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Posts de maio 2015

Libertadores: Tigres perde seu goleador para a semifinal contra o Inter

28 de maio de 2015 7

AFP

Adversário do Inter na semifinal da Libertadores, o Tigres perderá uma de suas peças mais importantes para o mata-mata com os colorados: o atacante Enrique Esqueda.

Goleador do time na Libertadores, com quatro gols, ao lado de Rafael Sobis e do equatoriano Joffre Guerrón. Ocorre que Esqueda, que disputará a Copa América com a seleção mexicana, pertence ao Pachuca. O empréstimo ao Tigres chegou ao fim e o clube de Monterrey não tem opção de compra. Além de Esqueda, o Tigres também terá que devolver ao Pachuca o meia Dieter Villalpando.

A direção mexicana, porém, já se mobiliza para buscar reforços para a semifinal. Tentará a contratação do atacante nigeriano Iker Uche, do Villarreal (ESP).

— Estamos buscando dois ou três para chegar nos torneios que estamos participando. Queremos chegar nas finais — disse o presidente do Tigres, Alejandro Rodríguez, ao jornal mexicano Récord.

Juan e D'Alessandro, os destaques do Inter na vitória libertadora sobre o Santa Fe

27 de maio de 2015 3

Felix Zucco

Alisson
Uma partida segura, mesmo quando recebeu todos os passes da zaga. 8

William
Uma vez mais, peça importante na mecânica do ataque colorado. 7

Ernando
Dessa vez, bem por cima e um bom complemento a Juan. 7

Juan
A sua melhor partida no ano. Firme na defesa e no ataque. 9

Geferson
Mesmo voltando de lesão, encarou os colombianos na força. 7

Rodrigo Dourado
Foi o cão de guarda da zaga. E ainda teve forças para avançar. 7

Aránguiz
Junto com Dourado, tratou de controlar a bola no sistema defensivo e melhorar o passe. 7

D’Alessandro
Entrega total, durante os 90 minutos. Um segundo tempo de Copa. 9

Sasha
Saiu lesionado aos 14 minutos. Sem nota

Lisandro López
Jogou como atacante e como volante. 7

Nilmar
Tentou puxar os contra-ataques. Saiu lesionado. 6

Valdívia
Incansável. Buscou o jogo o tempo todo e foi o alvo preferido das faltas. 8

Alex
Importantíssimo para a pressão final do segundo gol. 7

Rafael Moura
Entrou no final para participar do gol da classificação. 8

Beira-Rio ruge, Inter bate o Santa Fe por 2 a 0 e avança à semifinal da Libertadores

