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17 de julho de 2016 0

A coluna “Horror no cinema”, de Paulo Germano (ZH, 1º/7), é emblemática do que ocorre nas salas de espetáculos desta cidade, onde acontecem todos os tipos de incômodos àqueles que saem de casa, pagam um ingresso caro e vão a um espetáculo. Não percebem que o direito de comer, beber, acessar celular, esparramar-se na poltrona de um cinema como se estive em casa deve respeitar aqueles que desejam silêncio e paz para assistir à apresentação. Estive em salas nos Estados Unidos e na Europa e nunca passei por nenhuma situação desse tipo. Além disso, os empresários estimulam o consumo de comidas e bebidas nas salas, mas não percebem que estão sabotando o próprio negócio. Afugentam as pessoas que não toleram esse tipo de comportamento. Muitas pessoas como eu deixaram de ir a cinema, teatro etc. pelo incômodo.
Paulo Roberto Chedid
Funcionário público federal – Porto Alegre

A lucidez da Justiça sulista é representada pela juíza Betina Ronchetti no artigo “Quem é a vítima”? (ZH, 14/7) e pelo Dr. Emerson Mota no texto intitulado “Polícia refém” (ZH, 11/7). Quando se questiona sobre a motivação diária dos policiais que se esforçam para nos oferecer segurança, dada a escassez de efetivo, meios e até assistência, sem falar, é claro, nos baixos salários, vem a resposta: capacidade de resiliência, crença no dever e na virtude, nos compromissos de mãos estendidas e na certeza de que as pessoas de bem os enaltecem e torcem para que sempre, ao final, o bem triunfe sobre o mal, para silenciar os perversos que constroem teses e escritos em desfavor da polícia, visando a satisfazer interesses pessoais, conduta tão ou mais perversa do que a do agente que transgride a lei.
Nelson Pafiadache da Rocha e
Paulo Roberto Mendes Rodrigues
Ex-comandantes-gerais da Brigada Militar
O artigo de Stela Farias, do PT, (ZH, 15/7) é o retrato de uma esquerda que não cansa de usar de sensacionalismo apelativo e sem conteúdo. A deputada, bem como os colegas de ideologia marxista, beira o ridículo ao se fazer de vítima oprimida por tiranos, buscando atrair o apoio dos professores como se o PT e os dissidentes não estivessem há décadas na liderança de sindicatos, que nunca visaram à melhoria da educação. Sempre preferiram fazer a defesa de ideologias políticas, dentro e fora da sala de aula. Esses professores têm medo de um projeto de lei que busca impedir que jovens sejam obrigados a engolir os devaneios marxistas de uma meia dúzia de militantes políticos disfarçados de professores. Se não há doutrinação em sala de aula, por que eles não querem que um projeto de lei, que impede essa doutrinação, seja aprovado?
Vinícius Manfio
Engenheiro civil – Frederico Westphalen

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) disse que o afastamento da presidente ocorreu com o apoio norte-americano e de multinacionais. Que a ideia é estender o golpe para o resto da América Latina e realizar privatizações. Seguir a Venezuela, onde falta tudo, deve ser o caminho, então? Tem razão o colunista David Coimbra ao escrever que os petistas não compreenderam ainda o que se passou (ZH, 15/7).
Pedro Fattori
Jornalista – Caxias do Sul

 

Sobre ZH

15 de julho de 2016 0

Lendo a coluna do Leitor na ZH em 1º/7, tive de rir do contraponto do DMLU sobre o descarte de lixo seco. Se houvesse fiscalizações, é claro que as multas seriam aplicadas. Na nossa rua, teríamos de “delatar” (muito na moda) os infratores, nossos vizinhos, que nem perceberam os novos dias de coleta do lixo seco, já que nunca fomos informados. Campanhas e muita informação não surtiriam mais efeito?

