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Posts com a tag "Libertadores"

Inter bate Avenida por magro 1 a 0 e ainda parece distante de apresentar um jogo sólido em 2015

25 de março de 2015 2

Fernando Gomes

O Inter venceu o Avenida no Beira-Rio. Por 1 a 0 e com boa dose de dificuldade. Ganhou a sétima no Gauchão, mas, assim como nos outros 15 jogos da temporada, segue sem apresentar um futebol sólido ou um jogo convincente. O técnico Diego Aguirre admite que a equipe ainda não deu liga. Assegura, porém, desconhecer os motivos pelos quais o seu time não encorpou em 2015.

- Estou esperando que o Inter jogue mais, não tenho uma razão, mentiria para vocês. Não gostei do espetáculo – disse Aguirre, questionado sobre a falta de um bom desempenho do Inter. – No futebol, o que pode acontecer é um time demorar um pouco para aparecer. Mas a minha confiança é total que o Inter vai aparecer na hora certa. O tempo dirá – emendou o técnico uruguaio.

Diego Aguirre repetiu que o esquema 3-5-2 não é definitivo. Mas acredita ter sido o que melhor se adapta às características dos jogadores colorados. Lembrou que em duas semanas terão início os jogos decisivos no Estadual, além da retomada da Libertadores.

- Temos que tentar encontrar uma regularidade. Todos queremos que o Inter jogue mais, que dê certo. Em 15 dias, começaremos a ter jogos decisivos. Prefiro arrumar o time ganhando. Tirei muitas conclusões desde o início do trabalho – argumentou o treinador.

De volta ao 3-5-2, o Inter dominou o primeiro tempo. Apesar de ter a iniciativa do jogo, não tinha a contundência necessária para marcar. Alex, com boa movimentação, acertou a trave, aos quatro minutos, em cobrança de falta. Na noite em que completou 33 anos, Alex ainda deixou Taiberson cara a cara com Villar, mas o goleiro fez uma arrojada defesa.

Se o Avenida mal conseguia passar da intermediária, a lentidão do Inter não permitia surpreender a defesa de Santa Cruz do Sul em contra-ataques. Paulinho, com um chute cruzado de fácil defesa de Alisson, aos 29 minutos, marcou o primeiro arremate do Avenida a gol. Na sequência, um pouco de emoção no jogo: Nilton concluiu, e Villa defendeu. Logo em seguida, na cobrança de escanteio, Nilton cabeceou e Michel tirou quase de dentro do gol.

Aos 34 minutos, Taiberson, lesionado, deu lugar a D’Alessandro, que não atuava desde 4 de março, quando se contundiu na vitória sobre o Emelec, no Beira-Rio, pela Libertadores. Com dois armadores, Alex e D’Alessandro, o Inter ficou mais insinuante. E, aos 41 minutos, fez 1 a 0, após cobrança de escanteio, desvio de cabeça de Nico Freitas e novo cabeceio, agora de Juan, empurrando para o gol. O primeiro tempo chegou ao fim com o Inter cumprindo a sua obrigação de vencer.
No segundo tempo, o que se viu foi um Avenida atrevido, chegando com alguma facilidade à área. Alisson fez pelo menos duas defesas difíceis para garantir a vitória.
O Inter terminou o jogo acuado em casa.

Diego Aguirre aposta que o tempo mostrará um Inter pronto para as finais do Gauchão e das fases decisivas da Libertadores. Mas, até agora, o que se vê é uma equipe distante deste otimismo demonstrado pelo treinador uruguaio.

Está no Chile o jogo-chave do Inter para se classificar em 1° no Grupo 4 da Libertadores

18 de março de 2015 16

Alexandre Ernst

Apesar de ocupar a segunda colocação do Grupo 4 da Libertadores, com os mesmos sete pontos do líder Emelec, o Inter está em boas condições para se tornar o primeiro colocado. Na próxima rodada, daqui a quatro semanas, os colorados enfrentarão a Universidad de Chile, em Santiago, enquanto o Emelec terá pela frente a altitude de La Paz, contra o The Strongest - a classificação atual apresenta Emelec (7), Inter (7), The Strongest (6) e Universidad de Chile (3).
Ocorre que o jogo na Bolívia será dois dias antes da partida no Chile. A tendência é que o The Strongest vença (já bateu Inter e La U, no Hernando Siles). Assim, os bolivianos ingressariam de vez na briga por uma das vagas às oitavas e os chilenos iriam a campo contra o Inter, dois dias depois, já eliminados. Com uma vitória em Santiago, o Inter passaria a liderar a chave e decidiria a última rodada em casa, contra o palatável The Strongest – que longe de casa já perdeu para Emelec e para La U.
A questão é: a decisão em Santiago será com Diego Aguirre na casamata do Inter?

