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Comentários da página do leitor dessa segunda-feira (31/08)

31 de agosto de 2015 0

Sobre ZH
ARTIGO

Gustavo Grisa escreve seu artigo (ZH, 28/8, página 29) colocando a culpa na sociedade, o que, a meu ver, está errado. A culpa recai sobre os políticos cuja sociedade elegeu e os tem trocado a cada governo do RS, em uma pura demonstração de delegação de poder para resolver a nossa situação.
Temos mais o que fazer a ficar protestando nas ruas todos os dias.
Otavio José Carvalho Duarte
Escritor e músico – Porto Alegre

MOISÉS MENDES
Gostaria de agradecer a Moisés Mendes pela crônica intitulada “Querido diário”, publicada em julho. Como professora de língua portuguesa há mais de 20 anos, idealizo com meus alunos o projeto de escrita de diários focados no processo de aprendizagem. Obrigada por ratificar o meu trabalho com essa crônica. Eu a li para meus alunos.
Márcia Simon
Professora – Santa Cruz do Sul

Quero me congratular com Moisés Mendes por seus textos. Outrossim, gostaria de ler uma crônica dele sobre a palavra que não consigo entender, que chamam de “pixuleco”.
mario alexandretti
Dentista – Florianópolis (SC)

Comentários
DIFERENÇAS
Estando nesta semana em Florianópolis, constatei uma diferença de avaliação do governo e da prefeitura catarinenses em contraposição ao governo gaúcho. Nos jornais de lá, há uma apreciação positiva das obras que estão em andamento, quase prontas, tanto no Estado quanto no município (este com um programa de combate às drogas muito positivo). Enfim, pareceu-me que estão enfrentando a crise com novas propostas.
Por que aqui no RS só temos notícias péssimas? Culpa da herança do governo do PT?
Ione Martins de Oliveira
Pedagoga – Porto Alegre

CORRUPÇÃO
Políticos corruptos nos roubaram saúde, segurança, educação, empregos de milhares de brasileiros e, o pior, a esperança de deixar um país decente para nossos descendentes. Vamos deixar por isso mesmo? Só esperar pela nova oportunidade de votar não resolve e poderá ser tarde demais.
Eliseu Marcelo Munaretti
Contabilista – Veranópolis

EDUCAÇÃO
Quando temos um projeto de ensino em que o professor não vale nada, se incomoda e sofre processos na Justiça caso desagrade a um aluno que não respeita o educador, e o conselho tutelar quase sempre dá razão para esse tipo de aluno, as escolas deixam de ser um lugar para aprendizado e se transformam. Essa inversão de valores é fruto da administração que não dá valor para o ensino, chama de pátria educadora quando na realidade está executando um trabalho de degradação da escola, do magistério, do ensino e do futuro.
Os professores, além de reivindicarem um salário justo, deveriam exigir mais respeito dessa
administração pública que não os defende.
Moisés Eli Magrisso
Médico – Porto Alegre

CPMF
A CPMF foi anteriormente criada para tirar o Brasil da vergonhosa posição de ter um dos piores sistemas de saúde pública do mundo, pelo menos na prática. Não foi outra a intenção do então ministro Adib Jatene, como ele próprio afirmou. Para “desgosto” seu, pegaram o farto dinheiro desse imposto, jogaram em um caixa único federal e com ele construíram usinas, pontes e outras tantas obras eleitoreiras país afora. À saúde, o que sobrava. Diante do atual panorama político/criminal que estarrece o país, quem nos garante que esse assalto não iria se repetir?
Magda de Almeida
Jornalista – Porto Alegre

CONTA DE LUZ
Temos que ser justos. O governo baixou R$ 2 nas contas de luz. Mas que “consideração”.
Só fico preocupado, como cidadão que paga religiosamente em dia seus impostos, se esse dinheiro ou desconto não vai fazer falta para o governo.
Dorvalino Furtado Filho
Escritor – Florianópolis

Foto do leitor: amanhecer em Cerro Largo

30 de agosto de 2015 0

Letícia Bohn Jung

 

Letícia Bohn Jung fotografou a natureza da Praça da Matriz, em Cerro Largo, ao amanhecer.