27 de maio de 2015 0

Felix Zucco

Com o maior público da história do novo Beira-Rio, o Inter bateu o Independiente Santa Fe por 2 a 0, com gols de Juan e de Mina (contra), e se classificou às semifinais da Libertadores. Em um jogo dramático, a vaga chegou com um gol aos 42 minutos do segundo tempo, depois que os colombianos tiveram dois expulsos.
Com Valdívia no banco e Lisandro López formando o ataque ao lado de Nilmar, o Inter fez o que dele se esperava: se atirou ao ataque. E até os zagueiros haviam se tornado homens de frente. Tamanha fome de gols levou o Inter a abrir o placar logo aos dois minutos – se utilizando da mesma arma do Santa Fe em Bogotá: a bola aérea.
D’Alessandro cobrou escanteio, Sasha cabeceou para o chão. A bola quicou, subiu, não iria para o gol. Isso até ela encontrar Juan que, quase ao lado da trave, saltou e cabeceou ao gol, encobrindo o volante Roa. O Beira-Rio rugiu pela primeira vez, comemorando o gol do defensor que havia falhado no gol de Mosquera, em Bogotá.
Com metade da missão cumprida, uma vez que o 1 a 0 levaria a decisão para os pênaltis, era chegada a hora de respirar fundo e repensar o jogo. Os minutos seguintes, porém, foram de chegadas do Santa Fe _ ainda que sem conclusão ao gol de Alisson.
Diego Aguirre sofreu uma baixa ainda cedo. Sasha recebeu um pisão no pé direito e não teve condições de prosseguir. A reserva de Valdívia durou apenas 14 minutos. A troca, porém, não ajudou a melhorar o Inter. Ao contrário: foi o Santa Fe quem passou a tomar conta do jogo, a ter maior posse de bola e a criar situações de gol. Já os donos da casa seguiam ansiosos e errando muitos passes. Para deixar a torcida ainda mais nervosa, a defesa colorada trocava muitas bolas em frente à área.
Aos 34 minutos, Alisson tentou o passe para Juan e, por pouco, Omar Pérez não fez por cobertura. No lance seguinte, Alisson saiu mal de novo e precisou dividir com Morelo para evitar o empate. O primeiro tempo chegou ao final com algumas jogadas mais viris, de lado a lado.
- Temos de buscar o segundo gol agora, não tem outro jeito – disse Valdíva, no intervalo.
No segundo tempo, Santa Fe e Inter passaram a ser mais ofensivos. Os colombianos buscavam o gol que poderia encaminhar a sua classificação, enquanto os de Aguirre trabalhavam melhor a bola e buscavam o 2 a 0 definitivo. O Inter por pouco não fez em uma sequência com Dourado, Geferson e depois com D’Alessandro. O campo, úmido, devido à chuva em Porto Alegre desde a madrugada, parecia deixar as jogadas ainda mais velozes.
Aos 13, Lisandro foi derrubado na área. O árbitro não marcou o pênalti. A pressão e o rugido do Beira-Rio cresciam. Valdívia foi o alvo preferido das faltas colombianas. Em mais uma delas, no meio-campo, parando um contra-ataque colorado, Aguirre entrou no campo exigindo o segundo cartão amarelo de Mosquera. Acabou expulso. Aos 22, o Santa Fe também teve um expulso, mas em campo. Mosquera, autor do gol em Bogotá, derrubou Nilmar e recebeu o segundo amarelo _ e o atacante, tonto com a pancada, foi substituído por Alex. Aos 32, D’Alessandro tabelou com Valdívia e mandou um chutaço para grande defesa de Castellanos. Aos 36, mais um expulso: o lateral Anchico, por falta em Valdívia.
O Inter ficou com dois jogadores a mais, trocou Geferson por Rafael Moura, e se jogou ao ataque. Não demorou para que um escanteio jogasse todo o time para a área colombiana. D’Alessandro cobrou e Rafael Moura entrou como um raio para desviar de cabeça e marcar o gol salvador da classificação – o gol, porém, foi dado para o zagueiro Mina, contra. O Santa Fe reclamou que o escanteio foi irregular, pois a bola bateu em Lisandro antes de sair.
Nos minutos finais, Lisandro ainda perdeu um gol cara a cara com Castellanos. Aguirre assistiu ao final da partida agachado, escondido da arbitragem atrás dos seguranças do Inter. Assim que o árbitro encerrou o jogo, o árbitro foi cercado pelos colombianos, e o zagueiro Mina acabou expulso. O Beira-Rio explodiu em festa, seguida pelo apagar dos refletores e pelo clarão dos celulares e smartphones.

Romildo será também vice de futebol do Grêmio

25 de maio de 2015 1
Omar Freitas

Omar Freitas

O presidente Romildo Bolzan irá acumular a função de vice de futebol do Grêmio.

Ao final da reunião com seu Conselho de Administração (CA), na noite desta segunda-feira, o dirigente não conseguiu convencer qualquer dos nomes cogitados a aceitar. Um deles era Adalberto Preis.

As tratativas para encontrar um ocupante do cargo poderão ser retomadas ao longo da semana. Na avaliação do Conselho de Administração, o presidente ficará sobrecarregado no desempenho da função.

Como vice de futebol, Bolzan centraliza cada vez mais a tarefa de contratar um novo treinador para a equipe, em substituição a Felipão, cuja saída completará uma semana nesta terça-feira.

 

Muriel e Nilmar são os destaques dos suplentes do Inter no empate com o Vasco

23 de maio de 2015 2

Paulo Sérgio/Lancepress!

Muriel
Três defesas que evitaram uma nova derrota do Inter no Brasileirão. 8

Lucas Marques
Um início tímido. Cresceu ao longo do jogo, subindo ao ataque e acertando passes. 5

Paulão
Sem invencionices. Rebateu e afastou tudo o que pôde na zaga. 5

Réver
Esforçado, mas ainda longe daquele zagueiro campeão da América em 2013 com o Atlético-MG. 6

Geferson
Jogou 19 minutos e saiu lesionado. Sem nota

Nico Freitas
É limitado e sabe disso. Faz o básico. Marca e passa. 6

Nilton
Alguma dificuldade na marcação, mas com dois passes perfeitos para Nilmar. No segundo deles, gol. 7

