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Posts na categoria "Sul-Americana"

Índio: A lenda

06 de abril de 2014 2

Mauro Vieira

Um dia você falará sobre Índio com os seus netos. Talvez a falta de um distanciamento histórico impeça os colorados de perceberem que neste domingo, diante do Peñarol, uma lenda do Inter começará a se despedir do clube. Aos 39 anos, o zagueiro vive os seus últimos momentos de Beira-Rio. O vínculo de 10 temporadas de Índio com o Inter se encerrará com o final da Copa do Mundo. A chance de uma nova prorrogação dependerá de um pedido especial de Abel Braga. Mas não pode ser descartado – mesmo que não seja escalado desde 5 de fevereiro, quando o Inter bateu o Pelotas na Boca do Lobo.
- No meu Inter de todos os tempos, a dupla de zaga é formada por Elias Figueroa e Índio – responde de pronto o ex-presidente Fernando Carvalho.
Foi no segundo mandato de Carvalho que a história entre Índio e Inter teve início. Era um período no qual o Juventude ainda se transformava em um gigante diante do Inter e o resultado do confronto muitas vezes acabava com derrota colorada. E Índio era uma muralha verde diante dos atacantes do Inter. Em meados de 2004, assinou um pré-contrato com o Beira-Rio. Se apresentou ao final do ano, estreou em janeiro de 2005, contra o Esportivo, em Bento Gonçalves.
- Índio sempre foi um dos responsáveis pela touca verde naqueles tempos. Ele tem aquele jeitão caipira, interiorano, quase simplório e desde o início conquistou a todos no Beira-Rio. Índio é um mito do Inter – segue Carvalho.
Do atual elenco, ninguém chega perto do tempo que o camisa 3 tem de casa. Com 387 partidas pelo Inter, ele ocupa a nona colocação entre os atletas que mais atuaram pelo clube. Se é impossível chegar perto dos 803 jogos de Valdomiro, o número 1 da do Top 10 colorado, ele superou em jogos nomes como Bráulio, Carlitos, Figueroa, Taffarel, Clemer, e está a seis partidas de ultrapassar Paulo Roberto Falcão, o oitavo colocado nesse histórico rol.
- Olho para trás e me emociono. Voltei chorando do voo de Yokohama, após o Mundial. Sei que não falo direito, fiz somente até a terceira série, pois precisei ajudar a família. Aos nove anos, saí da escola e comecei a vender sorvete na minha cidade. Nem em sonhos imaginei construir essa carreira e vencer todos esses títulos com o Inter – conta Índio.
De cortador de cana no interior paulista a multicampeão com o Inter, a vida do zagueiro poderia virar livro. Algo como de Maracaí (a sua cidade natal, tão pequena que a população teria dificuldades em lotar o Estádio do Vale) a Yokohama, passando por Caxias, Rio, São Paulo, La Plata, Guadalajara, Munique, Dubai, entre outras cidades mundo afora. O apelido foi dado pelos amigos, aos 13 anos, já nos tempos de bóia-fria, devido aos cabelos compridos e ao rosto vermelho, queimado do sol. O futuro de seus filhos, Marquinhos e Gabriela, já está garantido. Aos 13, Marquinhos não precisa cortar cana como o pai. Joga nos infantis do Inter, como meia-atacante.
- Este, sim, ao contrário do pai, joga muito – brinca Índio.
Dono de uma energia fora do comum, Índio contabiliza 33 gols pelo Inter – seis deles em Gre-Nais. É o zagueiro que mais gols fez pelo Inter, superando Figueroa, até então o maior artilheiro da zaga colorada.
- Todo o gol de zagueiro é lindo. Mas o mais bonito foi o que fiz contra o Paraná (pelo Brasileirão de 2006, Inter 3×2 Paraná), meio sem querer, mas uma pintura – descreve.
Entre os grandes amigos que fez no Inter estão Abel, Fernandão, Eller, Perdigão, Tinga, Nilmar e o atual gremista Edinho.
- Abel sempre foi um paizão para mim. Talvez por ter sido um zagueiro de Seleção Brasileira, foi ele quem melhor me ensinou o posicionamento – afirma Índio.
Ainda que não esteja entre seus amigos pessoais, Índio tem em Elias Figueroa um admirador.
- Índio tem uma grande carreira pelo Inter, superou todas as expectativas que clube e torcida tinham. O guerreiro merece descansar, já está na história do Beira-Rio – diz Figueroa. – Acho que formaríamos uma bela dupla de zagueiros-goleadores: Índio e Figueroa – acrescenta o xerife do bicampeonato brasileiro.
Homenagens e títulos à parte, Índio ganhou quase tudo pelo Inter. Menos a Copa do Brasil e o Brasileirão. Índio lembra que “bateu na trave”, saindo vice-campeão nacional em quatro oportunidades: no polêmico Brasileirão de 2005, no de 2006 e no também inusitado final de 2009 – além da Copa do Brasil daquele mesmo ano.
- Quero muito encerrar a carreira no Inter, mas não quero encerrar agora. estou cheio de saúde e de alegria para jogar. Vou até os 40 anos fácil, fácil. Ainda me falta ganhar o Brasileirão e a Copa do Brasil com o Inter. Quem sabe não ganho esses dois títulos neste ano? – adverte o veterano zagueiro.
Com o futuro ainda incerto, por via das dúvidas, quando Índio deixar o gramado do novo Beira-Rio, neste domingo, o torcedor se levantará e o aplaudirá de pé. É parte da história viva do Inter que estará em campo.

