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Eleição do Inter: Convergência não fará aliança com a situação e aguarda definição de Piffero. Siegmann fora do páreo

09 de outubro de 2014 0

Ricardo Duarte

Enquanto os movimentos de oposição esperam a oficialização da candidatura Vitorio Piffero (foto) à presidência do Inter para mover as suas peças, o Convergência Colorada (CC) já decidiu que não se coligará à situação. Dono de 78 cadeiras no Conselho Deliberativo, o CC foi procurado pelo candidato situacionista Marcelo Medeiros, a fim de tentar uma aliança já para o primeiro turno da eleição, em 11 de novembro. Porém, como a situação precisa renovar 80 cadeiras no Conselho (eleição que será realizada junto com a escolha do novo presidente), o Convergência perderia espaço – e conselheiros – com esta possível fusão. Rejeitou.

Agora, o Convergência aguarda a definição do nome indicado pelo Diretas Sempre (movimento formado pelos grupos União Colorada, Ação Independente, Mais Inter e alguns conselheiros independentes) para decidir se optará pela coligação ou se lançará candidato próprio. Neste caso, o Convergência poderia até mesmo encorpar a sua chapa com o apoio de outros grupos. Se o Diretas Sempre não conseguir convencer Piffero a entrar na disputa, o ex-presidente do Conselho Deliberativo Luis Antônio Lopes deverá ser o presidenciável. A tendência, porém, é que Vitorio Piffero seja oficializado candidato à sucessão de Giovanni Luigi.

A eleição à presidência do Inter terá um candidato a menos. Roberto Siegmann, ex-vice de futebol da primeira gestão Luigi, desistiu de concorrer. Assim, a eleição ficará entre Medeiros e Piffero ou Lopes e, talvez, um possível candidato do Convergência, caso o grupo desiste de formar uma coalizão com outros movimentos.

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