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Posts com a tag "beira-rio"

Inter confirma Beira-Rio como o palco para a estreia no Brasileirão. Ministério Público, porém, ainda não liberou o estádio

14 de abril de 2014 5

Ricardo Duarte

Após mandar a final do Gauchão para o Estádio Centenário, o Inter confirmou que será no Beira-Rio a sua primeira partida no Campeonato Brasileiro, diante do Vitória, neste sábado, às 18h30min.
O Corpo de Bombeiros autorizou a realização do jogo, uma vez que será um confronto com poucos torcedores rivais, além de o clube ter retirado as portas de emergência, que não estavam de acordo com o projeto original de reforma do estádio. O Inter ainda não divulgou as informações sobre a venda de ingressos nem a capacidade de torcedores que o Beira-Rio receberá para este compromisso.
O Ministério Público, porém, ainda não confirma a liberação do estádio.
- Ainda não recebemos os laudos do Inter. Nesta terça-feira comunicarei à CBF que não recebemos a documentação. O estádio ainda não está adequado ao que exige a lei. É a mesma situação da semana passada (quando o Beira-Rio foi vetado para o Gre-Nal) – disse José Seabra Mendes Júnior, responsável pela Promotoria do Torcedor.

Fim da novela: Por temer ficar fora do Beira-Rio até mesmo no Brasileirão, Inter desiste de liminar e confirma Gre-Nal no Estádio Centenário

09 de abril de 2014 41

Jeferson Botega

E o Inter, enfim, oficializou o Estádio Centenário como palco do Gre-Nal que decidirá o Gauchão, neste domingo, às 16h. Com o veto do Ministério Público ao Beira-Rio, devido às exigências feitas pelo Corpo de Bombeiros e não atendidas pelo clube, a direção do Inter passou a tarde dessa quarta-feira reunida com o departamento jurídico. O clube chegou a estudar a possibilidade de ir à Justiça e pedir uma liminar para jogar em seu estádio.
- Os advogados nos alertaram que, se fossemos à Justiça, correríamos o risco de a Brigada Militar fazer uma série de exigências que não poderiam ser cumpridas. Isso acabaria nos prejudicando até mesmo para a estreia no Brasileirão (contra o Vitória, no Beira-Rio, dia 19 de abril). A chance de ter a liminar indeferida e perder até mesmo a estreia em casa no Brasileirão seria grande. Por isso, desistimos da ação – disse o presidente Giovanni Luigi.
Para o clássico do Centenário, o Inter terá direito a 23,7 mil ingressos. A torcida do Grêmio receberá 1,3 mil entradas.

Gre-Nal na Justiça. Inter foi informado que laudos do Beira-Rio não serão aceitos pelos bombeiros. Clube tentará liminar para jogar em casa

09 de abril de 2014 3

Ricardo Duarte

O Inter está pronto para ingressar na Justiça com um pedido de liminar para que a final do Gauchão seja realizada no Beira-Rio. O clube foi informado extraoficialmente que os laudos entregues ao Corpo de Bombeiros serão rechaçados – principalmente por divergências quanto às portas das saídas de emergência do estádio. Assim, o Inter tem pouco mais de 24 horas para obter a liminar e atuar no Beira-Rio. Caso contrário, o destino será o Estádio Centenário.
- Tudo está se encaminhando para isso (pedir a liminar). Ainda não entregamos os laudos, mas já recebemos um indicativo que eles serão negados pelos bombeiros. Assim, não nos caberá outra alternativa – disse o presidente do Inter, Giovanni Luigi.
Segundo o dirigente, o Beira-Rio tem condições de receber o clássico.
- São dois anos de prejuízos financeiro e técnico, sem o Beira-Rio. Não é nada contra ninguém, mas estamos lutando pelo nosso direito. Perder ou ganhar o Gre-Nal é do jogo. Queremos jogar na nossa casa – afirmou Luigi.
Tendo na manga o Centenário, o Inter lutará para jogar no Beira-Rio.
- Caso não nos autorizem a jogar na nossa casa, já reservamos em Caxias do Sul e Novo Hamburgo, por precaução – concluiu Giovanni Luigi.

