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Posts na categoria "Copa do Brasil"

Com vocês, o novo Beira-Rio

06 de abril de 2014 7

Diego Vara

Com uma grande festa na noite de sábado, o Inter deu por inaugurado o novo Beira-Rio. Com uma reforma que custou mais de R$ 400 milhões, pouca coisa restou da velha casa colorada. Por dentro, parece um estádio europeu, ainda que os seus arcos mostrem uma concepção única em termos de estádio de futebol. Com o novo estádio, que receberá a Copa do Mundo em questão de semanas, a responsabilidade das próximas equipes montadas pelo clube parece aumentar ainda mais.

Índio: A lenda

06 de abril de 2014 2

Mauro Vieira

Um dia você falará sobre Índio com os seus netos. Talvez a falta de um distanciamento histórico impeça os colorados de perceberem que neste domingo, diante do Peñarol, uma lenda do Inter começará a se despedir do clube. Aos 39 anos, o zagueiro vive os seus últimos momentos de Beira-Rio. O vínculo de 10 temporadas de Índio com o Inter se encerrará com o final da Copa do Mundo. A chance de uma nova prorrogação dependerá de um pedido especial de Abel Braga. Mas não pode ser descartado – mesmo que não seja escalado desde 5 de fevereiro, quando o Inter bateu o Pelotas na Boca do Lobo.
- No meu Inter de todos os tempos, a dupla de zaga é formada por Elias Figueroa e Índio – responde de pronto o ex-presidente Fernando Carvalho.
Foi no segundo mandato de Carvalho que a história entre Índio e Inter teve início. Era um período no qual o Juventude ainda se transformava em um gigante diante do Inter e o resultado do confronto muitas vezes acabava com derrota colorada. E Índio era uma muralha verde diante dos atacantes do Inter. Em meados de 2004, assinou um pré-contrato com o Beira-Rio. Se apresentou ao final do ano, estreou em janeiro de 2005, contra o Esportivo, em Bento Gonçalves.
- Índio sempre foi um dos responsáveis pela touca verde naqueles tempos. Ele tem aquele jeitão caipira, interiorano, quase simplório e desde o início conquistou a todos no Beira-Rio. Índio é um mito do Inter – segue Carvalho.
Do atual elenco, ninguém chega perto do tempo que o camisa 3 tem de casa. Com 387 partidas pelo Inter, ele ocupa a nona colocação entre os atletas que mais atuaram pelo clube. Se é impossível chegar perto dos 803 jogos de Valdomiro, o número 1 da do Top 10 colorado, ele superou em jogos nomes como Bráulio, Carlitos, Figueroa, Taffarel, Clemer, e está a seis partidas de ultrapassar Paulo Roberto Falcão, o oitavo colocado nesse histórico rol.
- Olho para trás e me emociono. Voltei chorando do voo de Yokohama, após o Mundial. Sei que não falo direito, fiz somente até a terceira série, pois precisei ajudar a família. Aos nove anos, saí da escola e comecei a vender sorvete na minha cidade. Nem em sonhos imaginei construir essa carreira e vencer todos esses títulos com o Inter – conta Índio.
De cortador de cana no interior paulista a multicampeão com o Inter, a vida do zagueiro poderia virar livro. Algo como de Maracaí (a sua cidade natal, tão pequena que a população teria dificuldades em lotar o Estádio do Vale) a Yokohama, passando por Caxias, Rio, São Paulo, La Plata, Guadalajara, Munique, Dubai, entre outras cidades mundo afora. O apelido foi dado pelos amigos, aos 13 anos, já nos tempos de bóia-fria, devido aos cabelos compridos e ao rosto vermelho, queimado do sol. O futuro de seus filhos, Marquinhos e Gabriela, já está garantido. Aos 13, Marquinhos não precisa cortar cana como o pai. Joga nos infantis do Inter, como meia-atacante.
- Este, sim, ao contrário do pai, joga muito – brinca Índio.
Dono de uma energia fora do comum, Índio contabiliza 33 gols pelo Inter – seis deles em Gre-Nais. É o zagueiro que mais gols fez pelo Inter, superando Figueroa, até então o maior artilheiro da zaga colorada.
- Todo o gol de zagueiro é lindo. Mas o mais bonito foi o que fiz contra o Paraná (pelo Brasileirão de 2006, Inter 3×2 Paraná), meio sem querer, mas uma pintura – descreve.
Entre os grandes amigos que fez no Inter estão Abel, Fernandão, Eller, Perdigão, Tinga, Nilmar e o atual gremista Edinho.
- Abel sempre foi um paizão para mim. Talvez por ter sido um zagueiro de Seleção Brasileira, foi ele quem melhor me ensinou o posicionamento – afirma Índio.
Ainda que não esteja entre seus amigos pessoais, Índio tem em Elias Figueroa um admirador.
- Índio tem uma grande carreira pelo Inter, superou todas as expectativas que clube e torcida tinham. O guerreiro merece descansar, já está na história do Beira-Rio – diz Figueroa. – Acho que formaríamos uma bela dupla de zagueiros-goleadores: Índio e Figueroa – acrescenta o xerife do bicampeonato brasileiro.
Homenagens e títulos à parte, Índio ganhou quase tudo pelo Inter. Menos a Copa do Brasil e o Brasileirão. Índio lembra que “bateu na trave”, saindo vice-campeão nacional em quatro oportunidades: no polêmico Brasileirão de 2005, no de 2006 e no também inusitado final de 2009 – além da Copa do Brasil daquele mesmo ano.
- Quero muito encerrar a carreira no Inter, mas não quero encerrar agora. estou cheio de saúde e de alegria para jogar. Vou até os 40 anos fácil, fácil. Ainda me falta ganhar o Brasileirão e a Copa do Brasil com o Inter. Quem sabe não ganho esses dois títulos neste ano? – adverte o veterano zagueiro.
Com o futuro ainda incerto, por via das dúvidas, quando Índio deixar o gramado do novo Beira-Rio, neste domingo, o torcedor se levantará e o aplaudirá de pé. É parte da história viva do Inter que estará em campo.

