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Posts com a tag "eleição"

Ex-vice de futebol do Inter tenta voltar ao Conselho Deliberativo

12 de agosto de 2014 4

Agência RBS

Vice de futebol do Inter em 2012, Luciano Davi tenta retornar ao clube. Homem forte do Movimento Inter Grande (MIG), quando foi um dos grandes articuladores da campanha que elegeu Giovanni Luigi, foi ele também quem transformou Fernandão em técnico. Como vice de futebol, foi responsável ainda pelas contratações de Diego Forlán, de Rafael Moura e de Juan.
Deixou o clube em maio de 2013, renunciado à cadeira no Conselho Deliberativo, porque a sua empresa passou a trabalhar com clubes de futebol – em um projeto cartão de benefícios. Agora, Davi tentará retomar a sua cadeira no Conselho na eleição do final do ano.
Aos poucos, a eleição que renovará parte do Conselho e que elegerá um novo presidente para o Inter, começa a tomar corpo.

Aos poucos, a antiga gestão do Inter volta a se reunir. Coalizão deverá indicar Vitorio Piffero à presidência em dezembro

04 de abril de 2014 13

Omar Freitas

O capítulo final da reconstrução do Beira-Rio e a necessidade de pavimentar o entrono do estádio para a Copa do Mundo, deu início a uma reaproximação de forças, que culminará com a sucessão de Giovanni Luigi, em dezembro. A antiga gestão, que rachou com força na eleição de Luigi x Pedro Affatato, ao final de 2010, voltará a se unir. Vitorio Piffero é o nome preferencial para ser lançado por essa reunião de forças, contando com o mais importante dos apoios: o de Fernando Carvalho.
Na manhã dessa sexta-feira, o presidente Giovanni Luigi circulava pelo entorno do estádio, acompanhado por dois de seus ex-companheiros de direção: o ex-vice de administração Emídio Ferreira e o ex-vice de finanças e antigo postulante à presidência Pedro Affatato. Como esses dois últimos são profissionais ligados à área de construção, estão dando suporte ao asfaltamento do pátio do estádio – e Emídio Ferreira é o presidente da comissão de Obras do Conselho Deliberativo do Inter.
Mas, é fato, que os ânimos já estão bem mais serenados. Fruto do tempo e da costura política que está por vir no Beira-Rio.

Saída de Davi expõe divergência política e aponta articulação para a volta de Piffero à presidência do Inter

14 de maio de 2013 8

Luciano Davi esclareceu a sua saída da gestão do Inter, do Conselho Deliberativo e do Movimento Inter Grande (MIG). O afastamento de Luciano Davi teve motivos profissionais e, ainda que ele não declare publicamente, de cunho político. Ao que tudo indica, a sucessão de Giovanni Luigi já começou e uma grande articulação política, entre situação e parte da oposição, estaria em movimento para o retorno de Vitorio Piffero – e dos demais dissidentes da antiga situação – à presidência.
– Saí do Inter por dois motivos – disse Davi. – O primeiro deles é uma questão da política do clube, mas como o time vive um bom momento, não quero falar para não gerar crise – emendou o vice de futebol de 2012.
Em seguida, Davi justificou a sua motivação profissional para deixar o clube:
– Minha empresa fez uma parceria com a Allianz para oferecer um produto inétdito no Brasil: um cartão de benefícios que, em vez de dar pontos ou milhagem, devolve ao consumidor dinheiro para esse cartão. E ofereceremos esse produto também a clubes de futebol.
Responsável pela articulação política da gestão e do MIG, Luciano Davi, ao assumir o futebol no ano passado, ascendeu Fernandão a técnico e contratou Forlán e Juan ao futebol italiano.
– Saio do Inter cansado e com uma mão na frente e a outra atrás. Agora, preciso cuidar da minha empresa – concluiu.

