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20 de maio de 2016 0

TRÂNSITO
A via em que resido, Avenida Coronel Marcos, apresenta sérios problemas de segurança no trânsito, o que vem gerando inúmeros acidentes graves. Ônibus e lotações trafegam em alta velocidade, sem qualquer fiscalização. Não há locais seguros para se fazer um retorno. Entre a Avenida Wenceslau Escobar, esquina com a Rua Landel de Moura, e a AABB, localizada na Coronel Marcos, são aproximadamente dois quilômetros sem uma sinaleira, com veículos trafegando em alta velocidade, sem um local seguro para a travessia de pedestres. Apesar de contatada diversas vezes, a EPTC não toma qualquer providência concreta a fim de corrigir a questão.
Alexandre Luiz de Cenço
Advogado – Porto Alegre

CULTURA
Acho estranho a classe artística ficar histérica pela fusão do Ministério da Cultura com o da Educação. Mas não está nem aí com a educação fundamental, com as escolas caindo aos pedaços, professores com baixos salários e desvios de merenda. Estão preocupados certamente com a Lei Rouanet.
Jones Tubino
Aposentado – Porto Alegre

DOUTOR BRIZOLA
Muitas pessoas não se deram conta, mas Brizola, que, no fim da vida, reconheceu o engodo do PT, conseguiu fazer algo que muitos queriam, mas não tiveram a oportunidade, que era destruir o partido. Quando se distanciou de Lula, proporcionou a ida para o PT da pessoa que se revelaria o seu cavalo de troia. Dilma agiu com o PT como aquele verme inoculado no cérebro de um animal e que, aos poucos, começa a devorá-lo até sua completa destruição. Dilma era a mulher-bomba que Brizola necessitava pra desmantelar a estrutura do partido criminoso em que o PT se transformou. Não tivesse Dilma traído o PDT, nunca teria sido presidente da República e perderíamos a chance de ver o PT se esfarelar. Até na morte, o Dr. Brizola se faz presente nas nossas vidas.
José Luiz Machado
Funcionário público – Porto Alegre

Sobre ZH

20 de maio de 2016 0

Relevante e oportuna a matéria sobre o resgate histórico do cemitério israelita de Philippson, em Itaara (ZH, 18/5). No entanto, o arrazoado deixa de citar a importância da Estação Férrea de Philippson, inaugurada em 1894, 10 anos antes da chegada dos imigrantes judeus ao Brasil. A estação trouxe desenvolvimento à localidade. Após a II Guerra Mundial, em represália aos judeus, a estação foi praticamente demolida por imigrantes de outras etnias, não sendo reconstruída. No local, encontra-se atualmente apenas o aterro e parte do piso no meio do mato, onde é possível visualizar um pequeno monumento com vários símbolos e escritos da religião judaica. No outro lado dos trilhos, temos o cemitério referido na reportagem.
Ricardo Reischak
Advogado – Porto Alegre

Parabéns a Luiz Araujo pela coluna “Notório segredo” (ZH, 18/5). Os terroristas sauditas da Al Qaeda atacaram os EUA no 11/9 e o que os americanos fizeram? Atacaram o Iraque e o Afeganistão sem autorização da ONU. O suposto assassinato de Bin Laden – cadê o corpo? – pelos EUA não teria sido uma violação internacional? Pode um exército estrangeiro invadir um país e matar uma pessoa? Recomendo a obra 11 de Setembro de 2001 – Uma Terrível Farsa, de Thierry Meyssan. Não houve atentado ao Pentágono? Cadê os restos do avião? Tá na cara que foi uma mentira. E as redes de TV repetiram a mentira!
João Neutzling Jr
Economista – Pelotas

A liberdade de expressão é um direito inquestionável em qualquer democracia e deve ser buscada até nos regimes de exceção. É questionável que pessoas que têm meios tradicionais de comunicação à disposição dediquem largos espaços da mídia analisando temas político-partidários de forma tendenciosa, como Verissimo, na coluna “Andorinha” (ZH, 19/5).
A situação econômica, política e social por que atravessa o país requer equilíbrio dos brasileiros, especialmente dos formadores de opinião, sob pena de entrarmos na perigosa assertiva do quanto pior melhor. As decisões das instituições de todas as instâncias podem ser questionadas através dos instrumentos legais, no entanto, têm que ser respeitadas, sob pena de se instalar o caos. Confesso que admirava mais as colunas do L.F. Verissimo quando os assuntos não eram político-partidários. Naqueles, ele é excelente.
Sextilio Giacomini
Contador – Florianópolis

