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Posts com a tag "Copa do Brasil"

Cotação da Copa do Brasil: As notas para o massacre do Inter sobre o Remo

13 de março de 2014 11

Ney Marceondes/Vippcom

Dida
Seguro no gol, fez dois lançamentos para os atacantes. 6

Gilberto
Bem no apoio, deu uma assistência perfeita para Moura. 7

Paulão
Passou trabalho para marcar o veloz Thiago Potiguar. 6

Ernando
Só não é titular absoluto por teimosia de Abel Braga. 7

Fabrício
É a boa surpresa do Inter em 2014. Fez mais um gol. 7

Willians
Entre desarmes, desatenções e alguns passes errados. 6

Aránguiz
Para Aránguiz, foi discreto. Fez um gol de pênalti. 7

Alan Patrick
Sem D’Alessandro, é ele quem dita o ritmo do meio-campo. 7

Alex
Sumido em boa parte do jogo, marcou um gol de falta. 6

Jorge Henrique
Interessado, se movimentou bem mais do que em jogos anteriores. 8

Rafael Moura
Fez coisa de centroavante: Duas chances, dois gols. 8

João Afonso
Entrou com o jogo já definido. 6

Wellington Paulista
Foi a campo com o adversário já batido. 6

Sasha
Foi a campo já com os 5 a 0 no placar. Sem nota

De Confiança a Remo, passando pelo Chapadão: As estreias do Inter na Copa do Brasil nos últimos 10 anos

11 de março de 2014 1

Alexandre Lops/Divulgação Inter

Na noite desta quarta-feira, o Inter (na foto, treinando no embarrado CT do Paysandu) voltará à Copa do Brasil. A estreia, diante do Remo, no Mangueirão, promete não ser das mais fáceis. O Remo busca voltar ao cenário nacional e o gramado do estádio de Belém é péssimo. Assim, uma vitória por diferença de dois gols, que transforme o mata-mata em apenas mata, pode não ser a mais tranquila das missões. O clube somente conquistou o torneio em 1992. Em 2009, foi à final, perdendo para o Corinthians de Ronaldo e de Jorge Henrique (na foto). Confira as estreias do Inter na Copa do Brasil nas últimas 10 temporadas (sempre lembrando que quando disputou a Libertadores, o Inter não jogou a Copa do Brasil):

2004
Confiança (SE) 0×0 Inter
Inter 4×1 Confiança (SE)

2005
Chapadão (MS) 1×2 Inter
Inter 2×0 Chapadão (MS)

2008
Nacional (PB) 0×4 Inter

2009
União Rondonópolis (MT) 1×0 Inter
Inter 2×0 União (MT)

2013
Rio Branco-AC 0×2 Inter

Corinthians pede 10% dos ingressos para jogo contra o Grêmio pela Copa do Brasil

18 de outubro de 2013 16
Foto: Ricardo Duarte/Agência RBS

Foto: Ricardo Duarte/Agência RBS

O Grêmio, que neste momento reivindica 10% dos ingressos para o Gre-Nal, viverá uma situação oposta na próxima semana. A direção do Corinthians já avisou que reivindicará 10% da capacidade da Arena para a partida do dia 23, pela Copa do Brasil. Como o estádio tem capacidade para 55 mil torcedores, o clube paulista exigirá 5,5 mil ingressos.

Preocupada, a direção da Arena Porto-Alegrense solicitou uma reunião na tarde desta sexta-feira com o comando do Batalhão de Operações Especiais (BOE) para adotar medidas de segurança, caso tenha de atender à reivindicação corintiana.

A preocupação é com possíveis distúrbios que possam ser provocados dentro da Arena pela ala mais violenta da torcida do Corinthians.

CBF define mando de campo das semifinais da Copa do Brasil e possível Gre-Nal seria decidido na Arena

15 de outubro de 2013 5

A CBF divulgou na tarde desta terça-feira os mandos de campo das partidas semifinais da Copa do Brasil. Inter ou Atlético-PR e Vasco ou Goiás jogarão a primeira partida em casa se avançarem em seus confrontos. O sorteio foi realizado no auditório da sede da CBF, no Rio de Janeiro.

