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19 de julho de 2016 0

PODERES E CASTAS
Você é funcionário do Poder Executivo do Estado? Já tomou consciência de que pertence à casta inferior do funcionalismo estadual? Recebe parcelado e não terá reajuste de 8,13%, enquanto os servidores do Judiciário, da Defensoria Pública, do Ministério Público, do Tribunal de Contas do Estado e da Assembleia Legislativa recebem em dia e terão os salários reajustados. Os deputados, ao votarem pelo reajuste, escancararam esta evidência. Os funcionários do Executivo valem menos do que os demais?
Maria D. Benetti
Aposentada – Porto Alegre

BANRISUL: CADÊ?
O Banrisul, ao debitar o empréstimo do
13º antes do efetivo pagamento, deixou milhares de servidores no vermelho, usando até, de quem tinha, a poupança integrada, que gera juro pequeno, mas gera. Sumiu da conta. Tiraram um pouco, mas de quantos?
Sérgio A. Cobalchini
Servidor estadual inativo – Encantado

CONSIGNADO
Os primeiros atingidos foram os aposentados. Empréstimo consignado com desconto quando do crédito da folha. Aí começa a estrada sem volta: resolve o problema da hora e compromete parte de sua aposentadoria até a morte. Agora, o presente de grego para todos os trabalhadores, empréstimos com garantia do FGTS. Nessa história, só um ganha: o banco. Quando os incompetentes terão uma ideia para resolver o problema das pessoas? O triste é que as ideias mágicas atingem os mais necessitados, que se agarram a qualquer oportunidade ilusória para amenizar a situação.
Milton J.M. Moura
Aposentado – Porto Alegre

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19 de julho de 2016 0

Conspiração
A declaração de Paulo Pimenta (à TV venezuelana, sobre o impeachment) mostra por que essa turma despreparada levou o país ao caos. Denominou-se esquerda crendo em mentiras, governando com mentiras, mentindo para todos. E pior: mentindo para si mesma. E acreditando.
Jair Escobar de Moraes
Capitão da reserva do exército – Porto Alegr e

Depressão
O PT e seus sequazes deveriam refletir sobre os 12 milhões de desempregados que jogaram na rua da amargura e a depressão impingida ao povo brasileiro. Os crimes (de responsabilidade) estão bem discriminados na peça acusatória do dr. Bicudo, libelo que expressa a verdade dos fatos e atos que culminaram na desordem social e administrativa do Brasil. Adonaram-se do país como se fosse propriedade sua e de seus amigos, destruíram a futuro de duas gerações e degeneraram 20 anos da produção industrial pelo assalto à Petrobras.
Milton Munaro
Advogado – São Leopoldo

FIM AO TERRORISMO
Os atentados contra civis aumentam o repúdio mundial contra seus autores, já que não são aqueles os responsáveis pelas políticas e pelas decisões dos governantes que desagradam aos terroristas. Por outro lado, as medidas de precaução contra estes são dispendiosas e inócuas, frente a exemplos como Nice, Bataclan etc. Os governos dos países atingidos alcançariam melhores resultados se ameaçassem, embora só para assustar, exterminar 50 membros desses grupos por vítima de seus tresloucados atos. Embaixadores, cônsules e outras pessoas que se relacionem com tais políticos podem colaborar, transmitindo-lhes essa observação.
Adelino Soares
Advogado – Porto Alegre

Prioridades
Não entendo a alegria dos brasileiros que estão conduzindo a Tocha Olímpica e os que acompanham aplaudindo, por várias cidades do país, enquanto milhares enfrentam dificuldades para serem atendidos nas emergências dos hospitais, outros esperando cirurgia por dois, três anos, hospitais fechando, outros enfrentando falta de estrutura para funcionar, funcionários fazendo greve por falta de pagamento. São os nossos governantes patrocinando a Copa do Mundo e agora a Olimpíada, gastando bilhões de reais, que podiam ter sido aplicados na saúde, na educação e nos vários problemas sociais que o país enfrenta. Vai entender o porquê dessa prioridade pelos grandes eventos em detrimento do que realmente necessitamos.
Primo Vigna
Aposentado – Porto Alegre

