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Sobre ZH

05 de fevereiro de 2016 0

Quero lembrar ao leninista L.F. Verissimo (ZH, 28/01) que o juiz Sergio Moro está trabalhando com fatos, não significando arbitrariedade alguma suas decisões de encarceragem de corruptos e corruptores. Nada de neoinquisição. Quanto ao Carnaval, vá sem máscara. Na mesma edição, o advogado Cezar Bitencourt imprime aceleração à tentativa de dificultar o trabalho do juiz Sergio Moro. Como foi dito acima, ele está trabalhando com fatos, a coisa foi muito bem engendrada, e há necessidade de trabalhar com todos os recursos válidos. Querem ler um artigo límpido, traduzindo o momento que estamos passando? Leiam “Fascistas não passarão?”, na mesma ZH.
Carlos Gilberto da Motta
Aposentado – Gravataí

Por que ZH investe páginas e páginas num cidadão inútil e pernicioso como Jardel? E numa edição dominical (ZH, 31/01)! Que mais de útil fez na vida esse tipo, além de gols? Justifica eleger essa figura tosca para fazer leis?
Clovis Picoral
Engenheiro – Porto Alegre

Excelente o texto de Paulo Germano “Liberdade aos asteriscos” (ZH, 31/01). Bem escrito, original e criativo! Aliás, ele me chama a atenção desde que começou a escrever sobre nossas praias, há alguns anos. E está cada dia melhor!
Cristina Macedo
Escritora – Porto Alegre

Excelente o artigo “O Rio Grande precisa crescer”, de Odir Tonollier (ZH, 02/02). O trágico acordo da dívida do RS firmado em 1998 comprometeu de forma abusiva o resultado fiscal anual do Estado. O resultado é o congelamento dos salários e redução do número de servidores públicos e precarização na prestação de serviço público.
Além de comprometer a eficiência do setor público, isto reduz a capacidade do consumo da sociedade, que muito contribui para o aumento da produção doméstica de bens e serviços e crescimento econômico de forma geral. Reduzir o tamanho do Estado de forma indiscriminada reduz um dos mais sólidos vetores do crescimento econômico.
João Neutzling Jr.
Economista – Pelotas

Sobre a coluna do David Coimbra, creio que classificar Suas Excelências como “chinelões” é muito pouco (ZH, 04/02). Eles estariam rindo se lessem a coluna, pois não têm vergonha na cara. Essa corja age premeditadamente desde a primeira candidatura com o intuito de conseguir um cargo para a prática de crimes e, ao mesmo tempo, para conseguir proteção.
Ronaldo Vesely
Engenheiro – Canoas

Desejo expressar aqui minhas impressões sobre leitores que criticam Moisés Mendes e elogiam David Coimbra. Aprecio os textos do Moisés Mendes que tem posição a favor do PT. Quanto ao David, ótimo colunista quando não investe na seara política, isto porque, em suas posições, embora denote um antipetismo, disfarça com críticas aos demais partidos. Essa posição parece-me gelatinosa. Seria muito bom que suas crônicas continuassem a versar sobre suas vivências do IAPI, sobre futebol (ele é ótimo analista), além das experiências que vive em Boston. Enfim, menos política até que ele defina para si qual sua posição.
Helena Amisani
Advogada – Porto Alegre

ZH e você

05 de fevereiro de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Entrega especial de ZH

A família da dentista Noêmia Lopes Machado recebe Zero Hora todos os dias da mesma maneira: entregue pelo animal de estimação da família, Mulligan. O cachorro da raça West Highland White Terrier recolhe o jornal na frente de casa e leva para Noêmia, para o marido dela, o marceneiro Derli de Oliveira, ou para a filha, a publicitária Giovana Jockyman. A rotina começou há um ano, quando viram o truque na internet. Em poucas semanas, Mulligan já estava treinado.
– Se duvidar, ele pega o jornal no ar. Ele conhece até a moto do entregador – conta Noêmia, assinante de ZH há 14 anos.
O mascote cumpre sua missão em Porto Alegre, onde os donos moram, e em Rainha do Mar, onde passam o verão.
– Ele é um veranista que gosta de trabalhar. Ele sente prazer em fazer isso – explica Noêmia.
Depois de pegar o jornal, o cãozinho de oito anos fica por perto enquanto o casal faz a leitura. Noêmia prefere as reportagens sobre livros e filmes. Derli gosta mais das palavras cruzadas e dos esportes.