Anderson
Dono de bom passe, deu uma saída de bola qualificada ao meio-campo. 7

Alex
Se desdobrou entre a armação e, depois, a lateral-esquerda, com um jogador a menos. 6

Alan Ruschel
Não é à toa que o reserva de Geferson é Ernando, um zagueiro improvisado. Ainda foi expulso. 3

Nilmar
Fez um teste para pegar o Santa Fe. Correu, desarmou adversários, fez, passou no exame e ganhou nota 8

Taiberson
Com ele, o Inter teve uma jogada de desafogo e conseguiu avançar mais ao ataque. 6

Vitinho
Com a sua força e velocidade, poderia ter feito bem mais no ataque. 4

Eduardo
Entrou com a defesa toda mexida e com o Inter atuando com 10 jogadores. 5

Diego Aguirre lamenta revés nos acréscimos: "Dói levar um gol no último minuto"

21 de maio de 2015 4

Ricardo Duarte

Assim como ocorreu no mata-mata com o Atlético-MG, o Inter terminou a partida de ida lamentando ter sofrido mais um gol no final. No Independência, o gol do empate em 2 a 2 surgiu aos 49 minutos do segundo tempo. Em Bogotá, a derrota aconteceu aos 46 minutos do segundo tempo. Apesar de abatido com o revés colombiano, o técnico Diego Aguirre aposta na sinergia torcida-time do Beira-Rio para seguir na Libertadores.

- Dói levar um gol no último minuto. São coisas que acontecem. Mas temos outra parte do jogo a disputar. Esse é o momento de pensar em coisas positivas, pensar que teremos o Beira-Rio lotado em uma semana. Vai ser muito difícil, mas é possível que o Inter possa se classificar – disse Aguirre.

Escudado pelos 100% de aproveitamento em casa na Libertadores, o técnico colorado poderá mexer na equipe, contando com o retorno de Geferson na lateral-esquerda (recuperado de uma artroscopia no joelho direita) e com Nilmar desde o início no ataque.

- Confio muito na minha equipe. Temos boa qualidade para conseguir a classificação. Sempre se joga melhor em casa. Tenho certeza: vamos buscar o resultado. É bom para nós definir em casa. Acredito mais do que nunca em nossa força _ comentou o técnico.

Vitorio Piffero fez coro a Aguirre. O presidente do Inter entendeu que a equipe recuou demais e não conseguiu perturbar o adversário. Aposta na reversão em casa.

- Nos culpamos. Não exercemos toda a pressão que exercemos nos adversários no Beira-Rio. Eles têm um time com vigor físico, são grandes, se impõem, é um bom time. Mas, no Beira-Rio, é diferente, Vamos apertar o adversário. Nos encolhemos para tentar nos defender – afirmou Piffero. – Já temos 15 mil sócios que realizaram o check in – emendou o dirigente, contando com um estádio lotado no dia 27.

Sasha lamentou a atuação da equipe no segundo tempo. E admitiu ter cansado:
- A altitude dificultou um pouco, fazer esse vai-e-volta é desgastante mesmo. Fomos meio que empurrados para trás, mas temos que manter o que estamos acostumados a fazer em casa.

Em casa, na Libertadores, o Inter bateu a Universidad de Chile por 3 a 1, o Emelec por 3 a 2, o The Strongest por 1 a 0 e o Atlético-MG por 3 a 1. Agora, precisará repetir as vitórias sobre chilenos e mineiros para avançar às semifinais – ou se preocupar apenas com o Brasileirão e com a Copa do Brasil.

