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Posts na categoria "Grêmio"

Conselho Deliberativo do Grêmio aprova mudanças no contrato com a OAS

18 de junho de 2013 0

Por unanimidade, foram aprovadas nesta segunda-feira pelo Conselho Deliberativo as alterações no contrato entre Grêmio e OAS. A expectativa é de que o novo texto seja redigido dentro de uma semana, para poder ser assinado pelas duas partes. Compareceram à reunião 205 conselheiros.

Com as mudanças, o Grêmio obtém redução nos valores gastos com a migração dos associados, posterga dívidas próximas dos R$ 30 milhões com a construtora e passa a receber 2% sobre as vendas dos empreendimentos imobiliários, mas também se vê obrigado a arcar com as despesas de um eventual prejuízo da Arena. Outra contrapartida é dividir com a parceira os lucros gerados a partir de agora pelo Quadro Social.

Ficou estabelecido um prazo de 90 dias, prorrogáveis por mais 90, para que ocorra a troca de chaves entre Grêmio e OAS. Conselheiros ouvidos ao final da reunião estimam que a implosão do Olímpico, para que a OAS construa os prédios que irá comercializar, não se dê antes de dezembro.

O presidente Fábio Koff entrou rapidamente em seu carro e evitou entrevistas. Só irá falar na tarde desta terça-feira, na Arena, em entrevista coletiva, juntamente com Carlos Eduardo Barreto, presidente da Grêmio/Arenas.

Em tom grave, o vice-presidente Romildo Bolzan Júnior alertou que as modificações precisam ser acompanhadas pela adoção de uma nova postura administrativa por parte do clube.Ele deixa claro que será preciso reduzir os custos com o futebol, formando jogadores, e alterar o perfil do quadro funcional,tornando-o mais enxuto.

— O Grêmio passa a viver uma nova era. Terá que fazer um exercício fantástico para racionalizar suas despesas e buscar novas fontes de arrecadação. O contrato melhora rapidamente a condição financeira, mas não nos tira essa obrigação — disse Bolzan.

Ex-presidente Odone fala em “bom senso” após votação

Para o ex-presidente Paulo Odone, "prevaleceu o bom senso". Ele elogiou a atual direção por passar a olhar para o futuro e compromter-se a reduzir custos.

Para ele, o déficit de R$ 28 milhões registrado no primeiro trimestre “ligou a luz de alerta do Conselho Fiscal e do Deliberativo”.

— Nos unimos em torno de um projeto,  que é bombar a Arena e fazer dela o nosso futuro — destacou.

Também presente à reunião, o ex-presidente Luiz Carlos Silveira Martins, o Cacalo,espera que, a partir de agora, a direção se volte para as questões de campo.

— A Arena é nossa agora — saudou.

Confira os principais pontos que mudaram na parceria entre Grêmio e OAS:

– Este ano, o Grêmio gastaria R$ 43 milhões para acomodar seus associados na Arena, valor que caiu para R$ 12 milhões. Em 2014, o custo passará para R$ 15 milhões. Até o final dos 20 anos de parceria, ele será de R$ 18 milhões fixos.

– Caberá à construtora o pagamento de R$ 1,5 milhão para a conclusão da primeira fase do Memorial do Grêmio, R$ 8 milhões para o CT, R$ 2,5 milhões para as instalações administrativas do clube na Arena. Também serão descontados dos créditos futuros que o Grêmio irá obter com a venda dos imóveis no Humaitá e na Azenha os R$ 10 milhões emprestados no início do ano.

– Valores como os R$ 14,9 milhões gastos em despesas pré-operacionais, R$ 3,3 milhões usados no evento de inauguração e R$ 15,6 milhões, relativos aos encargos de financiamento serão descontados do Lucro Líquido Ajustado da Arena Porto-Alegrense.

– O que incomoda parte do Conselho é o item que trata da divisão de eventuais prejuízos do negócio. Nesse caso, o desconto incidirá sobre o valor fixo de R$ 8,8 milhões a que o clube tem direito a cada ano.

