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Posts com a tag "Libertadores"

Com chances de Libertadores, candidato à presidência do Inter Marcelo Medeiros assegura permanência de Aránguiz e novos reforços para 2015

24 de novembro de 2014 19

Tadeu Vilani

Com o Brasileirão ingressando em sua reta final, se aproxima também a eleição presidencial do Inter – que ocorrerá em 13 de dezembro. E as ideias dos candidatos para 2015 passam a ser repassadas aos associados do Inter (64 mil estão aptos a votar).
Marcelo Medeiros, atual vice de futebol e candidato de situação, promete que os principais jogadores do atual elenco serão mantidos para a temporada seguinte. E, com a proximidade de uma vaga à Libertadores, Charles Aránguiz não será vendido (mesmo com o assédio do futebol inglês).
- O time de 2015 já foi reforçado com Nilmar. O Sasha estará de volta. Luque também. Além disto, Aránguiz permanecerá. Vamos manter todos os nossos principais jogadores, trazer reforços e buscaremos os títulos que a torcida quer – afirmou Medeiros.

Com chances de Libertadores, candidato à presidência do Inter Vitorio Piffero projeta folha de até R$ 15 mi e contratações de mais estrangeiros

24 de novembro de 2014 12

Foto: Rafael Cabeleira/Divulgação
Foto: Rafael Cabeleira/Divulgação

Com o Brasileirão ingressando em sua reta final, se aproxima também a eleição presidencial do Inter – que ocorrerá em 13 de dezembro. E as ideias dos candidatos para 2015 passam a ser repassadas aos associados do Inter (64 mil estão aptos a votar).
Vitorio Piffero, candidato de oposição, entende que o Inter tem uma capacidade de investir até R$ 15 milhões mensais na folha do clube (segundo a atual direção, a folha de 2014 custa a metade). Justifica que a vida do Inter é o futebol e que o faturamento no ano que vem baterá na casa dos R$ 300 milhões.
- Temos que investir pelo menos 60% deste faturamento no futebol. Precisamos de 25 titulares, assim como o Cruzeiro, para ter elenco para disputar todos os títulos – disse Piffero.
Além disto, o candidato aposta que o Inter se classificará para a Libertadores (ou para a pré-Libertadores). E promete buscar reforços no Mercosul.
- A distância econômica do Brasil para Argentina, Uruguai e Paraguai, por exemplo, é a mesma dos principais países da Europa para nós. Assim, temos que investir pesado nestes mercados. Podemos ter cinco estrangeiros no time. E ainda mais no elenco. Vamos buscar jogadores nestes países – afirmou Vitorio Piffero.
Hoje, o Inter conta com os “gringos” D’Alessandro, Aránguiz e Luque.

Cotação: As notas para a sofrida vitória do Inter sobre o Atlético-MG

22 de novembro de 2014 18

Fernando Gomes

Alisson
Sem culpa no gol. Duas saídas em falso. 5

Gilberto
Colocou o termo “mão na bola” em outro nível. Fez uma defesa grotesca, com as duas mãos. Teve sorte de o árbitro não ter dado o pênalti. 3

Ernando
Precisou ajuda para tentar conter os ariscos Marion e Dodô. 6

Alan Costa
Uma falta violenta no primeiro tempo. Sofreu contra a velocidade do ataque mineiro. 6

Fabrício
Cometeu o pênalti que permitiu o empate do Atlético-MG, mas salvou o time nos acréscimos com um gol de centroavante. 8

Willians
Parecia o único do setor com saúde para encarar a correria dos guris mineiros. 7

Aránguiz
Irreconhecível. Displicente, errou diversos passes. Parecia desconcentrado. 4

Alex
Armou boas jogadas, mas caiu de produção no segundo tempo. 6

Jorge Henrique
Surgiu como a melhor opção de movimentação no setor ofensivo. 6

D’Alessandro
Nervoso demais no primeiro tempo. Cresceu na segunda etapa e comandou o meio-campo. 7

Rafael Moura
Um gol de homem de área. É o artilheiro do Inter no Brasileirão, com sete gols. 7

Valdívia
Acabou trombando com a zaga e dando a assistência para o gol de Fabrício. 6

