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Posts na categoria "Gauchão"

Inter pode mudar patrocínio na camisa

24 de junho de 2015 26

Ricardo Duarte

Depois de muitos anos com o mesmo patrocínio nas camisetas, é possível que Inter e Grêmio passem a contar com investidores diferentes em suas camisetas. O contrato da dupla Gre-Nal com o Banrisul está chegando ao final. Expira em agosto. Hoje, o banco paga R$ 15 milhões por temporada a cada um dos clubes.

O Inter entende que merece receber mais do que o Grêmio. Colocará na mesa de negociações os títulos recentes e a exposição mundial que teve desde 2006 (o primeiro contrato com o banco foi firmado em 1998). Além disso, precisa aumentar as suas receitas — uma vez que encerrou a temporada passada com um déficit de R$ 49 milhões.

No Beira-Rio se exige um aumento de pelo menos 35%, o que faria com que o próximo interessado em morar no peito colorado desembolse R$ 20,2 milhões ao ano. O Banrisul tem a prioridade na renovação do contrato, desde que banque o que outros interessados prometem pagar.

No Inter, se diz que já há novos investidores na fila. E não há preocupação em se fazer uma negociação casada com o Grêmio.

Investimentos no banco

10 de maio de 2015 1

Diego Vara

Até agora, dos sete reforços contratados pelo Inter no começo do ano, apenas Lisandro López se mostra em condições de ser titular do time de Diego Aguirre.

Léo
Em março, passou por artroscopia no joelho direito. Virou reserva de William. Tem 12 jogos pelo Inter e nenhum gol.

Réver
Não chegou a se firmar como titular. Depois, sofreu um entorse no tornozelo direito. Tem 12 jogos e 1 gol pelo Inter.

Nilton
Chegou para ser titular, perdeu espaço para Dourado e está fora do time há mais de três semana, devido a uma lesão muscular no adutor da coxa direita. Tem 15 jogos pelo Inter e ainda não fez gol.

Nico Freitas
Volante de confiança de Diego Aguirre, chegou para ser alternativa ao setor. Não estreou no Brasileirão porque cumpria suspensão ainda pelo futebol uruguaio. Tem 12 jogos pelo Inter e ainda não fez gol.

Anderson
Talvez a maior decepção do Beira-Rio. Ainda não provou ter condições de ser titular e vem sendo um reserva que pouco contribui quando vai a campo. Em março, sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda. Por questões técnicas, sequer foi relacionado para o jogo contra o Atlético-MG, em Belo Horizonte. Tem contrato por quatro anos com o Inter. Já soma 15 jogos pelo Inter e não fez gols.

Vitinho (na foto)
Outro que chegou para ser titular, alternativa de velocidade de chutes de média distância, mas, que até agora, pouco fez. Perdeu as finais do Gauchão devido a uma contusão no cotovelo esquerdo. Foi decepcionante contra o Atlético-PR. Tem 14 jogos e três gols pelo Inter.

Lisandro López
Chegou para ser reserva de Nilmar, mas, devido à lesão do atacante, vem se afirmando a cada jogo. Mesmo passando por uma artroscopia no joelho direito, já conta oito jogos e três gols pelo Inter. É o melhor investimento do clube até agora.

Todos os homens de Aguirre (ou Inter é pentacampeão gaúcho com rodízio de jogadores)

03 de maio de 2015 2

Diego Vara

Como se molda um time campeão? O Inter de Diego Aguirre foi construído sob a desconfiança. Dos medalhões contratados para o início da temporada, nenhum deles começou o Gre-nal do título. Dois deles estavam no banco: Lisandro López e Nico Freitas. Mas, sobretudo, entre os titulares estavam seis jogadores da base, que abriram a temporada sentados na casamata, esperando a vez como suplentes dos reservas ou ainda no sub-23: William, Alan Costa, Geferson, Rodrigo Dourado, Sasha e Valdívia – há ainda Alisson, que terminou 2014 como titular, e Nilmar, que saiu das categorias inferiores do Inter quando Aguirre estava em seu último ano como atacante profissional.

