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08 de fevereiro de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Peterson Kujawinski, gerente de marketing e produtos, registrou o anoitecer na zona sul da Capital

 

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08 de fevereiro de 2016 0

GOVERNO SÓ AJUDA BANCOS
O governo quer que o trabalhador use o FGTS como garantia para tirar empréstimos consignados.
É uma atitude covarde e perversa, pois queima uma reserva que lhe será útil num futuro incerto. Não precisa ser economista para saber que, para o Brasil voltar a crescer, é necessário que mais dinheiro volte a circular. Por que não diminuir o escorchante Imposto de Renda, que rouba grande parcela da classe média trabalhadora? Senhora presidenta, o Brasil não precisa de economistas nos ministérios, e sim de contabilistas. Economistas só pensam em ganhar, gastar. Contadores sabem equilibrar contas e sabem quando e como gastar e aplicar. Ainda não vi um economista controlar gastos desnecessários do governo.
João Fernando Zacher
Industriário – São Francisco do Sul (SC)

INTERNET
Ninguém se dá conta de que, apesar da facilidade para pagar contas e fazer compras, a internet se tornará um grande problema. O desemprego, o maior dos últimos 20 anos, aumentará, face a substituição da pessoa pela internet. Serão milhares desempregados, além dos que já foram, em decorrência da computação, porque os bancos e as lojas não precisaram mais contratar. E, pior, não diminuem em nada o custo para o consumidor. Sem contar que as reclamações serão para as máquinas. Já pensou no futuro de seus netos, onde vão arrumar trabalho, ou vão querer que o governo os sustente?
Osvaldo Padilha
Advogado – Porto Alegre

O ALERTA QUE NÃO VEIO
Nossos institutos de meteorologia e a Defesa Civil nos devem explicações. Por que não foi dado nenhum alerta sobre o temporal de 29 de janeiro? Os meteorologistas afirmam que algo assim seria possível de prever com duas a três horas de antecedência. Por que não o fizeram? Pessoas poderiam ter morrido, desavisadas e confiando em quem deveria protegê-las desses fenômenos. Para prever a neve que nunca vem no inverno e lotar a Serra, estão todos de plantão. Porto Alegre enfrenta uma combinação de incompetência, leniência e falta de planejamento.
Martin Henkel
Empresário – Porto Alegre

Sobre ZH

08 de fevereiro de 2016 0

Preciso comentar sobre a coluna de Moisés Mendes sobre argentinos no Brasil e Mauricio Macri (ZH, 25/1). Problemas econômicos não se resolvem da noite para o dia. Macri está no caminho certo.
O motivo da vinda de argentinos para o Brasil é a desvalorização do real, culpa da incompetência do governo petista. Felizmente, os vizinhos arrumaram o quintal com o voto na oposição. Aqui continuamos como estamos, observando com inveja o quintal castelhano.
Felipe Rech Rodrigues
Estudante de Ciências Contábeis – Porto Alegre

Das boas coisas que ZH proporciona, uma é a diversidade de colaboradores, de diferentes tendências e temáticas múltiplas. Sabe-se que talento é virtude inata e de lapidação refinada. No caso dos cronistas, significa leitura prazerosa e que se recomenda com frequência aos amigos. David Coimbra é a estrela rutilante de cada edição.
Eliseu Coelho
Médico – Taquari

Parabéns aos editorias de ZH em 27/1. Fico confortado quando vejo ZH fazendo o máximo para elucidar más condutas de políticos e agregados e tramas que acontecem fora do alcance de nós, pobres mortais. A imprensa comprometida com o povo cumpre o papel que os governos não estão cumprindo. Nem imagino o que estaria fazendo essa classe política se não fosse a postura firme do jornalismo. O que seria de nós sem vocês? Como o povo ficaria sabendo da desgraça que acontece na Petrobras? Dos bens que esses golpistas surrupiaram?
Do dinheiro desviado? Agradeço e peço que nunca desistam.
Luiz Alberto Sgarbossa
Engenheiro mecânico – Caseiros

