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Confira os comentários da página do leitor dessa quarta-feira (25)

25 de março de 2015 0

FINANÇAS DO ESTADO
Mesmo com o corte previsto, haverá um rombo de R$ 5,4 bilhões nos cofres do Rio Grande do Sul. Algo que vem se repetindo ano após ano e atualmente já soma mais de R$ 50 bilhões. As maiores despesas são com pessoal ativo e inativo e as menores são com investimentos de que tanto precisamos. Desejamos sucesso ao nosso governador nesta tarefa dificílima, sem aumentar impostos.
Claudio Peña
Engenheiro _ Porto Alegre

PRECONCEITO
O próprio Papa já afirmou que somos todos filhos de Deus, quando questionado sobre a questão do homossexualismo, deixando transparecer uma clara intenção da Igreja Católica em rever seus posicionamentos quanto à homossexualidade. Nós, médicos, sabemos que ser homossexual não é considerado doença há muito tempo, mas ainda existe muito preconceito e discriminação. As redes sociais estão de assustar a todos que têm um mínimo de civilidade.
Nós precisamos crescer como cidadãos e respeitar as diferenças. No momento em que aceitarmos que pessoas do mesmo sexo podem se unir e ser felizes, podem criar filhos e ter uma vida normal, teremos evoluído muito.
João Carlos Stona Heberle
Médico _ Cruz Alta

ANTICORRUPÇÃO
Sobre o pacote anticorrupção de nossa presidente Dilma, gostaria de lembrar duas coisas: em 2005, no caso do mensalão, o ex-presidente Lula criou um pacote contra a corrupção. Agora, Dilma lança um novo pacote dando ênfase à criminalização de caixa 2. Precisa de lei para isso?
Vejam o que disse a ministra Cármen Lúcia, no julgamento do mensalão: “Acho estranho e muito, muito grave, que alguém diga com toda tranquilidade que ‘ora, houve caixa 2′. Caixa 2 é crime. Caixa 2 é uma agressão à sociedade brasileira”. Então para que colocar em lei algo que já está
definido como crime?
CLENIO GONÇALVES DIAS
Aposentado _ Porto Alegre

IMPEACHMENT
A gritaria de que o impeachment é golpe parte de quem não conhece a Constituição. Eu morava em Los Angeles em 1972, quando o então presidente Nixon foi reeleito em meio a rumores do chamado caso Watergate. Com o início do processo de impeachment, renunciou. Posteriormente, tivemos o episódio Collor, que também renunciou. Com uma democracia há pouco tempo restabelecida após o golpe militar, assumiu Itamar Franco e tudo continuou com a mais absoluta tranquilidade. Assim sendo, o processo faz parte da democracia e, se for o caso, deve passar por um período de gestação até ser completado.
João Alfredo Zoppas
Médico _ Porto Alegre

 

Sobre ZH

Sou leitor e fã das colunas de Rosane de Oliveira, pois ela sempre tem comentários muito equilibrados. No entanto, no assunto do uso dos depósitos judiciais, me parece que explorou em demasia. Hoje não votaria no Sartori. Mas é o que temos.
Sérgio Chaves
Militar _ Porto Alegre

Sobre a coluna “O ovo”, de Moisés Mendes, publicada na segunda-feira (ZH, página 26).
Moisés Mendes, após algumas considerações, conclui seu último parágrafo questionando de qual ave seria o ovo que gerou esta enorme dinheirama desviada. Eu acho que o ovo é de chupins. Pois esses se embrenharam em todas as “Bras” através dos sindicatos. Muito antes do Plano Real, já visavam aparelhar as estatais e fundos de pensões para fortalecer o partido.
Jair Escobar de Moraes
Aposentado _ Santiago

O colunista afirma que o ovo da corrupção na Petrobras começa com o clube de nove empreiteiras no governo FHC. Na sua opinião, os culpados de tudo. Barusco, Cerveró, Costa e Duque foram inocentemente envolvidos pelas empreiteiras. Coitados deles…
O ovo foi chocado e o filhote muito bem cuidado pela mãe (e/ou pai), que renega seu rebento.
Werner Bischoff
Engenheiro _ Porto Alegre

