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Posts com a tag "Rafael Moura"

Inter deverá vender Rafael Moura ao final do Campeonato Brasileiro

20 de outubro de 2014 6

Mateus Bruxel

Rafael Moura deverá ser vendido ao final do Brasileirão. Uma oferta do futebol mexicano levará o camisa 11 do Beira-Rio. A proposta, feita ao clube semanas atrás, se tornará realidade assim que o campeonato chegar ao fim. É bem provável que a negociação ocorra por um valor inferior aos quase 3 milhões de euros (R$ 9,3 milhões) pagos pelo Inter ao Fluminense, em 2012, mas ao que tudo indica, o futuro de Moura será mesmo na América do Norte.

Moura tem 79 jogos pelo Inter e 22 gols marcados – os mais importantes, os dois da virada sobre o Grêmio, no jogo de ida das finais do Gauchão, na Arena. Com a chegada de Nilmar, perdeu espaço no elenco. Wellington Paulista deverá permanecer.

Além disto, ficou marcado pela falta de gols, pelo gol perdido no Independência contra o Atlético-MG e, mais recentemente, por ter assumido o risco de ir para o gol na partida contra a Chapecoense, assim que Dida foi expulso – e em tempo de sofrer o quinto gol, de pênalti. Contra o Corinthians, no Beira-Rio, não foi opção para tentar reverter o jogo.

Inter: O quinto gol da Chapecoense é uma pintura de Salvador Dalí

10 de outubro de 2014 12

Sirli Freitas

A goleada de 5 a 0 do Inter para a Chapecoense entrou para a história do clube. Apenas uma vez no Brasileirão, o Inter havia sofrido uma derrota deste tamanho. Havia sido em 2003, na última rodada, quando o Inter de Muricy Ramalho perdeu por 5 a 0 para o São caetano de Tite. Na ocasião, os colorados precisavam vencer a turma do ABC para obter vaga à Libertadores.

Mas o Fiasco de Santa Catarina tem algo de surreal. Lá atrás, o São Caetano ainda tinha um bom time e foi à Libertadores. Agora, o Inter foi goleado por um time que tenta apenas sobreviver à Série A e cuja folha mensal é de R$ 1,6 milhão – contra a do Inter, de quase R$ 10 milhões. Mas Salvador Dalí (o mestre catalão do surrealismo) esteve presente em Chapecó com a cena acima: o gol de pênalti, sofrido pelo centroavante Rafael Moura.

Abel Braga já havia realizado as três substituições quando Dida cometeu pênalti em Diones – após erro de Ernando -, foi expulso e entregou a camisa 1 para Moura. Rafael Moura já sofre com o estigma de um atacante que faz poucos gols. Para piorar a sua trajetória no clube, sofreu um gol (na foto) – ainda que a sua coragem em tentar defender o pênalti seja digna de elogios.

A vitória dos renegados: Dida e Rafael Moura, os melhores do Inter no 1 a 0 sobre o Atlético-PR

20 de setembro de 2014 6

 GERALDO BUBNIAK / ESTADÃO CONTEÚDO

Dida
Salvou o time com três defesas. Uma delas, no chão, de pura agilidade e reflexo. 8

Gilberto
Parecia não saber o momento de avançar. Exagerou em algumas faltas. 4

Paulão
Simplificou as jogadas a fim de evitar erros. Foi ao ataque sempre que pôde. 7

Ernando
Estava no Gauchão, afastando bolas a chutões para todos os lados. Saiu por lesão. 6

Fabrício
Sozinho, foi um caminho livre para os avanços de Douglas Coutinho e de Marcelo. 3

Wellington
Se juntou aos zagueiros para conter as subidas dos adversários. Lutou o tempo todo. 5

