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Posts na categoria "Sobre ZH"

A opinião dos leitores sobre ZH

01 de agosto de 2016 0

Incrível a coerência do artigo de Marcelo Rech (ZH, 30 e 31/7). Como ninguém havia pensado nisso? O Judiciário deve sim ser o poder para administrar a Justiça em todos os sentidos, do julgamento a cuidados com penas e construção de casas para abrigar seus detentos.
Mário Weber
Administrador – São Leopoldo

David Coimbra (ZH, 27/7) diz que os soviéticos abateram em 1960 um U2, avião americano de espionagem, e que seu piloto teria sido morto no ato. Na verdade, o piloto Francis Gary Powers saltou de paraquedas e foi preso. Após julgamento, foi condenado a 10 anos de prisão. Mas, após dois anos, em 1962, foi trocado por  um famoso espião soviético. Veio a morrer em 1977, num acidente de helicóptero. Anos atrás, foi feito um filme sobre esse fato protagonizado por Lee Majors.
Fábio Ciulla
Médico – Porto Alegre

Escrevo em repúdio à infeliz abertura da reportagem “Rigo, o mecenas do Grêmio” (ZH, 30 e 31/7), ao definir São Borja e toda uma região em apenas um capítulo de uma vida particular. Somos uma aldeia dos Sete Povos das Missões, temos mais de 330 anos de história. Somos fronteira, somos a trincheira do homem do Sul, o gaúcho em sua essência, de personagens descritos em livros de história. Somos um berço da política do Brasil, somos muito mais do que sacas de arroz transformadas em moeda de troca dos cartolas do futebol.
Marco Antônio Rillo Loguercio
São Borja – Mestre em Direito

Quero parabenizar Gilberto Stürmer por seu curto, mas muito elucidante artigo: “Ocupar ou invadir?”. Foi muito bem posto o engano do uso do verbo “ocupar”, pois, se propriedades, rodovias, escolas já têm donos, não sucede ocupação. Como bem disse o professor, é invasão. Há uma banalização e deturpação de palavras como luta, ocupação, democracia. Nossos jovens precisam viver num ambiente de paz, algo que começa no lar e se estende à escola. Michel Temer fez bem em escolher o lema Ordem e Progresso. Apenas em ambiente pacífico e de ordem evitaremos os males da desordem.

Mary Frances Hemmons
Aposentada – Porto Alegre

Leia outros comentários desta segunda-feira:

Dinheiro no Exterior
Dilma Rousseff sancionou a Lei 13.254 de 2016 que regulariza a repatriação de dinheiro mantido por brasileiros no Exterior não declarado à Receita Federal. Para repatriar os recursos, os contribuintes precisarão pagar 15% de multa e 15% de imposto sobre o valor repatriado. Enquanto isso, os trabalhadores recolhem na fonte antecipadamente até 27,5% sobre seus salários, se submetem a multa de 150% sobre valores sonegados e podem ser presos por crimes tributários. Os grandes sonegadores, criminosos que depositaram no Exterior os frutos de seus crimes, são contemplados com a oportunidade de repatriar e lavar seu dinheiro pagando 15% de imposto e multa de 15%. Quem são os beneficiados? Com certeza não são os pobres brasileiros que sustentam essa triste situação.
Romeu Araujo Cesar Aposentado – Tapes

Terror
Está havendo um verdadeiro exibicionismo por parte dos pseudoterroristas e das autoridades responsáveis pela segurança dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Os criminosos brasileiros não têm ideologias políticas ou religiosas para realizar atos terroristas. Quando executam um crime, é para satisfazer suas necessidades imediatas, roubando ou matando suas vítimas. Para evitar tais atos, não há necessidade, inútil, de forças aéreas ou marítimas para evitá-las, e, sim, um policiamento rigoroso. Abelardo de Souza Aposentado – Santa Maria

Dias especiais
Temos muitos dias especiais, como os dedicados às mães, aos pais, às crianças, aos namorados. Mas e o dia dos velhos? Não queremos presentes, mas atenção e carinho. Ensinando ao filho, também ensinamos ao filho do filho. Francisco Alfieri Dal Zotto Aposentado – Sapucaia do Sul

Sobre ZH

22 de julho de 2016 0

O comentário de Rosane de Oliveira sobre o conformismo dos porto-alegrenses (ZH, 21/7), gaúchos e brasileiros em matéria ambiental é a mais pura verdade. Durante 40 anos de trabalho na área, estive confrontado com esse problema cultural que, geralmente, está associado ao compadrio entre incompetentes – cultura do não me queime – e à vassalagem de muitos para com políticos despreparados.

