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Posts com a tag "olímpico"

Grêmio voltará ao Olímpico nas quartas de final da Taça Farroupilha

10 de abril de 2013 11

Pelo jeito, o Olímpico ainda viverá muitas despedidas, depois da oficial, em dezembro passado.

Quando se imaginava que a Arena seria definitivamente o local de jogos do Grêmio, eis que o antigo estádio será reativado.

Será dias 20 ou 21 de abril, pelas quartas de final da Taça Farroupilha, já que o Grêmio, líder do Grupo A, dificilmente deixará de ser o mandante em seu jogo.

A Arena, como se sabe, estará fora de uso devido ao show de Roberto Carlos, dia 20.

No último jogo no Olímpico, dia 17 de fevereiro, houve vitória por 1 a 0, contra o Veranópolis (foto).



Gestor da Arena: "Imagina se alguém iria barrar o presidente Fábio Koff?"

08 de abril de 2013 8

Para o presidente da Arena Porto-Alegrense, Eduardo Pinto (foto), os problemas operacionais surgidos nos primeiros jogos da Arena poderiam ocorrer em qualquer estádio recém inaugurado no país. Ele lamentou o episódio ocorrido antes do jogo entre Grêmio e Cerâmica, em que o presidente Fábio Koff, por não portar o crachá usado pelos dirigentes, precisou apresentar ingressos para poder subir no elevador.

- Quando fiquei sabendo, liguei imediatamente para ele. E obtive a garantia de que não foi nada mais grave. Imagina se alguém iria barrar o presidente Fábio Koff? Foi somente um pequeno problema de identificação. Até eu posso não ser reconhecido em algum momento - disse Eduardo Pinto.

Desde janeiro, com o objetivo de minimizar os problemas, a Arena Porto-Alegrense oferece cursos de aperfeiçoamento para seus funcionários. Segundo Eduardo Pinto,a cada partida diminui o percentual de reclamação dos torcedores.

- A Arena é uma joia que ainda está sendo lapidada. Certamente o Olímpico também teve problemas nos primeiros jogos depois de inaugurado. Deve ter acontecido no Beira-Rio também. São coisas normais numa casa nova- entende o dirigente.


Libertadores: Grêmio e OAS unem forças para a liberação da Arena

26 de fevereiro de 2013 4

O Grêmio e a OAS se unem a fim de levar a partida contra o Caracas para a Arena. De um lado, Fábio Koff ganha tempo junto à Conmebol e deve indicar o novo estádio como o local para o jogo. Com a seguinte ressalva: caso a Prefeitura não conceda o Habite-se até o dia 5, data do confronto, a partida poderá ser realizada no Olímpico. Mas, agora, a tendência é que a partida seja confirmada para a Arena.
Em outra frente, os executivos da OAS buscariam diretamente junto ao prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, a garantia que a Secretaria Municipal de Urbanismo (Smurb) concederá o Habite-se assim que as correções forem feitas. A partir de agora, uma força-tarefa será mobilizada pela Arena Porto-Alegrense, a fim de deixar o estádio em condições para a nova vistoria da Smurb.
Segundo informou o secretário Cristiano Tatsch a ZH, as obras exigidas pela Smurb levariam de sete a 10 dias para serem executadas - sem o advento de uma força-tarefa. Há, por exemplo, a necessidade de nivelar os degraus de algumas escadarias de acesso ao estádio.
- Se houver alteração de local teremos que comunicar. Falta um documento que retira qualquer impedimento para que haja eventos na Arena. Os representantes estão procurando agilizar o encaminhamento da liberação total do estádio - disse Koff. - O Olímpico está habilitado para receber o jogo. Mas o Grêmio está com uma casa nova, que é a Arena, e queremos mandar o jogo lá. O Olímpico é uma alternativa se a Arena não estiver em condições - acrescentou o dirigente.
Questionado sobre os problemas do gramado, cujo piso irregular desagrada aos jogadores, o presidente gremista afirmou:
- Para que o gramado fique com a qualidade do piso do Olímpico, acho que só no final do mês de março. Não sei como está agora, espero que melhor. Mas não falei com Luxemburgo, soube que ele esteve lá ontem, caminhando no gramado.

