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Posts na categoria "Sem categoria"

Participe: os nós do trânsito de Porto Alegre

20 de março de 2013 1

Você faz diariamente algum dos 10 trajetos abaixo? Zero Hora vai acompanhar pelos próximos meses o impacto das obras da Copa no trânsito de Porto Alegre nesses 10 pontos. Mande seu relato para nós. Queremos saber se há problemas nos trajetos, se começou uma nova etapa da obra ou se alguma nova rua foi bloqueada na região, por exemplo.


_ Bento Gonçalves com Aparício Borges

_ Edvaldo Pereira Paiva

_ Padre Cacique

_ Viaduto da Rodoviária

_ Ceará

_ Protásio Alves

_ Osvaldo Aranha

_ João Pessoa

_ Azenha

_ Carlos Barbosa


Mensalmente, ZH publicará uma matéria com as impressões dos leitores. Quem quiser participar pode mandar uma mensagem via redes sociais ou encaminhar e-mail para andre.mags@zerohora.com.br, informando seu nome, telefone e o trajeto que utiliza.


Artigo: Novo ano, novas possibilidades

29 de dezembro de 2012 0

Evandro Saldanha Jochims*

E assim chegamos ao final de mais um ano, de forma abrupta, como sempre acontece. Embora muitos dos sonhos e metas traçados para este ano tenham de ficar esperando para talvez se realizar em 2013, há muitos e bons motivos para comemorar. Comemorar antes de tudo porque 2012 nem deveria ter acabado e acabou muito bem, obrigado. A despeito de todos os documentários sensacionalistas, com incontáveis cenas da Terra sendo vaporizada, nenhuma catástrofe nos deu o ar da sua graça no final do ano.

A espécie humana sempre foi fascinada pela sua própria destruição. Imaginar como será o último capítulo de nossa existência neste planeta é algo que muitos procuram evitar, mas que ninguém consegue ignorar ou se manter neutro. Quanto mais obscuro, sinistro ou aterrador, mais nos sentiremos atraídos, com nosso imaginário trabalhando a todo vapor. Todo final de ano representa o fechamento de um ciclo, o encerramento de uma jornada que sempre envolve realizações, superação de obstáculos ou decepções, eventuais desilusões e fracassos.

Ratificando o que alguns filósofos da antiguidade já haviam elaborado, a Física moderna propõe que o tempo não existe. O conceito de tempo que adotamos e seguimos está sempre atrelado à imagem de um relógio, com os ponteiros das horas, minutos e segundos, de tal forma que isso nos parece algo imutável, sagrado até. É quase impossível imaginarmos o tempo de outra forma. Na civilização ocidental, toda a nossa existência está relacionada e demarcada pelo conceito do tempo cronológico: hora de tomar o remédio, hora de ir para o trabalho, dia que marca o domingo, dia de nosso aniversário, dia do primeiro beijo, dia que marca o final de um ano, dia que marca o início de um novo ano...

Tudo isso não passa de uma convenção. Para algumas tribos aborígenes da África e da Austrália, que não utilizam o conceito de tempo em suas vidas, a existência humana não é pautada pelas horas, dias ou anos. Antes, privilegiam-se as atividades necessárias à sobrevivência, os afazeres domésticos e os momentos de lazer. Nesse contexto, a vida humana assume um significado muito diferente do nosso. Cada tarefa, cada brincadeira acontece de forma natural e espontânea, pois não está condicionada pela escravização imposta pelo tic-tac de um relógio.

Da forma como vivemos, o final de um ano e início de outro sempre evoca o imaginário. Nos acostumamos a pensar que tudo será diferente, que coisas extraordinárias acontecerão. Pensamos desta forma sobretudo porque desejamos que seja assim! Gostaríamos muito que nossa vida desse um giro de 360 graus, para melhor é claro. No entanto, sabemos muito bem que muito pouco ou nada de diferente acontecerá. Eventuais realizações se intercalarão com muitas tentativas fracassadas e decepções, afinal somos um só, e o mundo em que precisamos lutar para sobreviver é uma multiplicidade, quase uma infinitude de variáveis, todas funcionando como obstáculos. É claro que as possibilidades de sermos derrotados são muito maiores do que as de sairmos vencedores.

