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Posts de novembro 2009

Fotógrafa de ZH expõe imagens de Paris

30 de novembro de 2009 0

Fotógrafa de Zero Hora que carrega entra suas conquistas ter sido adorada por Mario Quintana, Dulce Helfer vai realizar nesta terça-feira o coquetel de lançamento da sua exposição sobre Paris, em comemoração ao ano da França no Brasil. A função será no Theatro São Pedro, a partir das 19h30min.

O evento, beneficente, terá participação da Liga Feminina de Combate ao Câncer. Dezessete garotas da Liga Jovem desfilarão camisetas estampando as fotos que estarão expostas.  A verba da venda das peças será revertida à entidade.

Elvis Presley percorre a ZH

30 de novembro de 2009 4

 Quinta-feira à noite. Jornalistas concentrados para finalizar a edição de sexta-feira. No meio do trabalho em ritmo intenso, uma figura adentra a Redação e monopoliza olhares por alguns momentos.

David Coimbra, editor e colunista de Esportes, parou para falar com ele. De sua sala, ao fundo, Rosane de Oliveira deixou o escândalo no Distrito Federal de lado por alguns momentos e se inclinou para espiar.

Era Elvis Presley. Ou melhor, uma versão dele.

Com três anos e meio de idade, o pequeno Lorenzo virou assunto ao chegar de mãos dadas com a mãe, Betine Paris, diagramadora do Diário Gaúcho. Os dois haviam saído de uma apresentação de fim de ano na escolinha e, enquanto o pai não vinha buscar, ele aproveitou para causar furor na Redação da Zero Hora.

Quem registrou as cenas foi o fotógrafo Diego Vara.

Mas atenção: as portas da Redação não estão abertas apenas a celebridades como o pequeno rei do rock. Qualquer leitor ou grupo de leitores que quiser conhecer de perto os bastidores da Zero Hora, pode agendar uma visita através do Espaço RBS, pelo telefone 3218-6432.

Caçadores de estabilidade

29 de novembro de 2009 1

Você viu na Zero Hora dominical?

Um exército estimado em cerca de 8 milhões de brasileiros trava uma batalha particular. O objetivo: a superação de milhares de candidatos a cada nova seleção para conquistar uma vaga no setor público. Os chamados concurseiros vivem em um mundo próprio, cercados de livros, apostilas e provas. O grupo nunca foi tão grande. Com o número crescente de seleções abertas para novos servidores, em especial na esfera federal, a milícia só se avoluma _ este ano, estima-se um crescimento de 30% em relação a 2008. Para retratar esse universo, Zero Hora apresenta, de hoje até quarta-feira, personagens e histórias de vida que resumem o perfil dos novos e dos futuros servidores públicos. Eles retratam um momento ímpar no mercado de trabalho brasileiro.


Editor do caderno Empregos & Oportunidades e um dos autores da série de reportagens que ZH publica a partir deste domingo, Thiago Copetti explica abaixo por que o tema concurso público é amplamente abordado em Zero Hora – suas provas concorridas reúnem mais gente do que o disputadíssimo vestibular da UFRGS, por exemplo –, que agora apresenta esta série de reportagens aos seus leitores:


“A série começou a ser produzida em fevereiro, inspirada num grande volume de concursos públicos que estavam sendo abertos desde 2008. Pelo caderno Empregos & Oportunidades e pela demanda dos leitores, começamos a perceber que ali havia uma tendência forte de mercado de trabalho. O assunto foi tomando cada vez mais importância e, digo isso de uma forma bem pessoal, acabamos “obrigados” a fazer essa série. Trata-se de um universo atual, que por sua dimensão, precisava ser retratada pelo jornal. Diria que se tornou uma série em função dos leitores e dos próprios concurseiros.

Fomos em busca de personagens representativos de vários tipos de candidatos: aquele que faz vários concursos e não desiste, aquele que faz sacrifício, aquele que já passou, o que já passou e está sempre em busca de um melhor. Além disso, abordamos a economia em torno deste universo.

Vale ressaltar que o caderno Empregos & Oportunidades, publicado aos domingos, sempre um espaço fixo sobre o tema”.

Acompanhe o cronograma da reportagem:

Domingo - Em busca de estabilidade

Segunda-feira – Candidatos sem fronteira

Terça-feira – Chances para todos

Quarta-feira – Mercado movido a edital

Como as crianças de antigamente

28 de novembro de 2009 0

Por Ricardo Stefanelli

Instigado pela correspondência enviada por alguns leitores sobre a quantidade de páginas de Zero Hora nas últimas semanas, acabei transportado à infância, recordandome dos encontros das mães de outrora:

– Como o seu filho está gordinho, cheio de saúde… – era o elogio que fazia uma mãe reluzir.

