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Novis

                    Bah, com o calorão que fez na semana passada não tinha forças para escrever…. Mas hoje tenho várias novidades para contar.

                    A primeira delas é que o Joaquim foi batizado no último sábado. A cerimônia foi na Igreja de Nossa Senhora de Lourdes em Caxias do Sul. A escolha do local não foi por acaso. Lá eu e minha irmã fomos batizadas, fizemos primeira comunhão, crisma…. Foi lá também que meus pais se casaram. É uma igreja muito especial para nossa família.

                    Na foto estão os padrinhos corujas: o dindo Edemar, a dinda Xeila e com o Joaquim no colo o mano Guilherme que também é dindo.

                   O Joaquim se comportou muito bem, apesar do sono que insistia em deixá-lo cheio de preguiça… Quase nem deu para mostrar a roupa super fashion que ele ganhou: calça jeans e camisa de gola!

                   Outra novidade é que ontem fomos na pediatra para a consulta de rotina de dois meses. Cheguei cheia de dúvidas que aos poucos foram sendo esclarecidas. Entre elas: como tratar as bolinhas que saem no rostinho do Joaquim - uma reação ao calor - (ela receitou um sabonete especial ) e o sono dele que anda um pouco agitado. Na verdade meu pitoco está com dificuldade de pegar no sono.

                  A Dra. Lia Brasil acredita que, além do calor, ele possa estar um pouco incomodado por causa da má digestão. Ela me explicou que existem dois tipos de refluxo. A doença, que precisa ser tratada e o refluxo que todo mundo tem e que só exige um pouquinho mais de cuidado. Um deles é deixá-lo menos deitado depois das mamadas. O melhor é que ele fique em pé no colo até arrotar ou deitado com uma inclinação de 30 graus. Além disso a médica receitou um antiácido para ajudar na digestão.

                 Mas o mais legal da consulta foi saber o quanto ele está bem. O guri já está pesando 6kg300 e medindo 59cm. O normal é que os bebês engordem nos três primeiros meses entre 700gr e 1kg. O Joaquim aumentou 1kg690!!!! Sinal de que ele mama bem e o leite está cumprindo seu papel.

                Quando sai do consultório minha vontade era contar para todo mundo o desempenho do meu pimpolho. É orgulho de mãe coruja e alívio por saber que estou no caminho certo!  

PS: respondendo duas perguntas que me fizeram.

A Jaciane perguntou se o Joaquim gosta do banho de chuveiro. Ele adora!! Fica no colo do papai e com o chuveirinho eu vou lavando o corpinho e a cabeça. Dá um pouquinho de trabalho, não fica um banho tão perfeito quanto na banheira (esse deu antes de dormir) mas nesses dias de calor é uma solução bem bacana para refrescá-los…

A Marcia quer saber se o Joaquim já dorme no quarto dele. Ainda não. É que com esse calor, ligamos o ar condicionado e por iso temos que fechar a porta. Como o quartinho dele fica no andar de baixo, tenho medo de não ouvi-lo durante a noite. Não ia conseguir dormir tranquila…. Quem sabe quando ele dormir a noite inteira e eu puder deixar a porta do meu quarto aberta, ele faça a estreia no seu bercinho! 

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Sufoco

                    Já escrevi aqui sobre o calor. Mas naquela época não imaginava que a coisa poderia ficar pior. Ficou! Não tem sido fácil ficar em casa com o Joaquim enfrentando temperaturas de 40 graus e sensação términa de 44 graus :(

                   Meu pitoco transpira demais! Principalmente quando mama. A cabeça fica molhada, as costinhas também e tenho a impressão de que a mamada não é a mesma. Acho que com o calor ele perde um pouco do apetite, se irrita e acaba desistindo. Talvez como acontece com os adultos, né? Mesmo assim insisto, acreditando que ele também sente sede e o leite é a única forma de amenizar esse desconforto. Além disso é o jeito de evitar a desidratação, imagino.

                   Tem sido difícil amenizar o calorão para ele. Tenho ficado trancada no quarto com o ar condicionado ligado. Tomo cuidado para que não gele demais, mas as dúvidas me rondam: será que está bom? será que não vai fazer mal? É um tal de liga e desliga…..

                    Sinto que ele não consegue dormir direito quando está muito quente. Aí ele resmunga, pego no colo e o calor fica pior! Coloco na cama e volta o chororô… Nunca torci tanto para um dia refrescante!!!! A saída tem sido dar banho duas, até três vezes ao dia. No feriado do dia 02, quando papai Jerônimo estava em casa o Joaquim tomou banho até de chuveiro e adorou!