A presença de Moisés Mendes entre os articulistas de ZH, junto com Verissimo e alguns poucos, é o que mantém a minha assinatura do jornal. Imagino que os inúmeros leitores desagradados com o Puggina e outros não sejam tão assíduos nas críticas por terem coisas mais importantes a fazer. Ou por respeitarem a liberdade de opinião… Gosto de sua ironia e de sua coragem.
Maria J. Becker
Assistente social _ Porto Alegre

Confira os comentários dos leitores publicados em ZH de 9 de março de 2015

09 de março de 2015 0

A polêmica proposta de legalização, produção e comercialização da maconha foi tema de reportagem especial de Zero Hora e de um editorial do Grupo RBS publicados na edição de domingo, 8 de março. Veja a opinião dos leitores abaixo e leia a reportagem aqui: http://zhora.co/legalizacaodamaconha
Sou contra a liberação das drogas, mas, de qualquer forma, questiono: por que só a maconha? Por que não também o ecstasy? E por que esqueceram da “cocainazinha”, tão comum em baladas burguesas?
A valer o raciocínio propalado pela ZH, então, deveria liberar-se tudo para combater o tráfico, não? Sinceramente, isso não é combater. Isso é capitular. Agora, por que só diante da maconha é que não entendo! A única explicação que me vem é que os autores disso sejam usuários contumazes ou simpatizantes: “Maconha pode, crack não”. Pois se querem combater verdadeiramente o tráfico, é bem simples: apene-se o crime de uso com a mesma pena do crime de tráfico! Garanto que em breve o consumo de drogas cairia vertiginosamente, e isso sim seria um baque no tráfico – pois sem usuário não há o que traficar.
Liberar a venda de qualquer droga não vai arrefecer o tráfico, ainda mais se houver regras para venda e consumo, bem como incidência de impostos. A prova disso é o que ocorre no famigerado mercado da pirataria de produtos.
cristiano mourão
Promotor de Justiça – Caxias do Sul
via Facebook

Meu respeito à ZH que, mais do que tomar um lado, está propondo um debate deveras sadio a respeito da marijuana. Ao contrário do que se possa pensar, a legalização não vai incidir apenas sobre a vida de quem faz uso da erva. Enfim, acho importante a proposição do debate, e que todos procurem se informar, sem comprar pacotes prontos de opinião.
Lucas Silveira
Vocalista da banda Fresno
via Twitter

Parabéns pela coragem e postura ao falar sobre o elefante na sala chamado legalização da maconha. Sou da opinião que jornalismo sério toma partido sobre assuntos de importância extrema na nossa sociedade, e foi o que a Zero Hora fez no domingo.
Fábio Luis emerim
Professor – Canoas

Apesar das opiniões contrárias das pessoas mais abalizadas para se manifestar no assunto, como o deputado Osmar Terra, entre outras posições contrárias à liberação da maconha, apresentadas no próprio debate publicado no domingo na ZH, incompreensivelmente, o jornal optou por admitir em editorial sua mudança de posição em relação ao assunto, passando a ser favorável
à liberação.
A posição favorável à liberação dá sinal verde para os jovens que já usam ou estão sendo tentados a fazer uso dessa droga nociva, capaz de destruir seus cérebros em formação.
Rubens Mário Mazzini Rodrigues
Psiquiatra – Porto Alegre
Bela capa! Temos que debater “para ontem” a política de drogas no Brasil e colocar abaixo essa política que fracassou!
Rafael Lapuente
Historiador – Porto Alegre
via Facebook
Achei interessante o posicionamento do Grupo RBS a favor da maconha, mas dizer que a proibição só alimenta o tráfico e os homicídios é de extrema ingenuidade.
Doce ilusão dizer que liberar a maconha vai amenizar o tráfico de drogas, a insegurança e os homicídios protagonizados pelos traficantes. Mas, mais ingênuo, até diria utópico é dizer acreditar que, ao legalizar a produção e a distribuição com rígido controle, o tráfico perderá poder e a segurança se ampliará. Se nem o tráfico de cigarro, de armas tem controle neste país…em que país vocês pensam que vivem?
Sônia Andrade
Empresária – Canoas

Artigo do leitor: Por uma educação inclusiva

04 de março de 2015 0

Confira o texto de Leticia Prata e Prazeres Bolgenhagen*:

Compreender a complexidade do mundo  demanda criatividade: há espaço para a diversidade, para o exercício das múltiplas formas de  inteligência, temos de ter esta percepção, pois esta é a porta para o futuro.

