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Inter define preços dos ingressos no Beira-Rio para a estreia no Brasileirão. Setor Very Vip é o mais caro: R$ 250

16 de abril de 2014 5

Diego Vara

Com a estreia no Brasileirão confirmada para o Beira-Rio, neste sábado, contra o Vitória, a direção já definiu o preço dos ingressos. O Check In será nesta tarde, às 15h. A venda de ingressos para sócios começa nesta quinta-feira, às 8h, pela internet. A venda para os demais torcedores se inicia na sexta-feira, pela manhã, também pela internet. O clube só não definiu ainda o número de ingressos que serão colocados à venda. Por ainda ter o entorno do Beira-Rio em obras, dificilmente o estádio atingirá a capacidade máxima: 52 mil torcedores.

Confira os preços:
Superior marcada: R$140 / Sócio: R$ 70
Superior cadeira: R$80 / Sócio: R$40
Inferior marcada: R$160 / Sócio: R$80
Inferior cadeira: R$:100 / Sócio: R$50
Very Vip: R$250
Vip Central: R$165
Vip Lateral: R$145

Grêmio confirma Rodriguinho e apresenta reforço às 17h no Olímpico

14 de abril de 2014 1

Novo reforço do Grêmio, o meia Rodriguinho, 26 anos, será apresentado no Estádio Olímpico na tarde desta segunda-feira, às 17h. Seu contrato irá até o final do Brasileirão.

Conforme o executivo de futebol Rui Costa, trata-se de um meia que joga e faz jogar.

— É o típico camisa 10. Uma de suas virtudes é bater faltas. No Corinthians, não se adaptou, mas chega com muita ambição — afirma o dirigente.

O Grêmio dá como certa sua inscrição para as oitavas de final da Libertadores. O mais provável é que o clube pague multa para inscrevê-lo depois do prazo regulamentar, que se esgota às 19h45min desta segunda-feira.

Marcelo Grohe: "Tenho que matar um leão por dia"

05 de abril de 2014 2
 Lucas Uebel

Lucas Uebel

Marcelo Grohe soube esperar sua vez. Entre 2006, ano de estreia, no Gre-Nal que deu ao Grêmio o título de campeão gaúcho, dentro do Beira-Rio, e 2014, habituou-se a ver do banco o desempenho de goleiros como Galatto, o argentino Saja, Victor e Dida. Só era chamado no impedimento de algum deles. Ainda assim, não há registros de qualquer reclamação, ainda que algumas injustiças pudessem ter sido cometidas.

Agora, a condição de titular parece inquestionável. Atuações como a do jogo contra o Nacional-COL mostram que a direção acertou ao apostar no garoto que chegou ao Grêmio com apenas 13 anos. No chamado grupo da morte, Grohe sofreu apenas um gol. Nesta terça-feira, entre 20h e 21h, ele participará de sessão de autógrafos na loja GrêmioMania da rua 24 de outubro. Será uma chance para que o torcedor agradeça por sua eficiência. Os presentes terão a chance de concorrer a cinco camisas autografadas por Grohe.

Zero Hora – Em que momento soube que a direção não contrataria um substituto para Dida e apostaria em você?

Marcelo Grohe -  Soube pela imprensa, durante minhas férias, em Natal. O Bruninho (o assessor de imprensa Bruno Junqueira) me ligou e falou da entrevista do presidente e de Rui Costa, dizendo que apostariam em mim.

ZH - Qual sua reação no momento?

Marcelo Grohe - Fiquei muito feliz. Até então, estava incerto quanto ao meu futuro.

ZH _ Você negociava com algum outro clube?

Marcelo Grohe - Não. Estava com a cabeça tranquila, com o intuito de retornar. Mas nunca se sabe o dia de amanhã. Deixei que as coisas acontecessem naturalmente, não me afobei, nem me desesperei.

ZH - O que foi decisivo para a sua afirmação em 2014?

Marcelo Grohe - Jogador precisa de sequência, de confiança, como tive em 2012. Mas, sabe como é, tenho que matar um leão por dia. (Grohe assumiu como titular na 7ª rodada do Brasileirão de 2012, logo depois da venda de Victor ao Atlético-MG. Foram 39 partidas seguidas).

ZH - O que foi possível aprender com Dida em 2013?

Marcelo Grohe - Aprendi muito com Dida. Aprendi com todos os goleiros com quem trabalhei. Com Victor, Galatto. Cada goleiro tem suas características, é melhor nesse ou naquele quesito.

ZH - Em que fundamento você se considera melhor?

Marcelo Grohe - Difícil falar. Vou pular essa. Peço ajuda aos universitários (risos).