Tal constatação, no entanto, precisa funcionar como um incentivo e não como uma perspectiva de derrota antecipada. Se terei mais barreiras, tenho que ser ainda mais forte. Se o ambiente de trabalho está carregado de derrotismo e pessimismo, então preciso ser ainda mais otimista, ver coisas positivas e oportunidades onde outros veem desilusões e fracassos.

Será mesmo que 2013 será tão diferente de 2012, tão melhor que 2012? Até pode ser, mas sou EU que tenho de criar as condições para que isso aconteça. Não irá acontecer por um passe de mágica, por um milagre. O início de um novo ano não traz promessas milagrosas de melhorias de vida, como muita gente pensa. O que ele traz são possibilidades. Cabe a cada pessoa transformar estas possibilidades em realizações ou... em decepções.

Levantemos as velas pois, e preparemo-nos para navegar mais uma vez por esse mar desconhecido e deveras fascinante chamado futuro. O que seria do gênero humano sem a aventura, sem a incerteza, sem o mistério? Seja muito bem-vindo 2013, e que bons ventos o tragam!

*Professor


Final de tarde em Alegrete

22 de dezembro de 2012 0

A leitora Juliana da Silveira registrou este belo final de tarde em Alegrete.

Muito errado

25 de novembro de 2012 1

No sábado, dia 24, esta camionete ficou estacionada a tarde toda no posto de retirada de bicicletas na Praça da Alfândega.
Cicero Pereira da Silva

Artigo: You loot, we shoot!

04 de novembro de 2012 13

Bene Barbosa*

A expressão título deste artigo, literalmente traduzida para o português seria: “Você saqueia, nós atiramos”. Além de, claro, causar arrepios aos politicamente corretos, traduz uma dos mais cruéis e “esquecidos” efeitos das catástrofes naturais: os saques e a impossibilidade do Estado em proteger a população após grandes catástrofes.
Todos devem estar acompanhando a passagem do furacão Sandy que devasta a costa norte-americana, mas poucos sabem que as redes sociais já estão sendo usadas por criaturas - me nego a chamar esse tipo de coisa de pessoa ou ser humano – para organizar e arregimentar gangues de saqueadores após a passagem do furacão, aproveitando-se da impossibilidade do cidadão em requisitar o apoio policial.
Assim foi durante o furacão Katrina, o apagão de Nova Iorque na década de 70 e os distúrbios de Los Angeles na década de 90, onde lojas e casas foram saqueadas e aqueles que tentaram resistir sem armas, não raras às vezes, foram mortos pela turba de abutres.
Embora, de forma geral a imprensa ignore e não noticie esses saques, que acreditem, também ocorrem no Brasil, os cidadãos norte-americanos sabem deste real risco e rapidamente se organizam para proteger casas, ruas e até bairros inteiros, colocando cartazes espalhados com a expressão acima citada e muitas vezes se posicionando ostensivamente com suas armas de fogo.
O resultado deste tipo de aviso é quase sempre eficaz e a simples presença de cidadãos armados é o suficiente para impedir que os saqueadores, covardes por natureza, pois não são predadores e sim carniceiros, decidam escolher um local desprotegido.
E no Brasil? O país do samba, do carnaval e do futebol? Bom, como diz um amigo meu, espere acontecer um simples apagão que dure 48 horas e você vai desejar profundamente ter uma arma para se defender.

*Bacharel em Direito

Leitor-Repórter: Buraco prejudica moradores

30 de outubro de 2012 0

Douglas Goulart Agostinho

Os moradores da Rua Amadeu Fagundes de Oliveira Freitas, no bairro Protásio Alves, em Porto Alegre, reclamam de um buraco no meio da rua, que estaria ali há mais de dois meses.  Eles contam que os carros precisam desviar e as pessoas tem medo de acontecer algum acidente. Para evitar maiores transtornos, foram colocados paus e galhos de árvores para sinalizar a passagem. A chuva inunda o buraco e se torna outro obstáculo. Mesmo com inúmeros pedidos, o problema ainda não foi resolvido.