A educação é direito de todos e, reconheço, muitos têm sido os avanços na legislação pátria em relação ao ensino inclusivo. A começar pelo próprio texto constitucional, no seu artigo 208, que garante à pessoa  portadora de necessidades especiais o direito de estudar em escolas públicas e particulares. Isto é, garante-se o acesso à pré-escola, ao ensino fundamental, médio e universitário a todos. Também, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394, art. 4º, e Lei nº 12.796/2013, Resolução CNE/CEB nº 02 de 11 de dezembro de 2001 (art. 3º, 5º e 8º), o Estatuto da Criança e do Adolescente (arts. 53 e 54), além de outros artigos dessas mesmas leis e de outros documentos legais, sendo fundamentais os aqui mencionados.

Mas as leis não bastam.

Iniciamos um novo ano letivo. Junto com nosso filho, fui arrumar o seu local de estudo; deparei-me com expressiva quantidade de papéis e provas antigas. Reservei um tempo para olhar para trás. Aos 10, nosso filho foi diagnosticado disléxico. Neste ano, cursará o último ano do ensino médio, aos 17 anos recém-completos.

A nossa luta foi árdua, incessante e difícil; concluo que não houve vencedores, nem vencidos. Existiu, sim, a longa jornada: parcerias, trabalho conjunto, rede de apoio familiar, médico e psicoterápico. Professores sensíveis abraçaram nosso filho e conseguiram ajudá-lo a crescer, extraindo o melhor dele e da sua capacidade de aprendizagem.

Analisando o seu material escolar, posso garantir que há uma enorme diferença de expressão de conteúdos assimilados nos resultados da aprendizagem, quando as avaliações são elaboradas com ferramentas e métodos adequados;  no caso  específico dele, frases curtas e diretas, opção para a criação de vídeos e foco na expressão oral.

Leio muitos relatos de pais, e as histórias se repetem por todos os cantos do Brasil. As dificuldades ampliam-se no ensino médio.

Na educação infantil e no ensino fundamental, as adaptações são mais fáceis, o número de alunos é menor, em sala de aula, e a atenção dirigida pode ser oferecida.  No ensino médio, muitas vezes, nos sentimos “pedintes”, como relatou uma mãe. Trata-se de um favor, uma concessão que a escola nos faz, aceitando nossos filhos.

Muitas vezes, a elaboração das provas especiais depende da boa vontade do professor, de sua habilidade e sensibilidade pessoal, mais do que do próprio colégio.

É de todo certo que há um dado concreto de realidade: com muitos alunos em sala de aula, professores atarefados e muitas vezes não remunerados, como deveriam ser, exigir-se que preparem provas específicas, deem atenção especial a um determinado aluno pode ser “pedir muito”.

Mas há o outro lado da história: o processo implica vida de adolescentes querendo ser incluídos, desejados; eles não querem ser estorvos, nem olhados com consentimento benevolente. Querem ser respeitados como cidadãos, e desejam ver garantidos os seus direitos.

Há de um modo geral uma grande dificuldade na aplicação de soluções criativas e inclusivas, por diversos fatores, como os já mencionados.

Nós pais, educadores, sociedade, temos que estar atentos, não somente para exigir que as normas sejam observadas, mas como poderemos, de fato, concretizá-las, dentro  das escolas; com estruturas e mecanismos disponibilizados por estas instituições.

Remuneração do trabalho extra dos professores, realização de palestras e cursos, sistematização de cartilhas de como melhor avaliar o aluno, respeitando suas limitações, são algumas das medidas que podem ser implementadas.

Acredito que o diálogo dentro da comunidade escolar ainda é o melhor caminho, embora não desconheça o aumento de ações judiciais envolvendo a questão aqui posta.

O fato é que há uma crescente demanda de tratamento escolar condizente com as necessidades especiais do aluno.