Aránguiz
Firme na marcação, pouco conseguiu contribuir com o setor ofensivo. 5

Alex
Foi o mais efetivo do meio-campo, mesmo com o gramado encharcado. 7

Sasha
Muito esforço, pouca inspiração. Tem mais recursos. Um bom chute ao gol. 5

D’Alessandro
Com a criação prejudicada pelas péssimas condições do campo, quase fez gol olímpico. 5

Wellington Paulista
Sem articulação, devido às poças d’água, virou uma nau à deriva na grande área. 4

Juan
Substituiu Ernando e manteve o veloz ataque paranaense sob controle. 6

Rafael Moura
O centroavante voltou. Depois de desviar para Valdívia, ele ainda pegou o rebote do meia e marcou o gol da vitória. 8

Valdívia
Jogou apenas 13 minutos, mas deu ao time a velocidade que faltava para vencer o jogo. 6

Segue o seco

18 de setembro de 2014 2

Agência RBS

Ricardo Duarte

Para tentar voltar a Porto Alegre com quatro pontos, na gira de Sport e Atlético-PR, Abel Braga poderá utilizar Rafael Moura e Wellington Paulista juntos, amanhã, na Arena da Baixada. O técnico elogiou o desempenho de seus centroavantes no 0 a 0 com o Sport.
A dupla, porém, não marca há tempos. Moura não faz gols há 859 minutos em nove jogos que esteve em campo, quase todos como titular. Já Wellington Paulista, não marca há 740 minutos, em 12 partidas que iniciou ou entrou no segundo tempo.
Nilmar será apresentado oficialmente nessa sexta-feira. E ainda não tem data para estrear.

Rafael Moura paga o pato por ser visto como xodó

09 de setembro de 2014 9

Felix Zucco

A instabilidade técnica, psicológica e de resultados do atual Inter fez com que a torcida marcasse Rafael Moura na paleta. O camisa 11 não é o culpado dos males do time, mas está acuado. Rafael Moura é um centroavante à moda antiga, paradão e com pouca habilidade para encontrar soluções em meio a um jogo. Mas, quando abastecido, é um sujeito eficiente. E, isto, não vem acontecendo.

Rafael Moura é, hoje, um jogador sem confiança. Um finalizador precisa de gols e ele não os faz há oito jogos. Para piorar, errou, contra o Atlético-MG, um daqueles gols de virar vinheta de TV, com o narrador dizendo “este até a minha mãe faria”. Moura não fez. O Inter perdeu. De repente, Rafael Moura passou a personificar, para o torcedor, todos os males do Inter e de um período de derrotas na Copa do Brasil, na Sul-Americana e no Brasileirão. De um Inter que se acostumou a conquistas internacionais e que há três temporadas desperdiça chances de novas conquistas.

Moura não tem culpa de ser escalado, tampouco de não ser preservado quando não está bem. Mas, também não por sua causa, ganhou fama de xodó da comissão técnica, que desde a chegada ao clube disse que o atacante seria titular. E isto geralmente vai contra o que se pensa na arquibancada – foi assim com o atacante Michel, no mesmo Inter, anos atrás. Coube a Rafael Moura dar o banho de água gelada no técnico do Inter, na brincadeira do “Desafio do balde de gelo”, entre as celebridades. Defendido pelo treinador, Moura acabou ficando exposto, voltou a errar, foi vaiado em casa – com doses de crueldade, que o magoaram. Publicou nota via assessoria de imprensa, como já havia feito em Gramado, na pré-temporada. Mostrou seus gols e números na temporada. Entende que sejam bons.

Nada disto porém adiantará se Moura não voltar a marcar e logo. Já contra o Vitória, no Barradão – se for escalado. Ao que tudo indica, nem mesmo a grife de homem Gre-Nal salvou He-Man. Para mostrar que ainda tem a força, precisará voltar às redes.

