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02 de maio de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

A administradora Adriane Barlem Círia capturou as cores do fim de tarde frio do outono em Rio Grande

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02 de maio de 2016 0

BRASIL E SEUS CONTRASTES
Não tem como ficar alheia a tudo o que está acontecendo e fingir que não nos atinge. O Brasil está passando pela pior crise política, a educação está à beira do abismo, aulas são dadas em escolas de chão batido, sem banheiros, sem merenda, sem transporte. A saúde é extremamente precária, só quem tem maior poder aquisitivo tem um tratamento digno, os demais sofrem pela falta dele, morrem em macas nos corredores dos hospitais. A segurança, faz tempo que não existe mais, até nas pequenas cidades do Interior sair às ruas ficou perigoso. Para contrastar com tudo isso, o mesmo Brasil se dá ao luxo de gastar bilhões de reais para sediar uma Olimpíada. Somos um país sem consciência, sem planejamento, com dinheiro demais e administradores de menos. Ou mudamos esse paradigma, ou morreremos no terceiro mundo!
Alda Pegoraro Roeder
Dona de casa – Nova Prata

Sobre ZH

02 de maio de 2016 0

O texto do presidente da CUT-RS (ZH, 20/4) mostra como estamos atrasados nas relações trabalhistas e como isto é utilizado para fins políticos. Os defensores da esquerda usam o mesmo discurso do século passado. A Consolidação das Leis do Trabalho, criada há 70 anos, visava combater o quase escravagismo. Hoje, a CLT trata os trabalhadores como se fossem incapazes, enquanto empregadores são os usurpadores de mão de obra e o mal da sociedade. Temos uma das legislações trabalhistas mais rígidas e ultrapassadas. Enquanto o desemprego aumenta, os esquerdistas colocam a culpa da crise no dito golpe do impeachment, nos empregadores e empresários. Quando modificaremos esta estrutura e proporemos alternativas modernas e que tornem o trabalhador capaz, produtivo e independente das benesses das leis trabalhistas que são, na realidade, paternalistas?
Alfredo Kuhn Pfeifer
Engenheiro civil – Porto Alegre

Simplificando David (ZH, 26/4): os intelectuais brasileiros nunca tiveram coragem de se misturar ao povo para difundir suas teses e, para isso, criaram Lulas da política. Já viram algum deles sentado na calçada, junto com o povo que dizem defender?
Américo Brasil Martins
Aposentado – Santa Maria

Verissimo e Chico Buarque são geniais, porém perderam a fé em Deus e transferiram-na ao PT. Não houve “estranho açodamento” dos ministros do STF ao comentar não ser golpe o impedimento de Dilma, como disse LFV (ZH, 28/4). Lula e PT fizeram mal à esquerda. Lula procurou agradar ao andar de cima, que lhe daria recursos financeiros, e ao andar de baixo, que lhe daria votos. Antigamente, a corrupção era associada à direita. Hoje, a roubalheira está ligada ao PT, colocando toda a esquerda no mesmo saco perante a opinião pública. O PT colocou o brasileiro médio no colo da direita (vide a ascensão de uma figura horrível como Bolsonaro). Os ideais da esquerda contra a desigualdade continuam sendo válidos. Meus elogios a ZH por publicar todos os pontos de vista sobre o polêmico impedimento presidencial.
Francisco Luiz Pitta Marinho
Aposentado – Porto Alegre
Meus pêsames a ZH, que publicou artigo de um dirigente do MST (ZH, 27/4), que continua falando das elites, o velho nós e eles, e incentiva a mobilização nas ruas contra um suposto golpe, mentindo que serão tirados direitos dos trabalhadores. Meu repúdio a essa lamentável publicação.
Lilian M. Mansur
Professora – Porto Alegre

Gerbase (ZH, 28/4) retrata a situação dos que não toleram opiniões diferentes. Quem viveu a ditadura sabe o quanto fomos prejudicados pela falta de informação, sem imprensa livre, que não podia denunciar o governo.
Milton Juarez Furtado
Auxiliar contábil – Porto Alegre

Esclarecedor e perturbante o artigo do presidente do Sinepe/RS (ZH, 29/4). Alerta a sociedade sobre a clara intenção governamental de utilizar a BNCC como instrumento de dominação ideológica. A dita Pátria Educadora (slogan vazio) deveria ter seriedade com a educação, que não pode servir como instrumento de perpetuação no poder.
Jorge Luiz Silva de Aragão
Aposentado – Ijuí