Taiberson
Um par de corridas pela ponta. Sem grande consequência. 5

Wellington Paulista
Entrou no final. Sem nota

Inter projeta decisão com 40 mil torcedores no Beira-Rio

18 de novembro de 2014 6

Ricardo Duarte

Em busca de apoio para seguir sonhando com a Libertadores, a direção do Inter aposta em 40 mil torcedores diante do Atlético-MG, nesse sábado, às 19h30min, no Beira-Rio. O check in e os ingressos Vip já podem ser adquiridos pela internet. A partir de amanhã, começará a venda de entradas nas bilheterias (inclusive para os não sócios). Os valores dos ingressos foram reduzidos para este jogo. O maior público do Inter no Brasileirão ocorreu no Gre-Nal do primeiro turno, quando 37.222 torcedores deixaram uma renda superior a R$ 1,5 milhão nas bilheterias do Beira-Rio.

Os preços para Inter x Atlético-MG:
Superior e Inferior – R$ 20 (para não sócio) e R$ 10 (para sócios)
Cadeira superior – R$ 60 (para não sócio) e R$ 30 (para sócios)
Cadeira Inferior – R$ 80 (para não sócio) e R$ 40 (para sócios)

VIP Lateral Libertadores – R$ 100 (para não sócio) e R$ 50 (para sócios)
Combo Família Colorada – R$ 120 (para dois adultos e dois menores)

VIP Central Libertadores – R$ 120 (para não sócio) e R$ 60 (sócios)
VIP Central Mundial – R$ 200
VIP Lateral – R$ 180

Quatro anos depois, a chance de um histórico Gre-Nal pela Copa Libertadores da América

25 de setembro de 2014 7

Daniel Marenco/Agência RBS

Jefferson Botega

Em um Brasileirão formado por equipes instáveis (sem contar o Cruzeiro, é claro), a dupla Gre-Nal pode sonhar com o retorno à Libertadores. Juntos. Pela terceira vez. Ambos estão no G-4 do Campeonato Brasileiro e, ao que tudo indica, finalmente com um futebol aceitável para se manter no topo. Por isto, as esperanças de um histórico Gre-Nal da América se renovam uma vez mais.
Grêmio e Inter estiveram juntos nas edições de 2007 e de 2011 da Libertadores. Em 2007, o Inter defendia o título e foi eliminado ainda na fase de grupos, caindo para Vélez e para Nacional (URU). Já o Grêmio foi adiante e fez a final contra o Boca Juniors de Riquelme, Palermo e companhia, ficando com o vice-campeonato (nas fotos).
Em 2011, o Inter uma vez mais defendia o título e, de novo, caiu cedo: nas oitavas, em casa, para o Peñarol que, apesar de não ter uma grande equipe, foi à final e perdeu para o Santos. O Grêmio também parou nas oitavas, para os chilenos do Universidad Católica. Curiosamente, um dos confrontos das quartas de final em 2011 foi justamente Peñarol x Universidad Católica. Ou seja: seria o histórico Gre-Nal da América. Quem sabe em 2015?

Na última vitória sobre o Atlético-PR, em Curitiba, Inter tinha Gabiru, Rentería e Michel no ataque

19 de setembro de 2014 2

Agência RBS

O Inter ainda nem era campeão da América quando venceu pela última vez o Atlético-PR em Curitiba. O adversário desse sábado, às 18h30min, na Arena da Baixada, costuma ser um time indigesto para os colorados. Tanto é assim, que o Inter não vence os paranaenses em casa desde 7 de maio de 2006. Abel Braga era o treinador.
O ataque titular naquela dia teve Adriano Gabiru (então um atacante detestado pela torcida), o colombiano Rentería (na foto) e Michel (outro desafeto dos colorados, mas xodó do treinador). Rentería e o então lateral-esquerdo Jorge Wagner marcaram os gols da vitória de 2 a 1 do Inter sobre o Atlético-PR, em partida válida pelo Brasileirão, disputada na Arena da Baixada. Dagoberto ainda atuava pelos paranaenses, mas foi do zagueiro Danilo. Perdigão e Paulo André (ex-Corinthians) foram expulsos.

