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26 de abril de 2016 0

BELA RECATADA E DO LAR
Sempre respeitei a opção e os motivos das mulheres que se dedicam à carreira e cuidam com a mesma dedicação de seus lares e família. Porém, me vejo praticamente agredida por ter escolhido dedicar-me exclusivamente à família. Muitas ficam escandalizadas por, mesmo com curso superior, ter decidido não seguir a carreira.
Andréia Maria Mesquita dos Santos Possamai
Graduada em Matemática – Sapucaia do Sul

PATO
No dia em que o PMDB oficializou sua saída do governo federal, um pato gigante e mais de 5 mil patinhos amarelos foram instalados em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. A ação foi uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) para incentivar o impedimento da presidente. Independentemente de um artista holandês acusar a Fiesp de plágio do seu pato amarelo, a população carente gostaria de saber qual o montante despendido nesse símbolo do sentimento da sociedade em relação ao governo.
Danilo Guedes Romeu
Professor – Porto Alegre

GOLPE
O PT e sua trupe deram o golpe no proletariado obreiro, 10 milhões de desempregados, além de assaltarem o assalariado e o aposentado. São as consequências da sede pelo poder. Tem, ainda, o golpe de Pasadena, da Petrobras, do mensalão, as mentiras de campanha…
Milton Munaro
Advogado – São Leopoldo

PROJETOS
Parabéns aos vereadores com projetos com fundamentos em benefício da população. Lamento, por outro lado, projetos que não atendem à vontade popular. Mudar nome de rua para satisfazer ideologias ou adentrar em estabelecimentos comerciais dizendo ao proprietário o que pode ou não colocar na mesa. Nos leva a pensar que fazer qualquer coisa é melhor do que nada.
Derly da Silva Pissollatto
Aposentado – Porto Alegre

Sobre ZH

26 de abril de 2016 0

Chama a atenção um fenômeno atual, uma cegueira seletiva, que atinge intelectuais de grande estatura e sensibilidade, como Chico Buarque e L. F. Verissimo. Certamente essa não é uma situação nova. Verissimo (ZH, 14/4) expressa um ponto de vista inteligente sobre a temporalidade da História, que nos permite uma visão retrospectiva de fatos com dimensão emocional. Pensando nos temores do Verissimo quanto ao nosso futuro presidente, sugiro ampliar a perspectiva. E se a velha e boa senhora nos mostrar uma cena de Eduardo Cunha e de Lula dividindo uma cela? Qual seria a consequência desse fato, qual a ilusão que estava sendo evitada pela cegueira seletiva? De qualquer forma, agradeço ao ilustre cronista a oportunidade de fazer um contraponto, destacando a dificuldade que todos sentimos de mudar pontos de vista.
Ivan Fetter
Médico – Porto Alegre

Ao ler Lucas Maróstica (ZH, 19/4), representante da UNE, reportei-me a 49 anos. Reunia-me com meus amigos nos bares e resolvíamos todos os problemas do Brasil (e do mundo), claro, rodeados de bolachas de chope! Fiquei me perguntando o que a UNE tem feito nos últimos anos. Posso estar enganado, mas não assisti a nenhum movimento importante contra o sucateamento das universidades, contra cortes no Pronatec e nos financiamentos estudantis, contra um aluno chegar ao quarto ou quinto ano sem saber ler ou escrever. Pergunto: de sua bela sede nacional e abastecida de verbas governamentais (leiam, dinheiro do povo), faz o que realmente além de ser braço político de governos? O que faz pela educação no Brasil?
Frederico Trein Neto
Corretor de imóveis – Porto Alegre

Fábio Prikladnicki afirma não entender a popularidade de um deputado que defende um torturador e a ditadura no Brasil (ZH, 20/4). Como estamos em uma democracia, esse deputado tem os mesmos direitos dos que defendem as ditaduras de esquerda como as da União Soviética, China, Camboja e, atualmente, Venezuela e Cuba. O problema do Brasil é que a maioria dos jovens, que ainda usavam fraldas quando ocorreram certos fatos históricos, acham-se donos da verdade, baseados em relatos tendenciosos, mal-intencionados e não fazem pesquisas para saber a verdade ou, talvez, nem saibam interpretar o que leram.
Paulo Antônio Tietê da Silva
Aposentado – Porto Alegre

