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Comentários da página do leitor dessa terça-feira (24/02)

24 de fevereiro de 2015 0

Confira os comentários publicados na edição impressa de ZH:

BINÁRIO
Sou um grande crítico da EPTC quando ela atua ou é inerte a certas causas, mas não tenho problemas em elogiar quando ocorre o contrário. Com relação aos transtornos do novo binário, acho que as reclamações são injustas, pois é normal que isso ocorra nesse tipo de alterações no trânsito.
Lauro Becker
Empresário – Porto Alegre

DIPLOMACIA
A crise diplomática provocada pela presidente Dilma ao negar credenciais ao embaixador da Indonésia foi no mínimo imprudente e deselegante. Criamos um constrangimento junto àquele país, “magoados” porque fuzilou um traficante brasileiro. Denota a falta de preparo em questões diplomáticas, misturando assuntos.
Pecou pela ignorância, prepotência, achando que o Brasil pode tudo e sem a anuência do povo brasileiro, que viu nessa história um grande desrespeito às leis de outros países.
Lilian Mansur
Porto Alegre

CORRUPÇÃO
O PT chegou ao fim graças à ação da Polícia Federal, que está descobrindo os corruptores e os corruptos. Hoje, eu comparo o PT a um enfermo na fase terminal; com a família aguardando
a sua morte.
NERY ROSA DA SILVA
Contador – Itaqui

SOBRE ZH
Merece aplausos a administração das obras de expansão do querido HCPA, sem dúvida um raro modelo de boa gestão pública. ZH não citou, no entanto, na matéria de capa em 21/02, que se trata de uma empresa pública, porém de direito privado. Isso faz toda a diferença no cipoal burocrático e distorcido da administração pública do Brasil.
Mauro Horowitz
Médico – Porto Alegre

Comentários da página do leitor desta sexta-feira (20/2)

20 de fevereiro de 2015 1

Veja os comentários publicados na edição impressa dessa sexta-feira.

APOIO DA OAB
A OAB argui o direito de os advogados serem recebidos pelas autoridades públicas. Concordo, mas questiono: mesmo no caso de a autoridade pública ter evidente interesse na causa defendida pelos profissionais que recebeu? Certo o ex-presidente do STF quando afirma que a inconformidade com excessos ou deslizes policiais deve ser objeto de argumentos na esfera judicial e não em órgão do Poder Executivo.
Daltro Antunes de Abreu
Promotor de Justiça aposentado – Porto Alegre

SEGURANÇA PÚBLICA
O problema principal da segurança é a falta de presídios, pois lugar de bandido é na cadeia. As forças de segurança (PC, PF e BM) trabalham de forma muito eficiente e prendem centenas de criminosos todos os dias. Mas, devido a nossas leis inadequadas e falta de presídios, os bandidos são soltos, voltando a cometer delitos, requerendo novamente gastos e esforços das forças de segurança para serem recapturados.
Qual o custo desse prende e solta? Qual o custo social dos crimes cometidos? Considerando que o mesmo criminoso é preso de três a quatro vezes, o efetivo policial não necessita ser aumentado, basta mantermos os criminosos presos.
A redução da maioridade penal para 16 anos protegerá os jovens do assédio dos criminosos. Sem segurança, o cidadão de bem não consegue estudar e trabalhar. É necessário um Plano Nacional de Construção de Presídios que garanta a dignidade humana do preso e as chances de recuperação para ele. Certamente, os custos de construção dos presídios e de manutenção dos presos serão menores do que o custo social da insegurança que a sociedade vive hoje. O crime é “organizado”, a sociedade é que é “desorganizada”.
Jorge L. G. Marques
Engenheiro mecânico – Porto Alegre

ARRECADAÇÃO
Governo federal, assim não há arrecadação de impostos que o satisfaça. O que é a farra nos salários da EBC, antiga Radiobrás? Onde estão os órgãos que deveriam fiscalizar tais aberrações (TCU, PGR, Controladoria-Geral da República, MPF etc.)? Pobre contribuinte. Até quando?
LUIZ PEDROSO
Funcionário público – Porto Alegre