Ao estilo europeu, Nike produz escudo comemorativo para as camisas de Inter e de Peñarol na reabertura do Beira-Rio

05 de abril de 2014 0

logobeiranovo

Nos grandes eventos da Europa e dos Estados Unidos é assim: para um jogo especial, um logotipo diferenciado. O desenho acima estampará as camisetas dos jogadores de Inter e de Peñarol, na tarde deste domingo, para a reinauguração do Beira-Rio. A Nike produziu esse patch tendo por inspiração os novos arcos do estádio colorado, com a data da partida.

Por se tratar de uma partida para ficar na história do clube, o patch estará à venda na nova loja da Nike no Beira-Rio e em outras lojas que possuírem customização. Ele poderá ser aplicado em qualquer uma das três camisas do Inter, ao preço sugerido de R$ 7.

Feliz aniversário: Inter 105 anos

04 de abril de 2014 6

Adriana Franciosi

O Inter cumpre hoje 105 anos de vida. E, a partir desta sexta-feira, viverá um de seus finais de semana de maiores celebrações da história. Esta noite, um banquete na Casa NTX celebrará o aniversário. Como muitos dos convidados da reinauguração do Beira-Rio já estão em Porto Alegre, o jantar contará com grandes ídolos do clube. No sábado, a grande festa da inauguração do novo Beira-Rio, com o espetáculo Os Protagonistas. No domingo, o aguardado jogo contra o Peñarol, clube que em 1969, ao lado de Benfica e Grêmio, participou do festival de inauguração do Estádio Beira-Rio.

Presidente do Peñarol diz: "Inter e Peñarol são clubes amigos. Faremos um grande jogo inaugural no Beira-Rio"