– A direção projeta um faturamento de pelo menos R$ 400 milhões ao final da parceria. Para a oposição, ao dividir os lucros do Quadro Social e sujeitar-se a bancar metade do prejuízo, o clube não irá lucrar nem metade disso.

Poucos conselheiros estudam mudanças no contrato entre Grêmio e OAS

14 de junho de 2013 11

Até o início da tarde desta sexta-feira, apenas 13 dos 300 conselheiros do Grêmio haviam lido as mudanças feitas no contrato com a OAS.

O prazo para análise se encerra na tarde de segunda-feira. À noite, as mudanças irão à votação.

Desses 13 conselheiros, três integram a comissão de finanças. Junto com a comissão de assuntos legais e estatutários e e o conselho fiscal, a comissão de finanças irá elaborar um parecer sobre as modificações, que será lido no início da sessão.

Alguns dos conselheiros que estudaram as mudanças representam grupos políticos do Grêmio, a quem farão um relato após a leitura.

Mesmo que parte do Conselho considere arriscado que o Grêmio passe a dividir com a OAS os custos de eventuais prejuízos da Arena, as mudanças no contrato deverão ser aprovadas.

Novo contrato: direção saúda antecipação de recursos; oposição teme divisão dos prejuízos

13 de junho de 2013 6

Dois pontos do novo contrato com a OAS dividem situacionistas e oposicionistas. Quem está no comando saúda a antecipação de recursos por parte da construtora para o Memorial, Centro de Treinamentos e área administrativa, além da postergação do pagamento do empréstimo de R$ 10 milhões recebido no início do ano. O montante chega a R$ 22 milhões. Trata-se de um dinheiro que o clube teria de desembolsar neste momento e agora não precisará mais.

A oposição alerta para o risco de o Grêmio ter que bancar metade de um eventual prejuízo da Arena, o que não    constava do contrato original. Além de o clube ter de dividir com a OAS a receita gerada a partir de agora pelo Quadro Social.

O novo contrato irá à votação no Conselho segunda-feira, dia 17.

Fernando se despede do Grêmio: "Espero um dia voltar"

13 de junho de 2013 8

Anunciado oficialmente pelo Shakhtar Donetsk nesta quinta-feira, o volante Fernando deixou uma mensagem no Instagram se despedindo da torcida do Grêmio. Na rede social, o volante da Seleção Brasileira afirmou que espera voltar ao Tricolor um dia.

Confira a mensagem de Fernando:

"Bom dia a todos, ontem (quarta-feira) se confirmou a minha transferência para a equipe do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia. Triste por deixar uma equipe como o Grêmio, mas muito muito feliz por essa nova oportunidade. Com toda certeza é um sonho jogar em um clube como o Shakhtar, só tenho que agradecer o carinho que o torcedor gremista sempre teve comigo, também tenho o mesmo sentimento com o clube e espero um dia voltar!"

Alterações no contrato da Arena deixam clara divisão política do Grêmio

13 de junho de 2013 12

Convocada para a apreciação das alterações no contrato firmado entre o Grêmio e a OAS, a reunião de terça-feira do Conselho Deliberativo voltou a evidenciar a forte divisão política do clube.

Alguns conselheiros condenaram o "espirito bélico" e "o clima de ódio" do encontro.

Àsperas discussões entre o presidente Fábio Koff, o ex-presidente Paulo Odone e o conselheiro Eduardo Antonini provocaram constrangimento e criaram dúvidas quanto à aprovação das mudanças, em votação marcada para segunda-feira, dia 17.

- É a turma do um contra a turma do outro. Não sei quando isso vai parar - reclama o conselheiro independente Marcelo Aiquel.

Homero Bellini Jr., do Grêmio Independente, lamenta que a discussão, que deveria ser técnica, tenha virado debate político.

- Vira uma discussão entre koffistas e odonistas e se esquece que todos são gremistas. Estou cansado desses ódios e ranços. O Grêmio não consegue superar isso - lamenta.