Sincero Aguirre: "Para o título, falta muito"

18 de março de 2015 0

Rodrigo Buendias/AFP

Foi com a costumeira sinceridade que Diego Aguirre analisou o empate do Inter com o Emelec:
- Foi bom o ponto, pelo o que aconteceu, não pelo que apresentamos em campo. Temos que jogar mais.
O treinador uruguaio admitiu que o empate era o resultado dos sonhos do Inter no Equador. O empate manteve o Inter em segundo no Grupo 4, mas com a mesma pontuação do líder, Emelec. Mas lamentou o fraco futebol apresentado.
- Estou satisfeito pelo resultado. Era um dos nosso objetivos para a classificação. Jogamos bem o segundo tempo, mas, no final, tivemos problemas e poderíamos ter perdido. Para o título, falta muito. Estamos perto da classificação, mas, se quisermos ter vida longa na Copa, temos que compactar mais o time e mostrar mais futebol – disparou. – Contra o Emelec, somamos quatro pontos – recordou Alex, ao citar o empate mais a vitória por 3 a 2, no Beira-Rio.
Aguirre chegou a comemorar a pausa de um mês do Inter na Libertadores. Espera que até o retorno ao torneio, em 16 de abril, contra a Universidad de Chile, em Santiago, a equipe esteja apresentando um melhor futebol.
- É muito bom para o Inter dar esta parada de quatro semanas na Libertadores. Espero voltar com outra imagem, que o Inter possa definitivamente mostrar no campo as intenções que tem – finalizou o técnico do Inter.

Libertadores: Sasha e Vitinho, os destaques do Inter no 1 a 1 com o Emelec

18 de março de 2015 3

Rodrigo Buendia/AFP

Alisson
Seguro quando exigido. Sem culpa no gol. Nota 6

Ernando
Sem reação no gol do Emelec. Driblado com certa facilidade. Nota 4

Juan
Teve grandes dificuldades quando no mano a mano. Nota 5

Réver
Fez boas coberturas a Fabrício. Protagonista na expulsão de Lastra. Nota 6

Léo
Atrapalhado, falhou na marcação e foi desarmado com facilidade. Nota 4

Nicolás Freitas
Firme nos desarmes. Catimba na hora certa, como manda a Libertadores. Nota 6

Nilton
Tentou o ataque o tempo todo. Foi o que Aránguiz deveria ter sido. Nota 7

Aránguiz
Lento, não conseguiu ser o elo entre a defesa e o ataque. Saiu no intervalo. Nota 5

Alex
Articulador isolado do Inter, conduziu o time ao ataque até quando teve pernas. Nota 7

Fabrício
Foi o alvo preferido dos atacantes do Emelec. A noite toda. Nota 3

Eduardo Sasha
Mesmo sofrendo de “isolatite”, conseguiu se destacar no ataque. Nota 8

Vitinho
Deu nova vida ao ataque do Inter. Marcou um gol de centroavantão de área. Nota 8

Alan Costa
Entrou em uma defesa confusa. Sobreviveu a chutões. Nota 5

Anderson
Pouco contribuiu. Atuação opaca. Nota 5

Pela Libertadores, Inter tenta se reinventar na temporada

10 de março de 2015 1

Lauro Alves

O primeiro reflexo da derrota do Inter para o Juventude foi visto ontem à tarde, no CT Parque Gigante: o sistema tático mudou. Diego Aguirre deixou de lado o 4-2-3-1 e adotou o 3-5-2. A preparação não visa somente ao jogo de amanhã, contra o Aimoré, no Beira-Rio. Aguirre está de olho no Emelec. No dia 18, ele não poderá ser derrotado na cidade de Manta, caso contrário, pode se complicar no Grupo 4 – além de ter a sua sequência no clube interrompida.
Em seu primeiro 3-5-2, o técnico deverá escalar o time com Alisson; Alan Costa, Réver e Ernando; Léo, Nico Freitas, Nilton, Alex e Fabrício; Sasha e Vitinho. No treino, Aguirre posicionou apenas os alas, meias e atacantes. Os Alan Costa e Réver ficaram no time adversário – enquanto Ernando, que atuou os 90 minutos no Alfredo Jaconi, realizou apenas corridas.