CARGOS NO EXECUTIVO
É espantosa a naturalidade com que a mídia encara o fato de alguém eleito para o Legislativo ocupar um cargo no Executivo. Começa que é uma traição ao eleitor, que jogou seu voto fora, pois fica sem seu representante no Legislativo. A despesa também dobra, pois ele conserva seu salário e seu suplente também vai receber. E, na maioria das vezes, nem competência tem para o cargo. Não passa de uma acomodação de interesses.
Isacc Sprinz
Médico – Porto Alegre

ZH NAS REDES
O prefeito José Fortunati sancionou o aumento da tarifa de ônibus em Porto Alegre para R$ 3,25. O aumento passa a valer no próximo domingo. Confira alguns comentários dos leitores no Facebook de Zero Hora:

O problema não é pagar, o problema é não ter retorno. Segunda-feira, os ônibus estarão lotados e muitos não têm ar-condicionado.
Thamires Ferreira

O valor do combustível subiu, a inflação subiu, o salário dos funcionários subiu depois de greves, e as pessoas não querem que a passagem aumente? Surreal pensar assim…
Cilomar Martins de Oliveira

Os anúncios dizem “vá de ônibus e lotação. Deixe seu carro em casa”. No fim, vamos acabar indo a pé… Absurdo, absurdo!
Júlio Araújo Carvalho

Fazendo uma análise simples (e por que não absurda): cada passageiro paga um litro de gasolina.
Rafael Zeni

O combustível aumentou, é evidente que o aumento aconteceria. A revolta é contra o governo municipal? Vamos olhar de onde está vindo o problema. É efeito cascata da má administração federal.
Daiane Rizzi

Um absurdo! Passagem a R$ 3,25, luz aumentando 70%… Será que ninguém vai se mobilizar além do Bloco de Lutas? Nessas horas, precisamos deixar as diferenças de lado pelo bem comum e precisamos de adesão massiva nas manifestações.
Anselmo Batista

SOBRE ZH
Fiquei perplexa com o artigo “O Contexto Maior”, de Luis Fernando Verissimo, publicado ontem (ZH, página 4). Vejo que uma das pessoas mais inteligentes da atualidade, um escritor que consegue chegar perto do leitor com suas sábias e engraçadas palavras, vem confundindo sua ideo-
logia política com crônicas. Tentar justificar o injustificável, citando estudos de um historiador francês, que em palavras “humanas” acha que
“os fins justificam o meio”, não está certo.
Sabes bem, prezado e ilustre Verissimo, que és um formador de opinião, principalmente das massas, e sei que todos têm direito a um ideal político, direito esse garantido pela Constituição. Porém, as palavras, de consolo deveriam ser a nós, pobres mortais, que fomos roubados na escuridão! Desculpa, mas não há “Contexto Maior” que fará essa “história” ficar mais suave.
Juliana Gasso
Funcionária pública – Gravataí

Comentários da página do leitor dessa quinta-feira (19/02)

19 de fevereiro de 2015 0

Veja os comentários publicados na página do leitor da edição impressa.

FOCO NA CAUSA
Protestos populares contra alta de preços, baixos salários, precariedade dos serviços básicos, contra “mensaleiros”, “petroleiros” e outros, para mim, é manobra diversionista, é preocupar-se com as consequências. Temos que focar é na causa. Penso que deveríamos fazer um grande movimento contra os artigos da Constituição que permitem “legislar em causa própria” e que “beneficiam setores específicos de nossa sociedade”, origem de todos os nossos grandes problemas. Essas permissividades criaram uma “casta brasileira”, sanguessugas do erário público, composta basicamente pela classe política, com o beneplácito da casta jurídica.
O Judiciário e o Ministério Público, além de ganhos fora da nossa realidade, beneficiam-se com normas estranhas. Fazem qualquer coisa para tal, até tratar diferentes como se iguais fossem. Será que isto é legal? Imoral sei que é.
As posições do Legislativo e do Judiciário são bastante cômodas: criam despesas que lhes beneficiam sem a respectiva responsabilidade.
Paulo Sergio Scherer
Aposentado – Imbé

