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Posts na categoria "Inter"

A vitória dos renegados: Dida e Rafael Moura, os melhores do Inter no 1 a 0 sobre o Atlético-PR

20 de setembro de 2014 6

 GERALDO BUBNIAK / ESTADÃO CONTEÚDO

Dida
Salvou o time com três defesas. Uma delas, no chão, de pura agilidade e reflexo. 8

Gilberto
Parecia não saber o momento de avançar. Exagerou em algumas faltas. 4

Paulão
Simplificou as jogadas a fim de evitar erros. Foi ao ataque sempre que pôde. 7

Ernando
Estava no Gauchão, afastando bolas a chutões para todos os lados. Saiu por lesão. 6

Fabrício
Sozinho, foi um caminho livre para os avanços de Douglas Coutinho e de Marcelo. 3

Wellington
Se juntou aos zagueiros para conter as subidas dos adversários. Lutou o tempo todo. 5

Aránguiz
Firme na marcação, pouco conseguiu contribuir com o setor ofensivo. 5

Alex
Foi o mais efetivo do meio-campo, mesmo com o gramado encharcado. 7

Sasha
Muito esforço, pouca inspiração. Tem mais recursos. Um bom chute ao gol. 5

D’Alessandro
Com a criação prejudicada pelas péssimas condições do campo, quase fez gol olímpico. 5

Wellington Paulista
Sem articulação, devido às poças d’água, virou uma nau à deriva na grande área. 4

Juan
Substituiu Ernando e manteve o veloz ataque paranaense sob controle. 6

Rafael Moura
O centroavante voltou. Depois de desviar para Valdívia, ele ainda pegou o rebote do meia e marcou o gol da vitória. 8

Valdívia
Jogou apenas 13 minutos, mas deu ao time a velocidade que faltava para vencer o jogo. 6

Nilmar volta ao Inter em busca de redenção

19 de setembro de 2014 4

Ricardo Duarte

Nilmar voltou ao Inter para se resgatar. Retornou para ter a sua redenção. Foi apresentado pelo vice de futebol Marcelo Medeiros, em um Beira-Rio com três mil torcedores nas arquibancadas. Acenou para o seu povo, presenteou a torcida com bolas, beijou criancinhas que lhe eram alcançadas pelos pais e foi agarrado diversas vezes pelos torcedores, enquanto dava a volta olímpica. Camisa 7 às costas, ele reafirmou o status de um dos grandes ídolos do clube. Mas, principalmente, Nilmar é visto como a salvação de uma temporada sem ataque confiável. Nilmar representa a esperança. E sabe disto.
- A coisa que mais senti falta foi este ambiente aqui, um ambiente de futebol. A vida lá (em Doha) é maravilhosa para minha esposa, meus filhos. Mas o jogador sente falta. Quero resgatar o jogador de futebol. Aqui, se sente o nível de competição. Lá você tem que lidar com algo que não é 100% profissional. Senti falta da adrenalina do torcedor, da imprensa. Até a cobrança. Lá, você joga para 500 pessoas. Aqui, no Beira-Rio, se joga para 50 mil pessoas – disse Nilmar.
O Inter conta com um posto avançado em Doha para tentar obter o mais breve possível a transferência de Nilmar do Al-Jaish. O clube árabe precisa enviar para a Federação Gaúcha de Futebol a liberação do atacante, o que deverá ocorrer em uma semana. Somente assim o atacante poderá ser inscrito. Enquanto isto, Nilmar segue aos cuidados do coordenador de preparação física Elio Carravetta, podendo estar apto para a estreia de aproximadamente 60 minutos no emblemático jogo contra o Cruzeiro, em 4 de outubro, no Mineirão.
- Tenho uma responsabilidade, mas o Inter tem grandes jogadores. É um novo desafio, sempre encarei desta maneira, sei que vou ter responsabilidades, mas não encaro desta forma, não me vejo como Salvador da Pátria. Quero ajudar, quero colaborar dentro de campo, quero ajudar. Sabemos que não é um jogador só que decide um campeonato, é o clube. Quero entrar o mais rápido possível e dentro de campo demonstrar o que eu sei – afirmou o atacante.
Em meio à coletiva, Nilmar lembrou o seu segundo retorno ao Beira-Rio. Disse ter fé em estar melhor agora, aos 30 anos, do que com 18 anos e com 24 anos (sua idade na primeira e na segunda passagem pelo clube). Brincou com o tempo de contrato (três anos, até o final de 2017) e lembrou o amigo Índio:
- Me sinto bem. Minha vontade é a mesma, como se eu estivesse de novo com 18 anos. Eu queria um contrato de 10 anos, igual ao do Índio, para poder jogar até os 40. Penso em jogar durante todo o meu contrato e, se o nível estiver bom, ir além.
Em meio ao desfile em campo, Nilmar parecia um messias, recebendo crianças nos braços a pedido dos pais, como a pequena Giulia, seis meses, e Arthur, 1,5 ano. Ao final de sua apresentação no gramado, Nilmar assumiu o microfone e agradeceu aos torcedores. Depois de Tinga, a camisa 7 volta a ser vestida por um ídolo do Inter.