Eleição do Inter: todos contra a Situação

11 de dezembro de 2012 3

Neste sábado, 59.801 associados do Inter terão o direito de votar para a renovação de 150 cadeiras do Conselho Deliberativo do Inter. Desses, 10.079 são sócios que votarão pela internet e que estão distribuídos por 17 países. A eleição ganhou maior repercussão a partir da reeleição de Giovanni Luigi em primeiro turno, quando os sete movimentos de situação, donos da maioria do Conselho, asseguraram a eleição indireta do presidente, sem que o sócio pudesse votar. A partir daí, os grupos de oposição passaram a se mobilizar ainda mais, transformando a renovação do Conselho em uma espécie de segundo turno da eleição presidencial. Enquanto a situação busca recuperar a imagem junto ao associado, apresentando Dunga e Paulo Paixão no comando da equipe em 2013, a oposição (sobretudo a liderada por Vitorio Piffero) mantém o discurso da necessidade de tirar o grupo de Luigi do comando do Conselho e de alterar o estatuto do clube, a fim de reduzir a cláusula da barreira para a eleição presidencial de 2014, dos atuais 25% para 15%.

As chapas:
Chapa 1 – Inter Vencedor
A chapa da situação engloba os sete movimentos que reelegeram Giovanni Luigi. No discurso do grupo, a necessidade de o presidente seguir contando com o apoio maciço do Conselho Deliberativo, além de ser o movimento de Fernando Carvalho. O movimento apostará ainda no discurso que Luigi sempre levou questões relevantes do clube para o debate no Conselho. A primeira candidata da lista da Chapa 1 é Dulce Ballvé, viúva do presidente tricampeão brasileiro, Frederico Arnaldo Ballvé.

Chapa 2 – Diretas Sempre. Lopes e Piffero
Cisão dos movimentos situacionistas, esse grupo forma a mais contundente oposição à gestão. Com Luís Antonio Lopes, candidato a presidente, e Vitorio Piffero como o seu vice de futebol, o movimento era tido como o principal concorrente à reeleição de Luigi, mas sequer venceu a cláusula de barreira. Agora, busca obter pelo menos 50% dos votos à renovação do Conselho e, assim, garantir votos suficientes para passar ao segundo turno, junto ao sócio, na eleição presidencial de 2014. O número um da sua chapa é o presidente da FGF, Francisco Novelletto.

Chapa 3 – Convergência Colorada
Mais tradicional movimento de oposição do Inter, o Convergência Colorada perdeu cadeiras no último biênio devido a um racha no grupo. Agora, tenta recuperar ao menos parte de seus votos no Conselho. O grupo projeta obter pelo menos 30% dos votos válidos. Seguirá com os seus projetos de gestão e, assim como a Chapa 2, vai sugerir a redução da cláusula de barreira para a próxima eleição presidencial. João Patrício Herrmann é o primeiro candidato da chapa.

Chapa 4 – O Povo do Clube
Criado por associados da comunidade do Inter no Orkut, o grupo não conta com conselheiros e tampouco é ligado a algum movimento político do clube. Denominados independentes, eles já contam com 700 associados em sua página no Facebook. No projeto do grupo está a eleição de pelo menos 23 conselheiros para que haja maior ligação entre o “sentimento” da arquibancada com o Conselho.

Chapa 5 – Movimento Vermelho
Outro movimento independente e surgido através de associados que se conheceram pela internet. Formado por professores e por profissionais liberais, com idades entre 25 anos e 35 anos, o grupo pretende eleger representantes para aproximar mais os sócios do Conselho Deliberativo. Eles entendem que o Conselho é, hoje, algo hermético e os torcedores acabam não tendo acesso às coisas que ocorrem no clube.

Chapa 6 – Acorda, Conselho
Movimento que conta com um conselheiro, Tiago Issa, e com o apoio do ex-presidente Fernando Miranda. O grupo defende a total independência dos conselheiros, sobretudo para acabar com os “votos em bloco”, que eles alegam ocorrer hoje no Conselho. O grupo defende ainda a mudança no estatuto do clube. E, nesse ponto, defendem, por exemplo, o estabelecimento de um limite para a reeleição de presidentes. O curioso nome da chapa, segundo Issa, é para que os conselheiros estejam atentos ao clube, pois, hoje, estariam “dormindo”.

A eleição internacional do Inter

05 de dezembro de 2012 5


O Inter espera pelo menos que 22 mil sócios votem na eleição que renovará metade do Conselho Deliberativo do clube, no dia 15 de dezembro. Desses associados, 10.079 optaram pelo voto pela internet. O clube recebeu solicitações de voto de colorados de 17 países diferentes: Brasil, China, Estados Unidos, Alemanha, Espanha, Austrália, Canadá, França, Inglaterra, Argentina, Irlanda, Portugal, Peru, Portugal, Nova Zelândia, Bélgica e Venezuela). Seis chapas estão inscritas para o pleito.