VONTADE POLÍTICA
O governador José Ivo Sartori começou mal seu governo, alegando falência do Estado ao mesmo tempo em que concedia aumento salarial generalizado aos que já ganham muito e pouco fazem. Existem muitas ações que podem ser tomadas para gerar economia ao Estado, como propor a suspensão das injustas e desmerecidas pensões pagas aos ex-governadores, cancelar os contratos de locação dos imóveis para seu uso, pois tem mais do que suficiente para atender a sua necessidade, leilões de bens imóveis ou inservíveis, tipo veículos acidentados etc. Soluções existem, e muitas, mas falta vontade política.
Lauro Becker
Empresário – Porto Alegre

CUMPRIMENTO DA LEI
Lendo a coluna de Tulio Milman na edição de ontem, confesso que senti uma certa pena da polícia brasileira quando vi que mais de 270 motoristas se negaram a fazer o teste de embriaguez. Isso é subestimar a inteligência do policial, é deixar que as estradas se tornem assassinas e o próprio assassino é quem faz uso dela, sem que ninguém possa fazer nada a não ser advertir. Acho que deveria ser assim: toda lei que for sancionada deverá, por obrigação, ser cumprida. Doa a quem doer.
Alda Pegoraro Roeder
Dona de casa – Nova Prata

PENSÕES
Proponho que Zero Hora vá mais a fundo no caso das pensões de ex-governadores. Por exemplo, no caso de Alceu Collares, há que se considerar também o valor que recebe do poder público como conselheiro de Itaipu.
Alberto Augusto Händel
Aposentado – Porto Alegre

SOBRE ZH
O artigo de Moisés Mendes (“Os bicheiros”, ZH, página 18, 18/2), referente às empreiteiras, estaria justo se não dissesse que elas nada de bom fizeram. Devemos considerar as obras de engenharia realizadas nesses 30 anos. Itaipu, Orós, uma dezena de usinas no Brasil, dezenas de complexos industriais na Petrobras, sem esquecer do Porto Mariel em Cuba. Odebrecht ganhou concorrências na Califórnia em obras viárias sofisticadas. Ainda lembrar da engenharia executada em países africanos, sob a corretagem de Lula.
Espero que seu próximo artigo verse sobre o verso da medalha – os funcionários de cargo de confiança nos órgãos públicos, adrede ali colocados para cobrar a propina propiciatória, atendendo ao financiamento de campanhas eleitorais. Se não completar a versão dialética dos fatos, ficará parecendo que a contraparte das empreiteiras é composta de honestos e ingênuos funcionários.
Luiz Carlos Da Cunha
Arquiteto – Porto Alegre

O artigo “Privatizar e extinguir secretarias não resolve”, do ex-secretário Odir Tonollier (ZH, página 19, 17/2), mostra mais uma vez como agem os administradores públicos no Brasil. Quando no governo, criticam os seus antecessores e nada fazem (ou fazem muito pouco). Quando saem, sabem tudo e têm solução para todos os problemas.
Flavio da Rosa
Aposentado – São Leopoldo

 

Comentários da página do leitor dessa quarta-feira (18/02)

18 de fevereiro de 2015 0

Veja os comentários publicados na edição impressa dessa quarta-feira.

PENSÃO
O que causa estranheza no caso do benefício é que, embora a ADI 4.556 (pensão para ex-governadores do nosso Estado – impetrada pela OAB nacional) esteja pautada no STF desde agosto de 2011, até a presente data não foi julgada, apesar da existência de jurisprudência da própria Corte pela inconstitucionalidade da concessão.
O processo poderia ser julgado a qualquer momento, desde que houvesse decisão da presidência do STF. Mas, como ninguém cobra o motivo da longa demora, o tempo passa e as pensões continuam a ser pagas para quem delas não precisa.
João C. Portugal
Funcionário público – Porto Alegre

SEGURANÇA PÚBLICA
Em um mesmo dia, recebi a notícia de cinco assaltos diferentes com pessoas próximas ou em regiões que frequento. Quando o novo governo colocará em prática um plano eficiente para nos fazer sair em segurança e devolver o Estado ao cidadão de bem? Não se vê a BM nas avenidas, que dirá nos bairros. No entanto, os carros estão todos bem estacionados nas garagens das DPs. Qual o mistério para instituir a ronda nas cidades?
Cristina Rosenbaum
Advogada – Porto Alegre