A nota oficial da assessoria de Rafael Moura:

“Após a partida deste fim de semana contra o Figueirense, pelo Campeonato Brasileiro, aconteceram manifestações na saída do estádio Beira-Rio que me motivaram a expressar minha opinião sobre o momento atual vivido pelo Sport Club Internacional.
Uma coisa é fato: a maneira que a torcida do Inter encontrou para demonstrar sua insatisfação com o time é digna de aplauso. Vai ao estádio, paga ingresso, vaia da arquibancada e, tudo isso, sem partir para a agressão física. Atitude essa que deveria servir de exemplo para as torcidas em geral da maioria dos clubes, devido à presença da consciência de que a violência em hipótese alguma deve ser utilizada para resolver um conflito entre partes interessadas em um mesmo objetivo.
Podem ter certeza que nós jogadores estamos atentos a isso e com os brios mexidos, tanto que estou aqui para discutir o assunto com vocês. A cobrança no futebol é aceitável e um jogador tem que saber conviver com ela, gostando ou não.
Na maioria dos clubes, a mesma torcida que critica é aquela que apoia e empurra o time para as vitórias. No caso do Internacional, sei claramente que é ainda mais intensa e fiel essa relação entre torcedor e instituição, pois trata-se de mais de 100 mil sócios que investem o resultado do suor do seu trabalho para ver o time competitivo e lutando por títulos.
No entanto, eu afirmo com convicção que sou um atleta sério e compromissado com a minha profissão. Então, para ser coerente comigo mesmo, devo deixar claro o outro lado da moeda. O Inter tem hoje o quinto maior goleador da temporada – no caso, eu – entre todos os atacantes dos 20 clubes da primeira divisão do Campeonato Brasileiro. Não é algo fácil, ainda mais considerando a visibilidade e a preocupação causadas em cada adversário que entra em campo para enfrentar o nosso time.
Sinceramente, não entendi no último jogo, quando nossa equipe ainda vencia o jogo por 2×0, o motivo de eu escutar vaias todas as vezes em que encostava na bola. É lógico que, perder da forma como perdemos, tomando uma virada após ter esse placar a nosso favor, é algo vergonhoso para todos nós. Mas o mérito do adversário nunca pode ser menosprezado, seja qual time for.
Contudo, o meu questionamento é em relação à falta de apoio mesmo quando o placar estava favorável. Estar vencendo por 2×0 jamais é motivo para que a vaia seja maior do que o incentivo. Se comigo, que a carreira inteira fui acostumado com a pressão em grandes clubes, como Atlético-MG, Corinthians e Fluminense, e, mesmo assim, ainda fico realmente desestabilizado quando isso acontece, imaginem com a “molecada” da base que está tendo seus primeiros momentos como jogador profissional. Podem ter certeza de que as vaias direcionadas a mim também refletem no restante do time.
Não consigo mesmo entender um jogador ou o time ser vaiado no momento em que está construindo a vitória. Entendo perfeitamente a cobrança, a vaia e os manifestos virem após a partida terminar. Sei da grandeza do clube e da importância que os jogos, principalmente no Beira-Rio, têm para o torcedor do Inter. É, sim, fundamental vencermos em casa, mas o time é uma engrenagem, que não tem como funcionar bem se não estiver em sintonia com o seu torcedor.
Sou homem o suficiente para assumir a parte da responsabilidade que me cabe e estou pronto para dar a resposta que a nação colorada espera de mim dentro de campo. Sonho, assim como todos os torcedores, em ser campeão brasileiro pelo Inter e conto com o apoio de vocês.
Saudações coloradas!