Puggina (ZH, 30/4 e 1º/5) lança suspeição sobre o STF, caso julgue o impeachment, alegando que uns ministros foram indicados pelo PT. Omitiu, maldosamente, que é o Senado que aprova ou não as indicações. A ideologia dos nomeados foi aprovada pelo Senado, maior responsável!
Eugênio Cechin
Professor – Porto Alegre

Achei de mau gosto a reportagem “#PartiuFlórida” (ZH, 30/4 e 1º/5). Em uma época em que nosso país passa por uma das piores crises da História, matérias como essa só pioram as coisas. Uma reportagem errada no momento errado!
Janice Blochtein
Empresária – Porto Alegre

Incrível a reportagem sobre brasileiros que residem em Miami. Da vontade de ir pra lá hoje mesmo! Revelou não só as diferenças, mas como é viver num país onde tudo funciona.
Eder Calegari
Jornalista – Ibirapuitã

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30 de abril de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

“Simplesmente Porto Alegre” foi a descrição que o publicitário Rafael Moreira Viana fez de sua fotografia do centro da Capital

Sobre ZH

30 de abril de 2016 0

A coluna de David Coimbra é um presente! Assim vejo a contribuição que ele tem dado para o esclarecimento dos jovens, e também dos antigos, sobre os tempos recentemente passados da nossa história. Todos conhecem o que foi contado nas escolas e universidades, mal contado. Ninguém tem paciência para ler e se informar. Em um texto conciso e de fácil compreensão, ele compartilha um grande número de informações certeiras. Na veia!
Lúcia Tostes Mottin
Dentista – Porto Alegre

Parabéns Tulio Milman pelos justíssimos aplausos no Informe Especial (ZH, 27/4) ao dramaturgo Ronald Radde, que nos deixou no dia 25. Sim, ele respeitava as crianças, tanto que ele levou, por vários verões, seu Teatro Novo a Capão Novo, com peças nos finais de semana. Durante a semana, as crianças faziam oficinas de teatro, no Capão Novo Praia Clube, ensaiando peças e se apresentando aos veranistas aos finais dos meses de janeiro e fevereiro. Sua perda, para a cultura gaúcha, é irreparável.
Júlio Cesar Meira Medina
Aposentado – Santa Cruz do Sul

Luis Fernando Verissimo (ZH, 28/4) recriminou os ministros do Supremo Celso de Mello e Gilmar Mendes por terem afirmado que o impeachment em andamento não é golpe. Talvez por ter sido indicado no governo do Partido dos Trabalhadores, o ministro Dias Toffoli, que teve o mesmo comportamento, não foi citado. Efetivamente, o colunista perdeu o senso do ridículo.
Valentin de Oliveira Flores
Aposentado – Porto Alegre

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30 de abril de 2016 0

CESSÃO DE BRIGADIANOS
Está na hora de o governo rever as cedências de brigadianos a outros poderes. A criminalidade está aterradora e o Poder Executivo ainda mantém alguns cedidos a poderes e órgãos. Os que têm verbas que suportem o pagamento de funcionários da segurança deveriam abrir mão dos brigadianos, devolvendo-os ao Executivo. Causa espécie, espanto e revolta, soldados atuarem na assessoria militar da Assembleia, como motoristas e seguranças, em vez de estarem nas ruas a serviço de quem realmente os paga.
André Gardolinski
Advogado – Porto Alegre

MUDANÇA
Diabetes, quando não passada geneticamente, é uma consequência de maus hábitos. A maioria de nós é preguiçosa, não pratica exercícios, entope-se de gordura, sódio e glicose. No caso do Aedes aegypti, claro que não são culpa do povo essas pragas, mas é culpa do povo a falta de cuidado. Apenas colhemos o que plantamos. A mudança começa em cada um.
Talita Pisching
Estudante – Teutônia

SALÁRIOS DOS SERVIDORES
O IPVA foi criado para manter ruas e estradas, porém, com o tempo, foi usado para saúde, educação, etc. Agora, o governo usa para pagar salários. Enquanto isso, as ruas e estradas ficam paradas no tempo e a frota automobilística cresce cada vez mais.
Paulo Aronna
Representante comercial – Capão da Canoa