NOMEAÇÕES
É inadmissível que o governador Sartori não nomeie os concursados para a Polícia Civil e a Brigada Militar. Porém, não é menos verdade que o governador Tarso Genro poderia e deveria ter nomeado os aprovados. Afinal, quem está errado?
Valito Horn neto
Analista – Alvorada

ATO SUSPEITO
Dado que o artigo 37 da Constituição Federal prevê que a administração pública deve obedecer aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, é preciso considerar como ilegal ou inconstitucional o procedimento do ministro da Justiça ao receber, em audiência, advogados das empreiteiras envolvidas na Operação Lava-Jato, ao contrário dos argumentos apresentados pelo infrator.
Está certo, assim, o ex-ministro Joaquim Barbosa em propor sua demissão, por manifesta prática de ato de imoralidade e, ao que tudo indica, de improbidade administrativa. Por óbvio que não se trata de mero “ato imoral”.
Mauro Silveira Mozena
Funcionário público – Porto Alegre

BEIRA-MAR
Não compreendo o que está errado na montagem de barracas à beira-mar. Afinal, o espaço não é público? Por que então os retardatários, que se sentem tão lesados, não acordam mais cedo para garantir o espaço que queiram?
Geórgia Lopes Da Cunha
Funcionária pública – Porto Alegre

 

SOBRE ZH

Parabéns a Rosane de Oliveira pelo texto da edição de sábado (“Perguntas que devem ser feitas”, ZH, página 9, 14/2). É isso o que os gaúchos esperam dos jornalistas. Tomara que todos sigam esse exemplo. Só criticar não nos leva a nada. Agora, criticar e apontar soluções é o caminho. Devem continuar assim, pois esse é um excelente exemplo de participação popular. Com comentários objetivos e construtivos, Rosane estará ajudando, e muito, a governar.
Eldro Baumgartner
Médico – Porto Alegre

Sobre o artigo do médico e escritor Gilberto Schwartsmann (“Não tem como não cair”, ZH, página 19, 17/2), é muito simplista a análise sobre o im-
peachment, levando a uma interpretação equivocada sobre eleições em caso de impedimento.
Há três situações bem distintas previstas na Constituição, artigos 80-81: caso a presidente seja impedida, o vice assume e completa o mandato; caso ambos sejam impedidos e isso ocorrer nos primeiros dois anos de mandato, são convocadas novas eleições e o eleito conclui o mandato. Se os impedimentos ocorrerem nos últimos dois anos de mandato, o Congresso Nacional indica novos presidente e vice para concluírem o mandato.
Em todos os casos, no interregno assumem o presidente da Câmara de Deputados, o presidente do Senado ou o presidente do STF, nessa ordem de preferência.
Alexandre Luis Ritter
Professor – Porto Alegre

Comentários da página do leitor dessa terça-feira (17/02)

17 de fevereiro de 2015 0

CARNAVAL
Se nos mobilizássemos pelo país e pela política da mesma forma que o fazemos pelo Carnaval, o Brasil não viveria essa pandemia de corrupção. É claro que não podemos ignorar a cultura e o momento de dar uma pausa antes do ano começar, mas onde estão os engajados politicamente? Estão nas redes sociais ou assistindo a Cinquenta Tons de Cinza? E os políticos? Devem estar pulando Carnaval atrás de novos votos.​
Clei Moraes
Analista político – Porto Alegre

JULGAMENTO
O PT ainda hoje diz que o mensalão não existiu, mas encontrou um juiz, com “J” maiúsculo, que disse o contrário e colocou os responsáveis na cadeia. Agora, novamente vem com a história de que no caso da Petrobras tudo é boato, tudo é golpismo. Torço para que o julgamento desse caso encontre outro juiz que saiba se afastar de ideologias e partidarismo.
Harri Marmitt
Aposentado – Arroio do Sal

