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Foto do leitor: Lago São Bernardo

09 de abril de 2015 0

são francisco de paula

 

Ângela Duarte de Lima fotografou as árvores no Lago São Bernardo, em São Francisco de Paula. 

Confira os comentários da página do leitor de terça-feira (07/04)

09 de abril de 2015 0

SEGURANÇA NOS BANCOS
Por que os bancos guardam volumes consideráveis em seus caixas eletrônicos disponíveis à noite? Seria para atrair os assaltantes? Penso que grandes empresas e clientes jamais fazem grandes saques nesses horários. Talvez fosse uma medida sensata fechar os caixas pela madrugada ou abastecê-los com volumes nada atraentes.
Paulo Zenni Araujo
Professor – Porto Alegre

O custo para manter dois seguranças nas agências, em cabines blindadas, é mais alto do que o valor perdido pelos bancos nos assaltos? Acredito que é preciso pensar em como coibir a ação dos ladrões, investindo na segurança das agências que têm caixas eletrônicos. Assim, os crimes diminuiriam.
Enedina Camargo
Aposentada – Porto Alegre
SOBRE ZH
Sensacional a coluna “Meus velhos”, de Fabrício Carpinejar (Donna, 5/4, página 28). Esse é o trato que tenho dedicado aos meus pais. Sabemos que o amor que temos por aqueles que nos deram a vida logo poderá esbarrar no dia final e a única certeza que desejo que eles levem é que o nosso amor é incondicional.
Alexandre Luís da Silva
Advogado – São Leopoldo

Sobre os artigos de Regina Becker Fortunati e Norton F. Corrêa, publicados na página 21 da edição de sábado de Zero Hora.
Lendo a página, fiquei estarrecido ao ver artigos discriminatórios de uma deputada estadual e de um antropólogo defendendo suas opiniões ou crenças. Uma, cujo marido, prefeito de Porto Alegre, perdeu seu secretário da Saúde por falta de investimentos, enquanto criava uma secretaria para proteger animais. Outro, doutor antropólogo, classifica como racistas a Igreja Católica, os imigrantes judeus, alemães e italianos, e os gaúchos, que ajudaram o Estado a crescer antes de ser destruído por administradores incompetentes. Enquanto isso, as promessas mentirosas imperam.
Flávio Luiz Seibt
Médico – Venâncio Aires

Missão ZH: #minhaPascoaZH

06 de abril de 2015 0

Além das celebrações religiosas, a tradicional colheita da macela e a figura do coelho marcaram o
feriado de Páscoa de alguns leitores, que compartilharam seus momentos com a tag #minhaPascoaZH.

manocampos

@manocampos

nanymayer

@nanymayer

 

psiiu_carol

 

@psiiu_carol

 

m.mariab

@m.mariab

 

Comentários da página do leitor dessa segunda-feira (06/04)

06 de abril de 2015 0

EDUCAÇÃO
Tomara que Renato Janine Ribeiro dê o exemplo no Ministério da Educação e faça o que precisa ser feito: um trabalho exemplar, dando ao dinheiro público o destino do bem comum, em um gabinete enxuto, com o máximo de produtividade e atento ao mérito dos que o cercam. No paraíso das sinecuras, será um grande começo.
Lúcia Tostes Mottin
Dentista – Porto Alegre

LARGO DOS AÇORIANOS
Curioso o fato de que, quando precisamos fazer a poda de árvores por motivo de segurança ao nosso patrimônio, devemos recorrer a departamentos burocráticos e esperar, em alguns casos, mais de um ano pela autorização, para não cometermos um dos crimes previstos na Lei 9.605/98. Agora, a prefeitura de Porto Alegre, de forma ágil, seca o lago do Largo dos Açorianos para sua revitalização, sem ter o mínimo de cuidado com a fauna lá existente de peixes nativos. A desculpa dada pela SMAM não justifica nem isenta de crime contra a fauna, uma vez que está sujeita à mesma lei. Fica aqui a pergunta: o que é o certo e o que é o errado?
Fernando Leke
Administrador – Piratini

 

SOBRE ZH
Sobre “O Sacrifício de Animais no Batuque”, de Norton F. Corrêa (ZH, 4/4, página 21).
Agressiva, inoportuna e inadequada a afirmação em seu artigo, onde saliva seu veneno contra a lei de autoria da deputada Regina Fortunati na questão da proteção aos animais, trazendo uma suposta preocupação com a força da comunidade judaica no trato desse assunto. Fico a pensar a serviço de quem estará o articulista, desviando-se da questão que tentava analisar. No passado, já se usou muito essa estratégia discriminatória, tendo como consequência a morte de milhões de inocentes. Contra inverdades como essa, certamente as forças da comunidade judaica estarão sempre atentas no sentido de não permitir que se repitam.
Zalmir Chwartzmann
Presidente da Federação Israelita do RS