Diante da complexidade dos números apresentados, o conselheiro Antonio Frizzo pediu o adiamento da votação. Foi seguido por Bellini e até mesmo por integrantes da atual administração, como o vice-presidente Renato Moreira.

Não existe uma minuta de contrato. O que os conselheiros vão avaliar, até o dia da votação, são os números expostos pela empresa Quantitas, contratada pelo Grêmio para reavaliar o contrato. O voto de cada um será embasado no relatório das comissões de Assuntos Legais e Estatutários e de Finanças e Conselho Fiscal.

- Antes de votar, quero ter a certeza de que os números não estão sendo superavaliados. O que sei é que, antes, o risco do Grêmio era zero. O contrato anterior não era ruim, nem tinha nada de suicida- diz Aiquel.



Elano, o destaque de Grêmio 1x1 São Paulo

13 de junho de 2013 16

Dida -  Uma grande defesa em chute de Luis Fabiano. 7

Pará - Sofreu contra Osvaldo. Só apoiou no segundo tempo. 5

Bressan - Confuso na maioria das jogadas. 5

Werley - Inseguro como quase todo o time. 5

Alex Telles -  Cresceu apenas na segundo etapa. 5

Adriano - Dispersivo. Uma falha que quase resultou em gol. 2

Souza - Apareceu muito menos do que em outros jogos. 5

Zé Roberto - No primeiro tempo, bem adiantado. Inferior a outros jogos. 6

Welliton  - Passou pelo campo ser ser visto. 2

Kleber (com a bola)  - Teve seu esforço premiado pelo gol de empate. 7

Barcos - Muitos passes errados no primeiro tempo. Cresceu no segundo. 6

Elano - Deu vida ao time com movimentação e chutes perigosos. 8

Guilherme Biteco -  Boas arrancadas pela esquerda. Dá velocidade quando entra. 7

Ramiro - Discreto. 5


Eduardo Antonini deixa a presidência da Grêmio Empreendimentos

12 de junho de 2013 16

Eduardo Antonini não é mais presidente da Grêmio Empreendimentos, o elo entre o Grêmio e a empresa Arena Portoalegrense na gestão da Arena.

A decisão foi anunciada terça-feira, no início da reunião em que o Conselho Deliberativo tomou ciência das modificações feitas no contrato entre o clube e a OAS.

Junto com Antonini, saem Alexandre Grendene e Ricardo Vontobel.

No final de abril, Antonini já havia entregue ao presidente Fábio Koff sua carta-renúncia. Só recuou da decisão diante do apelo do dirigente, que temia prejuízos na negociação para a reformulação do contrato.

-  Sou gremista. Decidi ficar até que fosse fechado o acordo. Embora não concordasse com as críticas ao negócio Arena, preferi ficar em silêncio - diz o ex-presidente.

Agora, criadas as condições para um entendimento entre as duas partes, ele sentiu-se à vontade para sair. E formalizou a decisão entregando a carta novamente a Koff.

- Independentemente de minha saída, sou pela aprovação do acordo para a reformulação do contrato. Pior é ficar como está, com o Grêmio gastando no Olímpico e sem receber da Arena. Vamos aprovar porque isso é necessário para o clube - afirma Antonini.

A exemplo do ex-presidente Paulo Odone, ele assegura que a reformulação do contrato não proporcionará ao clube os mais de R$ 400 milhões projetados pela direção ao longo dos 20 anos de parceria.

Antonini alerta para as contrapartidas do acordo, como a necessidade da divisão dos lucros gerados pelo Quadro Social e a obrigatoriedade de o Grêmio também assumir os eventuais prejuízos financeiros durante o período de financiamento da obra. Antes, estes riscos eram todos da OAS.

Ele lamenta que a questão política tenha aflorado, "como forma de desqualificar o que fizemos".

- É bom deixar claro que só é possível qualquer tipo de acordo porque existe a Arena, fruto de um contrato feito por nós - salienta Antoni.