A grande questão que se apresenta é que não basta falar em inclusão ou a escola simplesmente “aceitar” o aluno com necessidades especiais, como se nos estivesse abrindo uma exceção.

O processo de inserção exige um compromisso consolidado de todos, inclusive do próprio aluno, que não pode simplesmente se apoiar na sua dificuldade,  uma vez que se constitui sujeito ativo da própria história.

O que ora se propõe é que estratégias adequadas sejam disponibilizadas para que se possa extrair dessa criança/adolescente o melhor de si.

Acredito ser esse o caminho da única e verdadeira inclusão escolar.

*Mestre em Direito/PUCRS

Leitor-repórter: árvores bloqueiam calçada no Centro da Capital

28 de fevereiro de 2015 1

Ademar GiongoO funcionário público Ademar Giongo reclama desde 2011 na prefeitura de Porto Alegre das árvores que obstruem a calçada na Rua Siqueira Campos. Ele fotografou o local por onde muitas vezes não pode passar com a cadeira de rodas da filha.
– Depois de nove meses do último contato, nada aconteceu. Minha filha não usa mais a cadeira e vou desistir. Talvez se alguém for atropelado tomem providências. É realmente deprimente o descaso com a população – disse.

O que diz a prefeitura:
A Secretaria do Meio Ambiente (Smam) informa que 10 árvores estão plantadas no passeio há pelo menos 30 anos, distantes 60cm  do meio-fio e de acordo com o Plano Municipal de Arborização Urbana (PMAU).

A Prefeitura disse ainda que as secretarias municipais de Urbanismo (Smurb) e Obras e Viação (Smov), responsáveis pela fiscalização de edificações e passeios públicos, realizarão vistorias nos próximos dias no local e queuUma avaliação técnica detalhada apontará as providências pertinentes.

Sobre ZH

Moisés Mendes, na coluna Pobre Bob (27/02) se reafirma ideologicamente e manifesta sua adesão aos métodos “lulistas” e “dilmistas” de desqualificar qualquer manifestação contrária aos seus atos e pensamentos.
Jairo Miguel Werba
Arquiteto – Porto Alegre

Em sua coluna (27/02), Moisés Mendes volta a nos cutucar para que percebamos um fio condutor entre acontecimentos atuais e do passado recente.  Falta de crédito dos políticos, as atitudes de facínoras que desvirtuaram as manifestações e que nos mostram as dificuldades que afetam a sociedade.
Júlio Alfredo Rossi Boehl
Médico – Porto Alegre

Foto do Leitor

 Affonso Barros Filho, médico, de Candelária, fotografou a filha observando a bisavó, em Porto Alegre.

— Mais de 90 anos as separam por uma porta — disse.

Affonso Barros Filho

 

Comentários na página do leitor dessa sexta-feira (27/02)

27 de fevereiro de 2015 1

Carnaval
Sou moradora da Cidade Baixa e o nosso bairro está muito prejudicado por sujeira, assaltos e gritarias. Nos dias de Carnaval, somos obrigados a permanecer em casa, sem direito a passear de carro, pois tudo fica bloqueado. As crianças não têm direito a usufruir da rua, os cachorros não podem fazer suas necessidades na rua. Apesar de termos um serviço maravilhoso do capitão Maciel, é impossível dar conta de tanta gente.
Vera Maria Baptista
Aposentada – Porto Alegre

Protestos
Os caminhoneiros do Brasil estão apenas reivindicando salários dignos para sustento da família. Os atuais preços do petróleo estão totalmente incompatíveis com os ganhos dos brasileiros. Os atos de enfrentamento contrariam totalmente o discurso da presidente de que qualquer assunto seria tratado com as categorias por meio do diálogo democrático.
Osmar Ramos
Representante comercial – Pelotas

Doação de cabelos
Li uma reportagem de ZH no ano passado sobre a doação de cabelos e os projetos que existem. Gostaria de saber para onde eu posso mandar minha doação para que, assim, eu consiga enviar para as pessoas corretas, sabendo que irão continuar com a minha boa ação.
Gabriela Caovilla Felin
Passo Fundo

Uma resposta para Gabriela
O Instituto do Câncer e o Imama têm parcerias com salões de beleza em todo o Estado. Por telefone ou e-mail, é possível saber se há algum posto por perto. Anote: Imama (51) 3023-7702 e Instituto do Câncer Infantil pelo e-mail
cabelaco.rs@gmail.com ou facebook.com/cabelacors

 

SOBRE ZH

Depois de 31 anos de ZH, o repórter especial Nilson Mariano decidiu percorrer outros caminhos. Deixará a Redação neste fim de semana, com mais de 40 prêmios no currículo (entre trabalhos individuais ou em equipe).

