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Comentários da página do leitor da edição de sábado (22/08)

24 de agosto de 2015 0

CRISE NO ESTADO
Muitos já sugeriram ações e projetos para amenizar ou solucionar o momento de crises financeira, política, educacional, moral e de segurança que vivemos no Estado, inclusive enxugar setores pouco ou nada produtivos e vender ativos inservíveis. No entanto, se continuarem com essa “grenalização” (como o governador Sartori comentou na apresentação do pacote de medidas), com essa disputa de vaidades e interesses pessoais que vêm afundando nosso Estado nos últimos anos, não iremos a lugar algum. Continuaremos engessados, imobilizados e assistindo ao desfile de misérias cotidianas.
Ramiro Nunes de Almeida Filho
Representante comercial – Porto Alegre

VIOLÊNCIA
Pobre país que perde um jovem como o Jonas, morto em assalto a ônibus na última segunda-feira. O ocorrido representa a derrota daqueles que podem transformar este país jogado às mãos dos bandidos. Representa o descaso com aqueles que brigam para ter um caminho de transformação, de desenvolvimento.
Que respostas dar a sua família? O que dizer àqueles que, como Jonas, se sacrificam para buscar um espaço e serem de certa forma um agente transformador? Fica difícil para qualquer cidadão achar as respostas para seguir adiante neste país que anda de costas para os seus cidadãos.
Pedro Gustavo Carchedi
Diretor administrativo – Porto Alegre

 

SOBRE ZH

paim
O senador Paulo Paim pediu ontem na tribuna do Senado que a dívida do Estado com a União seja revista. Utilizou como argumento a série de artigos Visões do Rio Grande, que vem sendo publicada mensalmente em Zero Hora, com opiniões de empresários, sindicalistas, parlamentares e ex-governadores. Paim também pediu o registro nos anais da casa da página de ZH com seu artigo “Mínimo dever de casa”.

Leia todos os artigos em zhora.co/VisoesDoRS

Comentários da página do leitor dessa sexta-feira (21/08)

21 de agosto de 2015 0

DESPESAS
O governador do RS e o povo deveriam saber que, quando a despesa é maior que a receita, corta-se despesa, como se faz em casa. Ano após ano, independentemente do governo da hora, pregam aumento de impostos para levantar recursos para pagar a folha salarial. Sem contar a defasagem que alguns serviços essenciais apresentam, como na saúde, educação e segurança.
Enquanto isso, os 55 deputados estaduais mantêm seus carros com motorista, subsídios “pra isso e praquilo”, que totalizam um custo superior a R$ 100 mil por deputado. O que eles fazem afinal?
Mário Weber
Administrador – São Leopoldo

É de pasmar que, diante da situação caótica das finanças do Estado, nem o Poder Executivo e menos ainda o Poder Legislativo tomam para si a responsabilidade de pôr um fim aos escabrosos salários dos mais diversos órgãos, sangrando todo mês o nosso Estado. Como um governo que se preze se dá ao luxo de parcelar salários quando deve, em primeiro lugar, acertar os descalabros que se sucedem governo após governo?
Senhores deputados, mais ações e menos balelas políticas. Juntem-se ao Executivo para pôr fim a esse aparelhamento do Estado. Qualquer outra medida sem solucionar essas pendências é impopular, revoltante e vergonhosa.
Dorvalino A. Ceconello
Aposentado – Estação

PROFESSORES
Faço minhas as palavras do leitor Gerson Vial (ZH, 20/8, página 8). Nós, professores, sempre ouvimos que somos desvalorizados, mas, quando lutamos pelos nossos direitos, deixamos de ser.
Ir para uma sala de aula com média de 30 alunos que, na maioria das vezes, estão ali obrigados não é fácil. A escola não é atrativa, está sucateada!
Iaramar Fernandes
Professora – Bagé

POLÍCIA CIVIL
A dificuldade dos servidores policiais com problemas de estrutura para trabalhar, apenas mostrada e ilustrada agora, devido ao parcelamento dos salários do funcionalismo, já é fato corriqueiro desde outros governos.
Sou policial civil aposentado e, desde os tempos das máquinas de escrever, pois entrei em agosto de 1977, já lidávamos com essas dificuldades. Essa é a realidade do serviço público que vem de anos.
Ricardo Aguirre Coelho
Comissário de polícia aposentado – Porto Alegre

