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Comentários da página do leitor desta terça-feira (02/06)

02 de junho de 2015 0

Confira os comentários publicados na página do leitor da edição impressa:

FINANCIAMENTO PRIVADO
O financiamento de empresas privadas para campanha política é a mais explícita e vergonhosa “compra” de interesses, abrindo as portas para a corrupção. Alguém poderia indicar outro motivo para acontecer? Não seria mais salutar se os referidos financiamentos fossem canalizados para instituições beneficentes?
Valdir Artur von Mühlen
Advogado – Porto Alegre

TRANSPORTE PÚBLICO
Moro perto do Hospital Conceição e trabalho perto da Avenida José de Alencar, em Porto Alegre. Há dois anos, vendi meu carro e passei a utilizar a linha T7, com vantagens para mim, para o trânsito, para o ambiente da cidade e, penso eu, para os cofres das deficitárias empresas de ônibus.
A partir da implantação do binário da Avenida Praia de Belas, a linha T7 foi encurtada, o que vem me forçando a retomar o uso do automóvel.
Não seria mais inteligente a EPTC fazer exatamente o inverso, ou seja, em vez de encurtar o trajeto, alongá-lo, aumentando o número de usuários dessa linha e, por consequência, a
arrecadação de uma empresa que alega ter dificuldades financeiras para prestar um transporte
de melhor qualidade?
Luís Fernando Spolaor
Cirurgião-dentista – Porto Alegre

RS-122
Eleito deputado estadual em 2010, Alceu Barbosa declarou-se inimigo número 1 das praças de pedágio concedidas. Já prefeito, o asfaltamento do “desvio” de Vila Cristina foi a grande obra em 2013. A Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) veio para resolver o problema (e empregar mais gente).
O resultado dessa “política comunitária” ineficiente está aí: esgotamento da RS-122, engarrafamentos, crateras, acidentes, prejuízo financeiro e três horas para chegar à Capital em horário comercial, ou seja, uma velocidade média de 40 km/h.
Ricardo Fabris De Abreu
Servidor público federal – Caxias do Sul

Sobre ZH
COLUNA
Parabéns a Eduardo Wolff pela coluna de domingo no caderno PrOA (“Diário de Veneza (3)”, página 11). É raro ler alguém que tenha a mente aberta nesse caderno, em geral dominado pelo preconceito ideológico dos de inclinação socialista/estatista, como o atual ministro da Educação, que nele escrevia. Nem tudo está perdido em ZH.
Bertrand Dias Kolecza
Microempresário – Porto Alegre

Missão Instagram: #doleitorZH

01 de junho de 2015 0

Os bichos de estimação não são apenas motivo de alegria para as famílias, mas também servem como modelos em diversos registros compartilhados pelos leitores no Instagram com a tag abaixo.

Confira todas as imagens em zhora.co/fotodoleitorzh

#doleitorZH

antonellanery

@antonellanery

 

anakirsch

@anakirsch

 

giovanisa

@giovanisa

Comentários da página do leitor dessa segunda-feira (1º/06)

01 de junho de 2015 0

Confira os comentários publicados na página do leitor da edição impressa:

PAGAMENTO
O governo estadual não tem dinheiro para pagar os funcionários. A Justiça diz que o Estado não pode parcelar os salários de seus servidores (juízes, promotores etc.). Por extensão, se consultada, a Justiça dirá que não pode parcelar nenhum salário. O Estado não tem dinheiro para a saúde, mas a Justiça manda receber pacientes em hospitais que não têm leitos e manda as farmácias entregarem remédios que não possuem. O governo diz que não tem recursos para nada, mas a Justiça, o Executivo e o Legislativo aumentam seus salários e benefícios e gastam o dinheiro dos depósitos judiciais, que rendem juros e correção para o Judiciário.
Não seria o caso de deixar o pagamento do funcionalismo e o atendimento à população a cargo da Justiça, que tem “superpoderes”, pois gasta sem ter dinheiro, fornece sem possuir e hospeda sem ter leitos?
Benhur O. Branco
Aposentado – Cruz Alta