Feliz aniversário: Inter 105 anos

04 de abril de 2014 6

Adriana Franciosi

O Inter cumpre hoje 105 anos de vida. E, a partir desta sexta-feira, viverá um de seus finais de semana de maiores celebrações da história. Esta noite, um banquete na Casa NTX celebrará o aniversário. Como muitos dos convidados da reinauguração do Beira-Rio já estão em Porto Alegre, o jantar contará com grandes ídolos do clube. No sábado, a grande festa da inauguração do novo Beira-Rio, com o espetáculo Os Protagonistas. No domingo, o aguardado jogo contra o Peñarol, clube que em 1969, ao lado de Benfica e Grêmio, participou do festival de inauguração do Estádio Beira-Rio.

Contra o Criciúma, Inter espera que (enfim) Rafael Moura se transforme em He-Man

29 de maio de 2013 11


Para enfrentar o Criciúma, nesta quinta-feira, no Estádio Centenário, o Inter torce para que Leandro Damião tenha em Rafael Moura, enfim, um substituto à altura. Após o empate com o Vitória, na estreia do Brasileirão a equipe de Dunga precisa de gols. E o He-Man dos tempos e dos gols de Atlético-PR, Goiás e Fluminense ainda não surgiu no Inter.
Contratado em 10 de agosto do ano passado, ao Fluminense, por quase 3 milhões de euros, Rafael Moura assinou por quatro temporadas, mas já é visto com desconfiança no Beira-Rio. Não há segurança em que ele possa ser a solução para o ataque, caso Damião seja vendido na janela de agosto para Tottenham, Atlético de Madri ou Barcelona – que segundo a imprensa catalã, listou o camisa 9 do Inter como possível reforço para a próxima temporada. Por isso, o clube busca atacantes. Julio Baptista e Jorge Henrique, nomes que estão perto de acertar com o Inter, atuam no setor ofensivo.
Moura fará contra o Criciúma a sua terceira partida seguida como titular. Não teve boa atuação contra Santa Cruz (pela Copa do Brasil) nem diante do Vitória. Em 22 partidas pelo Inter, Rafael Moura marcou apenas três gols. Até aqui foi escudado pela cirurgia nos dois tornozelos, que acabou operando após o Brasileirão 2012, e que serviram como justificativa para as fracas atuações da temporada passada, devido às dores, e agora, são utilizadas para aguardar o atacante entrar em ritmo de jogo.

Gols e médias de Rafael Moura
No Inter (2012/2013): 22 jogos e 3 gols (contra Figueirense, Palmeiras e São Luiz) – média 0,13 gol/jogo
No Fluminense (2006/2007 e 2011/2012): 85 jogos e 28 gols – média 0,32
No Goiás (2010): 51 jogos e 25 gols – média 0,49
No Atlético-PR (2008/2009): 52 jogos e 28 gols – média 0,53
No Corinthians (2006): 51 jogos e 15 gols – média 0,29
No Paysandu (2005): 14 jogos e 7 gols – média 0,50
No Vitória (2004): 5 jogos e 1 gol média – 0,20
* No Atlético-MG, onde começou a carreira em 2003, ele não marcou gol em duas partidas como profissional. Os números de sua passagem pelo Lorient (FRA), em 2007/2008, não são oficiais, mas disputou três partidas e não fez gol.