EMPRESAS PÚBLICAS
As empresas públicas e de economia mista não pertencem a um governo. Pertencem à nação e cada um de nós é acionista delas, que têm nos ativos dinheiro público. A intromissão dos partidos para preencher os altos quadros dessas empresas com correligionários deveria ser prática proibida por lei, até porque normalmente um político não tem os requisitos técnicos para gerir qualquer coisa que seja. Daí resulta o baixo desempenho das empresas públicas com desmandos e incompetências que produzem serviços de baixa qualidade e desperdício de recursos preciosos.
Gerson Golendziner
Engenheiro – Porto Alegre

VEREADORES
Quem não conhece Porto Alegre pode pensar que é a cidade perfeita. Com todos os problemas, vereadores acham que o mais importante é propor folga para o funcionário público que perder, por morte, um bichinho de estimação. O nome dos que apoiaram tamanho disparate deve ficar gravado na memória do eleitor.
Flavio da Rosa
Aposentado – São Leopoldo

Sobre ZH

29 de abril de 2016 0

Sempre imaginei o colunista David Coimbra como uma pessoa culta. Infelizmente, com o artigo “Não vote em Bolsonaro” (ZH, 21/4), o articulista acabou de confessar sua pequenez intelectual e, além disso, sua estreiteza e/ou contaminação ideológica, mormente diante da tão alardeada repressão militar do regime pós-64. Obviamente, não há espaço, aqui, para discutir o papel desempenhado pelo cel. Brilhante Ustra. Isso pertence à História, a verdadeira História, que a esquerda não conta nem admite. De outra parte, a sugestão do texto é tão mentecapta, que, ao invés de convencer o eleitor a tanto, produz efeito contrário, isto é, propõe Bolsonaro potencialmente como candidato diferenciado.
Marco Pollo Giordani
Advogado – Porto Alegre

O professor de filosofia Denis Lerrer Rosenfield fez jus à sã disciplina que ministra e escreveu um texto primordial para os dias que vivemos no país (ZH, 26/4). Qual o papel do chefe do Executivo? É sempre demonstrar que o país que está representando é forte, apesar das pedaladas, que é robusto, apesar das corrupções? O que nossa presidente, nos últimos dias na Presidência, fez? Vendeu para o mundo todo a imagem de um Brasil golpista e nada sério. Fica comprovado que Dilma Rousseff foi, ou é, a presidente da República mais despreparada.
Júnior Chisté
Psicólogo – Xaxim

Sobre o artigo do dirigente do MST (ZH, 27/4), concordo que movimentos sociais discutam a possibilidade de perda de direitos adquiridos, desde que todos os movimentos sociais tenham identificação oficial para que possam ser responsabilizados por atos cometidos.
João Pedro Cunha Calçada
Médico – Cruz Alta

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29 de abril de 2016 0

RESTAURANTE POPULAR
Fiquei impressionado com o número de pessoas na fila do restaurante popular esperando um prato de comida. Sinais dos tempos. Nunca tinha visto tantas pessoas maltrapilhas, sem ânimo, sem expressão, desanimadas, cabisbaixas, até envergonhadas pela situação calamitosa por que passam. A quem devemos creditar a miséria do povo? Situação muito triste.
Ricardo Panisson
Administrador – Porto Alegre

LULA
Lula, em suas campanhas, mencionava o termo maracutaia à exaustão. O governo dele e o atual foram justamente isso. O ex-presidente não se recicla. Compara com 64 o atual impeach-
ment, fala da elite brasileira. O que é elite para Lula? Se ele não faz parte dela, quem faz?
Jairo Luiz Kerber
Cirurgião dentista – Passo Fundo

PETROBRAS
Estranho que as empresas de auditoria independente que aprovam os balanços da Petrobras não tenham feito ressalvas até o escândalo levantado pela Lava-Jato, quando passaram a não mais querer assinar os balanços. Os responsáveis por essas empresas deveriam ser ouvidos na operação, pois a eles cabia a responsabilidade pela clareza das contas. Será que alguém recebeu para dar cobertura a esse rombo?
Sergio Orsi
Advogado – Porto Alegre