Com isso, caso Inter e Grêmio avancem na competição que dá uma vaga à Libertadores de 2014, se enfrentarão na semifinal em Caxias, no Centenário, e na Arena, em Porto Alegre. Com isso, o clássico de número 400, que define vaga na final da Copa do Brasil, seria na casa gremista.

As datas da semifinal da Copa do Brasil ainda não estão definidas. Apenas o mando de campo.

Inter deixará R$ 1 milhão de lado para buscar a Copa do Brasil

02 de outubro de 2013 4

Por mais que a cota de aproximadamente R$ 1 milhão para uma transferência de Caxias para Brasília seja tentadora, o clássico Gre-Nal deverá ocorrer na Serra, no Estádio Centenário, e não no belo e confortável Mané Garrincha, na capital federal.

Ainda não houve contato oficial de qualquer patrocinador ou empresário, mas o departamento de futebol do Inter tinha conhecimento da intenção de empresas em levar jogos do time de Dunga para o Planalto Central. Contudo, havia uma “negociação”: seriam partidas em turno e returno. Uma delas, por exemplo, seria o confronto contra o Santos.

A sinalização do momento é de que é contraproducente atuar em Brasília. Para vestir a camisa aos vizinhos da presidente Dilma, o Inter teria de passar uma semana e meia fora de casa, em meio a viagens, aeroportos e hotéis de São Paulo, Distrito Federal e Paraná. Como o fim dos traslados se dá no duelo contra o Atlético-PR — que define a continuidade na Copa do Brasil — o Inter não está disposto a arrecadar e deixar escorrer pelos dedos a possibilidade de um título nacional e uma vaga na Libertadores no ano da reabertura do Beira-Rio reformado.

A possibilidade de o Gre-Nal ocorrer fora do RS foi ventilada pelo presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Francisco Novelletto, que participa das negociações. Brasília, Chapecó, Cascavel e Campo Grande são as principais alternativas para receber o clássico válido pela 30ª rodada do campeonato.

— Existe a possibilidade, sim. Estamos estudando as propostas. Amanhã (quinta-feira) devemos ter uma posição — explicou Novelletto.

O CALENDÁRIO DO INTER NA SEMANA GRE-NAL:

Domingo, dia 13/10: Inter x Náutico, em Caxias, no Estádio Centenário

Quarta, dia 16/10: Santos x Inter, em Santos, na Vila Belmiro

Domingo, dia 20/10: Inter x Grêmio, em Caxias, no Estádio Centenário

Quarta, dia 23/10: Atlético-PR x Inter, em Curitiba, no Durival Britto (segunda partida das quartas de final da Copa do Brasil)

"Se fizer gol na quinta-feira, vou comemorar", afirma Dellatorre sobre Inter x Atlético-PR

26 de setembro de 2013 5

dela

O Inter que bateu o Independiente por 3 a 1, na final da Recopa de 2011, no Beira-Rio, tinha o ataque titular formado por Leandro Damião e por Guilherme Dellatorre. Jô, hoje consagrado na Seleção Brasileira e no Atlético-MG, era banco dos dois novatos. Sem chances em 2012, acabou deixando o Inter. Hoje, Dellatorre será adversário dos colorados pela Copa do Brasil. Atacante adquirido pelo Atlético-PR ao Porto, Dellatorre chegou a Curitiba em julho, uma semana antes do desembarque de Vagner Mancini no clube. Nessa entrevista a ZH, Dellatorre fala sobre a sua saída do Beira-Rio, o sonho de conquista da Copa o do Brasil e a pretensão dos paranaenses no Estádio do Vale: marcar gols _ assim como ocorreu no Brasileirão, quando o Atlético-PR empatou em 2 a 2 com o Inter.

Zero Hora — Pelo Brasileirão, o Inter estreou em Novo Hamburgo justamente contra o Atlético-PR. E não foi bem. Empatou em 2 a 2. O que vocês viram do Inter naquela noite?

