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Dmae responde cartas de leitores

01 de agosto de 2016 0

Em resposta aos comentários dos leitores Paulo Antônio Tietê da Silva e João Carlos Buenos Cruz na página do leitor impressa (ZH, 30 e 31/7), o Dmae esclarece que as alterações no cheiro e no gosto da água, que seguem sendo investigadas, não têm sido constantes, nem nos locais, nem na intensidade. O Dmae não mudou a captação, o tratamento e tipo de produtos químicos e esclarece ainda que tomar a sua água tratada não tem nenhum perigo para a saúde, embora reconheça o desconforto eventual de alterações no cheiro e no gosto. A certeza disso está baseada, além da competência de seus técnicos, na legislação federal, nas fiscalizações da saúde municipal e estadual e no acompanhamento do Ministério Público.
Roberto d’Azevedo
Dmae – Unidade de Comunicação Social

Leia as cartas dos leitores:

Dmae
Em Porto Alegre, tomar água tratada pode ser perigoso para a saúde. Ela cheira mal e a estatal responsável pela potabilidade e pelo abastecimento da cidade desconhece a causa do mau cheiro. Mesmo assim, afirma: “A água é potável e não faz mal à saúde’’. Deve ser o primeiro caso no mundo de água potável malcheirosa e de diretor de estatal emitindo opinião sem saber o que acontece. Diga-me lá, caro senhor, como assim não faz mal à saúde se não sabe do que se trata?
João Carlos Bueno Cruz
Aposentado – Porto Alegre

O diretor do Dmae explicou muita coisa (ZH, 26/7), mas o que deveria esclarecer é: por que em fins de maio o cheiro da água no limite do Centro Histórico com a Cidade Baixa era insuportável e no final de junho desapareceu. Qual será a causa da mudança? Mudaram o local de captação, o sistema empregado ou o Dmae trocou a marca dos produtos que utiliza para purificar a água?
Paulo Antônio Tietê da Silva
Aposentado – Porto Alegre

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