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Lembrança de ZH

23 de julho de 2014 0

Em sua última visita à casa dos pais, em Guaíba, a professora Adriana Heller Salgado Rosa, 41 anos, que mora em Araçatuba (SP), encontrou sua antiga carteirinha do Clubinho Gaúcha Zero Hora, de quando tinha seis anos. Ela recorda que utilizou o documento para ir a espetáculos com desconto quando era criança.

adriana

– Lembro que, desde que eu era bem pequena, meu avô Delmar Heller já assinava Zero Hora, então o jornal começou a fazer parte da minha vida desde muito cedo.

Ela conta que, mesmo longe do Estado, continua acompanhando ZH pelo site. E seu pai, João Carlos Salgado, 68 anos, é assinante da edição impressa. Atualmente, o Clubinho tem mais de 2,5 mil crianças de 3 a 13 anos. Os pais pagam mensalidade de R$ 10, e a carteirinha dá direito a descontos em museus, parques, cinema e teatro.

Comentários da página do leitor desta quinta-feira (24/07/2014)

23 de julho de 2014 0

BLACK BLOCS
Um juiz do Rio de Janeiro negou habeas corpus para os integrantes dos Black Blocs, mantendo presos alguns, e outros são considerados foragidos da Justiça. Enquanto esse juiz dá exemplo de patriotismo e rigoroso cumprimento do dever, parlamentares criticam sua atitude honrada e, por incrível que pareça, lutam pela libertação dos bandidos que praticaram depredações com o pretexto de manifestações, causando grandes prejuízos ao patrimônio público e privado.
Benone Augusto de Paiva
Aposentado – São Paulo

LINHA TURISMO
Quero demonstrar meu descontentamento com o ônibus Linha Turismo, de Porto Alegre. Na terça-feira, um lindo dia de sol, férias minhas e de meu filho Arthur, sete anos, resolvemos fazer um passeio. Seria às 15h, mas chegamos antes, pois para andar na parte de cima do ônibus era por ordem de chegada. A fila de crianças e mães
estava enorme. Chegou o ônibus, e ninguém pôde subir, pois estava lotado. Disseram que viria um extra, às 15h30min, e que todos poderiam embarcar. Veio às 15h40min, e ninguém pôde subir, pois novamente estava cheio.
No sol, já cansada, acabei pedindo meu dinheiro de volta e fui embora. Como podem vender ingressos se não têm capacidade para atender à demanda? Por que não são sinceros?
Silvana Centeno Helmann
Professora – Porto Alegre

ELEIÇÕES
Os gaúchos querem ouvir dos candidatos de onde eles vão tirar dinheiro para tapar buracos das estradas, melhorar a educação e socorrer a saúde, mas todos os candidatos falam a mesma palavra: prometo. Qual a saída? Não acreditar em nenhuma dessas promessas sem provas de onde virá o dinheiro. Trocamos nosso voto pela verdade!
Jose Valdai de Souza
Médico – Porto Alegre

 

Comentários de Zero Hora desta quarta-feira

22 de julho de 2014 1

MURAL: O que você acha da escolha de Dunga para técnico da Seleção?

Nunca devia ter saído. Em 2010, tínhamos consistência, basta ver os números. Era só ter dado continuidade ao trabalho. O problema do brasileiro é se achar melhor em tudo, principalmente no futebol. Como sempre, no Brasil, temos de andar para trás para depois podermos andar para frente.
Miguel Calcagnotto
Ochtrup – Alemanha

Não é a melhor opção no momento, pois por meritocracia o cargo deveria ser do Tite. Porém, não acho que seja o fim do mundo. Vou continuar torcendo pela Seleção, mas a CBF segue sem critério nenhum para suas escolhas.
Everson Vicente
Rio Grande

Dunga é uma excelente pessoa,
pelo que vejo na mídia. Ele tem moral. Sobre treinar a Seleção, será, sem dúvidas, seu maior desafio e, certamente, terá sucesso, porque já esteve no cargo e sabe onde errou.
Abel Gomes
Caxias do Sul

Não concordo. O Brasil precisa de um novo padrão, uma nova visão sobre futebol, talvez um técnico estrangeiro, com uma nova filosofia de jogo, novos esquemas, nova forma de jogar.
Aguinaldo da Rosa
Chapecó (SC)

Leitor-repórter: praças em bairro da Capital são limpas a cada 35 dias

22 de julho de 2014 4

Simone Cristina de Moura Leal Simone Cristina de Moura Leal1 Simone Cristina de Moura Leal2

 

Fotos:  Simone Cristina de Moura Leal

 

No bairro Chácara das Pedras, em Porto Alegre, os frequentadores das praças Conselheiro Antônio Prado e Leonardo Ferreira, estão com pouco espaço para descarte do lixo devido a superlotação das lixeiras no local. De acordo com a psicóloga Simone Cristina de Moura Leal, que enviou imagens das lixeiras para ZH,o espaço de tempo entre as coletas de lixo chega a ultrapassar 20 dias, tornando insuportável o cheiro no local.

