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Sem acordo

26 de outubro de 2010 5


Com o fracasso da última tentativa de acordo para que a situação saísse unida à sucessão de Vitorio Piffero no Inter, a eleição do dia 8 de novembro no Conselho Deliberativo terá três candidatos, dois deles situacionistas: Giovanni Luigi e Pedro Affatato mais Sandro Farias, de oposição.
Nem mesmo o apelo pelo consenso, feito a Piffero por uma comitiva de influentes políticos gaúchos, liderados pelos deputados federais Ibsen Pinheiro e Beto Albuquerque, foi capaz de reconciliar os movimentos políticos do clube, com uma possível segunda reeleição de Piffero. Assim, com o racha configurado, o Inter partirá para a eleição às vésperas do Mundial.
Depois da reunião no prédio do deputado estadual Frederico Antunes, que começou na noite de sábado e foi encerrada já na madrugada de domingo, e que contou com as presenças de Piffero e de Fernando Carvalho, os dois dirigentes tiveram uma segunda reunião. Horas depois, na manhã de domingo, na casa de Piffero, com as presenças de lideranças de Roberto Siegmann e de Luciano Davi, dois dos líderes do Inter Grande, e de Luís César Souto Moura, líder do Coração Colorado, o presidente do Inter confirmou que não cederia aos apelos para concorrer uma vez mais.
_ Foi uma tentativa de boa-fé dos políticos, mas ela ocorreu tarde demais, uma vez que já se criou um clima de tensão entre os representantes dos movimentos que trabalham no dia a dia no clube. Seria muito bom para evitar o racha, mas o racha já existe e não há mais como abrigar todos sob o mesmo guarda-chuva _ disse Siegmann, assessor de futebol do clube e coordenador geral do Inter Grande. _ Piffero nos disse que só aceitaria concorrer se não tivéssemos candidato à presidência. E o Inter Grande já havia lançado Giovanni Luigi _ acrescentou o dirigente.
Siegmann assegura que ainda resta uma chance de consenso na situação: basta que Pedro Affatato não lance a sua candidatura à presidência (a apresentação da chapa do União Colorada, de Affatato ocorrerá amanhã).
_ O consenso não é impossível, desde que o União Colorada retire a candidatura. Assim, poderíamos construir uma chapa conjunta. Pedro Affatato seria um dos integrantes da comissão de obras, que terá o comando de Vitorio Piffero _ sugeriu Siegmann, que projeta mais de 150 votos para Luigi na eleição do Conselho (cuja cláusula de barreira é de 86 votos).
Pedro Affatato mantém a sua candidatura. Lembra que, por uma tentativa de consenso, o União Colorada convidou Luigi e Carvalho a permanecerem no futebol, mas que o candidato do Inter Grande rejeitou a oferta. Affatato lamenta a falta de acordo entre a situação. Com o apoio de grande parte do movimento Ação Independente Colorada e, possivelmente, de alguns movimentos de oposição, ele confia que passará pela votação no Conselho.
_ Sempre lutamos pela continuidade da gestão. O clube precisa ser gerido por várias cabeças, como foi nesses anos de conquistas, e não tornar-se o clube com um dono, como alguns querem fazer com o Inter _ afirmou Affatato, criticando a divisão na situação.
Apesar do racha, alguns nomes deverão fazer parte das chapas das duas correntes que concorrerão para renovar as 150 cadeiras no Conselho. Affatato, Luigi e Siegmann, por exemplo, deverão estar entre os primeiros integrantes das listas, a fim de afastar o risco de algum deles perder a vaga de conselheiro.