 

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19 de maio de 2016 0

VACINAÇÃO
Em meio a tanta repercussão, índices altos de mortalidade causados pela gripe H1N1, a vacinação continua sendo restrita a um grupo de pessoas, denominado de risco.
Teoricamente, todos estamos sujeitos a contrair a doença. A regra é clara, se não há verba para vacinar todos e delimitam a um determinado grupo de indivíduos, deve ser cumprida. Não há controle algum nos postos de vacinação, tampouco capacitação e comprometimento dos funcionários que ali estão para prestar serviço à população com equidade, universalidade e integralidade.
Victoria Marcon Giudice
Estudante – Porto Alegre

PROTESTOS E GREVES
Não sou partidário, mas, aos que pouco acompanham notícias, vou relembrar: 1 – Salário de professor sempre esteve em pauta e governo algum resolveu. 2 – Escolas estão no estado em que estão há muitos anos. Agora que Dilma foi afastada (mesmo que temporariamente), iniciou-se uma onda de protestos. Fechamento de estradas, greve de alunos que reclamam do estado das escolas e suposta falta de merenda e apoiam os professores. Por que essas demandas não foram feitas dois anos atrás, quando outro governo só endividou o Estado, exaurindo fontes de financiamento? Lembrem, professores, ensinem seus alunos a gastarem somente o que arrecadam e lembrem-se dos anos 60 e 70, quando os salários eram atrasados e não parcelados. Todos merecem melhorar, mas temos de entender que não existe dinheiro. Aos poucos tudo se ajeita.
Hilario Kornowski
Aposentado – Gravataí

Sobre ZH

19 de maio de 2016 0

A cientista política e professora Céli Pinto, no artigo “A farsa” (ZH, 17/5), foi muito infeliz ao afirmar que a redução de certos ministérios, por motivo de cortar gastos, também acabaria com a finalidade dos mesmos. Ainda pior foi seu preconceito com “brancos, ricos e velhos”, insinuando que pertencer a alguma dessas classes seja desabonador. Perdeu uma grande chance de ficar calada.
Danilo Baldi
Médico – Bento Gonçalves

Ah, David, como fiquei triste e decepcionada ao ler a crônica em que, tomando como referência os cantores Cauby Peixoto e Roberto Carlos, classifica o envelhecimento como um processo de apodrecimento em vida (ZH, 17/5). Que é isso, David? Peça desculpas a todos aqueles que, direta e indiretamente, envelheceram cuidando para que você se tornasse um adulto respeitável, maduro, e um profissional comprometido com o bom jornalismo, que não deveria dar espaço para preconceito dessa ordem.
Magda de Almeida
Jornalista – Porto Alegre

Muitas vezes, considero questionáveis os critérios de ZH para defender esse ou aquele ponto de vista, essa ou aquela orientação política. Coisas da democracia, temos que aprender a conviver com as diferenças, inclusive quando tendenciosas. Entretanto, o título principal da edição de 18/5, “Equipe econômica toma forma de olho na política”, quando visto sob o ponto de vista linguístico, é frustrante: somos um país de analfabetos funcionais e nossos professores – em especial no Rio Grande do Sul – não têm a devida valorização. Estamos longe de um retorno aos valores que diferenciam um povo que progride daquele em que apenas alguns eleitos têm vez. O título é como uma das tantas cerejas no bolo atual em que estamos mergulhados.
José Manoel de Almeida Neto
Funcionário público – São Leopoldo

Tive o desprazer de, ao pegar a ZH de 18/5, tomar conhecimento de que os deputados tiveram a coragem de conceder aumento a parte do funcionalismo, enquanto professores e praças da Brigada Militar e Policiais Civis da primeira categoria matam cachorro a gritos, desesperados e agora irritados com tal discriminação. Vergonha das vergonhas! O Estado numa miséria franciscana e agora esta!
Elomar Johansson
Coronel da reserva da BM – Porto Alegre