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05 de fevereiro de 2016 0

BOLSONARO
Meu primeiro voto foi no Jânio Quadros, uma decepção. Depois eu senti que Collor era outro Jânio. Aí votei no Lula e, felizmente, ele perdeu com o meu voto. Agora, sinto que Jair Bolsonaro é um Jânio viável. Desse jeito vou votar nele. Interessante que quando ele solta o carretel é um ataque bonito.
Osmar Meirelles Peixoto
Aposentado – Cachoeirinha

APOSENTADORIA ESPECIAL
No governo anterior, os deputados estaduais aprovaram um projeto de lei complementar que cria um plano de aposentadoria especial para os parlamentares. Um deputado com 35 anos de exercício de mandato e 60 anos de idade teria direito a aposentadoria integral, paga pela Assembleia. A propósito, a OAB moveu uma ação direta de inconstitucionalidade no STF contra essa lei. Em seu parecer, a Procuradoria-Geral da República considerou “inadmissível a elaboração de leis imorais e anti-isonômicas, cujo único propósito seja privilegiar poucos indivíduos, locupletando-os à custa do Estado, com regras especiais, sem razão consistente.
O princípio republicano e o da igualdade exigem que, ao final do exercício de cargo eletivo, seus ex-ocupantes sejam tratados como os demais cidadãos”.
Danilo Guedes Romeu
Professor – Porto Alegre

Foto do leitor

04 de fevereiro de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Amandina de Aquines enviou uma foto dos salva-vidas do Posto 74 de Capão da Canoa para homenagear “os verdadeiros heróis da Pátria que salvam vidas com fé e patriotismo”.

Sobre ZH

04 de fevereiro de 2016 1

Palmas para Zero Hora. Num momento econômico difícil e diante do noticiário que aponta para a grave crise que atinge os meios de comunicação país afora, com demissões em massa de jornalistas e cancelamento de projetos, é um alento saber dos investimentos que ZH está fazendo para dar o melhor a seus leitores. O caminho não poderia ser outro. Há dois tipos de empresa: a que fracassa e a que vence. A que fracassa coloca dificuldades nas coisas fáceis. A que vence coloca facilidades nas coisas difíceis.
Magda de Almeida
Jornalista – Porto Alegre

Segundo o filósofo Schopenhauer, existem dois tipos de escritores: os que escrevem em função do assunto e os que escrevem por escrever. Os primeiros tiveram pensamentos, ou fizeram experiências, que lhes parecem dignas de ser comunicadas; os outros precisam de dinheiro e por isso escrevem: só por dinheiro. Pensam para exercer sua atividade de escritores. É possível reconhecê-los por sua tendência de dar a maior extensão possível a seus pensamentos e de apresentar meias verdades, pensamentos enviesados, forçados e vacilantes, como por sua preferência pelo claro-escuro, a fim de parecerem ser o que não são. É por isso que sua escrita não tem precisão nem clareza. Dito isso, pergunto: em que tipo de escritor podemos incluir o sr. Moisés Mendes?
Ruberto Marx
Aposentado – Porto Alegre

Impressionante a coluna de Piangers (ZH, 22/01)! Em que era esse senhor vive? Tão convencional e apegado a paradigmas do século 19. O divórcio do homem-mulher e não dos filhos! Seria a pequena tragédia sua coluna?
Marcos Tannhauser
Médico – Porto Alegre

Fiquei incomodada pela pouca informação existente na matéria “Um Steinway ao bater do martelo” (ZH, 23/01). Como ZH soube desse leilão? Por que a divulgação foi só no dia, dificultando a participação de maior número de interessados? E por que um piano na caixa comprado sem o pagamento de impostos seria leiloado por 1/3 do valor?
A cidade concordou com isso? Em que instâncias isso foi discutido com os contribuintes? Parece-me que essa história foi noticiada de modo muito superficial.
Maria Ines Azambuja
Professora universitária – Porto Alegre

Poxa vida, Verissimo! Não acredito que li que tu é igual àquele outro, também militante da ideologia esquerdista. Será que o tempo e o vento te cegaram, companheiro? Ou acreditas mesmo que Dirceus, Genuinos, Youssefs e Cerverós são vítimas de uma justiça arbitrária (ZH, 28/01)? Qual é, meu velho, isso parece um conto.
Celsio Santos de Almeida
Analista administrativo – Canoas

Desde que David Coimbra começou a fazer proselitismo político, a qualidade de seus textos diminuiu devido à quantidade de bobagens. Agora, esta me deixou estupefato: de onde ele tirou que o zika vírus tem se multiplicado por Porto Alegre assim como as pizzarias (ZH, 02/02)? Até o momento, não foi noticiado nenhum caso confirmado no Rio Grande do Sul. Certamente não foi do jornal para o qual ele trabalha que ele tirou essa informação.
Gilberto Brandão dos Santos
Funcionário público – Porto Alegre

 

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04 de fevereiro de 2016 0

ESTAMOS PERDIDOS
Vivemos num país onde brigas pelo poder e obtenção de vantagens pessoais às custas do povo são coisa triste. Vivemos atemorizados pela violência urbana diária. Mortes em excesso já não causam comoção porque nosso coração já não suporta tanta dor. Mata-se com tanta tranquilidade, que nem os filmes mais trágicos conseguiriam retratar. Onde está você, sr. governador? Onde está você, senhora presidenta? Nada vê, nada sabe, nada ouve! Tire a venda dos olhos e tenha compaixão pelos desassistidos da saúde e da segurança do país que representa.
O Brasil precisa de pulso firme. Atitudes fortes. Chega de panos quentes nas costas de bandidos. Os colarinhos brancos se apossaram do que podiam e agora estamos nas mãos de quem tem fuzis. Realmente, estamos perdidos.
Angela Reale
Radialista – Encantado

