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Romildo será também vice de futebol do Grêmio

25 de maio de 2015 1
Omar Freitas

Omar Freitas

O presidente Romildo Bolzan irá acumular a função de vice de futebol do Grêmio.

Ao final da reunião com seu Conselho de Administração (CA), na noite desta segunda-feira, o dirigente não conseguiu convencer qualquer dos nomes cogitados a aceitar. Um deles era Adalberto Preis.

As tratativas para encontrar um ocupante do cargo poderão ser retomadas ao longo da semana. Na avaliação do Conselho de Administração, o presidente ficará sobrecarregado no desempenho da função.

Como vice de futebol, Bolzan centraliza cada vez mais a tarefa de contratar um novo treinador para a equipe, em substituição a Felipão, cuja saída completará uma semana nesta terça-feira.

 

Muriel e Nilmar são os destaques dos suplentes do Inter no empate com o Vasco

23 de maio de 2015 2

Paulo Sérgio/Lancepress!

Muriel
Três defesas que evitaram uma nova derrota do Inter no Brasileirão. 8

Lucas Marques
Um início tímido. Cresceu ao longo do jogo, subindo ao ataque e acertando passes. 5

Paulão
Sem invencionices. Rebateu e afastou tudo o que pôde na zaga. 5

Réver
Esforçado, mas ainda longe daquele zagueiro campeão da América em 2013 com o Atlético-MG. 6

Geferson
Jogou 19 minutos e saiu lesionado. Sem nota

Nico Freitas
É limitado e sabe disso. Faz o básico. Marca e passa. 6

Nilton
Alguma dificuldade na marcação, mas com dois passes perfeitos para Nilmar. No segundo deles, gol. 7

Anderson
Dono de bom passe, deu uma saída de bola qualificada ao meio-campo. 7

Alex
Se desdobrou entre a armação e, depois, a lateral-esquerda, com um jogador a menos. 6

Alan Ruschel
Não é à toa que o reserva de Geferson é Ernando, um zagueiro improvisado. Ainda foi expulso. 3

Nilmar
Fez um teste para pegar o Santa Fe. Correu, desarmou adversários, fez, passou no exame e ganhou nota 8

Taiberson
Com ele, o Inter teve uma jogada de desafogo e conseguiu avançar mais ao ataque. 6

Vitinho
Com a sua força e velocidade, poderia ter feito bem mais no ataque. 4

Eduardo
Entrou com a defesa toda mexida e com o Inter atuando com 10 jogadores. 5

Diego Aguirre lamenta revés nos acréscimos: "Dói levar um gol no último minuto"

21 de maio de 2015 4

Ricardo Duarte

Assim como ocorreu no mata-mata com o Atlético-MG, o Inter terminou a partida de ida lamentando ter sofrido mais um gol no final. No Independência, o gol do empate em 2 a 2 surgiu aos 49 minutos do segundo tempo. Em Bogotá, a derrota aconteceu aos 46 minutos do segundo tempo. Apesar de abatido com o revés colombiano, o técnico Diego Aguirre aposta na sinergia torcida-time do Beira-Rio para seguir na Libertadores.

- Dói levar um gol no último minuto. São coisas que acontecem. Mas temos outra parte do jogo a disputar. Esse é o momento de pensar em coisas positivas, pensar que teremos o Beira-Rio lotado em uma semana. Vai ser muito difícil, mas é possível que o Inter possa se classificar – disse Aguirre.

Escudado pelos 100% de aproveitamento em casa na Libertadores, o técnico colorado poderá mexer na equipe, contando com o retorno de Geferson na lateral-esquerda (recuperado de uma artroscopia no joelho direita) e com Nilmar desde o início no ataque.

- Confio muito na minha equipe. Temos boa qualidade para conseguir a classificação. Sempre se joga melhor em casa. Tenho certeza: vamos buscar o resultado. É bom para nós definir em casa. Acredito mais do que nunca em nossa força _ comentou o técnico.

