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Nacional de Medellín confirma que Sherman Cárdenas será emprestado a um clube do Brasil

27 de janeiro de 2015 0

cardenas

O presidente do Nacional de Medellín, Victor Marulanda, informou à imprensa da Colômbia que o meia Sherman Cárdenas, de 25 anos, deverá ser emprestado até o final da temporada para um clube brasileiro. Inter, Atlético-MG e Palmeiras manifestaram interesse no jogador colombiano. O valor para a opção de compra deverá ser fixado em US$ 4 milhões.

Inter muda departamento de marketing

27 de janeiro de 2015 0

Omar Freitas

Jorge Avancini não é mais o diretor de marketing do Inter. Em comum acordo com o clube, ele deixou o cargo. O 2º vice-presidente e responsável pela pasta de Marketing e Mídia do Inter, Luiz Henrique Nuñez, seguirá comandando a equipe atual. Em um primeiro momento, não será contratado um novo profissional para a função. Em 2014, o marketing do clube foi respondeu por um faturamento de R$ 55,5 milhões. O novo projeto colorado, é obter um crescimento de pelo menos 30% nessa temporada.

No ano passado, Inter antecipou R$ 60 milhões em receitas de 2015

27 de janeiro de 2015 4

Ricardo Duarte

O balanço financeiro da temporada 2014 do Inter será conhecido na primeira semana de março. Extraoficialmente, porém, a atual gestão já sabe que precisa trabalhar com uma rubrica de R$ 60 milhões a menos do que o clube dispunha no ano passado.
Este valor teria sido pego por antecipação, no segundo semestre, para que o Inter quitasse salários e direitos de imagem, entre outras despesas. Esta antecipação de até R$ 60 milhões teria saído de verbas da TV e dos contratos de patrocínio do Banrisul e da Tramontina.
- Hoje, o Inter precisa fazer uma reengenharia para equilibrar as contas. No ano passado, foi antecipada uma receita expressiva da temporada 2015 – lamenta uma fonte ligada à atual gestão.
O ex-presidente Giovanni Luigi nega ter antecipado verbas de 2015 em 2014.

Para lotar o Beira-Rio: Inter já prepara lotes de ingressos com descontos para a estreia na Libertadores

23 de janeiro de 2015 6

Omar Freitas

Com o projeto de ver um Beira-Rio com um nível de ocupação médio de pelo menos 30 mil torcedores em 2015, a direção do Inter comemora o sucesso da vendas dos lotes de ingressos antecipados. Já para o primeiro jogo do ano no estádio, o amistoso contra o Shakhtar Donetsk, todos os 4,1 mil bilhetes antecipados foram comercializados.
- Saiu tudo. E rápido – comemora o diretor de administração, Alexandre Limeira.
Neste lote de venda antecipada, o desconto para os sócios chegou a 65%. O programa de venda antecipada será estendido para os jogos do Inter na Libertadores. O primeiro jogo no Beira-Rio pela competição continental será em 26 de fevereiro, contra o Universidad de Chile. Os ingressos com descontos para associados deverão ser colocados à venda entre 10 dias e uma semana antes da partida.

Mudança de hábito

23 de janeiro de 2015 2

Diego Vara

Após enfrentar o Shakhtar Donetsk, os jogadores do Inter têm reapresentação marcada para as 9h desse sábado, no Beira-Rio. Quem tiver atuado contra os ucranianos/brasileiros, realizará um treino regenerativo. Diego Aguirre começa, assim, a acabar com os horários, digamos, mais flexíveis de Abel Braga, que marcava o retorno do elenco aos treinos somente para o meio da tarde do dia seguinte aos jogos.

Uma reunião entre a comissão técnica e o departamento de futebol definirá, nos próximos dias, se o Inter manterá a concentração na véspera de jogos ou se os atletas se apresentarão somente no dia da partida. No ano passado, a concentração foi abolida, mas, após uma sequência de resultados ruins no Brasileirão, ela foi retomada pela direção colorada.