Guilherme Dellatorre — Sabemos que o Inter tem um time muito forte, mas, naquela partida, tivemos a impressão de que o time não entrou mobilizado. Tanto que fizemos o primeiro gol com menos de um minuto (João Paulo marcou aos 37 segundos de jogo). Sabemos como enfrentar o Inter em Novo Hamburgo.

ZH — E como é enfrentar o Inter em Novo Hamburgo?

Dellatorre — Vamos fazer um jogo ofensivo, marcando por pressão a saída de bola e tentando vencer já esse primeiro jogo. Nosso projeto inicial era somar 45 pontos para evitar o descenso. Agora, já queremos a Copa do Brasil e terminar o Brasileirão no G-4.

ZH — Em 2008, Vagner Mancini foi demitido do Grêmio sob o argumento de ser “faceiro” demais, de escalar uma equipe muito ofensiva, sem cuidados com a defesa. Mas, no Atlético-PR, ele parece ter montado uma defesa sólida.

Dellatorre — Vagner Mancini assumiu o time na oitava rodada do Brasileirão (ele substituiu o técnico Ricardo Drubscky) e a equipe cresceu muito. Com ele, passamos a ser mais agressivos na marcação, marcar os adversários desde a saída de bola e, com isso, ter mais controle dos jogos. Até o nosso ataque cresceu.

ZH — Assim como o Inter, o Atlético-PR está com seu estádio em obras e joga na Vila Capanema, cedida pelo Paraná, mas em Curitiba. Não ter a Arena faz falta ao time?

Dellatorre — Estamos loucos para jogar na Arena, mas fomos bem acolhidos na Vila Capanema. O nosso torcedor tem comparecido, até mesmo em noites de chuva e frio. Estamos nos sentindo em casa.

ZH — O fato de o Atlético-PR ter poupado o elenco principal de todo o Estadual surtiu efeito? Você percebe os jogadores com uma preparação física acima dos demais no Brasileirão?

Dellatorre — Não. Porque com jogos às quartas e aos domingos, o nosso cansaço e desgaste é o mesmo das demais equipes. Estamos fazendo bons trabalhos regenerativos e descansando bastante para suportar o calendário.

ZH — Por que você deixou o Inter?

Dellatorre — Pertencia ao Desportivo Brasil (da Traffic) e estava emprestado ao sub-20 do Inter. Subi com Osmar Loss (que era o interino, após a demissão de Falcão), em 2011, e tive boas chances com Dorival Júnior. Na virada do ano, fiz a pré-temporada, mas fui colocado de volta no sub-20. Como o sub-20 jogaria apenas a Copa FGF naquele ano, pedi para ir embora. Não tenho mágoas do Inter, mas, se fizer gol na quinta-feira, vou comemorar.

Inter: Contra a crise, resta a Copa do Brasil

23 de setembro de 2013 6

Diego Vara

 

Com gritos de “adeus, Dunga, adeus, Dunga”, pedindo “olé, olé” no próprio time e cantando o nome de Abel Braga, os colorados que foram ao Estádio do Vale assistiram a um Inter paupérrimo perder por 1 a 0 para a Portuguesa e seguir a trôpega campanha no Brasileirão. Em campo, D’Alessandro, Scocco e Damião eram a expressão do desespero. Além de jogar mal, a equipe foi prejudicada por Índio, expulso de maneira infantil aos três minutos do segundo tempo.
Na quinta-feira, o Inter passará a se concentrar no título ainda possível da temporada: a Copa do Brasil. Às 21h, receberá o Atlético-PR, em Novo Hamburgo, no jogo de ida pelas quartas de final do torneio. Já no domingo, contra o Cruzeiro, o Inter não terá D’Alessandro, Índio nem Airton, todos suspensos.
Com derrotas consecutivas para clubes que brigarão apenas pela sobrevivência na Série A, como são Bahia e Portuguesa, os torcedores do Inter pediram a demissão do treinador. O alto comando do clube disse “não” – pelo menos até o jogo de ida contra o Atlético-PR. Mas, segundo informações da imprensa paulista, o Inter já teria procurado Tite, que vive momento de instabilidade no Corinthians. O técnico teria se recusado a conversar no momento. Aqui, a direção nega o contato. Tite deixou o Inter em 2009 sem ter uma boa relação com D’Alessandro, que é amigo pessoal de Dunga e o principal avalizador de seu trabalho no atual vestiário.