Revoltante, preconceituoso e tendencioso. Acusa o nosso Estado de ser o mais racista e ofende a literatura e os escritores gaúchos. Não o bastante, alega, de forma desonesta e criminosa, a “repressão ao batuque pela Igreja Católica”, além de caluniar as colônias alemã e italiana do RS. Como gaúcho, me sinto profundamente ofendido!
Gustavo Curia
Professor – Porto Alegre

 

Fotos do leitor (sábado, dia 04/04)

05 de abril de 2015 0

André Machado

André Machado registrou Bruna Schutt Nicolai mostrando o pôr do sol da Capital a seu filho, Bernardo.

 

Ricardo Capilheira

Ricardo Capilheira, de Uruguaiana, fez registro do pássaro no aeroporto de Rivera, no Uruguai.

 

MARIO ANTONIO MEZZOMO

Mario Antonio Mezzomo, de Porto Alegre, fotografou a orquídea que cultiva em sua casa.

Confira os comentários na página do leitor deste sábado (04/04)

05 de abril de 2015 0

POLÍTICA
Toda vez que ouço alguém dizer que não gosta de política, respondo: tem quem goste. Por não termos uma cultura política no Brasil, os interesses partidários estarão sempre acima dos interesses do povo. Cito um exemplo, entre outros tantos: a permanência de Juvir Costella na Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer, que, apesar de sua postura, será mantido pelo governador Sartori. Se saísse do posto, o deputado Ibsen Pinheiro retornaria para a suplência, o que contraria os interesses do PMDB e do governador. Quanto aos interesses do povo, bem, esses que esperem. É assim que a coisa funciona. Em todos os partidos que assumem o poder. E isso é um fato.
Assis Tomaz Monteiro Vieira
Jornalista – Montenegro

LARGO DOS AÇORIANOS
A justificativa da prefeitura de Porto Alegre para a morte de peixes causada pela secagem do lago no Largo dos Açorianos está no fato de não poder separar as espécies nativas das exóticas. Acho fraca a explicação. É como matar o doente porque a cura está difícil. Não podemos continuar nessa simplificação, principalmente quando se trata do meio ambiente. Será que não é possível, mediante uma rede adequada, fazer essa seleção antes da secagem do local?
Darcy Francisco Carvalho dos Santos
Economista – Porto Alegre

INSEGURANÇA
Ao ler a matéria de que um posto de gasolina foi assaltado duas vezes em uma mesma noite, não pude deixar de imaginar que, em um futuro próximo, teremos filas de assaltantes fazendo sorteio para estabelecer a ordem de assaltos ao mesmo estabelecimento. É tão crescente a falta de policiamento e sistemas de segurança pública, que esta situação em breve será presente a todos os cidadãos. Hoje, eu só leio e ouço notícias de cortes de gastos: faltam saúde, educação e segurança. Já estou com saudade do governo anterior, que de nada se queixava e o Estado continuava andando.
Gilmar Darlei Moreira
Economista – Porto Alegre

 

SOBRE ZH
Sobre o artigo de Esther Pillar Grossi (ZH, 03/04, página 21), é possível, sim, a reconstrução do ensino no país. Em vez de diminuir a maioridade penal para 16 anos, por que os senhores do poder não transformam isso para acolher nossas crianças com uma educação adequada? Investimentos como esses não dão votos, mas diminuem a ignorância da população e aguçam a inteligência.
Rejane Wagner
Psicóloga – Porto Alegre

ZH e você: Páscoa solidária

03 de abril de 2015 1

Beatriz Azevedo Souza dos Santos

 

Há cinco anos, Janice Ficanha, de Gravataí, resolveu dedicar um pouco de seu tempo para ações especiais em datas comemorativas, como Páscoa, Natal e Dia das Crianças. Segundo a leitora Beatriz Azevedo Souza dos Santos, que encaminhou a imagem acima para Zero Hora, o gesto influenciou outras pessoas e, assim, surgiu a Galera do Bem.

– Reclamamos quase que diariamente de nossos políticos, mas não cobramos, de nós mesmos, atitudes para algo positivo acontecer. Se cada um de nós fizer um pouco, teremos um lugar melhor para viver – diz.

O grupo é composto por cerca de cem pessoas que se mobilizam para confeccionar e distribuir presentes. Para esta Páscoa, foram preparados 600 kits com chocolates e balas que serão entregues em dois bairros de Gravataí.

– Tenho certeza de que este não é o único exemplo de solidariedade que existe, mas quis compartilhar para que continuemos acreditando no ser humano – conclui Beatriz.