02 de abril de 2014 0

Jefferson Botega

Após uma semana tumultuada no futebol uruguaio, o Torneo Clausura será retomado ainda nesta semana.
O Peñarol, adversário do Inter na inauguração do novo Beira-Rio neste domingo, deverá jogar na sexta-feira contra o Sud América. No dia seguinte, embarcará para Porto Alegre. A parceria entre Peñarol e Inter vem de longa data.
Em 1969, o Peñarol foi um dos convidados de honra no festival de inauguração do primeiro Beira-Rio. Era o dono da América naquele momento, quando tinha dois Mundiais e três Libertadores. Para se ter uma dimensão desse feito, os uruguaios empatavam em Mundiais com o Santos e tinham uma Libertadores a mais que o time de Pelé. Muito por causa dos anos 60 é que o Peñarol foi escolhido em 2009 o melhor clube sul-americano do século 20 pela Federação Internacional de História e Estatística de Futebol (IFFHS). Mesmo com todo esse cartel, o Peñarol acabou goleado por 4 a 0 para o Inter de Claudiomiro, na inauguração.
Naquela tarde de 13 de abril de 1969, um dos diretores de futebol do Peñarol era José Pedro Damiani, pai do atual presidente do clube, Juan Pedro Damiani. Morto em 2007, aos 86 anos, José Pedro foi um dos mais importantes presidentes carboneros. Comandando o Peñarol, ele conquistou a quinta Libertadores do Peñarol, em 1987, derrotando os colombianos do América de Cáli, além de cinco campeonatos uruguaios consecutivos. Como um dos diretores de futebol, foi campeão da Libertadores e Mundial em 1982. Pelo conjunto da obra, deu nome ao estádio do clube, também conhecido como Las Acácias.
- Quando o Inter nos contatou perguntando se poderíamos reinaugurar o Beira-Rio, ficamos muito felizes. Aceitamos na hora, pois é uma grande honra para o Peñarol participar uma vez mais da abertura desse grande estádio _ disse, por telefone a ZH, Juan Pedro Damiani. – Pessoalmente, reinaugurar o Beira-Rio é uma homenagem a meu pai, que esteve na partida de 1969 em Porto Alegre com a nossa delegação _ acrescentou o atual presidente do Peñarol.
Pela Libertadores, Inter e Peñarol se cruzaram duas vezes, ambas pelas oitavas de final. Em 1989, um inesperado 6 a 2 para o Inter, na partida de ida. Em Montevidéu, nova vitória gaúcha, dessa vez por 2 a 1, com o ex-ídolo do Peñarol Diego Aguirre – campeão da América em 1987 com os carboneros – marcando um dos gols para o time de Abel Braga. O Inter seguiu adiante no torneio. Já em 2011 (na foto, acima), um histórico Gre-Nal se avizinhava nas quartas de final da Libertadores. Nas oitavas, o Inter empatou em 1 a 1 com o Peñarol no Centenário. No jogo de volta, no Beira-Rio, o técnico do Peñarol Diego Aguirre venceu o duelo tático contra Paulo Roberto Falcão e os uruguaios eliminaram os colorados com a vitória por 2 a 1. Em Santiago, o Grêmio caía para o Universidad Católica. O Peñarol foi à final, mas perdeu para o Santos de Neymar.
- Temos um histórico pequeno, mas de grandes embates com o Inter. São clubes amigos. Temos uma relação muito boa. Peñarol e Inter são grandes amigos, assim como Nacional e Grêmio – comentou o presidente do Peñarol.
Durante a semana, Juan Pedro Damiani esteve reunido com o presidente do Uruguai, José Mujica, a fim de chegar a um acordo para a retomada do Torneo Clausura. O campeonato foi interrompido depois que Mujica ordenou que a polícia não fizesse mais a segurança em jogos do Peñarol e do Nacional, pois 13 policiais ficaram feridos após a vitória do Newell’s Old Boys sobre o Nacional (ambos do grupo do Grêmio na Libertadores), agredidos pelos barrabravas do clube uruguaio.
- Conseguimos contornar a crise. Agora, é retomar o futebol. Até por isso é importante este jogo em Porto Alegre: para mostrar a força de nosso futebol. Faremos um grande espetáculo no Beira-Rio – prometeu o presidente do Peñarol.

Vitória dos vândalos: O Brasileirão marcará o início de uma Era de Gre-Nais com torcida única

01 de abril de 2014 72

Omar Freitas

Há uma certeza nos bastidores do Beira-Rio: um natural e provável revide da torcida gremista contra o patrimônio colorado, no Gre-Nal do dia 13, que decidirá o Gauchão – com depredação de cadeiras, como os colorados fizeram na Arena -, será o começo do fim das duas torcidas nos estádios.
Os próprios clubes deverão propor que os clássicos pelo Brasileirão (ou até mesmo pela Copa do Brasil) sejam realizados somente com a torcida mandante nas arquibancadas. Assim como ocorre em Belo Horizonte, nas partidas entre Atlético-MG e Cruzeiro.
O acordo de cavalheiros entre Grêmio e Inter, que prevê o ressarcimento em caso de depredação do patrimônio de um pela torcida do outro – como ocorreu nesse domingo -, forçará o fim da civilidade e dos reles 1,5 mil ingressos destinados ao visitante.
Sorte de quem nasceu até os anos 80, que pôde assistir aos clássicos com os estádios divididos. essa cena jamais se repetirá em um Gre-Nal.