Em carta aberta, Siegmann pede voto para Oposição

05 de dezembro de 2012 25


Ex-vice de futebol do Inter, Roberto Siegmann (à esquerda, na foto, ao lado de seus antigos aliados Giovanni Luigi e Cuca Lima) hoje é um conselheiro de Oposição no Inter. E, assim, passa a fazer campanha junto aos críticos da gestão Luigi para a eleição ao Conselho Deliberativo, no dia 15 de dezembro.

Confira o texto de Roberto Siegmann, no qual ele pede votos ao sócio para a Oposição:

Durante dez anos atuei na direção do S. C. Internacional, a partir de um movimento que, no ano 2000, reuniu um grupo de jovens e atuantes COLORADOS, estruturando um modelo que resgatou a grandeza do nosso Clube. Vivemos as maiores glórias da nossa história. Esse modelo, em razão de distorções decorrentes da prática, se exauriu.

Como torcedores, sentimo-nos abatidos e impotentes diante de problemas que se repetem na condução do nosso Clube. Em situações como essa, há, desde logo, duas alternativas: ou permanecemos inertes, ou ocupamos os espaços democráticos existentes.

Queríamos, então, votar para presidente do Clube. Entretanto, com base na regra existente, e especialmente pelos acertos de cúpula, a oportunidade foi suprimida, mitigando a legitimidade.
Estamos agora diante de uma nova oportunidade: a da eleição que definirá a composição do Conselho Deliberativo.

Uma expressiva renovação para oxigenação da estrutura é necessária. O Conselho é a VOZ do ASSOCIADO e não pode RENUNCIAR a essa condição, notadamente em razão de meros interesses pessoais ou de grupos.

Com muita satisfação, encontrei jovens colorados mobilizados e organizados para interferir nos destinos do Clube (estudando o presente e projetando o futuro).
Assim também ocorreu no ano 2000, quando teve início a década das mais importantes conquistas.

A CHAPA 4, O POVO DO CLUBE, adota premissas que considero INDISPENSÁVEIS para o INTERNACIONAL:

1) O INTERNACIONAL forte e vitorioso, sem perder a sua condição de CLUBE DO POVO (pondo fim à elitização do Clube);

2) A DEMOCRACIA como garantia à participação do QUADRO SOCIAL (reforma estatutária efetivando a eleição da direção pelos sócios);

3) A TRANSPARÊNCIA da gestão, não apenas ao Conselho, mas especialmente ao sócio (com a utilização de todas as ferramentas públicas e privadas de controle);

4) PLANEJAMENTO, em especial no FUTEBOL (atividade mais importante do CLUBE).
Assim, peço aos COLORADOS que confiem na CHAPA 4 – O POVO DO CLUBE – oportunizando, com o voto, a RENOVAÇÃO de ideias e métodos.

Roberto Teixeira Siegmann

Presidente da FGF é inscrito como o nº 1 da Oposição para a eleição do Conselho do Inter

29 de novembro de 2012 7

O presidente da Federação Gaúcha de Futebol, Francisco Novelletto, acaba de ser inscrito na Chapa 2, a de Luiz Antonio Lopes e de Vitorio Piffero, para a eleição de 15 de dezembro, que renovará metade do Conselho Deliberativo do Inter. Novelletto não havia sido inscrito em nenhuma das seis nominatas registradas originalmente junto à Comissão Eleitoral do clube. A Chapa 2 pediu a substituição e Novelletto ingressou na nominata de Oposição como o número 1 da lista.

Eleições do Inter: Sócios têm até o domingo para se cadastrar ao voto pela internet

19 de novembro de 2012 4

A Comissão Eleitoral do Inter alerta:

O Inter, em parceria com a Procergs, está oferecendo aos associados a opção de voto pela internet para a renovação de 150 cadeiras do Conselho Deliberativo.
Para tanto, os sócios têm até o próximo domingo (dia 25) para exercer a opção de voto pela internet. É preciso acessar o site www.votainternacional.com.br e seguir as orientações. A partir daí, os sócios recebem nos seus respectivos e-mails um link de votação único e inviolável, por meio do qual escolherá, no dia 15 de dezembro, uma entre as seis chapas concorrentes.
Para que todo o processo flua normalmente, é imprescindível que os sócios tenham a ficha cadastral atualizada junto ao clube. Os sócios aptos a votar que não optarem pelo exercício do voto via Internet estão automaticamente convidados para o pleito presencial, que ocorrerá de forma simultânea no Gigantinho, através de urnas eletrônicas, em parceria com o TRE.
São 61 mil sócios aptos votar.

