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Posts de junho 2016

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30 de junho de 2016 0

PRAÇA DA MATRIZ
Trabalho no centro de Porto Alegre e costumava, em meus momentos de folga, visitar a Praça da Matriz. Ultimamente, no entanto, verifiquei que o local voltou a ser tomado por moradores de rua, que ocupam passeios e canteiros, notadamente os que ficam em frente à Catedral Metropolitana. Há sujeira permanente e generalizada, arruaças, brigas, incômodos e ofensas aos frequentadores. Tudo isso a menos de uma quadra da residência do senhor prefeito. Isso não é digno de Porto Alegre.
José H. Berlanger
Comerciário – Porto Alegre

GREVE
A greve é realizada para reivindicar a garantia dos direitos dos professores e funcionários da educação, como melhores condições de trabalho e aumento de salário. Não resta dúvida de que a escola interfere diretamente na formação. Nada mais justo do que os profissionais serem valorizados e os recursos financeiros serem investidos na qualificação. Mas os grevistas desconsideram aspectos que também são de direito fundamental, como a situação dos estudantes e de toda a população. O calendário escolar foi paralisado e as aulas foram suspensas. Os formandos serão prejudicados, pois muitos tinham por meta fazer a prova para cursar escolas com essa modalidade de ingresso, mas se a recuperação se estender até janeiro, como proceder com a matrícula nas novas instituições?
Flora B.M. Rodrigues
Aposentada – Cidreira

PARECER TÉCNICO
Não consigo entender o motivo de se perderem tantas palavras! Por que esse parecer técnico sobre os atos da presidente não foi elaborado desde o começo? Perdemos tempo e dinheiro com debates sobre coisas que não existiam. Se houvesse o parecer antes, até os que falam só porque têm língua e raiva teriam centrado as ideias e poupado palavras inúteis e danosas.
Danilo Gandin
Professor – Porto Alegre

NOVAS ELEIÇÕES
Em países de população mais esclarecida, uma nova eleição até poderia ser uma solução, mas, no Brasil de analfabetos totais e funcionais, isso não funciona. Basta ver que, nas pesquisas, o ex-presidente venceria, pelo menos no primeiro turno. Não aprenderam nada? Esse povo não entendeu nada, porque tudo que interessa é ser beneficiário de alguma bolsa. Se roubaram e destruíram o país, não interessa. O ditado sobre a voz do povo não vale aqui.
Paulo Jobim
Bancário – Porto Alegre

GENOCÍDIO DISFARÇADO
Os partidos dos presos por corrupção devem ser também responsabilizados e punidos. Seria uma forma de aumentar a limpeza nas máfias governamentais e seus satélites privados. Prendam-se os culpados por ação ou omissão e proceda-se ao banimento dos partidos envolvidos. A cleptocracia populista está praticando um genocídio. Brasileiros morrem por falta de hospitais, de segurança, em estradas mal conservadas e, em breve, de fome. Que as condenações sirvam de exemplo para que possamos tornar outra vez o Brasil um país dos brasileiros honestos e trabalhadores. Expliquem a seus filhos. A falta de qualidade na educação é a arma dos bandidos com mandato.
Marcelo Schroeder
Médico veterinário – São Gabriel

Sobre ZH

30 de junho de 2016 0

O texto “Recuperando o foco”, da colunista Martha Medeiros, publicado no jornal Zero Hora de 22 de junho, é uma crônica didática e esclarecedora. Infelizmente, essa é a nossa vergonhosa realidade,
o nosso Custo Brasil.
Susete Driemeyer Schaffer
Aposentada – Sapiranga

Paralelos: 1) Carolina Bahia menciona que a reforma da Previdência deve decidir que a idade mínima será de 65 anos para homens e mulheres (ZH, 28/6). Como ficam os que iniciam aos 16 anos em relação aos que iniciam aos 26 anos? 2) Reportagem mostra custo das pensões aos deputados, que sequer são funcionários públicos (ZH, 28/6). É uma barbada! São taxados em 13,25% e a AL (dinheiro público), em 26,5%. Qual empresa contribui com o dobro da parcela do empregado? A PGR considerou tal expediente “imoral”. Se os deputados querem ser funcionários públicos, que façam concurso.
Luiz Pedroso
Funcionário público – Porto Alegre