MILLOS A. STRINGUINI
Biólogo – Porto Alegre

 

A notícia “Ministéio Púlico denuncia 13 pessoas como participantes da Máfia das Próteses no Estado” (ZH, 22/7) infelizmente não informou o nome dos denunciados que teriam lesado pessoas e o poder público em R$ 1,7 milhão. Independentemente do prejuízo ao Estado, certamente os causados aos pacientes são bem maiores. Por que manter em sigilo tais falsários, criminosos e maus-caracteres? A sociedade tem o direito de saber para não continuar sendo enganada.

RAMIRO NUNES DE ALMEIDA FILHO

Representante comercial – Porto Alegre

Sobre ZH

19 de julho de 2016 0

Parabenizo Jayme Eduardo Machado pelo artigo “O sanduíche é nosso” (ZH, 14/7). Estamos em julho e já somos bombardea-
dos com campanhas políticas de pessoas que, na maioria das vezes, não têm a capacidade de fazer uma boa campanha, menos ainda de administrar algo. Pessoas sem vocação para tal cargo, que veem a cidade e a população com desdém e que têm como único desígnio persuadir a população reprimida pela cultura ideológica da persistente luta pela permanência no poder. As ruas são imundas, a pavimentação é precária, a iluminação pública não existe, a segurança tampouco. No entanto, no ano eleitoral são feitas diversas melhorias, apenas com o objetivo de manipular o eleitor quanto à boa administração. Os políticos vivem de aparências e os eleitores, de ilusões.
Emily da Silva Eberhardt
Estudante – Itati

A respeito do comentário de Carmen Peña Sommer (ZH, 15/07) sobre não ter recebido informação dos novos dias de coleta seletiva, esclarecemos que, por esse serviço ser de utilidade pública, somos obrigados a divulgar, amplamente, alterações. A tarefa é feita pela Assessoria Comunitária do DMLU, que distribui panfletos na região atingida pela mudança. É enviada notícia às emissoras de rádio e televisão, aos jornais, e é publicada nas redes sociais do departamento. Desde julho de 2015, o Departamento realiza campanha educativa em que se ressalta a importância de se fazer a separação correta dos resíduos e da necessidade de respeitar os horários das coletas. Solicitamos que a leitora contate o DMLU pelo
dmlu@dmlu.prefpoa.com.br, informando o endereço para verificar se estão ocorrendo falhas. Os dias e turnos das coletas estão disponíveis em portoalegre.rs.gov.br/dmlu ou pelo 156.
Maria Ines dos S. Mello
Assessora de comunicação DMLU

Sobre ZH

17 de julho de 2016 0

A coluna “Horror no cinema”, de Paulo Germano (ZH, 1º/7), é emblemática do que ocorre nas salas de espetáculos desta cidade, onde acontecem todos os tipos de incômodos àqueles que saem de casa, pagam um ingresso caro e vão a um espetáculo. Não percebem que o direito de comer, beber, acessar celular, esparramar-se na poltrona de um cinema como se estive em casa deve respeitar aqueles que desejam silêncio e paz para assistir à apresentação. Estive em salas nos Estados Unidos e na Europa e nunca passei por nenhuma situação desse tipo. Além disso, os empresários estimulam o consumo de comidas e bebidas nas salas, mas não percebem que estão sabotando o próprio negócio. Afugentam as pessoas que não toleram esse tipo de comportamento. Muitas pessoas como eu deixaram de ir a cinema, teatro etc. pelo incômodo.
Paulo Roberto Chedid
Funcionário público federal – Porto Alegre

A lucidez da Justiça sulista é representada pela juíza Betina Ronchetti no artigo “Quem é a vítima”? (ZH, 14/7) e pelo Dr. Emerson Mota no texto intitulado “Polícia refém” (ZH, 11/7). Quando se questiona sobre a motivação diária dos policiais que se esforçam para nos oferecer segurança, dada a escassez de efetivo, meios e até assistência, sem falar, é claro, nos baixos salários, vem a resposta: capacidade de resiliência, crença no dever e na virtude, nos compromissos de mãos estendidas e na certeza de que as pessoas de bem os enaltecem e torcem para que sempre, ao final, o bem triunfe sobre o mal, para silenciar os perversos que constroem teses e escritos em desfavor da polícia, visando a satisfazer interesses pessoais, conduta tão ou mais perversa do que a do agente que transgride a lei.
Nelson Pafiadache da Rocha e
Paulo Roberto Mendes Rodrigues
Ex-comandantes-gerais da Brigada Militar
O artigo de Stela Farias, do PT, (ZH, 15/7) é o retrato de uma esquerda que não cansa de usar de sensacionalismo apelativo e sem conteúdo. A deputada, bem como os colegas de ideologia marxista, beira o ridículo ao se fazer de vítima oprimida por tiranos, buscando atrair o apoio dos professores como se o PT e os dissidentes não estivessem há décadas na liderança de sindicatos, que nunca visaram à melhoria da educação. Sempre preferiram fazer a defesa de ideologias políticas, dentro e fora da sala de aula. Esses professores têm medo de um projeto de lei que busca impedir que jovens sejam obrigados a engolir os devaneios marxistas de uma meia dúzia de militantes políticos disfarçados de professores. Se não há doutrinação em sala de aula, por que eles não querem que um projeto de lei, que impede essa doutrinação, seja aprovado?
Vinícius Manfio
Engenheiro civil – Frederico Westphalen