Rafael Moura”

Cotação: Rafael Moura faz o impossível, defesa erra no final e Inter perde a segunda seguida

23 de agosto de 2014 34

Foto: Bruno Cantini / Divulgação / Atlético-MG

Foto: Bruno Cantini / Divulgação / Atlético-MG

Dida
Entre algumas boas intervenções e defesas com o arriscadíssimo golpe de vista. 5

Wellington Silva
Teve a missão de marcar Tardelli. Ainda surgiu o tempo todo à frente. Saiu com lesão muscular. 6

Ernando
Mais uma atuação segura, mesmo contra o arisco Tardelli. Forma boa dupla com Juan. 6

Juan
Se antecipou à maioria das jogadas e evitou deixar atacantes cara a cara com Dida. 7

Fabrício
Partida de boa intensidade tanto na marcação, quanto no apoio. Estava fora de lugar no 1 a 0. 5

Ygor
Desta vez, fez o básico: desarmou, espanou ou passou curto. 5

Wellington
Combativo, roubou diversas bolas e quase sempre as conectou a Valdívia. Falhou na cobertura no gol do Atlético. 5

Aránguiz
Está desasado. Atuando mais avançado, se tornou um jogador comum e até com falhas de marcação. 5

Valdívia
Criou boas jogadas no 1º tempo. Não resiste a divididas e parece sem força para concluir os lances. Saiu com cãibras. 6

D’Alessandro
Desligado, foi desarmado até por Dátolo. Nem Victor o inspirou. Levou o 3º amarelo e saiu no intervalo, com dores na coxa. 3

Rafael Moura
Constrangedor. Desta vez a bola chegou e ele errou dois gols “imperdíveis”. Um deles, sem goleiro e na pequena área. 1

Alex
Deu novo ânimo ao setor. Com Alex, o Inter teve o seu melhores momentos no Independência. 7


Claudio Winck
Se uniu ao ataque, com lançamentos e cruzamentos para a área. 6

Otávio
Ainda fora de ritmo, tentou dar velocidade às jogadas de meio-campo. 5

No museu do Inter: Rafael Moura terá que devolver o Lupicínio Rodrigues

13 de maio de 2014 6

J. Botega

Apesar dos pedidos de Rafael Moura, para que a taça siga em seu museu particular, o Lupicínio Rodrigues terá que retornar a Porto Alegre.
- Tenho certeza que o Rafael entenderá. Ele mesmo procurou a direção de futebol e disse que estava com o troféu. Essa taça é do Inter, foi conquistada pelo clube, não apenas por um jogador. O troféu ficará no museu do Inter – disse o presidente Giovanni Luigi.

Entenda o caso
Entregue pela prefeitura de Porto Alegre ao campeão gaúcho de 2014, como uma espécie de segundo troféu – uma vez que o principal foi aquele da Federação Gaúcha de Futebol -, o 100 Anos de Lupicínio Rodrigues parecia ter sido roubado durante a comemoração pelo tetracampeonato, em Caxias do Sul.
Naquela tarde, após a goleada de 4 a 1 sobre o Grêmio, no Centenário, e a confirmação do título, os jogadores receberam duas taças. Moura se agarrou à de Lupi. E a levou embora. Para a sua casa, em Belo Horizonte.
- É uma história engraçada. A taça está na minha casa. Levei a taça para o vestiário e falei para todo o mundo que ficaria com ela. Pelos gols no Gre-Nal (da Arena, ele fez os dois na virada por 2 a 1, pelo clássico de ida das finais do Gauchão), pelo titulo. A taça está em BH, entreguei para a minha mãe – disse Moura (na foto, já agarrado à taça), confessando o “roubo” do troféu.
Impressionado com a repercussão, e preocupado com a desconfiança que a taça havia sumido por ser Lupicínio o autor do hino do Grêmio, Moura tratou de esclarecer a situação.
- Essa taça tem muito valor. É especial e está no meu museu, em Belo Horizonte. Vou pedir para para continuar com ela. Mas, se precisar, devolvo, entro em acordo com a direção – concluiu Rafael Moura.