                    Quando eu estava grávida passei por alguns dias de calor e meus pés incharam. Mas sempre agradeci que o Joaquim ia nascer antes do verão ficar mais intenso. Pois agora enfrento esse sufoco, com ele pequenininho, em casa, longe da piscina e da praia. É, definitivamente ser mãe é vencer desafios!
                   

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Amamentação

                    O tema amamentação sempre gera muitas dúvidas e questionamentos. E talvez o que mais preocupa as mamães é quando elas não conseguem alimentar seus filhos no peito.

                    Por isso divido hoje com vocês o depoimento de duas mães que sofreram um pouquinho com a falta de leite e problemas no bico do seio. Mas o mais importante é que elas encontraram um saída e agora curtem seus filhotes com muito amor e carinho, mesmo sem amamentar.

PS: no site www.clicrbs/ja tem a reportagem sobre o assunto que saiu no Jornal de Almoço de hoje…

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Oi Shirlei, tudo legal?
Ótimo saber que o quadro estará de volta ao JA já nesta segunda.
O tema da amamentação é sempre pertinente,pois sempre falam que ela é super importante e as reportagens sempre dão conta da necessidade do bebê, entretanto eu gostaria de registrar que quase nunca se fala das dificuldades envolvidas nela.
Falo pela prática, pois infelizmente meu nenê não mama mais no peito, aliás ele mamou muito pouco tempo e já tive que começar com o complemento.Sofri bastante , mas não teve jeito ele chorava de fome , eu tive pouco leite, tentei tirar com máquina, colocar na luz, fazer massagem e nada…e depois de MUITA conversa com a pediatra e tb com minha terapeuta eu acabei entendendo que não deu…eu tive uma gravidez super tranquila, engordei 10 kg, o parto foi cesária e minha recuperação ótima, o andré não teve cólicas e dorme super bem…então…bom…infelizmente não dá para ter TUDO e ele está ótimo com o Nan, mama bem, está com peso e comprimento adequados para a curva de crescimento.
Eu acho que nas entrevistas também deveriam dar um alento para as mães que não conseguem, pois neste período ficamos mais sensíveis e a pressão sobre a necessidade da amamentação no peito nem sempre é saudável para a mamãe!Melhor seria dar o leite materno, mas senão conseguir …bom não precisamos ficar nos sentindo A última das mulheres, com mais este sentimento de culpa em nossas cabeças…como a pediatra do meu filho me disse:o que importa mesmo é uma mamadeira com carinho, o contato no olho do nenê, que este momento seja de muita ternura e conhecimento mútuo…seja no peito ou na mamadeira.
Bom espero que meu comentário ajude outras mães que não conseguem e que se sentem constrangidas…contrapontos são importantes, não é mesmo?
Um abraço,
jaciane

Oi queridona!!!
Estou no 5º mês de gestação da Lívia… já tenho um meninão de 8 anos,Levi. Gostaria de participar do quadro com a minha dúvida e graaaande preocupação: a amamentação… no meu 1º filho, ele praticamente não mamou no peito. Motivo: tenho o chamado “bico plano”,ele não conseguia sugar. A solução era passar todo o tempo tirando leite com aquelas maquininhas e dando na mamadeira… mas agora queria poder curtir esse momento.
Pesquisando na internet descobri um aparelho chamado” Niplette Avent Philips”,que promete “fazer o bico no seio” e deixá-lo permanente… é meio “tortura”,pois tem que ficar com ele durante 8 horas diárias, fazendo sucção!! Gostaria de saber se posso confiar, pois nem minha obstetra conhecia. A única recomendação dela foi eu ter certeza de que o aparelho tem o selo da Anvisa.
Parabéns pelo pimpolho!!!
Um grande beijo!
Fernanda Davila

OI FERNANDA

VOU ENCAMINHAR A TUA DÚVIDA PARA A ESPECIALISTA QUE ENTREVISTAMOS HOJE NO JORNAL DO ALMOÇO((Dra. Sônia Maria Pimentel Oppermann, Presidente do Comitê de Aleitamento Materno da Sociedade de Pediatria do RS ). QUANDO ELA RESPONDER, TE AVISO!
BEIJÃO

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Buffet Livre

                    Uma das coisas que mais me preocupava durante a gravidez era se eu ia ter bastante leite para amamentar o Joaquim. Eu sempre tive certeza de que o leite materno é o alimento mais eficaz para os bebês e queria que meu filho tivesse o privilégio de desfrutar dessa maravilha da natureza.