Ameaça aos clubes brasileiros: pressionada pela Uefa, Fifa pode acabar com a venda de jogadores a investidores e a fundos de investimentos

25 de abril de 2013 1

Uma ameaça externa ronda os clubes brasileiros. Sobretudo aqueles que ainda têm na venda de jogadores um de seus principais ativos. Pressionada pela Uefa, apoiada pelas federações da Inglaterra e da França, a Fifa está realizando uma consulta global para saber se deve ou não acabar com os “fatiados”, aqueles atletas cujos clubes acabam vendendo partes de seus direitos econômicos a fundos de investimentos, investidores particulares e para os próprios agentes dos jogadores – e até mesmo cedem os direitos para os atletas, a fim de garantir a assinatura de contrato ou a renovação sem o pagamento de luvas. A partir da temporada 2014/2015, a entidade que dirige o futebol europeu pretende que nenhum de seus filiados utilize jogadores cujos direitos sejam repartidos com terceiros. O atleta precisará pertencer 100% ao clube. Ingleses e franceses já adotam tal prática há pelo menos cinco temporadas.

A realidade brasileira, porém, é bem diferente. O São Paulo talvez seja o único clube que não tem por hábito negociar percentuais de seus jogadores – ou dos que contrata – com terceiros. Já a dupla Gre-Nal se utiliza dessa prática há pelo menos 15 anos para financiar o futebol e até mesmo para pagar a folha. No Beira-Rio, o zagueiro Lúcio (hoje no São Paulo) desembarcou graças a um investidor, que financiou a compra junto ao Guará. Em troca, ficou com parte dos direitos econômicos, sendo remunerado quando da venda do zagueiro para o Bayer Leverkusen e, posteriormente, ao Bayern, de Munique.

No Grêmio, um investidor de Canoas detinha 10% dos direitos de Ronaldinho – além de ter uma participação nos direitos de Rodrigo Gral e de outros jogadores que acabaram não vingando. No Interior, o Juventude vem sobrevivendo das suas categorias de base. Na virada do ano, cerca de 20 jogadores deixaram o Alfredo Jaconi e rumaram para os CTs da dupla Gre-Nal. Informações do mercado apontam para um agravamento ainda maior da situação do Vasco, caso não possa negociar seus jogadores com empresários ou com fundos de investimentos. O Flamengo também pretende reerguer-se através de um plano de atração de investidores, podendo montar um fundo específico gerenciado pelo próprio clube.

- Os clubes pequenos serão os que mais sofrerão caso a Fifa decida abolir este tipo de negócio, na medida em que o sustento de suas atividades está fundamentalmente atrelado à venda de jogadores a outros clubes e à cessão de direitos econômicos a investidores. Esses clubes não possuem outras receitas significativas disponíveis às grandes equipes, como patrocínios e televisionamento – afirma o advogado do Inter Daniel Cravo (na foto), que integra uma comissão criada por clubes brasileiros, a fim de travar a ofensiva da Uefa e manter a viabilidade desse tipo de negócio no Brasil.

Entre as justificativas da Uefa para tal medida estariam a necessidade de evitar a lavagem de dinheiro em transações de jogadores e o temor que um mesmo investidor tenha diversos jogadores em clubes diferentes. Segundo alegação da União das Federações Europeias de Futebol, isso poderia gerar manipulação de resultados em partidas envolvendo essas equipes. Atrás dessa ideia, porém, poderia estar o interesse de pressionar os clubes sul-americanos, em especial os do Brasil e os da Argentina, a fim de facilitar a compra de jogadores desses dois mercados. Sem investidores que reforcem o caixa das equipes nacionais – muitas delas sem acesso a financiamentos bancários -, possivelmente elas seriam obrigadas a facilitar a saída de seus melhores jogadores por preços mais baixos do que os praticados atualmente. Neymar, por exemplo, seguiu atuando no Brasil devido a essa forma de negociação.

Na Europa, o Porto surge como a principal voz dissonante – e tem apoiado a ação brasileira. Com condições financeiras bem menores do que as equipes de ponta da Inglaterra, Espanha, França, Alemanha ou Itália, os portugueses se valem dos “fatiados” para montar equipes minimamente competitivas e fazer frente a clubes milionários. Como a Uefa exclui das competições aqueles filiados que gastam mais do que arrecadam, o Porto teme ficar alijado de qualquer chance de título continental, caso a lei aplicada a ingleses e a franceses seja estendida para todos os demais países.

- Entendo que essa discussão possa aprimorar esta modalidade de negócio (cessão de direitos econômicos), que obviamente tem sendo praticada com alguns abusos. A busca de maior transparência, por exemplo, me parece essencial. Porém, se seguirmos o desejo da Uefa, simplesmente vedando tal prática, com certeza muitos clubes poderão fechar suas portas – adverte Cravo.

