindo campo para a criminalidade.
Paulo Betat Moraes
Economista – Estrela

 

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27 de fevereiro de 2016 0

LEI
Sugiro que os deputados e senadores que elaboram leis excepcionais para o país criem uma lei urgente, pela qual todo aquele que comprovadamente se adonasse ilicitamente de dinheiro público fosse automaticamente para a prisão, sem direito a tantos recursos e defesa, além de devolver tudo aos caixas públicos. Vamos nos mobilizar?
Ildo Artur Lange
Empresário – Panambi

INSTÂNCIAS
A decisão do Supremo Tribunal Federal (que autoriza prisão após condenação em 2ª instância) veio tardiamente, mas enfim veio para corrigir as distorções protelatórias que ocorriam. Inúmeros casos envolvendo pessoas que praticaram falcatruas seguiam um rito interminável. Os advogados usam muito o termo presunção da inocência. Acontece que a pessoa acusada, já sendo julgada em primeira e segunda instâncias e culpada, deve ser presa. Talvez o juiz Sergio Moro ou o ministro Joaquim Barbosa tenham crédito nessa guinada para melhor.
Antonio Carlos Röhnelt Fagundes
Aposentado – Porto Alegre

VALORES
Desproporcional a dimensão tomada pelo episódio relacionado ao código de vestuário de determinada escola de Porto Alegre. Em meio a tantas mazelas de nossa vida cotidiana, gastam-se tempo, tinta e papel com assunto pontual, o qual retrata a superficialidade das novas propostas psicopedagógicas de nossas escolas. No final, fica enaltecido o libertário politicamente correto em detrimento do ensino de valores e da meritocracia. Parafraseando o presidente americano Harry Truman, “o politicamente correto é doutrina abraçada por indivíduos iludidos e ilógicos, promovida por imprensa comprometida, a qual defende a completa possibilidade de se pegar num pedaço de excremento pelo seu lado limpo e imaculado”!
Paulo de Araújo Carvalho
Médico – Porto Alegre

Foto do leitor

26 de fevereiro de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Animais tentando se refugiar do sol de fevereiro foram fotografados por Roberto Chiarelli em Uruguaiana

Sobre ZH

26 de fevereiro de 2016 0

Li uma reportagem de Zero Hora em 15 de fevereiro sobre a melhoria do acesso às praias. O jornal deveria também constatar o que acontece nas praias pequenas, e não só nas grandes. Em Santa Teresinha, os acessos são esburacados e cheios de sujeira, dificultando a locomoção. Não queremos passarelas, mas apenas que a prefeitura passe uma máquina para aplainar os acessos e os limpe. Pertencemos ao município de Imbé, mas, vem governo, vai governo, e o descaso é sempre o mesmo. Afinal, o nosso IPTU é bem salgado.
Léa Maria Bier Camelo
Aposentada – Porto Alegre

Lendo a coluna do Leitor de 23/2, achei os comentários do médico David de Mello, do corretor Gilberto Rodrigues e do professor Cechin muito coerentes. Porém, o de João Möller me indignou. Será que entendi mal ou a “horta” a que ele se refere é o falado sítio de Atibaia? Não seria o caso, então, de se criar uma “bolsa horta” para o povo?
Ione Martins
Pedagoga – Porto Alegre

Inoportuno (e insensível) o comentário de Paulo Antônio T. da Silva sobre o bullying (ZH, 24/2). Tal coisa existe desde que o mundo é mundo e só é questionada mais recentemente. Passei por isso quando residia no Rio de Janeiro e sei do trauma que causa. Lá, as crianças são até piores que em outras partes do país. Tenho lembranças até hoje. Isso não ocorre só em colégios, mas em outros ambientes, como entre vizinhos. E, de uns tempos para cá, os jovens estão fazendo coisas bem piores.
Rodrigo Rosa
Bacharel em Turismo – Porto Alegre

Concordo em gênero, número e grau com Paulo Antônio Tietê da Silva no seu comentário “Bullying”, de ZH de 24 de fevereiro. Já estamos vendo no que deu essa geração de “babados e protegidos pelos pais e pela sociedade”.
Regina Lopes
Professora – Sapucaia do Sul

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26 de fevereiro de 2016 0

IMPUNIDADE
A respeito da violência que vive o Estado do RS, como no Brasil inteiro, digo que a certeza da impunidade é a grande causa. A violência e a criminalidade têm pai e mãe, e se chamam impunidade. Quem garante a impunidade? A Constituição Federal, a famigerada CF de 88, a “cidadã”, como na época definiu Ulysses. Está lá, em meia dúzia de artigos, a garantia da impunidade. Todas as leis debaixo dela estão a reboque do que esta Contituição garante.
Não tenho dúvida, nossa Constituição é assassina e criminosa. Ao mesmo tempo, ao não punir, ela comete um delito contra o próprio criminoso… Então, o início da solução é fazermos uma nova Constituição. Com esta aí, não mudaremos uma vírgula. Por quê? Porque ela não permite. O que estamos fazendo é só “enrolation “ e conversa fiada!
Paulo Henrique Hausladen
Engenheiro químico – Beberibe (CE )