ESTRUTURA DA CAPITAL
Nossa querida Porto Alegre está em decadência rapidamente progressiva. As ruas estão cada vez mais esburacadas, ocasionando danos aos nossos carros e trazendo riscos de acidentes. As calçadas estão em péssimo estado, o que nos obriga a observar com atenção onde pisamos para não cairmos e nos lesionarmos. Em 2014, Zero Hora noticiou o óbito de um senhor atropelado por um ônibus, após queda devido a uma tampa de bueiro mal colocada. Agora, árvores estão sendo podadas e os galhos ficam, durante semanas, depositados sobre as calçadas, obstruindo-as. Além disso, os carros são estacionados sobre as calçadas, ocupando toda a largura das mesmas e obrigando o pedestre a desviar pelo meio da rua.
Regis Ary Mossmann
Médico – Porto Alegre

ORIENTAÇÃO?
Mais uma: o ministro da Justiça dá instruções aos advogados dos réus da Lava-Jato. Aonde vamos chegar? Que país é este?
Lúcia Tostes Mottin
Dentista – Porto Alegre

 

ZH NAS REDES
Zero Hora compartilhou, em sua página no Facebook, a matéria “Sem a debandada de passageiros dos últimos 21 anos, tarifa do ônibus seria de R$ 1,90”, sobre a queda do índice de passageiros por quilômetro rodado em Porto Alegre. Confira alguns comentários:

Não é debandada, é física pura. Não cabem mais passageiros nos ônibus.
Plínio Velozo Chaves
Porto Alegre

Reflexo das facilidades de financiamento para aquisição de carros e do serviço público precário e com preço elevado!
Filipe Goularte
Porto Alegre

É só oferecer um serviço decente que o povo volta e ainda paga “com gosto”.
Karina Schafran Volquind
Porto Alegre

 

SOBRE ZH
Moisés Mendes, no artigo “O juiz Moro” (ZH, página 42, 13/2), deseja que o juiz federal Sérgio Moro, que investiga a Operação Lava-Jato, cate “laranjas graúdas”. O perigo é ele ir ao laranjal e encontrar alguma “dilma”; digo, lima perdida pelo chão. Mas “graça” mesmo ele vai sentir se encontrar uma “lula” comendo laranjas por lá.
Paulo Antônio Tietê da Silva
Aposentado – Porto Alegre

Zero Hora vem exercendo rígido controle sobre o Executivo estadual, visando apontar as distorções estruturais que o levam a parte dos problemas financeiros que apresenta. No entanto, não podemos nos esquecer da mesma categoria de problemas estruturais encontrados nos outros poderes. Chamo atenção para o Judiciário, que não fica atrás quando o assunto for privilégios para a categoria (que esta chama de direitos). Aposentadoria sem suporte atuarial, aposentadoria precoce e férias adicionais são alguns exemplos.
Mario Guilherme Sebben
Empresário – Caxias do Sul

Missão Instagram: #CarnavalZH

16 de fevereiro de 2015 0

Desfilando com a escola de samba, curtindo com a família ou na folia do Rio de Janeiro: nossos leitores compartilharam registros de como estão aproveitando o feriado de Carnaval.

 

zeolavojr

@zeolavojr

ricardopxt

@ricardopxt

fethiesen

@fethiesen

 

Comentários da página do leitor nessa segunda-feira (16/2)

16 de fevereiro de 2015 0

Confira os comentários publicados na edição impressa dessa segunda-feira:

CRISE ECONÔMICA
A crise, seja estrutural ou conjuntural, é sempre fonte geradora de alternativas. Explicação natural: a inteligência do ser humano conduz a idealização e implantação de solução. Há uma restrição, porém, que deve ser considerada e vale para a área privada e pública. Se quem a gerou fora o administrador, dois caminhos se apresentam: renúncia, ato de grandeza e não de covardia, ou solucionar sem criar dificuldades aos sócios, em sendo empresa privada, ou à população, se ente público.
Quem erra, por atitudes ou por omissão, sai ou corrige sem impor sacrifício àqueles que lhe colocaram como gestor. Precisamos refletir!
Jorge Lisbôa Goelzer
Advogado – Erechim