Foto do leitor

18 de julho de 2016 0
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

O fim de tarde no município de Lagoão foi registrado pelo técnico em Contabilidade João Carlos Vieira

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17 de julho de 2016 0

FARÓIS ACESOS DE DIA
Os favoráveis a essa medida alegam que aumenta a visibilidade, evitando acidentes. Num país tropical como o nosso, com visibilidade excelente na maioria dos dias, é totalmente desnecessária. Não vejo vantagem visualizar um carro a quilômetros. Pelo contrário, isto nos tira a atenção para o que
realmente importa, isto é, visibilidade razoável para carros em sentido contrário e outros obstáculos físicos, trevos, acessos, placas etc. Sem falar no incômodo de faróis acesos, pois, queiram ou não, sempre causam um certo ofuscamento, mesmo de dia, pois involuntariamente desviamos a atenção para a luz dos faróis. E a grande quantidade de faróis baixos desregulados e os com aquela luz branca ou azul ofuscante? Vão fiscalizar se essa lei inútil for mantida? Espero que não vigore muito tempo, assim como da outra vez…
Danilo Baldi
Médico – Bento Gonçalves
ACESSO ÀS ARMAS
Os especialistas que atribuem a facilidade de acesso às armas como agente causador de mortes viram os argumentos questionados com o que aconteceu na França. Um veículo pesado em movimento mata mais do que um AK-47. O louco que quer matar simplesmente o faz.
Luiz Ely Silveira
Publicitário – Porto Alegre

BOI DE PIRANHA
Considero o governador um boi de piranha. Pelo menos, ele teve coragem de escancarar o problema das finanças públicas. Não sei é como ele continua tendo forças para continuar na luta. Homens públicos como ele e Feltes merecem reconhecimento pela coragem que demonstram ao lidar com este abacaxi que é administrar um Estado pelado.
Osmar Meirelles Peixoto
Aposentado – Cachoeirinha

Sobre ZH

17 de julho de 2016 0

A coluna “Horror no cinema”, de Paulo Germano (ZH, 1º/7), é emblemática do que ocorre nas salas de espetáculos desta cidade, onde acontecem todos os tipos de incômodos àqueles que saem de casa, pagam um ingresso caro e vão a um espetáculo. Não percebem que o direito de comer, beber, acessar celular, esparramar-se na poltrona de um cinema como se estive em casa deve respeitar aqueles que desejam silêncio e paz para assistir à apresentação. Estive em salas nos Estados Unidos e na Europa e nunca passei por nenhuma situação desse tipo. Além disso, os empresários estimulam o consumo de comidas e bebidas nas salas, mas não percebem que estão sabotando o próprio negócio. Afugentam as pessoas que não toleram esse tipo de comportamento. Muitas pessoas como eu deixaram de ir a cinema, teatro etc. pelo incômodo.
Paulo Roberto Chedid
Funcionário público federal – Porto Alegre

A lucidez da Justiça sulista é representada pela juíza Betina Ronchetti no artigo “Quem é a vítima”? (ZH, 14/7) e pelo Dr. Emerson Mota no texto intitulado “Polícia refém” (ZH, 11/7). Quando se questiona sobre a motivação diária dos policiais que se esforçam para nos oferecer segurança, dada a escassez de efetivo, meios e até assistência, sem falar, é claro, nos baixos salários, vem a resposta: capacidade de resiliência, crença no dever e na virtude, nos compromissos de mãos estendidas e na certeza de que as pessoas de bem os enaltecem e torcem para que sempre, ao final, o bem triunfe sobre o mal, para silenciar os perversos que constroem teses e escritos em desfavor da polícia, visando a satisfazer interesses pessoais, conduta tão ou mais perversa do que a do agente que transgride a lei.
Nelson Pafiadache da Rocha e
Paulo Roberto Mendes Rodrigues
Ex-comandantes-gerais da Brigada Militar
O artigo de Stela Farias, do PT, (ZH, 15/7) é o retrato de uma esquerda que não cansa de usar de sensacionalismo apelativo e sem conteúdo. A deputada, bem como os colegas de ideologia marxista, beira o ridículo ao se fazer de vítima oprimida por tiranos, buscando atrair o apoio dos professores como se o PT e os dissidentes não estivessem há décadas na liderança de sindicatos, que nunca visaram à melhoria da educação. Sempre preferiram fazer a defesa de ideologias políticas, dentro e fora da sala de aula. Esses professores têm medo de um projeto de lei que busca impedir que jovens sejam obrigados a engolir os devaneios marxistas de uma meia dúzia de militantes políticos disfarçados de professores. Se não há doutrinação em sala de aula, por que eles não querem que um projeto de lei, que impede essa doutrinação, seja aprovado?
Vinícius Manfio
Engenheiro civil – Frederico Westphalen

