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Comentários da página do leitor desta quarta-feira (03/12/2014)

02 de dezembro de 2014 0

SOBRE ZH

Protesto, como católico, pela maneira com que um leitor criticou, na edição de ontem, o artigo “Bang”, de Luis Fernando Verissimo, de forma anticristã e inquisitorial (como se fora a própria reencarnação da “Santa” Inquisição). Senti-me mais ofendido do que, talvez, o próprio Verissimo, nosso cronista maior, pelas ofensas pessoais que sofreu. O pior de tudo foi o argumento usado pelo “defensor” da Igreja (e de Deus …): cita meia dúzia de “padres cientistas”, que representam uma pequena gotícula no oceano de padres, bispos, papas e pastores que odiavam (e odeiam) a ciência, interessados apenas no estudo da Bíblia, para poder explorar seus fiéis e “salvar” suas almas!
EUGENIO CECHIN
Professor – Porto Alegre

Comentários sobre a charge de Marco Aurélio, publicada na edição de ontem.
Penso o que faz Zero Hora ainda publicar os rabiscos e as piadas sem graça do Marco Aurélio. Sempre direcionadas a atingir alguns alvos por ele selecionados, caracterizam-se por pouco humor e muito rancor. Ontem, agredia a deputada Maria do Rosário e a ministra Ideli Salvatti, colocando as duas como se estivessem chorando porque a perícia da exumação dos restos mortais do presidente João Goulart não foi conclusiva em relação à causa de sua morte. Afirma, grosseiramente, que elas estariam lamentando porque “não houve assassinato”. É apenas mais uma demonstração do quanto essa pessoa é mal-intencionada.
Márcio Medeiros Félix
Advogado – Porto Alegre

A charge sobre o laudo da morte de Jango diz tudo. Imaginava, desde o começo, que tudo era encenação, que havia outros interesses. Seria impossível, como queriam os protagonistas e da forma como pretendiam, achar indícios de envenenamento.
HÉLIO AUGUSTO HETTWER
Dentista – Santa Rosa
DINHEIRO PÚBLICO
O governo cogita aumentar os já extorsivos e acaçapantes impostos, alegando que falta dinheiro para saúde, educação, segurança, mas não diz nada a respeito dos vários bilhões que “desaparecem” das burras oficiais e vão para as pessoais. E a farra continua, o proletariado obreiro paga a conta da desgovernança incompetente e inconsequente, que pactua com o diabo para se manter no poder e continuar manobrando o dinheiro público ao sabor de interesses subjacentes.
Milton Munaro
Advogado – São Leopoldo

SUPERÁVIT PRIMÁRIO
Acho que chegamos ao fundo do poço: o governo diz abertamente que só vai liberar as verbas do orçamento que os congressistas destinam aos seus redutos eleitorais se eles aprovarem as regras que mudam a forma de cálculo do superávit primário. E isso só tem um nome: chantagem. Não sei se de fato De Gaulle disse a famosa frase, mas, se não disse, deveria tê-lo feito: “O Brasil não é um país sério”. O que se pode afirmar é que o Brasil é o país da vergonha.
Vitor Guerra Sporleder
Contador – Porto Alegre

Comentários da página do leitor desta terça-feira (02/12/2014)

01 de dezembro de 2014 0

SOBRE ZH

Sobre o texto “Fragilidades e vida real”, de Lisandra Pioner, publicado sábado.

Meus parabéns pelo providencial artigo. Os pais da geração atual estão omitindo-se de sua tarefa intransferível no exercício da sua função básica de serem pais. Os resultados estão visíveis em nossa sociedade atual. Drogas, promiscuidade entre os jovens, aumento da criminalidade, relatividade moral generalizada. Espiritualidade zero. Acredito que 90% do caráter do adulto é sedimentado na infância e na adolescência. E, neste contexto, é necessário pai e mãe. A antiga Esparta já conhecia a importância da família na formação do caráter do futuro adulto.
Edson Aracy Meneses Ferreira
Contador – Porto Alegre

Sobre a crônica “Menino de verdade”, de Fabrício Carpinejar, publicada domingo.

Parabéns pelo texto, pela coragem e pela poesia contida nessa tua narrativa com toda a dureza que uma infância assim pode ter. Emoção pura para quem passou ou não o que passaste.
Osmar Möller
Oceanólogo – Rio Grande

Os “colegas”que tentaram te atirar pela janela devem estar hoje invejando o teu sucesso. O tempo é o senhor da razão!
DANTE MICHELE
Engenheiro – Porto Alegre
Comentário sobre a coluna “Bang”, de Luis Fernando Verissimo, publicada ontem.