– Foi uma jornada emocionante, inesquecível, enriquecedora. Como repórter, pude ir a extremos: desci na ponte do Dilúvio para entrevistar viciados em crack e incursionei pelo Peru para encontrar guerrilheiros do Sendero Luminoso – rememora o jornalista de 57 anos.

Mariano notabilizou-se por reportagens na área de direitos humanos, como a série sobre a Operação Condor, a ação conjunta de ditaduras militares sul-americanas para reprimir e perseguir opositores além-fronteiras. Posteriormente, o material foi transformado em livro, em português e espanhol.

– Mariano é um dos profissionais mais corretos e completos que já conheci. Por decisão dele, deixa o jornal depois de 31 anos de valiosas contribuições. Os leitores e a Redação sentirão muita falta – afirma a diretora de Redação de ZH, Marta Gleich.

O diretor-executivo de Jornalismo do Grupo RBS, Marcelo Rech, aponta legados do jornalista:

– Como repórter, Mariano fez escola e uma legião de admiradores ao conciliar apurações detalhadas e precisas com textos de rara elegância.

Ao se despedir, Mariano informa que continuará se dedicando ao jornalismo.

 

Crônicas com estilo
As crônicas de David Coimbra apresentam um narrador sempre problemático em relação a si e à realidade social, política e, às vezes, aos acontecimentos do futebol, envolvendo seu leitor com argumentos de ordem quase sempre histórica. Sua crônica “Cuidado: o PT quer defender a Petrobras” é um bom exemplo de seu aliciante estilo. Bravo.
Raul J.M. Machado
Professor – Porto Alegre

 

 

Comentários da página do leitor dessa quinta-feira (26/02)

27 de fevereiro de 2015 0

Protestos dos motoristas
Sou a favor de todas as manifestações em prol de mudanças no país, desde que não atinjam a população. A paralisação dos caminhoneiros afeta a todos, comerciantes e consumidores, só não afeta o alvo principal. Duvido que faltem alimentos à mesa da presidenta Dilma e também não acredito que os carros dela fiquem parados por falta de combustível. O Brasil tem de mudar a estratégia para mudar o país.
Alda Pegoraro Roeder
Dona de casa – Nova Prata

A Justiça foi bastante ágil em decretar a ilegalidade do movimento dos caminhoneiros. Fosse um movimento de sem-terra, sem-teto, indígenas, atingidos por barragens e afins, lá permaneceriam nas estradas, até cansarem e saírem por conta própria. No Brasil, condena-se quem produz e beneficiam-se os que vivem às custas dos governos.
Luiz Ely Silveira
Publicitário – Porto Alegre

Quando trabalhadores honestos reivindicam direitos também honestos, são tratados como criminosos. Há muito tempo que o Brasil é uma ditadura, onde os governantes fazem o que querem e os trabalhadores têm simplesmente que se calar e ver tudo de braços cruzados. Um (des)governo não pode com a força de uma classe, tampouco contra um povo unido.
Fernando Lisnei Bergmann
Motorista

Gestor competente não gera crise e, ao perceber a viabilidade de ela se instalar, antecipa a solução. A roubalheira na Petrobras levou à crise e ao aumento dos combustíveis. Os profissionais do volante pedindo socorro é mais prejuízo para todas as áreas de atividades. Certamente, a solução não está no Poder Judiciário, via ações para liberar rodovias.
Jorge Lisbôa Goelzer
Advogado – Erechim

Corrupção
Há anos tenho mantido o hábito de expressar minha indignação pelos desmandos e corrupção dos governos do PT, mas as maracutaias e o descalabro são tantos e tão grandes, que confesso que perdi a capacidade de me indignar. Não estou mais vendo aquela luz no fundo do túnel.
Vitor Guerra Sporleder
Contador – Porto Alegre