O último Inter a vencer o Atlético-PR em Curitiba: Clemer; Ceará, Bolívar, Eller e Jorge Wagner; Edinho, Wellington Monteiro e Perdigão; Gabiru (Sobis), Michel e Rentería (Iarley).

A seca do Inter em Curitiba desde 2006:
Brasileirão 2007 – Atlético-PR 2×1 Inter
Brasileirão 2008 – Atlético-PR 1×1 Inter
Brasileirão 2009 – Atlético-PR 3×2 Inter
Brasileirão 2010 – Atlético-PR 1×0 Inter
Brasileirão 2011 – Atlético-PR 2×0 Inter
Copa do Brasil 2013 – Atlético-PR 0×0 Inter
Brasileirão 2013 – Atlético-PR 1×0 Inter

Jornais argentinos destacam sofrimento do San Lorenzo, mas valorizam a vantagem

24 de abril de 2014 12

partoalegre

Apesar de pequena, a vantagem que o San Lorenzo leva para o jogo de volta contra o Grêmio, dia 30, na Arena, é saudada na manhã desta quinta-feira pelos jornais de Buenos Aires.

Tanto o gol de Correa, a jovem estrela do clube argentino, que estaria na mira do Atletico de Madrid para o segundo semestre, quanto a bola chutada para fora por Barcos, nos minutos finais do jogo, em cobrança de falta, são destaque na matéria do Olé.

Como de hábito, o jornal faz brincadeira no título da matéria principal, ao dizer que foi um Parto Alegre, evocando a cidade onde se dará a decisão.

— Agora, temos de defender o que conseguimos e tratar de passar no Brasil — declara Correa.

Conforme Olé, apenas 120 torcedores gremistas compareceram. Ainda de acordo com o jornal, o público alcançou os 40 mil torcedores esperados.

O Clarín elogia a atuação da equipe argentina e ressalta que, até esta quarta-feira, o Grêmio estava invicto na Libertadores.

Edgardo Bauza diz que irá muito tranquilo para o segundo jogo. Ao analisar o desempenho gremista, o treinador destaca que o esquema tático foi o 4-1-4-1.

— Eles vieram para não sofrer gols e nos apanhar nos contra-ataques — afirma.

Com uma dúvida, San Lorenzo vê Grêmio como candidato ao título da Libertadores

22 de abril de 2014 8

olearg_al

O San Lorenzo desconhece a crise técnica do Grêmio. Para os argentinos, pouco importa o que aconteceu nos Gre-Nais decisivos do Gauchão e na estreia no Campeonato Brasileiro. Muito menos a situação desconfortável do técnico Enderson Moreira.

Na visão do adversário desta quarta-feira, o time que desembarcou em Buenos Aires na segunda-feira é o mesmo que somou 14 pontos na fase classificatória e elevou-se à condição de dono da segunda melhor campanha da Libertadores.

— Enfrentaremos um dos candidatos a ganhar a Copa — declarou na segunda-feira o defensor Buffarini.

É por respeitar o adversário que o técnico Edgardo Bauza projeta contar com a mesma formação que goleou o Botafogo por 3 a 0, dia 10 de abril, no mesmo palco do jogo desta quarta-feira. No treinamento de segunda, o volante Piatti, com desconforto muscular, fez trabalho leve, observado de perto pelos médicos. Só não jogará se sentir dores fortes nas próximas horas.

A escalação para quarta-feira será Torrico; Buffarini, Valdés e Gentiletti; Mas, Villalba, Mercier, Ortigoza e Piatti; Correa e Matos.

— Tomara que todos os gols que estamos fazendo no torneio local também possamos fazer contra o Grêmio — completa Buffarini.

Sexto colocado no Campeonato Argentino, o San Lorenzo marcou 15 gols. Mas a sua defesa, que sofreu 14, mostra não ser muito confiável.