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) disse que o afastamento da presidente ocorreu com o apoio norte-americano e de multinacionais. Que a ideia é estender o golpe para o resto da América Latina e realizar privatizações. Seguir a Venezuela, onde falta tudo, deve ser o caminho, então? Tem razão o colunista David Coimbra ao escrever que os petistas não compreenderam ainda o que se passou (ZH, 15/7).
Pedro Fattori
Jornalista – Caxias do Sul

 

Sobre ZH

15 de julho de 2016 0

Lendo a coluna do Leitor na ZH em 1º/7, tive de rir do contraponto do DMLU sobre o descarte de lixo seco. Se houvesse fiscalizações, é claro que as multas seriam aplicadas. Na nossa rua, teríamos de “delatar” (muito na moda) os infratores, nossos vizinhos, que nem perceberam os novos dias de coleta do lixo seco, já que nunca fomos informados. Campanhas e muita informação não surtiriam mais efeito?

Carmen Peña Sommer
Aposentada – Porto Alegre

Grande tema, Janaína (ZH, 11/7). O que temos no Brasil é uma casta de dirigentes distantes do povo e dos três pilares do citado modelo de país desenvolvido – transparência, educação e igualdade. Espero que voltes a escrever sobre este tema tão necessário, fundamental para um país justo.
Carmen Willig Passini
Aposentada – Porto Alegre

Em relação ao texto do leitor Luiz Carlos Peres de Latorre (ZH, 13/7), os Correios esclarecem que os ajustes na prestação de serviços durante os Jogos Rio 2016 foram planejados a partir da publicação de um decreto da prefeitura do Rio de Janeiro (nº 41.867, de 21/06/2016) estabelecendo medidas que irão interferir na mobilidade urbana da cidade. Estão previstos bloqueios de vias, proibição de circulação de veículos de carga em determinados locais, entre outras restrições. Por isso, a empresa precisou definir um plano especial para assegurar a continuidade das operações postais nesse período e minimizar os impactos para os seus clientes. Assim, serviços como Sedex, e-Sedex e PAC serão ofertados, mas com um prazo maior para entrega. As suspensões temporárias de postagens atingirão apenas os serviços de entrega expressa com horário marcado (Sedex Hoje, Sedex 10 e Sedex 12) especificamente na capital do Rio de Janeiro e em sua Região Metropolitana.
Lisandra Helena Lemos Freitas
Chefe de comunicação e imprensa dos Correios no RS – Porto Alegre

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15 de julho de 2016 0

LEI E JUSTIÇA
Sem a força das leis e da Justiça, as forças policiais perdem a autoridade e o poder de polícia no estado democrático de direito. Os esforços são desmoralizados e passam a enxugar gelo contra o crime cada vez mais impune, ousado, armado para a guerra e executor.
Jorge Bengochea
Coronel da Brigada Militar – Porto Alegre

A ÁGUA DE PORTO ALEGRE
Como ficamos em relação ao problema da água em Porto Alegre? A água que, desde criança, aprendemos que é insípida e inodora corre em nossas torneiras com cheiro e sabor fortes e desagradáveis. Não adianta filtrar, o cheiro e o sabor não desaparecem. Ferver, nem pensar, pois ao ferver o cheiro fica mais forte. Até para higiene corporal é desagradável. Causa coceira no corpo e no couro cabeludo. Precisamos comprar água mineral. Quem poderá nos dar uma solução? Assistimos a reportagens e lemos matérias sobre o assunto que não apresentam um diagnóstico, muito menos a solução.
Aríete Pinto dos Santos
Aposentada – Porto Alegre