ZH - Vou perguntar de outra forma. No que você melhorou do ano passado para este?

Marcelo Grohe - Acho que em tudo. Amadurecimento, tecnicamente, posicionamento. Acho que é verdadeira aquela frase: goleiro, quanto mais velho, melhor. Depois dos 25 anos, goleiro fica mais experiente.

ZH - O que leva alguém, ainda menino, a escolher ser goleiro, que é a posição mais visada pelos críticos?

Marcelo Grohe - Se eu soubesse disso, não seria goleiro (risos). Brincadeira, brincadeira.

ZH - Nunca jogou em outra posição?

Marcelo Grohe - Acho que já nasci para ser goleiro. Brincava na linha, mas não tinha potencial.

ZH - Para muitos críticos, você é o melhor goleiro em atividade no Brasil neste momento. Como recebe essas opiniões?

Marcelo Grohe - Fico feliz pelo reconhecimento. Mas sei que o que a gente fez ontem, já não serve para hoje. Tenho muita consciência disso. Nunca se pode se achar o melhor.

ZH - Algum recado para o Paulo Sant’Ana, que era um crítico de seu futebol?

Marcelo Grohe - Nada, nada. Respeito a opinião dele. Não se pode agradar a todo mundo.

ZH - Suas boas atuações podem ser uma resposta a ele?

Marcelo Grohe - Acho que não preciso dar resposta a ninguém. Levo as críticas numa boa.

 

 

 

 

O que fica da vitória do Grêmio: o cansaço foi apenas uma desculpa e o grupo está unido como nunca

03 de abril de 2014 21
AFP

AFP

A grande vitória por 2 a 0 contra o Nacional-COL, em Medellín, na noite desta quarta-feira, evidencia uma realidade. Não foi o cansaço quem derrotou o Grêmio no Gre-Nal e, sim, a falta de concentração. Domingo, quando pisou o gramado da Arena para enfrentar o histórico rival, o time focava a Libertadores. Ao não encarar um time de semelhante qualidade com a exigidade seriedade, viu-se surpreendido em seus domínios.

Se não foi isso, como se explica o fato de a equipe deixar Porto Alegre cansada, viajar por quase dez horas e ainda dar um banho de saúde em um adversário cuja velocidade é a principal característica?

Ao alegar cansaço, Enderson Moreira usou a primeira resposta que lhe veio à cabeça.Tanto que, depois de bater o Nacional, percebeu que havia exposto Fábio Mahseredjian a um desnecessário constrangimento e tratou de defini-lo como o melhor preparador físico do Brasil.

Agora, sem compromisso antes de 10 de abril, o Grêmio terá tempo de sobra para descansar. Entrará em campo em condições de igualdade no segundo clássico e ajudará a fazer do Gre-Nal uma partida eletrizante.

Valeu o trabalho de bastidores da comissão técnica e dos dirigentes. E, sobretudo, dos jogadores, que mostraram um elogiável sentimento de união.

 

Para Enderson, vitória é resposta a quem desconfiou da capacidade dos jogadores depois do Gre-Nal

03 de abril de 2014 2
AFP

AFP

Além de Dudu e Barocs, os autores dos gols, o preparador físico Fábio Mahseredjain também emergiu como um dos heróis da noite em que o Grêmio garantiu sua classificação para as oitavas de final da Libertadores.

Foi dele, junto com o técnico Enderson Moreira, a decisão de poupar os jogadores de trabalhos mais fortes, para não aumentar o desgaste.

- Fábio é o grande nome da preparação física do Brasil. Fez com que tivéssemos uma performance invejável – elogiou o treinador.

Enderson também desabafou contra os críticos, que passaram a desconfiar da equipe depois do Gre-Nal. Observou que, apesar da derrota no clássico, não mexeu na equipe e tratou de dar estabilidade aos jogadores.

- Em futebol, num dia você é herói, em outro é vilão, mas a vida continua. Muitos desconfiaram. Com um resultado ruim, todo o trabalho é colocado em xeque. As pessoas esquecem muito rapidamente – disse.

 

Marcelo Grohe vê Inter como "leve favorito" para a decisão do Gauchão

27 de março de 2014 11
AFP

AFP

Com melhor pontuação na classificação geral do Gauchão e beneficiado por decidir em casa o segundo clássico, o Inter é apontado pelo goleiro Marcelo Grohe, do Grêmio, como “leve favorito” para a decisão. Serão dois jogos, o primeiro domingo, na Arena, e o segundo, dia 13 de abril, no Beira-Rio.