CAPÃO DA CANOA E SEUS CONTRASTES
Se, de um lado, Capão da Canoa se reinventa através de um canteiro de obras, visando embelezar e modernizar a orla para que todos que a frequentam possam veranear com tranquilidade e bem-estar, por outro, convivemos com problemas com a saúde pública. Deixando de lado os cães abandonados circulando nas ruas e a presença de cachorros na beira-mar, insisto agora na questão dos famosos bueiros a céu aberto, ou riachinhos, que invadem as areias da praia.
Por mais que essa praia seja uma das mais queridas do povo gaúcho, não podemos fechar os olhos para a proliferação de mosquitos nesses locais. Em tempos de campanha contra o Aedes aegypti, precisamos nos sentir mais seguros quando estamos descansando nas férias.
Maria Helena B. Rech
Aposentada – Caxias do Sul

CEEE
Falam em recuperar a CEEE, mas já foram tantos anos de oportunidades, com endividamento e número de funcionários maior do que o necessário. Já não tem solução. Tinha que assumir uma empresa privada, mais capacitada. Enquanto isso, nós, gaúchos, afundamos com a prestação de serviços dela.
É muita incompetência, equipamentos velhos, fiação velha, tudo velho… Não dão nenhuma manutenção para que os fios não arrebentem, não têm manutenção preventiva, só arrumam depois de faltar luz. Não tem mais condições, melhor cortar o mal pela raiz logo e partir para uma outra empresa que possa prestar serviços de qualidade no futuro. Esta que está aí, deu, não adianta mais insistir, que é burrice.
Theo Germano
Empresário – Porto Alegre

Foto do leitor

03 de fevereiro de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Rodrigo Martini enviou a foto acima com a seguinte mensagem: “Santa Catarina é linda. Mas a beleza de Xangri-lá dispensa comparações”.

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03 de fevereiro de 2016 0

PARQUÍMETROS
Acho louvável a ação da EPTC ao coibir o uso indevido das áreas com parquímetros, que são para ser utilizadas de forma rotativa e mediante pagamento. Mas, na semana passada, fiquei estarrecido pela ação da EPTC na Rua 24 de Outubro, onde agentes desceram em bando para autuar e guinchar os veículos que estavam na área azul sem pagamento. Os parquímetros próximos estavam estragados, obrigando o cidadão a se deslocar para além da quadra onde estavam para tentar encontrar um equipamento funcionando. O bom senso deveria imperar. Não poderia haver cobrança nem multa onde não há equipamentos ativos.
Marcio Zannoni
Contador – Porto Alegre

Sobre ZH

03 de fevereiro de 2016 0

Parabéns pelas colunas diárias de Rosane de Oliveira, especialmente pela de 21/01. Quem é honesto não precisa vir a público dizer, e honestidade não é exceção, e sim obrigação.
José Roque Sangalli
Comerciante – Canoas

Como um ser humano se torna lindo. David Coimbra tem sensibilidade. Na crônica “O João Carlos” (ZH, 26/01), ele nos proporciona momentos de reflexão cultural. David esbanja conhecimentos gerais. É um prazer ler as crônicas dele.
Osmar Meirelles Peixoto
Aposentado – Cachoeirinha

Não entendo como ZH insiste em manter como colunista o sr. Moisés Mendes. Em cada 10 colunas, oito são para defender os petistas e aliados e acusar o PSDB. Virou obsessão. Se, como ele afirma, a corrupção já existia no governo FHC, por que o PT, oposição ferrenha na época, nada fez para iniciar uma investigação profunda? Porque tinha interesse em ser amigo dos tucanos para alcançar a Presidência. São todos farinha do mesmo saco, mas o saco do PT é um pouco maior do que o dos outros.
Clenio Gonçalves Dias
Aposentado – Porto Alegre

Aprecio as colocações de Tulio Milman, mas a pergunta sobre a interrupção das férias de um prefeito para ajudar na arrumação pós-temporal (ZH, 02/02) foi infeliz e inadequada, considerando a atuação de Sebastião Melo. Foi elogiável a ação imediata da equipe da prefeitura liderada pelo vice-prefeito, que soube exercer sua função de prefeito em exercício, agregando órgãos municipais, estaduais e federais para agilizar todos os meios em benefício da comunidade castigada pela catástrofe.
O prefeito Fortunati participou de tudo o que foi feito em benefício da cidade.
Sônia Verissimo
Pedagoga – Porto Alegre

Missão Instagram

02 de fevereiro de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

A leitora @deborasgalvao publicou uma foto da Praia do Laranjal com a hashtag #descubraoRS. Compartilhe sua foto também.