Cotação da Libertadores: as notas para a derrota do Inter na Colômbia

21 de maio de 2015 1

Ricardo Duarte

Alisson
Duas defesas importantes, mas que não garantiram o empate. 8

William
A principal saída de bola do Inter. 7

Alan Costa
Um único erro, justamente no gol do Santa Fe. 5

Juan
Conteve bem os perigosos Páez e Morelo. 7

Ernando
Se desdobrou para conter os constantes avanços do Santa Fe. 6

Rodrigo Dourado
Fundamental à frente dos zagueiros. 7

Aránguiz
Assim como Dourado, foi o avalista do sistema defensivo. 6

D’Alessandro
Bem no 1° tempo, caiu muito de produção e foi substituído no 2°. 5

Valdívia
Incansável. Correu, marcou, armou e, por pouco, não fez um golaço. 7

Sasha
Foi mais importante como marcador do que como atacante. 6

Lisandro López
Teve o lance da partida a seus pés e desperdiçou. 5

Nilmar
Teve apenas uma chance e quase fez o gol. 6

Nico Freitas
Entrou para segurar ainda mais o ataque colombiano. 5

Réver
Foi a campo nos minutos finais. Sem nota

Libertadores: Inter não resiste a Bogotá e perde para o Santa Fe nos acréscimos

21 de maio de 2015 2

Ricardo Duarte

O Inter foi punido aos 46 minutos do segundo tempo em Bogotá. Com um gol de Mosquera, o Santa Fe bateu o Inter por 1 a 0, na partida de ida das quartas de final da Libertadores. Agora, o time de Diego Aguirre precisará da força dos 100% de aproveitamento do Beira-Rio para avançar às semifinais. Em Porto Alegre, o Inter é obrigado a vencer por 2 a 0. Os colombianos jogarão pelo empate e derrota por um gol de diferença a partir do 2 a 1. Caso o Inter derrote o Santa Fe por 1 a 0, a decisão irá para os pênaltis. No sábado, o time reserva do Inter volta ao Brasileirão, desta vez para enfrentar o Vasco, em São Januário.

Com uma postura agressiva, o Santa Fe partiu para cima do Inter na tentativa de abrir vantagem ainda no primeiro tempo. Após a derrota no final de semana para o Millonarios, por 3 a 1, no clássico de Bogotá e que custou a eliminação da equipe no Campeonato Colombiano, o time de Gustavo Costas precisava dar uma resposta à torcida.

Com o El Campín apresentando diversos espaços vazios em suas arquibancadas, os colombianos dominaram as ações ofensivas diante de um Inter demasiadamente recuado e que tentava sair em contra-ataques. A precaução de Diego Aguirre permitia que o Santa Fe chegasse à intermediária colorada, rondasse a área, mas não conseguisse se aproximar do gol de Alisson. Daí, as chances quase insignificantes dos donos da casa no primeiro tempo. Omar Pérez, o camisa 10 do Santa Fe, era vigiado por Sasha e Aránguiz _ o chileno deu um susto, ao prender o tornozelo esquerdo no gramado e precisar de atendimento. No ataque, duas chances: D’Alessandro, batendo cruzado, por cima, e Valdívia, de longe, encobrindo o goleiro Castellanos, mas com a bola igualmente saindo. D’Alessandro, que recebeu um cartão amarelo por reclamação, após uma falta de Anchico em Valdívia, seguiu protestando contra a arbitragem, no intervalo.

No segundo tempo, sob chuva, o Santa Fe tentou acelerar mais o jogo, enquanto o Inter passou a trabalhar mais as jogadas e a ter maior posse de bola. William passou a ser a principal jogada de ataque da equipe de Aguirre, com as suas subidas pela ponta direita.

O Santa Fe tentava abrir alguma mínima vantagem em casa. O Inter, porém, se defendia com 11 jogadores em seu campo. Em alguns momentos, até o contra-ataque era algo impossível porque não havia ninguém na frente. O 0 a 0 interessava aos colorados.

Aos 19 minutos, os colombianos chegaram com força. Omar Pérez cobrou falta na área, Alisson fez defesa parcial após desvio de cabela de Mosquera e, no rebote, o próprio Mosquera concluiu no travessão. Foi o pirmeiro susto do Inter no El Campín. O lance serviu também para despertar a torcida. Aos 21, Omar Pérez cobrou escanteio e Mosquera desviou de cabeça, outra vez no travessão.

Pressionado, o Inter passava a jogar por um contra-ataque. Aos 25, a chance de ouro: Mina caiu na frente de Lisandro e perdeu a bola. O argentino avançou e, ao chegar na área, tentou o drible em vez de chutar a gol. Foi desarmado por Anchico e perdeu a melhor chance de gol colorada no segundo tempo.
Como fez em casa em toda a Libertadores, o Santa Fe partiu para cima nos minutos finais – se aproveitando também da altitude de 2,6 mil metros. Borja, aos 29, perdeu o gol cara a cara com Alisson. O Inter já demonstrava algum cansaço em Bogotá.

Com Nilmar em campo, o Inter buscava o contra-ataque redentor. E ele surgiu aos 34. descansado, o atacante bateu Seijas na corrida e, na saída de Castellanos, bateu por cobertura. O goleiro ainda deu um tapa na bola, que foi caindo dentro do gol, mas Mina surgiu e salvou para escanteio.