D’Alessandro
Gostaria de saber o que D’Alessandro fez para receber um título de Cidadão de Porto Alegre. Existem pessoas que mereceriam esse título, como médicos, professores, bombeiros, policiais civis e militares, pessoal do Samu, protetores de animais. Será que o vereador que teve a “ideia” e está propondo o mérito só vive assistindo futebol e não acompanha os fatos que ocorrem na Capital?
Norberto Kley De Carli
Aposentado – Canoas

SOBRE ZH
Sobre o editorial de ZH (25/02) discordo e afirmo que não, a paralisação dos motoristas não é uma afronta à população. Quando uma categoria toma uma iniciativa de tentar dar um basta a essa vergonha em que o PT meteu o país, ZH põe em dúvida o mérito do movimento. O direito de ir e vir está preservado. Jogue a favor do Brasil, ZH, a não ser que interesses conspirem contra isso.
Rogerio Zanus

Zero Hora mostrou-se leal à sociedade ao denunciar o descaso de pais e da fiscalização no caso dos jovens bebendo à margem do bom senso e da lei. Leal, novamente, ao destacar a pressão pela volta aos estádios do pior dos craques: o álcool. Parabéns a ZH!
Carlos Salgado
Psiquiatra – presidente da APRS

ZH lança missão para a torcida mista no Gre-Nal 404

25 de fevereiro de 2015 0

card_tamojunto

A simpática ação que reunirá colorados e gremistas em um setor misto no Gre-Nal 404 no próximo domingo, no Beira-Rio, já é sucesso. Desde segunda-feira, todos os dois mil ingressos colocados à venda para o setor especial, esgotaram.

O clima é de empolgação entre os torcedores da Dupla que, com bom humor e diversão, já estão deixando a rivalidade dos dois maiores clubes do RS ficar apenas em campo.

O domingo de clássico terá também o retorno do Caminho do Gol – eternizado pela Copa do Mundo – onde todos poderão transitar. A segurança no local será garantida por 450 policiais militares e cerca de 100 agentes da EPTC. Torcedores da Dupla terão como ponto inicial as esquinas das avenidas Ipiranga e Borges de Medeiros. Veja o mapa aqui.

Missão para a torcida mista
Para registrar os melhores momentos de amizade entre os torcedores antes e durante o clássico, ZH lança uma missão Instagram especial. Para participar, envie sua foto favorita ao lado do(s) amigo(s) da torcida adversária com a tag #tamojuntonogrenal. A publicação da imagem pode ser feita via Instagram, Facebook e Twitter.

 

 

Comentários da página do leitor dessa quarta-feira (25/02)

25 de fevereiro de 2015 0

CAMINHONEIROS
Parabéns aos caminhoneiros. Foram os primeiros a ter coragem de protestar neste Brasil. Cadê a CUT, o MST e todos os demais sindicatos? Antes ganhavam para protestar contra qualquer governo, agora, pelo que parece, ganham para ficar em casa. Todos os empresários poderiam também ficar 72 horas sem emitir qualquer nota fiscal e sem recolher impostos.
Roberto Grapiglia
Empresário – Bento Gonçalves

IPTU
Estamos sendo presas fáceis dos predadores dos nossos ganhos e, como ocorre quase sempre, são os poderes públicos nossos insaciáveis achacadores, ano após ano. De forma sorrateira, elevaram o IPTU de Capão Novo, ao redor de 100%. Haverá outro caminho que não seja a Justiça?
José Gomes Lisboa
Aposentado – Canoas

ÁGUA
Precisamos conscientizar o povo brasileiro e o resto do mundo de que a água é um bem finito que um dia irá acabar. A seca toma conta de São Paulo, que sofre com o alto consumo de sua população e com o desabastecimento das suas represas. Se eu fosse um político, e morasse em São Paulo, eu iria canalizar água de lagos e rios Brasil afora para levar água a São Paulo e minimizar esse racionamento e o sofrimento dos paulistas.
Gabriela Rajab Reis
Estudante