– A praça é um lugar onde crianças vão para brincar e os moradores para se exercitarem. Uma vergonha, o povo faz a sua parte jogando lixo no local próprio e não tem quem o retire – reclama.

Segundo Simone, os moradores às vezes precisam levar o lixo para casa.

O que diz o DMLU:
Os resíduos depositados dentro da praça são de responsabilidade da SMAM. De acordo com o DMLU os resíduos dos cestos coletores do entorno são recolhidos quase que diariamente. No caso do recolhimento dos resíduos domiciliares no bairro Chácara das Pedras, os dias de coleta são terças, quintas e sábados.

O que diz a SMAM:
Segundo a  Secretaria Municipal do Meio Ambiente, a manutenção das duas praças é feita a cada 35 dias, e a última limpeza ocorreu na segunda quinzena de junho. A praça Conselheiro Antônio Prado recebeu limpeza no dia 20 do mês passado e a Leonardo Ferreira, no dia 18. A assessoria de comunicação da SMAM afirma que “nos próximos dias haverá nova manutenção nas praças”, e não há previsão de colocação de novas lixeiras.

Envie sua contribuição e seja o próximo leitor-repórter.

#doleitorZH em preto e branco

22 de julho de 2014 0

Diariamente, centenas de fotos são compartilhadas com a tag #doleitorZH. Entre as imagens cheias de cor, alguns belos registros em preto e branco enchem os olhos de quem acompanha as fotografias dos nossos leitores no Instagram.
Confira algumas dessas imagens:

Comentários da página desta terça-feira (22/07/2014)

21 de julho de 2014 0

SOBRE ZH

Comentário sobre o artigo “E ninguém dá um pio”, de Moisés Mendes, publicado no domingo.

Excelente coluna. Mas o nobre jornalista deveria escrever sobre os cartórios de registros de imóveis e tabelionatos. Essas concessões dão mais dinheiro que um poço de petróleo. E ninguém diz nada. Qualquer coisa de que necessitamos deve ser autenticada em tabelionato. É uma concessão política, pois não há concurso, por enquanto. Só temos que pagar.
Valter Imerio Ceratti
Advogado – Porto Alegre

Comentário sobre a coluna “E agora o SUS?”, publicada em 16 de julho.

Impressionante o e-mail publicado na coluna de Paulo Sant’Ana, enviado pela desembargadora Maria Berenice Dias. Ela diz, entre outras coisas, que existem 50 mil crianças para serem adotadas, das quais só 5,4 mil estão em condições de serem adotadas, ainda que existam mais de 30 mil pretendentes à adoção.
Como um pai e uma mãe podem doar e/ou abandonar seus filhos? Isto é de uma crueldade sem tamanho. A mídia, os governos, o judiciário e os políticos precisam tratar mais deste triste e lamentável tema.
Günther Staub
Publicitário – Porto Alegre

MURAL:

A implantação do tempo integral nas escolas públicas é a solução para melhorar a qualidade da educação?

Concordo que seja uma das soluções, mas não é a única. Precisamos de salas de aula dignas, com segurança para alunos e professores, refeições balanceadas, biblioteca dinâmica e professores motivados.
Luiz Alberto Noer
Tramandaí

Influenciará de forma muito positiva no desenvolvimento da nossa sociedade.
Haverá ganhos, como baixa na criminalidade juvenil e mais tranquilidade para os pais que trabalham longe.
O sucesso dependerá, é claro, da competência dos educadores e de sua capacidade de transformar o estabelecimento em uma extensão de casa, tornando a convivência diária prazerosa e produtiva.
Claudio Nery Martins
Bagé

É a melhor solução para a educação e também para modificar a cultura familiar de hoje. Os pais vão poder deixar seus filhos na escola pela manhã e buscá-los somente no final da tarde. Com isso, poderão trabalhar sem ter a dificuldade de deixar as crianças na creche ou com avós e familiares.
Jorge Curtis
Porto Alegre

Escola integral é uma necessidade urgente para o
país. Sabe-se que a origem das dificuldades pedagógicas é a família, incapaz de, em muitos casos, proporcionar um desenvolvimento harmonioso e saudável para as crianças, que acabam se tornando adultos violentos, ignorantes, preconceituosos e alheios ao estudo.
José Hartmann
Porto Alegre

 

Foto do leitor: olhar sobre a Arena e o Beira-Rio

21 de julho de 2014 0

O leitor Gabriel Ellwanger, de Campo Bom, fotografou a Arena do Grêmio e o Beira-Rio.