DOCUMENTO ÚNICO
É impressionante como o Brasil, com seus legisladores, demora tanto para executar algo tão importante como o número de registro único. Outros países já o possuem há muito tempo, como é o caso da Argentina. É um absurdo a quantidade de documentos com números diferentes que o brasileiro tem de carregar, o que facilita todo tipo de falcatrua pela dificuldade da identificação. Creio que o número do CPF, por ser nacional, já poderia ter resolvido essa questão.
Moacir Piamolini
Funcionário público federal – Porto Alegre

PARALISAÇÃO
Por que os funcionários da Trensurb não acatam as determinações da Justiça do Trabalho e mantêm a paralisação total das atividades, como na sexta-feira? Será pela certeza da impunidade?
A multa de R$ 30 mil, imposta pelo não cumprimento da decisão e irrisória para um sindicato que recebe gordas verbas da contribuição compulsória, com certeza não será paga.
Jaime Pacheco Alves
Aposentado – Osório

Sobre ZH
APOSENTADOS
Juliano Rodrigues informou que “os gastos do Estado com a folha de aposentados subiram de
R$ 2,5 bilhões nos primeiros cinco meses de 2014 para R$ 3 bilhões em maio de 2015” (ZH, 29/5, página 8). Sabemos que quem paga a conta é o Tesouro do Estado, portanto, um órgão só a fazer dinheiro. Porém, a grande maioria das pessoas, por não ler ou estar mal informada, não sabe que o universo dos aposentados engloba todos os servidores do Estado, ou seja: do Executivo, Legislativo, MP, Judiciário, Tribunal de Contas, Defensoria Pública e outros. Seria didático que as informações publicadas esclarecessem de quais poderes, autarquias e sociedade de economia mista são os aposentados, ou todos pensarão que são apenas do Executivo.
Luiz Jardim
Advogado – Canoas

Uma homenagem ao pai leitor de Zero Hora

25 de maio de 2015 0

arquivo pessoal

Meu nome é Fernanda, tenho 34 anos e desde pequena vejo meu pai lendo o jornal Zero Hora de capa à capa. Ele lê sem falta todos os dias o jornal inteiro. Se por um motivo não conseguir ler alguma parte, ele guarda para terminar de ler no dia seguinte. Lembro quando íamos para a praia, eu devia ter uns sete, oito anos, logo cedo eu tinha que ficar esperando o jornaleiro passar para pegar uma Zero Hora para o pai. Quando fomos a primeira vez para o Rio de Janeiro, tivemos que caminhar várias quadras procurando uma banca que vendesse Zero Hora. Quando eu era adolescente e queria ler a parte das novelas, pegava o caderno separado principalmente nos domingos, antes dele acordar, e ficava só esperando ele dizer, “Quem é que bagunçou o meu jornal?” Querido!

Hoje moramos longe, eu em Carazinho e ele em Erechim. Acreditam que ainda hoje ele me liga dizendo: “filha, viu que saiu na Zero Hora, abriu concurso para isso, ou para aquilo, ou vc precisa fazer isso ou aquilo eu li na Zero Hora, olha lá. Não sei exatamente há quantos anos ele é assinante, mas sei que ele é leitor assíduo há muitos, mas muitos anos. Enfim, meu pai (o melhor do mundo) foi delegado de polícia por muitos anos, entrou na polícia aos 19 anos como escrivão e após se formar em Direito passou no concurso para delegado, se aposentando somente por forma compulsória ao completar 70 anos. (gente 51 anos de polícia e parou porque foi “obrigado”).