Um retrato da crise foram as entrevistas de fim de jogo em Novo Hamburgo. Falaram o presidente Giovanni Luigi, Dunga e o capitão D’Alessandro. O alto escalão passou a dar explicações.
- Ele (Dunga) fica até o final do ano. A comissão técnica será mantida. Temos que buscar as atuações que tínhamos até algumas rodadas atrás – anunciou Luigi, aparentemente acreditando no trabalho e evitando ao máximo mudanças em meio à temporada.

Com perguntas recorrentes sobre a troca de treinador, o dirigente passou a exaltar o trabalho de Dunga e prometeu reação já na Copa do Brasil:
- Ele (Dunga) vem fazendo um trabalho excepcional. Entendo que neste jogo merecemos a derrota, contra o Bahia, também não tivemos uma grande atuação. Esta comissão técnica tem conhecimento necessário para reverter esse quadro. Este grupo tem condições de fazer um grande jogo na quinta-feira.

Ainda que a torcida tenha cobrado os jogadores, D’Alessandro e seu grande 2013 têm moral com os colorados. Quando ele vai mal, o Inter vai mal. E, após alguns minutos de reunião no vestiário, o capitão reconheceu a péssima partida contra a Portuguesa e tratou de avalizar a permanência de Dunga.
- Jogamos mal. A coisa não saiu do jeito que a gente queria. Não é solução tirar o treinador e colocar outro. Nosso grupo é muito bom, tem jogadores experientes, com rodagem na Europa.

O grupo vai continuar sendo o mesmo, nós é que temos que dar a resposta em campo – afirmou D’Alessandro, ressaltando que o Inter ainda brigará pelo G-4 no Brasileirão.
As explicações sobre a nova derrota, a quinta em 23 partidas no Brasileirão, couberam a Dunga. Segundo o técnico, a equipe jogou “mal tecnicamente”, com muitos erros de passes. E garantiu nova postura para a Copa do Brasil. Questionado sobre um possível pedido de demissão, Dunga respondeu:
- Não tem (pedir demissão). O grupo está aí, temos uma partida importante e todos sabem o que temos que fazer na quinta-feira. O fato novo é a vitória, voltar a jogar bem, jogar o que sabemos. Vamos conseguir descansar e treinar nessa semana, a equipe renderá melhor na quinta.

Dunga ainda revelou a dor por ter sido vaiado pelos torcedores em Novo Hamburgo, que cobraram a sua demissão.
- Isso machuca qualquer um, mas é preciso estar preparado para dar a resposta. E é a segunda vez que isso acontece no Inter. Quando eu era jogador, falaram, depois veio a verdade e ninguém veio pedir desculpas. Estamos imbuídos para superar isso – disse o treinador. – Mas isso do torcedor é normal, vive de vitórias e tem direito de se manifestar – completou.

Dezesseis pontos atrás do líder, Cruzeiro, e sem conseguir uma aproximação definitiva ao G-4, ao Inter cabe focar a Copa do Brasil se ainda sonha com um bom final de temporada em 2013.

Hora de levantar a poeira. Inter tem apenas 2% de chances de ser campeão brasileiro

12 de setembro de 2013 4

Carlos Macedo

 

Com o fim do primeiro turno do Brasileirão e a surpreendente derrota para o fragilizado Santos, a desesperança começou a tomar conta do Beira-Rio. Ou do Estádio do Vale ou do Estádio Centenário, as casas do Inter em 2013.
Afinal, como um time de quase R$ 9 milhões, com comissão técnica de Seleção e jogadores de grife em seus países pode estar com apenas 30 pontos e distante do líder do Brasileirão?

