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Comentários de leitores publicados nesta sexta-feira (24/10/2015)

24 de outubro de 2014 0

Comentários de leitores publicados nesta sexta-feira na edição impressa de ZH (24/10/2015)

Mais uma obra prevista em Porto Alegre para a Copa emperrada por falta de sondagens prévias: a trincheira da Ceará, por instabilidade do solo.
Além disso, já houve atraso na da Anita, por existência de pedras. Que falta de previsão! Será que teremos que esperar as eleições municipais para que sejam concluídas essas obras?
Sidney Charles Day
Aposentado – Porto Alegre

 

SOBRE ZH

Confesso que estou estarrecido com a agressividade com que o jornalista Paulo Sant’Ana abordou a greve dos funcionários do Banrisul na sua coluna de ontem.
Paulo Sant’Ana faz afirmações inverídicas. A decisão de greve é tomada em uma assembleia e quem vota e define é a categoria. Particularmente, recebi a ligação de um diretor do sindicato solicitando o meu comparecimento nas assembleias para votar pelo fim da greve.
Um percentual significativo dos grevistas reúne-se diariamente no centro de Porto Alegre, comparece às assembleias, caminha até o palácio do governo e visitou nesta semana vários deputados.
O cerne dessa greve é o plano de carreira que entrou na pauta de negociações desde 2010, ou seja, foram realizadas várias rodadas de negociação e durante esse período os funcionários do Banrisul mantiveram-se nos seus postos de trabalho, assim como foram feitas inúmeras promessas até hoje não cumpridas. E toda a paciência tem limites.
E, para finalizar, diz Sant’Ana que “trata-se de respeitar os direitos dos clientes do Banrisul, grande parte dos quais não escolheu ser cliente, foi obrigada a tal por receber sua folha de pagamento pelo Banrisul”. Novamente o jornalista demonstra desconhecimento do assunto, pois a resolução 3.402 de 2006 do Banco Central (BC), que criou a conta-salário, garante ao trabalhador o direito de escolher onde quer receber. Não somos vagabundos. Somos trabalhadores.

Danilo Dias da Cunha
Bancário – Porto Alegre

Comentários desta quinta-feira (23/10/2014)

23 de outubro de 2014 0

Comentários publicados na edição impressa de ZH desta quinta-feira (23/10/2014)

 

DIREITOS HUMANOS

Não vi, li ou ouvi nenhuma manifestação de entidades e ONGs ligadas aos direitos humanos em apoio à família do policial militar morto a tiros em um ônibus em Porto Alegre.
Chama-me a atenção também que, caso o brigadiano tivesse conseguido reagir e atirado, estaria sob sindicância.
Jaime Pacheco Alves
Aposentado – Osório
ELEIÇÕES
Independentemente de quem vencer as eleições para presidente, há grandes chances
de a pessoa ter que governar sem o apoio da maioria dos brasileiros.
A soma dos votos em branco e nulos mais a votação que irá obter o candidato derrotado poderá chegar a mais da metade dos votos. Presumo que se o novo presidente fosse governar com o apoio da maioria, ele teria mais facilidade para conduzir a nação.
Virgílio Melhado Passoni
Aposentado – Jandaia do Sul (PR)

 

SOBRE ZH

Parabenizo a excelente colunista Rosane de Oliveira pelo seu excelente trabalho de informar de maneira imparcial, correta e realista todos os fatos importantes de nossa política atual, que vem sendo tão tumultuada nessa época de eleições.
Ela é um exemplo de jornalista que tem amor pela profissão e que demonstra a todo momento sua vocação com probidade e respeito aos leitores.
Themis Groisman Lopes
Psiquiatra – Porto Alegre

Comentário sobre a coluna “A volta da censura”, de Moisés Mendes, publicada na terça- feira.
Como pode um colunista confundir a decisão do TSE ao pôr “ordem na casa” como sendo uma censura? Como pode mencionar a ditadura ao estar criticando uma atitude correta do TSE?
Estava na hora de os candidatos terminarem com as ofensas e calúnias ao ocupar o espaço da propaganda política e darem lugar à exposição dos seus projetos de governo.
Manfred Reitz
Oficial do Exército – Caxias do Sul

#descubraRS: conhece estes lugares?