Com o fracasso da última tentativa de acordo para que a situação saísse unida à sucessão de Vitorio Piffero no Inter, a eleição do dia 8 de novembro no Conselho Deliberativo terá três candidatos, dois deles situacionistas: Giovanni Luigi e Pedro Affatato mais Sandro Farias, de oposição. Nem mesmo o apelo pelo consenso, feito a Piffero por uma comitiva de influentes políticos gaúchos, liderados pelos deputados federais Ibsen Pinheiro e Beto Albuquerque, foi capaz de reconciliar os movimentos políticos do clube, com uma possível segunda reeleição de Piffero. Assim, com o racha configurado, o Inter partirá para a eleição às vésperas do Mundial. Depois da reunião no prédio do deputado estadual Frederico Antunes, que começou na noite de sábado e foi encerrada já na madrugada de domingo, e que contou com as presenças de Piffero e de Fernando Carvalho, os dois dirigentes tiveram uma segunda reunião. Horas depois, na manhã de domingo, na casa de Piffero, com as presenças de lideranças de Roberto Siegmann e de Luciano Davi, dois dos líderes do Inter Grande, e de Luís César Souto Moura, líder do Coração Colorado, o presidente do Inter confirmou que não cederia aos apelos para concorrer uma vez mais. _ Foi uma tentativa de boa-fé dos políticos, mas ela ocorreu tarde demais, uma vez que já se criou um clima de tensão entre os representantes dos movimentos que trabalham no dia a dia no clube. Seria muito bom para evitar o racha, mas o racha já existe e não há mais como abrigar todos sob o mesmo guarda-chuva _ disse Siegmann, assessor de futebol do clube e coordenador geral do Inter Grande. _ Piffero nos disse que só aceitaria concorrer se não tivéssemos candidato à presidência. E o Inter Grande já havia lançado Giovanni Luigi _ acrescentou o dirigente.Siegmann assegura que ainda resta uma chance de consenso na situação: basta que Pedro Affatato não lance a sua candidatura à presidência (a apresentação da chapa do União Colorada, de Affatato ocorrerá amanhã)._ O consenso não é impossível, desde que o União Colorada retire a candidatura. Assim, poderíamos construir uma chapa conjunta. Pedro Affatato seria um dos integrantes da comissão de obras, que terá o comando de Vitorio Piffero _ sugeriu Siegmann, que projeta mais de 150 votos para Luigi na eleição do Conselho (cuja cláusula de barreira é de 86 votos).Pedro Affatato mantém a sua candidatura. Lembra que, por uma tentativa de consenso, o União Colorada convidou Luigi e Carvalho a permanecerem no futebol, mas que o candidato do Inter Grande rejeitou a oferta. Affatato lamenta a falta de acordo entre a situação. Com o apoio de grande parte do movimento Ação Independente Colorada e, possivelmente, de alguns movimentos de oposição, ele confia que passará pela votação no Conselho. _ Sempre lutamos pela continuidade da gestão. O clube precisa ser gerido por várias cabeças, como foi nesses anos de conquistas, e não tornar-se o clube com um dono, como alguns querem fazer com o Inter _ afirmou Affatato, criticando a divisão na situação. Apesar do racha, alguns nomes deverão fazer parte das chapas das duas correntes que concorrerão para renovar as 150 cadeiras no Conselho. Affatato, Luigi e Siegmann, por exemplo, deverão estar entre os primeiros integrantes das listas, a fim de afastar o risco de algum deles perder a vaga de conselheiro.


Comentários (5)

  • Zé Carpes diz: 26 de outubro de 2010

    Ou muito me engano ou esse senhor, Siegmann, é contrário a um Ínter unido, como nos últimos anos. Então, decidi! Pro Conselho, voto na chapa em que ele não esteja e, pra Presidente, voto no Affatato!

  • Gaúcho Tchê diz: 26 de outubro de 2010

    Li a primeira parte hoje. Amanhã, quando terminar a segunda parte do texto, daí comento… hehehe

  • Silvio diz: 26 de outubro de 2010

    A candidatura de Afattato e de Mário Sergio, com o pretenso mote de que o Inter é um clube que “não deve ter donos”não cabe no discurso de ambos. O movimento que fazem é justamente para continuarem donos. A autentica candidatura situacionista de Giovani e Siegmann representa o Império “CarvalhoPiferiano”. Vitorioso em campo mas com a vontade implícita de banir quaisquer discordantes. Chamo a candidatura que será amanhã lançada de “Situação do B”. Algo como uma dissidencia do PCB para o PC do B. Ambos representam a mesma veia política. Resiste como única verdadeira frente de oposição a Frente Colorada. Esta abriga Cláudio Bier, Amarante e Vechio. Autênticos opositores ao modelo “balcão de negócios”e da insana reforma de 350 milhoes do estádio- QUE COMPROMETERÁ ,SIM, AS FINANÇAS DO CLUBE. A esta oposiçao cabe: um clube sem donos. Tomara que os associados percebam que esta manobra não passa de uma “sede de poder”. O projetop é o poder; não o Internacional. Quem quer servir ao Inter ; e não dele se servir não precisa de vaidade ou cargos. Mas de PROJETOS FACTIÍVEIS.

  • Francisco diz: 26 de outubro de 2010

    ATENÇÃO PESSOAL. o texto está duplicado o dia inteiro.

  • Lucas Colferai diz: 26 de outubro de 2010

    O texto está duplicado.

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