Duas belas imagens!

 

estadios

Comentários deste sábado (19/07/2014)

19 de julho de 2014 0

ELEIÇÕES
Vai começar o horário político. O Tribunal Eleitoral deveria convocar os partidos para estabelecer que o tempo disponível seja usado para mostrar o que eles realmente vão fazer se forem eleitos. Deveria ser registrado em cartório, para que depois os eleitores e o Ministério Público pudessem cobrar.
Os partidos só pensam em atacar uns aos outros. Eles se agridem no primeiro turno e, depois, no segundo, aparecem de braços dados, como se nada tivesse acontecido.
Maria Tereza Dedavid
Contadora – Novo Hamburgo

OBRAS
Estão ocorrendo com frequência falhas na execução de obras públicas, ocasionando acidentes ou problemas. Isso demonstra que estão acontecendo erros de execução e fiscalização.
Os órgãos fiscalizadores devem agir com rigor para que isso não ocorra, pois está parecendo que as empresas, para ganharem licitações, utilizam produtos e serviços de baixa qualidade.
Plinio Bagatini
Aposentado – Guaíba

SOBRE ZH

Comentário sobre a coluna “O nosso modelo”, de David Coimbra, publicada ontem. 

Senti vontade de chorar ao ler a coluna. Comparar o que David descreve com a nossa realidade expõe o descaso que sofre a infância de nosso país. E nossa realidade não vai mudar, dados os políticos que se elegem para usufruir dos recursos originados dos nossos impostos e destinados prioritariamente aos seus partidos, aos grupos que os elegem, às regalias, aos membros do legislativo e ao seu patrimônio pessoal.
Enquanto não for mudado o paradigma da política do nosso país, é uma utopia votar.
Nirce Tartarotti Ostermann
Dentista – Porto Alegre

Comentário sobre a coluna “E Agora o SUS?”, de Paulo Santa’Ana, publicada na quarta-feira.
Leia em zhora.co/eagorasus
Impressionante o e-mail publicado na coluna de Paulo Sant’Ana, enviado pela desembargadora Maria Berenice Dias, que diz que existem 50 mil crianças para serem adotadas, das quais só 5,4 mil estão em condições de serem adotadas, ainda que existam mais de 30 mil pretendentes à adoção.
Como um pai e uma mãe podem doar e ou abandonar seus filhos? Isto é de uma crueldade sem tamanho. A mídia, os governos, o judiciário e os políticos precisam tratar mais desse tema.
Günther Staub
Publicitário – Porto Alegre

 

Foto do Leitor: No detalhe

19 de julho de 2014 0

Sou apaixonado por fotografia, estou sempre atento com minha câmera, não podia deixar de registrar este momento lindo no sítio onde moro em São Leopoldo. João Francisco Severo

João Francisco Severo

Observando as margens do Guaíba as pessoas apreciando o por do sol em embarcações.  Marco Antonio Horn

Marco Antonio Horn

Entardecer em Centenário – Rio Grande do Sul. Grazieli Pawelkiewicz

Grazieli Pawelkiewicz

Leitores contam as maiores indiadas em que já se meteram com os amigos

18 de julho de 2014 11

Domingo é celebrado o Dia do Amigo! Para marcar a data, pedimos aos nossos leitores que contassem as maiores indiadas em que já se meteram com os amigos.
Confira algumas:

 

Letícia Poersch, de Barão (RS) gaiola
“Costumávamos fazer trilha em finais de semana, mas aquele sábado foi especial! 

Choveu a semana toda, mas os guris quiseram fazer a trilha igual!  Um percurso que não dura nem meia hora, transformou-se em quase duas!
Passou meia hora, uma, uma e meia, aí começamos a nos preocupar, pois os guris não voltavam mais.
Então, ouvimos um barulho e saímos rápido para ver.