22 de outubro de 2014 0

Compartilhe no Instagram fotos de lugares pouco conhecidos do Estado e ajude os leitores de ZH a descobrir os encantos do Rio Grande do Sul. Use a hashtag #descubraRS e participe! Sabe que lugares são esses? Confira as respostas abaixo. Veja todas as imagens aqui.   @jeh_c_lima  @jeh_c_lima 

@GIGICAMILLO

@gigicamillo

@HOLDEFER_MAURICIO

@holdefer_mauricio

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1- Ivoti

2- Santa Maria

3- Bento Gonçalves

Comentários de leitores publicados nesta quarta-feira - 22/10/2014

22 de outubro de 2014 0

Comentários de leitores publicados na edição impressa desta quarta-feira – 22/10/2014

SOBRE ZH

Comentário sobre a reportagem “Paisagem abandonada”, publicada domingo.

Quero cumprimentar as repórteres Jaqueline Sordi e Lara Ely e o fotógrafo Tadeu Vilani
pelo belo trabalho.
Que o assunto é importante e que o Arroio Dilúvio é quase um símbolo histórico de Porto Alegre, não se pode negar. A chamada que vocês fazem, isto sim, atrai toda a atenção para um tema tão central para nossa cidade e para a qualidade de vida de todos.
O texto e as fotos dão esperança de vida ao Arroio Dilúvio. Parabéns!
Romualdo Romanowski
Médico – Porto Alegre

Comentário sobre a coluna “Tem a bênção, meu filho!”, de Fabrício Carpinejar, publicada ontem.
A crônica de Fabrício Carpinejar foi de uma felicidade ímpar. É de conhecimento de todos
os profissionais que trabalham com orientação profissional e de carreira o quanto a falta de apoio dos pais na escolha profissional dos filhos interfere negativamente em todo o percurso, desde a escolha profissional e o preparo para
o vestibular, até a entrada e manutenção no mercado de trabalho, passando pelo altíssimo índice de evasão universitária.
Como presidente da Associação Brasileira de Orientação Profissional (Abop), compartilhei o texto com outros colegas para que escolas de
todo o Brasil possam alcançá-lo aos pais.
Rosane Schotgues Levenfus
Psicóloga – Porto Alegre

Comentários sobre a coluna “A volta da censura”, de Moisés Mendes, publicada ontem.
Moisés Mendes reclama de que ao TSE não cabe decidir sobre a propaganda partidária, referindo que o órgão proibiu que se faça exposição de detalhes considerados comprometedores da trajetória dos oponentes.
Concordo com o TSE: chega de baixaria, vamos nos ater a questões propositivas, que até agora não foram apresentadas.
Dilson Osvaldo Flores Nunes
Militar – Porto Alegre

A coluna do Moisés Mendes foi de uma lucidez que demonstra a sua personalidade, com um tema dentro da nossa atualidade.
As mazelas eram todas remetidas para a época da ditadura, e hoje causa espanto e temor as medidas adotadas pelo Superior Tribunal Eleitoral restringindo a liberdade de expressão. Não sei a que candidato é dado o benefício do silêncio sobre o seu mandato e suas atitudes dentro ou fora da política.
Luiz Alberto Nöer
Militar – Tramandaí

 

SEGURANÇA

Que tranquilidade, que segurança pode sentir o cidadão comum, pai de família, quando um ladrão de carro é preso pela 14ª vez depois de atropelar, com um carro roubado, três servidores da Polícia Rodoviária Federal? Ou quando um estuprador preso em flagrante é libertado dias depois porque não tem antecedentes criminais?
Que Justiça é essa que não faz justiça?
Carlos Alberto Boa Nova Andrade
Funcionário público – Porto Alegre

Comentários e fotos do leitor da edição desta segunda-feira

20 de outubro de 2014 0

Veja o que foi publicado na página do Leitor de ZH nesta segunda-feira:

 

Foto do leitor:

Propusemos um desafio no Instagram: fotografar reflexos de objetos ou paisagens. Seja de uma poça d’água ou dos vidros dos prédios da Capital, nossos leitores fizeram belos cliques. Veja alguns e participe compartilhando a sua foto com a tag:

 

reflexo@apbigatti

@apbigatti

 

reflexo@ordobas

 

@ordobas

 

reflexo_ageu_kehrwald

 

@ageu_kehrwald

 

Comentário:

Novas formas de violar a convivência pacífica tornam o cotidiano do brasileiro uma gincana.
Uma das violações mais banais tem sido o bloqueio de estradas. Ninguém tem o direito de impedir o direito de ir e vir, de fechar uma estrada.
O direito de ir e vir é supremo, pétreo e fundamental entre os direitos constitucionais fundamentais. Há regras na própria Constituição para as manifestações. Que sejam elas cumpridas, inclusive em favor dos direitos sociais. Basta!
Telmo Silveira 
Advogado – Porto Alegre