Alteração de contrato com a OAS dá fôlego financeiro ao Grêmio e previsão de faturamento superior a R$ 400 milhões

12 de junho de 2013 7

É de 414 milhões, ao longo de 20 anos, a projeção de faturamento do Grêmio a partir da alteração no contrato com a OAS.

Mesmo que estes números tenham agradado aos 218 conselheiros presentes na reunião da noite de terça-feira, as modificações ainda não foram à votação. A reunião fica em suspenso até a próxima segunda-feira, dia 17, para que as comissões do Conselho possam fazer um estudo mais detalhado dos 14 itens alterados.

O aspecto saudado com maior entusiasmo pela direção é a possibilidade de contar novamente com fluxo de caixa, que seria comprometido com o gasto mensal da migração.

É por isso que alguns dirigentes lamentaram que o novo contrato já não tivesse sido votado na sessão de terça-feira.

- O Grêmio tem tempo, o Grêmio está bem, então vamos prolongar esta discussão por mais tempo - ironizou o vice-presidente Nestor Hein.

A redução com a migração dos associados do Olímpico para a Arena é elevada. Neste ano, a economia será de R$ 31 milhões.

Em vez de pagar R$ 43 milhões, o Grêmio só desembolsará R$ 12 milhões. Em 2014, este valor subirá para R$ 15 milhões. Até o final dos 20 anos de parceria, ele será de R$ 18 milhões fixos.

A OAS também pagará o valor restante para a conclusão do Centro de Treinamentos e da área administrativa e ainda reembolsará o Grêmio dos R$ 6 milhões gastos pelo clube nestes dois setores.

Ficou fixado em 2% o percentual do clube nas vendas dos empreendimentos imobiliários do Humaitá e da Azenha, após a demolição do Olímpico.

Diferentemente do contrato original, o clube terá direito a comercializar as cadeiras que não forem ocupadas por sócios em todos os setores da Arena em dias de jogos.

Também será liberada ao Grêmio a venda de Cadeiras Gold inferiores, cabendo ao clube todo o lucro decorrente disso.

Com o fim das vendas do Passaporte Tricolor, produto que era comercializado pela Arena Portoalegrense, o Grêmio terá a chance de vender mais 10 mil novas cadeiras para sócios, que ficarão localizados no Setor Sul.

Pelo fato da negociação entre o interessado em adquirir um lugar no estádio ocorrer com uma entidade desportiva, haverá menor tributação, o que gera um maior potencial de lucro. Em caso de venda inferior ao projetado, o clube terá um desconto proporcional ao fauramento, o qual será repassado para a parceira.

Outra contrapartida: o clube poderá dividir os prejuízos advindos da operação da Arena com a OAS.

O ex-presidente Paulo Odone discorda de que o faturamento alcançará os R$ 414 milhões.

Embora considere positiva a renegociação, afirma que a arrecadação ficará muito distante do anunciado nesta terça-feira. Diz, também, que a redução dos gastos com a migração ocorreria mesmo que o contrato não tivesse sido modificado.

- Não é uma novidade. Já estava previsto que este valor (da migração) seria apenas por um ano. Ele seria renegociado depois- destacou.

Confiante na aprovação das modificações, o presidente do Conselho Deliberativo, Raul Régis de Freitas Lima, prevê uma realidade financeira bastante positiva para o clube.

- A partir de agora, o Grêmio terá um equilíbrio financeiro muito melhor - avalia.




Grêmio encaminha parceria com clube norte-americano

11 de junho de 2013 6

Por Wendell Ferreira

O crescimento do futebol da bola redonda nos Estados Unidos já chama atenção dos clubes brasileiros. Na semana passada, o Dallas FC, um dos clubes da Major League Soccer (MLS), procurou o Grêmio para iniciar conversas. Zero Hora conversou com o diretor-executivo Rui Costa (foto)  para entender detalhes da possível parceria.

Os principais pontos para o Grêmio são o modelo de expansão de marca e a capacidade de geração de receita dos americanos. Em contrapartida, o Dallas FC busca o desenvolvimento nas categorias de base e a aproximação com o futebol do Brasil há um ano da Copa do Mundo em território verde e amarelo.