Vitorio Piffero fez coro a Aguirre. O presidente do Inter entendeu que a equipe recuou demais e não conseguiu perturbar o adversário. Aposta na reversão em casa.

- Nos culpamos. Não exercemos toda a pressão que exercemos nos adversários no Beira-Rio. Eles têm um time com vigor físico, são grandes, se impõem, é um bom time. Mas, no Beira-Rio, é diferente, Vamos apertar o adversário. Nos encolhemos para tentar nos defender – afirmou Piffero. – Já temos 15 mil sócios que realizaram o check in – emendou o dirigente, contando com um estádio lotado no dia 27.

Sasha lamentou a atuação da equipe no segundo tempo. E admitiu ter cansado:
- A altitude dificultou um pouco, fazer esse vai-e-volta é desgastante mesmo. Fomos meio que empurrados para trás, mas temos que manter o que estamos acostumados a fazer em casa.

Em casa, na Libertadores, o Inter bateu a Universidad de Chile por 3 a 1, o Emelec por 3 a 2, o The Strongest por 1 a 0 e o Atlético-MG por 3 a 1. Agora, precisará repetir as vitórias sobre chilenos e mineiros para avançar às semifinais – ou se preocupar apenas com o Brasileirão e com a Copa do Brasil.

Cotação da Libertadores: as notas para a derrota do Inter na Colômbia

21 de maio de 2015 1

Ricardo Duarte

Alisson
Duas defesas importantes, mas que não garantiram o empate. 8

William
A principal saída de bola do Inter. 7

Alan Costa
Um único erro, justamente no gol do Santa Fe. 5

Juan
Conteve bem os perigosos Páez e Morelo. 7

Ernando
Se desdobrou para conter os constantes avanços do Santa Fe. 6

Rodrigo Dourado
Fundamental à frente dos zagueiros. 7

Aránguiz
Assim como Dourado, foi o avalista do sistema defensivo. 6

D’Alessandro
Bem no 1° tempo, caiu muito de produção e foi substituído no 2°. 5

Valdívia
Incansável. Correu, marcou, armou e, por pouco, não fez um golaço. 7

Sasha
Foi mais importante como marcador do que como atacante. 6

Lisandro López
Teve o lance da partida a seus pés e desperdiçou. 5

Nilmar
Teve apenas uma chance e quase fez o gol. 6

Nico Freitas
Entrou para segurar ainda mais o ataque colombiano. 5

Réver
Foi a campo nos minutos finais. Sem nota

Libertadores: Inter não resiste a Bogotá e perde para o Santa Fe nos acréscimos

21 de maio de 2015 2

Ricardo Duarte

O Inter foi punido aos 46 minutos do segundo tempo em Bogotá. Com um gol de Mosquera, o Santa Fe bateu o Inter por 1 a 0, na partida de ida das quartas de final da Libertadores. Agora, o time de Diego Aguirre precisará da força dos 100% de aproveitamento do Beira-Rio para avançar às semifinais. Em Porto Alegre, o Inter é obrigado a vencer por 2 a 0. Os colombianos jogarão pelo empate e derrota por um gol de diferença a partir do 2 a 1. Caso o Inter derrote o Santa Fe por 1 a 0, a decisão irá para os pênaltis. No sábado, o time reserva do Inter volta ao Brasileirão, desta vez para enfrentar o Vasco, em São Januário.

Com uma postura agressiva, o Santa Fe partiu para cima do Inter na tentativa de abrir vantagem ainda no primeiro tempo. Após a derrota no final de semana para o Millonarios, por 3 a 1, no clássico de Bogotá e que custou a eliminação da equipe no Campeonato Colombiano, o time de Gustavo Costas precisava dar uma resposta à torcida.