 

Sobre ZH:

Sobre a matéria da Operação Lava-Jato, “Linha-
dura e reservado” (página 20 de 19/10). Penso que qualificar o juiz Sérgio Moro como “linha-dura” talvez seja equivocado. Juiz não deve ser complacente nem duro. Juiz deve ser justo.
Benedito Felipe Rauen Filho
Aposentado – Porto Alegre

Leitor-repórter: árvore em bom estado é removida em bairro tradicional de Porto Alegre

17 de outubro de 2014 0

árvore grande e alta

Com mais de 30 anos de existência, uma falsa seringueira de aproximadamente 15 metros localizada na Rua Cabral, em frente ao Edifício Condomínio Michelangelo começou a ser removida desde 09 de outubro. Segundo o publicitário Jorge Rolla, morador do bairro Rio Branco há 40 anos, a árvore não oferecia qualquer risco aos moradores e passava por podas periódicas. “A planta está 100% viva, leva sombra aos moradores e purifica o ar poluído da região. Por que retirá-la”, questiona Sérgio.
Esta espécie exótica é comumente encontrada em praças, parques e calçadas da Capital, todavia suas raízes e seu grande porte causam inúmeros conflitos com redes, tubulações, pavimentação e estruturas de edificações.
A direita, árvores altas. A esquerda, árvore cortada com prédio ao fundo
O que diz a Secretaria Municipal do Meio Ambiente:
Segundo a assessoria da SMAM, a remoção da falsa seringueira (Ficus elástica) foi solicitada pelo Condomínio Michelangelo através do Fala Porto Alegre. Em vistoria, constatou-se que o vegetal ocupa em torno de 70% do passeio, adentrando a via e dificultando o trânsito de pedestres. O sistema radicular avançou para as redes de esgotos pluvial e sanitário do condomínio, causando entupimentos recorrentes. A SMAM informa que o condomínio terá que fazer uma compensação ambiental a ser definida em breve, pois a autorização para a remoção do vegetal está vinculada ao comprometimento do condomínio de abrir espaço no próprio passeio para o plantio de novas mudas nativas, que se adequem ao local.

Leitores registram alagamentos no RS

17 de outubro de 2014 0

Lucas Cabeda na Rua Francisco Trein, na Vila Ipiranga.

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Douglas Clementel registrou a Avenida Carlos Barbosa embaixo d’água.

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Denise Fontela registrou o alagamento no bairro Nova Gleba, em Porto Alegre.

Leitor Diedison Carlos de Souza enviou imagem dos alagamentos em Porto Alegre rua São Salvador acesso da Avenida Sertório. #temporalRS

Diedison Carlos de Souza enviou imagem dos alagamentos em Porto Alegre rua São Salvador acesso da Avenida Sertório.

DIEDISON

Daniela Alves registrou o alagamento na Rua Gramado, esquina com a Avenida Otto Niemeyer.

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Claiton Pacheco Machado registrou o Granizo em Rosário do Sul

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Envie sua participação pelo Whatsapp da Redação: (51) 9667-4125 ou pelo link: http://zhora.co/1h7wAvl

Comentários da página do leitor desta sexta-feira (17/10/2014)

16 de outubro de 2014 0

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Comenta-se nas redes sociais a decisão de magistrado por soltar um dos homens que estuprou uma jovem em Porto Alegre.
Não quero questionar o embasamento jurídico tomado pelo magistrado, pois se o fez, foi estribado na lei, na jurisprudência e na sua consciência.
Via de regra, a violência de gênero é subnotificada, pois as vítimas muitas vezes não procuram denunciar as agressões sofridas, por medo de que sua palavra seja desacreditada.
Essa vítima não teve seu espaço de fala possibilitado, porque, desacordada, foi levada ao hospital para ser atendida, visto as lesões que apresentava após ter sido agredida para que se submetesse à prática sexual.
Porém, contou com a ajuda de um anjo bom que procurou a polícia, ao ver a situação que ela sofria. Um morador de rua, drogadicto e cuidador de animais, que também poderia ter tido sua fala desacreditada, mas que não teve receio de fazer o que era justo e certo.
Tal sensibilidade ao sofrer da vítima foi desacreditada pelo sistema, que, diante do fato, não levou em conta o que ela havia passado, ainda mais se tratando o estupro de um crime hediondo, conforme a Lei n.º 8072/90.
Pena que a experiência vivida pela vítima não será um fato isolado na vida dela. Isso irá acompanhá-la como um fantasma, pelo resto da existência.
Sonho com o dia em que a violência contra a mulher seja uma exceção, e não a regra.
Claudia Cristina Santos da Rocha Crusius
Delegada de Polícia – Passo Fundo