Carmen Peña Sommer
Aposentada – Porto Alegre

Grande tema, Janaína (ZH, 11/7). O que temos no Brasil é uma casta de dirigentes distantes do povo e dos três pilares do citado modelo de país desenvolvido – transparência, educação e igualdade. Espero que voltes a escrever sobre este tema tão necessário, fundamental para um país justo.
Carmen Willig Passini
Aposentada – Porto Alegre

Em relação ao texto do leitor Luiz Carlos Peres de Latorre (ZH, 13/7), os Correios esclarecem que os ajustes na prestação de serviços durante os Jogos Rio 2016 foram planejados a partir da publicação de um decreto da prefeitura do Rio de Janeiro (nº 41.867, de 21/06/2016) estabelecendo medidas que irão interferir na mobilidade urbana da cidade. Estão previstos bloqueios de vias, proibição de circulação de veículos de carga em determinados locais, entre outras restrições. Por isso, a empresa precisou definir um plano especial para assegurar a continuidade das operações postais nesse período e minimizar os impactos para os seus clientes. Assim, serviços como Sedex, e-Sedex e PAC serão ofertados, mas com um prazo maior para entrega. As suspensões temporárias de postagens atingirão apenas os serviços de entrega expressa com horário marcado (Sedex Hoje, Sedex 10 e Sedex 12) especificamente na capital do Rio de Janeiro e em sua Região Metropolitana.
Lisandra Helena Lemos Freitas
Chefe de comunicação e imprensa dos Correios no RS – Porto Alegre

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15 de julho de 2016 0

LEI E JUSTIÇA
Sem a força das leis e da Justiça, as forças policiais perdem a autoridade e o poder de polícia no estado democrático de direito. Os esforços são desmoralizados e passam a enxugar gelo contra o crime cada vez mais impune, ousado, armado para a guerra e executor.
Jorge Bengochea
Coronel da Brigada Militar – Porto Alegre

A ÁGUA DE PORTO ALEGRE
Como ficamos em relação ao problema da água em Porto Alegre? A água que, desde criança, aprendemos que é insípida e inodora corre em nossas torneiras com cheiro e sabor fortes e desagradáveis. Não adianta filtrar, o cheiro e o sabor não desaparecem. Ferver, nem pensar, pois ao ferver o cheiro fica mais forte. Até para higiene corporal é desagradável. Causa coceira no corpo e no couro cabeludo. Precisamos comprar água mineral. Quem poderá nos dar uma solução? Assistimos a reportagens e lemos matérias sobre o assunto que não apresentam um diagnóstico, muito menos a solução.
Aríete Pinto dos Santos
Aposentada – Porto Alegre

CONTRIBUINTE
Não há nada de contribuição no dinheiro que nos é retirado por coerção pelo governo. Somos meros pagadores de impostos, não queremos contribuir para superfaturamentos de obras, nem para aumento salarial da realeza tupiniquim. Ao me identificar como contribuinte, o governo (seja qual for) acha que estou de acordo em contribuir para a precarização dos serviços ou com os altos salários pagos aos parlamentares para legislarem sobre o que é família, sobre o que as crianças devem ser ensinadas (ou doutrinadas), sobre quem deve ser obrigado a adotar um animal etc.
O governo impõe leis de cima para baixo, sem perguntar o que a população pensa. Acham que somos cordeiros que têm a obrigação de ir votar a cada dois anos e que terminam a participação civil ao eleger (ou não) um candidato. Então, eu peço que você pare de se chamar de contribuinte.
Mario Aguiar
Estudante – Porto Alegre

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
Acompanhamos a situação financeira do Rio Grande do Sul e ouve-se que não há recursos financeiros para cumprir obrigações básicas: salários, saúde e educação. A culpa é dos maus e negligentes gestores anteriores, que não souberam administrar o governo, gastaram mais do que arrecadaram e prometeram aumentos sem ter dito de onde viria a receita. Existe um órgão chamado TCE, que deveria fazer a fiscalização dos abusos e gastos excessivos que comprometiam a situação do Estado. Não se viu nenhuma reprovação de contas dos antigos gestores pelo TCE. Isso demonstra que, se extinguirmos o TCE, não perderemos nada, pois só serve de cabide de emprego. O TCE deve ao contribuinte gaúcho uma explicação pela atual situação financeira do RS e também pela inoperância de fiscalizar as contas do Estado.
Luiz Gonzaga Fernandes
Engenheiro – Novo Hamburgo