Em resposta a nota publicada na página do leitor (ZH, 18/5), a Smov esclarece que, graças à taxa de iluminação pública, é possível realizar obras de iluminação. Em 2015, 29 parques e praças foram contemplados com a instalação de 780 novas luminárias, com um investimento de R$ 2,3 milhões. Entre as obras que estão em andamento, também executadas com verba da Taxa de Iluminação Pública, estão a iluminação do Centro Histórico e de quatro viadutos. Aqui está previsto um investimento de cerca de R$ 1 milhão. Obra de iluminação na Avenida Erico Verissimo, e no Viaduto Carrion Júnior. E 72 novos postes e pontos de luz com luminárias em LED estão sendo colocados em ruas do bairro Moinhos Vento.
Carla Tesch
Assessoria de Comunicação da Smov

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18 de maio de 2016 0

ILUMINAÇÃO PÚBLICA
Todos nós, cidadãos, somos obrigados a pagar uma taxa de iluminação pública (aliás, não temos como fugir, pois já vem vinculada na conta da luz). Quem fiscaliza? Toda a cidade está praticamente às escuras. Será que é proposital? Para facilitar os assaltos? Por que o secretário não pega o carro à noite e dá uma passeada pela cidade? Tem medo de ser assaltado? Não acredito! Esses caras mamam na teta do povo que os coloca no governo e vejam a resposta que eles nos dão. Onde está o dinheiro do imposto que nos cobram?
Ivone de Almeida
Aposentada – Porto Alegre

DIRETO AO PONTO
Em vez de ficarmos discutindo a não nomeação de mulheres e negros para cargos de ministros, que tal começarmos a discutir a nomeação de pessoas que, além de terem competência técnica, sejam éticas, corretas, honestas e que estejam comprometidas com o futuro da nação brasileira?
Lucy Yuriko Pelliser
Aposentada – Blumenau

CONCESSÕES DE RODOVIAS
Todo plano de concessão de rodovias que se viabiliza hoje, em parcerias entre governo federal e governo estadual, foi proposto no governo de Yeda Crusius, com extensão dos contratos já existentes e rechaçado à época pelo PT. Consequência: o que se vai começar agora, já poderia estar pronto e sendo usufruído pelo povo gaúcho.
Orli Fernandes Pfeiff
Empresário – Porto Alegre

Sobre ZH

18 de maio de 2016 0

LFV, colunista de ZH, cita uma passagem do filme Que Horas ela Volta? na coluna “Que governo” (ZH, 16/5) e não deixa de tomar partido sobre o governo que ora se despede. No entanto, não percebe que a personagem Jéssica sai do Nordeste para tentar ser aprovada na Faculdade de Arquitetura da USP que não é federal e talvez esteja no posto de melhor universidade brasileira por se manter à margem das ideologias de esquerda.
Marcelo Sampaio
Pedagogo – Porto Alegre

A professora Céli Pinto, da UFRGS, ao julgar as perspectivas do governo Temer com base em fotografia de sua posse – “bando de homens brancos, ricos e velhos” –, comete uma tosca simplificação, para não dizer nada acadêmica (ZH, 17/5). Se este for o critério para avaliar os dirigentes de países, Cuba está muito bem e Collor, com toda sua juventude, foi um presidente muito bom.
Astor Eugênio Hexsel
Aposentado – Porto Alegre

Rosenfield se apresenta como professor de filosofia, mas omite seu vínculo com Temer, de maneira que seus textos pareçam neutros quando, na realidade, são comprometidos. Clama contra a corrupção do PT, mas cala, sem nenhum constrangimento, em relação às denúncias envolvendo o governo que agora serve!
Odilon Vianna
Médico – Santa Maria

Foto do leitor

16 de maio de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

O leitor Luciano Minatto enviou, por e-mail, o registro fotográfico do nascer do sol na Praia dos Molhes, em Torres