Nico e Nilton ficaram responsáveis pela saída de bola desde o meio-campo. Ora com Alex – este mais próximo aos atacantes, Sasha e Vitinho -, ora com os novos alas, Léo e Fabrício. Três titulares, porém, estão fora, todos por lesão: D’Alessandro, Aránguiz e Nilmar. E ainda há Anderson, também em recuperação. Aguirre terá duas partidas para fazer com que a alteração de esquema de jogo dê certo, antes de embarcar para o Equador. Depois de receber o Aimoré, em casa, o Inter terá um difícil compromisso em Pelotas, contra o líder do Gauchão, o Brasil, na Boca do Lobo – uma vez que o Estádio Bento Freitas segue interditado.
na noite de domingo, após a derrota em Caxias do Sul, Diego Aguirre foi ao programa Bate Bola, da TV Com, fez um mea culpa pela falta de bom futebol do clube e confirmou a mudança na configuração da equipe.

- É possível que, fora de casa, adotemos um modelo de jogo com maiores precauções. Com os zagueiros que o Inter tem, o 3-5-2 é uma possibilidade real. Não estou de braços cruzados. Preciso fazer algo diferente do que tem sido feito – disse o treinador. – Ainda não temos um time. Mas o Inter voltará a ser o Inter – prometeu Aguirre.

Com os três zagueiros do 3-5-2, apenas um volante costuma ser utilizado no meio-campo. Assim, quando Aránguiz retornar ao time, possivelmente entrará na vaga do uruguaio Nico Freitas, e atuará como meia – deixando Nilton com a função de marcação. D’Alessandro deve ficar com a posição de Alex, enquanto Nilmar tem tudo para colocar Vitinho na reserva.

- Às vezes, é preciso mudar. Porque todas as equipes mudam, todas as equipes são diferentes – comentou Nico Freitas. – Aguirre é inteligente para saber como o Inter tem que jogar. E, nós, teremos que desempenhar o que ele pedir – acrescentou o volante, ao comentar a mudança de sistema.
Vice-campeão da Libertadores com o Peñarol de 2011, treinado por Diego Aguirre, o volante entende que a partida no Equador não definirá o destino colorado na Libertadores.

- O jogo contra o Emelec não decidirá nada, ainda restarão mais dois jogos (contra Universidad, em Santiago, e contra The Strongest, no Beira-Rio). Mas, ainda assim, precisamos vencê-los fora de casa – afirmou o volante.
O Inter tenta se reinventar na temporada. E encontrar um padrão de jogo em 2015. A mudança poderá começar a partir de amanhã.

O provável Inter, no 3-5-2, para enfrentar o Aimoré, amanhã, às 19h30min, no Beira-Rio: Alisson; Alan Costa, Réver e Ernando; Léo, Nico Freitas, Nilton, Alex e Fabrício; Sasha e Vitinho.

Diego Aguirre: "O Inter é confiável"