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) disse que o afastamento da presidente ocorreu com o apoio norte-americano e de multinacionais. Que a ideia é estender o golpe para o resto da América Latina e realizar privatizações. Seguir a Venezuela, onde falta tudo, deve ser o caminho, então? Tem razão o colunista David Coimbra ao escrever que os petistas não compreenderam ainda o que se passou (ZH, 15/7).
Pedro Fattori
Jornalista – Caxias do Sul

 

Sobre ZH

15 de julho de 2016 0

Lendo a coluna do Leitor na ZH em 1º/7, tive de rir do contraponto do DMLU sobre o descarte de lixo seco. Se houvesse fiscalizações, é claro que as multas seriam aplicadas. Na nossa rua, teríamos de “delatar” (muito na moda) os infratores, nossos vizinhos, que nem perceberam os novos dias de coleta do lixo seco, já que nunca fomos informados. Campanhas e muita informação não surtiriam mais efeito?

Carmen Peña Sommer
Aposentada – Porto Alegre

Grande tema, Janaína (ZH, 11/7). O que temos no Brasil é uma casta de dirigentes distantes do povo e dos três pilares do citado modelo de país desenvolvido – transparência, educação e igualdade. Espero que voltes a escrever sobre este tema tão necessário, fundamental para um país justo.
Carmen Willig Passini
Aposentada – Porto Alegre

Em relação ao texto do leitor Luiz Carlos Peres de Latorre (ZH, 13/7), os Correios esclarecem que os ajustes na prestação de serviços durante os Jogos Rio 2016 foram planejados a partir da publicação de um decreto da prefeitura do Rio de Janeiro (nº 41.867, de 21/06/2016) estabelecendo medidas que irão interferir na mobilidade urbana da cidade. Estão previstos bloqueios de vias, proibição de circulação de veículos de carga em determinados locais, entre outras restrições. Por isso, a empresa precisou definir um plano especial para assegurar a continuidade das operações postais nesse período e minimizar os impactos para os seus clientes. Assim, serviços como Sedex, e-Sedex e PAC serão ofertados, mas com um prazo maior para entrega. As suspensões temporárias de postagens atingirão apenas os serviços de entrega expressa com horário marcado (Sedex Hoje, Sedex 10 e Sedex 12) especificamente na capital do Rio de Janeiro e em sua Região Metropolitana.
Lisandra Helena Lemos Freitas
Chefe de comunicação e imprensa dos Correios no RS – Porto Alegre

Sobre ZH

14 de julho de 2016 0

Parabéns à equipe de “Dinheiro pelo bueiro”, esta maravilhosa colaboração para Porto Alegre (ZH, 12/7). Acredito ser este o melhor caminho para um grande jornal: cuidar das coisas da sua região. Não há como confiar nas instituições públicas. Estão corrompidas, em todos os níveis. Só a imprensa livre e atuante pode ajudar.
Sérgio Tostes de Escobar
Produtor rural – Porto Alegre

Nobre deputado Fontana: belo artigo (ZH, 12/7). Uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva para a necessária reforma política é tudo o que os brasileiros querem e precisam. Todavia, fazer-se uma consulta popular, via plebiscito, para tal é desgastar o tema e manipular o povo. Não há necessidade. Quanto à questão da sonhada reforma ser referendada após sua elaboração, tal providência não tem o menor sentido, pois se a Carta foi escrita pelos representantes do povo, o povo já se manifestou. Um referendo seria nova forma de manipulação da sociedade. O que se precisa é vontade de fazer-se a reforma política, fazê-la por pessoas capacitadas e promulgá-la. Ficam implícitos os requistos descritos por V. Excelência: constituintes eleitos e impedidos de se candidatarem a cargos eletivos (talvez por mais tempo do que os cinco anos sugeridos).
Hugo Samuel Alovisi
Advogado – Passo Fundo

