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26 de abril de 2015 0

Uma resposta à reportagem “Universidade S/A”

19 de abril de 2015 0

NÓS SOMOS SAÚDE COLETIVA

Somos oriundos das mais diversas formações, atuamos na assistência, na educação e promoção, na gestão, nas vigilâncias e tantas outras áreas da Saúde. Diferentes caminhos, diferentes olhares, mas todos com o mesmo ideal: articular nossa prática do cotidiano dos serviços de saúde, com a potência das formulações acadêmicas para qualificar constantemente o Sistema Único de Saúde (SUS), abrangendo inúmeros olhares que valorizem as diferentes dimensões do humano, bem como tornar mais
eficazes as ações públicas para a qualidade de vida da população.
A organização curricular inovadora do Programa de PósGraduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGCOL/UFRGS) agrega conhecimentos em Política, Planejamento, Epidemiologia, Vigilância em Saúde, ampliando e aproximandose de outras áreas como Saúde Ambiental, Educação, Ciências Sociais e Humanas.
A reconhecida qualificação acadêmica e profissional do corpo docente do PPGCol, bem como o protagonismo da UFRGS para o SUS (papel reconhecido pelo Ministério da Saúde em diversas parcerias), a traiu candidatos de diferentes regiões do Brasil, em três anos de seleção para este mestrado.
Para garantir o acesso à qualificação acadêmica desses alunos, sem que abandonassem as funções estratégicas para o SUS nos municípios onde atuam, o curso construiu, atenciosamente, um currículo com modalidades presenciais em horários alternativos e em formatos pedagógicos variados, todos reconhecidos pelos regimentos da Universidade.
Nossa vocação para estudar Saúde Coletiva passa pelo sério compromisso com função pública de produção de conhecimentos. Por isso, nós, como coletivo dos alunos do PPGCOL, refutamos as denúncias apresentadas na reportagem da série “Universidade S/A”, publicada em Zero Hora de 12/04/15, especialmente quanto a supostas declarações anônimas de fragilidades, favorecimento ou flexibilidade na formação, a nós atribuídas como fonte.
A própria reportagem se contradiz quanto a supostas irregularidades na comprovação de frequência em sala de aula, plenamente cumprida no caso do colega citado indevidamente. Quanto a questionamentos sobre a qualidade do curso, ressaltamos a potência das produções de acadêmicos e professores, reconhecidas em periódicos e congressos acadêmicos de renome na área.
O coletivo de alunos reafirma o caráter inovador da pedagogia desenvolvida na Saúde Coletiva da UFRGS, geradora de autonomia e responsabilidade para com o interesse público. Nos colocamos à disposição para compartilhar nossas produções e
esclarecer dúvidas sobre nossa formação.

Coletivo de Alunos do Mestrado em Saúde Coletiva da UFRGS (PPGCOL)

Sobre ZH: nota da Associação da Turma de Odontologia 2015/2 da UFSM

16 de abril de 2015 0

Diante de pré-julgamentos e respostas referentes a publicação sobre Professores do Curso de Odontologia da UFSM com Dedicação Exclusiva, realizada nos dias 12/04/2015 e 13/04/2015 em jornais do Grupo RBS, a 82ª Turma de Odontologia da UFSM vem prestar apoio e esclarecimentos sobre o assunto.

A 82ª Turma de Odontologia da UFSM, representada pela Associação de Turma de Odontologia 2015/2 da UFSM, em seu último ano de curso, se considera apta para o desenvolvimento desta nota.

Gostaríamos, primeiramente, de ressaltar que nossa intenção não é julgar ou defender a atitude desses professores perante as autoridades competentes pois conforme nota do próprio Reitor da UFSM, os professores já estão sendo julgados e pagando as devidas punições definidas pela justiça. Queremos apenas expor a realidade de nosso curso e as excelentes condições de ensino que nos são oferecidas.