Diretor do Inter garante time titular contra o Lajeadense: "Vale taça e queremos iniciar o ano sendo campeões"

23 de janeiro de 2015 0

Diego Vara

O Inter de Diego Aguirre estreará com força máxima no Gauchão, em 1° de fevereiro, contra o Lajeadense, na Arena Alviazul. Não apenas para dar corrida à nova equipe, mas, principalmente, porque haverá um título em disputa: a Recopa Gaúcha.
Criada no ano passado pela Federação Gaúcha de Futebol, o torneio que reúne em jogo único o campeão estadual e o campeão da Super Copa Gaúcha.
- Iremos a Lajeado com o time titular. Vale taça e queremos iniciar o ano sendo campeões – disse o diretor de futebol do Inter Carlos Pellegrini.
Depois de enfrentar Juventude e Shakhtar Donetsk, em amistosos preparatórios, o Lajeadense será o terceiro adversário do Inter em 2015. O primeiro em um jogo oficial. No ano passado, o Inter mandou o time sub-23 à Boca do Lobo decidir a Recopa Gaúcha. E acabou perdendo por 3 a 2. De virada. Quatro jogadores do elenco atual estavam naquele jogo: o goleiro Alisson, o lateral Cláudio Winck e os volantes Rodrigo Dourado e Bertotto.
- Queremos conquistar a Recopa Gaúcha e largar bem no Estadual. Depois, conforme a estreia na Libertadores estiver se aproximando, aí trataremos de preservar ou não alguns titulares – comentou Pellegrini.

Técnico do Shakhtar sobre o espírito dos jogadores brasileiros: "Em uma mesa para quatro, eles fazem de tudo para encaixar 10. É impossível fazê-los ficar com os outros"

22 de janeiro de 2015 3

Carlos Macedo

Leandro Behs e Leonardo Oliveira

O senhor atarracado e cabelos grisalhos desgrenhados chega sorridente ao saguão do Hotel Deville, a casa do Shakhtar Donetsk em Porto Alegre. Passa batido pelos empresários de jogadores que congestionam o caminho e se apresenta um pouco ofegante. No lobby do hotel, é recebido pelo francês Franck Henouda, o representante do Shakhtar no Brasil.

- Olá, tudo bem? – pergunta em um português arrevesado, pontuado por termos em espanhol e italiano.

Mircea Lucescu (na foto, à direita, ao lado de Henouda), 69 anos, se sai bem no português. Também domina o russo, o ucraniano, o inglês, o espanhol, o italiano e, é claro, o romeno da sua terra natal. Se bem que Lucescu deixou de ter terra natal. Virou do mundo há algumas décadas. Começou como técnico na Romênia, em 1979, trabalhou na Itália (Pisa, Brescia e Regina, entre 1990 e 1997, e Inter, em 1999), em dois dos três grandes de Istambul (Galatasaray e Besiktas) e desembarcou em Donetsk em 2004. Empreendeu o projeto de transformar o clube do leste ucraniano em potencia europeia.

Lucescu acredita que meio caminho já foi andado. A vinda ao Brasil seria mais um passo no processo de desenvolvimento do clube. Fora de campo, divulga a marca. Dentro, dá rodagem a jovens jogadores ucranianos. E permite à legião brasileira voltar para casa, jogar diante da família e dos amigos. Um afago nos diamantes que Lucescu pinça brutos por aqui e lapida na fria Ucrânia. O técnico revela paixão pelo nosso futebol. Lembra de excursão feita com a seleção romena em 1968, com jogos de Belém a Porto Alegre, fala de outra gira pelo país com o Dinamo Bucareste. A técnica dos nosso jogadores o encanta. A postura deles o decepciona. Nesta entrevista de quase meia hora concedida ontem, a primeira exclusiva aqui no Brasil, Lucescu diz o que precisamos ouvir.

- Há jogadores talentosos, mas que não são preparados para o futebol mundial. Para mim, o que gera a dificuldade é a educação. Culpa dos agentes, que querem trocá-los de clube a cada ano, a fim de ganhar mais dinheiro.

