Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Cotação: As notas para a sofrida vitória do Inter sobre o Atlético-MG

22 de novembro de 2014 0

Fernando Gomes

Alisson
Sem culpa no gol. Duas saídas em falso. 5

Gilberto
Colocou o termo “mão na bola” em outro nível. Fez uma defesa grotesca, com as duas mãos. Teve sorte de o árbitro não ter dado o pênalti. 3

Ernando
Precisou ajuda para tentar conter os ariscos Marion e Dodô. 6

Alan Costa
Uma falta violenta no primeiro tempo. Sofreu contra a velocidade do ataque mineiro. 6

Fabrício
Cometeu o pênalti que permitiu o empate do Atlético-MG, mas salvou o time nos acréscimos com um gol de centroavante. 8

Willians
Parecia o único do setor com saúde para encarar a correria dos guris mineiros. 7

Aránguiz
Irreconhecível. Displicente, errou diversos passes. Parecia desconcentrado. 4

Alex
Armou boas jogadas, mas caiu de produção no segundo tempo. 6

Jorge Henrique
Surgiu como a melhor opção de movimentação no setor ofensivo. 6

D’Alessandro
Nervoso demais no primeiro tempo. Cresceu na segunda etapa e comandou o meio-campo. 7

Rafael Moura
Um gol de homem de área. É o artilheiro do Inter no Brasileirão, com sete gols. 7

Valdívia
Acabou trombando com a zaga e dando a assistência para o gol de Fabrício. 6

Taiberson
Um par de corridas pela ponta. Sem grande consequência. 5

Wellington Paulista
Entrou no final. Sem nota

Futebol português buscará jogadores no Grêmio em 2015. Três nomes na mira

20 de novembro de 2014 1
Lucas Ubel/Grêmio

Lucas Ubel/Grêmio

O mercado português irá se abrir em 2015 para jogadores não aproveitados pelo Grêmio.

O responsável por abrir essas portas será Jorge Baidek, ex-zagueiro gremista e empresário com livre trânsito entre os grandes clubes europeus.
Na manhã de quinta-feira, Baidek tratou do tema com o técnico Luiz Felipe Scolari. E ouviu dele que o grupo de jogadores passará por uma redução na próxima temporada.
Nomes como o lateral direito Tinga e o zagueiro Thiery, que já estão emprestados a outros clubes, poderão fazer a vida na Europa.
Também o meia Leandro Canhoto (foto)trazido do Brasil de Pelotas, e destaque na equipe sub-20, poderá cruzar o Atlântico pelas mãos de Baidek.
O Belenenses é um dos clubes que poderão abrigar jogadores gremistas. No encontro de quinta, Baidek sacou rápido o celular e colocou o presidente Rui Pedro Soares a falar com Felipão. Soares admira o treinador desde sua passagem pela seleção portuguesa, em 2003.

 

Arquibancadas esgotadas, Aránguiz de volta e Peppa na torcida: É o Inter para enfrentar o Atlético-MG

20 de novembro de 2014 0

Divulgação/Inter

A direção do Inter tem feito de tudo para levar público ao Beira-Rio. No sábado, além de rebaixar os ingressos para os sócios, para a segunda das três decisões rumo à Libertadores, dessa vez contra o Atlético-MG, às 19h30min, oferece para a criançada um show da porquinha Peppa Pig e de seu irmão, George, para os eventos de Pré-Jogo, no pátio do estádio. Sensação entre a gurizada, a porquinha parece mais um argumento para que os pais compareçam ao jogo e levem a garotada junto.
Contra o Atlético-MG, o Inter espera um público de pelo menos 40 mil torcedores. As arquibancadas superior e inferior estão com ingressos esgotados. O maior público do Beira-Rio até agora no Brasileirão foi o Gre-Nal, quando 37.222 mil torcedores foram ao jogo.

Inter projeta decisão com 40 mil torcedores no Beira-Rio

18 de novembro de 2014 5

Ricardo Duarte

Em busca de apoio para seguir sonhando com a Libertadores, a direção do Inter aposta em 40 mil torcedores diante do Atlético-MG, nesse sábado, às 19h30min, no Beira-Rio. O check in e os ingressos Vip já podem ser adquiridos pela internet. A partir de amanhã, começará a venda de entradas nas bilheterias (inclusive para os não sócios). Os valores dos ingressos foram reduzidos para este jogo. O maior público do Inter no Brasileirão ocorreu no Gre-Nal do primeiro turno, quando 37.222 torcedores deixaram uma renda superior a R$ 1,5 milhão nas bilheterias do Beira-Rio.