Como a CBF ainda não se posicionou sobre o tema, os clubes passaram a liderar o debate. Além da dupla Gre-Nal, integram a frente a dupla Ca-Ju, Santos, Portuguesa, Botafogo, Fluminense, Flamengo, Náutico, Vasco, Cruzeiro, Vitória, Palmeiras, Avaí, União São João, Desportivo Brasil e América-RN.

- A utilização racional da cessão de direitos econômicos de jogadores foi um dos fatores que contribuíram para o protagonismo do Inter nos últimos anos. Ela é, sem dúvida, umas das ferramentas de financiamento mais importantes dos clubes brasileiros – diz Daniel Cravo.

Caso Tévez e Mascherano
Tévez e Mascherano precipitaram as novas regras da Uefa, sobretudo na Inglaterra. Comprados pela MSI, do iraniano Kia Joorabchian, e colocados no Corinthians – que havia se transformado no principal braço da empresa na América do Sul -, eles tinham os direitos econômicos vinculados à empresa, não ao clube – o que é irregular. Em 2006, após conquistarem pelo Corinthians o polêmico Brasileirão dos jogos anulados devido ao escândalo da arbitragem, ambos foram vendidos ao modesto West Ham. A transação, na casa dos 60 milhões de libras (algo como US$ 115 milhões, à época), levou a Uefa a investigar a falta de transparência na negociação. A entidade desconfiou de lavagem de dinheiro, que Joorabchian (seria um laranja do russo Roman Abramovich, dono do Chelsea) estaria querendo comprar o clube e que o West Ham serviria como ponte para que os argentinos fossem revendidos a grandes clubes. Em 2007, Tévez foi negociado ao Manchester United, Mascherano foi para o Liverpool. E as regras do jogo mudaram na Premier League: desde então, somente os clubes podem ser donos dos direitos econômicos dos jogadores.

A ameaça interna
Mesmo antes do lobby europeu, o Ministério do Esporte também pretende o fim dos “fatiados”. Na semana passada, a pasta acrescentou ao anteprojeto de lei que trata da negociação das dívidas dos clubes com o governo federal um parágrafo prevendo que somente os clubes podem deter os direitos econômicos dos jogadores. O projeto, que ainda não foi à votação na Câmara, prevê a extinção do modelo atual no futebol brasileiro e passaria a vigorar a partir de 2016. Conforme a justificativa do ministério, as equipes terão tempo suficiente para se adequar à nova legislação.
Além de lutar contra o inimigo externo, na pele da Uefa, os clubes brasileiros que pretendem manter a exploração dos direitos econômicos precisam se proteger de um surpreendente inimigo na trincheira: o Ministério do Esporte.
Nesse contexto, o deputado federal gaúcho Afonso Hamm (PP) surge como um aliado dos clubes. Vice-presidente da Comissão de Turismo e Desporto, ele já assegurou uma audiência às principais equipes do país, a fim de tentar modificar o anteprojeto de lei.
- É preciso ouvir todos os clubes, desde os grandes até os pequenos. Estamos construindo uma nova legislação para deixarmos um legado para o futebol brasileiro. E, por isso mesmo, precisamos conhecer as necessidades dos nossos clubes – afirma Hamm.

O polêmico convite de Koff a Antonini

15 de novembro de 2012 7

Chefe da delegação do Grêmio em Bogotá, o vice-presidente Marco Antônio Scapini (foto) acredita que Fábio Koff acertou em cheio ao manter Eduardo Antonini na Grêmio Empreendimentos.

- É uma pessoa muito técnica, altamente preparada – diz o dirigente, para quem o mais importante é a continuidade administrativa do clubve a partir de 2013.

Embora seja algo já decido pelo presidente que tomará posse dia 21 de dezembro, a escolha de Antonini ainda não foi oficializada. É grande a resistência entre os apoiadores de Koff a que ele convide alguém tão identificado com Paulo Odone.

Há quem não descarte até mesmo uma deserção de figuras intimamente ligadas à campanha do presidente eleito, por se sentirem traídas.

Koff quer todas as Organizadas no mesmo espaço da Geral

15 de novembro de 2012 12

Uma bandeira da Geral do Grêmio será vista tremulando no Estádio El Campín, na noite desta quinta-feira. Das torcidas organizadas do clube, ela é a única representada aqui em Bogotá, na esperança de testemunhar a classificação para as semifinais da Copa Sul-Americana.