Comentários na página do leitor de sábado (29/08)

30 de agosto de 2015 0

Sobre ZH
CARRO-FORTE

Sobre a imagem do carro-forte publicada na edição de quarta-feira (ZH, 26/8, página 2), mesmo que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) permita o livre estacionamento por questão de segurança (Resolução 268), a EPTC informa que o caso em questão não é aceitável, pois coloca em risco a circulação de pedestres e ciclistas, com possibilidades de multa, pois há condições de estacionamento em outro ponto das imediações do banco. As empresas de transporte de valores foram chamadas pela EPTC para ajustes no estacionamento desses veículos.
Cláudio Furtado
Assessoria de imprensa da EPTC

FUTEBOL
Muito significativas as publicações de ZH na página 42 da edição de quinta-feira, trazendo a entrevista de Fernanda Colombo e o excelente comentário da Irmã Celassi Dalpiaz. Uma, profissional, e outra, torcedora do futebol masculino, atestando o interesse e a contribuição da mulher para um esporte que está deixando de ser machista.
Maria de Lourdes Pinheiro
Advogada – Porto Alegre

ARTIGO
O artigo de Marcelo Rech (ZH, 27/8, página 26) foi objetivo, claro e competente. Revela uma postura da prática do verdadeiro jornalismo, imparcial, sem viés ideológico e sem esconder a realidade, sendo sincero e honesto com o leitor. Parabéns.
Edson Aracy Meneses Ferreira
Contador – Porto Alegre

DIREITOS HUMANOS
O artigo “Desumanos”, de Carlos André Moreira (ZH, 25/8, página 22), fala sobre direitos humanos para pessoas que cometeram crimes, mas não fala o que acontece com as famílias que perderam entes queridos. Onde estão os direitos humanos para essas famílias despedaçadas?
Susana Maria Carvalho e Silva
Dentista – Porto Alegre

Comentários
CRISE NO ESTADO
Não precisa ser formado em Administração ou Economia para ver que o Estado está afundado e não tem governabilidade. Estão vendendo o almoço e a janta para pagar o cafezinho da manhã seguinte. Não temos segurança, saúde, educação e estradas. Não seria mais justo com o povo gaúcho procurar uma saída que não o penalize mais ainda?
Do jeito que está, o povo é castigado e oprimido pela falta de capacidade de anos de irresponsáveis que governaram e de nada são culpados.
Dércio Ricardo Hack Junior
Administrador – Porto Alegre

Leitor-repórter: obra sem sinalização

28 de agosto de 2015 0

Camila da Silveira Machado

Camila da Silveira Machado reclama da falta de sinalização na obra em uma calçada da Avenida Guaíba, no encontro com a Avenida Osvaldo Gonçalves Cruz, na zona sul da Capital. De acordo com a leitora, o trecho está assim há cerca de um mês, desde a chuva que fez o nível do Guaíba subir e invadir a pista, destruindo o calçamento.

– A empreiteira responsável pela obra interrompe o passeio para a circulação de pedestres e as pessoas são obrigadas a caminhar pela via, sem proteção, dividindo o espaço com carros e ônibus. Basta parar cinco minutos na esquina da rua para ver a dificuldade das pessoas, desviando dos automóveis quando esses fazem a curva – reclama.

CONTRAPONTO | O que diz a SMOV

A Secretaria Municipal de Obras e Viação informa que a falta de sinalização adequada ocorreu devido a atos de vandalismo, como o roubo de cones que ali estavam com o objetivo de demarcar corretamente o espaço para o trânsito de pedestres. Já foi providenciada nova sinalização para o local.

Comentários da página do leitor de sexta-feira (28/08)

28 de agosto de 2015 0

PARCELAMENTO DE SALÁRIOS
Atuo há 25 anos no magistério do Estado, e nós, professores, estamos apreensivos em receber somente R$ 600 no próximo dia 31. Se isso ocorrer, inviabiliza o orçamento familiar de todos os professores, que já estão onerados em mais de 50% de seus vencimentos, visto que o governo não paga o piso vigente. Dessa forma, as famílias dos professores vão passar necessidades prementes até para se alimentar ou se deslocar às escolas.
Se de fato o parcelamento acontecer com esses valores, seria uma das maiores covardias que um governo eleito no RS poderia fazer com seus funcionários. Por que não dividir o fardo com as demais categorias? Todos deveriam contribuir.
Magnus Fernando Kranz
Professor – Lajeado