Obesidade e face corada, sinais de vigor de antigamente, em tempos de controle de colesterol e uso do filtro solar só podem ser aplicadas à fortaleza dos jornais, não mais como sinal do vigor humano. O assunto retorna à agenda em datas especiais como as que antecedem o Natal e, com prazer, explico aos leitores Adriano Schneider, Alessandro Moraes, André Villarinho, Carlos Spelmeier, Francisco Barreto, Lino Andrighetti, Rogério Tolfo e Rui Gressler como é saudável ter uma ZH rechonchuda e pesada.

Para que os anúncios não briguem com a notícia, o tamanho da edição costuma ser regulado por dois fatores: às vezes, como num 11 de Setembro, cobertura eleitoral ou tempestades, por exemplo, o jornal precisa receber mais páginas editoriais, independentemente de sua adiposidade publicitária. Em condições normais de temperatura e pressão, quem define o tamanho total é a publicidade, fazendo o jornal encorpar.

O importante, nas duas situações, é saber que o leitor recebe, todos os dias, uma quantidade equivalente de páginas reservadas a notícias, reportagens e colunas. Tal qual uma sanfona, se há mais publicidade, cresce o número de páginas editoriais (veja infográfico ao lado com a paginação desta semana).

Essa equação pode ser acompanhada pelos leitores no índice do jornal publicado na contracapa, abaixo do título Hoje em ZH. O primeiro caderno, o que você tem em mãos neste momento, varia de 36 a 96 páginas. O sistema de gaita serve justamente para acomodar toda a publicidade –claramente identificada como tal – sem afetar o espaço editorial. É sempre bom lembrar que uma robusta e diversificada rede de anunciantes cumpre três papéis essenciais:

1) Oferecer informação e serviço adicionais relevantes ao público. Anúncio também é um gênero informativo, apenas de natureza bem distinta da informação jornalística.

2) Subsidiar o preço da assinatura ou de venda avulsa, o que permite, inclusive, tornar os jornais mais acessíveis a camadas de renda mais baixa.

3) Assegurar a independência editorial, pilar básico da credibilidade de um veículo. Em ZH, nenhum anunciante representa mais do que 1% da receita, o que permite rejeitar toda e qualquer pressão econômica ou política, perenizar valores éticos e garantir um noticiário pautado pelo interesse editorial. Um veículo frágil, dependente de um anunciante, pode ter sua independência ameaçada.

Assim, sempre que o jornal chegar pesado e gordinho à sua casa, saiba que é sinal de energia e vitalidade jornalística, como as crianças de antigamente.

Pensar visualmente

27 de novembro de 2009 1

O esquema começa a ser definido pela manhã. Para ganhar a partida com o leitor, a estratégia é traçada a partir da primeira reunião de pauta, quando uma conversa preliminar entre os jornalistas da área de Esporte e a equipe da Arte de ZH definem outras maneira de informar além do texto.

Para a reportagem deste domingo — sobre a penúltima rodada do Campeonato Brasileiro, considerada de alta-tensão —, o designer gráfico Gonza Rodrígues, um argentino de 31 anos, foi escalado para produzir oito caricaturas dos principais personagens da rodada.

A sequência acima mostra desde os primeiros traços até o resultado final. Gonza trabalha como freelancer em Zero Hora.

Profissionais da RBS ganham prêmio

24 de novembro de 2009 0

Seis profissionais do Grupo RBS receberam na noite desta segunda-feira (23), na Assembleia Legislativa, o Prêmio Press 2009. Os troféus foram entregues pela Revista Press aos destaques do jornalismo gaúcho. Da Zero Hora, venceu Iotti, considerado o melhor chargista do ano (primeiro na foto à esquerda).

Além de Iotti (confira algumas charges dele abaixo), outros cinco profissionais foram premiados. Na categoria comentarista de televisão, o vencedor foi Lasier Martins. Daniel Scola, também da RBS TV, foi escolhido o melhor repórter de televisão do Rio Grande do Sul.

Nas categorias de rádio, três profissionais da Gaúcha foram premiados. Marco Antônio Pereira (D) foi escolhido o melhor narrador esportivo. Cléber Grabauska foi eleito o plantão esportivo do ano e recebeu o Troféu Antonio Augusto. O prêmio de comentarista de rádio 2009 foi oferecido ao jornalista Nando Gross.

Os vencedores do Prêmio Press são escolhidos pelo público e profissionais da área, que indicam aqueles que se destacaram no jornalismo. Os três nomes com maior número de indicações no Voto Profissional e os dois com mais indicações no Voto Popular formam uma lista quíntupla, analisada pelo Júri de Lideranças, formado por 30 personalidades convidadas pela revista. Os mais votados, em cada categoria, receberam o troféu de melhor do ano.

