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A tese exclusiva do Guia que desmistifica a história oficial

18 de agosto de 2010 4

Você sabia que havia escravidão na África antes da chegada dos europeus? Que Gilberto Freyre admirava a Ku Klux Klan e que os regimes autoritários serviam de modelo aos guerrilheiros dos Anos de Chumbo?

As informações acima podem podem não ser novidade, se você estiver fora da categoria “leitores em geral”. Caso contrário, o caminho é o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, de Leandro Narloch, que desmistifica fatos e personagens da história escrita na literatura oficial.

O Segundo Caderno de Zero Hora desta quinta-feira avalia a obra de 320 páginas, que há 20 semanas está entre os mais vendidos da Revista Veja, e destaca pelo menos uma tese exclusiva do autor. A crítica é do editor do caderno Cultura Luiz Antônio Araujo.

Comentários (4)

  • Gilmar Correa da Silva diz: 18 de agosto de 2010

    O palhaço Gilberto Freyre admirava a KKK. O povo ignorante deste país admira o pinguço de nove dedos. Querem prova maior de que jamais,por culpa da maioria,sairemos da lama cultural. Tudo gira em torno da maioria sem noção.

  • Sílvio Crim diz: 18 de agosto de 2010

    Melhor que tudo gire em torno da “maioria sem noção” do que um preconceituoso que nem vc, Gilmar!!! Fala sério!!!
    Em 3 linhas vc conseguiu reunir todo o sentimento da elite nacional e mostrou a falta de níver que a tua classe “com noção” tem. Aproveita e te muda daqui, já tá mais do que na hora.

  • Alex diz: 18 de agosto de 2010

    Eu acho esse livro extremamente tendencioso e direitista. Não recomendo para ninguém que não seja extrema direita sua leitura: a todo o momento o autor tenta desqualificar as idéias e lutas de personagens históricos ligados ao trabalhismo, a liberdade de expressão ou ao socialismo, e APENAS estas figuras. Eh claro que a midia direitista (ZERO HORA) esta promovendo este livro com segundas intenções.
    Olhe o exemplo de G. Freyre: ele não apoiava a KKK, apenas fez um comentário dúbio em sua tese de mestrado, defendida nos EUA. Ora, o que esperavam, que ele decesse o pau em cima do KKK na frente de uma banca de sujeitos brancos ? Ele ainda não era “O Cara” que podia dizer o que queria.
    E na áfrica tinha escravidão, mas era entre eles: sempre tinha a chance de escapar ou de uma virada de jogo no poder das tribos, e ninguém era mandado para outro continente onde não teria escapatória nem para si nem para nenhum descendente. Todas as pessoas tem defeitos, isso não invalida a contribuição que dão a história.

  • Hermes Vargas dos Santos diz: 18 de agosto de 2010

    Silvio e Alex: Não percam tempo com esse tipo de gente, que se julga melhor do que os outros. Lêem muito pouco, e quando lêem, lêem só porcaria. Daqui um pouco eles vão descobrir que a lei do apedrejamento de adúlteros é, na verdade, a lei de Moisés dos judeus. Malandros, só aplicavam ela nas mulheres. Essa penalidade é uma excrescência!Taí uma sugestão: Direitistas, leiam a Bíblia, antigo testamento! É fácil e não é cansativo, pois é pouco texto. Só que não tem figurinha de mulher pelada …

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