Confira os comentários da página do leitor dessa sexta-feira (03)

03 de abril de 2015 0

POLICIAMENTO
Não acredito que sejam necessários mais policiais. Precisamos que os delinquentes, assassinos e ladrões continuem presos. E esse trabalho já é realizado pelos policiais, que, apesar da dificuldade imposta por nossos governantes, conti-
nuam de cabeça erguida. Do que adianta prender os bandidos se a lei manda soltá-los?
Andre Aloisio Wobeto Ribeiro
Empresário – Porto Alegre

MAIORIDADE PENAL
Quem é contra a maioridade penal aos 16 anos (penso que deveria ser aos 14) não está se colocando no lugar da vítima. Mas, em breve, muitos mudarão de ideia, pois logo serão vitimizados por esses ditos “jovens”, que vêm em uma crescente geo-
métrica. Depois, não adianta reclamar da polícia.
Roselia Liege da Silveira
Funcionária pública – Porto Alegre

O Código Penal vigente data de 1941, com “maioridade penal” fixada na idade de 18 anos. Ora, mais de 70 anos se passaram e hoje um sujeito de 14 anos é mais esperto e consciente do bem e do mal do que os jovens adultos daquela época. Portanto, a inimputabilidade de menores de 18 anos, hoje, é um gritante anacronismo. A lei penal visa proteger a sociedade, não reformá-la ou reformar as pessoas. A sociedade, cheia de famílias assim enlutadas em todos os quadrantes do país, clama pela “maioridade penal” aos 16 anos.
Ismael de Oliveira Façanha
Advogado – Porto Alegre

EVENTOS
Está mais do que provado que o Brasil não tinha condições de realizar a Copa do Mundo, nem tem para fazer a Olimpíada que virá. Um governo (ou desgoverno), que nos últimos quatro anos já sabia do rombo financeiro que havia sido deixado, se fosse coerente e sábio, jamais faria tal evento sem dinheiro no bolso.
Roberto Grapiglia
Empresário – Bento Gonçalves

PARDAIS
Transformaram a ERS-239, no trecho entre o pedágio e Parobé, em uma armadilha para os motoristas, com pardais desativados, mas não recolhidos ao almoxarifado, e com outros que o Daer classifica como “discretos”, mas que na verdade são inacessíveis à visualização. Adicione-se a estes os radares móveis, coincidentemente nos locais onde os motoristas não têm condições de reduzir drasticamente a velocidade, sob pena de causarem graves acidentes, como engavetamentos. A quem devemos recorrer para nos livrar da ambição do Estado?
Paulo F. M. Pacheco
Cirurgião dentista – Taquara

 

SOBRE ZH

No artigo “O estelionato da PEC 171/93” (ZH, 02/04, página 33), a autora diz ser um erro colocar menores infratores atrás das grades, afirmando que se deve propiciar mais acesso à educação e ao emprego a esses jovens. O Brasil aumentou essa oferta nos últimos anos para a sua população e a violência aumentou. Não há uma inconsistência?
Luis Sérgio Mirapalheta Lucas
Microempresário – Porto Alegre

Concordo com os leitores que cumprimentam Zero Hora por ter em seu quadro jornalistas como Verissimo, Moisés Mendes, Flávio Tavares, David Coimbra e Rosane de Oliveira. Na edição de ontem, muito bom o editorial que condena a diminuição da maioridade penal.
Miriam Zeltzer Fialkow
Professora – Porto Alegre

Comentários da página do leitor desta quarta-feira (1º/04)

01 de abril de 2015 0

TRANSITÓRIO
Deve haver uma confusão entre transitório e permanente no governo atual e nos anteriores. Em 1998, foram majoradas as alíquotas de Imposto de Renda das pessoas físicas em 10% por força das enchentes da época. Então, era para ser transitória a elevação da alíquota máxima de 25% para 27,5%. No entanto, assim ficou até hoje. Agora, o governo vem com a conversa de que o ajuste fiscal proposto no congresso é transitório. Ora, ora…
Pedro Cesa
Contador – Tramandaí

PARQUES PÚBLICOS
Na Capital, nossos parques, que eram denominados “áreas de lazer”, foram destinados ao uso dos desocupados para assaltos, prostituição, comércio de drogas e locais de acampamento. É o retrato da falta de política pública, uma vez que os que ali habitam deixam de ser ressocializados e inseridos em novo contexto, ensinados ao trabalho e a produzirem seus meios de sobrevivência.
Claudiomar Freitas Vieira
Aposentado – Porto Alegre