Vejo o artigo de ZH em 12/7 como mais uma manobra típica de quem não tem noção do que o povo quer. Ficaram por maléficos 13 anos no governo e nada fizeram. Dilapidaram o bem público. Agora vêm com palavras de efeito para tentar ficar no poder e receber altos soldos. Espero que o povo mostre para essa quadrilha nas próximas eleições o que pensa desses 13 anos de desgoverno. Se isto não acontecer, lavo minhas mãos e viro PT.
Marino Ferrari
Aposentado – Porto Alegre

Ótima a coluna de Carpinejar (ZH, 12/7). A favor. Vamos fazer um abaixo-assinado: de hoje em diante, é necessária carteira para conduzir guarda-chuva. Kkkkk
Tissiana Mara Ramos
Nutricionista – Canoas

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12 de julho de 2016 0

Lamentável a manifestação do senhor Fernando Ramos (ZH, 1º/7) referente a opiniões de militares aposentados. Esse cidadão, que se diz produtor cultural, não demonstrou ser compatível com sua área. Não sou favorável ao retorno de governos militares, mas foi no governo militar que houve grandes realizações, como a construção de rodovias, pontes e hidrelétricas, tudo sem propina e corrupção. Os militares não são máquinas, são seres humanos, iguais a outros profissionais, com sentimentos familiares, com conhecimentos pedagógicos e visibilidades do mundo real. Portanto, são habilitados a darem opiniões sobre vários segmentos do país.
Antonio Oliveira dos Santos
Militar reformado – Santa Maria

Paulo Germano (ZH, 7/7) encontrou muitos culpados para o assassinato do PM Luiz Carlos Gomes da Silva Filho. Menos, ou em plano secundário, o autor dos disparos que o vitimaram.
Felipe Rauen
Aposentado – Porto Alegre

Desejo cumprimentar Léo Gerchmann e Félix Zucco, excelentes jornalistas, que realizaram a ótima reportagem sobre a Venezuela (ZH, 9 e 10/7). Espero que a dor e a desesperança dos venezuelanos possam ter sido apreendidas pelos brasileiros que, a despeito do que estamos vendo e vivendo no país, continuam perturbando o presidente interino, esquecidos de que estamos em situação perigosa causada pela presidente e seu séquito de corruptos.
Carlos Alberto Morais Cava
Advogado – Porto Alegre

Parabéns, Janaína. Apoio e endosso tua sugestão (ZH, 11/7). Será o começo de uma grande transformação no país! É o cúmulo da indecência a quantidade de regalias e salário indireto que os três poderes desfrutam no Brasil. Começar pelo Legislativo sim, mas Executivo e Judiciário devem ser depurados após…
Lúcia Tostes Mottin
Dentista – Porto Alegre

Sobre ZH

11 de julho de 2016 0

Na mesma edição da reportagem com a discussão sobre o Uber (ZH, 6/7), Zero Hora publicou o brilhante caderno da Unisinos Rumo, revelando justamente o caminho sem volta que são os novos aplicativos. A tecnologia ruma para uma economia colaborativa, de bens compartilhados, transformadores da nossa Era e de nossos conceitos.
Queiram ou não, o Uber é só o início do que está por vir. A resistência, vaias e indignação apenas mostram o caráter de pessoas sem visão social, que preferem se acomodar a ter que se adaptar ou inovar.
Geórgia Lopes Da Cunha
Auditora – Porto Alegre

Escrevo ao colunista Paulo Germano como cidadão, embora seja brigadiano, sobre a coluna “Como assim, coronel?” (ZH, 7/7). O objetivo é tentar esclarecer o sentimento que temos quando acontece um fato como o que vitimou o soldado Silva Filho.
Já na formatura, um policial militar jura solenemente defender a sociedade, mesmo com o risco da própria vida.
É aí que reside toda a ação dele. Claro que o aparato policial, as condições salariais e as circunstâncias da ação fazem parte da profissão. Ocorre que o prisma da análise, neste momento, é evidenciar o valor policial e o que leva alguém a tentar resolver sozinho uma ocorrência.
Houve erro técnico? O caso será objeto de análise. O fato é que o bom “vírus” brigadiano inocula em cada homem ou mulher que ingressa na carreira, e as ações muitas vezes são pautadas pelo desejo de poder/dever agir, ficando, em algumas vezes, algum cuidado para trás.
É assim com o jornalista em fronts de batalha.
É assim com médicos que socorrem pessoas na rua sem luvas cirúrgicas. Há alguma inobservância de regras da profissão? Pode haver, mas a decisão é solitária e movida pela condição humana. Assim, o policial por vezes se apresenta como herói e é disso que gostaríamos que os colunistas também escrevessem, o que só traria mais valor à profissão.
Claudiomir Souza de Oliveira
Policial militar – Osório