Lá vinham os guris empurrando a gaiola morro acima.  Já tinham ficado empenhados na ida, ou seja, empurraram praticamente uma hora e meia a gaiola! E nós, gurias, nos mijamos de rir da cara deles, cansados e todos sujos!”  

Bettega Costa Lopes, Canoas (RS)    amigos
“Como de praxe, eu e meus amigos decidimos passar o réveillon no Litoral. Entretanto, naquele ano, saímos na madrugada do dia 30 para 31 em direção a Capão da Canoa para, quem sabe, pleitearmos algum hotel que ainda estivesse disponível.

Quanta ingenuidade! Somente coberturas luxuosas com valores diários a partir do que pretendíamos gastar durante todos os dias em que ficaríamos lá.

Depois de muita procura, olhei no relógio que marcava 15h (e nós procurando um local para ficar desde às 9h), quando, então, a sinaleira da Avenida Paraguassú fechou e ao nosso lado parou uma viatura da Brigada Militar. Prontamente perguntei para o PM se ele saberia de algum lugar disponível onde pudéssemos ficar (pois se não arrumássemos provavelmente voltaríamos para Porto Alegre para ficarmos com nossos familiares) e ele nos pediu para seguirmos ele.

Resumindo: o policial nos levou para sua casa de praia, na qual tinha um quarto enorme com diversas camas e beliches, e nos alugou por um preço irrisório, no centro da cidade! Era o Tenente-coronel Paulo Ricardo Garcia da Silveira, militar de Esteio que trabalhava na alta temporada na praia.”

>>> Envie a sua história!

 

 André dos Santos Ferreira, Arroio dos Ratos (RS)

 

OKTOBER

“Essa história aconteceu em 2008. Eu e uns amigos morávamos em Caxias do Sul. Decidimos ir na Oktoberfest. Eu namorava uma garota e ela não estava na cidade, então fui sem avisar. Como Santa Cruz era muito longe, resolvemos ir para Igrejinha. Saímos de Caxias entre 3: Pissy (Maurício), Potter e eu. Fomos em um ônibus de linha, que saiu de Caxias e até chegar em Igrejinha parou umas 20 vezes. Era pinga-pinga mesmo. Chovia.

Ao chegarmos ao local da festa, passado das 19h, não tinha quase ninguém nas dependências. Lembro que falamos algo como: “Não vem ninguém, só vai ter nós. Vamos beber então!”

Começamos a tomar chope, um copo atrás do outro. Após estar bem embriagado, liguei para a então namorada e disse que estava na Oktoberfest. O resultado é que comecei a passar mal e fui parar na enfermaria.

Saímos de lá e fomos comer. Depois, voltamos a tomar chope e, passado das 4h, nos dirigimos para rodoviária. Para nossa surpresa, só tinha ônibus para Caxias às 10h e a rodoviária só abriria às 6h.

Conhecemos umas garotas de São Leopoldo e lá ficamos conversando até elas irem embora.

Como não tínhamos o que fazer além de esperar, pegamos um ônibus que ia para Gramado e de lá, finalmente, fomos para Caxias.

Chegamos em casa perto do meio-dia e ainda filamos um churrasco na casa de amigos. Realmente foi uma indiada.”

 

 

Lucas Cristiano Baldissera,  Lajeado(RS)

 

neima_historia

“Foi no sexto carnaval do nosso bloco, em 2013. Achávamos que já havíamos feito de tudo nos cinco anos anteriores, desde pedir carona para outras vans por sair atrasados das festas, até sacanear os dorminhocos com catchup e mostarda no cabelo ao final das madrugadas de folia. Mas nos enganamos.
 

Lembro vagamente que acabou o limão para acompanhar a tequila e tivemos a brilhante ideia de substitui-lo por goiaba, que encontramos na beira de uma estrada. Era aproximadamente 6 horas da manha quando meus dois amigos, Cisso e Marlon, saíram da festa, e se depararam com um cachorro vira-lata e caridosamente o adotaram.

Cisso abraçava o animal como se fosse dono desde pequeno e lá  pelas tantas, nas nossas caminhadas sem rumo, ele caiu em um boeiro destampado de aproximadamente 4 metros de profundidade. Neimá, como foi apelidado o cãozinho, não sofreu nenhum arranhão protegido por nosso amigo. Tivemos que pedir ajuda a uma galera para puxar os dois do buraco.

Quando o efeito da bebida passou as dores começaram a aparecer mas o Nei foi salvo e homenageado na camiseta do bloco nesse ano, 2014.”