Concordo e discordo de Paulo Germano (ZH, 29/06). O nosso poder é o voto. Mas Bolsonaro ganha muito espaço na mídia e ajuda a exacerbar o ódio crescente. Adorei ver que Paulo Germano está ocupando o espaço do David Coimbra, outro queridão!
Luciano Silva Rocha
Assistente de crédito e cobrança – Campo Bom

A tenente-coronel Nádia Gerhard, com 49 anos, “já tem tempo suficiente para ir para a reserva”, segundo informa Rosane de Oliveira (ZH, 29/6). A jovem senhora está deixando a Brigada Militar para se candidatar a vereadora na Capital e sua primeira proposta é a criação “de um fundo municipal para custear horas extras de policiais militares”. Existe uma fixação dentro da corporação sobre horas extras. Lamentável.
Luiz Alberto Noer
Aposentado – Tramandaí

Foto do leitor

30 de junho de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Lidiane Fonseca fotografou o pôr do sol em Porto Alegre acompanhada de um chimarrão.

 

Sobre ZH

29 de junho de 2016 0

Está de parabéns Marcel Van Hatten ao apresentar o PL 190, que trata da ideologização nas escolas. Professores abandonaram o sagrado papel de ensinar o conteúdo programático e passaram a pregar teorias marxistas aos alunos. O PL busca evitar que conteúdos e conceitos alheios à real pedagogia da escola venham ser ensinados, independentemente de tendências e crenças. Rosane Oliveira (ZH, 25 e 26/6) não é mal-informada, mas mal-intencionada.
Carlos Flávio Barbosa da Silva
Médico veterinário – Porto Alegre

Magnífica a coluna de David Coimbra (ZH, 28/6) sobre o Caçapava. David vira um Machado de Assis ao escrever sobre o esporte. Já quando o assunto é política, é chato e equivocado.
João Carlos Stona Heberle
Médico – Cruz Alta

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29 de junho de 2016 0

MICHEL TEMER
Não dá para acreditar num governo com essa súcia em que está metido o presidente interino Michel Temer. Que vergonha e decepção.
Antonio Roberto Vianna Santos
Aposentado – Tramandaí

FUTEBOL E PATRIOTISMO
Futebol não depende só de técnica e de renomados craques. Exige também entrega, garra, ufanismo. O civismo e o amor ao hino pátrio demonstrados pelos atletas chilenos antes do jogo decisivo contra a Argentina devem ser um exemplo a ser copiado pelo orgulho na camiseta que vestem. Parabéns. Que sirva de lição para
outras seleções que estarão envolvidas em futuras competições.
Paulo Zenni Araujo
Professor – Porto Alegre

ZH e você

29 de junho de 2016 0

Uma revista para ensinar

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Atuando como professora na biblioteca da Escola Estadual de Ensino Fundamental Barão do Rio Branco, em Catuípe, Rita Denise Guerra oferece diversas opções de leitura para as turmas que semanalmente fazem visitas ao local. Os textos da revista Donna estão entre os mais lidos pelos estudantes do 6º ao 9º ano, séries finais da instituição. Após lerem o suplemento da superedição de Zero Hora, os alunos descobriram, com a ajuda do dicionário, vocábulos novos.
– Megera, intempérie, corroborar, preliminar, facetas, submissão, pérfida, assertividade, flerte, laxativo e perversão são algumas das tantas palavras que tiveram seu significado revelado e enriqueceram o vocabulário de nossos educandos – afirma a professora.
Grande parte dos jornais e das revistas usados no trabalho feito na biblioteca há um ano chega através de doações, enviadas pela mãe de Rita, Sueli Rosa Guerra, e pela professora aposentada Rosa Mônica Kessler.
– Os alunos e professores conseguem explorar todos os pontos das edições, trabalhando interpretação de texto com temáticas como esporte e meio ambiente, além de analisar mapas. O ganho também está intimamente ligado à educação textual, visto que os estudantes passaram a se interessar por conteúdos antes considerados distantes de suas realidades – conta Rita.