Para evitar depredação no Beira-Rio, Inter pode retirar cadeiras no setor do Grêmio e deixar gremistas nas inferiores, longe das membranas

07 de abril de 2014 120

Ricardo Duarte

Com o Beira-Rio próximo de ser confirmado o local do Gre-Nal decisivo do Gauchão, a direção do Inter já estuda algumas alternativas de segurança para evitar um possível revide da torcida gremista em seu estádio – depois que colorados destruíram cadeiras da Arena, no último clássico.
Uma das propostas que está sob análise é a retirada das cadeiras na área que for abrigar os cerca de 1,5 mil torcedores do Grêmio, a fim de evitar a depredação.
Já com relação aos boatos sobre a tentativa de colocar fogo nas membranas que recobrem os arcos da cobertura do Beira-Rio, a direção colorada poderá realocar a torcida gremista para as inferiores, em vez de colocá-la na arquibancada superior. Assim, os torcedores não conseguiriam se aproximar das membranas.
Algo que é definitivo: o Inter reforçará a segurança particular em torno da torcida do Grêmio – até para evitar uma tentativa de invasão de campo, caso os gremistas sejam acomodados na inferior.
A chegada dos torcedores do Grêmio ao Beira-Rio não preocupa o Inter porque eles serão escoltados o tempo todo pela Brigada Militar.

D'Alessandro marca os gols da reinauguração do Beira-Rio: Inter 2x1 Peñarol

06 de abril de 2014 1

Bruno Alencastro

Se o Gigante tem alma, a sua alma seguiu viva nas novas arquibancadas lotadas do Beira-Rio. Muitos daqueles torcedores que se emocionaram na noite de sábado com Os Protagonistas, o espetáculo de abertura do estádio, retornaram para presenciar o jogo oficial de inauguração. Quarenta e cinco anos depois, o Peñarol voltou a ser convidado para abrir o Beira-Rio. E D’Alessandro, um dos principais nomes da história do Inter, foi o dono da partida, ao marcar os gols na vitória por 2 a 1 sobre o time de Montevidéu. Capitão do time, o zagueiro Índio, um dos homenageados da partida, recebeu o troféu pela vitória na inauguração e, às lágrimas, comandou a volta olímpica.

Elegantes, os uruguaios ofereceram uma placa ao Inter em homenagem à partida. Antes do jogo, as duas equipes entraram em campo no padrão Fifa: juntas. Perfilados, os dois times ouviram os hinos do Uruguai, do Brasil e do Rio Grande do Sul. O protocolo seguiu com as três bandeiras mais a do Inter em frente aos atletas.
O simbólico apito inicial foi de Roque José Gallas, árbitro de Inter 2×1 Benfica, a partida com o mesmo placar desse domingo, e que inaugurou o Beira-Rio em 6 de abril de 1969. Mesmo com uma formação mista, foi o Peñarol quem chegou pela primeira vez com perigo ao gol do Inter. Albín, a dois minutos, bateu cruzado, próximo ao gol de Dida.