- Eles (os guris da base) jogaram porque eram os melhores que eu tinha. Não dou preferência para ninguém. Isto não é importante (ser da base ou ser medalhão). Precisamos dos jovens, dos jogadores mais velhos, de todos. Com tantas competições que teremos pela frente, é bom eles saberem que não vão jogar sempre. Assim, dão tudo no dia a dia para ganhar um lugar no time – declarou Aguirre.

O técnico seguiu com os elogios aos time e disse:

- O Inter joga um futebol moderno. O que jogamos na primeira parte foi espetacular. Imprimimos um ritmo de jogo que passou por cima do adversário. Depois sofremos, é verdade. Mas tentamos fazer um time mais veloz a cada dia, a cada treino. No jogo do Chile (Universidad de Chile 0×4 Inter) mostramos uma dinâmica que foi muito boa. Os jogadores acreditam na proposta e fazem o possível para que tudo dê certo. Também havia dúvidas sobre a nossa preparação física. É algo normal, mas passamos por cima de muitos times.

Aguirre criou, a partir deste Gauchão, um sistema de carrossel no Inter: com 33 jogadores tendo atuado no Estadual. Este esquema foi vingando porque o técnico insistiu em fortalecer a equipe na Libertadores, descansando os até então titulares de começo de ano, colocando no regional uma formação até então alternativa. O rodízio deu certo. E foi assim que o pentacampeonato gaúcho foi sendo construído – até ontem, o último pentacampeão no Rio Grande do Sul havia sido mo Grêmio, de 1985 a 1989.

- Espero que com a mesma intensidade das críticas venham os elogios. Foi espetacular, pela torcida, pelo time, pelo grupo – desabafou Diego Aguirre. _ Continuamos acreditando, sem mudar as nossas convicções – acrescentou.

O técnico uruguaio, de 49 anos e fala sempre serena, quebrou uma regra que durava no Inter há mais de seis décadas: a de que um treinador estrangeiro não vingava no clube. O último gringo a se sagrar campeão com os colorados havia sido o argentino Alfredo Gonzáles, que conquistou o Gauchão de 1950.
- Parabenizei a todos os meus jogadores antes da partida, pois estavam todos os 30 lá (o 33° é Fabrício, negociado ao Cruzeiro). Isto dá força e, ali, senti que merecíamos ser campeões – afirmou o treinador uruguaio.

Inter dependerá de D'Alessandro para ser Penta. Mas o capitão conseguirá dominar o Gre-Nal do Beira-Rio?

29 de abril de 2015 7

Tadeu Vilani

Depois de Fernandão, nenhum outro jogador teve tanto impacto sobre os torcedores do Inter quanto D’Alessandro. O camisa 10 construiu a sua trajetória de herói colorado a partir do domínio em Gre-Nais. A figura de D’Alessandro perturba a torcida do Grêmio. Desde 2008, quando começou a disputar o clássico, D’Alessandro é o foco da semana Gre-Nal. D’Alessandro não joga uma partida de encher os olhos há algum tempo. Mas terá que ser o grande nome do Inter no clássico de domingo, na decisão do Gauchão.

Orgulhoso, não vai querer ver o primeiro título oficial do novo Beira-Rio parando nas mãos do adversário, com direito a festa, flauta e volta olímpica. Sabe que, em caso de revés, será ele o alvo dos gremistas no dia seguinte. D’Alessandro se concentra para obter a sua redenção em casa. Não perde uma final no Beira-Rio desde a Copa do Brasil de 2009, quando o Corinthians comemorou a conquista no estádio – e D’Alessandro teve uma das piores atuações de sua carreira, com expulsão e tentativa de briga que virou vinheta.

Apesar do sucesso nos clássicos – D’Alessandro soma 11 vitórias, 9 empates e 5 derrota em Gre-Nais, com 8 gols marcados -, o seu desempenho nos Gre-Nais no Beira-Rio não é assim tão expressivo. Em 9 jogos, soma 4 vitórias, 2 empates e 3 derrotas, com 3 gols marcados.
Domingo, porém, precisará liderar o Inter ao pentacampeonato e à redenção pessoal.