Se Luis Fernando Verissimo se dedicasse a conhecer tudo aquilo que finge entender, seria de um gênio quase inigualável. Li a coluna da edição de ontem, na qual o escritor desdenha da Igreja Católica em relação à ciência, debochando do fato de o papa Francisco haver admitido a possibilidade de ocorrência do “Big Bang”. Quem estranha essa posição do Papa desconhece completamente aquilo que finge entender – a ciência, pois o propositor da teoria do “Big Bang” foi um astrônomo que era padre. Falo do belga Georges Lemaître. Ou seja, era religioso o cientista que propôs a teoria que Verissimo e outros farsantes imaginam contrapor o criacionismo.
Lamaître, aliás, era tão religioso quanto o “pai da Genética” (o monge agostiniano Gregor Mendel), o “pai da Geografia” (o beato Nicolaus Steno), o pioneiro do rádio brasileiro (o padre Landell de Moura) e muitos outros cientistas que contribuíram grandiosamente à humanidade. Suportamos a ignorância de pessoas “normais”, cujas opiniões não ultrapassam seu círculo de vivência. Só disseminam “desinformações” as pessoas mal-informadas e/ou mal-intencionadas. De uma forma ou de outra, essas pessoas não deveriam ter coragem de opinar em público.
Mateus Colombo Mendes
Empresário – Porto Alegre

ANIMAIS ENVENENADOS
As notícias sobre a vira-lata Ursinha e os cães e gatos envenenados em Bom Jesus, publicadas em Zero Hora na semana passada, mostram quanto animais considerados irracionais podem ser leais e seres humanos podem ser inomináveis. Se vivesse em Bom Jesus, talvez Ursinha não tivesse sobrevivido para ser adotada e salvar o menino.
Esperamos que as autoridades continuem a investigar o crime e os culpados sejam punidos de acordo com a legislação.
Míriam Sperb
Publicitária – Torres

CAUSA PRÓPRIA
Desde que comecei a ter o entendimento das coisas, ouvia a máxima “todos são iguais perante a lei”, mas o que vemos é que “todos iguais são iguais perante a lei”. Atualmente, o que está em pauta é a aposentadoria especial aos parlamentares, que já foi aprovada pela Assembleia. Temos ainda em tramitação o auxílio-moradia para o Judiciário. Esses senhores estão legislando em causa própria, o que contraria frontalmente as atribuições para as quais foram eleitos, que visam defender os direitos e interesses do povo – e isso pouco se vê. Em suma, é uma vergonha.
Marco Aurélio Azevedo
Aposentado – Porto Alegre

Foto do Leitor: o vento e o bem-te-vi

28 de novembro de 2014 0

foto
Laudelino Moura Jr.
, de Porto Alegre, enviou o registro de um bem-te-vi.

Gustavo Toigo
Gustavo Toigo
, de Porto Alegre, fotografou os geradores do Parque Eólico Cidreira I

 

Comentários da página do leitor deste sábado (29/11/2014)

28 de novembro de 2014 0

ÔNIBUS NA CAPITAL
Na coluna de ontem, o brilhante jornalista Moisés Mendes expressa sua esperança de que o prefeito Fortunati consiga êxito enfrentando o cartel das empresas de ônibus na Capital. Tomara que esteja certo, pois para nós ele está apenas jogando para a torcida. Enfrenta a ATP, não aparece ninguém na licitação e, como a cidade não pode ficar sem transporte, tudo fica como está.
Paulo Castro
Aposentado – Porto Alegre

APOSENTADORIA ESPECIAL
Estou indignado, assim como milhares de gaúchos, com essa vergonha aprovada pelos deputados, sabendo que nosso Estado está em grande dificuldade. Parece que estão nos fazendo de bobos (aliás, não parece). O pior é que, na confiança, votei em um deles e ainda convenci outros a fazerem o mesmo, por ser meu conterrâneo e tê-lo conhecido como bom. Peço encarecidamente a Zero Hora que publique, em letras garrafais, os nomes dos parlamentares que votaram a favor da aprovação dessa lei e também daqueles que se acovardaram de votar, mas aceitaram às escondidas. Que essa relação sirva para que possamos recortar e guardar para as próximas eleições. Eles não voltarão a se eleger. Deverão trabalhar como os demais cidadãos.
Domingos Luiz Dallagasperina
Bancário – Passo Fundo