SOBRE ZH

Faz muito bem Zero Hora ao divulgar o nome dos magistrados que estão abrindo mão do auxílio-moradia (coluna Política+, de Rosane de Oliveira, de 14/10). Atitudes como essa só podem vir de pessoas que realmente têm consciência da enorme disparidade salarial existente em nosso país, e, mais ainda, ao renunciar ao benefício dão um belo exemplo de caráter e integridade, que deveria ser seguido por todos. Parabéns a Zero Hora e aos magistrados como o Carlos Roberto Caníbal.

Aida Lena Fiorin
Professora aposentada – Jaguari

Ao colunista Mário Corso (página 6 de 16/10), quero informá-lo de que já estamos acostumados com “tema atrasado” tanto de nossos alunos como de nossos governantes.
Iaramar Fernandes
Professora – Bagé

Missão Instagram: #ReflexosZH

15 de outubro de 2014 0

Nesta missão, propomos um pequeno desafio para os instagrammers: registrar objetos e paisagens através dos reflexos. Pode ser de uma poça d’água, dos óculos de sol ou em um vidro. O importante é usar a imaginação e brincar com os reflexos.
Abaixo, a leitora do perfil @suzanahartz conseguiu um belo registro na Redenção.

Use a tag #reflexoszh e compartilhe no Instagram:

suzanahartz


 

Comentários da página do leitor desta quinta-feira

15 de outubro de 2014 0

DEBATE

Um debate em cada canal de TV só é bom para a emissora que vende os comerciais. Fora isso, são enfadonhos e cansativos. Chega uma hora em que não tem mais o que ser debatido ou questionado.
Assis Vieira
Jornalista – Montenegro

Às vésperas do segundo turno das eleições, o calor dos debates entre os candidatos aos cargos majoritários do país esquenta à semelhança da temperatura neste quase verão.
Esperemos que o eleitorado brasileiro
tenha a inteligência de acerto na escolha entre os melhores, para que possamos enfrentar os grandes desafios que nos esperam nos dias futuros.
JOSÉ DE ANCHIETA NOBRE DE ALMEIDA
Advogado – Rio de Janeiro (RJ)

Agora ficou mais fácil para o eleitor escolher seus candidatos. Após a enxurrada de números e nomes no primeiro turno, a disputa restringiu-se a dois nomes para a Presidência do país e outros dois para o governo do Estado.
As opções em menor número permitem uma análise mais detalhada do perfil de cada candidato e comparações entre as trajetórias na vida pública e as propostas para governarem nos próximos quatro anos.
Os debates serão mais fáceis de acompanhar e os candidatos devem apresentar uma discussão entre projetos e propostas, com intensa comparação entre os modos de governar de cada partido que se apresenta para a disputa.
Paulo Franquilin
Tenente da Brigada Militar – Porto Alegre
HORÁRIO POLÍTICO
Na minha opinião, os candidatos aos cargos políticos deveriam ter no máximo três minutos cada um para fazerem suas campanhas. Isso seria apenas para falarem seus nomes e números, pois estão usando mais de 90% do tempo para falarem mal um do outro.
Sergio Luiz Andreis
Metalúrgico – Caxias do sul

SOBRE ZH

Sobre a reportagem de Humberto Trezzi: “A rotina de luta contra a morte na emergência do Hospital Cristo Redentor”
publicada em 17/05.

Vou me formar em Enfermagem em janeiro e agradeço por reportagens como esta, pois mostram a luta do serviços de saúde pela vida e a doação que os profissionais precisam fazer para manter a cabeça no lugar e realizar todos os procedimentos.
Meu último estágio está sendo realizado na unidade de cuidados paliativos do Hospital de Clínicas e ali estou aprendendo a ver a morte confortável como uma vitória para os profissionais. Somos treinados a tratar e curar, somos acostumados a ver a morte como uma derrota. Mas essa não é a verdade. Por mais que estudemos e estejamos preparados, a morte bate à porta.
Melissa Schüler Güenter
Estudante – Porto Alegre