CORRUPÇÃO
Que a energia elétrica iria sofrer um caos era previsível, graças à incompetência do governo atual, mas aumentar o preço da gasolina para cobrir o rombo de corrupção e propinas é, no mínimo, ultrajante. Considero o aumento como sendo um crime lesa-pátria. A Petrobras é nossa, é minha, e eu não sou conivente com estas transgressões. Portanto, cadeia imediata para todos os envolvidos e o dinheiro de volta aos cofres públicos.
Manfred Reitz
Aposentado – Caxias do Sul

SOBRE ZH
No tempo das redes sociais, em que tudo pode na escrita, vale a pena ter uma coluna como a de Claudio Moreno (“Janta”, ZH, página 28, 14/2) mais vezes na Zero Hora. É importante para lembrarmos palavras esquecidas e suas conjugações, e também aprendermos palavras abolidas das escritas e substituídas por abreviaturas da internet. Parabéns por mais essa iniciativa.
Rejane Wagner
Psicóloga – Porto Alegre

Sobre o texto “Perguntas que precisam ser feitas”, de Rosane de Oliveira, publicado na página Política+ da edição de sábado. Leia em http://zhora.co/rosaneperguntas
Concordo plenamente com a colunista e diria que isso é o mínimo que um governo sério e competente teria que fazer. Volto a lhe agradecer pelo esforço que faz para que tenhamos um futuro melhor.
Delcio Tonin
Empresário – Erechim

Parabéns por abordar um assunto que poucos têm coragem. Se estamos em uma democracia, que ela seja exercida em sua integralidade. Se vale para alguns, tem que valer para todos. Se não adotarem uma medida séria, o Estado vai falir.
Rogério da Silva
Dentista – Roca Sales

Fotos do leitor (14/2)

15 de fevereiro de 2015 0

GUIDO EDMUNDO CALLEGARI_2

Guido Edmundo Callegari registrou os  socós na beira da praia de Garopaba (SC).

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Isabel Caroline Zanatta Pedon fotografou as conchas no amanhecer da praia de Tramandaí.

caio thedy

Caio Thedy fez sua versão do clássico cenário do pôr do sol no Gasômetro, na Capital.

Comentários da página do leitor desse sábado (14/02)

15 de fevereiro de 2015 0

Veja os comentários publicados na edição impressa de sábado:

ESTRADAS
Muitas pessoas que não gostam de Carnaval certamente irão viajar nestes dias de folia, mas uma coisa me preocupa quando pego a estrada com minha família: as péssimas condições das rodovias gaúchas. Antes de projetar um passeio, precisamos analisar as reais condições das rodovias por onde iremos trafegar.

Por exemplo: o trajeto entre São Sepé e Santa Maria está praticamente intransitável, principalmente à noite. Com o fechamento de inúmeros postos de pesagem, os caminhões transitam com cargas acima do permitido, deteriorando o já precário asfalto que ainda restava. Combinado com a desativação dos pedágios, as rodovias, no geral, estão praticamente abandonadas. Fica um alerta para quem pegar a estrada neste feriadão: se possível, viaje de dia e evite as estradas à noite.
Decio José Gossler
Funcionário público – São Sepé

CUSTO DA ENERGIA
Parece ironia a notícia do aumento estratosférico da energia elétrica. Em um país de eleitores que continuam a reeleger governos demagogos e perversos, até que se entende esse tipo de conduta. Mas, para pessoas minimamente esclarecidas, é intolerável. Quando a presidente anunciou, cheia de ufanismo, em rede nacional de rádio e televisão, que iríamos ter uma redução de 18%, foi em alto e bom som. Ainda disse que somos um dos poucos países do mundo com redução de juros, com energia abundante e barata e com condições de ampliar ainda mais a produção a curto prazo. Fez isso mesmo consciente de que era uma bravata, pois, como ex-ministra de Minas e Energia, tinha todas as informações sobre a irrealidade de suas afirmações. Agora, vai encarecer para recuperar o sucateamento do sistema.
Paulo Clóvis Stein Garcia
Aposentado – Porto Alegre

SOBRE ZH

Sobre o artigo da prezada petista Miriam Marroni (“O PT está vivo”, ZH, página 43, 13/2), entendo que, se o PT está vivo, o Brasil estará morto. Em um dos parágrafos, creio ser mais correto afirmar que: “…o legado do PT é reconhecido, tendo o presidente mais desinteressado e/ou despreocupado com corrupção da história do Brasil”.
Pedro Bocchese
Contador – Tramandaí

