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Posts na categoria "Leitor-Repórter"

Leitor-repórter: calçadas ocupadas no Centro Histórico da Capital

22 de julho de 2016 0

Carlos Terres

O leitor Carlos Terres está intrigado com o comércio nas calçadas do Centro Histórico de Porto Alegre. Ele reclama da instalação de fruteiras informais esparramadas nas mais movimentadas esquinas da região. Ele fotografou e enviou para ZH o caso que considera o mais “acintoso” na Av. Borges de Medeiros com a Rua Andrade Neves.
— A venda tem uma eficiente e flamante logística. Será que a prefeitura não vê isso? Ou, pior, vão nos dizer que se trata de atividade autorizada? Logo adiante vão exigir a construção de um “frutódromo” para devolver as calçadas à população.

do leitor

CONTRAPONTO | O que diz a prefeitura, por meio da chefe da Seção de Fiscalização de Atividades Ambulantes da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio, Luciane Mattei.

Não é permitida a utilização de calçadas e passeios para exposição e venda de quaisquer tipos de produtos em Porto Alegre. Os cidadãos devem denunciar, além de não adquirir produtos de vendedores irregulares, visto que não possuem origem conhecida e podem trazer risco à saúde do consumidor.
A fiscalização ocorre diariamente no Centro Histórico. Denúncias são recebidas e encaminhamos agentes de fiscalização para averiguar a situação, os ambulantes são autuados e as mercadorias apreendidas.
O cidadão pode encaminhar denúncias no Portal 156 – Fala Porto Alegre. Será gerado um número de protocolo e encaminhado retorno ao cidadão com o resultado da ação fiscal que, nestes casos, costuma ser solucionada apenas com a apreensão das mercadorias e consequente liberação do passeio aos pedestres.

Leito repórter

01 de julho de 2016 0

Lixo seco é descartado em local errado na Capital

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

A cena de um catador retirando resíduos recicláveis do contêiner de lixo orgânico chamou a atenção da jornalista Renatha Morés. Ela chegou a parar para contar a quantidade de latas de alumínio recolhidas pelo homem na Rua Carazinho, bairro Petrópolis, em Porto Alegre. Chegou ao número de 17 latinhas descartadas em local inadequado.
– O índice de lixo jogado no lugar certo deve ser tão pequeno, que os catadores precisam recorrer ao lixo orgânico, local onde não deveriam estar esses materiais – reflete Renatha.

CONTRAPONTO | O QUE DIZ O DMLU

Segundo o Departamento Municipal de Limpeza Urbana, das 1,2 mil toneladas de lixo recolhidas na coleta automatizada e domiciliar, 276 que poderiam ser recicladas são desperdiçadas por falta de separação adequada. Apenas cem toneladas de resíduos reaproveitáveis são descartadas corretamente. Quando lixo seco é inserido em contêineres de lixo orgânico, o material é levado para aterros sanitários e todo o conteúdo é enterrado.
O DMLU lembra que quem for flagrado pela fiscalização inserindo resíduos descartáveis em local inadequado poderá ser multado em R$ 657,01. O descarte incorreto se caracteriza como infração média do Código Municipal de Limpeza Urbana.
Nos bairros em que não existe coleta automatizada, é importante que os moradores possuam lixeiras diferenciadas para o descarte certo e posterior recolhimento de resíduos.

Leitor repórter

26 de maio de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Descuido gera acúmulo de lixo

Basta um galho, folha ou saco plástico fora das lixeiras para que a calçada da Estrada Jorge Pereira Nunes torne-se um foco de lixo. Há 10 anos morando no bairro Campo Novo, na Capital, a assistente social Janete Maria da Silva Fagundes vê incrédula carroceiros e moradores deixarem resíduos no passeio há quatro anos. Restos de podas, latas de tinta e colchões se acumulam no local, mesmo com o recolhimento rotineiro da prefeitura.
– Se faço limpeza no terreno, deixo os galhos secando para utilizá-los como adubo. Por que as pessoas deixam em lugares errados o que pode ser reaproveitado? – questiona.
Janete acredita que, mesmo denunciando o descarte de detritos em locais impróprios, o problema irá continuar, pois é difícil identificar quem comete essa infração, prevista no código Municipal de Limpeza Urbana.