Segundo o matemático Tristão Garcia, o Inter tem apenas 2% de chances de vencer o Campeonato Brasileiro. E 25% de chances de obter vaga à Libertadores pelo Brasileirão. Apesar da liderança mineira, Tristão lembra que, em 2008, o Grêmio virou o primeiro turno com 41 pontos, e o Atlético-MG, no ano passado, com 43. Nenhum deles foi campeão.
- Trinta pontos no turno não chega a ser algo ruim. Mas se o Inter quiser ser campeão, terá de fazer pelo menos 43 pontos no returno. Ou seja: ganhar todas as 10 partidas em casa, vencer outras três fora e empatar ao menos quatro como visitante, podendo perder apenas duas vezes – contabilizou Tristão, que aposta que o campeão de 2013 sairá com até 76 pontos.
Para complicar um pouco mais a trôpega campanha colorada, não há tempo para respirar. Ainda com os jogadores em recuperação do desgaste físico e psicológico de terça-feira à noite, mais os oito jogos nos quais a equipe saiu atrás do placar, o time de Dunga volta a campo hoje, diante do Vitória – que entrou em campo pela última vez no sábado.
Zero Hora consultou conselheiros influentes do Inter. Situacionistas e oposicionistas se mostram preocupados. Entendem que a distância para os mineiros dificilmente será tirada e já começam a prever a necessidade de uma aposta vigorosa na Copa do Brasil – torneio no qual se o Inter passar pelo bom Atlético-PR terá pela frente Grêmio ou Corinthians. Ou seja: nada de facilidades. Mas a direção assegura que seguirá brigando pelo Campeonato Brasileiro. A Copa do Brasil não será prioridade.
- Ainda podemos ganhar o Brasileirão. Ainda há uma boa quantidade de pontos a serem disputados. É só emendar quatro ou cinco vitórias seguidas nesse começo de returno, que mudará completamente o nosso patamar _ afirmou o diretor de futebol colorado Luís César Souto de Moura. – Brasileiro e Copa do Brasil são competições completamente diferentes, com lógicas e fases diferentes. Não tem essa de priorizar. Vamos jogar todas as partidas com a força máxima possível – garantiu Souto de Moura.
Os frequentes erros de passes de Willians, as expulsões de Fabrício, as falhas da defesa e dos goleiros, a solidão de D’Alessandro na criação, os gols perdidos por Leandro Damião, Rafael Moura e companhia, além da falta de uma estratégia de mudança de jogo de Dunga são colocados em segundo plano quando o tema é a ausência do Beira-Rio. Mesmo oposicionistas entendem que o time perdeu a alma com o estádio em obras. E o Estádio do Vale pouco ajudou o clube. O aproveitamento nos seis jogos de Novo Hamburgo, entre Copa do Brasil e Brasileirão, é de apenas 50%. Já em Caxias do Sul, nos mesmos seis jogos e pelas mesmas competições, o aproveitamento foi de 83,3%.
- É um ano muito difícil. E a cobrança tem sido como se estivéssemos jogando no Beira-Rio. Até o jeito da torcida torcer mudou. Mas, dentro desta dificuldade, ainda estamos tendo um bom desempenho – disse Souto de Moura. – Todo o jogo pode ser mandado em Caxias do Sul, é uma alternativa muito boa. Mas a nossa casa é o Beira-Rio, não tem como comparar _ finalizou.
Na abertura do Brasileirão, o Inter empatou em 2 a 2 com o Vitória, após sair perdendo por 2 a 0. Agora, se ainda sonha com o Tetra, precisará vencer os baianos e o cansaço. Sem desculpas.