O mapa do crack no centro da Capital

23 de novembro de 2009 1

Um levantamento feito pelo jornal Diário Gaúcho irá mostrar, nesta terça-feira, várias aspectos do tráfico de drogas na Capital do RS. A reportagem, que terá série de dois dias (inclusive em ZH), irá apontar quais são as novas táticas dos traficantes para escapar de flagrantes policiais e, também, de que maneira a população contribui, sem saber, para o aumento do consumo da droga.

Para prevenir-se contra roubos em pontos nos quais os usuários da droga fazem plantão, confira o mapa do crack que DG e ZH publicarão nesta terça. Descubra ainda como uma inocente esmola dada em uma esquina da Capital pode vir a parar em algum cachimbo dos viciados na droga.

De malas sempre prontas

23 de novembro de 2009 0

Na noite de sábado, o repórter Humberto Trezzi e o fotógrafo Diego Vara (de amarelo, na foto) mostraram a capacidade de Zero Hora de fazer diferença em coberturas como a da calamidade que os últimos temporais geraram no Estado.

Acionados às 23h, após a notícia de que dezenas de famílias gaúchas estavam isoladas, sem água e comida, na ilha de Santo Antônio, em Camaquã, levaram menos de uma hora para iniciar a produção da reportagem que hoje estampa a capa de Zero Hora.

— Só preciso passar no jornal para pegar as minhas coisas — disse Trezzi, pelo telefone.

Como assim, no jornal? As coisas do repórter Trezzi não estariam em casa? É que, no caso de Trezzi, um kit de repórter está sempre guardado no armário que fica atrás da sua mesa, na editoria de Geral. Foi dali que ele retirou duas sacolas que estão sempre prontas: botas de chuva, capa (já devidamente embarradas), roupas e tudo o que precisava para a empreitada. Com isso, pôde chegar antes ao local e produziu a reportagem que emocionou os leitores.
Abaixo, leia o relato de Humberto Trezzi e, caso não tenha visto a reportagem, clique na reprodução da capa de ZH e neste link.

“Ninguém gosta de sair de casa para a chuva, num sábado à noite, especialmente se está para colocar uma carne no fogão. Mas, se quisesse fim de semana garantido de folga, seria outra coisa. Eu e outros escolhemos jornalismo. Importante foi sair à noite, mesmo. Com isso, pegamos uma reunião da Defesa Civil e da BM no dia seguinte, cedo. E os acompanhamos até uma fazenda, que não saberíamos achar sozinhos. Dali, como as autoridades demoravam a se organizar – o helicóptero da BM ainda estava em Porto Alegre -, resolvemos ir por conta própria. Alugamos um barco, que levou duas horas para nos levar até a comunidade alagada. Lição importante é sair do jeito que se está. Ganha-se tempo. A minha falha nesta reportagem foi não levar protetor solar. Fiquei vermelho como pimentão, mas ganhei meu dia. E a comunidade atingida pelos flagelos também, espero.”

Leitores também iluminam a cena

21 de novembro de 2009 10

por Ricardo Stefanelli

Acostumados a lidar com o público, que cada vez mais ajuda na produção do conteúdo, os veículos da RBS viveram uma tarde diferente na quinta-feira, quando o Rio Grande anoiteceu às 12h50min.

O coordenador de Jornalismo da Rádio Gaúcha, Cláudio Moretto, se preparou para mais uma cobertura de temporal em sua rotina, acionando como de hábito as equipes de reportagem. Não seria bem assim. Aos poucos, percebeu que a emissora ganhava uma ajuda externa mais encorpada do que de costume. O canal de voz com os ouvintes teve de ser ampliado em mais três ramais, tão logo foi aberto ao público. Os relatos chegavam com a mesma intensidade dos ventos. Por telefone, torpedos,
e-mails e Twitter. A intensidade exigia uma providência imediata:

– Temos de criar uma central do caos – propôs Moretto ao gerente de Jornalismo da emissora, Cezar Freitas.

Era preciso organizar e processar tantas informações. Enquanto repórteres e produtores telefonavam para polícias, bombeiros, hospitais e prefeituras, o público mostrava que, desde os locais mais atingidos, podia fornecer relatos mais fiéis. Com um microfone sem fio da Central do Caos, o apresentador André Machado repassava boletins ao vivo, alimentados pelos ouvintes.