Contraponto:

A Divisão de Conservação do DEP fez vistoria no local e identificou o rompimento da caixa pluvial na existente na via. O conserto será iniciado nesta terça-feira, 30, se não chover. Em caso de chuva o conserto é adiado para o próximo dia seco.

Leitor-Repórter: Só a educação gera responsabilidade social e ambiental

25 de outubro de 2012 0

Juliana Marzari Rossato*

É muito triste passear pelas ruas de Porto Alegre e presenciar a quantidade absurda de lixo ainda sendo disposta de maneira irregular, mesmo com a homologada Lei 12.305/2010 que instituiu o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, ferramenta importantíssima para garantir a segurança do meio ambiente e, consequentemente a nossa. Na quarta-feira do dia 10/10/2012, caminhando com meu namorado pela Rua Dr. Timóteo, entre a Marques do Herval e Marques do Pombal, deparamo-nos com o que pareciam ser "cartuchos de impressoras" jogados ao lado de um container de resíduos orgânicos. O PNRS é muito claro em relação à orientação para gestão deste tipo de resíduo, o qual apresenta substâncias potencialmente perigosas ao meio ambiente, como chumbo, cádmio, arsênio, mercúrio, éter difenil polibromados, entre outras. Os resíduos eletroeletrônicos (REE), bem como pilhas e baterias, pneus, lâmpadas fluorescentes de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista, óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens são objetos obrigatórios da logística reversa, ou seja, estes resíduos devem ser restituídos aos fabricantes para reaproveitamento em seu ciclo produtivo, ou em outros, ou receber outra destinação ambientalmente adequada. O PNRS estabelece também a responsabilidade compartilhada pelos resíduos entre geradores, poder público, fabricantes e importadores. É fundamental que a população cobre das empresas e do poder público o gerenciamento correto dos resíduos, mas igualmente possui responsabilidade pelo lixo que gera na sua própria casa. O compromisso de separar o lixo é o primeiro passo. Entre no site do DMLU e informe-se como descartar os resíduos perigosos, pois Porto Alegre apresenta vários pontos de coleta e não podemos permanecer indiferentes diante do descaso da falta de educação. Responsabilidade social e ambiental é direito e dever de todos os cidadãos.

*Bióloga

Do Leitor: Gaúcha é eleita Miss Brasil

05 de outubro de 2012 0

A vitória da representante do Rio Grande do Sul, Gabriela Markus, 23 anos, no Miss Brasil 2012 rendeu repercussão nas redes sociais. Leitores comentaram o triunfo na página de ZH no Facebook. Ao todo foram 402 manifestações, 3.574 compartilhamentos e mais de 3 mil curtidas. A tradição no Estado no concurso é forte. Gabriela recebeu a faixa da também gaúcha Priscila Machado, que ganhou no ano passado.

Muito linda mesmo!
Ilza Ferreira, via facebook

As gaúchas são lindas, merecem ser vencedoras.
Lu Rocha, via facebook

"É o Rio Grande "esbanjando" beleza."
Oscar Andrade,
via facebook

Linda, se expressa muito bem, desenvoltura na passarela. Grande candidata a Miss Universo.
Sandra Manica,
via facebook

E assim já servimos nosso país 12 vezes desde o início do concurso. Terra fértil em beleza feminina.
Jussara M. Carvalho, via facebook

Ela venceu principalmente pela elegância e pela inteligencia
Maia Chedid,
via facebook

Mais uma vez o Rio Grande do Sul. Mostra para todo Brasil. Que e aqui que tem as mulheres mais linda deste Pais. Parabens Miss Brasil.
Giselda E. Alexandre,
via facebook

Chuva congelada em Herval

25 de setembro de 2012 0

O vigilante Fábio Nobre de Souza fotografou a chuva congelada que caiu às 13h50min desta quinta-feira em Herval.

Foto do Leitor: Aluguel de Bicicletas

25 de setembro de 2012 0

Liam Moraes registrou os porto-alegrenses usufruindo do aluguel de bicicletas na Capital, que começou na última sexta-feira.