Confira a seguir, trechos da conversa com o técnico romeno do Shakhtar Donetsk:

Por que realizar uma pré-temporada no Brasil?

Jogando em um país socialista, que não te deixava sair, o contato com o futebol brasileiro foi muito importante para mim (antes de embarcar para a Copa do México, em 1970, a Romênia fez uma gira pelo Brasil; Lucescu era um dos atacantes da seleção). No México, ficamos em primeiro no grupo e nos classificamos bem. Foram os jogos pelo Brasil que nos ajudaram na campanha, com certeza. Éramos um time muito jovem, eu tinha 22 anos. Por isto, agora, decidi fazer o mesmo com os meus jogadores. Queria tirar o Shakhtar da Ucrânia. mesmo com todos os riscos, jogando contra alguns dos melhores times brasileiros.

Haverá uma segunda turnê brasileira? Na próxima temporada, por exemplo?

Gostaria muito de voltar. Mas com mais tempo e não jogando a cada dois dias. Fizemos isto para poder cobrir os custos da viagem. Enfrentamos bons times, que sempre tiveram o apoio de suas torcidas, ajuda dos árbitros e trocando vários jogadores, enquanto nós nem tínhamos tanta gente assim para mudar. Contra o Atlético-MG (derrota por 4 a 2, no Independência), houve desatenção no primeiro gol, o goleiro falhou no segundo, depois levamos outro em escanteio… Criamos sete oportunidades de gol e fizemos dois. Não fiquei contente com o jogo e esperava resultados melhores, admito (perdeu para Bahia e Atlético-MG, empatou com o Flamengo). Ainda temos dois jogos (contra o Inter, nessa sexta-feira, no Beira-Rio, e contra o Cruzeiro, em Brasília), mas não quero perder jogadores para a Champions (no dia 17 de fevereiro começará a enfrentar o poderoso Bayern, de Munique, pelas oitavas da Liga dos Campeões).

E o desempenho do Shakhtar no Brasil?

Esperava mais dos meus jogadores brasileiros. Eles estavam mais habituados com estes gamados, saíram cedo daqui, queria apresentar eles ao Brasil outra vez. Eles jogam em suas cidades, para os amigos, para a sua torcida, era algo muito importante para mim.

Por que o senhor invadiu o campo no Independência?

Justamente porque esperava mais do meu time, como um todo. Depois que entrei (após um pênalti não marcado pelo árbitro, quando o jogo já estava 4 a 0 para o Atlético), meus jogadores mudaram completamente. Após a minha intervenção, eles passaram a dominar o Atlético e poderiam ter feito até três gols. Mas estou feliz com a nossa turnê. Precisávamos apresentar o Shakhtar ao Brasil, precisávamos ter uma imagem internacional. Somos o time europeu com o maior número de brasileiros (13).

Bernard disse que não aconselharia jovens a se transferirem para a Ucrânia.

Só ele. Douglas (Costa) é jovem. (Alex) Teixeira é jovem. São todos da mesma idade. Fred joga sempre. É perfeito. Os dois melhores da equipe são Fred e Teixeira. Não saem nunca. Querem jogar sempre. Estávamos perdendo para o Atlético e eles pediram para permanecer em campo. Eles são jogadores de Seleção. Bernard tem que demonstrar em campo que é homem. Bernard só chora. Só veio tomar dinheiro. Sofro, mas creio que todos querem sofrer para ganhar 300 mil euros por mês.

É despreparo?