Mas a história do novo Beira-Rio começaria a ser escrita por D’Alessandro, aos 4min40seg. Se o lateral-esquerdo Fabrício fez o primeiro gol do novo estádio, ao marcar contra o Caxias, pelo Gauchão, coube ao principal jogador do Inter nas últimas temporadas, seu camisa 10 e seu capitão, D’Alessandro, a honra de fazer o 1 a 0 sobre os uruguaios. E ele fez tudo sozinho, desde o momento em que correu pela direita e foi puxado pelo capitão do Peñarol e um de seus mais significativos jogadores do elenco atual e ex-seleção uruguaia, Antonio Pacheco. D’Alessandro ajeitou a bola, olhou os dois adversários na barreira, correu, bateu em curva com a canhota e acertou o ângulo esquerdo de Danilo Lerda. Um golaço. Ato contínuo, o argentino correu para a frente da inferior, se ajoelhou e, emocionado, pôs as mãos no rosto e chorou diante dos torcedores.
Se passaram 10 minutos quando Aránguiz encontrou o veloz Valdívia na área. O cabeludo meia do Inter fez o giro e sofreu pênalti de Bizera. D’Alessandro ajeitou a bola e bateu no mesmo canto esquerdo de Lerda: 2 a 0. Com a vitória do Inter se encaminhando já nos primeiros minutos, os uruguaios passaram a dividir com um pouco mais de força. Novick, um uruguaio com cara de bárbaro, chegou em Fabrício como se o amistoso fosse uma partida de Libertadores. O jogo seguiu e Fabrício fez feio: levantou o pé e acertou Novick na barriga _ atirando o uruguaio para fora do campo. Deselegante, recebeu cartão amarelo, mas bem que poderia ter sido expulso.
- Uma emoção muito grande. Uma coisa sonhada, que sempre passava pela cabeça pelo momento em que começou a reforma do Beira-Rio (marcar o gol na inauguração). Mas nunca imaginei que faria um, que dirá dois. A final do Gauchão começa hoje. Temos que continuar trabalhando – disse um emocionado D’Alessandro, no intervalo.
Com os dois times modificados para o segundo tempo, aos 10, Rafael Moura teve um gol por cobertura anulado – por tocar a bola com a mão. Índio aquecia para entrar, levantando a torcida. Aos 13, Índio entrou no lugar de Paulão. Ganhou entusiasmados aplausos da torcida e a braçadeira de capitão, de D’Alessandro. Logo em seu primeiro lance, Índio foi ao ataque cabecear e por pouco não marcou o 34º gol com a camisa do Inter.

Aos 22, D’Alessandro foi ovacionado pelo estádio ao ser substituído por Sasha. Aos 30, mais um momento histórico: Mauro Fernández bateu quase da marca do pênalti, a bola desviou em Claudio Winck e Muriel não conseguiu defender. Foi o primeiro gol sofrido pelo Inter no novo Beira-Rio.
Temendo um empate, a torcida do Inter voltou a apoiar o time. Com as duas equipes descaracterizadas, o minutos finais ganharam uma dramaticidade de final de campeonato a cada contra-ataque uruguaio. Afinal, seria mau presságio não vencer na inauguração oficial do novo Beira-Rio. Assim que Jean Pierre encerrou a partida, um certo ar de alívio percorreu as arquibancadas. O Inter venceu mais uma partida importante para a sua história de vida. E com direito à primeira taça do estádio.

Inter faz acordo com Jorge Fossati, desiste de recorrer na Justiça, e pagará o que deve ao treinador do Peñarol

06 de abril de 2014 0

Diego Vara

A semana de inauguração do novo Beira-Rio foi também de conciliação entre o Inter e o seu ex-técnico Jorge Fossati. Giovanni Luigi procurou o treinador do Peñarol para entrar em acordo. Fossati, técnico que classificou o Inter para as semifinais da Libertadores de 2010 (posteriormente conquistada pelo clube sob comando de Celso Roth), foi demitido e não recebeu a última parcela do pagamento por sua rescisão. Em 2011, o técnico ingressou na Justiça do Trabalho e teve ganho de causa. A ação girava em torno de R$ 2 milhões (no total, para Fossati e para os demais integrantes uruguaios de sua comissão técnica). Nessa semana, antes de Fossati embarcar para Porto Alegre, a fim de liderar o Peñarol no jogo inaugural do Beira-Rio contra o Inter, Luigi entrou em contato com Fossati a fim de entrar em acordo. O Inter desiste do recurso na Justiça do Trabalho e pagará o que deve ao treinador – que se considera um dos bicampeões da Libertadores de 2010.
- Está tudo certo com Fossati – admitiu Giovanni Luigi.