LEONEL BRIZOLA
Ao ser lembrado diversas vezes na votação pelo impeachment, não achei salutar. Primeiro, por ser um político que muito fez pela educação de nosso país sem comparativos. Segundo, homem de fibra e sem receio em dar opiniões sobre qualquer tema. Jamais ficou em cima do muro. Merece respeito e gratidão. Diante desse desgoverno e da corrupção, Brizola não seria parceiro, independentemente do partido.
Renato Mendonça Pereira
Professor – Alvorada

Sobre ZH

28 de abril de 2016 0

A simples reprodução da inequívoca coluna do David Coimbra “A condenação de Dilma não é injusta” (ZH, 22/4) na mídia internacional bastaria para desmistificar a propalada vitimização da presidenta na imprensa estrangeira.
Itajaí Martins Lucas da Costa
Aposentado – Santa Maria

Brilhante a colocação feita pelo leitor Manfred Reitz (ZH, 25/4). Desse bando de sanguessugas, muitos somente sabem ler de carreirinha. Os semialfabetizados mamam neste país esgualepado.
Ademar Giongo
Funcionário público – Porto Alegre
Interessante analisar o balanço da EGR publicado em ZH de 25/4. Podemos verificar que a empresa teve um lucro de pouco mais de R$ 15 milhões em 2015, frente a um prejuízo de quase R$ 16 milhões em 2014. Que lucro é este calcado na redução da manutenção de estradas, o que se pode constatar ao circular pelas rodovias sob a concessão da empresa? Absurdo! E, para culminar, uma empresa que existe há tão pouco tempo já possui 63 ações trabalhistas classificadas como “Provável” (reconhecidamente perdidas). Todos sabiam que isso iria acontecer, menos os deputados que aprovaram a criação de mais este “elefante” do Estado, mas que serve para acomodar os correligionários, é claro, e isso explica tudo.
Gilmar Darlei Moreira
Economista – Porto Alegre

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28 de abril de 2016 0

QUEM DÁ MAIS
Que classe tem a possibilidade de alavancar a economia? A classe alta não está nem aí para roubalheira, para falta de boa educação pública, para um sistema de saúde assassino. Independentemente do que esteja acontecendo, para eles a vida pode ser maravilhosa! Pobres, LGBTs, sem-terra e sem-teto não podem alavancar uma economia por estarem em condições que, injustamente, podem discriminá-los. Quem pode é a classe média. Quer melhorar de vida, viajando, comprando, sorrindo. Na classe média, estão os que querem ajudar o pobre, os que vão para às ruas pedir por justiça. Os que citam muito os discriminados parecem que querem que esses grupos se multipliquem. Vamos aplaudir os que trabalham! Esses, sim, se preocupam em dar de comer para quem tem fome e têm a sensibilidade de não discriminar!
Nádia Rios Vellasco
Relações-públicas – Goiânia

MENSALÃO
O PT criou o mensalão, depois o petrolão e quem sabe quantos outros ainda surgirão. Mas o PMDB sempre foi no mesmo barco, portanto é cumplice. Se os ministérios inoperantes não se reduzirem no caso de impeach-
ment, saberemos o nosso triste fim com o PMDB.
Marino Ferrari
Aposentado – Porto Alegre
PENSAR NO BÁSICO É NECESSÁRIO
Improbidade é má gestão. Ilegalidade é contra a lei. Impeachment pode e deve ser usado em caso de ilegalidade. Se improbidade pudesse fundamentar um impeachment, então a maioria dos administradores públicos poderia perder os seus cargos. Dilma, pelas evidências, pode se acusada de improbidade. Já a ilegalidade pode ser questionada. Além disso, Cunha, Renan, Aécio e boa parte da Câmara dos Deputados não podem ser considerados probos. Portanto, a questão é política e ideológica. É por isso que, na minha opinião, o assunto repercute tanto na imprensa internacional. Dicionário do Houaiss: Probo = de caráter íntegro, honrado, honesto, reto, que é de boa qualidade, bom, reto, leal. Ilegalidade = aquilo que é contrário às disposições da lei.
Ario Zimmermann
Economista – Porto Alegre

QI
Dilma tem um problema: capacidade cognitiva reduzida. Basta atentar que ela não é capaz de responder a duas perguntas em sequência. Essa característica foi determinante para sua escolha para candidata pelo seu criador, Lula. Ele sabia que, com limitações, ela não tentaria suplantá-lo no poder e seria um capacho.
Paulo Roberto Alvares
Geólogo – Porto Alegre