Confesso que chorei lendo o artigo de Paulo Germano (ZH, 4/7) em que descreve a tragédia da vida de um ser humano que tem apenas o vazio das ruas como testemunha da sua infeliz condição: sem casa, cama, amor, amigos. Será que o nosso lado humano não mora mais dentro de nós?
Gislaine Lima
Dona de casa – Gravataí

Sobre ZH

11 de julho de 2016 0

Quando me posiciono a favor do projeto Escola sem Partido, não me posiciono contra a liberdade de opinião de professores, e sim contra o uso do sistema de ensino, com fins partidários e como política de doutrinação para a disputa de classes.
Filho de um professor, pai de filhos a quem me esmero em educar para serem livres, vereador por dois mandatos, secretário municipal duas vezes, vida reta, nunca sustentando ideias de ódio, assisto ao jornalista (Paulo Germano, ZH, 2 e 3/7) dedicar coluna no jornal mais importante do Estado dizer: “Não desejo que meus filhos sejam influenciados pelas ideias de Nagelstein…”. Quais, afinal, seriam essas “ideias” tão nefastas? Defender os modelos de sociedades desenvolvidas? Às vezes, é preciso atacar o homem por suas virtudes e não por seus defeitos.
Protocolei um projeto de lei que diz: “É assegurado a todo estudante do ensino regular no município de Porto Alegre o aprendizado em estabelecimento de ensino público ou privado que na aplicação do magistério da educação obrigatória e dos níveis médio e superior respeite e faça respeitar por seus representantes, funcionários e professores: a neutralidade político-ideológica na condução do ensino e na pratica do magistério; o pluralismo de ideias e convencimentos de origem político-ideológica; a liberdade de consciência e crença; o reconhecimento do estudante como pessoa vulnerável na relação de aprendizado; o direito dos pais ou responsáveis de acesso ao programa pedagógico do estabelecimento de ensino bem como de participar da definição das propostas educacionais”.
Sem ingenuidades, é incontestável que mexemos num nervo exposto do sistema de doutrinação que Gramsci ensinou e vem sendo executado, seja através de “educadores” ou mesmo “jornalistas”. Ao fim, errou o interino, não somente ao me detratar, mas sim ao ofender o seu mister, o dever de bem informar com imparcialidade, e não amordaçar a verdade.
Valter Nagelstein
Vereador – Porto Alegre

Sobre ZH

08 de julho de 2016 0

Paulo Germano em sua infeliz coluna “A ideologia dos professores” (ZH, 2 e 3/7) brinca com a inteligência dos leitores ao escrever que uma criança ou adolescente não pode ser influenciado ou manipulado por um professor. É nessa fase que os educandos montam a estrutura e aprendem a pensar como o professor. Me parece que os professores e o jornalista desconhecem a legislação, uma vez que já esta previsto na lei complementar de Porto Alegre, “ao funcionário é proibido: entregar-se a atividades político-partidárias nas horas e locais de trabalho”. Me parece que o projeto de lei de Valter Nagelstein não tem nada de “lei da mordaça”, mas é uma ampliação e aplicação de uma lei vigente. Em tempos de intolerância e de aqueles que pensam diferente serem tachados de fascistas, em tempos de caça às bruxas, em tempos de bode expiatório, só me vem à mente que o escolhido da vez foi o citado vereador.
Marcia Sig
Professora – Porto Alegre

Germano: parabéns pelas justas e objetivas colocações, também no caso do soldado morto em serviço, na coluna “Como assim, coronel?” (ZH, 7/7). Espero que você seja efetivado no espaço de Zero Hora, pois suas colocações são realistas e depuradas de veleidades beletrísticas ou ideológicas.
Ismael Façanha
Advogado – Porto Alegre

Injustificável Zero Hora publicar um artigo tão parcial e equivocado como “Cunha: a síntese da crise” (ZH, 5/7), de autoria de Céli Pinto, cientista política, professora de História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Liberta Lula, inocenta Dilma, critica a Lava-Jato, nomeia Cunha o único criminoso. Ridícula exposição de fanatismo e incompetência analítica, indesculpável em quem se intitula cientista e professora de História. De fato, incompetente.
Antero Bicca
Engenheiro – Porto Alegre