Sensacional, inteligente e lúcida a coluna de David Coimbra sobre a adoção de crianças (ZH, página 47, 12/2). O que importa é a atenção, o carinho e a educação que a criança receberá. Onde está escrito que o amor só pode ser dado a uma criança por um homem e uma mulher?
Virgínia M. Cassell
Socióloga – Porto Alegre

Comentários da página do leitor nessa sexta-feira (13/02)

13 de fevereiro de 2015 0

HELICÓPTERO
É um absurdo esse jogo de empurra ocasionado pelo governo que usa um helicóptero para ir a uma feijoada. Enquanto isso, uma criança ficou à mercê do descaso com a saúde da população. A atitude séria e responsável de uma médica, que cumpriu à risca o juramento feito, fez a diferença.
Carlos Augusto Gómez Nunes
Comissário de polícia – Tramandaí

Os “antigovernistas” do Estado reclamam da retirada do serviço aeromédico como se a população em massa não estivesse ficando com sequelas pela demora no atendimento do SUS, federal. Como está tudo ruim, o certo é eleger prioridades que beneficiem o maior número de pessoas.
Roselia Liege da Silveira
Funcionária pública – Porto Alegre

ROUBO DE VEÍCULOS
A notícia de que 19 carros por dia são roubados ou furtados em Porto Alegre decepciona quem paga tributos para o governo propiciar segurança. Pior, porque é fácil obter drástica redução nesse número, bastando à polícia e aos fiscais da Fazenda atuar junto às lojas que vendem peças usadas.
Adelino Soares
Advogado – Porto Alegre

ACIDENTE COM CICLISTA
Apesar de ser lamentável a tragédia com o ciclista Joel, não podemos nos esquecer das dezenas de acidentes similares que ocorrem ao longo do ano em todo o país com gente que vai para o trabalho de bicicleta, calçando havaianas e sem capacete, e cuja repercussão é apenas a de uma nota nas páginas policiais. Mereceriam também um passeio ciclístico de protesto com a mesma repercussão, mas a nossa “sociedade organizada e culta” não trata da mesma forma seus “iguais”.
Maurício Luís Fontana
Funcionário público – Pelotas

SOBRE ZH
Cada vez mais, eu gosto de ler as crônicas do David Coimbra. São realmente primorosas pelas suas posições firmes e corajosas (legalização das drogas, adoção de filhos pelos casais homossexuais) e pelo seu estilo leve e gostoso de ler. Zero Hora não poderia ter feito nada melhor do que colocar esse jornalista na página pela qual eu sempre começo a ler o jornal. Parabéns!
Lúbia Scliar Zilberknop
Aposentada – Xangri-lá

Sobre o artigo “O Brasil não é lixo”, de Paulo Germano, publicado na edição de ontem.
Leia em http://zhora.co/obrasilnaoelixo
Estávamos precisando bastante de um artigo como esse. Poucos são os países do mundo que tiveram o nosso crescimento e, ainda, abertura para a convivência com povos das mais diversas origens. Meus cumprimentos.
Waldir Alves Ramos
Engenheiro civil – Porto Alegre

O pior cego é aquele que não quer ver. Um país que não respeita o direito à mobilidade, onde a corrupção campeia solta, onde o Judiciário não funciona e a violência é monstruosa, onde promessas de campanha são esquecidas e o jeitinho brasileiro impera, ora, somos safados, sim. Atribuir à falta de educação e ética, porque somos jovens na democracia, parece-me um raciocínio muito simplório. Ao ler o artigo, lembrei-me da personagem “a velhinha de Taubaté”, de L. F. Verissimo.
Marcelo Cabral de Azambuja
Advogado – Porto Alegre

Excelente o artigo. Precisamos resgatar nossa autoestima. Nas redes sociais e na mídia, há uma generalização absurda dos escândalos da Petrobras e uma tentativa de provar que o PT inventou a corrupção. Belo texto, Paulo.
João Carlos Stona Heberle
Médico – Porto Alegre