Jorge Fossati, treinador do Peñarol, adversário do Inter no domingo: "Tenho direito a algumas letras de 'Inter bicampeão da Libertadores'"

01 de abril de 2014 6

Adriana Franciosi

Jorge Fossati será uma das estrelas da Festa Gigante, a série de eventos que a partir de sábado marcará a reinauguração oficial do Estádio Beira-Rio. Treinador que levou o Inter às semifinais da Libertadores de 2010, quando acabou substituído por Celso Roth para a fase final contra São Paulo e Chivas Guadalajara, atualmente ele comanda o Peñarol. Assim como ocorreu em 1969, na inauguração do Beira-Rio, os uruguaios voltarão a entrar para a história do estádio, quando enfrentarão o Inter no domingo à tarde. Aos 61 anos, o técnico tem por missão levar o Peñarol à conquista do Torneo Clausura. Assim como o rival, Nacional, está eliminado na Libertadores. Por isso, o foco total é no campeonato local. Hoje, o Peñarol enfrentará o Miramar Misiones. Na sexta-feira, o Sud América – partida que poderá ser remarcada para sábado, caso o elenco consiga mudar o horário do voo para Porto Alegre.
Nesta entrevista, Fossati fala sobre a demissão antes do bicampeonato da Libertadores, diz se sentir responsável pelo título, conta que é reconhecido pelos colorados em férias em Montevidéu, fala sobre o processo que move contra o Inter e revela bastidores de sua saída do Beira-Rio. A seguir, os principais tópicos da entrevista.

O retorno ao Beira-Rio
“Será um dia especial, voltar para um estádio que me marcou muito. Foi um período curto, mas intenso. Foi uma honra dirigir o Inter e contribuir um pouco para a conquista da Libertadores. Fiquei com boas lembranças do Inter, ainda que o final não tenha sido como eu esperava. Não gosto de demagogia nem de falsa humildade. Para ganhar a Libertadores você disputa 14 jogos. Eu joguei 10 com o Inter. Da palavra “campeão” de 2010, acho que tenho direito ao menos a um ‘camp’. Mas esse reconhecimento fica por parte do clube, do torcedor, para me dar um lugar na história”.

Reconhecimento, só do torcedor
“No verão, muita gente do Brasil vem para Montevidéu. Muitos gaúchos. Os colorados me param na rua e me dizem: ‘Obrigado, profe. Obrigado pelo campeonato’. É um reconhecimento. Deles. Quando fui demitido, Fernando Carvalho (então vice de futebol), Cuca Lima (diretor de futebol) e, acho que foi o Roberto Siegmann (assessor de futebol), foram a minha casa e disseram que os resultados não estavam dando certo. Nunca entendi. Eu avisei: ‘Vocês têm que mudar o discurso, não dá para abdicar das demais competições em nome da Libertadores’. Mas só se pensava nisso. Depois dessa história dos “resultados”, pedi que não dissessem mais nada, que não havia nada para ser discutido. A minha demissão aparentemente foi o melhor, pois saiu campeão. Apesar disso, gosto muito dos três, os respeito”.

Boicote dos brasileiros, por ser uma comissão uruguaia?
“Levei a minha comissão técnica, mas fui muito aberto para que os profissionais que estavam no clube continuassem. Tínhamos preparadores físicos brasileiros (Fábio Mahseredjian e Elio Carravetta), além do meu preparador (Alejandro Valenzuela). Nunca disse que os meus eram melhores dos que estavam no clube, mas os outros já me conheciam. Se houve boicote dos jogadores, não sei. Nunca falaram para nós. Se tenho uma diferença contigo, vou de frente falar com você. Se tiveram problemas, nunca me falaram. Se não falou, não merece respeito porque falou pelas costas. E não é homem. Homem fala de frente. Quem faz isso é traíra, não é homem. Ficaria muito chateado com quem pensa que é homem e não é”.