Com o El Campín apresentando diversos espaços vazios em suas arquibancadas, os colombianos dominaram as ações ofensivas diante de um Inter demasiadamente recuado e que tentava sair em contra-ataques. A precaução de Diego Aguirre permitia que o Santa Fe chegasse à intermediária colorada, rondasse a área, mas não conseguisse se aproximar do gol de Alisson. Daí, as chances quase insignificantes dos donos da casa no primeiro tempo. Omar Pérez, o camisa 10 do Santa Fe, era vigiado por Sasha e Aránguiz _ o chileno deu um susto, ao prender o tornozelo esquerdo no gramado e precisar de atendimento. No ataque, duas chances: D’Alessandro, batendo cruzado, por cima, e Valdívia, de longe, encobrindo o goleiro Castellanos, mas com a bola igualmente saindo. D’Alessandro, que recebeu um cartão amarelo por reclamação, após uma falta de Anchico em Valdívia, seguiu protestando contra a arbitragem, no intervalo.

No segundo tempo, sob chuva, o Santa Fe tentou acelerar mais o jogo, enquanto o Inter passou a trabalhar mais as jogadas e a ter maior posse de bola. William passou a ser a principal jogada de ataque da equipe de Aguirre, com as suas subidas pela ponta direita.

O Santa Fe tentava abrir alguma mínima vantagem em casa. O Inter, porém, se defendia com 11 jogadores em seu campo. Em alguns momentos, até o contra-ataque era algo impossível porque não havia ninguém na frente. O 0 a 0 interessava aos colorados.

Aos 19 minutos, os colombianos chegaram com força. Omar Pérez cobrou falta na área, Alisson fez defesa parcial após desvio de cabela de Mosquera e, no rebote, o próprio Mosquera concluiu no travessão. Foi o pirmeiro susto do Inter no El Campín. O lance serviu também para despertar a torcida. Aos 21, Omar Pérez cobrou escanteio e Mosquera desviou de cabeça, outra vez no travessão.

Pressionado, o Inter passava a jogar por um contra-ataque. Aos 25, a chance de ouro: Mina caiu na frente de Lisandro e perdeu a bola. O argentino avançou e, ao chegar na área, tentou o drible em vez de chutar a gol. Foi desarmado por Anchico e perdeu a melhor chance de gol colorada no segundo tempo.
Como fez em casa em toda a Libertadores, o Santa Fe partiu para cima nos minutos finais – se aproveitando também da altitude de 2,6 mil metros. Borja, aos 29, perdeu o gol cara a cara com Alisson. O Inter já demonstrava algum cansaço em Bogotá.

Com Nilmar em campo, o Inter buscava o contra-ataque redentor. E ele surgiu aos 34. descansado, o atacante bateu Seijas na corrida e, na saída de Castellanos, bateu por cobertura. O goleiro ainda deu um tapa na bola, que foi caindo dentro do gol, mas Mina surgiu e salvou para escanteio.

A fim de conter a pressão colombiana e assegurar o 0 a 0, Aguirre mandou Réver a campo, aos 41 minutos. Deu certo até aos 46 minutos. Em uma cobrança de escanteio, Alan Costa e Réver pularam no mesmo jogador, deixando Mosquera livre para cabecear ao gol, sem chances para Alisson. Agora, o sonho do tricampeonato da Libertadores dependerá da força do Beira-Rio.

Só Marcelo Grohe se salvou na derrota do Grêmio para o Coritiba

16 de maio de 2015 3
Agência Lancepress!

Agência Lancepress!