Sobre ZH

28 de junho de 2016 0

O título “Ousar lutar, ousar vencer” do artigo de Fernando Fontoura (ZH, 24/6) é preocupante. Quem utilizava a frase eram Mao Tsé-Tung, ditador comunista, nos 1960, e Carlos Lamarca, desertor do Exército, na década de 1970, ambos pregando a luta armada para a tomada do poder. O fato de um menino utilizá-la em pleno século 21 revela que a esquerda radical continua infiltrada nas escolas e que esse menino está mais preocupado com a pregação ideológica do que com a educação. Coitadas das nossas crianças. Por isso sou a favor do PL 190, “Escola sem partido”. Ernildo Heitor Agostini Filho Militar aposentado – Porto Alegre Uma preciosidade a coluna “Parceria involuntária”, de Nílson Souza (ZH, 24/6). Ele aborda a solidão e a criatividade de maneira sensível e comovente. Recomendo como leitura obrigatória para os que se sentem solitários tendo tanta beleza e arte ao seu redor. Parabéns.
Themis Lopes
Psiquiatra – Porto Alegre

Tive a infelicidade de ler a coluna de Antonio Prata (ZH, 25 e 26/6). Prata descreve sua previsão futurista apocalíptica em virtude do Brexit. Para um texto futurista ser bom, deve ser uma obra imparcial de um grande escritor, e, com todo o respeito, não é o caso.
Guilherme Gonçalves
Estudante – Eldorado do Sul

Parabéns pela reportagem “Inversão de papéis”, da repórter Larissa Roso (ZH, 25 e 26/6). Realista e emocionante. Todas as famílias passam por isso. Parabéns também ao fotógrafo Júlio Cordeiro. As fotos estão lindas.
Ricardo Sessegolo
Empresário – Porto Alegre

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28 de junho de 2016 0

ESCOLAS SUBJUGADAS POR ALUNOS
Estarrecedores e lamentáveis os atos dos alunos que invadiram os prédios das escolas públicas sob o jargão da falência do poder público em não atender aos reclamos necessários, bem como reajuste dos professores. E o pior: mesmo com ordem judicial continuaram exprobando prepotência e enfrentando a força pública e o patrocínio judicioso que o Executivo tenta alimentar. Poucos anos depois disso, esses jovens certamente serão candidatos a vereadores ou deputados ou criadores de um partideco rancoroso tipo os fanatismos a que assistimos na atualidade com o rombo financeiro com que alguns dizimam o país, acolherados em propinas, ilicitudes e barganhas imorais.
Pedro Montezuma Pacheco Prates
Advogado – Porto Alegre

PARCELAMENTO
Tá difícil de entender novamente o parcelamento de salários no Estado. Falava-se que o impedimento para o pagamento total da folha seria em razão da dívida com a União. Todavia, ela estará congelada por seis meses. Será preciso mudar o discurso, visto que, dessa maneira, não está compreensível e tampouco aceitável.
Jacson Welter Simon
Policial militar – Campina das Missões

DELAÇÃO E PROPINA
Delação e propina são expressões que se vulgarizaram diante das vigarices de gestores públicos. A primeira consiste em instituto jurídico sempre utilizado por delinquente em busca de pena mais branda. Dá nomes de comparsas, indicando como praticados os delitos. Propina é denominação mais elegante do que apropriação ou roubalheira de recursos públicos. As gravações de conversas divulgadas (e outras tantas a caminho) nos entristecem mostrando a quantidade de marginais ostentando posições de relevo no país! O processo de higienização, ao que se deduz, apesar do avanço, ainda está começando. Vergonha e alerta aos eleitores com relação às futuras eleições. Precisamos aprender a selecionar.
Jorge Lisbôa Goelzer
Advogado – Erechim