Dentro destes 4 anos de curso podemos referenciar diversas atividades que realizamos, o primeiro paciente, o primeiro atendimento, a primeira restauração, a primeira anestesia, a primeira endodontia, a primeira “raspagem”, a primeira exodontia, a primeira prótese, a primeira radiografia, o primeiro aparelho ortodôntico, dentre outras. Todas essas atividades teriam sido somente as primeiras, apenas uma lembrança, não fossem os professores competentes nos auxiliando, nos apoiando, nos ensinando, na primeira, na segunda, na terceira e quantas vezes fosse necessário. Professores que mesmo diante de dificuldades estruturais e institucionais estavam e estão presentes em todos os momentos que precisamos deles. Professores que nos fizeram e nos fazem crescer, não só como alunos, como cirurgiões-dentistas, mas também como pessoas. Professores que elevam os índices de reconhecimento do Curso de Odontologia da UFSM ao topo de rankings nacionais e internacionais, que tornaram e tornam a UFSM referência nacional em odontologia. Contudo, infelizmente, eles não são referenciados por isso.

Esses mesmos professores chegam todos os dias para dar aula, seja em clínica ou em teórica, e encontram um prédio com problemas de infraestrutura, equipos que não estão em condições de uso e precisam de manutenção constante, sistemas internos que não funcionam, projetores e condicionadores de ar estragados e escassez de materiais essenciais para uma boa prática clínica. Mesmo assim, chegam todos os dias para dar aulas, sem atrasos, desempenhando um excelente trabalho clínico, com responsabilidade e conhecimento dos casos clínicos de todos os pacientes atendidos por cada aluno, trabalho este reconhecido não só pelos alunos como pelos pacientes, além de ministrarem com assiduidade todas as aulas teóricas, mantendo seus compromissos com a instituição. Somando-se a isso, não podemos deixar de ressaltar a excelente produção científica destes profissionais, com inúmeras pesquisas sendo publicadas nas melhores revistas nacionais e internacionais.
Enfim, os referidos professores estão sempre dentro da Universidade quando se necessita deles, nunca faltam aos compromissos seja com alunos ou com pacientes, encaram a falta de materiais e estrutura inadequada corajosamente, buscando sempre as melhores alternativas para suprir as necessidades dos alunos e pacientes, até mesmo, cedendo materiais para a instituição.

Tendo em vista todos os esclarecimentos prestados, a 82ª Turma de Odontologia da UFSM considera que os nossos professores realizam sim Regime de Dedicação Exclusiva. Dedicação Exclusiva aos alunos, ao ensino e aos pacientes. O que os professores realizam fora da Universidade não prejudica em nada nosso ensino, ao contrário disso, devido ao nosso curso ser majoritariamente prático/clínico o fato desses professores manterem seus consultórios gera oportunidades de adquirir mais experiências, conhecimentos e confiança na prática clínica, o que nos é transmitido e essencial para nossa formação acadêmica como futuros cirurgiões-dentistas.

Acreditamos que para ser professor é preciso muito mais do que assinar um contrato como Professor Universitário em Regime de Dedicação Exclusiva, é preciso estar presente para transmitir conhecimento com empenho e dedicação a todo momento em que ele for procurado. E, dessa forma, A 82ª Turma de Odontologia da UFSM reitera que possui, sim, Professores com Dedicação Exclusiva ao ensino.

Comentários da página do leitor desta quinta-feira (16/04)

16 de abril de 2015 0

AJUSTE FISCAL
A raiz de todo problema com ajuste fiscal está na palavra “vantagens”. Cada governo, para fazer um agrado, cria um tipo de vantagem, seja na área trabalhista ou no serviço público. Depois, quando o acúmulo de vantagens e benefícios vira uma bola de neve, não conseguem mais estancar. Daí vêm o “direito adquirido”, a briga política daquele que criou aquele tipo de benefício, o ano eleitoral, em que ninguém tem coragem e vergonha para mudar alguma coisa etc. Governantes: ética, moral e responsabilidade devem vir em primeiro lugar.
Flavio da Rosa
Bancário aposentado – São Leopoldo

TRENSURB
A notícia veiculada em Zero Hora sobre o descarrilamento de um dos novos trens adquiridos pela Trensurb nos remete para uma realidade já vivenciada neste Estado e no país. A empresa vem sendo ardilosamente sucateada pelos gestores e administradores públicos, como já feito anteriormente com o modal ferroviário. Os sucessivos governos, militares e civis, ao longo dos anos, de forma orquestrada e planejada, sucatearam e levaram ao desmonte as ferrovias brasileiras, levando-as à privatização, sob o argumento de mais investimentos, modernidade e recuperação total dos ramais e do patrimônio, o que jamais ocorreu.
Ricardo Reischak
Advogado – Porto Alegre