O texto de um colunista e uma reportagem se referindo a fatos semelhantes. Assim o texto do David Coimbra sobre não votar em Bolsonaro (ZH, 21/4) e a ação da Brigada Militar no dia 22/4, matando quatro bandidos. David repudia a ação dos militares (minoria dos militares, é importante ressaltar) que agiram como bandidos, torturando e matando cidadãos em nome do governo. E a BM nos livra de quatro bandidos que também matavam cidadãos. Em ambos os casos, os bandidos devem ser extirpados da sociedade. Parabéns a David Coimbra pelo texto. Parabéns aos valorosos soldados da nossa briosa Brigada Militar pela ação. Serão condecorados. Nada mais justo. São heróis. Ainda mais quando vivemos em um tempo em que isso é raro.
Cássio Alexandre Pires
Bancário – Rio Pardo

Foto do leitor

22 de abril de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

A publicitária Nicole Monteiro Vieira encontrou três corujas nas dunas da Praia do Cassino, em Rio Grande

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22 de abril de 2016 0

ESPETÁCULO DEPRIMENTE
Independente do resultado, parlamentares atuaram como papagaios de pirata, disputaram o microfone e exageraram no marketing pessoal – tudo pelos 10 segundos de fama! Independente da ideologia, fizeram brincadeiras, vestiram-se de palhaço e jogaram confetes, mas não estavam em um programa de auditório. Independente do partido, evocaram a religião e homenagearam a família – em um gesto para transferir a real responsabilidade pelo voto. Independente da região, sequestraram os “esses” e espancaram a gramática – como se a ignorância fosse condição para ser eleito. Independente do grau de corrupção em que muitos se envolveram, aproveitaram o momento ímpar para criticarem seus pares – como se não houvesse amanhã. Trocar nomes não é suficiente; é preciso uma reforma profunda, sobretudo ética e moral.
Mauro Wainstock
Jornalista – Rio de Janeiro

 

DEPUTADOS
Esses dias, a televisão mostrou o primeiro-ministro da Inglaterra, no Parlamento, dando explicações, mas vi senhores distintos, os deputados, escutando com atenção e educação o primeiro-ministro, inclusive os da oposição. Mas no dia 17 de abril, na Câmara dos Deputados, vejo um bando de mal-educados, que não sabiam se respeitar, julgando a presidente. Em poucas palavras, foi um circo de horrores. Precisamos de senhores distintos como os deputados ingleses, e não um bando de homens sem qualificação, que ofendem uma mulher sem o mínimo respeito.
Eloir Antônio Barbosa
Filósofo – Santa Rosa

 

DILMA E O GOLPE
Mais uma vez, a quase ex-presidente vem à TV e ao rádio para dizer que foi presa, torturada e lutou pela democracia brasileira. Ora, isto todo mundo já sabe, o que muitos não sabem é que ela lutou sim, mas para implantar o regime comunista no Brasil, junto a seus amigos revolucionários, no início dos anos 60. Sim, os militares cometeram muitos excessos, mas eles (revolucionários) também o fizeram. Ou alguém aí acredita que eles eram anjinhos? O que os militares impediram na época, hoje os petistas e aliados vêm, aos poucos implantando no Brasil, ou seja, um comunismo disfarçado de democracia. Então chega, sra. Dilma, quase ex-presidente do Brasil, de vir a público repetir as mesmas ladainhas de sempre e dizer que o que está acontecendo é golpe. Golpe, vocês, petistas e aliados, é quem vêm dando nos brasileiros há 13 anos.
Clenio Gonçalves Dias
Aposentado – Porto Alegre