05 de março de 2015 13

Fernando Gomes

Em um jogo eletrizante, o Inter bateu o Emelec por 3 a 2, no Beira-Rio, e empatou em pontos com os equatorianos na liderança do Grupo 4 da Libertadores. Nilmar fez o primeiro gol ainda cedo, o Emelec virou na primeira etapa e, no segundo tempo, Alex e Réver marcaram os gols da sofrida virada. No desempate da chave, porém, o primeiro lugar ainda é dos equatorianos – que será o próximo adversário do time de Diego Aguirre no torneio, no dia 18, em Manta (EQU).
D’Alessandro e Nilmar saíram com lesões musculares. Amanhã, serão submetidos a exames de imagem, mas o argentino deverá voltar a campo somente na partida do Equador.
- Na Libertadores, os jogos são muito difíceis e vitórias como esta marcam muitas coisas para o time – disse Aguirre. – Estou feliz porque eles deram tudo, lutaram e tiveram coração. Às vezes, vale mais isto do que qualquer outra coisa – acrescentou.
O técnico admitiu os erros do Inter, ressaltou que a derrota complicaria a campanha do clube no torneio, mas preferiu destacar a bravura dos jogadores a falar sobre os problemas do time.
- Gosto muito destas vitórias. Tem que brigar, tem que ganhar e tem que se classificar para a próxima fase. Aceito as críticas, mas vamos falar sobre as coisas ruins quando o time perder. O Inter é um time confiável – comentou o treinador.
Aguirre ainda destacou a boa atuação de Nilmar:
- Quando o time precisa de grandes vitórias, aparecem os grandes jogadores.
O presidente Vitorio Piffero exaltou a união torcida-time para levar o Inter à virada. Porém, ainda espera uma atuação mais convincente:
- Uma equipe confiável amadurece com o tempo. Temos pouco tempo para já ter uma equipe madura. Esta construção não ocorre de uma dia para o outro. Estou mais satisfeito com o resultado do que com a atuação – afirmou o dirigente.
Elogiado por Diego Aguirre, Nilmar lembrou que foi o seu primeiro gol em Libertadores pelo Inter. Ele não havia enfrentado a Universidad de Chile porque estava suspenso.
- Sempre incomoda um atacante o fato de não fazer gols. Queria fazer uma boa partida. O gol sairia ao natural. Voltei para resgatar a adrenalina e a competitividade que perdi no Catar – comentou o camisa 7 do Inter.

Sorria, colorado. Nilmar está de volta

04 de março de 2015 1

Fernando Gomes

O Inter bateu o Emelec por 3 a 2, de virada, no Beira-Rio, e empatou por pontos com o líder do Grupo 4 (justamente o Emelec). Nilmar e Alex foram os destaques da partida. As notas:

Alisson
Foi deixado diversas vezes cara a cara com os atacantes. Uma defesa salvadora. Nota 6

Léo
Um pouco superior a Fabrício. Nota 5

Réver
Envolvido na defesa, mas fez um salvador gol de centroavante. Nota 6

Alan Costa
Envolvido com facilidade pelo ataque equatoriano. Nota 4

Fabrício
Um vacilo e… gol do Emelec. Nota 4

Nico Freitas
Joga sério, sem invencionices. Nota 6

Nilton
Um jogo de altos e baixos, com falhas de marcação. Nota 5

D’Alessandro
Boa atuação até uma lesão o tirar de campo, aos 43min do 1° tempo. Nota 6

Sasha
Se movimentou o tempo todo, mas faltou parceria no meio. Nota 6

Vitinho
Começo com grande intensidade, mas foi parando. Nota 5

Nilmar
A boa notícia é que Nilmar voltou. Nota 8

Alex
Mesmo reserva, é o goleador do Inter na temporada. Nota 8

Luque
Devolveu ao ataque a energia perdida com Vitinho. Nota 6

Jorge Henrique
Ajudou na reação final, a da virada do Inter. Nota 6

Inter bate U. de Chile e assume vice-liderança no Grupo 4 da Libertadores. Na véspera do Gre-Nal, titulares vencem a 1ª no ano

26 de fevereiro de 2015 5

Ricardo Duarte

Um Inter minimamente organizado (talvez pela primeira vez no ano) e com o domínio das ações durante boa parte do jogo, surgiu no Beira-Rio diante da Universidad de Chile. Venceu por 3 a 1 e assumiu a segunda colocação no grupo 4 da Libertadores. Na quarta-feira, de novo no Beira-Rio, terá um jogo decisivo contra o líder da chave, o Emelec – e no domingo haverá Gre-Nal, também no Beira-Rio, pelo campeonato estadual.

O Inter poderia ter feito o 1 a 0 nos chilenos ainda no começo do primeiro tempo. Dois lances de faltas deveriam ter resultado em pênaltis, um em Jorge Henrique, outro em Vitinho. Os de Santiago começavam a conter o Inter a faltas.

Apesar da posse de bola, porém, o ataque colorado era algo insosso, sem penetração e sem grande contundência área adentro. O primeiro tempo escorria para o final quando D’Alessandro teve a camisa puxada na área e, dessa vez, o árbitro deu o pênalti – e foi o menos claro dos três. D’Alessandro cobrou aos 46 minutos e fez o merecido 1 a 0.