TERCEIRIZAÇÃO
Incrível como a Justiça do Trabalho se expõe ao ridículo defendendo posições de atraso quanto ao avanço das relações de trabalho entre patrões e empregados. Terceirização existe em todos os países do mundo e aqui avança talvez não da melhor maneira porque não se atualiza a velha e ultrapassada CLT.
Orli Fernandes Pfeiff
Empresário – Porto Alegre
Sobre ZH

Registro o alto nível dos comentaristas de Zero Hora. Para citar alguns, que transitam com coerência no conturbado e lamacento terreno político: Moisés Mendes e Luis Fernando Verissimo. Estes vêm dando a ZH o rumo de um jornal imparcial. Em especial, parabenizo Moisés, que transita com equilíbrio onde outros se perdem pelo sectarismo e pelo interesse pessoal ou partidário.
Em outra praia, Mário e Diana Corso nos brindam com brilhantes artigos, pondo às claras a psicologia do povo brasileiro.
Sérgio Felipe Zirbes
Professor aposentado – Porto Alegre

O jornalista Juliano Rodrigues, no artigo “Pelo fim dos flanelinhas” (ZH, 14/4, página 22), colocou o dedo na ferida e “acertou na mosca”: a extorsão praticada pelos flanelinhas é vergonhosa e inaceitável. Essa regulamentação “fajuta”, implantada em Porto Alegre, se mostra inútil pela falta de legitimidade e de fiscalização. Assim, a solução é, de fato, a proibição pura e simples dessa atividade. Nessa questão, o repórter representa não apenas a mim, mas também os milhares de cidadãos diariamente espoliados por pessoas inescrupulosas.
Clovis José Formolo
Aposentado – Porto Alegre

David Coimbra foi muito feliz na coluna publicada na ZH de terça-feira (“O melhor que foi feito foi o pior”, página 39). Lúcida e precisa sua abordagem sobre o que foi e o que poderia ter sido o projeto educacional dos últimos governos. Sem dúvida, as crianças são a melhor matéria-prima que temos à disposição para a construção de um grande país. Infelizmente, a obra apresentada apenas intensifica as diferenças sociais. Um ensino de qualidade e igualitário seria a solução para boa parte dos problemas que nos afligem.
Maria Angélica L. Gomes dos Santos
Dona de casa – Porto Alegre

Leitor-repórter: Demora na linha T11

09 de abril de 2015 0

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Alexandre Mello encaminhou o registro das filas de espera pelos ônibus das linhas T11 e T5, da Carris, no ponto de parada ao lado da Estação Aeroporto do trensurb, em Porto Alegre. Segundo o leitor, a demora resulta na formação de três grandes filas ao mesmo tempo.

– Utilizo a linha T11 todos os dias, mas não adianta chegar na parada próximo das 8h, porque ninguém sai de lá antes das 8h30min. A espera é em média de 30 minutos e, com frequência, chegam dois ônibus juntos, que já saem lotados. Há muito tempo falei com a Carris e dizem que é uma situação pontual, mas não parece – conta.

CONTRAPONTO | O QUE DIZ A CARRIS

De acordo com sua assessoria de comunicação, a Carris disponibiliza, para a linha T11, 24 ônibus no horário normal e 27 para o horário de pico (das 6h às 9h e das 17h30min às 20h30min) e, em média, são transportados 20.619 passageiros diariamente. Já para a linha T5, são 19 ônibus ao longo do dia para cerca de 14.160 usuários.

O intervalo médio entre as viagens é de seis a sete minutos. No entanto, segundo a empresa, a linha T11 é uma das mais complicadas para a Carris atualmente, pois passa por cinco desvios decorrentes de obras na cidade. Nessa linha, rodam apenas veículos articulados (sanfonados) e o ideal é que eles circulem em corredores de ônibus ou avenidas largas. Com os desvios, é preciso passar por ruas estreitas.

O atraso de uma tabela (tempo entre saída e chegada do ônibus) faz com que o intervalo passe a ser de 14 minutos, enquanto duas tabelas atrasadas elevam o tempo para 21 minutos. Para reduzir o impacto na rotina dos passageiros, a Carris faz monitorias externas, com fiscais que acompanham, em tempo real, a situação do trânsito, a fim de readequar o intervalo entre as viagens.