Cristiano Tatsch, secretário de Urbanismo: "Correções na Arena podem ser feitas em até 10 dias"

26 de fevereiro de 2013 4

O secretário municipal de Urbanismo, Cristiano Tatsch, entende que as correções exigidas pela sua pasta, a fim de conceder o Habite-se para a Arena, podem ser realizadas em até 10 dias. Tatsch alega que, por se tratar de uma empresa privada, a Arena Porto-Alegrense, os itens (são mais de 10) a serem corrigidos no estádio não podem ser revelados. Revela apenas um deles: o desnível de degraus em algumas das escadarias de acesso ao estádio.
- A maioria das correções a serem executadas são coisas comuns em uma obra desse tamanho. Coisas que podem ser corrigidas em uma semana ou em até 10 dias, com a equipe de trabalho que eles têm à disposição na Arena - disse Tatsch. - O certo é que a Prefeitura não dará o Habite-se sem que o estádio esteja totalmente de acordo com o projeto que foi aprovado na Prefeitura - completou o secretário.
Tatsch admite que a tragédia de Santa Maria tornou os órgãos públicos mais exigentes quanto às liberações de edificações. E entende que as exigências feitas pela Secretaria Municipal de Urbanismo (Smurb) estão dentro da lei, sem qualquer rigor a mais que poderia impedir o Grêmio de jogar em seu novo estádio.
- Temos que tirar lições dos últimos acontecimentos. A Arena apresenta as melhores condições ao torcedor. A Arena é uma evolução para o torcedor gaúcho, mas a Prefeitura não pode dar o Habite-se para uma obra que ainda tem alguns problemas. É para o bem de todos - afirmou o secretário. - A decisão de jogar no Olímpico ou na Arena contra o Caracas é do Grêmio. Há tempo hábil para as soluções dos problemas. Estamos fazendo o nosso papel - concluiu Tatsch.
Até agora a Arena Porto-Alegrense não se manifestou sobre o estádio e as correções a serem feitas. Grêmio x Caracas, no dia 5, pela Libertadores, está por ser confirmado para o Estádio Olímpico.

Libertadores: Grêmio deverá comunicar à Conmebol que está de volta ao Olímpico

25 de fevereiro de 2013 10

O Grêmio deverá enfrentar o Caracas no Estádio Olímpico. A partida válida pela terceira rodada da Libertadores, em 5 de março, poderá ser confirmada ainda nesta terça-feira pelo clube e comunicada à Conmebol. Tudo porque a Secretaria Municipal de Urbanismo (Smurb) não concedeu o Habite-se à Arena. Segundo os técnicos da secretaria, que realizaram a vistoria no estádio na última quinta-feira, ajustes ainda precisam ser feitos no estádio.
Conforme nota oficial da Smurb, o Habite-se parcial somente será concedido quando os ajustes solicitados forem realizados e após a realização de nova vistoria do corpo técnico da secretaria. E tempo não há porque o Grêmio precisa comunicar até as 15h de amanhã o local da partida.
- Me comprometi informar oficialmente à Conmebol onde jogaremos contra o Caracas. E farei isso - afirmou o presidente Fábio Koff.
No entendimento da Federação Gaúcha de Futebol, o Grêmio não necessitaria comunicar á entidade com tamanha antecedência, pois os dois estádios registrados pelo clube na Libertadores (Arena e Olímpico) ficam em Porto Alegre. A comunicação seria obrigatória se as "casas" ficassem em cidades diferentes.
Durante a tarde dessa segunda-feira, o presidente da Arena Porto-Alegrense, Eduardo Pinto, esteve na Smurb, a fim de saber quais os pontos a serem corrigidos pela administradora.
O Habite-se para o novo estádio até poderá ser concedido durante a semana, desde que a Arena Porto-Alegrense comprometa-se a realizar os ajustes exigidos - e se a nova vistoria da Smurb entender que as correções foram executadas.
De qualquer forma, o Habite-se a ser confirmado pelo Município será somente parcial, uma vez que os Bombeiros ainda deram um prazo até abril para a administradora, a fim de conceder o PCCI (Plano de Prevenção Contra Incêndios), documento que liberará o estádio em definitivo. A Smurb não detalhou quais são os "ajustes" a serem feitos na Arena.
Cristiano Tatsch, secretário municipal de urbanismo, foi definitivo em comunicado oficial sobre a Arena:
- Assim que os ajustes forem realizados, a prefeitura fará nova vistoria - disse o secretário Cristiano Tatsch.
A Arena Porto-Alegrense ainda não se manifestou sobre os ajustes a serem feitos no estádio.