CONTRAPONTO | O que diz O DMLU

De acordo com o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), resíduos arbóreos, terra, madeiras, sucata de ferro, caliça, entulho e móveis velhos, incluindo eletrodomésticos, podem ser encaminhados às Unidades de Destino Certo (UDC). Caso o cidadão não possa encaminhar esse tipo de lixo ao local correto, é possível utilizar o serviço de coleta paga, solicitado pelo Fala Porto Alegre, no 156.
Quem deposita lixo em via pública pode pagar multa. Denúncias com data, hora e localização de quem não respeita o Código Municipal de Limpeza Urbana devem ser feitas no Fala Porto Alegre.
No caso mostrado pela reportagem, não foi identificada denúncia no Sistema de Fiscalização (Sefis), porém houve pedido de coleta de foco de lixo no endereço. Se, após o contato com o Fala Porto Alegre, não for possível comprovar a participação do denunciado, o DMLU informa a pessoa de que ela pode ser responsabilizada.
A multa só pode ser aplicada quando houver flagrante por agente de fiscalização, ou quando as provas apresentadas pelo denunciante não geram dúvida sobre a participação no ato de colocar resíduos em local inadequado.

Leitor repórter

17 de abril de 2016 0

Árvores que preocupam
Desde a última tempestade na Capital, em janeiro, Jorge Herdina passa pelo que sobrou de uma árvore caída na Rua São Carlos, no bairro Floresta, para visitar um cliente.

– Será que não houve tempo de recolher isso? – questiona o administrador.

A preocupação dele não é só a árvore tombada, mas também uma que fica perto de fios elétricos. A poda foi solicitada em 2015. Tanto ele quanto os vizinhos da Avenida Pinheiro Borda temem a queda do tronco ou de galhos toda vez que há previsão de chuva e vento.

Já a inquietação da coordenadora administrativa Andréia Martins é com uma árvore de 12 metros na Rua Irmão Inocêncio Luis, bairro Jardim Itu-Sabará.Ela já foi vistoriada pela Secretaria do Meio Ambiente e não tem chance de recuperação. Segundo ela, é um risco para os estudantes da escola das proximidades e para qualquer outra pessoa que circular no local.

– Deixo meu filho no colégio diariamente e temo pelo tombamento dessa árvore em algum carro que passa na rua – afirma Andréia.
CONTRAPONTO | O QUE DIZ A SMAM
Os casos das ruas São Carlos e Irmão Inocêncio Luis serão priorizados, porém não foi indicada uma data para o atendimento, previsto no contrato de recuperação da cidade após o temporal de janeiro. A secretaria informou que faria uma vistoria na
árvore da Avenida Pinheiro Borda até hoje. Segundo a Secretaria do Meio Ambiente, quando há risco iminente de queda, o exemplar é retirado sem necessidade de sinalização, o que não era o caso da árvore próxima à escola. A demora nos atendimentos ocorreu devido aos inúmeros transtornos provocados pela forte tempestade do início deste ano.

Leitor repórter

07 de abril de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Pouco cuidado e muito lixo

Morador do bairro Vila Nova, em Porto Alegre, o comerciante Jorge Fontoura Prates critica o descaso da população com o lixo que produz. São calçados, pedaços de móveis e eletrodomésticos que a todo momento dividem espaço com os pedestres nas calçadas da Rua Atílio Superti.

– O lixo aqui é recolhido, apesar de em algumas ocasiões demorar mais do que o habitual. Mas as pessoas parecem não se importar em descartar o que não querem em qualquer lugar – relata.