Hoje, dia 25 de maio, ele completa 72 anos e eu gostaria muito de fazer uma homenagem para ele, que todos os dias lê o jornal Zero Hora, mas acredito que nunca tenha lido o próprio nome escrito nele com uma bela homenagem. O nome do meu pai é José Soares Dias. Fico muito emocionada ao escrever tudo isso, pois eu relembro de partes da minha infância e adolescência em que fui muito feliz. Um abraço para quem leu tudo isso.

*Hoje, Fernanda teve o depoimento publicado em ZH e vai surpreender o pai ao perguntar: pai, já leu a sua Zero Hora hoje? Parabéns!

Comentários da página do leitor desta sexta-feira (1º/05)

01 de maio de 2015 0

Adriana Franciosi

PRAÇA DA MATRIZ
O que deveria ser o principal canteiro da Praça da Matriz está há meses e meses tomado por moradores de rua. Tudo isso em frente ao Palácio Piratini e à Catedral, ao lado da Assembleia, vizinhando ainda com o Palácio da Justiça, o Palácio do Ministério Público e o Theatro São Pedro, em uma área visitada por turistas, que seguramente não devem levar de Porto Alegre a melhor das impressões.
LIBERATO VIEIRA DA CUNHA
Escritor – Porto Alegre

GREVE DE PROFESSORES
Em 1987, se não me falha a memória, em Santa Maria, ocorreu a maior manifestação de greve da história da cidade. Foram milhares de servidores, estudantes, professores estaduais e federais e bancários. Lembro que vieram militares até de Santiago para reforçar a segurança e, na ocasião, poucos não foram para as ruas. Comparado com o que ocorreu no Paraná, os confrontos aqui não foram nada. Isso que pouco se falava em direitos humanos, letra morta na nossa história.
JOCEMIR SOUZA DE OLIVEIRA
Advogado – Santa Maria

CUSTOS
A corrupção na Petrobras custou aos cofres do país em torno de R$ 6,2 bilhões. Por outro lado, a ONU estima em US$ 415 milhões o custo para reconstruir o Nepal. Na simples matemática, para o Brasil, em termos de gastos em reais, custaria menos aos cofres se o governo tivesse que arcar com os custos de um terremoto do que com a roubalheira na Petrobras.
JOÃO ALBERTO ANTUNES OURIQUE

 

26 de abril de 2015 0

Uma resposta à reportagem “Universidade S/A”

19 de abril de 2015 0

NÓS SOMOS SAÚDE COLETIVA

Somos oriundos das mais diversas formações, atuamos na assistência, na educação e promoção, na gestão, nas vigilâncias e tantas outras áreas da Saúde. Diferentes caminhos, diferentes olhares, mas todos com o mesmo ideal: articular nossa prática do cotidiano dos serviços de saúde, com a potência das formulações acadêmicas para qualificar constantemente o Sistema Único de Saúde (SUS), abrangendo inúmeros olhares que valorizem as diferentes dimensões do humano, bem como tornar mais
eficazes as ações públicas para a qualidade de vida da população.
A organização curricular inovadora do Programa de PósGraduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGCOL/UFRGS) agrega conhecimentos em Política, Planejamento, Epidemiologia, Vigilância em Saúde, ampliando e aproximandose de outras áreas como Saúde Ambiental, Educação, Ciências Sociais e Humanas.
A reconhecida qualificação acadêmica e profissional do corpo docente do PPGCol, bem como o protagonismo da UFRGS para o SUS (papel reconhecido pelo Ministério da Saúde em diversas parcerias), a traiu candidatos de diferentes regiões do Brasil, em três anos de seleção para este mestrado.
Para garantir o acesso à qualificação acadêmica desses alunos, sem que abandonassem as funções estratégicas para o SUS nos municípios onde atuam, o curso construiu, atenciosamente, um currículo com modalidades presenciais em horários alternativos e em formatos pedagógicos variados, todos reconhecidos pelos regimentos da Universidade.
Nossa vocação para estudar Saúde Coletiva passa pelo sério compromisso com função pública de produção de conhecimentos. Por isso, nós, como coletivo dos alunos do PPGCOL, refutamos as denúncias apresentadas na reportagem da série “Universidade S/A”, publicada em Zero Hora de 12/04/15, especialmente quanto a supostas declarações anônimas de fragilidades, favorecimento ou flexibilidade na formação, a nós atribuídas como fonte.
A própria reportagem se contradiz quanto a supostas irregularidades na comprovação de frequência em sala de aula, plenamente cumprida no caso do colega citado indevidamente. Quanto a questionamentos sobre a qualidade do curso, ressaltamos a potência das produções de acadêmicos e professores, reconhecidas em periódicos e congressos acadêmicos de renome na área.
O coletivo de alunos reafirma o caráter inovador da pedagogia desenvolvida na Saúde Coletiva da UFRGS, geradora de autonomia e responsabilidade para com o interesse público. Nos colocamos à disposição para compartilhar nossas produções e
esclarecer dúvidas sobre nossa formação.