* O Inter ainda não recebeu a conta dos estragos das cadeiras na Arena. O certo é que a conta para os colorados será inferior aos R$ 100 mil divulgados. Ocorre que a Arena ainda não havia consertado as cadeiras que foram quebradas pela torcida do Brasil-Pel. O acúmulo dos dois jogos de depredações, sim, até pode atingir os R$ 100 mil, mas a conta será rateada entre colorados e xavantes.

Omar Freitas

Inter: O início de uma Era e o final de outra

31 de março de 2014 5

Agência RBS

Passado o Gre-Nal 400, com vitória do Inter de virada sobre o Grêmio na Arena, a semana é de reinauguração do Beira-Rio. Após a festa de sábado, o Inter irá a campo no domingo para enfrentar o Peñarol. A partida marcará a reabertura oficial do estádio. O jogo contra os uruguaios também poderá marcar a despedida do zagueiro Índio.
Aos 39 anos, ele deverá ser o capitão do Inter diante do Penãrol. O zagueiro tem contrato somente até o meio do ano e não será renovado. Na Arena, por opção de Abel Braga, sequer no banco ficou – ainda que tenha ido ao estádio junto com a delegação. Contratado ao final de 2004, ao Juventude, Índio se tornou um dos maiores jogadores da história do Beira-Rio. Para muitos, ele chegou a superar a lenda colorada Elias Figueroa. Tem 33 gols pelo clube (contra 26 de Figueroa), em 387 partidas. É o único do atual plantel que participou de todas as conquistas do Inter a partir de 2005 (na foto abaixo, quando foi apresentado ao Inter, em dezembro de 2004).
A Festa Gigante, no sábado e no domingo, além de celebrar a reinauguração do Beira-Rio também será um fim de semana para o torcedor homenagear Índio, um dos maiores camisas 3 da história do Inter.

Os títulos de Índio com o Inter:
Gauchão: 2005, 2008, 2009, 2011, 2012 e 2013
Libertadores: 2006 e 2010
Mundial de Clubes: 2006
Recopa Sul-Americana: 2007 e 2011
Copa Sul-Americana: 2008
Copa Dubai: 2008
Copa Suruga: 2009

Mauro Vieira

Beira-Rio: Asfalto e tijolos

26 de março de 2014 1

Foto: Grupo Beira-Rio/ Gigante Para Sempre

Apesar da demora e de o prazo inicial para a conclusão do Beira-Rio já ter sido extrapolado em quase quatro meses, o complexo ingressa em sua etapa derradeira de obras. Nessa quarta-feira, houve a finalização dos trabalhos de terraplenagem do pátio do estádio e o início da “imprimação” (na foto do Grupo Beira-Rio/Gigante Para Sempre), que é o primeiro passo para o asfaltamento. A previsão é que até o sábado pela manhã toda a área do pátio, em frente à Avenida Padre Cacique, esteja asfaltado – a fim de receber os torcedores para a Festa Gigante, à noite. Por enquanto, na área que não estiver asfaltada será colocada brita.
Após o festival de inauguração, nos dias 5 e 6 de abril, o processo de asfaltamento será retomado, com a finalização completa prevista para a primeira semana de maio. Em vez de realizar um projeto de paisagismo no entorno do Beira-Rio, o Inter optou por colocar asfalto, devido ao custo bem mais baixo. Para a pavimentação do pátio, o Inter fez uma permuta com as empresas Retromac, Pier Incorporadora e Toniolo, Busnello. Com isso, a obra, que tinha preço inicial na casa dos R$ 8 milhões, foi realizada por cerca de 30% desse valor.
- A torcida pode ficar certa que a parte interna do pátio estará pronta para a Copa do Mundo – assegurou Emídio Ferreira, presidente da comissão de Obras do Conselho Deliberativo do Inter.
Além disso, nos próximos dias, o Inter lançará uma campanha para gravar o nome dos torcedores em pequenos tijolos, no calçamento sob a marquise do Beira-Rio. Inicialmente, o clube deverá oferecer aos colorados de 25 mil até 40 mil tijolinhos. O preço por nome ainda não está definido.