CONTRAPONTO | O QUE DIZ O DMLU

Segundo a assessoria de comunicação do Departamento Municipal de Limpeza Urbana, a coleta domiciliar na Rua Atílio Superti é feita às terças, quintas e sábados. Já a coleta de materiais recicláveis é às segundas e quartas. Nessa rua, foram colocados contêineres para diminuição dos detritos. Todavia, a experiência não foi bem-sucedida. Devido à utilização do equipamento por moradores de outras regiões, o volume de resíduos tornou-se maior do que a demanda normal do local.

Leitor repórter

30 de março de 2016 0

A rua dos buracos

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

No bairro Nonoai, zona sul de Porto Alegre, a Rua Salvio Soares coleciona buracos e cavaletes em um de seus trechos. O engenheiro civil Jorge Pinotti conta que a maior abertura apareceu em agosto de 2015 e, desde então, só aumenta de tamanho.
– A cada mês, abro um protocolo diferente para tentar resolver o problema. São pelo menos cinco buracos na rua e na calçada. Só espero que um carro não seja engolido – conta.

CONTRAPONTO | O QUE DIZ O DEP

O Departamento de Esgotos Pluviais esclarece que uma vistoria foi efetuada na última semana pela Seção Sul de Conservação do DEP, em que se constataram cinco buracos na região, sendo quatro na calçada e um na rua. De acordo com o órgão, o risco de alguém se ferir em algum dos desníveis é pequeno, visto que todos estão sinalizados com cavaletes.
A pasta afirma que uma equipe irá até o local hoje para executar os reparos necessários para a reconstrução da rede.
A demora no atendimento se deve ao número elevado de solicitações, que devem ser feitas sempre através do Fala Porto Alegre, no telefone 156 ou via internet.

Leitor repórter

22 de março de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Ligações irregulares apresentam risco de incêndio na Capital

Um emaranhado de fios, postes próximos uns aos outros e medidores lado a lado chamaram a atenção do aposentado
Carlos Arce. Ele costuma passar pela Avenida Juca Batista, em frente ao Beco do Adelar, para visitar a filha. No local,
há um loteamento irregular.
– Mesmo sendo uma área clandestina, é um perigo que essas famílias não tenham instalações definitivas de energia elétrica, já que o risco de pegar fogo é iminente – alerta.

CONTRAPONTO | O QUE DIZ A CEEE

De acordo com a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEEE), os postes e medidores foram instalados dentro do padrão para atendimento aos clientes cadastrados na região e não geram risco aos clientes regularizados.
Já as instalações clandestinas de fiação são de pessoas que moram ilegalmente em uma Área de Preservação Permanente. A Companhia aguarda a aprovação da prefeitura municipal para implementar uma rede de distribuição regular de energia elétrica no local. Segundo o Departamento Municipal de Habitação (Demhab), os últimos dados coletados, em 2012, apontaram que vivem 240 famílias na região.
A companhia de energia elétrica afirma que toda ligação clandestina oferece risco de queda de energia e de incêndios, pois a instalação não foi efetuada dentro das normas de segurança. Dentro de suas possibilidades, a CEEE faz desligamentos em áreas clandestinas da Capital, porém é difícil obter o controle, devido a religamentos ilegais.

15 de março de 2016 0

Terreno expõe riscos no bairro Santana, na Capital

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

O último temporal em Porto Alegre revelou um problema na esquina das ruas Vicente da Fontoura e Santana.
A queda de tapumes desprotegeu um terreno com a calçada deteriorada e um buraco com mais de dois metros.
A técnica de saúde bucal Tainara Cardoso mora no bairro Santana e vê, onde antes era uma residência, um lixão a céu aberto e uma armadilha para quem caminha pelo local.
– Minha preocupação é com os moradores que passam por ali, já que a calçada próxima ao local está bem prejudicada, trazendo risco de queda – relata.