 

Com sequência de maus resultados e empate no sertão, direção do Inter fará cobranças a Dunga e aos jogadores

30 de agosto de 2013 4

Alexandre Lops/Divulgação Inter

Com seis desfalques no time e um futebol sem inspiração, um Inter dispersivo fez muito pouco e apenas empatou em 2 a 2 com o Salgueiro, o suficiente para confirmar a vaga, e seguir adiante na Copa do Brasil. No jogo de ida, os gaúchos haviam goleado por 3 a 0.
Agora, o Inter enfrentará o Atlético-PR, que eliminou o Palmeiras. Pelo Brasileirão, jogando em casa, o Inter empatou em 2 a 2 três semanas atrás com os paranaenses. Para as quartas de final, a CBF reservou os dia 25 e 26 de setembro para os jogos de ida, mais 23 e 24 de outubro, para os de volta. Na terça-feira, a entidade realizará sorteio para definir a ordem de disputa do mata-mata.
O 2 a 2 mostrou uma vez mais as falhas do sistema defensivo, o que já perturba a direção, que promete cobranças a Dunga e aos jogadores. Nos últimos oito jogos, o Inter venceu apenas um. Justamente o Salgueiro, em Novo Hamburgo.
- Tem que se cobrar dentro do campo, um chamar a atenção do outro. O lance que ocasionou o pênalti foi um passe errado. O segundo gol, dá impressão de falta de atenção. Tem que estar comprometido até o final. É com muita conversa, muito treino tático e participação. A solução está dentro do próprio Inter, não tem magia. Tem que repetir, persistir, treinar e continuar trabalhando – disse o diretor de futebol Marcelo Medeiros.
O dirigente, desgostoso com o resultado no sertão, ainda completou:
- A direção e a comissão técnica são cúmplices. A gente trabalha em conjunto e não transfere responsabilidades. Cada um tem suas tarefas, mas estamos no mesmo barco. Estamos muito afinados com o treinador, com seus auxiliares. O torcedor tem razão: tem que cobrar.
Dunga reconheceu os erros defensivos e admitiu que precisará corrigir os problemas, mesmo sem tempo para treinar.
- Está faltando uma marcação mais forte sobre o adversário, não podemos deixá-lo solto. Foi difícil jogar contra uma equipe que marca muito e neste campo – comentou o treinador.
No domingo, o Inter reforçado por Juan, D’Alessandro, Forlán e, possivelmente por Gabriel, tentará encerrar a sequência de maus resultados diante do Coritiba, no Couto Pereira. Nesse Brasileirão, o Coritiba perdeu apenas uma partida em casa.

Copa do Brasil: Com defesa de pênalti, Alisson foi o melhor do Inter na morna classificação sobre o Salgueiro

29 de agosto de 2013 3

Alexandre Lops/Divulgação Inter

Alisson
Boas intervenções e uma defesa difícil no pênalti cobrado por Elvis. 7

Ygor
Errou passes e foi desatento em alguns lances. Levou um balãozinho de Elvis, dentro da área. 4

Ronaldo Alves
Foi de bicos a chutões, passando por uma furada em bola na frente de Alisson. 4

Alan
No 1º tempo, foi superior ao companheiro de zaga. Errou no gol do Salgueiro. 4

Fabrício
Foi visto pouquíssimas vezes cruzando a linha de meio-campo. 4

Airton
Mesmo diante de um adversário frágil, foi envolvido em alguns momentos. 4

Willians
Um dos poucos a estar ligado. Correu, deu carrinho, fez faltas, roubou bolas, errou passes… 5

Alex
Estava apagado até fazer uma jogada de Alex e marcar o primeiro gol no retorno ao Inter. 6

Jorge Henrique
Boa movimentação mais o gol que acabou com a série, aos 13min do 1º tempo. 6

Scocco
Começou interessado, mas foi se apagando, se apagando, se apagando… 5

Leandro Damião
Mero assistente. Verdade que a bola chegou pouco, mas Damião também não foi atrás. 5

Caio
Entrou interessado, mas com o jogo resolvido. Puxou dois contra-ataques. 5

Otávio
Mesmo com pouco tempo, ainda tentou movimentar-se junto a Caio. 5

Alan Patrick
Entrou no final. Sem nota