Parabéns para Rosane de Oliveira pela inteligência que demonstra nos artigos dela. Finalmente, vejo alguém com a lucidez necessária para analisar a insustentável situação em que se encontra a criminalidade em nossa cidade. Como bem diz a jornalista, só se aumentará a segurança dos cidadãos à medida que se construírem presídios (ZH, 27/1). Não é possível colocar um brigadiano em cada esquina da cidade. Os governos gastam com tantas coisas que não são tão urgentes e não percebem que o mais importante, para a sociedade, no momento, é retirar de circulação os apenados, aqueles que se encontram na rua porque não existem vagas nos presídios.
Os presídios, que não devem ser luxuosos, precisam, no entanto, oferecer condições razoáveis para abrigarem seres humanos, embora bandidos. Amontoando-os nas cadeias, sairão piores ao término do cumprimento de suas penas.
Fernando Bittencourt
Aposentado – Porto Alegre

Pertinentes as colocações feitas por Francisco Santomé a respeito do desvio de função de grande número de professores da rede estadual (ZH, 29/1). Ocorreu-me uma ideia. Para minorar esse problema, por que a Secretaria de Educação não admite estagiários nas respectivas áreas para suprir essa carência? Seria interessante para o Estado e para os estagiários, que teriam oportunidade de praticar seus conhecimentos e obter uma remuneração. São muitos os cursos superiores afins, como Biblioteconomia, Administração, Contábeis, Pedagogia, Psicologia e Informática. Senhor secretário de Educação, pense nisso!
Aida Lena Fiorin
Aposentada – Jaguari

Lendo o artigo “O pior da inveja”, de J.J. Camargo (ZH, 06/02), médico renomado da atualidade, vejo que o homem parece não evoluir sob o ponto de vista espiritual. Permanece na estaca zero, porque o mal da inveja o persegue desde os tempos de Caim e Abel. Quem sabe uma nova vacina no âmbito da medicina possa curar esse nefasto
vírus que ainda o contagia?
Martinha Ramos Barone Franco
Formada em Música – Porto Alegre

Foto do leitor

07 de fevereiro de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Helena Frantz registrou a visita da sabiá que aparece na casa dela, em Porto Alegre, quando escuta barulhos na cozinha. “Ela sabe que vou dar ração para minha gata, que ela adora. Na verdade, é uma ladra, mas somos amigas”, brinca Helena.

Comentários

07 de fevereiro de 2016 0

PIANO
O ex-prefeito de Uruguaiana, apesar da carência de necessidades básicas da cidade fronteiriça, adquiriu de forma legal, mas imoral, um piano de
R$ 1,5 milhão, até agora encaixotado. O atual administrador do município efetuou um leilão do instrumento, ofertado pela terça parte de seu custo, e não encontrou arrematante. Fica a pergunta: e o Ministério Público, por onde anda?
Gentil Pazzini
Representante comercial – Porto Alegre

DELAÇÃO
Delação premiada, para valer como prova consistente, deve ser feita de corpo presente, de viva voz, em tempo real e documentada em arquivos de vídeo e áudio, acompanhada de provas documentais ou de outros depoimentos de terceiros que confirmem o conteúdo delatado, e sob a imprescindível presença física dos delatados e, posteriormente, submetida ao contraditório destes no pleno e assegurado exercício da mais ampla defesa. Delator, para merecer credibilidade, deve se expor e comprometer-se publicamente com o que diz ser a verdade.
José Carlos Morsch
Publicitário – Porto Alegre

MOSQUITO
“Cara prefeitura de Xangri-lá: agradeço a hospitalidade! Ass: Aedes aegypti.” É revoltante o descaso e a pouca seriedade com que é tratado um problema desta extensão. A prefeitura de Xangri-lá já ouviu falar no zika vírus? Triste este nosso país!
Suzana Golbert
Psicóloga – Porto Alegre

CAPITALISMO
Robertshaw e Walmart: não vejo surpresas. Quem já estudou o capitalismo (selvagem) americano sabe como funciona: regido por números. Se positivos, OK. Se negativos, demita-se. Pessoas são apenas números e quantitativos. Não importa quantos dependam delas, se vai desestruturar famílias ou não. Por isso, devemos pensar bem acerca das relações com empresas americanas, pois podemos estar investindo num futuro ruim para muita gente.