Diego Real, árbitro que anotou dois pênaltis para o Inter: "Acertei e marcaria tudo de novo"

09 de abril de 2015 20

Ricardo Rimoli/Agência Lancepress!

Diego Real, o árbitro que marcou dois pênaltis para o Inter na partida contra o Cruzeiro (2 a 2 no tempo normal, 3 a 1 para o Inter na decisão por pênaltis) — um deles desperdiçado por D’Alessandro, outro convertido por Lisandro López —, pelas quartas de final do Gauchão, faria tudo outra vez.

Aos 33 anos, o microempresário, natural de Pelotas, que desde 2013 apita jogos de Gauchão e das Séries A e B do Brasileirão, entende ter acertado ao anotar as duas penalidades no Beira-Rio. Curiosamente pelo mesmo motivo: mão do zagueiro André Ribeiro na bola.

— Fiquei até surpreso com algumas declarações. Cumpri o que a determinação da Fifa ordena, desde o ano passado. Onde houver situação de bloqueio com a mão, é falta. O jogador do Cruzeiro se atira contra a bola, em ambos os lances. Eu marcaria os dois pênaltis outra vez — comentou Real.

O árbitro conta que, após anotar o primeiro pênalti (quando D’Alessandro tentou cruzar para o centro da área e foi interceptado) e dar o cartão amarelo para André Ribeiro, o zagueiro reclamou apenas da advertência:

— O jogador veio a mim e disse que não era para cartão. Não tinha como não marcar. Houve um cruzamento, que rasgaria a área, e foi bloqueado.

O árbitro admite ter errado no começo da partida, quando em vez de dar cartões amarelos para Juan e para Laerte, por jogadas ríspidas, optou pela conversa.

— Usei a arma verbal, que vem antes do cartão. Não tive a visão correta que era para amarelo — disse ele.

Real assegura ainda que daria as penalidades para o Cruzeiro, em pleno Beira-Rio.

— É claro que marcaria os mesmos lances se fossem para o Cruzeiro. Em Caxias e Inter, dei pênalti para o Caxias, justamente porque a bola caiu na mão do Réver — recordou. — Também ouvi muitas reclamações da torcida do Grêmio. Por favor. Já dei duas penalidades para o Grêmio neste Gauchão: uma contra o Avenida, outra contra o Lajeadense. Este, por sinal, errei. Foi um lance rápido demais, dificílimo, em que a falta ocorreu centímetros fora da área. Mas marquei o pênalti — acrescentou Real.

No Gauchão 2015, Diego Real trabalhou em 11 partidas. E anotou oito pênaltis. Foram dois para o Grêmio (contra Avenida e Lajeadense) e outros dois para o Inter (ambos contra o Cruzeiro), além de um para Caxias (contra o Inter), Lajeadense (contra Veranópolis), Ypiranga (contra São José) e União Frederiquense (contra Aimoré).

— Sei que fiz o meu melhor. Estou com a consciência tranquila — finalizou Real.

A salvação que veio do DM: 22 dias após a artroscopia no joelho, Lisandro López salva o Inter no Gauchão

09 de abril de 2015 6

Fernando Gomes

Alisson
Inseguro em alguns lances. Nota 4

William
É a melhor notícia do Inter no Gauchão. Nota 7

Juan
Em seu 100º jogo pelo Inter, teve dificuldades para conter Wesley. Nota 4

Ernando
Ficou exposto e conteve os atacantes como pôde. Nota 5

Geferson
Tímido, após herdar a vaga de Fabrício. Nota 5

Rodrigo Dourado
Já teve jornadas mais luminosas. Acabou expulso. Nota 4

Jorge Henrique
Se movimentou bem no começo, depois, caiu de produção. Nota 5

D’Alessandro
Tentou comandar a virada do Inter. Errou o pênalti. Nota 5

Valdívia
Foi o mais ativo dos homens de frente do Inter. Nota 6

Sasha
Limitado a jogadas na área. Pode fazer mais. Nota 5

Nilmar
Boa movimentação, mas… nenhum chute a gol. Nota 4

Anderson
Ajudou na reação colorada. Nota 6

Rafael Moura
Fez mais do que Nilmar. Nota 6

Lisandro López
Entrou, fez um de pênalti e outro de um camisa 9 de verdade. Nota 9