Marcelo Grohe – fez o que era possível. Mas a defesa atrapalhou sua vida.
7
Matías Rodriguez – passou a partida inteira envolvido por Thiago Galhardo. Falhou no segundo gol.
3
Geromel – fugiu ao habitual e foi um zagueiro inseguro.
4
Erazo – errou feio no segundo gol do Coritiba Raramente esteve no lugar certo.
3
Júnior –  esteve no mesmo nível dos demais. Sacrificado por Felipão por perder um gol.
4
Walace – deu segurança só nos primeiros minutos. Depois, foi envolvido.
5
Marcelo Oliveira – foi mal, tanto de volante como lateral.
4
Maicon – marcou de forma deficiente e não conseguiu ser armador.
4
Giuliano –  perdeu um gol por não ter assumido a responsabilidade do chute. Nada criou.
4
Luan – caçado no início do jogo. Uma tarde pouco inspirada, apesar da aplicação.
5
Pedro Rocha – Deu o único chute perigoso do time. Desta vez, não foi a solução.
5
Yuri Mamute –  muito marcado. O Coritiba o manteve longe da área.
5
Everton –  demonstrou disposição. Um pouco afobado nos passes.
5
Fellipe Bastos – sua entrada nada acrescentou ao time.
3

Diego Aguirre, sobre a vitória libertadora contra o Atlético-MG: "O Inter jogou muito"

14 de maio de 2015 3

Ricardo Duarte

Poucas vezes, nestes cinco meses de Inter, Diego Aguirre foi visto sanguíneo, visceral em uma comemoração. Na emblemática vitória sobre o Atlético-MG, que colocou a equipe do Beira-Rio nas quartas de final da Libertadores, diante do Independiente Santa Fe, o técnico uruguaio mostrou esta outra faceta. No gol de D’Alessandro, ele pulou, gritou, cerrou os punhos, extravasou.

- O Inter jogou muito. Para vencer um grande time como o Atlético-MG, tem que jogar muito. O Inter mereceu, foi mais, jogou melhor. Estamos nas quartas porque os jogadores tiveram compromisso, personalidade e qualidade. Vencemos um grande. O Atlético-MG era um grande candidato a ganhar a Libertadores. O Inter é um dos grandes da América e merece respeito – disse um orgulhoso Aguirre.

Ainda curtindo a classificação, o técnico assegurou que no domingo voltará a utilizar o time reserva _ talvez até com Muriel no lugar de Alisson -, no Brasileirão, em casa, contra o Avaí. Diego Aguirre quer descansar toda a equipe para o início do mata-mata contra os colombianos, em Bogotá. Nilmar, recuperado de lesão muscular, estará de volta. O Inter embarcará em voo fretado, na véspera da partida, e o treinador poderá analisar a utilização de Nilmar e Lisandro juntos, com Sasha começando no banco.

- Nilmar estará de volta, talvez até para domingo – afirmou. – Ainda quero analisar melhor o Santa Fe. Eles são muito fortes e passaram merecidamente pelo Estudiantes. Na Libertadores, nunca ganhei um jogo com facilidade – acrescentou o técnico do Inter.

Aguirre esclareceu ainda a substituição de Jorge Henrique, que entrou ao final do primeiro tempo, jogou apenas 20 minutos, e saiu chutando garrafas de isotônico:

- Jorge Henrique não saiu irritado, saiu com dor. Ele pediu que eu o tirasse. Ficou irritado consigo mesmo.

De volta ao Brasileirão, ao que tudo indica a indolência de alguns jogadores apresentada na goleada de 3 a 0 para o Atlético-PR, não se repetira. Hoje, uma reunião da direção de futebol com Aguirre definirá diretrizes para a partida contra o Avaí. Além disso, o presidente Vitorio Piffero tem no Brasileirão uma de suas obsessões de conquista.

- Nosso projeto para esse ano é ganhar o Brasileiro e, para isto, não podemos vender jogadores – anunciou o dirigente, assegurando foco também no campeonato nacional.

D'Alessandro e Lisandro > Dátolo e Pratto

14 de maio de 2015 0

Fernando Gomes

Ricardo Duarte

E no duelo argentino dos brasileiros, a dupla do Inter superou a do Atlético-MG. D’Alessandro e Lisandro López tiveram uma noite de luxo na vitória colorada por 3 a 1 sobre os mineiros – e a classificação às quartas de final da Libertadores -, enquanto Pratto marcou um gol e Dátolo acabou com o sonho mineiro, ao dar de cabeça a assistência para o gol de Lisandro, o terceiro do Inter, e que deu ao time de Diego Aguirre a tranquilidade final para levar o jogo com alguma segurança até od 49 minutos do segundo tempo.