Sobre ZH

22 de abril de 2016 0

Nas colunas de ZH de 14/4, enquanto David Coimbra demonstra conhecimento ao esclarecer que cabe unicamente ao PT a responsabilidade pela situação do Brasil, pelo radicalismo no discurso da elite branca versus pretos e pobres, Verissimo doura o PT, dizendo que é um governo para os pobres. Que triste, Verissimo! Sai de casa e poderás constatar que são os pobres os principais atingidos pelo desgoverno e pelas roubalheiras promovidas pelo PT.
Carmen Teixeira
Aposentada – Porto Alegre

 

Com respeito à opinião da sra. Lúbia Scliar Zilberknop (ZH, 14/4) sobre artigo do ex-ministro da Justiça quando diz “naveguemos com o barco da Constituição até as eleições de 2018”, recomendo a leitura do Hoje na História do mesmo dia, que aponta o naufrágio do Titanic, que matou centenas de pessoas. Portanto, sra. Lúbia, o ex-ministro está certíssimo, mostrando assim sua inteligência e formação.
Sonia Regina Muzini
Dona de casa – Porto Alegre

 

Wianey Carlet (ZH, 16 e 17/4) chama de domingo triste o dia 17/4. Refere que o futebol foi penalizado pelas manifestações, posto que as autoridades não garantem segurança para os torcedores em face da radicalidade das manifestações políticas e, por isso, os jogos foram transferidos. Senhor Wianey, acorde para a vida. O futebol não é o centro do mundo. Torcedores e jogadores devem acompanhar as votações como os demais cidadãos, saber como seu representante votou. Difícil a salvação deste país.
Maurício Souza Maronez
Servidor público federal – Santiago

 

Parabéns, Rosane de Oliveira, por “Tributo à irrelevância” (ZH, 19/4). Fico perplexo com a preocupação dos parlamentares em nomear, declarar, reconhecer títulos, hinos e folga para servidores públicos em caso de morte do animal de estimação. Isto é gozação. Por favor, não brinquem com a inteligência do eleitor. Se está sobrando tempo, vão tapar os buracos das estradas. Nasci no Interior, trabalho no Interior e tenho o maior respeito, tenho certeza de que a grande maioria da população de Marau prefere a BR-324 em ótima condições do que ser a Capital do Karatê.
Enio Tonet
Representante comercial – Porto Alegre

 

Como assinante de ZH e leitora de outras mídias, percebo que as notícias nos jornais não se diferenciam, os enfoques são quase sempre os mesmos. A distinção é por uma pauta cultural ou investigativa, pelos articulistas ou por um cartum inteligente. Zero Hora foi muito feliz ao escolher Gilmar Fraga como interino. Um traço sofisticado para um humor que todos entendem, sem agressividade. Durante quase um mês, um privilégio acompanhar o trabalho do ilustrador. Pena que terminou.
Laura Peixoto
Jornalista – Lajeado

Sobre ZH

21 de abril de 2016 0

Visitei a página de políticos contrários ao impeachment. Deparei com o texto em que Afonso Motta reclama de estar sendo importunado e caluniado (ZH, 13/4). Gostaria de dizer coisas que me importunam: pessoas que perderam o emprego, pessoas morrendo nos hospitais por falta de atendimento, idosos trabalhando pois não conseguem sobreviver com a aposentadoria, pessoas vendendo seu apoio, gente se destratando. Me incomoda não acreditar na Justiça e também saber que mesmo com impeachment não teremos uma figura honesta para colocar no poder, não teremos alguém em quem confiar pois são
todos corruptos.
Giovana Fedrizzi Castello Branco
Produtora de eventos – Porto Alegre

Foi triste ver a coluna do Verissimo “A ilusão”, eivada de hipocrisia e bobagem esquerdista. Triste por ver o meu ídolo de infância, cujos livros consumi com uma voracidade deliciosa, chegar a esse ponto. Para ele, o PT corre o risco de se dar mal não porque foi o mais cínico e mentiroso, o mais incompetente ou pelo petrolão e mensalão. Para ele, a queda do PT se explica por ser um partido com foco no social que ama os mais pobres num país dominado por uma oligarquia conservadora preconceituosa e insensível. É sério? Entendo que jornais e revistas devem publicar o contraditório. Mas não sei como se pode publicar quando afronta as noções de bom senso.
Claudinei Maciel
Autônomo – Novo Hamburgo