Coletivo de Alunos do Mestrado em Saúde Coletiva da UFRGS (PPGCOL)

Sobre ZH: nota da Associação da Turma de Odontologia 2015/2 da UFSM

16 de abril de 2015 0

Diante de pré-julgamentos e respostas referentes a publicação sobre Professores do Curso de Odontologia da UFSM com Dedicação Exclusiva, realizada nos dias 12/04/2015 e 13/04/2015 em jornais do Grupo RBS, a 82ª Turma de Odontologia da UFSM vem prestar apoio e esclarecimentos sobre o assunto.

A 82ª Turma de Odontologia da UFSM, representada pela Associação de Turma de Odontologia 2015/2 da UFSM, em seu último ano de curso, se considera apta para o desenvolvimento desta nota.

Gostaríamos, primeiramente, de ressaltar que nossa intenção não é julgar ou defender a atitude desses professores perante as autoridades competentes pois conforme nota do próprio Reitor da UFSM, os professores já estão sendo julgados e pagando as devidas punições definidas pela justiça. Queremos apenas expor a realidade de nosso curso e as excelentes condições de ensino que nos são oferecidas.

Dentro destes 4 anos de curso podemos referenciar diversas atividades que realizamos, o primeiro paciente, o primeiro atendimento, a primeira restauração, a primeira anestesia, a primeira endodontia, a primeira “raspagem”, a primeira exodontia, a primeira prótese, a primeira radiografia, o primeiro aparelho ortodôntico, dentre outras. Todas essas atividades teriam sido somente as primeiras, apenas uma lembrança, não fossem os professores competentes nos auxiliando, nos apoiando, nos ensinando, na primeira, na segunda, na terceira e quantas vezes fosse necessário. Professores que mesmo diante de dificuldades estruturais e institucionais estavam e estão presentes em todos os momentos que precisamos deles. Professores que nos fizeram e nos fazem crescer, não só como alunos, como cirurgiões-dentistas, mas também como pessoas. Professores que elevam os índices de reconhecimento do Curso de Odontologia da UFSM ao topo de rankings nacionais e internacionais, que tornaram e tornam a UFSM referência nacional em odontologia. Contudo, infelizmente, eles não são referenciados por isso.

Esses mesmos professores chegam todos os dias para dar aula, seja em clínica ou em teórica, e encontram um prédio com problemas de infraestrutura, equipos que não estão em condições de uso e precisam de manutenção constante, sistemas internos que não funcionam, projetores e condicionadores de ar estragados e escassez de materiais essenciais para uma boa prática clínica. Mesmo assim, chegam todos os dias para dar aulas, sem atrasos, desempenhando um excelente trabalho clínico, com responsabilidade e conhecimento dos casos clínicos de todos os pacientes atendidos por cada aluno, trabalho este reconhecido não só pelos alunos como pelos pacientes, além de ministrarem com assiduidade todas as aulas teóricas, mantendo seus compromissos com a instituição. Somando-se a isso, não podemos deixar de ressaltar a excelente produção científica destes profissionais, com inúmeras pesquisas sendo publicadas nas melhores revistas nacionais e internacionais.
Enfim, os referidos professores estão sempre dentro da Universidade quando se necessita deles, nunca faltam aos compromissos seja com alunos ou com pacientes, encaram a falta de materiais e estrutura inadequada corajosamente, buscando sempre as melhores alternativas para suprir as necessidades dos alunos e pacientes, até mesmo, cedendo materiais para a instituição.