Sobre ZH

27 de junho de 2016 0

Parabéns pelo brilhante artigo do juiz do Trabalho Rui Ferreira dos Santos (ZH, 20/6). Tocou na ferida do país. É um caminho árduo e longo, mas o único capaz de mostrar a saída e salvar. É a luz no fim do túnel.
Nóra Maria Saldanha de Freitas
Aposentada – Caçapava do Sul

É equivocada a coluna de Humberto Trezzi (ZH, 21/6) ao colocar-se contra as organizações policiais, que justamente agiram cumprindo o seu papel. Ditas organizações nada têm de justificar à sociedade sobre o encaminhamento ao Presídio Central de 43 estudantes e um jornalista pela prática de atividades delituosas. Se agiram como bandidos, fora da lei, que assumam e respondam na Justiça pelos erros e excessos cometidos. Chega de impunidade e parabéns às forças policiais.
Lauro Prestes Neto
Coronel da reserva da PM – Triunfo

Parabéns a Carlos Gerbase, que, em “Newton ou Ptolomeu” (ZH, 23/6), de maneira simples, objetiva e inteligente, descreveu o significado, para todos nós, da liberdade de abordar vários assuntos sem as amarras ideológicas do poder em exercício no país para ensinar a pensar e escolher entre vários caminhos assumindo a responsabilidade por tais escolhas. Crônica que, diferentemente da maioria, atinge um status de universalidade. Fora disto não existe educação que liberte. Seja para que lado for.
Vera Maria Leo Miotto
Aposentada – Porto Alegre

Parabéns, Ricardo Chaves e Rosane Tremea (ZH, 25 e 26/6). Por meio de um texto conciso e de uma foto antiga, foi dada vida à importância da figura do professor no passado no RS. Realmente, algo se perdeu nas tradições.
Sílvio Luiz Johann
Administrador – Porto Alegre

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27 de junho de 2016 0

NORMAL SIM, NATURAL NÃO
Normal é aquilo que é criado pelas relações humanas. Não é o que a natureza leva milhões de anos para criar. A proposital associação deturpada entre o que é norma e natureza serve apenas para a preservação da ignorância política, dos preconceitos sociais e dos pseudodogmas morais. No Brasil, a corrupção entre setor público e privado é aceita como natural pela maioria das pessoas que entra na vida político-partidária. Antes, suas normais roubalheiras ficavam reduzidas a acusações partidárias em época de eleição. Hoje, causam pânico, dentro das maltas partidárias, as novas normas democráticas. Normas como a da vigilância da sociedade civil, das ações judiciais legais, e a do medo do povo na rua. Que comece a ser normal o uso inteligente da nossa indignação no combate aos vícios políticos e sociais que nos são impostos como naturais.
João Bosco Egas Carlucho
Professor – Garibaldi

VOZ
A voz nunca foi tão importante nesses tempos de República quanto agora. As gravações desvendaram as vozes de cumplicidades abrigadas no silêncio, mas que a tecnologia revelou. São tantos os figurantes, tão deslavadas as desculpas pelos diálogos mostrados, que nós, sem qualquer participação no escândalo, é que ficamos ruborizados.
Luiz Carlos Varella Prati
Advogado – Guaíba

CRIME HEDIONDO
Enquanto roubar merenda, adulterar leite e água etc., maltratar idosos, crianças e animais não forem considerados crimes hediondos, os bandidos que praticam esses atos continuarão aplicando e sofisticando cada vez mais estas perversidades.
Cristina Martins
Empresária – Porto Alegre

FUNCIONALISMO DO RS
É impressionante a quantidade de recursos necessários para pagar funcionalismo no Estado. É muito funcionário para um serviço de pouca qualidade!
Mário Weber
Administrador – São Leopoldo