Pegando fogo: na eleição do Inter, o vencedor é quem se justifica

14 de novembro de 2012 8

Está no site do Movimento Inter Grande, o principal grupo político da situação e movimento do presidente reeleito do Inter, Giovanni Luigi, uma nota que busca minimizar possíveis efeitos de e-mails contra a gestão disparado a sócios por oposicionistas. A projeção, clara, é a eleição para a renovação do Conselho Deliberativo do clube, em 15 de dezembro, e que mudará metade dos conselheiros.
Na nota, o MIG lembra que a eleição de Luigi em primeiro turno foi legítima e que a desunião das oposições colaborou para a vitória no Conselho. A eleição no Beira-Rio ainda está longe de acabar.

A NOTA:
O Movimento Inter Grande vem a público para esclarecer, trazendo a verdade ao Sócio Colorado sobre as eleições no Conselho Deliberativo.
Em razão da campanha eleitoral, circulam e-mails para sócios pedindo votos e, falaciosamente, informando que a eleição presencial lamentavelmente não foi em frente devido à atual composição do nosso Conselho, hoje fortemente dominado pelos grupos de situação e pelo grupo dissidente da situação.
Inverdades não são da melhor tradição da politica colorada, por isso é necessário que se restabeleça a correta informação ao sócio.
No Conselho Deliberativo do Clube existem 346 cadeiras ocupadas (votos). A denominada Situação, Chapa 1 – INTER VENCEDOR – liderada pelo Movimento Inter Grande, obteve 166 votos, portanto, menos da metade dos votos do Conselho.
Os outros movimentos do Clube tiveram 180 votos à sua disposição, portanto, dispunham potencialmente da maioria absoluta das cadeiras.
Assim, todas as duas chapas de oposição tiveram oportunidades de ultrapassar a denominada “cláusula de barreira”, que era de 87 votos, ou seja, mais de 25% dos votos totais.
Outra possibilidade era a união de esforços, que também levaria facilmente ao segundo turno, com a consequente eleição direta para presidente do Clube.
Portanto, a bem da verdade, quem não quis levar a eleição direta para presidente foram as chapas de oposições, que poderiam, individual e/ou coletivamente, ultrapassar a “cláusula de barreira” com muita facilidade.
Lembre-se, Sócio Colorado, a eleição dentro do Conselho Deliberativo tem como objetivo precípuo verificar se mais de uma chapa ultrapassaria a “cláusula de barreira”, ou seja, a obtenção de mais de 25% dos votos.
No caso, só uma chapa superou o limite mínimo, as outras poderiam, sim, mas não obtiveram os votos desejados ou não quiseram compor e levar à realização das eleições diretas para presidente.
Que fique claro: esta era uma opção das chapas de oposição, não da Chapa 1 – INTER VENCEDOR.
Era o que cabia esclarecer. Permaneceremos atentos para que somente a verdade seja levada ao conhecimento dos Sócios Colorados, únicos titulares da soberania e dos desígnios do Clube.
Conclamamos todas as outras 5 chapas concorrentes que levem apenas a verdade dos fatos ao sócios e permaneçam dentro do campo ético, para disputa sadia e leal, e que ao final haja somente um vencedor: o SPORT CLUB INTERNACIONAL.

Eleições do Inter: sócio tem até o dia 25 para optar pelo voto via internet

13 de novembro de 2012 0

A Comissão Eleitoral do Inter ampliou o prazo para que os 62 mil associados possam optar pelo voto via internet, para a eleição que renovará metade do Conselho Deliberativo do clube, no dia 15 de dezembro. Agora, os associados terão até 25 de novembro para informar ao Inter que votarão pela internet – em vez do voto presencial. Para informar que deseja votar pela internet o sócio precisa entrar na seguinte página: http://www.votainternacional.com.br/.
Além disso, segundo o presidente da Comissão Eleitoral, Carlos Eduardo Richinitti, todas as seis chapas inscritas para eleição ao Conselho foram analisadas e homologadas.