Sobre ZH

16 de maio de 2016 0

Em outras oportunidades, já critiquei bastante os textos da jornalista Rosane de Oliveira e seus comentários, tendo, inclusive, escrito e-mails formalizando minha discordância com o ponto de vista da colunista. Agora, no entanto, gostaria de registrar que os seus textos de Zero Hora nos dias 11 e 12 de maio foram de extrema lucidez. As palavras da colunista conseguiram fazer uma reflexão clara dos motivos do impeachment e das consequências dele. Em meio a tantas versões distorcidas da realidade que leio, seja em Zero Hora, seja em outras mídias, tenho de dar os parabéns pela análise e pela qualidade da escrita dela.
Roberta Scheffer
Designer gráfico – Porto Alegre

Tocante sem resvalar na pieguice, o texto de Mário Corso (ZH, 13/5) iluminou a plúmbea e aziaga sexta-feira. Este interino já comprovou que pode ser efetivado.
Jacques Nocchi Filho
Aposentado – Porto Alegre

Apesar do cansaço por ler as páginas de Zero Hora, especialmente de alguns de seus colunistas, e, para não se dizer que só se lê o que interessa, eu continuo atento aos artigos do David Coimbra, para minhas renovadas decepções. David parece que não aceita manifestações ideológicas de militantes da esquerda, acha Chico Buarque um apaixonado, assim também centenas de intelectuais e juristas que opinaram contra o impeachment da presidente, além de arvorar-se novo historiador. Tudo reportando-me à coluna dele em ZH de 13/5. Como o ilustre colunista qualificaria líderes e pensadores estrangeiros que avaliam a situação política brasileira? Uma vez que os ideais não apaixonados do David foram alcançados, ele poderia dar uma trégua em respeito aos leitores que continuam perplexos e apreensivos ante os últimos acontecimentos.
Joaquim Inácio Leite Garcia de Vasconcellos
Aposentado – Porto Alegre

Cada vez o caderno Donna me oferece menos opções de leitura. Por que oito páginas, mais a capa, sobre as gordinhas (ZH, 14 e 15/5) – e nada contra elas, pelo contrário –, se o mesmo tema, como diz a própria editora do caderno, já foi matéria um ano atrás? Será falta de assunto?
Cristina Macedo
Escritora – Porto Alegre

 

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16 de maio de 2016 0

SENADOR
Esse senador Waldir Maranhão deve ir pelo menos visitar São Luís, uma cidade Patrimônio Cultural da Humanidade que está caindo aos pedaços. É a cidade brasileira com maior acervo de azulejos portugueses e tem 403 anos. Uma joia em destruição. Maranhão é o Estado mais pobre economicamente do Brasil e ainda, de sobremesa, tem esse senador eleito com um pingo de votos. Assim não endireita o país.
José Valdai de Souza
Médico – Porto Alegre

MINISTÉRIOS
Dizem em Brasília que Michel Temer pensou inicialmente em constituir um ministério de notáveis, como provavelmente quer essa população que saiu às ruas para protestar. Foi atropelado pelos partidos, que condicionaram seu apoio a cargos. É quase inacreditável que não tenham aprendido nada depois de tudo que aconteceu. Políticos em funções técnicas já sabemos no que resulta: cabides de emprego, favorecimentos e corrupção sem fim. E é justamente disso que estamos cheios. Mas esse é o Brasil.
Paulo Jobim
Bancário – Porto Alegre

LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO
No momento em que Michel Temer assume, como interino, a Presidência da República, voltam a ser tratados pela mídia o aumento e a criação de impostos. Os motivos são os mesmos, só que agora com uma boa e grande desculpa. Sou ciente da importância do Legislativo e do Judiciário, mas quando é que ambos vão dar sua contribuição para a redução do custo Brasil? O que me deixa perplexo é presidentes de ambos os poderes dizerem que já deram sua cota de sacrifício para reduzir o déficit de caixa. Entre as alterações que urgem na Constituição, é necessária uma fórmula que limite os poderes do Legislativo e do Judiciário, impedindo-os de legislar em causa própria.
Paulo Sergio Scherer
Aposentado – Imbé