Claro e objetivo o artigo de Antonio Marcelo Pacheco (ZH, 14/04). É esclarecedor quando trata da cegueira de setores do PT que afirmam, com minha concordância, que o impeachment é golpe e que, com a aprovação do processo pelos golpistas da Câmara, vai ocorrer uma insegurança geral no país. Afinal, quem assumir terá as mínimas condições éticas para comandar os destinos dos brasileiros?
José Carlos Mello D’Avila
Relações-públicas – Porto Alegre

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21 de abril de 2016 0

VOTAÇÃO NA CÂMARA
Quando ouvia dizer que a população pobre era facilmente manipulada porque era burra, não entendia. Fico impressionado ao ver as pessoas que festejam a abertura do processo de impeachment contra a presidenta e percebo que não são pobres e não parecem burras. Não têm conhecimento ou não se importam com o fato de, dos 367 deputados que votaram em favor do impeachment, 300 são investigados ou respondem a algum processo de corrupção. Alguém acredita que eles votaram pensando no povo?
Joelson Chagas Barros
Policial civil – Cachoeira do Sul

TSE
Está nas mãos do TSE a oportunidade de apaziguar os ânimos na política e prestar um serviço à democracia. Basta que antecipe o julgamento de impugnação da chapa Dilma/Temer, pois o momento justifica a antecipação e, numa eventual cassação da chapa, novas eleições seriam convocadas, e que até poderiam coincidir com as eleições municipais, por uma questão de economicidade. O ódio que se instalou na política e dividiu os brasileiros como se inimigos fossem tenderia a amenizar, pois passaria um sentimento generalizado de que se fez justiça. Sumiriam os discursos cheios de ódio e intransigência contra ou a favor do governo. Enfim, a paz voltaria a reinar. Basta querer, simples assim.
Luiz Zamir Monteiro Rodrigues
Servidor público – Torres

IMPEACHMENT
Fico ouvindo “a democracia está em risco”. Seria o risco pautado em um pleito por urnas eletrônicas questionáveis, com uma apuração de votos sigilosa devido ao fuso do Acre? Ou seria o risco identificado pelo fato de uma presidente ter tomado medidas contrárias ao discurso de campanha? Podemos cogitar que nossa democracia está em risco, pois o povo brasileiro se tornou escravo por mais de 13 anos de governos comunistas, corruptos… Penso que a democracia, em breve, se libertará. E o Brasil vai crescer, porque o povo aprendeu que não precisa de esmolas, precisa de oportunidades reais e dignas!
Patrícia Klein Thomazi
Bancária – Viamão

Sobre ZH

19 de abril de 2016 0

O artigo de Henrique Fontana “Por que este impeachment é golpe” (ZH, 12/4) demonstra a que ponto chega o fanatismo ideológico em torno de um projeto de conquista e manutenção do poder a qualquer custo. Na visão dele, a crise é causada fundamentalmente pela inconformidade de alguns com a reeleição de Dilma, dando a entender que a incompetência na condução do país, a quebra da Petrobras e a institucionalização da corrupção são fatores secundários na conjuntura atual. Aponta, com razão, para Eduardo Cunha como um dos políticos mais corruptos do Brasil, porém esquecendo-se dos colegas de partido como José Dirceu, José Genoino, Vaccari e outros que se encontram no devido lugar, presos por crimes ligados à corrupção.
Iberê Gomes de Freitas
Militar reformado – Porto Alegre

Gostaria de responder à pergunta de Paulo Paim no artigo de ZH de 14/4 com perguntas: como você, do PT, não conseguiu apoio para implementar as propostas? Não entendeu que seu partido e aliados não votam em propostas que vão contra a forma de eles agirem? Você é tão ingênuo assim? O que você faz nesse partido que nunca apoiou suas ideias?
Álvaro Trucolo
Empresário – Porto Alegre