Fim do mistério. Rafael Moura se entrega: Taça Lupicínio Rodrigues não foi roubada. Está na casa do centroavante

13 de maio de 2014 9

J. Botega

E o culpado é… o centroavante.
Foi Rafael Moura quem se adonou da taça Lupicínio Rodrigues, entregue pela prefeitura de Porto Alegre ao campeão gaúcho de 2014, como uma espécie de segundo troféu – uma vez que o principal foi aquele da Federação Gaúcha de Futebol -, e que se imaginava ter sido roubada durante a comemoração pelo tetracampeonato, em Caxias do Sul.
Naquela tarde, após a goleada de 4 a 1 sobre o Grêmio, no Centenário, e a confirmação do título, os jogadores receberam duas taças. Moura se agarrou à de Lupi. E a levou embora. Para a sua casa, em Belo Horizonte.
- É uma história engraçada. A taça está na minha casa. Levei a taça para o vestiário e falei para todo o mundo que ficaria com ela. Pelos gols no Gre-Nal (da Arena, ele fez os dois na virada por 2 a 1, pelo clássico de ida das finais do Gauchão), pelo titulo. A taça está em BH, entreguei para a minha mãe – disse Moura (na foto, já agarrado à taça), confessando o “roubo” do troféu.
Impressionado com a repercussão, e preocupado com a desconfiança que a taça havia sumido por ser Lupicínio o autor do hino do Grêmio, Moura tratou de esclarecer a situação.
- Essa taça tem muito valor. É especial e está no meu museu, em Belo Horizonte. Vou pedir para para continuar com ela. Mas, se precisar, devolvo, entro em acordo com a direção – concluiu Rafael Moura.

Gre-Nal 400: A virada do Inter começou a ser construída em Gramado

31 de março de 2014 2

Mauro Vieira

A invencibilidade do Inter nos Gre-Nais da Arena e a primeira vitória colorada na nova casa do Grêmio começaram a ser construídas em Gramado. Sim. Foi na tarde de 13 de janeiro, em meio à pré-temporada, com um colinha de seus números tremendo na mão, que Rafael Moura mandou um recado durante a entrevista coletiva:
- Tive sequências boas no Goiás, com Enderson Moreira, e no Fluminense, com Muricy Ramalho e depois com Abel Braga. Ele (Abel) explora as características dos jogadores, independentemente do nome de cada um. Agora, muita coisa vai mudar.
Pois mudou. Homem de confiança do novo técnico, Rafael Moura ganhou o direito a voltar ao time titular, mesmo depois de 18 dias fora de ação. Uma inflamação no joelho direito o tirou de duas partidas pelo Gauchão. Nem os gols de seu substituto, Wellington Paulista, abalaram a fé de Abel em seu camisa 11. O treinador, que também bancou sem sucesso a manutenção de Jorge Henrique na equipe, se consagrou ao insistir com o He-Man.
- Nas férias, mandei um recado a ele (Rafael Moura): “Nunca cheguei a um clube e tive tanta pressão para que você fosse dispensado. A primeira coisa que vou querer de você é que entre no peso. Se mostrar futebol, joga. Se não, volta para o banco”. Disse que iria bancá-lo. E o torcedor foi paciente. Hoje, o torcedor está de braços abertos para ele. Não fiz nada além de confiar no jogador – contou Abel Braga.
Nome do clássico, Rafael Moura é o artilheiro do Inter na temporada, com nove gols. Começa a dar retorno ao clube que o contratou por 3 milhões de euros, em agosto de 2012. Saiu lesionado de campo, outra vez com dores no joelho (na foto, abaixo), e poderá desfalcar a equipe no amistoso de domingo contra o Peñarol, na reinauguração oficial do novo Beira-Rio.
- Eu disse no início da temporada que este ano seria o de entrar na história para a torcida. Sempre pedi sequência e uma boa pré-temporada. Estando em condições, sei do meu potencial. Tenho que agradecer à confiança de todos. E também ao Wellington Paulista, que foi um cara que me puxou. A responsabilidade aumentou com a subida de produção do Wellington e com a confiança do treinador – disse Rafael Moura.
Apesar da virada na Arena, em um mata-mata final com saldo qualificado, como ocorre na Copa do Brasil, o centroavante não admite falar sobre a possível conquista do tetra gaúcho:
- Demos um grande passo. Mas, para confirmar tudo, precisamos do título. Não há nada decidido, mesmo depois dessa vitória na Arena e da maneira que foi.
E, para o Inter, o Gre-Nal 400 chegou ao final com mais um jogador ingressando na lista dos renegados que se tornaram xodós dos colorados. O homem-Gre-Nal do momento é Rafael Moura.