PREFEITURA
A resposta da prefeitura de Porto Alegre às demandas da cidade é sempre a mesma: providências serão tomadas. Esquecem-se de que estão em fim de governo e que não fizeram o que já deviam ter feito. E ainda usam dinheiro público para divulgar o pouco que fizeram. É muito descaramento!
Isacc Sprinz
Médico – Porto Alegre

VENEZUELA
Caso confirmada a retirada do embaixador da Venezuela no Brasil, sugiro que o governo brasileiro corte relações com esta republiqueta ou não aceite novo representante.
Tito Alberto Gobbato
Aposentado – Torres

REPRESSÃO PENAL
O combate à cultura da corrupção no Brasil ainda é um desejo utópico. O aparato institucionalizado para possibilitar a impunidade precisa ser rompido. Esta esperança está sendo agora exercida com a queda da presidente, embora seja bom recordar que quando Collor foi varrido da Presidência em 1992 todos os brasileiros admitiam que chegava ao fim esta espécie odiada de gatunos do dinheiro público. Países desenvolvidos possuem em seu ordenamento jurídico algo que no Brasil ainda é ineficaz : o que previne o crime é a certeza do castigo, é a aplicação efetiva da punição!
Hélio Augusto Hettwer
Cirurgião dentista – Santa Rosa

Sobre ZH

15 de maio de 2016 0

David Coimbra exemplifica a indignação seletiva em sua coluna de Zero Hora em 21 de abril. Ele mesmo diz: “E daí?” sobre Lula homenagear torturadores e ditadores. Não vi uma coluna com o título de “Não vote em Lula” por tal motivo. Coronel Ustra era, sim, um torturador, porém não foram mostrados quem foram os torturados por ele. E nem por quais motivos.
Guilherme Gonçalves
Estudante – Eldorado do Sul

Os leitores do jornal Zero Hora não merecem artigo de tamanha miopia como “A renúncia da ordem democrática à via golpista”, de Adão Villaverde (ZH, 10/5), um parlamentar que faz questão de destacar que também é engenheiro e professor. Engenheiros, alunos e leitores, não se sintam subestimados.
Jair Escobar de Moraes
Capitão da reserva do Exército – Porto Alegre

Acho que todos os pontos de vista devem ter oportunidades de se manifestar, mas o artigo “Quem paralisa o Brasil?”, de Claudir Nespolo, presidente da CUT-RS (ZH, 11/5), extrapolou os limites do bom senso. Por que dar espaço para uma opinião tão fora da realidade, na qual a culpa é sempre dos outros? Por favor, não gastem papel e tinta publicando uma opinião tão fora da curva da normalidade e do bom senso.
Luiz Cesa
Aposentado – Porto Alegre
A edição histórica de Zero Hora de 12 de maio traz oportunidades de refletirmos todos sobre a ilusão do conceito de esquerda e direita. Na seção que revisa os desafios do próximo governo, demonstra-se que a chamada bolsa-empresário consumia
R$ 270 bilhões por ano, em desonerações e em juros diferenciados, na mesma tabela em que o Bolsa Família custava 10 vezes menos. Mas o Dr. Jorge Barcellos, no artigo “O êxtase da direita”, continua a bater na tecla de que o governo petista era de esquerda. Não nos enganemos, assim como devem sumir os conceitos anacrônicos, temos que ter clareza ao ver projetos de poder, como esse que felizmente acaba, e que trouxeram riqueza para
algumas famílias, de líderes da esquerda e amigos.
Renato Soares Gutierrez
Médico – Porto Alegre

Gostaria de ler uma página inteira de Mário Corso, para não ter que ler o que vem depois. Ele consegue fazer nosso dia começar muito feliz com verdades. É amor o que está faltando para nós, brasileiros.
Heloisa Carvalho dos reis
Dona de casa – Porto Alegre

Zero Hora poderia nos livrar dos escritos de Denis Rosenfield. Temos já, em ZH, o Puggina e, agora, estranhamente, o Coimbra, que fazem esse trabalho. E o fazem com textos agradáveis de ler, mesmo quando não se concorda. O Denis não alcança escrever tão gostosamente. Parece mais desgostoso da vida
do que os outros.
Danilo Gandin
Professor – Porto Alegre