                     Graças a Deus, por enquanto a oferta é grande e a cada duas horas o Joaquim pode se deliciar com seu “buffet livre”, uma expressão que ouvi essa semana e achei muito legal. Assim ele cresce e engorda bem ( as dobrinhas nas pernas e braços estão um amor!)

                      Mas tem muitas mães que não conseguem proporcionar esse banquete para seus filhotes. A produção pode ser pouca, o bico do seio pode ter fissuras, o leite às vezes empedra e o nenê não consegue sugar. Entram os leites em pó, que se sabe nem se comparam com o leite natural.

                     Mesmo sem ter nenhum desses problemas tenho minhas dúvidas. Por exemplo: é verdade que o leite que sai primeiro, logo no início da mamada é mais líquido e serve para matar a sede? E o que fica no fim é mais gorduroso e por isso ajuda o bebê a engordar? E aí como devemos fazer? Na próxima mamada oferecer o seio que foi dado por último ou o primeiro?

                    Bom, essas e outras dúvidas a gente vai poder esclarecer na próxima segunda-feira no Jornal da Almoço na RBS TV. A Dra. Sônia Maria Pimentel Oppermann, Presidente do Comitê de Aleitamento Materno da Sociedade de Pediatria do RS vai estar ao vivo no estúdio.

                    É a volta do quadro “E Agora, Mamãe?”  Eu vou estar em casa, curtindo minha licença maternidade, mas participo da entrevista via skype. Vou aproveitar para perguntar também como funcionam os bancos de leite e quais os cuidados que devemos ter na hora de tomar um medicamento. Isso pode influenciar na qualidade do leite?

                    E você tem alguma dúvida? Escreve aqui no blog que eu encaminho para a produção do J.A

                    Há, no caderno Meu Filho da Zero Hora de segunda-feira vai ser publicada uma reportagem especial sobre o nosso quadro. Espero que com todos esses canais de comunicação a gente possa trocar ideias, sugestões e dúvidas. Nossos bebês agradecem!    

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Do outro lado da tela

                    Sexta-feira foi um dia especial e cheio de atividades. Retomamos as gravações do quadro “E Agora, Mamãe?” no Jornal do Almoço.

                    As primeiras reportagens foram feitas ainda durante a minha gravidez. Naquela época eu mesma fiz o trabalho, numa mistura de repórter e mãe. Agora, minha experiência de mãe de primeira viagem será retratada com a ajuda de uma equipe de reportagem da RBS TV.

                    Eram quase dez da manhã quando a repórter Ivani Schutz, o cinegrafista Halex Vieira e o auxiliar Gerson chegaram para a gravação. Eu estava bastante ansiosa, pois não sabia como o Joaquim ia se comportar.

                  Sugeri que falássemos sobre dois assuntos: as cólicas e a amamentação. 

                  E olha, foi possível registrar exatamente o que acontece no dia a dia do Joaquim. Quando a equipe chegou, ele estava bem impaciente, choroso, sofrendo com uma velha conhecida: as cólicas. Mostramos as alternativas para aliviar o incômodo, entre elas a bolsinha quente, a massagem e o banho no “balde”. 

                 Depois falamos sobre a amamentação. A importância, os cuidados com os seios, as vantangens para a mãe e o bebê. A Fernanda fez um comentário aqui no blog sugerindo que eu escrevesse sobre o assunto. Então, ele será abordado com mais detalhamento na TV, porque além de mostrarmos a minha experiência, vamos levar um especialista no estúdio do Jornal do Almoço para dar dicas e esclarecer dúvidas. Se você tem alguma, escreve aqui no blog que a gente encaminha a pergunta.

                   Ainda não sei a data de exibição das reportagens. Quando for definido, divulgo aqui.

                   O balanço do dia é que foi bom voltar a um projeto pensado com tanto carinho. Mas confesso, foi mais difícil dar entrevista do que fazer uma entrevista.

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Sorriso

                    Segunda para terça-feira. Duas horas da madrugada. Joaquim com o olho aberto, pronto para descobrir tudo que ainda não conhece. Só pegou no sono duas horas depois.

                    Noite de terça-feira. Banho, mamá e um soninho traquilo…. Durou apenas meia hora. O despertar foi assustado! Choro… choro… choro… Nada tranquilizava o Joaquim. Tentei manter a tranquilidade. Mas depois de uma hora tentando acalmá-lo as forças parecem que vão acabando. Mas venci e ele dormiu. Pelo menos até a próxima mamada.

                   Tarde. É o período em que o Joaquim mais gosta e consegue descansar. As cólicas aliviam. Não foi assim na quarta-feira. Ele estava inquieto, choromingando e não conseguiu pregar o olho até às 19h.