Tendo em vista todos os esclarecimentos prestados, a 82ª Turma de Odontologia da UFSM considera que os nossos professores realizam sim Regime de Dedicação Exclusiva. Dedicação Exclusiva aos alunos, ao ensino e aos pacientes. O que os professores realizam fora da Universidade não prejudica em nada nosso ensino, ao contrário disso, devido ao nosso curso ser majoritariamente prático/clínico o fato desses professores manterem seus consultórios gera oportunidades de adquirir mais experiências, conhecimentos e confiança na prática clínica, o que nos é transmitido e essencial para nossa formação acadêmica como futuros cirurgiões-dentistas.

Acreditamos que para ser professor é preciso muito mais do que assinar um contrato como Professor Universitário em Regime de Dedicação Exclusiva, é preciso estar presente para transmitir conhecimento com empenho e dedicação a todo momento em que ele for procurado. E, dessa forma, A 82ª Turma de Odontologia da UFSM reitera que possui, sim, Professores com Dedicação Exclusiva ao ensino.

Comentários da página do leitor desta quinta-feira (16/04)

16 de abril de 2015 0

AJUSTE FISCAL
A raiz de todo problema com ajuste fiscal está na palavra “vantagens”. Cada governo, para fazer um agrado, cria um tipo de vantagem, seja na área trabalhista ou no serviço público. Depois, quando o acúmulo de vantagens e benefícios vira uma bola de neve, não conseguem mais estancar. Daí vêm o “direito adquirido”, a briga política daquele que criou aquele tipo de benefício, o ano eleitoral, em que ninguém tem coragem e vergonha para mudar alguma coisa etc. Governantes: ética, moral e responsabilidade devem vir em primeiro lugar.
Flavio da Rosa
Bancário aposentado – São Leopoldo

TRENSURB
A notícia veiculada em Zero Hora sobre o descarrilamento de um dos novos trens adquiridos pela Trensurb nos remete para uma realidade já vivenciada neste Estado e no país. A empresa vem sendo ardilosamente sucateada pelos gestores e administradores públicos, como já feito anteriormente com o modal ferroviário. Os sucessivos governos, militares e civis, ao longo dos anos, de forma orquestrada e planejada, sucatearam e levaram ao desmonte as ferrovias brasileiras, levando-as à privatização, sob o argumento de mais investimentos, modernidade e recuperação total dos ramais e do patrimônio, o que jamais ocorreu.
Ricardo Reischak
Advogado – Porto Alegre

TERCEIRIZAÇÃO
Incrível como a Justiça do Trabalho se expõe ao ridículo defendendo posições de atraso quanto ao avanço das relações de trabalho entre patrões e empregados. Terceirização existe em todos os países do mundo e aqui avança talvez não da melhor maneira porque não se atualiza a velha e ultrapassada CLT.
Orli Fernandes Pfeiff
Empresário – Porto Alegre
Sobre ZH

Registro o alto nível dos comentaristas de Zero Hora. Para citar alguns, que transitam com coerência no conturbado e lamacento terreno político: Moisés Mendes e Luis Fernando Verissimo. Estes vêm dando a ZH o rumo de um jornal imparcial. Em especial, parabenizo Moisés, que transita com equilíbrio onde outros se perdem pelo sectarismo e pelo interesse pessoal ou partidário.
Em outra praia, Mário e Diana Corso nos brindam com brilhantes artigos, pondo às claras a psicologia do povo brasileiro.
Sérgio Felipe Zirbes
Professor aposentado – Porto Alegre