Já a T5 opera apenas com um desvio, mas as ruas em que trafega também têm trânsito intenso. A linha tem 98% de aproveitamento no Sistema de Ônibus Monitorado Automaticamente (Soma).

Enquanto as obras que causam os desvios não estiverem prontas, a Carris informa que não há previsão de normalização dos intervalos.

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Tem uma sugestão de leitor-repórter? Envie pelo formulário ao lado!

 

 

Comentários da página do leitor desta quinta-feira (09/04)

09 de abril de 2015 0

Confira os comentários publicados na página do leitor da edição impressa desta quinta-feira, dia 9 de abril:

DOAÇÕES
Uma das soluções propagadas para conter a corrupção é limitar as doações de campanhas apenas para pessoas físicas. Isto não é suficiente. Precisa limitar também o montante por CPF. Basta ver que o trabalho de consultor rende muitos milhões hoje em dia e o fluxo de dinheiro por esta via poderia ser imenso.
Rubens Correa Rechden
Arquiteto de sistemas – Porto Alegre

CONTAS DO ESTADO
Sem qualquer constrangimento, o vice-governador afirma novamente, na edição de ontem de ZH, que o Estado vai mal. Deveria saber que falta qualidade é nos CCs e FGs que os governantes nomearam por décadas para administrar o Estado, desprestigiando os servidores públicos e transformando-os em meros cumpridores de tarefas na execução dos grandes projetos desses tantos “experts”. O governo deveria se olhar no espelho em vez de sair por aí a culpar a sociedade e ao serviço público pela sua incompetência.
Carlos Alberto Boa Nova Andrade
Funcionário público – Porto Alegre
SOBRE ZH
Com relação à matéria publicada sob o título “Piratini reduz gastos com diárias”, não ficou claro que o Tribunal de Justiça efetivamente gasta muito pouco com diárias, considerando o número de servidores (8,3 mil) e magistrados (800) e sua infraestrutura (quarto maior TJ do país e com a maior demanda por habitante – 4,7 milhões de processos em tramitação), com intensa capilarização dos serviços judiciários.
Além disso, é o único tribunal do país que adota o regime ressarcitório (paga o que efetivamente foi gasto, mediante comprovação de despesas).
Desembargador Túlio Martins
Presidente do Conselho de Comunicação Social do TJRS

No texto “Como nasce um Jardel”, de Rosane de Oliveira (ZH, 7/4, página 10), acrescento que o partido, PSD, tem o dever de amparar o deputado. É só o Jardel o culpado de seu fracasso? Ele precisa de acolhimento, não de abandono. Creio que essa bandeira deveria ser capitaneada pelo deputado federal Danrlei, e, é claro, com apoio do seu partido e da sociedade.
Alcione Santin
Administradora – Erechim

Missão ZH: #doleitorZH

09 de abril de 2015 0

O dia a dia dos leitores é retratado em diversas imagens compartilhadas no Instagram com a tag abaixo. Veja mais em: zhora.co/fotodoleitorzh

giovanisa

@giovanisa

ju_schuch

@ju_schuch

jujudavila

@jujudavila

julianduarte11

@julianduarte11

Comentários da página do leitor da quarta-feira (08/04)

09 de abril de 2015 0

Confira os comentários publicados na página do leitor da edição impressa da quarta-feira, dia 8 de abril:

SALÁRIOS
O governador José Ivo Sartori, através de suas ações de ameaçar o funcionário público de atrasar o pagamento dos salários e não cumprir o estabelecido em lei referente ao aumento, está de fato governando com terrorismo, tendo escolhido os funcionários públicos como algozes. Se não estava preparado para administrar o Estado, que é muito mais complexo do que o município de Caxias do Sul, que governou por dois mandatos, não deveria ter se aventurado e levar seus eleitores a depositarem confiança nele, elegendo-o.
Senhor governador, a categoria de funcionários públicos, que você está querendo que leve a culpa pela penúria que o Estado está vivendo, é mais forte e digna do que este governo avalia.
Sílvio Vicente de Barcellos
Militar da reserva – Osório

INCOERÊNCIA
O deputado federal Luis Carlos Heinze (PP), o mais votado no RS nas últimas eleições, que há algum tempo afirmou que “quilombolas, índios, gays e lésbicas representam tudo o que não presta”, apoia, agora, a controversa proposta de registrar na Constituição que todo poder emana de Deus e não do povo. Quanta incoerência, senhor parlamentar, pois este mesmo Deus nos ensina, de forma irretocável, que devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos.
José Nairo da Cunha ribeiro
Cirurgião dentista – Uruguaiana