                   É, não é fácil a tarefa de ser mãe. 

                  Mas no meio de uma semana cheia de desafios algo compensou e me fez esquecer de tudo. Pela primeira vez o Joaquim sorriu. De verdade! Não era espasmo. Ele já começa a reagir aos nossos estímulos. O prazer é enorme, o coração se enche de alegria, dá orgulho, sabe? Que venham outras noites e dias de cansaço. Aquele sorriso lindo compensa!   

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Erros e acertos

                    Cada vez mais tenho certeza de que bebês são muito diferentes um do outro. Eles são únicos! Ainda bem. Então, conselhos valem para uns e não valem para outros. Mas resolvi compartilhar aqui no blog algumas coisas bem práticas que até agora deram certo e outras que precisaram ser adequadas.

                    Pra começar cheguei a conclusão de que quase todas as mães exageram no enxoval. Eu exagerei! Tem um monte de roupinhas que não usei e não vou mais usar, pois já não servem. Estou pensando em reunir o que ficou para trás e levar para o brechó de bebês. É um jeito de reaproveitar o que não foi usado e ainda adquirir outras peças por um preço bem acessível. Recomendo!

                    O que tenho usado bastante: body de manga curta nos dias de muito calor. Macacão curtinho e tip-tops de malha bem fininha. Quanto mais simples melhor. Os que tem muitos detalhes dificultam algumas coisas, como por exemplo as golas grandes e duras que só atrapalham na hora de mamar. 

                   Também não me adaptei com conjuntinhos de camiseta e bermudinha. É que o Joaquim se contorce bastante, se espreguiça, se mexe muito e a camiseta acaba subindo, se enrolando e sinto que ele não fica confortável.

                   Meias. Quanto mais firmes, melhor. Algumas tem o elástico muito soltinho e acabam caindo do pé toda a hora. As da Lupo, apesar de mais caras, são muito boas! Mas é bom ficar em alerta, porque tem modelos que apertam as perninhas. Chega a ficar marcado.
 
                    Outra coisa que comprei demais foram as mantinhas. Imaginava que precisaria de pelo menos umas dez. Até agora usei no máximo três. Talvez porque estamos no verão e o Joaquim muitas vezes não precisa delas. Mesmo assim, não é preciso tantas.

                     E a tal garrafa térmica? Me diziam que ela serviria para conservar a água quente para limpar os olhinhos, boca e nariz. Nunca usei! Lavo o rosto com a água do banho mesmo.  Aliás no início esquentava a água para colocar na banheira. Optei pela praticidade: agora pegamos a água do chuveiro mesmo.

                     Uma das coisas que eu mais uso são as fraldinhas de boca. Fiz mais de trinta, de tecido de fralda mesmo. Uso para limpar a boca na amamentação, limpar os olhinhos, lavar o corpo no banho, segurar o xixi que aparece no meio da troca (já levei vááááários banhos…). Elas são levinhas, fáceis de lavar e secar.

                    Tomara que essas dicas ajudem. Lembro mais uma vez que elas são fruto da minha experiência. Talvez com outros bebês não dê certo. É assim mesmo. Seria muito sem graça se todos fossem iguais e a gente seguisse um único manual de instruções.

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Estrategista

                    Além de mãe, também virei uma estrategista!

                    Explico: como os bebês não falam, apenas choram para expressar suas vontades ou inquietações, o jeito é superar os desafios criando estratégias.

                    O banho do Joaquim, por exemplo. Aprendi no curso de gestante e também com as enfermeiras do Hospital Mãe de Deus que primeiro deveria lavar a cabecinha dele, com o corpo fora da água. Pois bem, segui a risca a lição nos primeiros dias. Mas o guri abria um berreiro que acho que se ouvia lá do outro lado da rua! E pior, não parava mais e eu levava um “baile” para conseguir terminar o banho e colocar a roupa. Limpar a orelhinha, passar creme, limpar o nariz então, nem pensar!   

                    Um dia o papai Jerônimo sugeriu. Quem sabe tu começas pelo corpo e lava a cabeça já com ele na banheira? Tentei e a estratégia deu certo! Hoje conseguimos dar com banho com tranquilidade.