CONTRIBUINTE
Não há nada de contribuição no dinheiro que nos é retirado por coerção pelo governo. Somos meros pagadores de impostos, não queremos contribuir para superfaturamentos de obras, nem para aumento salarial da realeza tupiniquim. Ao me identificar como contribuinte, o governo (seja qual for) acha que estou de acordo em contribuir para a precarização dos serviços ou com os altos salários pagos aos parlamentares para legislarem sobre o que é família, sobre o que as crianças devem ser ensinadas (ou doutrinadas), sobre quem deve ser obrigado a adotar um animal etc.
O governo impõe leis de cima para baixo, sem perguntar o que a população pensa. Acham que somos cordeiros que têm a obrigação de ir votar a cada dois anos e que terminam a participação civil ao eleger (ou não) um candidato. Então, eu peço que você pare de se chamar de contribuinte.
Mario Aguiar
Estudante – Porto Alegre

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
Acompanhamos a situação financeira do Rio Grande do Sul e ouve-se que não há recursos financeiros para cumprir obrigações básicas: salários, saúde e educação. A culpa é dos maus e negligentes gestores anteriores, que não souberam administrar o governo, gastaram mais do que arrecadaram e prometeram aumentos sem ter dito de onde viria a receita. Existe um órgão chamado TCE, que deveria fazer a fiscalização dos abusos e gastos excessivos que comprometiam a situação do Estado. Não se viu nenhuma reprovação de contas dos antigos gestores pelo TCE. Isso demonstra que, se extinguirmos o TCE, não perderemos nada, pois só serve de cabide de emprego. O TCE deve ao contribuinte gaúcho uma explicação pela atual situação financeira do RS e também pela inoperância de fiscalizar as contas do Estado.
Luiz Gonzaga Fernandes
Engenheiro – Novo Hamburgo

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14 de julho de 2016 0

AUMENTO DE IMPOSTOS
Não seria muito mais conveniente, antes de criar um novo tributo ou aumentar um já existente, criar uma força-tarefa judicial para agilizar a repatriação de todos os valores desviados para fora do país ilicitamente? Com certeza, iria suprir todas as nossas deficiências financeiras.
Ildo Lange
Industriário – Panambi

VOTO CONSCIENTE
Não tenho partido político, tampouco defendo o atual ou governos que passaram. No meu entendimento, enquanto o país não retomar o rumo da educação, honestidade e respeito ao povo, não vislumbro melhora na política, na economia, na saúde ou em qualquer outro segmento. O povo tem que ir para a rua, assim como fomos para as Diretas Já. Temos que estar atentos com o que está vindo por aí. Todo cuidado é pouco. Sinceramente, não vejo solução que passe por algum partido político, todos possuem suas nuances e acordos como coligações.
O povo e somente o povo poderá um dia salvar o Brasil, através do voto consciente. Pensem nisso.
Mário Luiz Oliveira Gonçalves
Aposentado – São Leopoldo

OLIMPÍADA DA DOR E DA FRUSTRAÇÃO
Nada tenho contra os cariocas, que já sediaram a capital da República antes de Brasília. O fato geográfico é que o Rio de Janeiro continua sendo a cidade maravilhosa que fica de frente para o mar, porém sempre de costas para o Brasil. É nesse reduto de praia e calor que em breve serão realizados os Jogos Olímpicos. Com a licença de todos, prefiro chamá-
los de Olimpíada da Dor e da Frustração. Um país como o Brasil, que há anos amarga uma das mais graves crises econômicas, políticas e morais de sua história, que coleciona uma seleção de políticos irresponsáveis liderados pelo ex-presidente Lula, capitão da desgraça, promove evento bilionário num ambiente melancólico e deprimente. É inaceitável para qualquer cidadão que ame esta nação aceitar posar de país rico, concordando com o desperdício de milhões de reais tomados da população.
Claudio Biasio
Representante comercial – Caxias do Sul