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14 de julho de 2016 0

AUMENTO DE IMPOSTOS
Não seria muito mais conveniente, antes de criar um novo tributo ou aumentar um já existente, criar uma força-tarefa judicial para agilizar a repatriação de todos os valores desviados para fora do país ilicitamente? Com certeza, iria suprir todas as nossas deficiências financeiras.
Ildo Lange
Industriário – Panambi

VOTO CONSCIENTE
Não tenho partido político, tampouco defendo o atual ou governos que passaram. No meu entendimento, enquanto o país não retomar o rumo da educação, honestidade e respeito ao povo, não vislumbro melhora na política, na economia, na saúde ou em qualquer outro segmento. O povo tem que ir para a rua, assim como fomos para as Diretas Já. Temos que estar atentos com o que está vindo por aí. Todo cuidado é pouco. Sinceramente, não vejo solução que passe por algum partido político, todos possuem suas nuances e acordos como coligações.
O povo e somente o povo poderá um dia salvar o Brasil, através do voto consciente. Pensem nisso.
Mário Luiz Oliveira Gonçalves
Aposentado – São Leopoldo

OLIMPÍADA DA DOR E DA FRUSTRAÇÃO
Nada tenho contra os cariocas, que já sediaram a capital da República antes de Brasília. O fato geográfico é que o Rio de Janeiro continua sendo a cidade maravilhosa que fica de frente para o mar, porém sempre de costas para o Brasil. É nesse reduto de praia e calor que em breve serão realizados os Jogos Olímpicos. Com a licença de todos, prefiro chamá-
los de Olimpíada da Dor e da Frustração. Um país como o Brasil, que há anos amarga uma das mais graves crises econômicas, políticas e morais de sua história, que coleciona uma seleção de políticos irresponsáveis liderados pelo ex-presidente Lula, capitão da desgraça, promove evento bilionário num ambiente melancólico e deprimente. É inaceitável para qualquer cidadão que ame esta nação aceitar posar de país rico, concordando com o desperdício de milhões de reais tomados da população.
Claudio Biasio
Representante comercial – Caxias do Sul

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14 de julho de 2016 0

Parabéns à equipe de “Dinheiro pelo bueiro”, esta maravilhosa colaboração para Porto Alegre (ZH, 12/7). Acredito ser este o melhor caminho para um grande jornal: cuidar das coisas da sua região. Não há como confiar nas instituições públicas. Estão corrompidas, em todos os níveis. Só a imprensa livre e atuante pode ajudar.
Sérgio Tostes de Escobar
Produtor rural – Porto Alegre

Nobre deputado Fontana: belo artigo (ZH, 12/7). Uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva para a necessária reforma política é tudo o que os brasileiros querem e precisam. Todavia, fazer-se uma consulta popular, via plebiscito, para tal é desgastar o tema e manipular o povo. Não há necessidade. Quanto à questão da sonhada reforma ser referendada após sua elaboração, tal providência não tem o menor sentido, pois se a Carta foi escrita pelos representantes do povo, o povo já se manifestou. Um referendo seria nova forma de manipulação da sociedade. O que se precisa é vontade de fazer-se a reforma política, fazê-la por pessoas capacitadas e promulgá-la. Ficam implícitos os requistos descritos por V. Excelência: constituintes eleitos e impedidos de se candidatarem a cargos eletivos (talvez por mais tempo do que os cinco anos sugeridos).
Hugo Samuel Alovisi
Advogado – Passo Fundo

Vejo o artigo de ZH em 12/7 como mais uma manobra típica de quem não tem noção do que o povo quer. Ficaram por maléficos 13 anos no governo e nada fizeram. Dilapidaram o bem público. Agora vêm com palavras de efeito para tentar ficar no poder e receber altos soldos. Espero que o povo mostre para essa quadrilha nas próximas eleições o que pensa desses 13 anos de desgoverno. Se isto não acontecer, lavo minhas mãos e viro PT.
Marino Ferrari
Aposentado – Porto Alegre

Ótima a coluna de Carpinejar (ZH, 12/7). A favor. Vamos fazer um abaixo-assinado: de hoje em diante, é necessária carteira para conduzir guarda-chuva. Kkkkk
Tissiana Mara Ramos
Nutricionista – Canoas