INADIMPLENTES
A Justiça deveria autorizar devedores inadimplentes de impostos de serem incluídos nos órgãos de restrições de crédito SPC/Serasa. Seria uma maneira de o Estado e os municípios saírem desta crise financeira.
Lucio José Finkler
Aposentado – Marau
Sobre ZH
VERISSIMO
Quem quiser entender o momento político e econômico atual, tem que ler a crônica de L.F. Verissimo de ontem (“O vácuo”, ZH, página 8). Os manifestantes contra o governo sabem o que não querem (a Dilma, o Lula e o PT no poder), mas ainda não pensaram bem no que querem. A crônica é um retrato fiel do momento dos nossos dias.
Danilo Guedes Romeu
Professor – Porto Alegre

ADOÇÃO
Gostaria de parabenizá-los pela bela e sensível reportagem sobre a agilidade do processo de adoção em Farroupilha (ZH, 16/8, página 23). Ficou muito evidente que é necessário o comprometimento do juiz em cumprir com o dever de assegurar um lar a quem está sob sua responsabilidade.
Por favor, continuem com esse importante
compromisso social.
Maria Berenice Dias
Desembargadora – Porto Alegre

POLÍTICA
Em relação à coluna de Rosane de Oliveira de quarta-feira (ZH, página 12), quero chamar a atenção para que somente funcionários do Executivo estavam terça-feira em frente ao Palácio Piratini, pois somente esses funcionários estão pagando a conta pela crise do Estado. É justo isso?
Se o RS está em crise, todo o funcionalismo, de todos os três poderes, deve pagar a conta.
Clarice Bandeira
Professora aposentada – Porto Alegre

Foto do leitor: quarta na Capital

20 de agosto de 2015 0

Ana Cláudia Kirsch

 

Depois dos dias de veranico, Ana Cláudia Kirsch fotografou a quarta-feira com frio e chuva na Capital

Comentários da página do leitor desta quinta-feira (20/08)

20 de agosto de 2015 0

PROFESSORES
É, no mínimo, curiosa a opinião da sociedade sobre o funcionalismo público, em especial os professores. São quase unânimes em afirmar que o professor precisa ser mais valorizado, que não é reconhecido como deveria etc. Mas, em época de reivindicações, com possibilidade de paralisação, viramos privilegiados, folgados, corporativistas…
Convido os que pensam assim a que assistam um dia de aula em uma escola pública e analisem nossas condições de trabalho, frente às inúmeras atribuições que temos que carregar nos ombros atualmente. E somem a isso um projeto de plano de carreira, elaborado pelo Executivo, que reduz salários e retira direitos legítimos.
Alguém ainda quer fazer concurso para professor?
Gerson Bertelli Vial
Professor – Caxias do Sul

CONDENADOS
Estamos condenados ao pior dos mundos. De um lado, o crime organizado fora do Estado, e, de outro, o crime organizado dentro do Estado. De lambuja, estelionatos políticos, governos irresponsáveis, perdulários, que não medem meios para atingir seus fins. Ainda que isso signifique exaurir a sociedade através de uma carga tributária insuportável.
Carlos Alberto Machado
Empresário – Porto Alegre

POLÍCIA
Interessante e até mesmo contraditória a polícia que, sob o lema de sua campanha “Pela segurança pública de todos”, deixa a população sem atendimento nas delegacias, sem ações preventivas e sem policiamento nas ruas.
José Claudio Stangl Risse
Gerente – Porto Alegre
Sobre ZH
DAVID COIMBRA
Com infelicidade digo que um dia que eu temia chegou. Finalmente, eu não consegui ler uma coluna inteira de David Coimbra. Ao usar o termo “folclore” para definir os ralos defensores da ditadura e alegar que isso é criação dos governistas (ZH, 19/8, página 39), David mostra clara falta de noção com o tipo de movimento nefasto que as manifestações legítimas trazem de arrasto. Ainda guardarei com carinho seus antigos livros de crônicas. Aguardo seu retorno à crônica esportiva.
Pedro CenturiÃo
Professor – Santa Maria

PARALELO 30
Sobre a coluna de Juarez Fonseca (2º Caderno, 15/8, página 5), é inegável que o advento dos festivais, a partir da Califórnia da Canção de 1971, veio propor novos caminhos, estética musical e linguagem poética. A partir de 1981, começa o esgotamento da fórmula “36 músicas concorrendo entre si” em busca de “ajuda de custo” e premiações.
A qualidade das composições começou a cair vertiginosamente, numa espiral repetitiva de acordes, rimas, chavões e “gritedo”.
Parabéns ao autor pela objetividade do texto.
Mário Rossini
Bancário – Porto Alegre

