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Posts de setembro 2011

Inter pagou hoje o direito de imagem - com atraso

30 de setembro de 2011 21

A direção do Inter pagou nesta sexta-feira o direito de imagem de seus jogadores – valores que estavam em atraso. O pagamento, referente ao mês de agosto, deveria ter ocorrido no dia 20 de setembro, foi pago hoje, dia 30. O direito de imagem de julho, que deveria ter sido quitado em 20 de agosto, foi pago no dia 16 de setembro, também com atraso. Apesar do esforço da direção colorada em enxugar os gastos do clube, o direito de imagem – que representa no mínimo 50% dos vencimentos dos atletas – vem sendo pago sempre com algum atraso na temporada.

Andrade Gutierrez vira motivo de ironias para o torcedor gaúcho

30 de setembro de 2011 13


Irritado com a demora da Andrade Gutierrez para celebrar o contrato com o Inter, o torcedor colorado parte para a ironia para debochar da empreiteira mineira. O torcedor gremista, por sua vez, entra na onda e tira sarro dos colorados. Abaixo, alguns dos Andrade Gutierrez Facts – com amplo material de divulgação nas redes sociais:
1. Andrade Gutierrez já mandou o contrato pro Inter e pediu para o Mário Fernandes entregar em mãos.
2. Chuck Norris garantiu que se o contrato for entregue até 2015, ele consegue terminar o Beira-Rio até 2014.
3. Mais simples matar o Jason do que a AG construir o Beira Rio.
4. Mais fácil transformar a dívida pública da Grécia em estalecas que os guindastes da Andrade Gutierrez começarem a trabalhar no Beira-Rio.
5. Mais fácil a Apple falir do que o Inter assinar com a AG.
6. Stevie Wonder afirma que já viu o contrato do Inter com AG. Assinado.
7. Mais fácil o árbitro recusar um pênalti para o Corinthians do que o Inter assinar com a AG.
8. Mais fácil o Sarney largar o osso do que o Inter assinar com a AG.


Sorondo pronto para voltar

30 de setembro de 2011 5

A duas semanas de seu retorno ao grupo principal do Inter, o zagueiro Sorondo, 31 anos, já projeta disputar a etapa final do Brasileirão. Após seis meses recuperando-se da cirurgia dupla de joelho e ombro, resultado de uma queda no gramado sintético do Passo D’Areia – em São José 0×1 Inter, no dia 23 de março -, o uruguaio naturalizado brasileiro mostra-se confiante no retorno ao time, agora com Dorival Júnior. Antes da dupla lesão, era titular com Celso Roth e vivia boa fase.

Sorondo ainda atribui ao piso artificial a sua contusão. Lembra que o pé ficou preso no gramado, travando o movimento e causando a queda, que resultou em ruptura de ligamentos de joelho e ombro direitos. Durante o período no estaleiro, entre as etapas de fisioterapia, passou 12 dias em Montevidéu e fez uma nova tatuagem: um desenho maori, que começa no braço e termina no ombro direito – o operado.

Zero Hora – Você ainda se arrepende de ter jogado no gramado sintético?

Sorondo – Muito. Na véspera do jogo, o Celso (Roth) pediu que eu testasse o piso. Não queria jogar, por causa das minhas outras duas cirurgias no joelho (ambas no esquerdo). Mas fiz o teste e, ao menos no “dois toques”, pensei que não haveria problema. Disse a ele (Roth): “tudo bem, vou jogar”. O Nei, que estava sentindo dores no joelho, não jogou. Fez bem. É impossível disputar uma partida de campeonato em um campo como aquele. Não jogarei mais em piso sintético. Na próxima vez, vou pedir para não entrar.

ZH – O contrato com o Inter se encerra ao final do ano. Já há uma negociação para renová-lo?

Sorondo – Te juro: ainda não comecei a pensar nisso. Só quero recomeçar a jogar logo e voltar a ser eu mesmo. Quero voltar em uma semana, mas o Élio (Carravetta, coordenador de preparação física) me pediu mais duas semanas, então, estou a 15 dias do retorno.

ZH – Você está há quatro temporadas no Inter e parou diversas vezes devido às lesões. De alguma forma, você sente-se em débito com o clube?

Sorondo – Em termos de dedicação e seriedade, não. Com relação às lesões, sim. O clube sempre me deu respaldo e foi muito correto comigo. Não me sinto em dívida, mas certamente poderia ter dado muito mais ao Inter se não fossem as lesões.

ZH – Pelo o que você visto do Brasileirão, quais as chances do Inter no campeonato?

Sorondo – Temos chances até mesmo de título. São nove pontos para o Vasco e temos time para brigar até o final.

ZH – Qual é a sua opinião sobre o “caso Bolívar”, que pediu para não jogar por um período devido às vaias?

Sorondo – Vaias e reclamações sempre acontecerão. Não será a última vez, com Bolívar ou com qualquer outro jogador. Mas ele fez o correto, sabe quem ele é, teve cabeça fria. Agora, voltará e precisará mudar isso.