Inter sofre muito, mas, ao final, elimina o Cruzeiro nas penalidades e avança à semi do Gauchão

09 de abril de 2015 2

Fernando Gomes

O Inter está na semifinal do Gauchão. Com uma reação no segundo tempo, o Inter tirou uma desvantagem de 2 a 0 para o Cruzeiro, empatou a partida em 2 a 2, com dois gols do argentino Lisandro López e, na decisão por pênaltis, venceu por 3 a 1. No sábado, a equipe de Diego Aguirre iniciará o mata-mata das semifinais contra o Brasil-Pel, com o jogo de ida em Rio Grande.

Inter e Cruzeiro fizeram uma partida eletrizante no Beira-Rio. Nos primeiros minutos, com ataques de lado a lado, o visitante não se mostrou tímido ou incomodado com os afamados jogadores do time de Diego Aguirre. Apesar do volume dos dois ataques, as conclusões deixavam a desejar. O palco para o show de Roberto Carlos, nesse sábado, montado atrás da goleira do antigo placar, foi alvo de alguns chutes colorados no primeiro tempo.
A partir dos 20 minutos, o Inter começou a se impor em campo. As jogadas de William pela ponta, combinando ora com Jorge Henrique, ora com Valdívia, eram sempre as mais agudas e perigosas. Aos 25 minutos, William bateu cruzado e Bruno Grassi defendeu. No minuto seguinte, Valdívia tirou de Grassi e Sasha se esticou todo para empurrar a bola para o gol, mas ela escapou à direita.
Por vezes, o Cruzeiro conseguia deixar o campo defensivo e atacar. Aos 30, porém, foi surpreendido em um contra-ataque. D’Alessandro lançou Nilmar, que bateu na pequena área, Laerte salvou para trás, onde estava Ernando, que só não fez o gol porque Grassi uma vez mais salvou a equipe azul.
Apesar da superioridade do Inter, o Cruzeiro foi ao ataque e marcou. Aos 38 minutos, Paraná bateu de fora da área, Alisson não conseguiu segurar e a bola saiu a escanteio. Na sequência, a defesa não conseguiu afastar a bola, que sobrou para Matheus bater de fora da área e deixar Alisson sem reação.
O 1 a 0 do Cruzeiro causou espanto no Beira-Rio. Nos minutos finais do primeiro tempo, o Inter se atirou ao ataque e ainda conseguiu duas finalizações, com uma delas parando uma vez mais nas mãos de Bruno Grassi.
O Inter voltou do intervalo para o segundo tempo se atirando para o ataque. De qualquer maneira. Resultado? Mais um gol do Cruzeiro. Em uma rápida escapada pela esquerda, o visitante encontrou a defesa colorada desarrumada, Matheus cruzou para a área, onde Wesley subiu às costas de Geferson para fazer o 2 a 0.
O Beira-Rio entrava em choque pela segunda vez na noite, afinal, o elenco de R$ 165 mil mensais poderia eliminar o de quase R$ 11 milhões ao mês. Aos 13 minutos, para aumentar o drama colorado, D’Alessandro teve um pênalti para fazer o Inter reagir. Mas ele cobrou para fora. O Inter não tinha alternativa a não ser atacar. Lisandro López foi a campo e deu nova vida ao time. Foi ele quem chutou a bola para André Ribeiro cometer o seu segundo pênalti – e acabar expulso. Lisandro bateu a penalidade, marcou o seu primeiro gol com a camisa do Inter, e descontou.
O 2 a 1 fez com que o time de Aguirre se jogasse de vez para dentro da área do Cruzeiro. E, quatro minutos depois, Lisandro López fez mais um, aparando um desvio de Dourado, após cobrança de escanteio de D’Alessandro. Vinte e dois dias depois de passar por uma artroscopia no joelho, o atacante argentino voltou para comandar a reação colorada.
Nos minutos finais, o Cruzeiro ainda tentou retomar o ataque. Dourado foi expulso, ao evitar um contra-ataque. William e Lisandro por pouco não viraram a partida, mas ambos pararam em Grassi. A decisão foi para os pênaltis.
Nas cobranças, D’Alessandro, Lisandro López e Juan marcaram para o Inter – e Rafael Moura errou. Enquanto que Laerte, Rodrigo Heffner e Benhur desperdiçaram as suas cobranças – Jefferson converteu. O Inter sofreu muito na noite de outono no Beira-Rio, mas se classificou.