IMPOSTOS
Governos incompetentes e de visão limitada sempre vão pensar primeiro em aumentar tributos. Ora, qualquer pessoa de mediana inteligência sabe que, em um momento como este, de retração econômica, em que vivemos, aumento de impostos é um genuíno tiro no pé. Senhores deputados, saberemos quem votou a favor do povo gaúcho novamente.
Marcelo Olivaes Gerhardt
Representante comercial – Passo Fundo

APOSENTADORIA
É hora de repensar o direito de aposentadoria integral dos servidores públicos. Qualquer livro de economia básica ensina como alcançar o primeiro milhão. Basta economizar mensalmente e ir depositando parcelas fixas em um fundo de investimento. Ou seja, todo servidor público, por contar com salário líquido e certo, já possui a grande vantagem, sobre os demais cidadãos, de poder se planejar ao longo dos seus 30/35 anos de serviço público para, ao final, viver de rendas, sem depender de aposentadoria. Por que atribuir a responsabilidade ao Estado?
Roberto Gabriel
Médico – Porto Alegre

Comentários da página do leitor dessa quinta-feira (27/08)

27 de agosto de 2015 0

CARNE BOVINA
A imprensa tem falado insistentemente no preço elevado da carne bovina. É importante que se divulgue, também, que os preços ofertados ao produtor em 2015 são inferiores aos preços pagos em 2014. Mais uma vez, a parte do leão está ficando com o leão.
Albano Mespaque Filho
Produtor rural – Santa Vitória do Palmar

COLLOR
Parece mentira que ainda temos que aguentar essa figura chamada Fernando Collor de Mello, que deveria viver no mais completo ostracismo e ainda está aí, conspurcando o Congresso Nacional.
É dose para elefante…
Osmar Meirelles Peixoto
Aposentado – Cachoeirinha

DÍVIDA
A dívida do nosso Estado com a União fora objeto de contrato, consolidando e estabelecendo como pagá-la, em 1998. De lá até os dias atuais, são evidentes as alterações em todos os campos, notadamente no econômico. Tornou-se impagável. Cabe buscar, via judicial, a revisão pura e simples, com antecipação de tutela (providência imediata), visando à sustação do pagamento. Não sabemos por que ainda não ocorreu!
Fora pago, só como lembrete, mais do que o dobro do devido em 1998, como encargo, e ainda resta o equivalente a mais de quatro vezes do total original.
Jorge Lisbôa Goelzer
Advogado – Erechim

LEGISLATIVO
Deveria acontecer em todo o país um corte nos rendimentos do Legislativo. O povo quer fazer sua parte e também os parlamentares devem reduzir
suas benesses. Se isso for feito, com certeza vai sobrar dinheiro e teremos saúde, educação e segurança.
Hilário Kornowski
Aposentado – Gravataí

ZH nas Redes
Levantamento de ZH indica que a maioria dos deputados é contra o projeto do governo estadual que aumenta o ICMS. Leitores comentaram o assunto em nossa página no Facebook:

Espero que os senhores deputados não aprovem esse aumento. E, por favor, senhor governador, trabalhe e quebre a cabeça para achar outras saídas, pois essa não é a correta. Cumpra sua promessa de campanha e honre sua palavra.
Gustavo Scott

Mas todos são favoráveis ao aumento das suas diárias e dos seus salários.
Inajara Caciqui

Pelo histórico dos deputados gaúchos, na “hora H”, votam contra o seu povo. Quem aposta que
isso vai mudar agora?
Sérgio de Medeiros

Na hora de votar e apoiar o Sartori no segundo turno, tinha bastante gente. Agora, que ele precisa de ajuda, ninguém quer. Também não concordo com aumentos abusivos, mas algo tem que ser feito.
Lucélia Campos
Sobre ZH
INFORME ESPECIAL

Cumprimentos ao Informe Especial pela publicação da fotografia do carro-forte (ZH, 26/8, página 2). A mesma documentou o que diariamente se constata em Porto Alegre: ilegalidade e arrogância pela conhecida empresa de transporte de valores e omissão da EPTC na sua tarefa de fiscalizar.
Antônio Augusto Mayer dos Santos
Advogado – Porto Alegre

Comentários da página do leitor dessa quarta-feira (26/08)