ZH – Você entende que o Brasil deveria aumentar o número de estrangeiros por equipe (hoje apenas três podem jogar ao mesmo tempo)?

Sorondo – Isto seria bom até mesmo para aumentar a competitividade do futebol brasileiro. Com o potencial econômico do Brasil, ficaria fácil contratar ainda mais grandes jogadores sul-americanos.

Revelação Mamute ganha músculos

29 de setembro de 2011 10


O garoto Mamute, 16 anos, garante que não é adepto das noitadas. Por enquanto, sua preocupação é caprichar no trabalho especial de condicionamento físico a que é submetido no grupo profissional. Da vez anterior em que foi chamado, na época de Renato Portaluppi, sumiu diante da marcação de um zagueiro em jogo-treino contra o Caxias.
- Não tenho nada ainda. Como vou sair para a noite? – brinca Mamute, criado no bairro Ruben Berta e desde os 12 anos representado por Machado.
Um empresário, que pede para não ter o nome citado, reclama que há muita hipocrisia quando se trata da vida privada dos jogadores.
- Como a gente faz para controlar alguém que é jovem, famoso e com dinheiro? Não tem como. Por mais conselhos que a gente dê, eles sempre vão querer dar uma escapadinha – diz.



Jorge Machado, o "paizão" de Mário Fernandes

29 de setembro de 2011 5


Os empresários também fazem sua parte para controlar os garotos. São frequentes as reuniões de Jorge Machado com Mário Fernandes, em que trata de alertar para a preservação da imagem. Chamado de “pai” pelo lateral, o empresário age como tal. Quando não cuida ele mesmo do jogador, transfere a missão para o filho Cauê.
- Sempre estive próximo desses garotos. Agi assim com Carlos Eduardo e Sobis. Digo a eles que precisam ter discernimento e responsabilidade na carreira. Mas não posso impedir que vivam a própria vida – pondera Machado.
O garoto Mamute, 16 anos, promovido aos profissionais do Grêmio, é a comprovação de que o empresário não se descuida. Quarta-feira, encerrado o treinamento, Leão, um funcionário de Machado, estacionou seu carro ao lado do campo suplementar para levá-lo até a casa, no bairro Teresópolis.
- O paizão do Mamute é o Escuro (também funcionário de Machado). Mas ele está em São Paulo para atender ao Rentería (ex-atacante do Inter, agora no Santos) – explica Leão.



Grêmio controla seus garotos

29 de setembro de 2011 0


O que não falta é vigilância. O episódio envolvendo Mário Fernandes, que foi para a noite e perdeu o voo para Belém, onde se apresentaria à Seleção Brasileira, levou o Grêmio e os empresários a redobrarem os cuidados com os jovens jogadores. Só que  é impossível controlar cada passo nos dias de folga.
Jovens, famosos e com uma remuneração que não é comum para a maioria das pessoas de sua idade, eles acabam atraídos pela festa. A preferência é pelas noites de quarta-feira e domingo. Como têm folga no dia seguinte, os jogadores relaxam em bares da moda, sobretudo os localizados na Cidade Baixa. Um desses locais foi o escolhido domingo à noite por Mário Fernandes, acompanhado da namorada e do atacante Leandro.
O Grêmio garante que eventuais excessos não se refletem no condicionamento físico dos garotos. Se o consumo de bebida alcoólica fosse exagerado, seria fácil perceber nos treinos. Diariamente, antes do treinamento, todos se submetem a uma avaliação física supervisionada por ninguém menos do que o exigente Paulo Paixão. O clube também assegura que não há risco de que os garotos se envolvam com drogas, embora as companhias nem sempre sejam as mais recomendáveis. Nesse caso, o exame antidoping funciona como um sinal de alerta.



Presidente Luigi nega atraso na "imagem"

28 de setembro de 2011 14


A direção do Inter contesta a informação deste blog sobre o atraso no pagamento do direito de imagem de alguns jogadores, com salários mais altos, e no repasse de comissões a empresários. O objetivo do clube, que teria sido definido após consulta a estes atletas e a alguns empresários, era zerar antigas dívidas, que já batiam na casa dos R$ 27 milhões. O presidente Giovanni Luigi nega atrasos de até 40 dias na imagem.
- Isto é improcedente. Nunca chamei jogadores para negociar atraso nos contratos de imagem. É claro que pode ocorrer algum atraso eventual, mas tudo está dentro do planejado – disse Luigi.
A nota que havia sido publicada hoje pela manhã neste blog:
Neste mês de setembro, a direção do Inter conseguiu, enfim, quitar R$ 27 milhões em dívidas pendentes desde o ano passado. Para conseguir economizar sem afetar (muito) a equipe, o clube convocou alguns jogadores com salários mais elevados para negociar um atraso de até 40 dias no pagamento de seus direitos de imagem _ que muitas vezes representa 50% ou mais dos vencimentos. Além disso, empresários também tiveram suas comissões retardadas a fim de dar maior fôlego ao caixa do clube. A partir do próximo mês, os pagamentos deverão ser regularizados. A folha salarial do futebol colorado segue na casa dos R$ 7 milhões mensais.