Zero Hora - Como surgiu a possibilidade do encontro com o Dallas FC?

Rui Costa - Na verdade, nós fomos procurados pelo diretor-executivo do Dallas. Ele ficou sabendo da nossa política de intercâmbio com clubes de fora. Eles nos falou sobre como eles conseguiram incrementar as receitas em um país em que o futebol não é tão popular, conversamos até dentro da possibilidade avançar em termos de convênios.

ZH - O que o Grêmio busca na relação com a MLS?

Rui Costa - O Grêmio acredita que o futebol dos Estados Unidos é um mercado crescente, o Grêmio pode ter exposição da marca lá. Podemos colocar jogadores que não serão utilizados aqui na liga americana, podemos ter intercâmbio administrativo e de marketing. Eles têm uma capacidade muito grande de gerar receita. A nossa intenção é globalizar a marca do Grêmio. Já temos essa ideia com clubes da Argentina, da Suécia.

ZH - E o que a MLS pode ganhar na parceria com o Grêmio?

Rui Costa - Eles têm interesse porque têm dificuldade na formação de atletas. Ficaram impressionados com a nossa capacidade de formação. Para eles, nessa época de Copa do Mundo aqui no Brasil, fazer parceria com um clube brasileiro é algo de vanguarda. (O Dallas FC) É um clube muito organizado, estruturado financeiramente. Lá os contratos dos jogadores são feitos com a liga. Todo o futebol brasileiro pode aprender com eles, inclusive com uma cota maior de jogadores estrangeiros. Isso pode abrir um mercado importante. Não é à toa que os clubes europeus buscam jogadores na Argentina, Uruguai, Paraguai. Os americanos também têm interesse em jogadores brasileiros.

ZH - Pode haver um estreitamento nessas relações e até a realização de amistosos?

Rui Costa - Olha, foi até algo citado na conversa. Tem torneios que eles fazem lá com patrocinadores. Não é algo de se descartar. Cruzeiro e Fluminense fazem uma pré-temporada em Orlando, não tem nada a ver com a liga, mas é algo que pode acontecer. Não combinamos nada, mas isso chegou a ser falado.

ZH - Você crê na possibilidade de mudança no modelo de gestão do futebol brasileiro a partir de intercâmbios?

Rui Costa - Acho que o modelo de gestão do futebol brasileiro já está mudando, nós temos muito a aprender. O modelo deles é exemplar. O grande modelo atual do futebol é o alemão, mas os americanos têm uma capacidade de gerar receita e mobilizar o público que é impressionante. O futebol não é o esporte número 1. Proporcionalmente comparado ao futebol brasileiro, a receita que eles geram é impressionante.





Luxemburgo diz não ver problemas em deixar Elano ou Zé Roberto na reserva

11 de junho de 2013 9

A possibilidade de novos revezamentos na equipe não é descartada por Vanderlei Luxemburgo (na foto, com o superintendente Antônio Carlos Verardi). Para o técnico do Grêmio, trata-se de prática normal em qualquer equipe de trabalho.

- Não vejo nenhum problema em começar com Elano ou Zé Roberto no banco. Há jogos em que terei de ficar vulnerável, retirando um volante, como fiz contra o Atlético-MG (trocou Adriano por Guilherme Biteco). Em outros, terei de deixar alguém no banco-  explicou.

Questionado sobre o risco de não iniciar alguns jogos, Zé Roberto garantiu ter condições de atuar os 90 minutos das partidas.

Na noite de segunda-feira, na chegada de Minas, era visível o abatimento dos jogadores com a derrota. Segundo o presidente Fábio Koff, sete pontos em quatro jogos representam uma campanha que permite sonhar com o título brasileiro.

-  Perdemos porque não conseguimos impor nossa forma de jogar. Eu sempre frisei a necessidade de atenção durante os 90 minutos. O importante é ver aonde estamos errando para não acontecer de novo - disse Zé Roberto.