AUXÍLIO
Sobre o artigo “Quem não deveria votar nas próximas eleições?”, publicado na quinta-feira, concordo com a linha de raciocínio da professora e psicopedagoga. Deputados estaduais mantinham albergues para pessoas doentes que vinham do interior tratar da sua saúde. O Ministério Público insurgiu-se e acabou com esse auxílio, pois resultava em votos a quem ajudava. Trabalhei em uma Delegacia de Polícia ao lado de um albergue e via, diariamente, o estado físico precário de quem se socorria dessa ajuda. Sob a mesma ótica, os votos de quem se beneficia de todas as “bolsas” federais convergem para quem lhes dá. Enquanto os doentes não podem receber auxílio de políticos, a política do governo federal não está interessada em saber se quem recebe as benesses tem vontade de trabalhar.
Carlos Augusto Gómez Nunes
Comissário de polícia aposentado – Tramandaí

Comentários da página do leitor desta sexta-feira (28/11/2014)

27 de novembro de 2014 0

DOAÇÕES PARA CAMPANHA
Fiquei estarrecido com os valores absurdos que as campanhas do PT, PMDB e PSDB arrecadaram nas últimas eleições. O que essas empresas que fazem doações de enormes valores – inclusive para vários partidos ao mesmo tempo – estariam buscando como possível retribuição futura, visto que essas empresas são privadas e buscam resultado para seus sócios e/ou investidores? E, ainda, ninguém comenta se essas doações também sofrem as incidências de ITCD, mas este simples contribuinte não consegue escapar desta.
Marcio Zannoni
Contador – Porto Alegre

DESARMAMENTO
Em referência ao projeto de lei que flexibiliza o desarmamento, gostaria de saber se o bandido que costuma fazer arrastões em bares, restaurantes e até em festas particulares continuaria assaltando se soubesse que no local poderiam estar algumas pessoas armadas. É uma hipótese, assim como é a de que quem estiver armado brigaria mais ou utilizaria a arma por qualquer motivo.
Paulo Antônio Tietê da Silva
Aposentado – Porto Alegre

POSTURA POLÍTICA
Causam indignação e decepção as atitudes da maioria da classe política brasileira: corrupção, falta de sensibilidade social, excesso de gastos com o dinheiro público e aprovação de projetos de leis “a toque de caixa” quando são em benefício próprio. Se for para beneficiar o povo, é a perder de vista. Conclui-se que esses parlamentares são causadores dos problemas sociais que vivemos e pouco se preocupam em solucioná-los.
Nestor Bassani
Professor – Porto Alegre

Benefício complementar
Além dos magistrados pedirem “auxílio-moradia”, agora vêm nossos caros deputados estaduais e votam bem rápido em um projeto que lhes dá direto a benefício previdenciário complementar. Como não sentir nojo? Torço fervorosamente para que Tarso vete esse projeto absurdo e imoral e que os magistrados percebam o descalabro desse “pretenso” auxílio, que só atende a parcela mais bem paga do nosso Estado.
Iuçara Nunes Rangel
Professora – Santa Maria
SOBRE ZH

Sobre artigo “Quem não deveria votar nas próximas eleições”, publicado ontem:

Não é possível que uma pessoa, principalmente professora e psicopedagoga, não saiba o que é democracia. Digam-me: como alguém pode se achar no direito de dizer qualquer coisa contrária à igualdade. E, mais, colocar isso no papel e publicar em um jornal de grande circulação?
Diana Maria Marchi
Professora – Porto Alegre

Leitor-Repórter: Água Suja

27 de novembro de 2014 0

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A leitora Ana Paula Ribeiro, de Guaíba, entrou em contato pelo WhatsApp para denunciar a qualidade da água no bairro Nova Guaíba na noite de quarta-feira.

– Ficamos sem água durante a tarde e, quando voltou, saía da torneira com sujeira e cheiro de esgoto. Voltou ao normal após três horas. Essa não foi a primeira vez – conta.

CONTRAPONTO | O que diz a Corsan

De acordo com a empresa, foi realizado o conserto de uma rede na BR-116, o que pode provocar desabastecimento nos bairros Nova Guaíba, Pedras Brancas, São Francisco e Vera Cruz, em Guaíba. O prazo para a normalização completa era ontem à noite. Quando ocorrem paradas operacionais para execução de serviços, que geram interrupções de abastecimento, pode acontecer de o primeiro jato de água apresentar uma coloração diferente, resultante do desprendimento de material junto à rede.