MANIFESTAÇÃO
Chamar quem vai às ruas de adversários do governo e do PT, como citado na coluna de Rosane de Oliveira (ZH, 17/8, página 10), é reduzir tudo a um conflito partidário, ferindo a legitimidade e a isenção dos manifestantes, cuja atividade não é política, mas que pagam impostos sem retorno.
Viriato Pretto
Aposentado – Porto Alegre

Leitor-repórter: obra atrasada em Taquara

19 de agosto de 2015 0

UPA

A divulgadora Esther Dias mora há dois meses em Taquara, mas há tempos já visitava o município a trabalho. Na última semana, resolveu registrar em foto a obra de uma UPA 24h que, segundo a placa informativa, teve a construção iniciada em novembro de 2013 e contava com o prazo de 240 dias para conclusão.

– Vejo que o tempo previsto já passou muito. No final do ano passado, quando era para estar pronta, não tinha nem parede ainda – conta.

CONTRAPONTO | O que diz a PREFEITURA

De acordo com a assessoria de comunicação da prefeitura de Taquara, quando a administração atual assumiu o governo municipal em 2013, o Ministério da Saúde entendeu que a construção da UPA II seria realizada em local impróprio. Portanto, o projeto teve que ser adaptado para nova área, doada pelo Estado do RS.

Além disso, o plano inicial da UPA II não tinha projetos complementares, como os de fundação, estrutural, PPCI, pluvial, cloacal, instalações elétricas e gás medicinal. Houve também um embargo da obra por um morador do entorno da construção. Como a empresa vencedora da licitação teve problemas financeiros no decorrer desse período, a obra se iniciou, efetivamente, em janeiro de 2014. No momento, está em ritmo lento devido aos problemas financeiros da empresa, mas não está parada.

Comentários da página do leitor da edição de quarta-feira (19/08)

19 de agosto de 2015 0

ZH nas Redes
Em assembleia conjunta de mais de 40 sindicatos, realizada na tarde de ontem, servidores do Estado aprovaram greve de três dias. Confira comentários dos leitores no Facebook:

O Estado está quebrado, não tem dinheiro, querem que se faça o quê? Até que recebem em dia está tudo bem. Todo mundo está enfrentando a mesma crise. Se fosse em uma empresa, aos poucos todos estariam demitidos. Agora não é hora de fazer greve, mas de ajudar a sair da crise.
Jair Pereira

Sou servidora pública, professora concursada e, como todos sabem, o RS é o Estado que menos paga ao magistério há anos e, agora, além de não recebermos um salário decente, não receberemos nenhum reajuste até 2018. Nem temos garantia de que receberemos salário. Somos nós que temos que pagar pela “crise” do Estado? Enquanto governador e deputados ganham aumentos exorbitantes, a culpa dessa crise é do funcionalismo? Demitam todos, como dizem alguns comentários, e veremos o que acontece.
Viviane Lopes

Sou professora há 40 anos e já cansei de ser manipulada por um sindicato tendencioso que só se manifesta quando o governo não é do PT. Essa é uma greve visivelmente política. Lastimável! É óbvio que ganhamos pouco, mas devemos lutar com nossas próprias armas, ensinando nossos alunos a serem mais politizados.
Olga Paim

A situação da nossa educação é vergonhosa, com professores sem valorização e alunos sofrendo com isso. Até quando?
Alessandra Conte

Sobre ZH
Referente à última coluna do Juarez Fonseca (2º Caderno, 15/8, página 5), tenho profundas críticas e lamento a falta de clareza e informação do mesmo sobre a temática dos Festivais Nativistas no Rio Grande do Sul. O movimento com certeza passa por todos os percalços vividos por tantos outros segmentos da cultura, ainda mais por se tratar de manifestações espontâneas das comunidades que os promovem, sem nenhum amparo de uma política cultural específica. No entanto, toda e qualquer crítica infundada e sem conhecimento de causa sobre o movimento apenas amplia o pessimismo, refletindo negativamente em apoiadores, promotores e público em geral.
João Bosco Ayala
Músico, compositor e professor de História – Guaíba

Comentários
MANIFESTAÇÕES
As manifestações ocorridas em todo o país são legítimas e demonstram vivermos em um país plenamente democrático. No entanto, por razões legais e históricas, os manifestantes cometem dois equívocos: ao clamar por impeachment, os participantes demonstram desconhecer a lei, haja vista não haver nada, pelo menos até o momento, que responsabilize criminalmente a presidente. Por outro lado, ao pedir a intervenção militar, demonstram desconhecer ou ter esquecido a História. Neste caso, a democracia vai para o espaço.
Delton de Borba
Advogado – Porto Alegre