Sobre ZH

13 de julho de 2016 0

O colunista Paulo Germano escreveu: “Jamais, em hipótese alguma, ouse pensar por conta própria. Se você for de esquerda, por exemplo, nunca desconfie dos dogmas da esquerda, e, se por acaso for de direita, nem pense em contestar o que prega a direita”. (ZH, 8 e 9/7). Discordo. Frontalmente. Então, não devo usar meu livre-arbítrio? Preciso me conformar e seguir regras heterodoxas? Devo justificar malfeitos que pratique por serem menores do que os de líderes desonestos?
Jayme José de Oliveira
Aposentado – Capão da Canoa

Concordo com Paulo da Silva (ZH, 11/7). É uma lei imbecil a que acha que vai diminuir acidentes com faróis acesos. Imagina, no verão, todos os faróis ligados.
Airton Maciel
Motorista – Taquara

Carpinejar, parabéns mil vezes pela crônica “Autoescola para condutores de guarda-chuva” (ZH, 12/7), que li sorrindo. Entre tantas notícias ruins, uma descontração logo pela manhã é tudo de bom. Quem é gênio, de guarda-chuva faz uma crônica fantástica.
Maria Lurdes Derenji
Aposentada – Canoas

Indispensável louvar a sensibilidade e a tenacidade do Tulio Milman, que, há muito tempo, dá voz e vez às crianças invisíveis que se encontram encarceradas em abrigos à espera da adoção. Graças à atenção que ele e a própria Zero Hora dão à matéria, pela primeira vez foi instalada uma comissão na Assembleia Legislativa para discutir o tema, envolvendo os agentes públicos responsáveis por essa questão ainda tão vulnerável.
Fiz questão de proceder à entrega de um dossiê, com todas as colunas e as reportagens da Zero Hora sobre a adoção ao presidente da Comissão da Família. É a mídia cumprindo a sua função primordial.
Maria Berenice Dias
Advogada – Porto Alegre

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13 de julho de 2016 0

REVOLUÇÃO DOS PALHAÇOS!
Só uma “revolução dos palhaços” pode transformar o Brasil em uma nação. Quem trabalha, semeia e produz tem de colher os frutos, não o bando de picaretas sanguessugas enraizado em Brasília e com ramificações em todo o país. A insegurança é fruto do populismo barato, enrustido na corrupção. A revolução tem que exigir reformas: reforma tributária, com criação de um imposto único sobre o consumo; reforma política, com redução de partidos e implantação do voto distrital; reforma trabalhista, com liberação de contratos; reforma da Previdência, com contribuição de 40 anos para todos e fim do fator previdenciário; reforma fiscal, limitando em 30% os gastos com pessoal; reforma do Judiciário, com fim das indicações políticas; reforma prisional, em que o preso tem de trabalhar no mínimo oito horas por dia; reforma do sistema bancário, com fim da agiotagem oficial. E investir 30% do PIB em educação.
Paulo Norberto Brandt
Empresário – Santa Maria

CORREIOS
O serviço dos Correios no Brasil é de fundamental importância. Como podem suspender o
Sedex 10 e o Sedex devido aos Jogos Olímpicos? Tiveram quatro anos para realizar um planejamento adequado. O que escolheram? Cancelar serviços. Falta de capacidade para resolver problemas. Não é à toa que enfrentamos administrações com zero vontade de resolver questões fáceis de organizar. Bastam competência, capacidade e responsabilidade. Mas as escolhas de chefias são feitas como? Quem administra quem?
Luiz Carlos Peres De Latorre
Aposentado – Torres

LAVA-JATO
Imaginem toda essa grana que foi roubada do povo brasileiro nos últimos tempos! Daria para investir em saneamento, rodovias, saúde, habitação, etc., tornando o Brasil um país de Primeiro Mundo. Mas, infelizmente, isso somente é um sonho, porque os quadrilheiros serão presos, mas o verdadeiro total roubado não será resgatado e restaremos na penúria por muitos anos.
João Alberto Antunes Ourique
Advogado – São Luiz Gonzaga

Foto do leitor

12 de julho de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Carlos Eduardo Rocha Soares registrou o amanhecer gelado na praia do Cassino, em Rio Grande