Inter: o renegado agora veste azul

08 de abril de 2015 3

Divulgação Cruzeiro

Fabrício está oficialmente fora do Inter. Na tarde desta quarta-feira, o Cruzeiro confirmou a contratação por empréstimo do lateral-esquerdo até julho de 2016. O jogador reforçará o time mineiro no Estadual, na Copa do Brasil e no Campeonato Brasileiro — ele não pode jogar a Libertadores por já ter defendido o Inter na competição.

O lateral chega a Minas Gerais com valor fixado para a compra dos seus direitos econômicos ao fim do empréstimo — o preço estabelecido beira os R$ 4 milhões. Seu contrato com o Inter vai até julho de 2017. Ele é esperado em Belo Horizonte ainda nesta quarta.

A proposta oficial do Cruzeiro por Fabrício chegou ao Beira-Rio na manhã desta quarta. O desejo do Inter em negociar o jogador depois do episódio na partida contra o Ypiranga facilitou o negócio. Nas horas seguintes, o clube mineiro acertou os salários com o jogador de 28 anos, que estava no Inter desde 2011.

Ao final da tarde, Fabrício ingressou no BID como atleta do Cruzeiro.

Caso Fabrício: Inter será denunciado por imagens, Gauchão não corre risco de paralisação e clube pode ser multado

06 de abril de 2015 24

Fernando Gomes

A Procuradoria-Geral do Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Gaúcha de Futebol, segundo informações de bastidores, encaminhará somente na tarde desta terça-feira a denúncia contra o Inter, sobre suposta injúria racial de alguns torcedores colorados contra o lateral-esquerdo Fabrício. A denúncia será feita apenas em cima de provas de vídeo e não há o risco de o Campeonato Gaúcho ser paralisado – o depoimento do comunicador da RBS Luciano Potter não será utilizado pela entidade e o radialista sequer será arrolado como testemunha.

A Procuradoria pedirá uma punição ao Inter, que deverá ser uma multa de R$ 100 a R$ 100 mil, caso haja a condenação do clube. A tendência é que o caso seja julgado na próxima semana. O Gauchão não vai parar e os jogos de quartas de final e as semifinais estão garantidas.

Dourado e Nilmar, os melhores do Inter contra o Ypiranga. Fabrício, nota 0

01 de abril de 2015 8

Fernando Gomes

Alisson
Uma defesa difícil e algumas intervenções. Nota 7

Ernando
Pode quebrar o galho, mas ainda precisa se aprimorar na função. Nota 5

Alan Costa
Reveza com Réver a vaga de titular. Não deixa a desejar. Nota 6

Juan
Desta vez, quase fez de bicicleta. Nota 6

Fabrício
Pela primeira vez na história, um jogador se demitiu em campo. Nota 0

Rodrigo Dourado
Bem posicionado, tem um toque de bola superior a Nilton e a Nico. Nota 8

Jorge Henrique
Está guardando posição para Aránguiz. Poderia ter avançado mais. Nota 6

Anderson
Estava bem na partida, até ser expulso como juvenil. Nota 3

D’Alessandro
Mesmo com falta de ritmo, distribuiu bem o jogo. Com ele, o Inter fez de pênalti. Nota 7

Eduardo Sasha
Com Nilmar, foi visto a todo o momento na área do Ypiranga. Nota 7

Nilmar
Entusiasmado, deu dribles desconcertantes e foi um perigo constante ao gol. Nota 8

Alan Ruschel
Foi um leão na defesa, quando o time estava em apuros. Nota 6

Vitinho
Foi responsável por puxar os contra-ataques. Nota 6

Valdívia
Entrou com o time já na defesa. Sem nota