Na última vitória sobre o Atlético-PR, em Curitiba, Inter tinha Gabiru, Rentería e Michel no ataque

19 de setembro de 2014 2

Agência RBS

O Inter ainda nem era campeão da América quando venceu pela última vez o Atlético-PR em Curitiba. O adversário desse sábado, às 18h30min, na Arena da Baixada, costuma ser um time indigesto para os colorados. Tanto é assim, que o Inter não vence os paranaenses em casa desde 7 de maio de 2006. Abel Braga era o treinador.
O ataque titular naquela dia teve Adriano Gabiru (então um atacante detestado pela torcida), o colombiano Rentería (na foto) e Michel (outro desafeto dos colorados, mas xodó do treinador). Rentería e o então lateral-esquerdo Jorge Wagner marcaram os gols da vitória de 2 a 1 do Inter sobre o Atlético-PR, em partida válida pelo Brasileirão, disputada na Arena da Baixada. Dagoberto ainda atuava pelos paranaenses, mas foi do zagueiro Danilo. Perdigão e Paulo André (ex-Corinthians) foram expulsos.

O último Inter a vencer o Atlético-PR em Curitiba: Clemer; Ceará, Bolívar, Eller e Jorge Wagner; Edinho, Wellington Monteiro e Perdigão; Gabiru (Sobis), Michel e Rentería (Iarley).

A seca do Inter em Curitiba desde 2006:
Brasileirão 2007 – Atlético-PR 2×1 Inter
Brasileirão 2008 – Atlético-PR 1×1 Inter
Brasileirão 2009 – Atlético-PR 3×2 Inter
Brasileirão 2010 – Atlético-PR 1×0 Inter
Brasileirão 2011 – Atlético-PR 2×0 Inter
Copa do Brasil 2013 – Atlético-PR 0×0 Inter
Brasileirão 2013 – Atlético-PR 1×0 Inter

Nilmar nos braços da massa

19 de setembro de 2014 4

Ricardo Duarte

Leandro Behs

Recepcionado por cerca de 3 mil colorados, Nilmar já vestiu a camisa 7 e foi para os braços da massa. A tarde foi de festa e renovada esperança no Beira-Rio. Saudou a torcida, chutou bolas para as arquibancadas e, como se fosse um messias, parecia abençoar criancinhas (na foto, o pequeno Arthur, 15 ano, fardado de Neymar), cujos pais entregavam para o atacante beijar e tirar fotos. Nilmar ainda um dos grandes ídolos do clube. Poderá estrear contra o Cruzeiro, no dia 4 de outubro, no Mineirão, uma partida emblemática se o Inter ainda sonha em de alguma forma tentar caçar os mineiros.
— É um momento muito importante para mim, poder retornar ao clube. Devo tudo até hoje ao Inter por ser este jogador. As pessoas que participaram da negociação sabem da dificuldade que foi este esforço. O importante era o meu desejo de voltar a jogar pelo Inter. Quando as partes têm o mesmo pensamento, as coisas facilitam. – Espero que a minha terceira passagem seja melhor e com mais títulos para que eu possa entrar para essa galeria de ídolos da história do clube – disse Nilmar