26 de agosto de 2015 0

AUMENTO DE IMPOSTOS
Aumentar impostos é o caminho mais curto. É o que demonstra a incapacidade dos governantes de resolver o problema na causa. Aumentar, ainda mais, a carga tributária é sustentar privilégios, é manter um sistema que aposenta jovens coronéis com altos salários. É pagar auxílio-moradia para juízes com valores superiores ao salário de um professor. É manter tantos e tantos “cargos de confiança”, muitas vezes, ou na maioria das vezes, para ostentar compromissos políticos.
São muitos os descompassos a serem ajustados.
Confiamos no parlamento gaúcho para que rejeite qualquer solução simplória que venha a onerar o cidadão.
Alcione Alcebides Santin
Diretor da Escola de Trânsito Salgado Filho – Erechim

FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS
Nós, funcionários públicos do Executivo, sofremos, atualmente, a maior perseguição política que já vi em 30 anos de atividade, pois nos colocaram como a causa de todos os problemas do Estado. Como seria bom ouvirmos do nosso governador frases estimulantes, nos prestigiando e valorizando. Ele poderia dizer: “Morro, mas os funcionários não ficam sem receber seus salários integralmente!”. Sonhar não custa…
JANE MARIA DA MOTTA CAMOZZATO
Professora – Porto Alegre

MUDANÇA ESTRUTURAL
Decepcionante a atuação do governador Sartori até agora. Mostra, a cada dia, que não estava preparado, como seus antecessores, para comandar as mudanças que o Estado necessita.
Ora, é muito pouco extinguir Fundergs, Fundação Zoobotânica e aumentar retirada de depósitos judiciais. Logo ali, o dinheiro se esgotará e voltaremos ao hoje. É preciso coragem, a mudança estrutural precisa ser muito maior. Existem muitos órgãos cujos custos ao Estado representam muito mais do que os agora extintos.
Orli F. Pfeiff
Empresário – Porto Alegre

Sobre ZH
NASCE UMA MÃE
Durante a leitura da reportagem “Nasce uma mãe” (ZH, 23/8, página 23), passei por várias emoções: alegria, tristeza e, claro, muita apreensão com o desenrolar da história. Dizer que a reportagem é “emocionante, foi muito bem escrita e faz a gente pensar como somos felizes” é pouco. Ao final da leitura, sinto-me amigo desse casal e
desejo-lhe toda a felicidade do mundo.
Acho que a melhor reverência que podemos fazer ao trabalho de Larissa Roso é repassá-lo às pessoas.
Antônio Augusto Da Rosa Carneiro
Servidor público estadual – Bento Gonçalves

Veja o especial em zhora.co/nasceumamae

Comentários da página do leitor desta terça-feira (25/08)

25 de agosto de 2015 0

DUAS MEDIDAS
Talvez o maior obstáculo para a pacificação do Brasil, em termos políticos e de desenvolvimento econômico sustentável, seja a prática do “dois pesos, duas medidas”. Medidas antes execradas são adotadas após as eleições e vice-versa.
Quando os “nossos” estão na alça de mira é vilania, 3º turno. Vemos isso claramente nas manifestações de “fora, Dilma” e “renuncie ao cargo, Eduardo Cunha”, só para citar os da vez.
Jayme José de Oliveira
Cirurgião-dentista aposentado – Capão da Canoa

DANOS
Tentando entender os planos do governo para com o funcionalismo, não paro de pensar em uma frase de Nicolau Maquiavel: “Mas a ambição do homem é tão grande, que, para satisfazer uma vontade presente, não pensa no mal que daí a algum tempo pode resultar dela”.
O dano causado aos servidores e à sociedade com o uso dessa tática poderá ser irreparável, bem como seus efeitos poderão se propagar ao longo do tempo. Quem tentará reparar esse dano?
Ricardo de Souza Salamon
Comissário de polícia – Viamão

PENDÊNCIAS
Em vez de alguns empresários esboçarem contrariedades ao pacote de aumentos do ICMS proposto por Sartori, deveriam contribuir com as finanças do Estado pagando suas pendências com a Sefaz.
João Alberto Antunes Ourique
Advogado – São Luiz Gonzaga
Sobre ZH
CORONÉIS
É muito estranho o fascínio de um leitor em colecionar recortes de ZH contendo críticas aos vencimentos dos coronéis da Brigada, conforme publicado na edição de sábado (ZH, página 4), e não ter procurado se informar que apenas 5% atingem o patamar de R$ 31 mil. Trata-se, obviamente, de vantagens parti-parciais, por terem sido classificados na Casa Militar, na Assembleia ou na JME.
Por isso, manifestações injustas, como a do desinformado leitor, acabam atingindo em ricochete 95% dos coronéis que, por servirem no interior do Estado, sequer percebem 50% desse patamar.
Paulo F. M. Pacheco
Tenente-coronel reformado – Taquara