O jornalista Juliano Rodrigues, no artigo “Pelo fim dos flanelinhas” (ZH, 14/4, página 22), colocou o dedo na ferida e “acertou na mosca”: a extorsão praticada pelos flanelinhas é vergonhosa e inaceitável. Essa regulamentação “fajuta”, implantada em Porto Alegre, se mostra inútil pela falta de legitimidade e de fiscalização. Assim, a solução é, de fato, a proibição pura e simples dessa atividade. Nessa questão, o repórter representa não apenas a mim, mas também os milhares de cidadãos diariamente espoliados por pessoas inescrupulosas.
Clovis José Formolo
Aposentado – Porto Alegre

David Coimbra foi muito feliz na coluna publicada na ZH de terça-feira (“O melhor que foi feito foi o pior”, página 39). Lúcida e precisa sua abordagem sobre o que foi e o que poderia ter sido o projeto educacional dos últimos governos. Sem dúvida, as crianças são a melhor matéria-prima que temos à disposição para a construção de um grande país. Infelizmente, a obra apresentada apenas intensifica as diferenças sociais. Um ensino de qualidade e igualitário seria a solução para boa parte dos problemas que nos afligem.
Maria Angélica L. Gomes dos Santos
Dona de casa – Porto Alegre

Leitor-repórter: Demora na linha T11

09 de abril de 2015 0

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Alexandre Mello encaminhou o registro das filas de espera pelos ônibus das linhas T11 e T5, da Carris, no ponto de parada ao lado da Estação Aeroporto do trensurb, em Porto Alegre. Segundo o leitor, a demora resulta na formação de três grandes filas ao mesmo tempo.

– Utilizo a linha T11 todos os dias, mas não adianta chegar na parada próximo das 8h, porque ninguém sai de lá antes das 8h30min. A espera é em média de 30 minutos e, com frequência, chegam dois ônibus juntos, que já saem lotados. Há muito tempo falei com a Carris e dizem que é uma situação pontual, mas não parece – conta.

CONTRAPONTO | O QUE DIZ A CARRIS

De acordo com sua assessoria de comunicação, a Carris disponibiliza, para a linha T11, 24 ônibus no horário normal e 27 para o horário de pico (das 6h às 9h e das 17h30min às 20h30min) e, em média, são transportados 20.619 passageiros diariamente. Já para a linha T5, são 19 ônibus ao longo do dia para cerca de 14.160 usuários.

O intervalo médio entre as viagens é de seis a sete minutos. No entanto, segundo a empresa, a linha T11 é uma das mais complicadas para a Carris atualmente, pois passa por cinco desvios decorrentes de obras na cidade. Nessa linha, rodam apenas veículos articulados (sanfonados) e o ideal é que eles circulem em corredores de ônibus ou avenidas largas. Com os desvios, é preciso passar por ruas estreitas.

O atraso de uma tabela (tempo entre saída e chegada do ônibus) faz com que o intervalo passe a ser de 14 minutos, enquanto duas tabelas atrasadas elevam o tempo para 21 minutos. Para reduzir o impacto na rotina dos passageiros, a Carris faz monitorias externas, com fiscais que acompanham, em tempo real, a situação do trânsito, a fim de readequar o intervalo entre as viagens.

Já a T5 opera apenas com um desvio, mas as ruas em que trafega também têm trânsito intenso. A linha tem 98% de aproveitamento no Sistema de Ônibus Monitorado Automaticamente (Soma).

Enquanto as obras que causam os desvios não estiverem prontas, a Carris informa que não há previsão de normalização dos intervalos.

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Tem uma sugestão de leitor-repórter? Envie pelo formulário ao lado!