Referindo-me à crônica de Verissimo (ZH, 18/4), a votação do Congresso garante que eu e outros brasileiros preferimos ver no espelho, ao nosso lado, Eduardo Cunha, ao invés de Lula, Dilma, Dirceu e Verissimo.
Heitor Stumpf
Aposentado – Florianópolis

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19 de abril de 2016 0

VOTAÇÃO NA CÂMARA
Hoje (ontem) o Brasil acordou como aquele sujeito que contratou um pistoleiro para se livrar de um vizinho incômodo. O problema agora é o medo do pistoleiro.
Paulo Roberto Silva de Castro
Aposentado – Porto Alegre

VOTO
O único voto correto e que seguiu a conduta certa de um eleitor foi o do Tiririca, ele não abriu o voto e decidiu somente na hora certa ao microfone. Certamente foi cabalado, mas se manteve íntegro. É isso, o único palhaço verdadeiro fez a coisa certa.
José Valdai de Souza
Médico – Porto Alegre

PARTIDOS
Creio que nenhum partido político tem moral para expulsar aqueles que quiserem exercer o direito de votar com sua consciência contra ou a favor do impeachment. Porque partidos que se vendem no balcão de negócios não praticam uma ideologia. Fazem parte de conchavos, perderam a autoridade para punir ou condenar seus filiados. Por tudo isso que está acontecendo na política brasileira, é mais do que urgente uma reforma no Tribunal Eleitoral para reduzir de 35 para 10 partidos no máximo e reduzir também o número de parlamentares. Temos políticos demais para resultados pífios e improdutivos no Congresso, que gastam muito dinheiro público que faz falta para outros setores da sociedade nacional.
Ramiro Nunes de Almeida Filho
Diretor comercial – Porto Alegre

SALÁRIO
O golpe de 64 foi apelidado de Redentora. Essa patrocinou, durante 20 anos, o menor salário mínimo da América Latina. Consequência hoje: criminalidade e insegurança. Este eu vou chamar de Midiatora. Veremos como será tratado agora o salário dos pobres do Brasil.
Sérgio G. Giacomoni
Aposentado – Alegrete

Sobre ZH

18 de abril de 2016 0

Lamentável a foto de capa de Zero Hora de 13/4. Colocar uma foto da presidente da República num momento desfavorável é uma prática de propaganda política (ou de guerra), jamais de jornalismo.
Marcelo Simas Pereira
Servidor público – Porto Alegre

Excelente e perfeita análise de Rosane de Oliveira (ZH, 15/4). Minha preocupação é depois da saída de Dilma. Quem vai assumir? Estaremos nas mãos de pessoas corruptas e sem escrúpulos. O que não irão fazer para brecar as operações em andamento da Lava-Jato a fim de livrar seus colegas/asseclas da punição e da cadeia? O povo não tem para onde correr.
Gilberto Barboza Brigoni Junior
Comerciário – Esteio

Parabenizo o colunista David Coimbra pelas colunas em ZH entre 11 e 14/4, em que escreve sobre um governo de todos e para todos. Não existe um governo de pobres ou um de ricos, nem de brancos ou de negros. É uma colocação muito inteligente sobre o que temos hoje no Brasil.
Carmem Pastro
Professora – Porto Alegre

David Coimbra escreve que Chico Buarque está “completamente cego” pela paixão política (ZH, 14/4). Mas, David, e sua própria cegueira? A cegueira quando “analisa” a corrupção. Você confessa que teme pela Lava-Jato. Proclama que o Brasil exige que a mantenham incólume, e afirma que ela é o símbolo da mudança. Se reconhece isso, por que sonega o fato de que a Lava-Jato é uma mudança patrocinada e mantida pelo governo do partido que você tanto abomina? Dilma deve entrar na História com todos os erros, mas também com os acertos, inclusive o de ter cortado na própria carne e sacrificado o próprio cargo neste primeiro combate efetivo à corrupção no Brasil.
Vitor Volker Gans
Aposentado – Nova Petrópolis