Com vocês, o novo Beira-Rio

06 de abril de 2014 7

Diego Vara

Com uma grande festa na noite de sábado, o Inter deu por inaugurado o novo Beira-Rio. Com uma reforma que custou mais de R$ 400 milhões, pouca coisa restou da velha casa colorada. Por dentro, parece um estádio europeu, ainda que os seus arcos mostrem uma concepção única em termos de estádio de futebol. Com o novo estádio, que receberá a Copa do Mundo em questão de semanas, a responsabilidade das próximas equipes montadas pelo clube parece aumentar ainda mais.

Índio: A lenda

06 de abril de 2014 2

Mauro Vieira

Um dia você falará sobre Índio com os seus netos. Talvez a falta de um distanciamento histórico impeça os colorados de perceberem que neste domingo, diante do Peñarol, uma lenda do Inter começará a se despedir do clube. Aos 39 anos, o zagueiro vive os seus últimos momentos de Beira-Rio. O vínculo de 10 temporadas de Índio com o Inter se encerrará com o final da Copa do Mundo. A chance de uma nova prorrogação dependerá de um pedido especial de Abel Braga. Mas não pode ser descartado – mesmo que não seja escalado desde 5 de fevereiro, quando o Inter bateu o Pelotas na Boca do Lobo.
- No meu Inter de todos os tempos, a dupla de zaga é formada por Elias Figueroa e Índio – responde de pronto o ex-presidente Fernando Carvalho.
Foi no segundo mandato de Carvalho que a história entre Índio e Inter teve início. Era um período no qual o Juventude ainda se transformava em um gigante diante do Inter e o resultado do confronto muitas vezes acabava com derrota colorada. E Índio era uma muralha verde diante dos atacantes do Inter. Em meados de 2004, assinou um pré-contrato com o Beira-Rio. Se apresentou ao final do ano, estreou em janeiro de 2005, contra o Esportivo, em Bento Gonçalves.
- Índio sempre foi um dos responsáveis pela touca verde naqueles tempos. Ele tem aquele jeitão caipira, interiorano, quase simplório e desde o início conquistou a todos no Beira-Rio. Índio é um mito do Inter – segue Carvalho.
Do atual elenco, ninguém chega perto do tempo que o camisa 3 tem de casa. Com 387 partidas pelo Inter, ele ocupa a nona colocação entre os atletas que mais atuaram pelo clube. Se é impossível chegar perto dos 803 jogos de Valdomiro, o número 1 da do Top 10 colorado, ele superou em jogos nomes como Bráulio, Carlitos, Figueroa, Taffarel, Clemer, e está a seis partidas de ultrapassar Paulo Roberto Falcão, o oitavo colocado nesse histórico rol.
- Olho para trás e me emociono. Voltei chorando do voo de Yokohama, após o Mundial. Sei que não falo direito, fiz somente até a terceira série, pois precisei ajudar a família. Aos nove anos, saí da escola e comecei a vender sorvete na minha cidade. Nem em sonhos imaginei construir essa carreira e vencer todos esses títulos com o Inter – conta Índio.
De cortador de cana no interior paulista a multicampeão com o Inter, a vida do zagueiro poderia virar livro. Algo como de Maracaí (a sua cidade natal, tão pequena que a população teria dificuldades em lotar o Estádio do Vale) a Yokohama, passando por Caxias, Rio, São Paulo, La Plata, Guadalajara, Munique, Dubai, entre outras cidades mundo afora. O apelido foi dado pelos amigos, aos 13 anos, já nos tempos de bóia-fria, devido aos cabelos compridos e ao rosto vermelho, queimado do sol. O futuro de seus filhos, Marquinhos e Gabriela, já está garantido. Aos 13, Marquinhos não precisa cortar cana como o pai. Joga nos infantis do Inter, como meia-atacante.
- Este, sim, ao contrário do pai, joga muito – brinca Índio.
Dono de uma energia fora do comum, Índio contabiliza 33 gols pelo Inter – seis deles em Gre-Nais. É o zagueiro que mais gols fez pelo Inter, superando Figueroa, até então o maior artilheiro da zaga colorada.
- Todo o gol de zagueiro é lindo. Mas o mais bonito foi o que fiz contra o Paraná (pelo Brasileirão de 2006, Inter 3×2 Paraná), meio sem querer, mas uma pintura – descreve.
Entre os grandes amigos que fez no Inter estão Abel, Fernandão, Eller, Perdigão, Tinga, Nilmar e o atual gremista Edinho.
- Abel sempre foi um paizão para mim. Talvez por ter sido um zagueiro de Seleção Brasileira, foi ele quem melhor me ensinou o posicionamento – afirma Índio.
Ainda que não esteja entre seus amigos pessoais, Índio tem em Elias Figueroa um admirador.
- Índio tem uma grande carreira pelo Inter, superou todas as expectativas que clube e torcida tinham. O guerreiro merece descansar, já está na história do Beira-Rio – diz Figueroa. – Acho que formaríamos uma bela dupla de zagueiros-goleadores: Índio e Figueroa – acrescenta o xerife do bicampeonato brasileiro.
Homenagens e títulos à parte, Índio ganhou quase tudo pelo Inter. Menos a Copa do Brasil e o Brasileirão. Índio lembra que “bateu na trave”, saindo vice-campeão nacional em quatro oportunidades: no polêmico Brasileirão de 2005, no de 2006 e no também inusitado final de 2009 – além da Copa do Brasil daquele mesmo ano.
- Quero muito encerrar a carreira no Inter, mas não quero encerrar agora. estou cheio de saúde e de alegria para jogar. Vou até os 40 anos fácil, fácil. Ainda me falta ganhar o Brasileirão e a Copa do Brasil com o Inter. Quem sabe não ganho esses dois títulos neste ano? – adverte o veterano zagueiro.
Com o futuro ainda incerto, por via das dúvidas, quando Índio deixar o gramado do novo Beira-Rio, neste domingo, o torcedor se levantará e o aplaudirá de pé. É parte da história viva do Inter que estará em campo.

