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Eleição do Inter: Oposição e situação travam um duelo pelo amor do Convergência Colorada

30 de setembro de 2014 0

Arquivo ZH

Tadeu Vilani

A sucessão de Giovanni Luigi começa a pegar fogo. Nessa semana, movimentos importantes nos bastidores poderão dar um novo rumo à eleição presidencial do Inter. O Convergência Colorada é desejado por todos: situação e oposição. O Convergência, que nessa quarta-feira lançará o seu Plano de Gestão para o clube (as suas ideias para o futuro do Inter), desistiu de apresentar o seu candidato à presidência (Sandro Farias, João Patrício Hermann ou Humberto Busnello) porque passou a ser assediado pelo grupo de Vitorio Piffero. Como a aproximação começou a ficar séria, com jeito de se tornar uma aliança, o Convergência foi assediado também pela situação – que lançará o vice de futebol Marcelo Medeiros à presidência.
No Convergência Colorada – um movimento que sempre se pautou pela construção de projetos para o clube, mas que nunca teve a chance de assumir a direção -, há uma leve predileção pela coalizão com a corrente de Piffero. O temor, porém, é que o grupo acabe ficando à sombra de Piffero em uma possível gestão. Além disto, ainda não há uma definição real se o ex-presidente realmente encabeçará a chapa, tentando voltar aos gabinetes do Beira-Rio depois de cinco anos longe do clube.
Medeiros, escudado pelo Movimento Inter Grande (MIG), o “partido” que comanda o clube desde 2002, terá uma reunião ainda nessa semana com lideranças do Convergência Colorada. A resposta do grupo poderá ser dada na semana que vem.
Na sucessão de Luigi, todos querem casar com o Convergência.

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