Ainda assim, Grohe não deixa de valorizar a boa fase de sua equipe, evidenciada de novo na vitória por 2 a 1 contra o Brasil-Pel, ontem. O Grêmio foi melhor durante toda a partida e só sofreu um gol no final da partida, em um descuido de marcação.

- Estamos numa crescente desde a pré-temporada. Mas nos cobramos muito, para não deixar o ritmo cair – disse o goleiro.

Marcelo Grohe guarda duas boas lembranças de decisões em Gre-Nal. Em 2006, chamado às pressas pelo técnico Mano Menezes, devido à lesão de Galatto, foi decisivo no empate por 1 a 1 no Beira-Rio, que deu o título ao Grêmio. Em 2010, ano da última conquista do clube, sob o comando de Silas, era o reserva de Victor nos dois clássicos decisivos.

A recordação triste fica por conta da decisão de 2011, vencida pelo Inter, no Olímpico, partida em que também ficou no banco.

Ao falar sobre o adversário, Marcelo evita destacar individualidades. Prefere valorizar fatores como conjunto e entrosamento.

- Eles mantém muito a posse de bola. É um time experiente, muito perigoso, com jogadores que atuam juntos há muito tempo – analisa.

Por isso, não deixa de atribuir um certo favoritismo ao rival:

- Passo a bola para o Inter, pela melhor campanha (risos)

Para o executivo de futebol Rui Costa, ninguém leva vantagem. Ele destaca que as duas equipes chegam aos clássicos em fase de evolução.

- Não há favoritos. É um dos maiores clássicos do mundo. É jogo grande. É uma partida que todo mundo gosta de jogar- afirma.

Rui Costa não viu todo o jogo do Inter, ontem, contra o Caxias. Como a vitória ficou encaminhada muito cedo, disse que trocou de canal para acompanhar a partida do Atlético-PR pela Libertadores. Para o dirigente, o Grêmio chega à decisão melhor preparado do que em 2013.

_ Estamos evoluindo mais. No ano passado, chegamos perto de um título. Fomos vice do Brasileirão e nossa equipe não era inferior a Flamengo e Atlético-PR, que fizeram a final da Copa do Brasil. Hoje, corrigimos alguns defeitos e ainda acrescentamos qualidade _ destaca.

 

Enderson Moreira elogia Luan, mas garante que Grêmio não é dependente do futebol do atacante

27 de março de 2014 3
Jefferson Botega

Jefferson Botega

Para Enderson Moreira, a participação na final é a confirmação de que o Grêmio soube valorizar o Gauchão, ainda que o foco esteja na Libertadores. Ao lembrar o tempo decorrido desde a última taça, diz que gigantes do futebol brasileiro, como o Grêmio, não podem prescindir de ser campeões. E é com ambição que ele vai para sua primeira final, desde a chegada ao clube, em dezembro.

- Não trabalho para fazer número em competições. Sempre entro para vencer. O futebol cobra títulos e conquistas – destacou.

Apesar de concordar com os elogios a Luan, novamente o jogador mais destacado do time, Enderson garante que o time não é dependente do meia. Para o técnico, os elogios devem ser divididos entre todos.

- Quando se destaca apenas um atleta, vai-se na contramão da nossa filosofia. Temos um grupo. Se Luan se destaca, é porque o grupo oferece condições. Ele é protegido em algumas situações para que possa produzir – destacou.

É inegável, contudo, que a classificação passa por Luan, que completa 21 anos nesta quinta-feira. Aos 38 minutos, ele fez assisência para Dudu. O atacante chutou cruzado, a bola desviou em Fernando Cardozo e traiu o goleiro. Na súmula, o gol foi creditado a Dudu.

No segundo, a obra foi toda de Luan. Mas houve um erro da arbitrgem.Wender tentou rebater, a bola foi desviada com os braços por Luan, que seguiu a corrida, driblou Luis Müller e fez 2 a 0. Após a partida, revoltados, dirigentes do Brasil acusaram a arbitragem de privilegiar os clubes da Capital.

 

O time que facilita a vida de Enderson Moreira

26 de março de 2014 1
Lauro Alves

Lauro Alves

- Aqui é a sala da inteligência – anuncia o executivo de futebol Rui Costa, ao mostrar para o fotógrafo de Zero Hora o Central de Dados Digitais, ambiente de trabalho do analista de desempenho Lucas de Oliveira (foto).