Os preços para Inter x Atlético-MG:
Superior e Inferior – R$ 20 (para não sócio) e R$ 10 (para sócios)
Cadeira superior – R$ 60 (para não sócio) e R$ 30 (para sócios)
Cadeira Inferior – R$ 80 (para não sócio) e R$ 40 (para sócios)

VIP Lateral Libertadores – R$ 100 (para não sócio) e R$ 50 (para sócios)
Combo Família Colorada – R$ 120 (para dois adultos e dois menores)

VIP Central Libertadores – R$ 120 (para não sócio) e R$ 60 (sócios)
VIP Central Mundial – R$ 200
VIP Lateral – R$ 180

Envolvimento da OAS na Lava Jato poderá adiar outra vez obras no entorno da Arena do Grêmio

18 de novembro de 2014 6
Diego Vara

Diego Vara

O envolvimento da OAS na Operação Lava Jato preocupa Ministério Público, prefeitura e Grêmio.

Na semana passada, as três partes comemoravam o encaminhamento do acordo para a execução das obras de mobilidade urbana no entorno da Arena. A previsão era da formalização do acerto até o final deste ano e o início dos trabalhos ainda no verão.
Agora, com a prisão de membros da alta cúpula da OAS, que se responsabilizaria pela maior parte dos custos das obras, já não existe mais certeza em relação a nada.
Tanto o MP quanto a prefeitura evitam declarações sobre o tema. Mas torcem para que o segmento da OAS envolvido com a construção de arenas não tenha envolvimento direto nas investigações realizadas pela Polícia federal.
Outro fator que pode fazer com que o acordo seja de fato assinado é o interesse da OAS em ver urbanizada uma área em que realizou um forte investimento imobiliário.
A suspensão das obras foi determinada em outubro de 2013 pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Ministério Público de Contas, que recomendaram à prefeitura não assumir obrigações que seriam da construtora. Também foram bloqueadas as licenças para novos empreendimentos por parte da OAS.
Entre as melhorias, estão a duplicação da Avenida A. J. Renner, entre a Avenida Farrapos e a rotatória com a Avenida Padre Leopoldo Brentano e a Rua José Pedro Boéssio, obras de saneamento e infraestrutura na Voluntários da Pátria e reforma na Avenida Ernesto Neugebauer e alça de acesso da via à freeway.

 

 

Tinga aponta os segredos do sucesso do Cruzeiro

17 de novembro de 2014 0

Vipcomm

Vipcomm

Na reta final da recuperação da fratura na tíbia e fíbula da perna direita, sofrida em agosto, o gaúcho Tinga conta as horas para colocar a faixa de bicampeão brasileiro pelo Cruzeiro. Fatores como correta escolha de grupo e pagamentos em dia são apontados pelo volante como alguns dos segredos do sucesso do adversário do Grêmio quinta-feira, na Arena.

Qual o segredo do Cruzeiro?
Não há um segredo só. Se existisse uma fórmula só, qualquer um poderia ser campeão. São muitos fatores.

Poderia especificar alguns?
A diretoria cumpre o planejado, não muda conforme a circunstância ou pressão da torcida e imprensa quando os resultados não acontecem.

Foi o que houve em 2013, quando o Cruzeiro perdeu a Copa do Brasil para o Flamengo e a direção manteve o técnico?
Eu já estava aqui. A pressão era só externa. A direção não tinha dúvida de que o trabalho tinha sido bom. Fico vendo daqui o Abel fazer um baita trabalho no Inter, estar sempre no G-4, e a toda hora ser questionado. Aqui, não é assim.

Os salários são pagos em dia?
Este é o principal segredo, a segurança financeira do jogador. É tudo na carteira. A cada três meses eu recebo o extrato do Fundo de Garantia. Somos funcionários, como os porteiros do clube. O desconto do imposto de renda é de 27%. Alguns clubes pagam só o salário e não pagam o direito de imagem. Aqui, é uma coisa só. O 13º salário e as férias estão garantidos. Por isso todo jogador quer vir correndo para cá.

O Cruzeiro é o clube em que você mais teve segurança na carreira?
Tirando o Borussia (Dortmund, da Alemanha), com certeza.