OPINIÕES
Com o surgimento das redes sociais, abriu-se um espaço na internet para que qualquer cidadão possa expressar livremente sua opinião, criticar e elogiar. Enfim, o leitor pode até interagir com jornalistas de diversas áreas. No entanto, alguns colunistas ainda não se acostumaram com os novos tempos. É visível um certo ranço, um desconforto desses profissionais com tantos cidadãos comentando assuntos nas suas áreas de atuação. Os novos tempos exigem mudanças nas mentes e um pouco de humildade.
José Luiz soares
Representante comercial – Santa Rosa

SENADO
Fiz uma visita ao Senado Federal, no dia 19/3 (durante sessão deliberativa), que me provocou extrema revolta. Embora o painel acusasse 61 senadores presentes, só havia um dirigindo a sessão, apenas preocupado com seu notebook e seu celular, e outro discursando (não sei para quem). No restante, o plenário estava completamente vazio, sem a presença de um senador sequer.
Pagamos milhões por mês para que os parlamentares registrem presença no plenário e saiam para atender seus interesses. É uma vergonha.
Vitor Guerra Sporleder
Contador – Porto Alegre

 

SOBRE ZH

Como assinante, venho acompanhando as matérias de Zero Hora a respeito dos escândalos de corrupção. Percebo uma linha editorial que só se ocupa com aqueles que envolvam os governos petistas. E o mensalão tucano? O trensalão? O caso HSBC, além de outros? Nem mesmo são mencionados em artigos do caderno PrOA.
César Dorneles
Professor aposentado – Porto Alegre

Zero Hora é sempre bem-vinda, eclética, presenteando seus leitores com reportagens inteligentes e variadas, que somente nos acrescentam. Todavia, o dia mais ascendente em inteligência e luz é o sábado, quando temos o caderno Vida e a chance de nos deliciarmos e aprendermos com os sentimentos, cultura e histórico de vida impressionantemente sábio do doutor J.J. Camargo. Suas crônicas transcendem em grandeza ao trazerem histórias que o conduziram a salvar vidas.
pedro montezuma pacheco prates
Advogado – Porto Alegre

Comentários da página do leitor desta terça-feira (31/03)

31 de março de 2015 0

HIPOCRISIA
Pertencer à raça humana implica conviver diariamente com o que ela tem de pior: burrice e hipocrisia, sobretudo esta última. Quantos dos que esbravejam contra a corrupção têm ou sabem de parentes, conhecidos ou empregadores que estão envolvidos em questões ilícitas e não os denunciam? Parece que só os políticos devem ser santos, podendo o restante da população fazer o que quiser. Decididamente, para mim, a classe política é o espelho da sociedade, que mais reclama por não se beneficiar da corrupção do que é efetivamente contra ela.
Lauro Becker
Empresário – Porto Alegre

AJUSTE FISCAL
O ajuste fiscal é mais um aumento insano de impostos, em geral para extorquir ainda mais o proletariado, o aposentado, o assalariado, o autônomo, o produtor rural, o minifundiário e todas as classes produtoras do Brasil. Esta infâmia é para acobertar os vários bilhões de reais utilizados em atitude enganosa para saciar a sede de poder e a fome de dinheiro de alguns.
Milton Munaro
Advogado – São Leopoldo

ENERGIA
Assistindo ao jogo do Grêmio no último domingo, às 18h30min, fiquei pensando: quanta energia gasta inutilmente. Todos os jogos poderiam ser feitos à tarde, com a luz solar. Até mesmo jogos durante a semana poderiam ser mais cedo. Já foi provado que, mesmo em dia útil, os jogos à tarde levam muita gente aos estádios. A natureza já faz tempo que nos dá o recado.
Moacir Piamolini
Funcionário público – Porto Alegre

FINANCIAMENTO
Financiamento público para campanha é outra sacanagem ao contribuinte. Imagine-se pagando por uma festa para alguém, sem ao menos participar da mesma. Pior, este alguém, uma vez eleito, montará uma equipe de até cem pessoas para se perpetuar no poder, porque entrar para a política no Brasil é um excelente negócio.
Luiz Bavaresco
Aposentado – Nova Prata

SOBRE ZH
Em época de jogos com torcida mista, o jornalista Moisés Mendes faz questão de pertencer à torcida organizada do Brasil. São aqueles que agitam suas bandeiras, mas só conseguem enxergar bem a metade do campo.
João Luiz Couto Anzanello
Médico – Porto Alegre

O advogado Sebastião Paixão Jr., em seu artigo (ZH, 30/03, página 25), só esquece que, entre as empresas que elegem os membros do Congresso Nacional, há as que sonegam impostos, especulam com dinheiro sem criar empregos, acordam cartéis, emperram a modernização, corrompem funcionários e órgãos do Estado e causam prejuí-
zo econômico, social e humano ao país. Quando os congressistas votam emperrando a reforma política, nos sobra esperança (tênue) no Judiciário.
Júlia Müller
Professora – Porto Alegre