SOBRE ZH
Parabenizo o jornalista Rodrigo Lopes pelo artigo Presidente Obama, ataque o Estado Islâmico! (ZH, 24/02). Caminhamos para um terceiro conflito mundial se nenhuma ação militar de grande porte for realizada contra o Estado Islâmico. Como sempre, caberá aos EUA a dianteira, mas para isto têm de ser provocados, a exemplo de Pearl Harbour, o que até o momento não aconteceu. A Europa não dará esse passo sozinha.
Marcelo Cabral de Azambuja
Advogado – Porto Alegre

Uma guerra se ganha e se perde. E se o Obama perde? O jornalista perdeu o juízo cobrindo as guerras no Oriente Médio? (ZH, 24/02)
antonio nelson pereira meirelles de almeida
Engenheiro – Porto Alegre

Fabrício Carpinejar, em sua crônica (ZH, 24/02) diz tudo a respeito do amor dos cãezinhos. Só quem tem sabe o quanto são amorosos e defendem o dono mostrando um ciúme cheio de amor. Gostei demais do que li. Parabéns.
Maria Lurdes Derenji
Canoas

Leitor-repórter: cartão-postal ameaçado

24 de fevereiro de 2015 0

largo açorianos

Moradora das proximidades do Viaduto dos Açorianos, que fica na Rua Borges de Medeiros, no Centro Histórico de Porto Alegre, a professora Estela Lauser fotografou as águas do lago sob o viaduto e enviou a foto para a coluna do leitor. Ela está preocupada com a proliferação de lixo e insetos no local.

– Estamos pasmos com a imundície que tomou conta do lago que é um cartão-postal da cidade. Já foram feitas muitas solicitações aos órgãos competentes, mas até agora nada foi feito – disse.
O que diz a Secretaria do Meio Ambiente
Estão sendo feitas reuniões com representantes de Smam, DMLU, Dmae, Fasc e DEP para estabelecer o planejamento conjunto da recuperação da área. O Ministério Público exigiu uma vistoria nas condições estruturais da Ponte de Pedra, o que exigiu a drenagem do lago, que está sendo executada.

Neste primeiro momento, a impressão de sujeira fica piorada, na medida em que o lixo se acumula sobre o lodo. Em função disso, a primeira atividade a ser realizada será a limpeza desse lixo, o que deve começar a acontecer no máximo até a próxima semana.

Não há ainda previsão de tempo para a execução de todas as obras previstas para o local.

Comentários da página do leitor dessa terça-feira (24/02)

24 de fevereiro de 2015 0

Confira os comentários publicados na edição impressa de ZH:

BINÁRIO
Sou um grande crítico da EPTC quando ela atua ou é inerte a certas causas, mas não tenho problemas em elogiar quando ocorre o contrário. Com relação aos transtornos do novo binário, acho que as reclamações são injustas, pois é normal que isso ocorra nesse tipo de alterações no trânsito.
Lauro Becker
Empresário – Porto Alegre

DIPLOMACIA
A crise diplomática provocada pela presidente Dilma ao negar credenciais ao embaixador da Indonésia foi no mínimo imprudente e deselegante. Criamos um constrangimento junto àquele país, “magoados” porque fuzilou um traficante brasileiro. Denota a falta de preparo em questões diplomáticas, misturando assuntos.
Pecou pela ignorância, prepotência, achando que o Brasil pode tudo e sem a anuência do povo brasileiro, que viu nessa história um grande desrespeito às leis de outros países.
Lilian Mansur
Porto Alegre

CORRUPÇÃO
O PT chegou ao fim graças à ação da Polícia Federal, que está descobrindo os corruptores e os corruptos. Hoje, eu comparo o PT a um enfermo na fase terminal; com a família aguardando
a sua morte.
NERY ROSA DA SILVA
Contador – Itaqui

SOBRE ZH
Merece aplausos a administração das obras de expansão do querido HCPA, sem dúvida um raro modelo de boa gestão pública. ZH não citou, no entanto, na matéria de capa em 21/02, que se trata de uma empresa pública, porém de direito privado. Isso faz toda a diferença no cipoal burocrático e distorcido da administração pública do Brasil.
Mauro Horowitz
Médico – Porto Alegre