Sobre ZH

14 de julho de 2016 0

Parabéns à equipe de “Dinheiro pelo bueiro”, esta maravilhosa colaboração para Porto Alegre (ZH, 12/7). Acredito ser este o melhor caminho para um grande jornal: cuidar das coisas da sua região. Não há como confiar nas instituições públicas. Estão corrompidas, em todos os níveis. Só a imprensa livre e atuante pode ajudar.
Sérgio Tostes de Escobar
Produtor rural – Porto Alegre

Nobre deputado Fontana: belo artigo (ZH, 12/7). Uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva para a necessária reforma política é tudo o que os brasileiros querem e precisam. Todavia, fazer-se uma consulta popular, via plebiscito, para tal é desgastar o tema e manipular o povo. Não há necessidade. Quanto à questão da sonhada reforma ser referendada após sua elaboração, tal providência não tem o menor sentido, pois se a Carta foi escrita pelos representantes do povo, o povo já se manifestou. Um referendo seria nova forma de manipulação da sociedade. O que se precisa é vontade de fazer-se a reforma política, fazê-la por pessoas capacitadas e promulgá-la. Ficam implícitos os requistos descritos por V. Excelência: constituintes eleitos e impedidos de se candidatarem a cargos eletivos (talvez por mais tempo do que os cinco anos sugeridos).
Hugo Samuel Alovisi
Advogado – Passo Fundo

Vejo o artigo de ZH em 12/7 como mais uma manobra típica de quem não tem noção do que o povo quer. Ficaram por maléficos 13 anos no governo e nada fizeram. Dilapidaram o bem público. Agora vêm com palavras de efeito para tentar ficar no poder e receber altos soldos. Espero que o povo mostre para essa quadrilha nas próximas eleições o que pensa desses 13 anos de desgoverno. Se isto não acontecer, lavo minhas mãos e viro PT.
Marino Ferrari
Aposentado – Porto Alegre

Ótima a coluna de Carpinejar (ZH, 12/7). A favor. Vamos fazer um abaixo-assinado: de hoje em diante, é necessária carteira para conduzir guarda-chuva. Kkkkk
Tissiana Mara Ramos
Nutricionista – Canoas

Sobre ZH

13 de julho de 2016 0

O colunista Paulo Germano escreveu: “Jamais, em hipótese alguma, ouse pensar por conta própria. Se você for de esquerda, por exemplo, nunca desconfie dos dogmas da esquerda, e, se por acaso for de direita, nem pense em contestar o que prega a direita”. (ZH, 8 e 9/7). Discordo. Frontalmente. Então, não devo usar meu livre-arbítrio? Preciso me conformar e seguir regras heterodoxas? Devo justificar malfeitos que pratique por serem menores do que os de líderes desonestos?
Jayme José de Oliveira
Aposentado – Capão da Canoa

Concordo com Paulo da Silva (ZH, 11/7). É uma lei imbecil a que acha que vai diminuir acidentes com faróis acesos. Imagina, no verão, todos os faróis ligados.
Airton Maciel
Motorista – Taquara

Carpinejar, parabéns mil vezes pela crônica “Autoescola para condutores de guarda-chuva” (ZH, 12/7), que li sorrindo. Entre tantas notícias ruins, uma descontração logo pela manhã é tudo de bom. Quem é gênio, de guarda-chuva faz uma crônica fantástica.
Maria Lurdes Derenji
Aposentada – Canoas

Indispensável louvar a sensibilidade e a tenacidade do Tulio Milman, que, há muito tempo, dá voz e vez às crianças invisíveis que se encontram encarceradas em abrigos à espera da adoção. Graças à atenção que ele e a própria Zero Hora dão à matéria, pela primeira vez foi instalada uma comissão na Assembleia Legislativa para discutir o tema, envolvendo os agentes públicos responsáveis por essa questão ainda tão vulnerável.
Fiz questão de proceder à entrega de um dossiê, com todas as colunas e as reportagens da Zero Hora sobre a adoção ao presidente da Comissão da Família. É a mídia cumprindo a sua função primordial.
Maria Berenice Dias
Advogada – Porto Alegre