PAGAMENTO
Tendo aberto mão de precatórios e assumido a perda com a adesão a RPV, continuo vendo-me espoliado pelo Estado, que não cumpre decisões judiciais, visto que o Tribunal de Justiça determinou o pagamento do RPV há mais de 180 dias e o devedor não se manifestou até o presente momento. O cidadão, quando deixa de pagar encargos públicos como contas de luz, água etc., sofre punições financeiras, pagando juros e multas, mas não se vê o Estado sendo penalizado ou obrigado a cumprir decisão judicial transitada em julgado. Sinto-me desprotegido, abandonado e extorquido por quem deveria me dar garantias.
Manoel Gessi de Oliveira Barcellos
Funcionário público – Porto Alegre


SOBRE ZH
Muitos elogios são feitos aos cronistas David Coimbra, Martha Medeiros e outros, mas, na minha opinião, coloco também na lista Marcos Piangers, que, com sua sensibilidade, nos remete à infância e nos delicia com suas traquinagens e cuidados com suas garotinhas. Que ZH continue nos brindando com seus textos maravilhosos.
Jane Maria da Motta Camozzato
Professora – Porto Alegre

Leio a Zero Hora da última página para o início, contrariando a lógica de um trabalho minucioso e detalhista que imagino ser a organização e montagem de um jornal impresso. Devaneios à parte, o que realmente vem ao caso são as semelhantes manchetes da página 41 da edição dominical, que traz capas de 30, 40 e 50 anos atrás. Há 30 anos, um momento presidencial delicadíssimo; há 40 anos, um trágico acidente de avião; e há 50 anos, o aumento do preço do leite. É, nada se cria. Parece que tudo está igual.
Daniela Andrade
Educadora física – Florianópolis (SC)

Foto do leitor: Lago São Bernardo

09 de abril de 2015 0

são francisco de paula

 

Ângela Duarte de Lima fotografou as árvores no Lago São Bernardo, em São Francisco de Paula. 

Confira os comentários da página do leitor de terça-feira (07/04)

09 de abril de 2015 0

SEGURANÇA NOS BANCOS
Por que os bancos guardam volumes consideráveis em seus caixas eletrônicos disponíveis à noite? Seria para atrair os assaltantes? Penso que grandes empresas e clientes jamais fazem grandes saques nesses horários. Talvez fosse uma medida sensata fechar os caixas pela madrugada ou abastecê-los com volumes nada atraentes.
Paulo Zenni Araujo
Professor – Porto Alegre

O custo para manter dois seguranças nas agências, em cabines blindadas, é mais alto do que o valor perdido pelos bancos nos assaltos? Acredito que é preciso pensar em como coibir a ação dos ladrões, investindo na segurança das agências que têm caixas eletrônicos. Assim, os crimes diminuiriam.
Enedina Camargo
Aposentada – Porto Alegre
SOBRE ZH
Sensacional a coluna “Meus velhos”, de Fabrício Carpinejar (Donna, 5/4, página 28). Esse é o trato que tenho dedicado aos meus pais. Sabemos que o amor que temos por aqueles que nos deram a vida logo poderá esbarrar no dia final e a única certeza que desejo que eles levem é que o nosso amor é incondicional.
Alexandre Luís da Silva
Advogado – São Leopoldo

Sobre os artigos de Regina Becker Fortunati e Norton F. Corrêa, publicados na página 21 da edição de sábado de Zero Hora.
Lendo a página, fiquei estarrecido ao ver artigos discriminatórios de uma deputada estadual e de um antropólogo defendendo suas opiniões ou crenças. Uma, cujo marido, prefeito de Porto Alegre, perdeu seu secretário da Saúde por falta de investimentos, enquanto criava uma secretaria para proteger animais. Outro, doutor antropólogo, classifica como racistas a Igreja Católica, os imigrantes judeus, alemães e italianos, e os gaúchos, que ajudaram o Estado a crescer antes de ser destruído por administradores incompetentes. Enquanto isso, as promessas mentirosas imperam.
Flávio Luiz Seibt
Médico – Venâncio Aires