Sobre ZH

12 de julho de 2016 0

Lamentável a manifestação do senhor Fernando Ramos (ZH, 1º/7) referente a opiniões de militares aposentados. Esse cidadão, que se diz produtor cultural, não demonstrou ser compatível com sua área. Não sou favorável ao retorno de governos militares, mas foi no governo militar que houve grandes realizações, como a construção de rodovias, pontes e hidrelétricas, tudo sem propina e corrupção. Os militares não são máquinas, são seres humanos, iguais a outros profissionais, com sentimentos familiares, com conhecimentos pedagógicos e visibilidades do mundo real. Portanto, são habilitados a darem opiniões sobre vários segmentos do país.
Antonio Oliveira dos Santos
Militar reformado – Santa Maria

Paulo Germano (ZH, 7/7) encontrou muitos culpados para o assassinato do PM Luiz Carlos Gomes da Silva Filho. Menos, ou em plano secundário, o autor dos disparos que o vitimaram.
Felipe Rauen
Aposentado – Porto Alegre

Desejo cumprimentar Léo Gerchmann e Félix Zucco, excelentes jornalistas, que realizaram a ótima reportagem sobre a Venezuela (ZH, 9 e 10/7). Espero que a dor e a desesperança dos venezuelanos possam ter sido apreendidas pelos brasileiros que, a despeito do que estamos vendo e vivendo no país, continuam perturbando o presidente interino, esquecidos de que estamos em situação perigosa causada pela presidente e seu séquito de corruptos.
Carlos Alberto Morais Cava
Advogado – Porto Alegre

Parabéns, Janaína. Apoio e endosso tua sugestão (ZH, 11/7). Será o começo de uma grande transformação no país! É o cúmulo da indecência a quantidade de regalias e salário indireto que os três poderes desfrutam no Brasil. Começar pelo Legislativo sim, mas Executivo e Judiciário devem ser depurados após…
Lúcia Tostes Mottin
Dentista – Porto Alegre

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12 de julho de 2016 0

A chama que não me atrai
Como gostaria de comemorar a passagem da Tocha pelo Estado. Como queria falar para os pequenos da importância desse símbolo para o mundo. Mas a situação pela qual o país passa impede de me manifestar positivamente. É uma das piores crises econômicas e políticas que presenciei. A situação piorou depois da passagem da Copa do Mundo em 2014 e culmina com a Olimpíada.
Alda Pegoraro Roeder
Dona de casa – Nova Prata
Sobreviver é Prioridade
Circula pelos meios de comunicação a notícia da abordagem do soldado Luiz Carlos aos criminosos. Surgem opiniões de especialistas sobre o caso afirmando que “a regra é agir para sobreviver”. O que se entende: que o certo seria atirar mais de uma vez. Me pergunto: e se o policial tivesse matado esses meliantes? Viriam mil e um especialistas afirmando que o policial agiu mal. Descambamos para um caminho em que o que era certo torna-se duvidoso e o que era errado está virando normal. Vivemos em um país em guerra, onde se mata por coisas banais. Gastam-se milhões e milhões em Copa, Olimpíada, futebol etc, enquanto hospitais estão superlotados, o número de policiais é baixo, a educação está em declínio. Nem quero imaginar nosso futuro!
Anderson Pivoto Mello
Professor – São Borja

Crise na segurança
Sabe o que acho ridículo e sem lógica no país? Quando um trabalhador de uma empresa morre em acidente de trabalho, vem Ministério do Trabalho, Polícia Civil, Ministério Público, imprensa etc. e o mundo cai em cima da empresa. Dão-lhe multas, exigem mais segurança para os trabalhadores. E o que acontece quando morre um policial? Nada. Dizem que foi um erro dele. Onde estão Ministério do Trabalho, Polícia Civil, Ministério Público etc.? Por que não cobram melhores condições de trabalho? Por que não cobram do governo como cobram da iniciativa privada? Por que o governo não paga multa? Por que ninguém do governo leva processo na Justiça? Por que não exigem melhorias de equipamentos como armas, coletes e etc.? Realmente não entendo. Vergonha!
Luiz Alberto Sgarbossa
Engenheiro mecânico – Caseiros