Morte de Escurinho emociona ex-companheiros

28 de setembro de 2011 2

A morte de Escurinho abalou a turma de 70. A luta contra o diabetes havia transformando-se em um símbolo para os ex-companheiros, um último grande adversário a ser vencido. Por volta das 19h30min, Dadá Maravilha retornou a ligação de ZH. Não havia atendido ao telefonema em um primeiro momento. Ligou de volta, como sempre faz. De Belo Horizonte, onde vive. Recebeu a notícia. E chorou.

- Meu Deus do céu! Eu amava o Escurinho… (aqui, Dadá interrompe o seu depoimento sobre o amigo e o choro o impede de falar).
Precisou retomar o fôlego para prosseguir.
- A gente brincava demais. Éramos como irmãos. Ele cantava e me abraçava. Era lindo ver aquele sorriso. Escurinho sempre foi uma criatura maravilhosa. O meu coração quase parou com essa notícia – disse Dario.
O capitão do timaço de 70, Elias Figueroa, também sofria com os cabeceios de Escurinho. Em treinos, o chileno era um dos responsáveis por tentar marcá-lo. Don Elias também era um conselheiro para Escurinho, em muitos momentos, uma espécie de irmão mais velho.
- Escurinho sempre foi um grande companheiro, quando a coisa estava feia para nós, ele entrava e resolvia. Era dificílimo marcá-lo, quase impossível, felizmente eu só precisei fazer isso em treinos – recordou Figueroa. – Estou muito impactado com a morte dele. Sabia que não estava bem de saúde, mas que vinha se recuperando – lamentou.
Escurinho era admirado também entre os adversários. O uruguaio Ancheta, zagueiro do Grêmio em muitos clássicos contra o atacante da camisa 14 (o seu “número de sorte” no Inter), também sofreu com a morte do amigo. Planejavam lançar um CD em breve. Ancheta, depois de deixar o futebol, dedicou-se a cantar boleros.
- Depois do futebol nos aproximamos, ficamos amigos, Escurinho era muito carismático. Podíamos cortar 15 cruzamentos, mas, na única chance que ele tivesse, marcaria o gol. Era um terror. Se tivéssemos um erro sequer, perderíamos o lance para ele e ficaríamos comendo grama – contou Ancheta.
Ontem à noite, o Grêmio postou a seguinte mensagem através de sua conta no microblog Twitter:
- O Grêmio FBPA solidariza-se com os desportistas em geral, amigos e familiares do ex-atleta Luiz Carlos Machado, “Escurinho”, falecido hoje.



Jogadores concordam e Inter paga dívidas atrasando direitos de imagem

28 de setembro de 2011 17


Neste mês de setembro, a direção do Inter conseguiu, enfim, quitar R$ 27 milhões em dívidas pendentes desde o ano passado. Para conseguir economizar sem afetar (muito) a equipe, o clube convocou alguns jogadores com salários mais elevados para negociar um atraso de até 40 dias no pagamento de seus direitos de imagem – que muitas vezes representa 50% ou mais dos vencimentos. Além disso, empresários também tiveram suas comissões retardadas a fim de dar maior fôlego ao caixa do clube. A partir do próximo mês, os pagamentos deverão ser regularizados. A folha salarial do futebol colorado segue na casa dos R$ 7 milhões mensais.


Sorondo: "Se eu soubesse o que aconteceria, jamais teria jogado no sintético"

27 de setembro de 2011 17


A duas semanas de seu retorno ao grupo principal do Inter, o zagueiro Sorondo (na foto, ao lado do empresário Walter Cirne) já projeta disputar a perna final do Brasileirão. Após seis meses recuperando-se da cirurgia dupla de joelho e ombro, resultado de uma queda no gramado sintético do Passo D’Areia – em São José 0×1 Inter, no dia 23 de março -, o uruguaio que também cidadania brasileira mostra-se confiante a voltar a brigar por um lugar na equipe de Dorival Júnior. Antes da dupla lesão, era titular do time de Celso Roth e vivia boa fase.
Sorondo ainda atribui ao piso artificial a sua contusão. Lembra que o pé ficou preso no gramado, travando o movimento e causando a queda, que resultou em ruptura de ligamentos de joelho e ombro direitos.
- Na véspera do jogo, o Celso (Roth) pediu que eu testasse o piso. Não queria jogar, por causa das minhas outras duas cirurgias no joelho (ambas no esquerdo). Mas fiz o teste e, ao menos no “dois toques”, pensei que não haveria problema. Mas houve. É impossível disputar uma partida de campeonato em um campo como aquele. Não jogarei mais em piso sintético – conta Sorondo.
O contrato com o Inter se encerra ao final do ano. Já há uma negociação para renová-lo?
Te juro: ainda não comecei a pensar nisso. Só quero recomeçar a jogar logo e voltar a ser eu mesmo. Quero voltar em uma semana, mas o Élio (Carravetta, coordenador de preparação física) me pediu mais duas semanas, então, estou a 15 dias do retorno – assegura o zagueiro.
A reportagem completa você lerá nessa semana em ZH e no blog.