Como é o trabalho do técnico Marcelo Oliveira?
É um treinador com muita vontade de trabalhar, que põe tudo no papel. Há toda uma preocupação da comissão técnica em detalhar o adversário que será enfrentado.

Como é feita a escolha do grupo de jogadores?
Parece que é o mais fácil, mas é o mais difícil. Pode haver time melhor do que o nosso, mas raramente um time ganha campeonato. O que ganha é o grupo. E posso afirmar, com certeza, que não tem grupo melhor do que o nosso. Nas quatro primeiras rodadas do Brasileirão, jogamos com quatro times diferentes. E já estávamos em segundo lugar.

Como um jogador famoso aceita ficar no banco?
Não é fácil. Antes de contratar, a direção observa não só a qualidade, mas, também, o caráter. Pode perguntar se alguém quer sair daqui mesmo estando na reserva.

Por que a equipe foi mal na Libertadores?
Faltou concentração no início. Quando acordamos, já era o mata-mata. Aí, perdemos para o San Lorenzo (que seria o campeão). Mas temos time para jogar dez vezes com eles e ganhar. Serviu como amadurecimento para o próximo ano. Com certeza o Cruzeiro será outro na Libertadores.

Quando você volta?
Se houvesse jogo até 20 de dezembro, eu já poderia jogar. Estou praticamente recuperado.

Já pensa em encerrar a carreira?
Meu contrato vai até 30 de abril. Então, quando voltar das férias, terei quatro meses para renovar. Se não der, sigo minha vida. Não vou passar vergonha me arrastando em campo.  

Grêmio e Cruzeiro tem previsão de 45 mil pessoas. Adversário terá 300 torcedores

17 de novembro de 2014 0

O horário do jogo contra o Cruzeiro, quinta-feira, é empecilho para a quebra de recorde na Arena. A projeção é de um público de 45 mil torcedores, que, caso se confirme, será inferior ao registrado em Grêmio e San Lorenzo, em abril, pela Libertadores.
A lotação total do estádio está diretamente ligada ao comparecimento dos associados. No último Gre-Nal, que contou com um público de 46,4 mil pessoas, cerca de 15 mil eram sócios. Este mesmo contigente de associados é aguardado para quinta-feira.
São esperados pelo menos 300 torcedores do Cruzeiro. Parte deles virá em duas excursões rodoviárias. Os demais, de avião. A retirada de ingressos será no portão 3, sul, ao preço de R$ 60. Por motivo de segurança, os cruzeireirenses terão que entrar na Arena até uma hora antes da partida, marcada para 21h50min.

 

Paulão "Leônidas da Silva" salva o Inter contra o Goiás e é o destaque do jogo no Beira-Rio

16 de novembro de 2014 3

Diego Vara

Alisson
Pouco trabalho, quase não foi exigido. 6

Wellington Silva
Deveria ter avançado mais. Faltou iniciativa. 5

Ernando
Bem na defesa, ainda apareceu como centroavante. Quase marcou. 7

Alan Costa
Soube conter os velozes atacantes do Goiás. Saiu lesionado. 6

Alan Ruschel
Decisivo ao final, quando sentou atrás da barreira e impediu o gol de empate em cobrança de falta. 7

Willians
Incansável, marcou com firmeza e surgiu até como atacante. 8

Bertotto
Seguro na marcação, foi discreto no apoio. Levou um cartão desnecessário. 5

D’Alessandro
Assumiu o jogo no 2° tempo. Voltou a ser o líder que havia sumido no Gre-Nal. 7

Alan Patrick
Saiu do jogo logo aos 17 minutos, com uma lesão muscular. Sem nota

Jorge Henrique
Descontado, deixou o meio-campo do Inter ainda mais lento. 5

Rafael Moura
Desta vez foi abastecido, se esforçou, mas não teve sorte para marcar. 6

Valdívia
Aplaudido quando entrou em campo, não correspondeu às expectativas. 5

Paulão
Substituiu Alan Costa, segurou o ataque goiano, surgiu diversas vezes à frente e… Fez um golaço que muito bem poderia homenagear Leônidas da Silva, o inventor do gol de bicicleta. 9

Wellington Paulista
Boa movimentação pelos lados do ataque. Esforçado. 6

Tataraneto do patrono do Grêmio é dono de clube de futebol nos Estados Unidos: O Miami Dade FC

16 de novembro de 2014 0

Divulgação

O mais novo dono de um clube de futebol nos Estados Unidos nasceu em Porto Alegre, ex-jogador da base do Grêmio e tataraneto do primeiro patrono gremista, Aurélio de Lima Py. Roberto Linck Júnior (na foto, apresentando a nova camiseta do clube), 26 anos, fundou em maio o Miami Dade FC. Dade foi um sargento do exército norte-americano e que, depois de morto em combate, emprestou seu nome ao condado em que Roberto vive e no qual o clube com alma gaúcha foi idealizado.