CONTRAPONTO | O QUE DIZ O DMLU

O Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) localizou o proprietário do terreno, que havia mudado de endereço, no início da semana passada. Foram feitas duas tentativas de entrega da notificação, mas ele não estava em casa. Em função disso, o documento foi enviado por correio. A partir do aviso de recebimento, o dono do imóvel terá 15 dias para limpar e fechar o local. Findo o período sem que ele tenha atendido à notificação, o DMLU fará a limpeza, cobrando pelo serviço executado, assim como aplicará a multa correspondente, conforme o previsto no Código Municipal de Limpeza Urbana (Lei Complementar Municipal nº 728/2014). O valor varia de R$ 328,50 a R$ 5.256, dependendo da gravidade da situação.
Denúncias sobre terrenos com lixo podem ser feitas pelo telefone 156 e pelo e-mail dmlu@dmlu.prefpoa.com.br

Leitor repórter

11 de março de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

É grande a preocupação da estudante Tiene Krause com um terreno baldio próximo a seu prédio, em Novo Hamburgo. O local, na Rua Otto Kopshina, se tornou um depósito de lixo, facilitando a proliferação de insetos. Além disso, os incêndios na vegetação aumentaram com a presença de andarilhos.
– Já fiz tantos protocolos que desisti de guardar. Outros moradores fizeram o mesmo. A prefeitura sempre diz que o problema já foi resolvido ou que amanhã irão resolver – reclama a jovem, incomodada com a invasão de ratos, baratas e mosquitos que aparecem em sua residência por causa dos detritos.

CONTRAPONTO | O QUE DIZ A PREFEITURA

Segundo a assessoria de comunicação da prefeitura de Novo Hamburgo, o órgão, em 2014, encaminhou uma notificação para os moradores do terreno e realizou a limpeza no local. Em 2015, uma nova notificação foi emitida, e, desta vez, os proprietários foram multados em um valor de R$ 816. A prefeitura irá realizar uma nova vistoria no local e emitir novamente uma notificação. Em caso de mais uma autuação, o valor da multa será dobrado, e os serviços de limpeza, cobrados.
Com uma nova lei regulamentada no município, a prefeitura pode reaver, na Justiça, imóveis em situação de abandono, passando o terreno para o patrimônio público. Isso é possível quando os proprietários dos terrenos forem comprovadamente omissos nas responsabilidades de roçada e limpeza que lhe competem em áreas urbanas.

Leitor repórter

25 de janeiro de 2016 0
Ronaldo Bernardi/Agência RBS

Ronaldo Bernardi/Agência RBS

 

Monumento na Capital homenageia Batalhão Suez

Mais de 2 mil pracinhas gaúchos que serviram no Batalhão Suez entre 1957 e 1967 são lembrados em um monumento no centro da Capital inaugurado no início de janeiro. Os chamados boinas azuis participaram da força de paz da Organização das Nações Unidas na crise de Suez.
– É uma homenagem aos homens que trouxeram para o Brasil um Prêmio Nobel da Paz – ressalta Alfredo Marcelino dos Santos Filho, de 77 anos, presidente da Associação dos Integrantes do Batalhão Suez.
A tropa recebeu a honraria em 1988, juntamente com forças de paz de outros países. Cerca de 6,2 mil brasileiros, divididos em 20 contingentes, foram enviados à região do Canal de Suez e à Linha de Armistício entre Israel e Egito.
– Nossa missão era ficar observando para que guerrilheiros não cruzassem a fronteira para praticar alguma sabotagem. Tentávamos manter a paz entre árabes e judeus – relembra Alfredo, que integrou o 5º contingente e serviu entre abril de 1959 e agosto de 1960.
O monumento consiste em uma pirâmide com um globo e um capacete azul da ONU. Placas mostram nominatas do 5º, 13º e 20º contingentes, que saíram do Sul, e de gaúchos que serviram em outros contingentes, além de descrever a missão.