Há jogadores talentosos, mas que não são preparados para o futebol mundial. Ronaldinho foi para um PSG menor que o atual e parou no Barcelona. Romário e Ronaldo começaram no PSV (Holanda) e foram para o Barcelona. Outros têm que fazer nome. Luca, Pato, Robinho… Por que não deram certo? Porque quando entraram nestes times, com 18 anos, 19 anos, os clubes já queriam resultados imediatos. Aí, eles chegam e partem. Trabalho com 13 brasileiros. Para mim, o que gera a dificuldade é a educação. Culpa dos agentes, que querem trocá-los de clube a cada ano, a fim de ganhar mais dinheiro. O jogador precisa saber que contrato assinado deve ser respeitado. Não quero que eles amem o Shakhtar. Eles têm que amar Inter, Grêmio, Atlético-MG… Mas quando chegarem aqui, quero o máximo. Já tive aqui Fernandinho (hoje no Manchester City) e Willian (no Chelsea). Tenho jogadores que em breve estarão nos grandes da Europa: Fred, Luiz Adriano, Alex Teixeira, Douglas Costas e Taison. Podem ter sucesso. Um em cada clube. Todos juntos fica mais complicado. Cada um tem que apoiar o outro, jogar para o time, sem individualismo.

O brasileiro é mais individualista do que coletivo?

Sim. Porque aqui se cresce jogando assim. A torcida aplaude um drible, não se importa com a organização tática. Não há juízo de valor, há juízo estético. Bernard declarou que eu não colocava os mais habilidosos para jogar? O talento precisa ser aliado à disciplina, ao coletivo.

Mesmo assim, o senhor pedirá mais jogadores brasileiros?

Vi dois ou três jogadores. Mas no momento não. Vamos jogar com os que temos. O presidente (Rinat Akhmetov) ama os brasileiros. Lá é tudo perfeito e ele paga em dia.

O senhor jogou contra Pelé. Conheceu uma outra Seleção Brasileira. A goleada de 7 a 1 que o Brasil levou da Alemanha tem a ver com este tipo de mentalidade individualista?

Sim. Uma equipe brasileira está sempre preparada para vencer. Não está preparada para sofrer, para trabalhar. O jogador brasileiro sempre diz que Deus decide o resultado. Isto não é correto. Tem que trabalhar para chegar a este ponto. Agora, com Dunga, um grande trabalhador, será um outro tipo de Brasil: Mais exigente, com um pensamento de grupo. Dunga é um técnico que passa motivação. Daquela outra maneira, na Copa, e contra uma máquina de futebol com a da Alemanha, era impossível vencer.

Com 13 brasileiros, ucranianos e um capitão croata no time é possível se entender?

Os brasileiros têm uma cultura deles. Em uma mesa para quatro pessoas, eles fazem de tudo para encaixar 10. É impossível fazê-los ficar com os outros. Isto eu entendi. Não posso forçá-los. São pessoas muito alegres, mas esta alegria se transforma em superficialidade, em relax. Eles ficaram surpresos quando eu proibi a batucada, as cantorias e os fones de ouvidos antes dos jogos. Não falo de todos. São fantásticos. Mas pensam que podem se preparar para um jogo dois minutos antes de entrar em campo. Precisam se concentrar mais, se preparar para os jogos. Pensam que pode resolver tudo na individualidade. E não é assim.

Como é ter que sair de casa, de seu estádio, por causa da guerra (o clube se transferiu de Donetsk para Kiev, por causa dos recentes conflitos)?

Não é fácil. Nosso presidente organizou tudo para que os jogadores não sofressem com a ida para Kiev. Estamos lá, é uma cidade linda. Temos toda a estrutura necessária, mas espero voltar rapidamente a Donetsk. Estamos indo muito bem em Kiev. Só a nossa preparação foi um pouco conturbada. Seis jogadores não queriam voltar (devido à guerra). Kia (Joorabchian, o iraniano que esteve envolvido 10 anos atrás com o Corinthians) tentou provocar uma situação para tentar tomar nossos jogadores (tentou forçar a saída de alguns atletas, entre eles Douglas Costa). Não foi certo. Espero que os meus jogadores tenham aprendido algo com este episódio.