COMUNIDADES
A população está abandonada à própria sorte. Quando
o Estado abandona as comunidades, estas são assumidas pela criminalidade, que vê na fragilidade um caminho fácil para assumir a função que deveria ser do Estado. Se não forem tomadas atitudes enérgicas e eficazes pelo Estado, essa situação tornar-se-á irreversível. Ou o Estado reassume sua função constitucional de prover segurança, ou então transformar-se-á numa grande favela, gerida pelos criminosos.
Os exemplos estão próximos, são recentes, e os sinais de que isso está acontecendo são evidentes, principalmente quando uma comunidade começa a questionar as ações policiais no seu reduto. Porto Alegre já entrou para as estatísticas como uma das cidades mais violentas do mundo.
Manoel Gessi de Oliveira Barcellos
Funcionário público estadual – Porto Alegre

SHORTS
As meninas entre 13 e 17 anos do Colégio Anchieta
querem usar shorts, e o colégio não permite. Fizeram um abaixo-assinado e já têm 4 mil assinaturas. Acho que bastariam as assinaturas dos pais delas.
Benhur O. Branco
Aposentado – Cruz Alta

POLÍTICA
Tenho muito mais confiança na imprensa do que nos políticos. Só não rasguei o meu título eleitoral porque posso precisar como documento. Eu gostaria de saber se o caso do deputado Jardel vai terminar em pizza. Até quando teremos que chamar esse cidadão de Vossa Excelência? A Assembleia está esperando terminar o mandato dele para tomar uma providência? O que mais querem de provas?
Luiz Carlos Ribeiro Chervenski
Motorista – Porto Alegre

Foto do leitor

25 de fevereiro de 2016 0

O vendedor Eloi Marcos, de Cachoeirinha, enviou imagens do pôr do sol em Tramandaí, no Litoral Norte

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25 de fevereiro de 2016 0

TCE
Bem que o governador Sartori poderia brindar o povo gaúcho com a não indicação de qualquer deputado para a vaga de conselheiro do TCE. Afinal, presentear políticos sem formação e sem concurso com uma indicação serve apenas para agradar a meia dúzia de partidos e desagradar a milhares de cidadãos.
Silvia Regina Bier
Engenheira civil – Porto Alegre

Revitalização de monumentos
Zero Hora de 23 de fevereiro publicou uma decisão da prefeitura pela qual será usada verba específica para a revitalização de monumentos da cidade. Pergunto eu: por que não a utiliza para a revitalização do nosso precário atendimento de saúde, para a revitalização da nossa decadente educação (as escolas municipais estão se deteriorando, o ensino é de baixa qualidade), para a revitalização da nossa moribunda segurança? Em tempos de absoluta falta de recursos, quais os critérios de prioridade? Estátuas ou pessoas? A verba é específica, mas a CPMF também não foi usada para outros fins, muitos até mesmo escusos?
Fernando Wallau
Médico – Porto Alegre

Sobre ZH

25 de fevereiro de 2016 0

Li com prazer os artigos de Zero Hora de 18 de fevereiro “Pela mudança do nosso presidencialismo”, de Germano Rigotto, e “A inquietude de Francisco”, de Paulo Paim.
O primeiro preconiza uma mudança no sistema de governo, reduzindo a quantidade de partidos e criando o voto distrital. No Brasil, qualquer grupo de políticos pode criar partidos, às vezes sem bases sólidas, sem programas próprios e sem apoio significativo de brasileiros votantes. Alguns querem apenas abocanhar prebendas e poder, o que não deveria ser fomentado.
Quanto ao Papa, o articulista destaca a encíclica Laudato Si, apontando que “a inquietude de Francisco está sensibilizando o coletivo em uma verdadeira revolução fraternal” e que o impacto de seus pronunciamentos tem chamado a atenção das Nações Unidas, no sentido de uma reformulação da política das nações, que deve incluir as pessoas em “um projeto coletivo de bem-estar”. Comentário importante. Esperamos que esse grande projeto coletivo seja implementado.
Marcello Marques Magalhães
Advogado – Porto Alegre

Nada mais conveniente aos inconformados com as investigações que desnudam os malfeitos que desgraçam o Brasil do que mudar e permitir que tudo caia no esquecimento. Luis Fernando Verissimo não suporta mais o cerco a seus gurus e escreve “A crise e as investigações da Lava-Jato nos transformam todos em monotemáticos, incapazes de falar em outra coisa. Por isso é importante tentar escapar para a pura bobagem, com a única e terapêutica intenção de mudar de assunto” (ZH, 22/2).
Jayme José de Oliveira
Aposentado – Capão da Canoa