Perde-se tempo contando o número de participantes nas várias cidades onde foram feitas manifestações no domingo e comparando com eventos anteriores. O que importa é que milhares foram às ruas para manifestar seu repúdio contra esse governo. Pelé tinha razão quando disse que a maioria dos brasileiros não sabe votar.
Carlos Blauth Neujahr
Aposentado – Porto Alegre

Comentários da página do leitor dessa terça-feira (18/08)

18 de agosto de 2015 1

MANIFESTAÇÕES
É digna de pena a meia dúzia de gatos pingados que foram às ruas pedir a volta da ditadura. Obviamente, jamais leram jornais, ou então saberiam que, se Dilma agisse com eles da mesma forma que os generais golpistas agiram, estariam hoje num porão tendo suas unhas arrancadas pela ousadia de se manifestarem contra o governo.
Lauro Becker
Empresário – Porto Alegre

O número de brasileiros envolvidos nas passeatas por todo o país, no domingo, não importa. O que importa de fato é que a população brasileira está desgostosa com o governo. Então, de nada adianta a presidente fazer reuniões com seus ministros para analisar a desgraça que é a sua administração. Se quiser que a aplaudamos, deve peitar o Congresso Nacional, que está de costas para a nação, não realizando as reformas que o povo clama. Estamos fartos de mentiras e de pouca ação.
Lilian M. Mansur
Professora – Porto Alegre

Enquanto o Brasil se divide em antagonismos, aqueles a quem as críticas se direcionam se aproveitam para enterrar assuntos que não deveriam ser enterrados e para votar coisas que não deveriam ser votadas. Uma população dividida tem menos força de reivindicação do que uma inteira.
Vejo, também, muitas palavras de ordem e frases de efeito com pouca reflexão sobre suas implicações morais, políticas e sociais, demonstrando que muita gente precisa se informar. A manifestação é livre, mas deve ser feita de forma consciente.
Mariana Raabe
Professora – Belo Horizonte (MG)

Sobre ZH
ALMANAQUE
Lendo sobre os últimos acontecimentos em Zero Hora, fiz um exercício de imaginação: caso houvesse uma pane no parque gráfico do jornal e saíssem apenas as edições de 30, 40 e 50 anos atrás, mostradas na página Almanaque Gaúcho, o leitor não ia notar a falha, pois nada mudou.
Principalmente nas áreas política e econômica.
Assis Tomaz Monteiro Vieira
Jornalista – Montenegro

Quero declarar meu amor e admiração com o Almanaque Gaúcho. De segunda a sábado, sempre com temas que nos fazem recordar de tudo que já estava meio escondido na nossa memória.
Maria Lurdes Derenji
Aposentada – Canoas

FRUTOS DA CIÊNCIA
Objetivo, claro e oportuno o texto de Cristina Bonorino (PrOA, 16/8, páginas 6 e 7). Cumprimento a pesquisadora que, como seus professores colegas, permanece em um país que não valoriza a ciência. Resistir e enfrentar é preciso!
Georgina Bond Buckup
Bióloga – Viamão

MEDIDAS DESASTROSAS
Nos artigos de Flávio Tavares e Diana Corso, publicados na edição dominical (página 21), percebe-se com clareza os motivos fúteis e as consequências desastrosas de algumas medidas encaminhadas pelo governador, elaboradas com “preciosas justificativas” na tentativa de “salvar” o Rio Grande. Para onde vamos?
Marilene Folli
Aposentada – Porto Alegre

Foto do leitor: ipês em Lajeado

17 de agosto de 2015 0

Ageu Kehrwald

 

Ageu Kehrwald registrou os ipês amarelos colorindo a Rua Tiradentes, em Lajeado.