Processo contra o Inter na Justiça do Trabalho
“Fiquei chateado de ter de ir à Justiça. Estou indo contra o clube, que não merece isso. São milhões de pessoas que não têm nada a ver com a decisão de três ou quatro. Minha cláusula de rescisão deveria ter sido paga quando rescindi o contrato. Me disseram que não tinham como pagar, então, aceitei parcelar. Toda a comissão técnica parcelou, a pedido do Inter. Não precisava parcelar, mas, para facilitar e não ficar mais um dia sequer onde não era bem quisto, parcelei. Não queria ser um obstáculo ao novo trabalho. Atrapalharia o clube se passasse a dar entrevistas em Porto Alegre. Queria sumir. No parcelamento, abri mão de coisas que tinha direito. Foram pagando, mas, infelizmente, ficou a última parcela. Tentei resolver, falei com Giovanni Luigi (em agosto de 2011; a demissão foi em maio de 2010) porque depois de mim já haviam passado mais dois treinadores e o clube havia contratado atletas caros, e eu seguia sem receber. Era injusto, por isso, fui à Justiça. Me entristece, mas o futebol é assim: ‘O quê? Cinco meses de trabalho desse treinador e nada aconteceu?’ O diretor fica nervoso se não muda. Vamos ver como acaba, talvez meus netos recebam esse dinheiro (Fossati ganhou em primeira instância R$ 1,9 milhão, mas o Inter recorreu)”.

Ainda um fumante
“Sigo fumando, graças a Deus. São 10 cigarros por dia, mas não recomendo isso para ninguém. Não é bom para nada. É uma tolice não parar de fumar. Não é bom, mas, infelizmente, é um vício. Aos mais novos, digo: Não peguem essa merda porque depois é difícil largar e só te traz prejuízo, no bolso e na saúde”.

Peñarol
“Não queria mais trabalhar no Uruguai, mas me pediram pra voltar. O clube havia ido mal no ano passado. Como se Inter ou Grêmio acabasse em nono no Gauchão. Aí, me me ligaram e peguei o time muito em cima do começo desta temporada, em cima da Libertadores. Não tinha condição de fazer muito além do que foi feito. Não poderíamos deixar o Clausura de lado, pois estamos a três pontos da liderança. Ainda não sei se terei condições de escalar força máxima no Beira-Rio, pois teremos um jogo na sexta-feira à tarde. Será pesado. De qualquer forma faremos um belo espetáculo, queremos que a apresentação seja boa. Mas, para nós, será apenas um amistoso”.

Libertadores: Newell's, adversário do Grêmio na 5ª feira, poupa metade dos titulares no Argentino e perde para o Olimpo

09 de março de 2014 6

Divulgação Newell's Old Boys

Antes de enfrentar o Grêmio pela Libertadores, nesta quinta-feira, na Arena, o Newell’s Old Boys jogou contra o Olimpo, em Bahía Blanca, pela sétima rodada do Torneo Final. Com apenas seis titulares no começo do jogo, o Newell’s foi derrotado por 1 a 0, gol de Ezequiel Cerutti. Maxi Rodríguez perdeu um pênalti para o Newell’s. Um dos atacantes do Olimpo na partida foi Ezequiel Miralles, ex-Grêmio. Com o resultado, o time de Rosario ocupa a décima posição no campeonato.
Na partida em Bahía Blanca, o técnico do Newell’s, Alfredo Berti, poupou o zagueiro Victor López, o lateral-esquerdo Milton Casco, o meia Bernardi (capitão do time), o meia-atacante Victor Figueroa, enquanto o volante Villalba foi a campo no segundo tempo. Ao contrário das partidas mais recentes, o Newell’s não foi bem no jogo, permitindo ao Olimpo as melhores chances em campo. De volta à Libertadores, onde ocupam a vice-liderança do Grupo 6, atrás do Grêmio, os argentinos chegarão a Porto Alegre na quarta-feira, às 13h30min, e ficarão hospedados em um hotel na Avenida Lucas de Oliveira. À noite, deverão treinar na Arena.
Assim como o Grêmio, o Newell’s trata as partidas de ida e volta, em Porto Alegre e em Rosario, como fundamentais para a classificação às oitavas de final da Libertadores. O atacante Maxi Rodríguez e o meia Éver Banega, os dois astros do time e ambos convocados para a seleção de Alejandro Sabella, pediram para atuar nesse domingo – ainda que na semana passada eles tenham ido com a Argentina a Bucareste, para o amistoso contra a Romênia.
A provável escalação do Newell’s Old Boys na Arena: Guzmán; Cáceres, Victor López, Heinze e Casco; Villalba, Bernardi e Banega; Figueroa, Ponce e Maxi Rodríguez.