Os pais de Roberto se mudaram para Miami há 12 anos. A família havia trocado Porto Alegre por Florianópolis em busca de novas oportunidades de trabalho e de maior segurança. No Grêmio, Beto atuava como meia-atacante no time de Anderson, deixou o clube, embarcou com a família, mas não ficou na Flórida. Morou na Califórnia, estudou em Chicago, rodou os Estados Unidos.

- Se tivesse ficado no clube, talvez tivesse participado da Batalha dos Aflitos. Teria sido divertido – brinca o proprietário do Miami Dade.

Depois de terminar os estudos, foi tentar ser jogador na Europa. Na base do peitaço. Rodou pela Itália e Holanda, em intermináveis peneiras. Conseguiu jogar na segunda divisão romena, defendendo o Ramnicu Valcea. Entre os seus contatos nos Estados Unidos, Roberto conheceu Thomas Di Benedetto, o empresário que liderou o grupo de investidores que adquiriu a Roma, em 2011. Benedetto ofereceu um teste na Itália para o gaúcho. E Roma foi crucial para o início do Miami Dade.

- Estávamos em um churrasco, jogando uma pelada, quando recebi uma falta e fraturei a tíbia. Acabei voltando a Miami para realizar o tratamento e ficar perto da família de novo – conta o neo dirigente.

Recuperado da contusão, Roberto decidiu que era chegada a hora de, enfim, morar em Miami. Mas queria seguir jogando e, na cidade, não havia clubes de futebol. O Miami Fusion, que chegou a jogar na MLS (a principal liga do país), fechou as portas em 2001. Passou a contatar dirigentes de clubes importantes em passagem pela cidade e, um dia, ouviu um conselho do vice-presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu:

- Você não precisa ter dinheiro para formar um clube de futebol: precisa ter a ideia e fazer com que esta ideia gere dinheiro.

Os contatos seguiram, Roberto criou o Linck Group e, a partir de novas parcerias _ uma delas com o ex-lateral da Seleção Brasileira Roberto Carlos _, montou o projeto do Miami Dade. Sucesso imediato, em três meses o clube de Roberto Linck Júnior conquistou a NAL (National Adult League, uma espécie de quarta divisão) e garantiu vaga ao US Open Cup (torneio aos moldes da Copa do Brasil), torneio que disputará a partir de janeiro.

- Tenho muito orgulho de seguir os passos de meu tataravô. Um dia quero montar um projeto no Rio Grande do Sul. Quero voltar à minha cidade, criar um novo clube ou fazer parceria com uma equipe. Minhas raízes estão em Porto Alegre – diz Roberto.- O Miami Dade tem 33 jogadores, de 12 nacionalidades diferentes (brasileiros, marfinenses, mexicanos, norte-americanos, argentinos, porto-riquenhos, ingleses, belgas, uruguaios, italianos, nigerianos e colombianos). A NAL permite número ilimitado de estrangeiros, a fim de desenvolver o futebol nos Estados Unidos – destaca o gaúcho empreendedor.

Gre-Nal em Miami

Um dos projetos de Linck é realizar o primeiro Gre-Nal nos Estados Unidos. No recente recesso da Copa do Mundo levou o Cruzeiro para enfrentar o Miami Dade. Foram dois amistosos (com duas derrotas de Miami), com público de 30 mil torcedores por partida _ a maioria formada por brasileiros. No começo da temporada, ainda sem o Miami Dade ter sido fundado, Linck tentou levar a dupla Gre-Nal para a cidade. O Inter aceitou, mas o Grêmio não deu resposta.

- Ainda realizarei este sonho de trazer os dois para cá. Grêmio e Inter precisa descobrir o mercado dos Estados Unidos. Precisam explorar este mercado. Real Madrid, Manchester United, todos os grandes da Europa já descobriram um país que tem 25 milhões de jogadores federados, contra 13 milhões do Brasil, por exemplo – afirma Linck que, para 2015, projeta levar a Inter de Milão para um amistoso em Miami.