CLAREZA
Simplesmente magnífica a matéria “Piratini envia hoje projeto do ICMS”, de Juliana Bublitz (ZH, 20/8, página 12). Com um texto claro e objetivo, nos tirou as dúvidas acerca dos depósitos judiciais e a situação econômica do nosso Estado. Aliás, venho acompanhando as reportagens da jornalista publicadas em ZH, todas evidenciando profundo conhecimento do tema e linguagem acessível aos leitores. Parabéns.
Rosangela Maria de Marco Medina
Professora aposentada – Santa Cruz do Sul

Comentários da página do leitor desta segunda-feira (24/08)

24 de agosto de 2015 0

EMPREENDEDORISMO
Fosse eu mais jovem, aproveitaria a atual crise ética, política e econômica brasileira e investiria nos raros segmentos que se salvarão. Um deles é a fabricação de algemas, ou de tornozeleiras, que são produtos totalmente infensos à recessão e que, no Brasil, se tornam cada vez mais necessários.
Poderia ainda fornecer refeições para presídios, desde as masmorras, como o Central de Porto Alegre, até as prisões VIP da Papuda, em Brasília, e a carceragem da Polícia Federal em Curitiba.
Sérgio Becker
Porto Alegre

SARTORI
O governador não sabe como equalizar esta impagável dívida do Estado com a União e nem tinha um projeto para isso quando concorreu em 2014. O governo Dilma está pouco interessado com a situação. O ex-governador Tarso tem tirado proveito político, esquecendo-se de que também fez parte do problema.
Resultado: agora vão pelo caminho mais fácil, o aumento de impostos, no caso o ICMS, já na pauta. Ou seja, vai sobrar para todos nós pagarmos esta conta.
Augusto César Martins de Oliveira
Coronel da reserva do Exército e advogado – Rio Grande

SOBRE ZH
Foi publicado neste domingo (ZH, 23/8) que o governo federal estaria estudando propor mudança na idade mínima, de 65 para 67 anos, para a concessão do benefício de prestação continuada ao idoso, medida esta que teria como objetivo exclusivo a redução dos gastos públicos federais.
Se tal proposta vier a se concretizar, não resta dúvida de que se tratará de grave retrocesso social e uma afronta a um grupo altamente fragilizado: idosos sem acesso à Previdência Social, que não possuem representação política hábil. Antes de um governo, há a Constituição e seus valores. E, para assegurá-la, um Poder Judiciário independente dará voz àqueles que não mais a têm.
Marcelo Cardozo da Silva
Juiz federal – Porto Alegre

É irritante essa choradeira falaciosa de ZH sempre culpando o funcionalismo público pelas mazelas do Rio Grande. Na página do leitor, a bola da vez foram os coronéis da reserva da BM. Ora, 30 anos de serviço é requisito para aposentadoria policial aceito em quase todos os países do mundo ocidental. Em alguns, a aposentadoria se dá aos 20 anos na função.
João Batista Schenini
Autônomo – Tapes

ZH e você: salário dos coronéis

24 de agosto de 2015 0

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coroneis

 

O leitor Paulo Sérgio Koefender, de Lajeado, enviou para a redação de ZH um recorte com editorial publicado na edição de 11/1/1995 (reprodução no alto), no qual já se questionava o custo para remunerar os 330 coronéis na reserva da Brigada Militar, enquanto 22 estavam na ativa.

Em reportagem publicada na página 10 da edição de 17 de julho deste ano (na segunda reprodução), um novo levantamento apontou que, atualmente, dos 497 nomes inscritos na folha de pagamento de coronéis, 96% são inativos.

– Há 20 anos, Zero Hora já denunciava este verdadeiro absurdo. Fazia um grande alerta, cumprindo com sua parte. Deu resultado? Melhorou ou piorou? Pelo que se vê, parece que piorou muito. A quebradeira do Estado tem explicação, sim – observa Paulo.

Confira a matéria em zhora.co/raioxfolhaBM