Segue o seco

18 de setembro de 2014 2

Agência RBS

Ricardo Duarte

Para tentar voltar a Porto Alegre com quatro pontos, na gira de Sport e Atlético-PR, Abel Braga poderá utilizar Rafael Moura e Wellington Paulista juntos, amanhã, na Arena da Baixada. O técnico elogiou o desempenho de seus centroavantes no 0 a 0 com o Sport.
A dupla, porém, não marca há tempos. Moura não faz gols há 859 minutos em nove jogos que esteve em campo, quase todos como titular. Já Wellington Paulista, não marca há 740 minutos, em 12 partidas que iniciou ou entrou no segundo tempo.
Nilmar será apresentado oficialmente nessa sexta-feira. E ainda não tem data para estrear.

Abel reclama do calendário, elogia Inter com dois centroavantes e justifica trocas: "Você acha que Alex foi criativo hoje?"

17 de setembro de 2014 17

Fernando Gomes

Abel Braga partiu para uma série de desculpas a fim de explicar a falta de gols em Recife – quando o seu time foi superior e não conseguiu marcar. Perturbado com os questionamentos dos repórteres sobre o lance final – quando Valdívia bateu um escanteio curto para Alan Patrick que devolveu para Valdívia cruzar na área -, o treinador do Inter começou a argumentar:
- Não tem o que explicar. É último lance do jogo. Patrick encostou e recebeu. Mete na área, mas devolveu para o Valdívia bater na área. Então bate direto, tem tanto time ganhando no último minuto… Merecíamos o resultado positivo. Se tivesse jogado um pouco mais, teríamos ganho.
Em seguida, Abel foi questionado sobre as saídas de Alex e de D’Alessandro – para os ingressos de Valdívia e Rafael Moura. Ignorou a questão sobre o argentino e disse que pensou em sacar Alex (quem começou a definir a vitória sobre o Botafogo, com um golaço de fora da área) ainda no intervalo.
- Você acha que o Alex foi criativo hoje (ontem)? O jogo estava para eles (Valdívia e Moura), estavam mais frescos. Tem dia que se é criativo, tem dia que não. Iria tirá-lo no intervalo. Se imaginasse qe o Sport ficaria com um a menos (o atacante Erico Júnior se lesionou quando o Sport já havia realizado as três substituições), não teria tirado porque o Alex sempre tem a chance do chute de fora da área – justificou o treinador.
Abel Braga partiu ainda em defesa de seus centroavantes, Wellington Paulista e Rafael Moura, que jogaram juntos por 25 minutos, na tentativa de fazer um gol.
- Todo o atacante passa por isto (a falta de gols): Damião, Jô, Fred também já passou. A relação dos dois em campo foi muito boa. Gostei muito e poderei usá-los de novo – admitiu o técnico.
Ao final da entrevista, Abel retomou as reclamações sobre o calendário nacional e as viagens – ele já havia se queixado anteriormente, nas breves passagens do Inter pela Copa do Brasil e pela Copa Sul-Americana:
- Jogar quarta e domingo não é fácil. Estivemos no Nordeste três vezes recentemente. É desumano. Não dou desculpas. Estamos precisando treinar. Mas não conseguimos, pois é só jogar e viajar.
O presidente Giovanni Luigi foi questionado sobre as decisões do treinador e sobre se a direção tem cobrado a comissão técnica. E Luigi respondeu:
- Não viemos a Recife somente para ver o jogo e, sim, para estar atento e cobrar em nome do clube. E sabemos como fazer isto, no momento oportuno.

Cotação: As notas para Sport 0x0 Inter

17 de setembro de 2014 5

Aldo Carneiro/Lancepress!