Inter: O ataque de 2014 é o mais modesto da década colorada?

25 de março de 2014 18

Fernando Gomes

A partir de 2004, 10 anos atrás, quando recomeçou a sua trajetória de grandes conquistas, o Inter sempre foi marcado pela contratação ou formação de grandes atacantes. De Nilmar, Daniel Carvalho e Rafael Sobis, passando por Fernandão (na foto, de 2005, quando os dois chegaram a formar o ataque titular do Inter), Iarley, Alexandre Pato, Taison até Leandro Damião, e os “renegados”, que por diversos motivos fizeram sucesso longe do Beira-Rio, como Walter, Ricardo Goulart, e grifes que não vingaram, como Diego Forlán, Cavenaghi, Kleber Pereira, Ilan e Edu, o clube enfileirou nomes de peso no ataque. A temporada 2014 surge como aquela que parece se mostrar a mais modesta em nomes na década colorada.
O blog lista, ano a ano, desde 2004, aqueles jogadores que atuaram no ataque titular do Inter em cada temporada e até agora.
Compare:

2004: Nilmar, Rafael Sobis, Oséas, Dauri, Diego, Danilo, Beto, Didi, Rodrigo Paulista e Fernandão
2005: Fernandão, Gustavo Papa, Souza, Leandrão, Diego, Sobis, Rentería e Iarley
2006: Fernandão, Alexandre Pato, Sobis, Michel, Adriano Gabiru, Luiz Adriano, Rentería, Iarley e Léo
2007: Fernandão, Christian, Michel, Iarley, Adriano, Nilmar, Gil, Wellington Souza e Guto
2008: Adriano, Iarley, Walter, Leandrão, Nilmar, Fernandão, Alex (jogando como atacante), Taison, Luiz Carlos, Daniel Carvalho, Guto, Talles Cunha e Rodrigo Paulista
2009: Nilmar, Taison, Alecsandro, Leandrão, Talles Cunha, Bolaños, Edu, Wagner Libano, Alan Kardec e Marquinhos (que virou Marquinhos Gabriel, no Bahia)
2010: Edu, Walter, Alecsandro, Taison, Everton, Rafael Sobis, Kleber Pereira, Leandro Damião, Ilan, Guto e Marquinhos
2011: Leandro Damião, Rafael Sobis, Cavenaghi, Zé Roberto, Alecsandro, Ricardo Goulart, Gilberto, Lucas Roggia, Dellatorre e Jô
2012: Dagoberto, Jajá, Leandro Damião, Jô, Dátolo, Diego Forlán, Gilberto, Mike, Marcos Aurélio, Maurides, Rafael Moura e Cassiano
2013: Diego Forlán, Leandro Damião, Caio, Gilberto, Otávio, Cassiano, Vitor Júnior, Rafael Moura, Jorge Henrique, Scocco e Mike
2014: Rafael Moura, Wellington Paulista, Aylon, Otávio, Jorge Henrique, Caio, Sasha e Maurides

Cotação da Copa do Brasil: As notas para o massacre do Inter sobre o Remo

13 de março de 2014 11

Ney Marceondes/Vippcom

Dida
Seguro no gol, fez dois lançamentos para os atacantes. 6

Gilberto
Bem no apoio, deu uma assistência perfeita para Moura. 7

Paulão
Passou trabalho para marcar o veloz Thiago Potiguar. 6

Ernando
Só não é titular absoluto por teimosia de Abel Braga. 7

Fabrício
É a boa surpresa do Inter em 2014. Fez mais um gol. 7

Willians
Entre desarmes, desatenções e alguns passes errados. 6

Aránguiz
Para Aránguiz, foi discreto. Fez um gol de pênalti. 7

Alan Patrick
Sem D’Alessandro, é ele quem dita o ritmo do meio-campo. 7

Alex
Sumido em boa parte do jogo, marcou um gol de falta. 6

Jorge Henrique
Interessado, se movimentou bem mais do que em jogos anteriores. 8

Rafael Moura
Fez coisa de centroavante: Duas chances, dois gols. 8

João Afonso
Entrou com o jogo já definido. 6

Wellington Paulista
Foi a campo com o adversário já batido. 6

Sasha
Foi a campo já com os 5 a 0 no placar. Sem nota