Conte sua história sobre a UFRGS para ZH

27 de novembro de 2014 1

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul completa 80 anos nesta sexta. Quem passou pela instituição tem muitas histórias para contar: seja sobre as tradições do seu curso, momentos marcantes ou grandes marcos da UFRGS que ficaram na memória dos alunos.

No ranking anterior, UFRGS ocupava o 14º lugar
Foto: Carlinhos Rodrigues 

Conte sua história para ZH e mande fotos, arquivos ou vídeos de momentos que marcaram sua passagem pela UFRGS clicando aqui.

ZH e Você: a primeira prefeita do RS

26 de novembro de 2014 1

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Os estudantes de Jornalismo Sofia Kich e Diego Sehn, de Cruzeiro do Sul, conversaram com Iris Altmayer Ranck, primeira mulher eleita prefeita no Rio Grande do Sul, para um trabalho da faculdade, e acharam que sua história merecia destaque em Zero Hora.

– Com um sorriso no rosto e muita simpatia, a ex-prefeita tem um tesouro transformado em lar e outro transformado em memórias que, aos 80 anos, não se apagam diante de alguns problemas de saúde – destaca Sofia.

Os leitores também contam que foi atuando como vereadora que Iris se destacou na comunidade, e então surgiu o convite para se candidatar à prefeita do município. No dia 31 de janeiro de 1983, assumiu o cargo, tendo Silton Erico Weiand como vice-prefeito.

Iris recuperou muitas estradas, escolas e o hospital “que estava em péssimo estado”, em suas próprias palavras. No ano seguinte, ao final de seu mandato, já surgiam algumas mulheres como candidatas nas eleições.

– As memórias que Iris guarda são fonte de inspiração e orgulho para os moradores do município de Cruzeiro do Sul até hoje. O atual prefeito, Cesar Leandro Marmitt, ressalta sua importância, pois ela abriu muitas portas para outras mulheres criarem coragem para atuar na política – conclui a leitora.

Comentários da página do leitor desta quinta-feira (27/11/2014)

26 de novembro de 2014 0

APOSENTADORIA ESPECIAL

Estou assustada com tanta imoralidade que estampa o nosso jornal. Não bastasse o roubo bilionário envolvendo a Petrobras, agora os deputados aprovam, sem ao menos discutir, o projeto de lei que cria a aposentadoria especial. Se foi o povo que acreditou neles e os colocou lá, nada mais justo do que colocar à disposição do povo esse projeto. Ficaria menos vergonhoso. Mas vale lembrar em quem votou a favor para não deixar que eles completem 35 anos de exercício de mandato.
Claudeti Macedo da Silva
Professora – Cachoeirinha

Gostaria de saber o porquê de tanta imoralidade na política. Quando um legislador sabe as dificuldades financeiras do seu Estado (que não paga o piso do magistério, não tem saúde pública adequada, passa dificuldades com a segurança, deve para o Exterior, para União e para o cidadão e tem precatórios sem fim), mas usa do erário para tomar uma medida dessas, é, no mínimo, um sinal de descaso total com sua sociedade. Ainda mais quando nunca propôs tal absurdo em campanha eleitoral. Sinto que o mau-caratismo contamina todo o Brasil bem debaixo dos nossos narizes.
OLAVO SALDANHA DO PRADO LIMA
Advogado – Santana do Livramento

Já está mais do que comprovado qual o objetivo principal da maioria dos “nossos” deputados: serem extremamente rápidos em ganhar benefícios para encher seus bolsos! Na terça-
feira, foi a aposentadoria especial. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gilmar Sossella, está se destacando em “auferir” recursos, pois antes foi o tal de convite compulsório e agora essa. O que mais vem por aí?
Mario Weber
Administrador – São Leopoldo

 

Ponto de Vista: E o troféu "pulo do gato" vai para...

25 de novembro de 2014 0

solangecampello

A leitora @solangecampello registrou o “voo” do seu gatinho com a tag #mascoteZH e perguntamos na nossa página do Facebook: que legenda você daria para esta foto?

Confira o resultado:

“Sai que é tua, ‘gattarel’!”
Liliam Patricio

“O pulo do gato!”
Carla Britto

“Mãos ao alto, é um assalto, gatinho!”
Carla Patricia Silva

“E joga as mãos para cima, tristeza não interessa! Vamos fazer festa!”
Jucimara Schiling