                    Mas não foi só isso. Também tivemos que ajustar o horário do banho. No início eu dava pouco antes da mamada. Imaginava que assim ele já dormiria, permitindo que eu descansasse um pouco. Engano! Bebê com fome não dá trégua e o choro era de aparecer a campanhia da garganta! Mais uma vez tivemos que criar uma estratégia. Agora amamento, espero um pouquinho e só então, com a barriga cheia é que dou o banho. Ele fica quietinho, curtindo a água quente e o nosso carinho…

                   O problema é quando ele não quer saber de dormir depois. Na noite passada o danado despertou às 22h30 e só foi dormir a uma e meia da manhã! Imagina o meu sono…. A estratégia foi descer para a sala, ligar a televisão e me acalmar. Ele choromingou um pouco, abriu o olhão várias vezes, mas se rendeu ao cansaço e dormiu. Pelo menos até às 3h da manhã. Aí começou mais uma madrugada em que foi preciso tranquilidade para saber qual a melhor estratégia para não sentar no chão e começar a chorar…  

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Felicidade

                    Hoje uma nova etapa começou na minha vida e na vidinha do Joaquim. Agora somos apenas eu e ele! Durante o dia inteiro….

                    Depois de um mês em casa, o papai Jê voltou para o trabalho. Saiu com o coração na mão e uma vontade imensa de ficar. A cada ligação durante o dia, dava para sentir a voz embargada de quem está longe. A gente também sente muita falta dele. Especialmente o Joaquim que adora ficar deitado no braço do papai por horas.

                    Mas como a vida nos impõe separações, tivemos que nos adaptar. Pela manhã meu pitoco fica mais agitado. Ainda não descobri qual o motivo, mas ele não consegue dormir e sofre muuuuito com as cólicas. Bom, aí é preciso uma dose extra de resistência para ficar com ele no colo.

                    Depois do almoço as coisas começam a melhorar. Ainda assim, preciso ficar com ele por um bom tempo. Só que ele já está pesando mais de 4kg500 e as costas começam a reclamar. Decidi deixá-lo deitadinho no sofá sozinho. Fui lavar a louça, olhar uns e-mais e para minha surpresa ele ficou quietinho. Quando olhei estava dormindo….

                    Tinha muito medo desse dia. O dia que ficaríamos sozinhos. Mas acho que de tanto eu pedir, Nossa Senhora de Caravággio olhou por mim. Deu tudo certo! Consegui cuidar da casa, de mim , dele e até escrever este post. Daqui a pouco papai está de volta. Louco de saudade e a gente também! 

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Bardoso

foto: arquivo pessoal
foto: arquivo pessoal
                   

                     No último post falei aqui sobre meu dilema por causa do calor. Ainda fico insegura com relação ao uso do ar condicionado, ventilador, janelas abertas…. Mas o legal é que várias mamães escreveram relatando suas experiências (dêem uma olhadinha nos comentários) e aprendi muito. Também vi que algumas coisas que faço tem sentido… Colocar uma meia por exemplo, para evitar que as extremidades se resfriem, usar sim o ar condicionado mas numa temperatura mais alta, quando está muuuito calor usar uma roupinha mais curtinha.

                    Também foi legal saber que tenho feito o que posso para diminuir as cólicas do Joaquim. Coisas que a maioria das mamães também fazem.

                    Essa semana compramos o Tummy Tub, o baldinho para dar banho e que segundo o fabricante alivia as dores. Na primeira tentativa o Joaquim se assustou um pouco e com muita força empurrava as perninhas. Ele ficava quase de pé!! Mas na segunda vez ele já ficou mais calmo e aproveitou melhor. Também sentimos que aliviou um pouco a cólica. Pra ajudar faço uma boa massagem na barriguinha depois dos banhos.  É muito legal ver que ele gosta e que se estica todo para receber o carinho….

                    Ao ler os relatos das gurias aqui no blog, um em especial me chamou a atenção.  A Marina escreveu que a filha dela, a Maria Luiza também tem cólicas e que por isso vai muito para o colo. Ela acha que por isso a menina está viciada. 

                    Acho que isso também está acontecendo com o Joaquim. A gente deixa ele no carrinho, no berço ou mesmo no sofá e não demora muito e o “prazo de validade” vence e ele começa a chamar a nossa atenção. Às vezes é só um resmungo, outras é choro mesmo. Quando a gente vê está com ele no colo. Há, e tem que ser de barriga para baixo e muitas vezes temos que levantar para embalar. 

                    Se estivesse viva, minha avó diria que ele está ”bardoso”. Manha mesmo! Mas o que fazer para que isso não aconteça? Deixá-lo chorando deitado? Confesso que não consigo. Li esses dias que se o bebê chora muito engole ar e aumentam os gases. Então o que é pior? Meu pitoco exigindo muito do nosso tempo (em alguns dias fico horas com ele no colo) ou chorando de cólicas? Dilema de mãe e pai…. 

               

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