Paulo Caetano Negrini
Engenheiro – Porto Alegre

Sobre ZH

07 de fevereiro de 2016 0

É normal que o qualificado time de colunistas que escreve em ZH receba elogios e críticas de leitores. Mas chama atenção o destempero de alguns nas críticas a Moisés Mendes. Fica claro que parte da nossa sociedade, especialmente da elite hipócrita, por vezes ingênua, se sente incomodada quando assuntos proibidos de política e corrupção são corajosamente abordados por Moisés.
Além da dificuldade dessas pessoas em conviver com a democracia no sentido amplo, não sabem, ou fingem não saber, que em nosso país, onde um réu pode comandar o processo ocupando a presidência de uma das mais importantes instituições, poucos políticos realmente honestos nos sobram.
Lotario Wessling
Caminhoneiro autônomo – Venâncio Aires

O artigo do David Coimbra “Porque cresce Bolsonaro” (ZH, 27/01) é para emoldurar. Bolsonaro tem o apoio de 95% dos integrantes das Forças Armadas. Vai arrancar com mais de 500 mil votos, se contarmos ativos, inativos e familiares.
Luiz Alberto Noer
Militar – Tramandaí

Imprensa, assim é demais. Zero Hora destina sete páginas para contar a história de Jardel (ZH, 31/01). Esse cidadão não tem condições para ser deputado. Embora defendido por um renomado criminalista, as chances de continuar seu mandato são praticamente nulas. Jardel é vítima de um aglomerado de aproveitadores, que lançam qualquer um a qualquer cargo simplesmente pelo fator político.
Por outro lado, todas as manchetes são categóricas em continuar tendo como alvos principais Lula e Dilma. Suas vidas estão sendo estraçalhadas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal e, mesmo sem encontrar nada de verdadeiro, são a principal fonte de venda de jornais.
Jaí Antonio Strapazzon
Aposentado – Sapucaia do Sul

Desrespeitoso o espaço que ZH abre aos advogados criminalistas do Brasil que defendem a impunidade através do direito de defesa. Lembro dos protagonistas de grandes escândalos inocentados por decurso de prazo. Temos que rever as leis que tornam esses advogados ricos pelo longo tempo dos julgamentos. Aí, sim, teremos justiça, pois o pobre ladrão não tem como se beneficiar da lei.
Andres Kieling
Médico – Novo Hamburgo

O editor de “Tribunal de Israel condena dois jovens à prisão perpétua” (ZH, 05/01) foi obrigado, pelos fatos verdadeiros, a declarar que existe justiça em Israel. Porém, de forma que demonstra seu despreparo e ignorância, sugere que o fato relatado ajudou desencadear a guerra em Gaza em 2014. Será que é realmente ignorância? Será que não se trata de mais um que capenga para a esquerda e é mal-intencionado? A repetição desse tipo de lapso me deixa apreensivo sobre a seriedade das notícias dessa editoria.
Salus Finkelstein
Arquiteto – Porto Alegre

Sobre ZH

05 de fevereiro de 2016 0

Quero lembrar ao leninista L.F. Verissimo (ZH, 28/01) que o juiz Sergio Moro está trabalhando com fatos, não significando arbitrariedade alguma suas decisões de encarceragem de corruptos e corruptores. Nada de neoinquisição. Quanto ao Carnaval, vá sem máscara. Na mesma edição, o advogado Cezar Bitencourt imprime aceleração à tentativa de dificultar o trabalho do juiz Sergio Moro. Como foi dito acima, ele está trabalhando com fatos, a coisa foi muito bem engendrada, e há necessidade de trabalhar com todos os recursos válidos. Querem ler um artigo límpido, traduzindo o momento que estamos passando? Leiam “Fascistas não passarão?”, na mesma ZH.
Carlos Gilberto da Motta
Aposentado – Gravataí

Por que ZH investe páginas e páginas num cidadão inútil e pernicioso como Jardel? E numa edição dominical (ZH, 31/01)! Que mais de útil fez na vida esse tipo, além de gols? Justifica eleger essa figura tosca para fazer leis?
Clovis Picoral
Engenheiro – Porto Alegre

Excelente o texto de Paulo Germano “Liberdade aos asteriscos” (ZH, 31/01). Bem escrito, original e criativo! Aliás, ele me chama a atenção desde que começou a escrever sobre nossas praias, há alguns anos. E está cada dia melhor!
Cristina Macedo
Escritora – Porto Alegre