Dame dos. D'Alessandro e Lisandro x Dátolo e Pratto, o duelo argentino/brasileiro do Beira-Rio

12 de maio de 2015 3

Felix Zucco

Alexandre Lops/Divulgação Inter

Bruno Cantini / Atlético-MG,Divulgação

Fernando Gomes

No confronto brasileiro das oitavas de final da Libertadores entre Inter e Atlético-MG, os jogadores decisivos poderão ser… argentinos. Do lado colorado, a dupla D’Alessandro (ex-River Plate) e Lisandro López (ex-Racing). Do atleticano, Lucas Pratto (ex-Boca Juniors e Vélez) e Jesus Dátolo (ex-Boca Juniors).

Do quarteto, o mais jovem e o menos experimentado em decisões é o centroavante do Atlético-MG. Pratto, de 26 anos, também tem um cartel de taças menos glamoroso que os demais. Foi campeão argentino com o Vélez e Mineiro, com o Atlético. Dátolo (30 anos) tem 14 taças. Foi campeão da América em 2007, com a última formação do Super Boca Juniors, de Riquleme, Palácios e Palermo, além de ter títulos com o Espanyol, com o Inter e com o Atlético-MG, entre eles, a Copa do Brasil.

Do lado vermelho, Lisandro (32 anos) foi goleador no Racing e possui nove conquistas. Foi multicampeão com o Porto e campeão da Copa da França com o Lyon. No Beira-Rio, já conquistou o Gauchão. D’Alessandro é o mais velho dos quatro, com 34 anos, e quem mais venceu. Tem 15 títulos: da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas à Libertadores com o Inter.

O final da noite dessa quarta-feira mostrará qual das duplas seguirá com chances de aumentar a sua galeria de conquistas seguindo adiante na Libertadores.

Investimentos no banco

10 de maio de 2015 1

Diego Vara

Até agora, dos sete reforços contratados pelo Inter no começo do ano, apenas Lisandro López se mostra em condições de ser titular do time de Diego Aguirre.

Léo
Em março, passou por artroscopia no joelho direito. Virou reserva de William. Tem 12 jogos pelo Inter e nenhum gol.

Réver
Não chegou a se firmar como titular. Depois, sofreu um entorse no tornozelo direito. Tem 12 jogos e 1 gol pelo Inter.

Nilton
Chegou para ser titular, perdeu espaço para Dourado e está fora do time há mais de três semana, devido a uma lesão muscular no adutor da coxa direita. Tem 15 jogos pelo Inter e ainda não fez gol.

Nico Freitas
Volante de confiança de Diego Aguirre, chegou para ser alternativa ao setor. Não estreou no Brasileirão porque cumpria suspensão ainda pelo futebol uruguaio. Tem 12 jogos pelo Inter e ainda não fez gol.

Anderson
Talvez a maior decepção do Beira-Rio. Ainda não provou ter condições de ser titular e vem sendo um reserva que pouco contribui quando vai a campo. Em março, sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda. Por questões técnicas, sequer foi relacionado para o jogo contra o Atlético-MG, em Belo Horizonte. Tem contrato por quatro anos com o Inter. Já soma 15 jogos pelo Inter e não fez gols.

Vitinho (na foto)
Outro que chegou para ser titular, alternativa de velocidade de chutes de média distância, mas, que até agora, pouco fez. Perdeu as finais do Gauchão devido a uma contusão no cotovelo esquerdo. Foi decepcionante contra o Atlético-PR. Tem 14 jogos e três gols pelo Inter.

Lisandro López
Chegou para ser reserva de Nilmar, mas, devido à lesão do atacante, vem se afirmando a cada jogo. Mesmo passando por uma artroscopia no joelho direito, já conta oito jogos e três gols pelo Inter. É o melhor investimento do clube até agora.