Comentários da página do leitor dessa segunda-feira (17/08)

17 de agosto de 2015 0

FUNDAÇÃO
No momento em que o mundo inteiro se volta para a valorização da educação, da pesquisa e da melhoria da qualidade de vida do indivíduo, o governo do Estado se coloca na contramão, quando encaminha à Assembleia Legislativa projeto de extinção da Fundação Zoobotânica. Com isso, para surpresa de quem teve a ideia, instituições de pesquisa em nível nacional e internacional, organizações não governamentais e a sociedade como um todo se manifestam apoiando a não extinção dessa Fundação. Como desenvolve um trabalho importante no Estado e como não representa redução da despesa – apenas 0,045% – quais serão os reais motivos dessa medida?
Elisabete Monlleo Martins da Silva
Jornalista – Porto Alegre

AUMENTO DE IMPOSTO
Entendo que o aumento do ICMS deve ser aprovado, afinal, será para remunerar e não parcelar os salários de quem realmente trabalha pela segurança pública do Estado. Por outro lado, vamos deixar de hipocrisia, pois já vivemos há muito tempo pagando impostos e mais impostos no Brasil.
Luiz Jardim
Advogado – Canoas

GOVERNO DILMA
O povo se decepcionou demais com o governo federal. As promessas de campanha, as garantias e os argumentos, nada foi sustentado. O que era prioridade, como controle da inflação, direitos dos trabalhadores, educação, tudo vem se revelando um fracasso. Some-se à crise institucional entre os poderes, aumento do desemprego, greves sucessivas, perda do poder de compra. O combate à corrupção, a luta contra o malfeito, está tendo de ser feita dentro de casa. Logo mais quem vai acabar no meio da sujeira dessa faxina é justamente quem se achava dono da casa.
Geder Parzianello
Professor universitário – São Borja

ZH nas Redes
Milhares de brasileiros protestaram ontem contra a corrupção, além de pedir a saída da presidente Dilma Rousseff. Leitores comentaram as manifestações no Facebook de ZH:

Se querer o bem do país é ser “coxinha”, então eu sou um. Parece que não querem que o país evolua. Estamos andando para trás há 13 anos!
Lucas m. vargas

Continuando assim, esse país nunca vai mudar. Sinceramente, é perda de tempo protestar quando os interesses dos políticos estão à frente da sociedade. Se a manifestação fosse
efetivamente contra a corrupção e os partidos políticos nos três poderes, 99% dos brasileiros certamente estariam lá.
Christian Telles

Sobre ZH
Pela manhã, antes de ver as manchetes do jornal vou direto ler a Rosane de Oliveira. Ela sabe tudo sobre política. Todos os dias, David Coimbra me encanta, assim como Ricardo Chaves, que aviva a nossa memória. Luiz Antônio Araujo nos conta como vai o mundo e o Léo Gerchmann informa sobre a América Latina. Quatro vezes por semana, o Moisés Mendes é o meu cronista escolhido. De 15 em 15 dias, me delicio com a Cintia Moscovich, brilhando. Agora, nos sábados, o 2º Caderno é o primeiro a ser aberto para ler Nílson Souza, o meu cronista poético. E não deixo de ler a Cláudia Laitano e a Claudinha Tajes quando publicam seus inteligentes textos, bem como os lúcidos editoriais. Parabenizo Zero Hora pela excelência.
Themis Groisman Lopes
Psiquiatra – Porto Alegre

Sobre “Os bichos do governador” (ZH, 16/8, página 21): a cada dia que passa, aumenta minha admiração pelo jornalista e escritor Flávio Tavares.
Leatrice Borges Piovesan
Ecologista – São Sebastião do Caí

Como é bom ler uma boa coluna na ZH. Destaco a de Tulio Milman da edição de sábado, com o título “Depois da goleada” (ZH, página 2). Palavras que os leitores entendem facilmente. Parabéns.
Cezar Sidinei da Veiga
Tenente aposentado – Ijuí

Leitor-repórter: travessia sem acessibilidade

16 de agosto de 2015 0

Carlos Justo Paulo

Chamou a atenção do advogado Carlos Justo Paulo a falta de acessibilidade em uma das faixas de pedestres da Avenida Protásio Alves, na Capital. Após as obras na via, um dos canteiros foi concluído sem as rampas para cadeiras de rodas, impedindo a travessia com segurança.

– Faz três meses que terminaram a obra. Em vez de deixarem o espaço para a faixa, fizeram o canteiro alto. Durante a obra, reclamei para quem estava executando e me disseram que aquele era o planejado. Como pode uma obra pública não pensar na acessibilidade? Eu não acredito mais nos órgãos da prefeitura. Concluir uma obra que depois tem que arrumar não faz sentido – reclama o leitor.

CONTRAPONTO | O que diz a PREFEITURA

A Secretaria Municipal de Acessibilidade e Inclusão Social informou que as providências de correção já foram encaminhadas aos órgãos competentes da prefeitura, EPTC e Smov, para pronto atendimento.