A fim de conter a pressão colombiana e assegurar o 0 a 0, Aguirre mandou Réver a campo, aos 41 minutos. Deu certo até aos 46 minutos. Em uma cobrança de escanteio, Alan Costa e Réver pularam no mesmo jogador, deixando Mosquera livre para cabecear ao gol, sem chances para Alisson. Agora, o sonho do tricampeonato da Libertadores dependerá da força do Beira-Rio.

Só Marcelo Grohe se salvou na derrota do Grêmio para o Coritiba

16 de maio de 2015 3
Agência Lancepress!

Agência Lancepress!

Marcelo Grohe – fez o que era possível. Mas a defesa atrapalhou sua vida.
7
Matías Rodriguez – passou a partida inteira envolvido por Thiago Galhardo. Falhou no segundo gol.
3
Geromel – fugiu ao habitual e foi um zagueiro inseguro.
4
Erazo – errou feio no segundo gol do Coritiba Raramente esteve no lugar certo.
3
Júnior –  esteve no mesmo nível dos demais. Sacrificado por Felipão por perder um gol.
4
Walace – deu segurança só nos primeiros minutos. Depois, foi envolvido.
5
Marcelo Oliveira – foi mal, tanto de volante como lateral.
4
Maicon – marcou de forma deficiente e não conseguiu ser armador.
4
Giuliano –  perdeu um gol por não ter assumido a responsabilidade do chute. Nada criou.
4
Luan – caçado no início do jogo. Uma tarde pouco inspirada, apesar da aplicação.
5
Pedro Rocha – Deu o único chute perigoso do time. Desta vez, não foi a solução.
5
Yuri Mamute –  muito marcado. O Coritiba o manteve longe da área.
5
Everton –  demonstrou disposição. Um pouco afobado nos passes.
5
Fellipe Bastos – sua entrada nada acrescentou ao time.
3

Diego Aguirre, sobre a vitória libertadora contra o Atlético-MG: "O Inter jogou muito"

14 de maio de 2015 3

Ricardo Duarte

Poucas vezes, nestes cinco meses de Inter, Diego Aguirre foi visto sanguíneo, visceral em uma comemoração. Na emblemática vitória sobre o Atlético-MG, que colocou a equipe do Beira-Rio nas quartas de final da Libertadores, diante do Independiente Santa Fe, o técnico uruguaio mostrou esta outra faceta. No gol de D’Alessandro, ele pulou, gritou, cerrou os punhos, extravasou.

- O Inter jogou muito. Para vencer um grande time como o Atlético-MG, tem que jogar muito. O Inter mereceu, foi mais, jogou melhor. Estamos nas quartas porque os jogadores tiveram compromisso, personalidade e qualidade. Vencemos um grande. O Atlético-MG era um grande candidato a ganhar a Libertadores. O Inter é um dos grandes da América e merece respeito – disse um orgulhoso Aguirre.

Ainda curtindo a classificação, o técnico assegurou que no domingo voltará a utilizar o time reserva _ talvez até com Muriel no lugar de Alisson -, no Brasileirão, em casa, contra o Avaí. Diego Aguirre quer descansar toda a equipe para o início do mata-mata contra os colombianos, em Bogotá. Nilmar, recuperado de lesão muscular, estará de volta. O Inter embarcará em voo fretado, na véspera da partida, e o treinador poderá analisar a utilização de Nilmar e Lisandro juntos, com Sasha começando no banco.

- Nilmar estará de volta, talvez até para domingo – afirmou. – Ainda quero analisar melhor o Santa Fe. Eles são muito fortes e passaram merecidamente pelo Estudiantes. Na Libertadores, nunca ganhei um jogo com facilidade – acrescentou o técnico do Inter.

Aguirre esclareceu ainda a substituição de Jorge Henrique, que entrou ao final do primeiro tempo, jogou apenas 20 minutos, e saiu chutando garrafas de isotônico:

- Jorge Henrique não saiu irritado, saiu com dor. Ele pediu que eu o tirasse. Ficou irritado consigo mesmo.

De volta ao Brasileirão, ao que tudo indica a indolência de alguns jogadores apresentada na goleada de 3 a 0 para o Atlético-PR, não se repetira. Hoje, uma reunião da direção de futebol com Aguirre definirá diretrizes para a partida contra o Avaí. Além disso, o presidente Vitorio Piffero tem no Brasileirão uma de suas obsessões de conquista.

- Nosso projeto para esse ano é ganhar o Brasileiro e, para isto, não podemos vender jogadores – anunciou o dirigente, assegurando foco também no campeonato nacional.