Libertadores: Grêmio x Caracas poderá ser disputado no Estádio Olímpico

21 de fevereiro de 2013 37

Para manter o bom futebol e a campanha no Grupo 8 da Libertadores, diante do Caracas, no dia 5, é possível que o Grêmio atue no Estádio Olímpico. Ao menos esse é o desejo dos jogadores.
Por causa da grande quantidade de areia no gramado da Arena, os atletas acabaram as partidas contra LDU e Huachipato (na foto, antes da partida contra os chilenos) demasiadamente desgastados, devido ao maior esforço do que em um campo em boas condições. O gramado do Olímpico é visto com bons olhos, ainda que institucionalmente isso possa causar algum constrangimento na relação Grêmio-OAS.

FOTO: em dezembro, Grêmio tratou Gre-Nal como despedida do Olímpico em jogos oficiais

11 de janeiro de 2013 37

Comunicado colado na parede do Olímpico no dia 1° de dezembro. Foto: Wendell Ferreira/Agência RBS

O Grêmio voltará a jogar no Estádio Olímpico de forma oficial. Os dois primeiros jogos do time no Gauchão, contra Canoas e Santa Cruz, serão no antigo estádio. No entanto, em dezembro, o próprio clube tratou oficialmente o Gre-Nal 394 como a despedida do Olímpico em partidas oficiais.

A foto acima foi tirada no dia 1° de dezembro de 2012, na véspera do clássico. Em um comunicado colado na parede ao lado do Memorial Hermínio Bittencourt, o clube informava que os ingressos para o Gre-Nal estavam esgotados e ressaltava que o jogo era a última partida oficial no estádio. O comunicado dizia ainda que aquele era um momento histórico na vida do Grêmio.

Hélio Dourado se une a Ruas pelo tombamento do Estádio Olímpico

18 de dezembro de 2012 21


O projeto do vereador Pedro Ruas (Psol) para tombar o Estádio Olímpico ganhou um reforço: Hélio Dourado. O ex-presidente do Grêmio, que construiu o anel superior do Olímpico e que é contra a Arena, fará um ato de apoio a Ruas, amanhã, às 11h, na Câmara de Vereadores.
O projeto de Pedro Ruas, que impede que o estádio seja implodido ou que sofra qualquer alteração em sua arquitetura, será votado na segunda quinzena de fevereiro. Se aprovado, ele ainda precisará ser sancionado pelo prefeito José Fortunati para que vire lei.

Vereador votou no Projeto da Arena, mas quer preservar o Olímpico

17 de dezembro de 2012 30

O vereador Pedro Ruas (PSOL) quer impedir que o Estádio Olímpico seja implodido. Para isso, apresentará um projeto de tombamento do estádio na manhã desta terça-feira, na Câmara Municipal. Se aprovada, a proposta do vereador de 56 anos de idade e sócio do Grêmio desde o Mundial de 1983, a estrutura e o gramado do Olímpico serão considerados patrimônio histórico e, portanto, intocáveis. Conselheiro do Grêmio por 12 anos, incluindo o período de 2008 no qual o Conselho Deliberativo aprovou toda a negociação com a OAS, da troca do Olímpico pela construção da Arena, Ruas afirma não lembrar como votou na ocasião, mas assegura que aceitaria a transação, desde que o velho estádio não fosse demolido. Desde sexta-feira, quando o projeto ficou pronto, o vereador garante estar recebendo telefonemas de apoio e, outros, anônimos com xingamentos e ofensas. O seu único temor é que não haja tempo para que o projeto seja sancionado na Câmara e aprovado pelo prefeito José Fortunati antes da implosão do estádio.
A seguir, os principais trechos da entrevista:

Zero Hora - Por que tombar o Estádio Olímpico?
Pedro Ruas - Porque é um patrimônio histórico e cultural do Rio Grande do Sul. Ele retrata o conhecimento arquitetônico e esportivo da década de 50, de grandes jogos e grandes títulos. Faz parte da alma gaúcha. O tombamento do Olímpico é uma necessidade imperiosa de preservação de nossos bens. O tombamento do estádio, não das adjacências. Tombamento não é desapropriação, não muda a propriedade, do Grêmio, da OAS, de um terceiro... O proprietário pode fazer o que quiser, menos mexer na estrutura do estádio nem no campo. Impede que sejam feitas mudanças arquitetônicas na estrutura que já existe. Não há verba pública envolvida. Não há custo para o Município ou para o Estado.

ZH - E o senhor desejaria transformar o Olímpico em estádio municipal, por exemplo?
Ruas - Não posso definir isso. Gostaria que ele tivesse salas de aula, pronto socorro, delegacia de polícia, sede de atletismo de alto rendimento, com a utilização do campo como ocorreu em 1963, na Universíade. Mas isso não está no projeto. É uma obra muito pronta para ser colocada abaixo para especulação imobiliária. Só posso colocar no projeto a ideia de preservação.

ZH - O senhor não teme que o seu projeto seja entendido como populista?
Ruas - Não. O mérito deve ser analisado. O mérito é indiscutível. Qualquer tipo de tombamento pode ser questionado e não a circunstância de isso mexer com A ou B.

ZH - E por que somente agora o projeto de tombamento, quando a Arena já foi entregue ao Grêmio?
Ruas - Quando houve o abraço ao Olímpico (em 15 de setembro, com a presença estimada pela Brigada Militar de mais de 10 mil pessoas), fui procurado por dezenas e dezenas de torcedores. Eu esperava que houvesse algum uso posterior à entrega do Olímpico, mas não via isso como um clamor público seis meses atrás. No dia da eleição para presidente (em 21 de outubro) também fui procurado. Não acho correto o sistema que foi utilizado com o Corinthians, com verba pública envolvida. Não é desapropriação. Tombamento é a única medida jurídica que preserva o Olímpico.

ZH - Mas como ficaria a negociação Grêmio/OAS, uma vez que o Olímpico foi dado como contrapartida à Arena?
Ruas - Essa questão é estranha ao tombamento. O tombamento pode ser do agrado ou não do proprietário, ele independe disso. Acho que há maneiras para compor. A propriedade não é absoluta no Brasil, nem pode ser. A preservação da história é indiscutível. A cidade pode ou não pode perder o Olímpico? Não, não pode.

ZH - O Grêmio não acabaria prejudicado com o tombamento?
Ruas - Não vejo prejuízo algum. Tem que perguntar isso ao presidente Fábio Koff. Mas não é esse o debate.

ZH - Como conselheiro do Grêmio, o senhor aprovou o negócio com a OAS?
Ruas - Não lembro, mas digo com tranquilidade: votaria pela aprovação da Arena e da venda do Olímpico, desde que o estádio fosse preservado. Não questiono. O questionamento agora é de outra ordem: a preservação de um bem historicamente relevante. Na Câmara, a votação ocorreu em 2008, e eu não era vereador.

Gre-Nal: ingressos para os colorados a partir de sexta, no Gigantinho

28 de novembro de 2012 0

Os mil ingressos destinados pelo Grêmio à torcida do Inter, para o Gre-Nal de despedida do Olímpico, estarão à venda a partir de sexta-feira, das 10h às 18h, na bilheteria do Gigantinho. Os bilhetes custam R$ 90 e, na sexta, serão vendidos apenas aos sócios. Se sobrarem entradas, elas estarão disponíveis ao público geral a partir do sábado. Cada torcedor poderá comprar somente um ingresso.

As entradas para a torcida do Grêmio já se esgotaram. A previsão é de um público total de 46 mil torcedores no clássico deste domingo.