Quem trouxe a bandeira e o bumbo foi o consultor de investimentos Rodrigo Schapke, 26 anos, que pagou R$ 2,5 mil do próprio bolso pela passagem e hospedagem no mesmo hotel do time, incluído, também, o trecho a São Paulo, para a partida contra a Portuguesa, domingo. Lá, ele também deverá estar sozinho.


Pelo menos outros 20 torcedores gremistas irão ao estádio. Quatro deles moram aqui em Bogotá e trabalham na Petrobrás.

Segundo Schapke, a nova direção exige que as organizadas se cadastrem, para que sigam recebendo ingressos para os jogos. O que mais o preocupa, contudo, são os rumores de que o presidente eleito Fábio Koff quer acomodar todas as organizadas no espaço destinado à Geral na Arena.

- Isso é muito preocupante. Todos sabem como as organizadas se relacionam. Vai ter sangue, com certeza. Tomara quer o presidente mude de ideia – afirma o torcedor.

Clima de arquibancada no hotel para Brasil e Colômbia

15 de novembro de 2012 0

O restaurante do hotel Ar Salitre, concentração do Grêmio em Bogotá, ficou lotado durante o jogo entre Brasil e Colômbia. Um telão e uma televisão de 42 polegadas foram colocados à disposição dos hóspedes, que criaram um clima de arquibancada ao longo de 90 minutos, enquanto acompanhavam a transmissão da TV Caracol, a mais popular do país. Entusiasmado, o narrador não se cansava de exaltar as virtudes da equipe local.

Os jogadores do Grêmio assistiram no restaurante ao primeiro tempo. No intervalo, subiram aos seus quartos, junto com o técnico Vanderlei Luxemburgo.

O gol colombiano foi ruidosamente festejado pela plateia, majoritariamente local, o que deu uma ideia do clima que será criado na noite desta quinta-feira, no El Campín. Até os funcionários da cozinha surgiram no salão, para saber o que havia acontecido. Quando o Brasil empatou, por Neymar, um brasileiro vibrou tanto, erguendo-se da cadeira, que chegou a criar um clima de desconforto, sendo olhado com cara feia.

O pênalti cobrado de forma ridícula por Neymar provocou nova festa local.

- O empate de 1 a 1 teve sabor de derrota para o Brail. Já a Colômbia teve uma atuação monumental e segue invicta – festejou o narrador.

Millonarios e Grêmio terá transmissão para a Europa

13 de novembro de 2012 5

Torcedores gremistas espalhados por boa parte do mundo, além dos que residem em Porto Alegre e Bogotá, poderão conferir o desempenho do time nesta quinta-feira.

Conforme o empresário Marcos Lázaro, da empresa Spoart, que comercializa a transmissão dos jogos da Copa Sul-Americana, a realização da partida na quinta-feira evita maior concorrência com outros eventos ligados ao futebol, que se concentam mais na quarta.

Para países da Europa, a partida será transmitida pelo canal Eurovision.

- Esse canal tem o compromisso de passar um jogo por semana. E Grêmio e Millonarios é o que melhor se encaixa a sua grade – explica Lázaro (na foto, ao centro, falando com Luxemburgo no lobby do hotel).

O jogo também chegará a 21 países do mundo árabe. Sem falar na transmissão para toda a América do Sul, Central e Estados Unidos.

Está marcado para as 16h de hoje (19h no Brasil) o primeiro treino do Grêmio.

Grêmio trocará um nome na lista da Sul-Americana

26 de outubro de 2012 3

Até o final da tarde desta sexta-feira, o Grêmio fará uma troca na sua lista de jogadores inscritos para a Copa Sul-Americana. O lateral direito Tony, que sofreu uma fratura na costela, será cortado, dando seu lugar a Julio Cesar.

A alteração ficou definida pouco antes da viagem para Salvador, onde o time atua neste sábado, contra o Bahia, após reunião entre o técnico Vanderlei Luxemburgo e o diretor-executivo Paulo Pelaipe.

Julio Cesar, que havia operado o joelho esquerdo em maio, voltou a atuar no time principal sábado passado, contra o Coritiba.

O regulamento da Sul-Americana ainda permite outras duas substituições na lista.

Carpegiani poderá treinar seleção sul-americana

07 de novembro de 2011 1


Sem clube desde que saiu do São Paulo, em julho, o técnico Paulo César Carpegiani poderá voltar em breve à casamata. Desta vez, no comando de uma das seleções sul-americanas que buscam classificação para a Copa de 2014, no Brasil.
Um convite para treinar a seleção chinesa foi rejeitado pelo treinador, que comandou o Paraguai na Copa de 1998.
Carpegiani também disse não a um clube árabe que lhe fez proposta.