Excelente o artigo “O Rio Grande precisa crescer”, de Odir Tonollier (ZH, 02/02). O trágico acordo da dívida do RS firmado em 1998 comprometeu de forma abusiva o resultado fiscal anual do Estado. O resultado é o congelamento dos salários e redução do número de servidores públicos e precarização na prestação de serviço público.
Além de comprometer a eficiência do setor público, isto reduz a capacidade do consumo da sociedade, que muito contribui para o aumento da produção doméstica de bens e serviços e crescimento econômico de forma geral. Reduzir o tamanho do Estado de forma indiscriminada reduz um dos mais sólidos vetores do crescimento econômico.
João Neutzling Jr.
Economista – Pelotas

Sobre a coluna do David Coimbra, creio que classificar Suas Excelências como “chinelões” é muito pouco (ZH, 04/02). Eles estariam rindo se lessem a coluna, pois não têm vergonha na cara. Essa corja age premeditadamente desde a primeira candidatura com o intuito de conseguir um cargo para a prática de crimes e, ao mesmo tempo, para conseguir proteção.
Ronaldo Vesely
Engenheiro – Canoas

Desejo expressar aqui minhas impressões sobre leitores que criticam Moisés Mendes e elogiam David Coimbra. Aprecio os textos do Moisés Mendes que tem posição a favor do PT. Quanto ao David, ótimo colunista quando não investe na seara política, isto porque, em suas posições, embora denote um antipetismo, disfarça com críticas aos demais partidos. Essa posição parece-me gelatinosa. Seria muito bom que suas crônicas continuassem a versar sobre suas vivências do IAPI, sobre futebol (ele é ótimo analista), além das experiências que vive em Boston. Enfim, menos política até que ele defina para si qual sua posição.
Helena Amisani
Advogada – Porto Alegre

ZH e você

05 de fevereiro de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Entrega especial de ZH

A família da dentista Noêmia Lopes Machado recebe Zero Hora todos os dias da mesma maneira: entregue pelo animal de estimação da família, Mulligan. O cachorro da raça West Highland White Terrier recolhe o jornal na frente de casa e leva para Noêmia, para o marido dela, o marceneiro Derli de Oliveira, ou para a filha, a publicitária Giovana Jockyman. A rotina começou há um ano, quando viram o truque na internet. Em poucas semanas, Mulligan já estava treinado.
– Se duvidar, ele pega o jornal no ar. Ele conhece até a moto do entregador – conta Noêmia, assinante de ZH há 14 anos.
O mascote cumpre sua missão em Porto Alegre, onde os donos moram, e em Rainha do Mar, onde passam o verão.
– Ele é um veranista que gosta de trabalhar. Ele sente prazer em fazer isso – explica Noêmia.
Depois de pegar o jornal, o cãozinho de oito anos fica por perto enquanto o casal faz a leitura. Noêmia prefere as reportagens sobre livros e filmes. Derli gosta mais das palavras cruzadas e dos esportes.

Comentários

05 de fevereiro de 2016 0

BOLSONARO
Meu primeiro voto foi no Jânio Quadros, uma decepção. Depois eu senti que Collor era outro Jânio. Aí votei no Lula e, felizmente, ele perdeu com o meu voto. Agora, sinto que Jair Bolsonaro é um Jânio viável. Desse jeito vou votar nele. Interessante que quando ele solta o carretel é um ataque bonito.
Osmar Meirelles Peixoto
Aposentado – Cachoeirinha

APOSENTADORIA ESPECIAL
No governo anterior, os deputados estaduais aprovaram um projeto de lei complementar que cria um plano de aposentadoria especial para os parlamentares. Um deputado com 35 anos de exercício de mandato e 60 anos de idade teria direito a aposentadoria integral, paga pela Assembleia. A propósito, a OAB moveu uma ação direta de inconstitucionalidade no STF contra essa lei. Em seu parecer, a Procuradoria-Geral da República considerou “inadmissível a elaboração de leis imorais e anti-isonômicas, cujo único propósito seja privilegiar poucos indivíduos, locupletando-os à custa do Estado, com regras especiais, sem razão consistente.
O princípio republicano e o da igualdade exigem que, ao final do exercício de cargo eletivo, seus ex-ocupantes sejam tratados como os demais cidadãos”.
Danilo Guedes Romeu
Professor – Porto Alegre

Foto do leitor

04 de fevereiro de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Amandina de Aquines enviou uma foto dos salva-vidas do Posto 74 de Capão da Canoa para homenagear “os verdadeiros heróis da Pátria que salvam vidas com fé e patriotismo”.