Guiados pelos relatos, os repórteres se movimentavam pela Capital com agilidade e precisão. O GPS dos amadores facilitou a primeira incursão da estagiária Fernanda Wenzel, 20 anos. Integrada às pressas à força-tarefa de mais de 50 pessoas, a estudante fez uma estreia a fórceps. Apesar das pernas bambas, às 14h16min Fernanda respondeu ao chamado de Lasier Martins, com firmeza de profissional:

– A situação é muito complicada aqui, Lasier. Estou na Avenida Nonoai, perto do número 630, onde três árvores caíram, uma delas em cima de um carro…

Clique aqui e ouça a estreia de Fernanda na Rádio Gaúcha

Enquanto a novata engatinhava na profissão, aqui na Redação de ZH o site do jornal era abastecido por imagens e dados igualmente assustadores, quase todos vindos de leitores. Eram fotos, vídeos e textos em profusão, delimitando um novo marco na participação de ouvintes, leitores, internautas e telespectadores. O acesso ilimitado a novas ferramentas via internet estimulava a interatividade numa forma que nem nós conhecíamos.

Até mesmo Barbara Nickel, editora de Mídias Sociais da RBS, se surpreendeu com a avalanche de colaboração. Logo ao abrir à participação pública um Cover it Live – uma espécie de chat que permite a troca de mensagens instantâneas –, Barbara percebeu o tamanho da catástrofe que mataria sete gaúchos. As informações intermitentes partiam de todos os cantos do Estado, a ponto de impedir, por horas, que a redatora Leticia Pakulski, mediadora dos diálogos, pudesse se ausentar de sua mesa.

Árvores caídas, muros derrubados, telhas arrancadas, gente ferida ou morta compunham os registros, alguns consternados. Até a noite daquela quinta, mais de 22 mil pessoas haviam entrado no blog ao vivo para acompanhar o minuto a minuto e relatar dramas ou  buscar de informações. Até então, a maior participação neste tipo de cobertura ao vivo de zerohora.com envolvera cerca de 8 mil internautas.

Pelo Twitter, ZH podia mapear os acontecimentos. Num deles, a leitora Tatiana Michelin de Freitas, de Porto Alegre, enviou fotos de jovens surfando nas águas do Arroio Dilúvio, dando início à visibilidade de um ato inusitado e polêmico em meio à tragédia:

– Da janela do meu apartamento, vi aquele cara na água. Peguei minha câmera digital e, na mesma hora, mandei a imagem para o Twitter e para Zero Hora.

Também graças à internet e ao seu público, o Diário Gaúcho, a RBS TV e a TVCOM conseguiram ampliar o raio de cobertura.

– Mesmo com todas as nossas equipes na rua, nossa abrangência seria limitada – diz Gerson Cruz, chefe de Redação da RBS TV e da TVCOM. – Recebemos imagens de vários pontos aonde não chegaríamos.

Assim, o RBS Notícias usou pela primeira vez vídeos postados no site YouTube, a maior febre da internet. Também pela primeira vez, uma editora teve de ser escalada para monitorar vídeos na web. Coube a ela selecionar as imagens públicas para irem ao ar, ajudando os telespectadores a entender o que acontecia em tempo real. Era preciso dar sentido à avalanche de mensagens desencontradas.

Experientes jornalistas se impressionavam com a variedade de material disponível em meio à tormenta. Mais do que isso, as imagens em nada comprometeram os critérios de qualidade da RBS TV e da TVCOM. Uma delas, de Dois Irmãos, registrou o exato momento em que o temporal começou a varrer a região. Uma outra mostrou a arremetida de um avião de carga que tentara pousar no aeroporto Salgado Filho, onde os ventos chegaram a 96 km/h.

Só o público podia estar naqueles locais, naqueles momentos – e quem compreender e interpretar isso poderá oferecer um jornalismo cada vez mais amplo. Adaptando um conceito defendido pelo jornalista americano Carl Bernstein, notabilizado no Caso Watergate, não são apenas os bons repórteres que iluminam a cena: o público também.

Universidades e RBS lançam projeto inédito de jornalismo local

21 de novembro de 2009 3

Zero Hora testará uma nova forma de mostrar notícias de Porto Alegre, a partir de segunda-feira. O projeto é uma experiência desenvolvida pelo Mobile Experience Lab, do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Para implementá-la, a universidade americana buscou parceria com o Grupo RBS, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e a TIM.

Baseado em notícias com recursos multimídia, a ferramenta irá apostar na produção de conteúdo local. Nessa fase, o site está sendo testado por jornalistas da Zero Hora e estudantes de graduação e pós-graduação da PUCRS. Mas esse é só o primeiro passo desse projeto pioneiro no Brasil.

Para saber mais, confira reportagem na Zero Hora dominical.

O projeto é destaque na capa do MIT, neste sábado.