Sasha começa a cavar um lugar entre os titulares no Inter de Diego Aguirre

21 de janeiro de 2015 10

Ricardo Duarte

Destaque do Inter na temporada passada, o meia-atacante Eduardo Sasha teve a sua trajetória interrompida por uma fratura no tornozelo. Perdeu toda a reta final do Brasileirão, quando Abel Braga mais precisava dele. Agora, com o novo Inter de Diego Aguirre, Sasha recomeça a ganhar espaço. Já havia sido destaque no amistoso contra o Juventude. Nesta quarta-feira, ele foi colocado na equipe titular. Com a saída de Willians, lesionado, e com Alex sendo colocado na equipe reserva, Sasha e Valdívia foram promovidos.
O Inter passou a atuar no 4-2-3-1, com Alisson; Léo, Ernando, Paulão e Fabrício; Nilton, Aránguiz, Valdívia, D’Alessandro e Sasha; Nilmar.
Ainda que a direção tenha buscado Vitinho para ser a alternativa de velocidade, do meio para a frente, é bem provável que Sasha saia na frente do ex-Botafogo na disputa por vaga no time da Libertadores.

Homenagem a D'Alessandro, escola de samba e o trio de 24 milhões de euros. O Inter espera o Shakhtar

21 de janeiro de 2015 0

Diego Vara

O Inter trata o amistoso de sexta-feira à noite, contra o Shakhtar Donetsk, como uma espécie de estreia de luxo na temporada. O jogo das 20h, no Beira-Rio, contra o time dos ex-colorados Luiz Adriano, Taison, Fred e Ilsinho – mais Bernard, Wellington Nem, Márcio Azevedo, Marlos, Dentinho, Fernando, Ismaily, Douglas Costa e Alex Teixeira -, será também a apresentação do time de Diego Aguirre para a torcida.

Mas também será uma noite de festa. D’Alessandro, que no amistoso contra o Juventude cumpriu 300 jogos pelo Inter, receberá uma placa e uma camisa, alusivas à marca. Mais de 300 crianças deverão ir a campo para aguardar a equipe de 2015. Além disto, um show da Imperadores do Samba recepcionará os dois times e animará a torcida. O Inter quer encantar os europeus e homenagear os jogadores brasileiros do Shakhtar. Será também um primeiro teste do Beira-Rio para a Libertadores. São esperados entre 30 mil e 35 mil torcedores.

- É um jogo importante para a nossa torcida. Enfrentaremos muitos jogadores que passaram pela Seleção Brasileira e um time que está nas oitavas da Liga dos Campeões. Além disto, a partida contra o Shakhtar será o nosso primeiro jogo em casa na temporada. Queremos dar as boas-vindas ao nosso torcedor – disse o diretor de marketing, Jorge Avancini.

O Inter já vendeu 7,5 mil ingressos para o amistoso. Mais de 9 mil colorados já fizeram o check-in e asseguraram presença no estádio.
- É um jogo histórico, enfrentaremos um clube europeu em meio a nossa pré-temporada. E os colorados estão curiosos para assistir ao time do Aguirre – destacou o diretor de futebol, Carlos Pellegrini.

A evolução das vendas dos “ucranianos”
Luiz Adriano – vendido ao Shakhtar Donetsk, em 2007, por 3 milhões de euros
Taison – vendido ao Metalist, em 2010, por 6 milhões de euros
Fred – vendido ao Shakhtar Donetsk, em 2013, por 15 milhões de euros
* Ilsinho rescindiu com o Inter, em 2012

Ingressos
As entradas para Inter x Shakhtar estão à venda nas bilheterias do Gigantinho, para sócios e torcedores em geral.

Os preços:
Inferior e Superior Locada – R$ 80 (sócios têm 50% de desconto)
Área VIP
Libertadores Central – R$ 90
Libertadores Lateral – R$ 80

Jackson vai para o Palmeiras; Wellington Paulista deve fechar com o Coritiba

14 de janeiro de 2015 25

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O Inter começa a ceder jogadores. O zagueiro Jackson foi emprestado ao Palmeiras. Até o final da semana, é possível que o centroavante Wellington Paulista deixe Bento Gonçalves e se apresente no Couto Pereira. Jogará até o final da temporada pelo Coritiba.