Green Card

Apesar do salário médio de US$ 3 mil (o que a dupla Gre-Nal paga para juvenis ou juniores, por exemplo) e das bolsas de estudos, o principal atrativo dos clubes das ligas menores _ como é o caso atual do Miami – é o Green Card (o documento que torna um estrangeiro cidadão norte-americano, com todos os direitos e deveres).

- Muitos jogadores buscam nosso mercado para poder viver aqui depois. O Valderrama (astro da seleção colombiana, que atuou no Tampa Bay Mutiny, Miami Fusion e Colorado Rapids) fez isto. Veio para cá atraído pelo Green Card – explica Linck Júnior.

Aplicativo

Uma das fontes de renda do Miami Dade é um aplicativo, desenvolvido por Roberto Linck Júnior em parceria com o ex-lateral da Seleção Brasileira Roberto Carlos. Com o Ginga Scout, o app que estampa a camisa do clube, qualquer atleta pode apresentar as suas qualidades e até postar seus vídeos, que serão acessados por treinadores mundo afora e, sobretudo, por técnicos de universidades norte-americanas.

- Os treinadores podem escolher os jogadores que desejarem e, nos caso de os atletas optarem pelos Estados Unidos, ganham bolsas de estudos para jogar aqui – conta o dirigente gaúcho.

O projeto do Miami Dade é chegar à MLS (Major League Soccer). Para isto, porém, é preciso comprar uma vaga na competição, ao preço de US$ 75 milhões. Um valor alto demais para o novato clube. Ainda mais agora que Miami terá, a partir de 2015, um clube na MLS. O inglês David Beckham será o dono da nova franquia, ainda sem nome.

- Quem sabe um dia consigamos investir em uma franquia ou mesmo fazer uma parceria com Beckham? – sonha Linck.

Por enquanto, sem estádio próprio, o Dade joga no campo da universidade Saint Thomas, que abriga um público de apenas 2,4 mil torcedores e cujos ingressos custam US$ 10.

Grêmio e clube à beira-mar

Homem de negócios, Linck deixa de lado a paixão gremista quando o tema é “business”. Como pretende fazer parcerias futuras com a dupla Gre-Nal, sugere um empate nesse domingo, no clássico da Arena. Pretende voltar a Porto Alegre para realizar negócios.

- Quero muito ter um clube no Gauchão. Talvez em Porto Alegre ou na praia. Em Atlântida, por exemplo. Um clube ao estilo Traffic, que tem o Desportivo Brasil e o Estoril (em Portugal), para formar jogadores e dar uma chance a eles no mercado dos Estados Unidos – declara Roberto Linck Júnior, o gaúcho dono de um clube de futebol em Miami.

Quem foi Aurélio de Lima Py

Nascido em Bagé, Aurélio de Lima Py estudou em Porto Alegre e se formou em medicina no Rio de Janeiro. De volta a Porto Alegre, em 1906, se estabeleceu na capital gaúcha e passou a participar da vida do Grêmio _ fundado três anos antes. Em 1912, assumiu pela primeira vez a presidência do Grêmio. Comandou o clube por nove anos. Foi aclamado o primeiro patrono do Grêmio (os outros dois são Fernando Kroeff e Hélio Dourado). Py morreu em 1949, 19 anos depois de ter deixado pela última vez a presidência do clube.

 
* Colaborou Wendell Ferreira

Cotação: As notas para a goleada do Grêmio em Criciúma

16 de novembro de 2014 0

Caio Marcelo

Por Marco Souza

Marcelo Grohe
Foi um espectador da partida. Nota 6

Pará
Não deu espaços para Lucca e atacou com consciência. Nota 6

Geromel
A cada jogo sua qualidade se impõe. Nota 8

Rhodolfo
Seguro em todas suas participações. Nota 7

Zé Roberto
Seguro na marcação e perigoso sempre que apareceu no ataque. Nota 7

Walace
Discreto, sem errar passes e firme na marcação. Tudo que se cobra de um bom volante. Nota 7

Fellipe Bastos
É um dos pilares da boa fase. Nota 7

Ramiro
Ao jogar mais adiantado, como um meia pela direita, cresceu. Marcou mais um gol como centroavante. Nota 8

Dudu
Um gol e um passe diferenciados. Quando acerta o lance, faz a diferença. Nota 8

Luan
É o maestro das ações do ataque. Nota 8

Barcos
Uma chance e um gol. Vive fase de artilheiro. Nota 8