Alexandre Ernst

Cotação do Gre-Nal 400: Rafael Moura faz dois gols, vira para o Inter e é o herói do clássico na Arena

30 de março de 2014 11

Bruno Alencastro

Grêmio

Marcelo Grohe
Com reflexo felino, fez uma defesa salvadora no 1º tempo. Outra grande defesa no 2º. 7

Pará
Teve um vasto espaço para avançar, fez o cruzamento para o gol de Barcos. 6

Werley
Mal na cobertura, fora de lugar, foi surpreendido no primeiro gol de Rafael Moura. 3

Rhodolfo
Foi caindo de produção ao longo do clássico. Errou no segundo gol de Moura. 4

Wendell
Sofreu com os avanços do ataque do Inter pelo seu setor. Um gol do Inter saiu pelo seu lado. 4

Edinho
Foi um paredão em frente à zaga no 1º tempo. No 2º, foi envolvido pelo ataque. 5

Ramiro
Outro que acabou se perdendo no meio-campo com o ingresso de Alan Patrick. 4

Riveros
A dedicação de sempre: marcou e foi ao ataque. Quase fez um gol. 6

Dudu
Estreante em Gre-Nal, assumiu diversas jogadas, com velocidade e dribles. 7

Luan
Foi responsável pelas principais jogadas de contra-ataque. Pareceu cansar. 6

Barcos
Marcou o seu terceiro gol no clássico. É decisivo em Gre-Nais, ainda que o time não tenha ajudado. 8

Alán Ruiz
Foi a campo com a missão de fazer o Grêmio retomar a pressão ofensiva. 5

Maxi Rodriguez
Foi escalado já com o time desestruturado. Pouco acrescentou. 5

Jean Deretti
Entrou aos 38 minutos do 2º tempo. Sem nota

Inter
Dida
Recuperou-se do gol de Barcos com uma grande defesa no chão. 7

Gilberto
Mesmo com facilidade para apoiar, se aproximava da área e não sabia o que fazer. 5

Paulão
Forte como um touro, chegou a perder dividida de corpo para Barcos. 5

Juan
Parecia uma estátua assistindo a Barcos cabecear. Lesionado, saiu no intervalo. 4

Fabrício
Nem parecia o mesmo jogador do 1º tempo. Depois, bateu Pará em quase todos os lances. 8

Willians
Cresce no clássico. Firme na marcação, realizou duas boas jogadas no ataque. 6

Aránguiz
Obrigado a ficar na defesa do 1º tempo, foi destaque no 2º, com liberdade para armar. 8

Alex
Presença constante na área do Grêmio. Teve fôlego para armar e marcar. 6

D’Alessandro
Longe do D’Alessandro de outros Gre-Nais. Mal no começo, cresceu no 2º tempo. 6

Jorge Henrique
Sumido em campo. De novo. Só segue titular por teimosia de Abel Braga. Saiu no intervalo. 3

Rafael Moura
De Patinho Feio a Homem-Gre-Nal. Dois gols em um clássico de final de campeonato. 9

Alan Patrick
Substituiu Jorge Henrique e deu nova dinâmica ao ataque do Inter. 7

Ernando
Seguro na defesa, ainda que o ataque do Grêmio tenha parado no 2º tempo. 5

Ygor
Entrou no final para evitar uma reação do Grêmio. 5