Dida
Não sai do gol nem por decreto. Na pequena área, duas boas defesas. 6

Gilberto
Resguardado na defesa, auxiliou a zaga e não comprometeu. 5

Ernando
Bem nos lances aéreos, conteve as jogadas do Sport. 6

Paulão
Se antecipou aos atacantes na maioria dos lances. E foi ao ataque. 8

Fabrício
Dificuldades para marcar os avanços de Patric. Compensou no apoio. 6

Wellington
Não armou como em outras partidas, mas foi um grande auxiliar da zaga. 6

Aránguiz
Mais preocupado com a marcação, ainda tentou auxiliar o setor ofensivo. 7

Alex
De novo uma atuação consistente. Marcou, armou e chutou a gol. 7

Sasha
Ganha confiança a cada jogo. Deixou Wellington Paulista na cara do gol. 6

D’Alessandro
Poderia ser mais efetivo. Caiu pelas pontas e viveu de alguns cruzamentos. 6

Wellington Paulista
Péssimo como centroavante, bem como ponteiro pela direita. 5

Valdívia
Elétrico, deu nova velocidade ao setor ofensivo. 7

Rafael Moura
Duas chances de gol desperdiçadas e um bom cabeceio que parou em Magrão. 5

Alan Patrick
Entrou no final. Sem nota

Inter já fatura com Nilmar. Camisa número 7 está à venda no site do clube

17 de setembro de 2014 0

Reprodução

O Inter espera receber em no máximo uma semana o atestado liberatório de Nilmar, via Al-Jaish, o seu último clube no Catar. Após o acerto com o atacante, em um contrato por três anos, o clube gaúcho agora trata de obter dos árabes a documentação do seu mais novo repatriado. O Inter tem até o dia 3 de outubro para receber a documentação – data na qual se encerrarão as inscrições para o Campeonato Brasileiro. Caso o atestado liberatório não seja entregue, a transação entre Inter e Nilmar será desfeita. Mas, nos bastidores do Beira-Rio, esta hipótese é tido como extremamente remota. O Inter já conta com emissários junto ao clube catari para obter a liberação o mais rápido possível, no caso, em uma semana.
Enquanto isto, o Inter já fatura com Nilmar. A nova camiseta do atacante, a número 7, com Nilmar escrito às costas, está à venda na loja virtual do Inter (foto acima) por R$ 249,90.

Alta responsabilidade: Nilmar é a última esperança do Inter para acelerar o ataque

16 de setembro de 2014 7

Agência RBS

Em um time dependente de seu meio-campo ou de lampejos de seus meio-campistas, Nilmar surge como a única alternativa possível para fazer com que o ataque do Inter consiga correr. Sem uma opção de velocidade desde a saída de Taison, após a Libertadores de 2010, o Inter é paquidérmico ao se mover do meio para a frente. Poucas equipes se mostraram mais lentas no setor ofensivo deste Brasileirão do que o Colorado.
A partir da chegada de Nilmar, porém, a tendência é que esta situação se modifique. Nilmar pode atuar como o atacante solitário do time, como o fez em 2008, na campanha vencedora da Copa Sul-Americana – quando Alex foi um dublê de armador e finalizador -, ou ao lado de Wellington Paulista, ou de Valdívia, de Sasha, de Jorge Henrique… e até de Rafael Moura. A esperança da comissão técnica, por sinal, é que Nilmar faça Moura voltar aos bons tempos de Goiás, quando em 2010 teve a sua melhor campanha em anos, levando o time à final da Copa Sul-Americana.
Nilmar, mesmo sem atuar desde abril, se torna a solução mágica e imediata de um Inter instável e que ainda sonha alto neste Brasileirão.

Ainda sonhando com o título, Inter quer estrear Nilmar contra o líder do Brasileirão

16 de setembro de 2014 2

Ricardo Duarte

O Inter tem pressa para colocar em campo o seu mais novo reforço. Quer ver Nilmar vestindo vermelho oura vez na partida contra o Cruzeiro, em 4 de outubro, no Mineirão. A partida é emblemática, pois poderá ser a última chance de o Inter seguir sonhando com o título de campeão brasileiro. Hoje, o Cruzeiro tem nove ponto a mais que o Inter. No jogo de ida, em Caxias do Sul (o Beira-Rio já estava cedido para a Fifa), os mineiros venceram por 3 a 1.
Por isto, todo o reforço será necessário para que os gaúchos tentem dar a volta no Mineirão. Nilmar não joga desde abril, quando disputou a última partida pelo Al-Jaish, no campeonato do Catar, mas vinha treinando fisicamente. No Beira-Rio há esperanças que ele tenha condições de jogo para pelo menos 45 minutos de velocidade ao ataque colorado.

* Com Alexandre Ernst