São 16h e, em meio aos computadores, monitores, anotações e ilhas de edição do CDD, Lucas dá os retoques finais no vídeo de Brasil e Novo Hamburgo, que recebera na véspera do cinegrafista Juares Dagort. O próximo passo é entregá-lo ao técnico Enderson Moreira, que irá utilizar as imagens na preleção para a decisão de hoje, na Arena. Como dizia Renato Portaluppi, tudo chega “mastigadinho”.

Coordenador do CDD, Lucas, 27 anos, faz parte da equipe de apoio do técnico Enderson Moreira. Exerce a função desde 2009. Conceituado, já foi analista de desempenho da seleção sub-20, de Ney Franco, e da olímpica, de Mano Menezes. Embora anônimo, seu trabalho, segundo Enderson, tem tanta importância quanto o dos auxiliares técnicos Luís Fernando Rosa Flores e Ricardo Leão. Ou do preparador físico Fábio Mahseredjian.

- É um trabalho de equipe. Enderson é um personagem, mas há todo um grupo de apoio – sublinha o treinador, que se define como um facilitador para que as coisas andem bem dentro de campo.

Nessa estrutura, também se encaixam os fisiologistas José Leandro e Rafael Gobbato, que fazem o acompanhamento rotineiro de dados e a análise das condições de cada jogador no grupo.

- Hoje, fazemos o controle do volume de cada treinamento após as atividades. Também monitoramos o percentual de gordura, o processo de recuperação após os jogos, dosagem de potássio e ureia na urina, e o nível de hidratação de cada atleta – detalha Mahseredjian.

Com as análises individuais, o preparador consegue, em curto espaço de tempo, apontar a Enderson quais jogadores estão suportando melhor a sequência de partidas no Gauchão e na Libertadores. E, também, quem sofre mais e deve fazer algum trabalho específico para igualar-se ao restante do grupo.

- Nos preocupamos também com quem fica no banco e não joga tão seguidamente. Eles chegam mais cedo ao estádio antes dos treinos e fazem reforço muscular na academia – conta o preparador.

É com essa base que Enderson tentará chegar hoje a sua primeira decisão de título pelo Grêmio. Talvez contra o Inter, seu clube até 2011. E contra o amigo Abel Braga, a quem cita como referência para todos os jovens treinadores brasileiros.

 

EPTC adota medidas para desafogar trânsito no entorno da Arena do Grêmio

24 de março de 2014 2
Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) também promete fazer sua parte para desafogar o trânsito no entorno da Arena do Grêmio.

O diretor-presidente Vanderlei Capelari informa que as linhas T-2 Arena, utilizadas pelos torcedores em dias de jogos, terão antecipado o seu horário de partida.

Para que os motoristas não percam tempo em busca de vaga no Estacionamento E2, placas com a inscrição lotado já serão exibidas a partir da Voluntários da Pátria. Preocupados com a circulação de carros na mesma área por onde passam os pedestres depois das partidas, Arena Porto-Alegrense e EPTC tentam mudar o portão de saída do estacionamento. A sugestão é que, no futuro, os carros saiam pela rua José Pedro Boéssio, mas será preciso negociar com proprietários de um terreno anexo ao estádio.

- A infraestrutura em torno da Arena é complicada. Enquanto a A.J. Renner não for duplicada, ainda iremos sofrer bastante – prevê Capelari.

 

Enderson Moreira transfere elogios aos jogadores e diz: "sou apenas um facilitador"

24 de março de 2014 1
Diego Vara

Diego Vara

Com a mesma pontuação do Grêmio e superado somente no saldo de gols – 18 a 14 -, o Brasil-Pel é definido por Enderson Moreira como “um adversário extremamente difícil de ser batido”.

Quarta-feira, as duas equipes se enfrentarão na Arena, numa das semifinais do Gauchão. O Grêmio obteve sua vaga com a goleada por 3 a 0 contra o Juventude, ontem, também em casa. Todos os gols foram do argentino Barcos, que chegou a 12.

- Sem dúvida, será um dos adversários mais difíceis que tivemos até agora. O Brasil é uma equipe muito bem treinada, fez uma campanha irretocável. O Inter teve muita dificuldade para derrotá-lo – lembrou o técnico.

Ainda assim, ele considera natural que a cobrança seja maior sobre sua equipe, pela grandeza e por jogar em casa.

Ao analisar a boa fase do time, Enderson valorizou o trabalho dos jogadores, da direção e do grupo de trabalho. Mas demorou-se em elogios a Barcos.

– Ele tem muita qualidade na finalização. É inteligente, nossa referência na retenção de bola quando o jogo fica complicado – valorizou.

Perguntado sobre a importância de seu trabalho, foi modesto:

– Sou apenas um facilitador, para mostrar a eles o caminho por onde podemos passar.