Ao estilo europeu, Nike produz escudo comemorativo para as camisas de Inter e de Peñarol na reabertura do Beira-Rio

05 de abril de 2014 0

logobeiranovo

Nos grandes eventos da Europa e dos Estados Unidos é assim: para um jogo especial, um logotipo diferenciado. O desenho acima estampará as camisetas dos jogadores de Inter e de Peñarol, na tarde deste domingo, para a reinauguração do Beira-Rio. A Nike produziu esse patch tendo por inspiração os novos arcos do estádio colorado, com a data da partida.

Por se tratar de uma partida para ficar na história do clube, o patch estará à venda na nova loja da Nike no Beira-Rio e em outras lojas que possuírem customização. Ele poderá ser aplicado em qualquer uma das três camisas do Inter, ao preço sugerido de R$ 7.

Aos poucos, a antiga gestão do Inter volta a se reunir. Coalizão deverá indicar Vitorio Piffero à presidência em dezembro

04 de abril de 2014 13

Omar Freitas

O capítulo final da reconstrução do Beira-Rio e a necessidade de pavimentar o entrono do estádio para a Copa do Mundo, deu início a uma reaproximação de forças, que culminará com a sucessão de Giovanni Luigi, em dezembro. A antiga gestão, que rachou com força na eleição de Luigi x Pedro Affatato, ao final de 2010, voltará a se unir. Vitorio Piffero é o nome preferencial para ser lançado por essa reunião de forças, contando com o mais importante dos apoios: o de Fernando Carvalho.
Na manhã dessa sexta-feira, o presidente Giovanni Luigi circulava pelo entorno do estádio, acompanhado por dois de seus ex-companheiros de direção: o ex-vice de administração Emídio Ferreira e o ex-vice de finanças e antigo postulante à presidência Pedro Affatato. Como esses dois últimos são profissionais ligados à área de construção, estão dando suporte ao asfaltamento do pátio do estádio – e Emídio Ferreira é o presidente da comissão de Obras do Conselho Deliberativo do Inter.
Mas, é fato, que os ânimos já estão bem mais serenados. Fruto do tempo e da costura política que está por vir no Beira-Rio.