No segundo tempo, a Universidad de Chile buscou o empate. Logo a dois minutos, Ubilla caiu na área, entre dois colorados. O árbitro, a léguas de distância do lance, não marcou pênalti, em uma jogada duvidosa. Não demorou para que Alex fosse a campo. Mas a saída de Vitinho, em vez de Jorge Henrique, fez com que Diego Aguirre fosse vaiado. Com menos de quatro minutos em campo, Alex lançou Jorge Henrique que parecia ter voltado no tempo, correu como nunca no Inter e marcou o 2 a 0 contra os chilenos.

O Inter relaxou e cedeu espaços. Canales descontou e foi para cima do Inter. Para evitar a pressão, Aguirre trocou Jorge Henrique por Nico Freitas. O 3 a 1 do desafogo e que confirmou o Inter na vice-liderança do Grupo 4 começou em um passe de Nilton para Aránguiz, que deu um lançamento espetacular para Sasha marcar o gol que encaminhou a partida.

Os titulares de Aguirre venceram a primeira na temporada – com um público de 35.833 torcedores, que deixaram nos cofres do clube uma renda superior a R$ 1 milhão. Os triunfos anteriores haviam sido conquistados pelo time reserva. O Inter cresce na temporada na Libertadores e na véspera do Gre-Nal, válido pelo Gauchão. Contra o Grêmio, o Inter poderá ter até meio time de suplentes no clássico do Beira-Rio.

Pela Libertadores, Inter cumpre promessa, preenche cota de gringos e eleva a folha para R$ 12 milhões

20 de fevereiro de 2015 13

Foto: olweb.fr / Divulgação
Foto: olweb.fr / Divulgação

Não falta esforço para a direção do Inter na busca de reforços para realizar uma boa campanha na Libertadores e tentar o tricampeonato – apesar do trôpego começo de campanha em La Paz, com a derrota por 3 a 1 para o The Strongest. Com a contratação de Lisandro López, o atacante argentino havia sido oferecido ao Beira-Rio ainda em 2013, mas, na época, não houve como trazê-lo de volta à América do Sul.

Com Lisandro – que deverá ser apresentado na próxima semana e deverá assinar um contrato por até três temporadas -, o presidente Vitorio Piffero e o diretor de futebol Carlos Pellegrini cumprem uma das promessas da eleição: preencher a cota de estrangeiros. Além de D’Alessandro, Aránguiz e Luque, agora o clube conta com Nico Freitas e Lisandro Lopez. São três argentinos, um chileno e um uruguaio.

Mais: após a saída de diversos jogadores ao final da temporada passada, o Inter retoma os investimentos e devolve a folha do futebol para a casa dos R$ 12 milhões mensais.

Ainda que Lisandro López estivesse jogando no Al-Gharafa, do Catar, ele passará por um período de retreinamento e passará a ser utilizado no Gauchão, até que possa ser inscrito na Libertadores, a partir das oitavas de final – caso o Inter esteja lá -, ao final de abril. López foi indicação do técnico Diego Aguirre. Assim como o uruguaio Nico Freitas.

Em 2015, o Inter já contratou Réver, Vitinho, Anderson, Léo, Nilton, Nico Freitas e Lisandro López.

Por que The Strongest?

13 de fevereiro de 2015 3

Foto: Aizar Raldes / AFP
Foto: Aizar Raldes / AFP

Adversário do Inter na abertura da Libertadores, nessa terça-feira, em La Paz, o The Strongest possui um dos nomes mais curiosos da América. Afinal, por que um time boliviano se chama “O Mais Forte”?

Foi assim: a partir de 1899, começaram a surgir clubes de futebol na Bolívia. Em La Paz, nasceram o La Paz Football Club, que depois virou Bolivian Rangers FC, e o The Thunders FC. Depois vieram o Dread Club e o Victory Club (todos nomes em inglês por influência dos inventores do futebol, como Sport Club Internacional e Grêmio Foot-ball Porto Alegrense, por exemplo). Mas nenhum deles durou muito tempo. Fechavam e reabriam ou mudavam de nome.

Foi então que, em 1908, um grupo de amigos se reuniu em La Paz a fim de fundar e jogar por um clube que realmente se mantivesse por bom tempo, que realmente fosse “o mais forte”. Foi aí que surgiu o “Strongest” (em inglês, mais forte). Mas, para dar ênfase mesmo ao novo clube, ele foi rebatizado: The Strongest (o mais forte).

O clube vingou e em 2015 comemorará 107 anos. Por causa das cores, o amarelo e o preto, ganhou o apelido de Tigre.